Sou a Analía, tenho 29 anos e tenho uma bebê de seis meses. Por algum motivo, meu cunhado e eu nunca nos demos bem, mas algo mudou quando tive minha filha. A primeira visita dele foi como uma reconciliação, mas me incomodou ele me ver amamentando com cara de felicidade, como se fosse a própria filha dele. Ele e meu marido trabalham juntos, então o vejo com frequência, e o esquema era sempre o mesmo: ele não perdia uma sessão de amamentação. No começo, me senti desconfortável, mas com o tempo, e como meu marido já não me tocava mais, comecei a gostar que meu cunhado me observasse.
Passaram-se quatro meses desde que tive minha bebê, e surgiu um imprevisto: meu marido teve que viajar por várias semanas. Pra piorar, minha filha gostava mais da mamadeira do que dos meus peitos, que viviam cheios, e eu tinha que usar a bombinha, que é dolorosa. Poucos dias depois, meu cunhado (Ariel) apareceu em casa pra ver como a gente estava se virando sozinhas, e eu estava desconfortável porque meus peitos estavam a ponto de estourar. Mesmo assim, fui educada e ofereci algo pra ele beber. Enquanto conversávamos, minha filha acordou e eu a coloquei no peito, mas assim que ela sugou, saiu tanto leite que ela engasgou. Me assustei, dei umas palmadinhas nas costas dela, mas nem percebi que minha teta ficou pra fora, pingando muito leite.
— Desculpa, Ariel!! É que eu nem percebi!
— Não se preocupa, é normal... Só que é uma pena o desperdício...
Olhei pasma pro comentário, mas depois do susto, enquanto limpava o peito, comentei que a bebê não tomava tudo e que eu precisava tirar manualmente.
— Quer ajuda? — ele perguntou, olhando nos meus olhos.
— A menos que você tome, não sei como — falei, sorrindo.
Não precisou de mais palavras. Ele sentou do meu lado, pegou meu peito e colocou na boca dele. As primeiras sugadas me aliviaram pra caralho, mas logo comecei a ficar com tesão. Com a outra mão, ele acariciava meu peito esquerdo, e eu percebi que ele também tava excitado. Quando os dois peitos esvaziaram, não dissemos nada. Só nos dedicamos a transar de um jeito que eu nunca tinha feito antes. Feito! Todos os meus rancores por ele desapareceram. Ficamos em silêncio por uns momentos e ele disse: "Você me atraiu desde a primeira vez que meu irmão te trouxe para me apresentar. Tive uma inveja danada e por isso te tratava tão mal. Mas você me atraiu ainda mais quando estava grávida, e eu desejei que a menina fosse minha." Não podia acreditar no que ele estava dizendo, mas percebi que eu também tinha gostado dele desde o início, e a rejeição mútua era normal. "Não sei o que vamos fazer agora", eu disse. "Eu te amo", Ariel falou, "e isso não vai mudar." Continuamos transando o tempo todo que meu marido não estava, e nem precisei mais da bombinha. Ver ele mamar no meu peito era fantástico e sensual. A língua dele passando pelo meu mamilo era como estar no paraíso. Com ele, eu sentia amor, paixão e muitos orgasmos quando estávamos juntos, coisa que há tempos eu não sentia com meu marido. Mas como as coisas iam se resolver? Na próxima, eu conto...
Por favor, vote no relato. O autor vai adorar receber seu voto 😳
Passaram-se quatro meses desde que tive minha bebê, e surgiu um imprevisto: meu marido teve que viajar por várias semanas. Pra piorar, minha filha gostava mais da mamadeira do que dos meus peitos, que viviam cheios, e eu tinha que usar a bombinha, que é dolorosa. Poucos dias depois, meu cunhado (Ariel) apareceu em casa pra ver como a gente estava se virando sozinhas, e eu estava desconfortável porque meus peitos estavam a ponto de estourar. Mesmo assim, fui educada e ofereci algo pra ele beber. Enquanto conversávamos, minha filha acordou e eu a coloquei no peito, mas assim que ela sugou, saiu tanto leite que ela engasgou. Me assustei, dei umas palmadinhas nas costas dela, mas nem percebi que minha teta ficou pra fora, pingando muito leite.
— Desculpa, Ariel!! É que eu nem percebi!
— Não se preocupa, é normal... Só que é uma pena o desperdício...
Olhei pasma pro comentário, mas depois do susto, enquanto limpava o peito, comentei que a bebê não tomava tudo e que eu precisava tirar manualmente.
— Quer ajuda? — ele perguntou, olhando nos meus olhos.
— A menos que você tome, não sei como — falei, sorrindo.
Não precisou de mais palavras. Ele sentou do meu lado, pegou meu peito e colocou na boca dele. As primeiras sugadas me aliviaram pra caralho, mas logo comecei a ficar com tesão. Com a outra mão, ele acariciava meu peito esquerdo, e eu percebi que ele também tava excitado. Quando os dois peitos esvaziaram, não dissemos nada. Só nos dedicamos a transar de um jeito que eu nunca tinha feito antes. Feito! Todos os meus rancores por ele desapareceram. Ficamos em silêncio por uns momentos e ele disse: "Você me atraiu desde a primeira vez que meu irmão te trouxe para me apresentar. Tive uma inveja danada e por isso te tratava tão mal. Mas você me atraiu ainda mais quando estava grávida, e eu desejei que a menina fosse minha." Não podia acreditar no que ele estava dizendo, mas percebi que eu também tinha gostado dele desde o início, e a rejeição mútua era normal. "Não sei o que vamos fazer agora", eu disse. "Eu te amo", Ariel falou, "e isso não vai mudar." Continuamos transando o tempo todo que meu marido não estava, e nem precisei mais da bombinha. Ver ele mamar no meu peito era fantástico e sensual. A língua dele passando pelo meu mamilo era como estar no paraíso. Com ele, eu sentia amor, paixão e muitos orgasmos quando estávamos juntos, coisa que há tempos eu não sentia com meu marido. Mas como as coisas iam se resolver? Na próxima, eu conto...
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1 comentários - Amamentando meu cunhado gostoso