Desta vez compartilho algo diferente: Minha primeira história escrita em parceria, vou deixar o coautor decidir se quer se revelar ou não.
Dois pontos de vista sobre a mesma situação.
Espero, ou melhor, esperamos que vocês gostem…
Aproveitem!!!!Você fode e agora…meu corpo também
Faltavam 15 minutos para o horário combinado e eu já estava sentado na mesa do café marcado. Uma mistura de nervosismo e curiosidade percorria meu corpo diante do encontro iminente. Durante semanas a gente tinha trocado ideia pelo MSN, mas ela ainda era um mistério completo pra mim. A gente falava de tudo, mas, por mais que tentasse, sempre acabava falando de sexo. A química entre nós parecia ser a certa, mas será que ia ser assim quando estivéssemos cara a cara? Com a mente a mil por causa da expectativa, peço algo pra beber quando vejo ela entrar. Ela se aproximou com um sorriso nervoso e percebo que os mesmos nervos que me dominam também tomam conta dela. Quando chega na mesa, levanto pra cumprimentá-la com um abraço e, ao dar um beijo, sussurro no ouvido dela:
— Você é mais gostosa do que nas fotos e na webcam, sua putinha.
Na mesma hora, como se tivessem apertado um botão imaginário nela, o rosto dela se transformou. O nervosismo sumiu e o olhar safado dela me fulminou. A gente sentou e ela falou algo que eu não entendi, porque eu tava hipnotizado naqueles olhos que transbordavam sexo e luxúria.
Depois de semanas conversando, a gente finalmente marcou o primeiro encontro. Como sempre antes de qualquer date, a ansiedade e o nervosismo tomam conta de mim. Entro no carro toda produzida pra ocasião e coloco uma música pra relaxar durante o trajeto, mas por algum motivo não consigo. Quando chego no lugar combinado, olho no relógio e me pergunto: por que sou sempre tão exageradamente pontual? Então decido enrolar um pouco, mas na hora marcada já tô atravessando a porta do café. Enquanto varro o lugar com o olhar procurando uma mesa pra sentar e esperar por ele, meus olhos param... ele já chegou. Tento me acalmar, mas não consigo, então engulo seco, crio coragem e vou até onde ele tá sentado. Pelo sorriso e pelo olhar safado dele, dá pra perceber que me viu entrar e notou meu nervosismo. Quando ele se levanta pra me cumprimentar, o perfume dele me envolve. Ele me abraça de leve, me dá um beijo na bochecha e sussurra no meu ouvido, só consigo captar a palavra "slut". A combinação da voz dele falando aquilo, o cheiro e a proximidade do corpo dele já começam a me excitar. Enquanto me sento, tento puxar uma conversa fiada, ele só me encara nos olhos e balança a cabeça... acho que nem tá me ouvindo. O que será que passa na mente pervertida dele enquanto eu falo?
— Te incomoda se eu pedir alguma coisa pra beber? Vejo que você já pediu e eu tô morrendo de sede
Ele continua respondendo só com gestos, tá como se estivesse hipnotizado... não sei se fico desconfortável ou me sinto lisonjeada.
Muitas vezes, encontros pela internet são uma faca de dois gumes, por isso não paro de pensar no quanto aquele momento foi sortudo.
O olhar dela, o corpo, a postura e cada expressão transbordam sensualidade e putaria. A gente se entende sem precisar ser explícito, a cumplicidade deixa claro que o café é só uma desculpa. Só falta alguém quebrar o gelo e sugerir ir pra outro lugar.
Consigo puxar uma conversa casual, mas minha mente tá em outro plano; só quero fazer dela minha e que ela me faça dela. Olho cada vez mais fixo pra ela, e ela não desvia o olhar — pelo contrário, me encara com intensidade. De repente, corta o que tava me contando e diz:
— Vamos agora mesmo.
Quase como um reflexo, levanto, deixo umas notas na mesa (nunca soube se paguei a mais ou a menos), seguro ela pelo pulso e saímos. Caminhamos uns metros e entramos naquele hotel que a gente tinha comentado, e por causa do qual escolhemos o ponto de encontro.
Finalmente falou! Trocamos uma conversa superficial, nada muito interessante, mas os olhos dele cravados em mim já valiam por si só. Desde que cheguei, ele não tirou os olhos de mim, e eu respondi na mesma moeda.
Comecei a ficar impaciente, nós dois sabemos o motivo do encontro, mas ele não diz nada. Eu não sou de dar o primeiro passo, geralmente gosto de observar as mil maneiras e desculpas que eles inventam pra me levar pra cama, mas já tô molhada, quero e preciso que ele me toque, então decidi abrir o jogo...
Nunca pensei que a resposta dele fosse tão explosiva. Ele praticamente me arrastou pro hotel que tinha me falado, o único contato que tivemos até chegar no quarto foi a mão dele no meu pulso, mas assim que cruzamos a porta, não sobrou um centímetro dos nossos corpos que não se tocasse.
— Você vem mexendo com a minha cabeça há semanas, já tá na hora de me comer — falei, chegando perto do ouvido dele.
Sem dar tempo pra ele responder, passei a língua pela bochecha dele e pelo contorno dos lábios. Instintivamente, ele quis devorar minha boca, mas eu desviei, colocando meu dedo indicador nos lábios dele.
— Não, não, não, não... você tinha que me ler primeiro, mas vou te perdoar... só quero ouvir você gemer.
Queria fazer ele desejar mais, mas a tentação venceu e eu tomei a boca dele. Foi um beijo suave que foi aumentando de intensidade, enquanto eu ficava ainda mais molhada sentindo a língua dele.
— Você me deixa louco, sua puta!
— Quanto?
Ele pegou minha mão e guiou até a virilha dele... uff, já tava durinho pra mim.
— Mmmm, dá pra sentir, que gostoso!
Desabotoei a calça dele devagar enquanto acariciava suave, baixei a cueca e peguei o pau dele completamente duro... como eu queria isso, por favor!
Enquanto eu brincava com o pau dele, ele gemia no meu ouvido e deslizava as mãos por baixo da minha roupa, primeiro procurando meus peitos já durinhos de tesão. Ele acariciou e beliscou, me fazendo gemer.
— Você gosta, sua putinha, né?
— Mmmmmmmm — só consegui responder.
Ele tirou minha blusa devagar, me deixando de sutiã, e começou a chupar. Meus mamilos através da renda preta.
A luxúria tomou conta de mim e eu entreguei o controle por um tempo.
Ele tirou a camiseta, me apertou contra o corpo dele pra eu sentir ainda mais, desabotoou minha calça e deslizou a mão por baixo da minha calcinha fio dental procurando meu clitóris. Dava pra sentir os dedos dele escorregando na minha lubrificação. O toque dele era divino, eu mal conseguia me segurar em pé de tesão, até que senti ele me penetrando... ahhhhh tá tocando no ponto certo.
— Você me excita tanto, não vou aguentar muito
— Não, você não vai gozar nos meus dedos, quero que você goze na minha boca — ele dizia enquanto me comia com uma mão e com a outra acariciava meus peitos.
Eu cravei o olhar nele enquanto ele roubava mais um gemido meu... ele entendeu perfeitamente: "Eu queria agora"
Ele tirou os dedos e levou à boca, saboreando meus sucos... Como eu amo isso!
Nós nos ajudamos a nos despir mutuamente.
Ele me sentou na beira da cama, deixando o pau dele na altura da minha boca. Eu queria que ele me comesse, mas não resisti ao ver aquilo, então comecei a lamber a pontinha rosada. Passei a língua nele inteiro, de cima a baixo e em círculos. Levantei a cabeça pra olhar pra ele e ele sorria safadamente.
"Mmmmm você gosta (pensei), vai gostar mais ainda, seu pervertido" e comecei a me tocar enquanto chupava o pau dele.
Senti como se uma eletricidade percorresse o corpo dele ao me ver, e mesmo achando que era impossível, a ereção dele cresceu ainda mais.
Entramos no quarto do hotel e ela me disse:
— Você vem mexendo com a minha cabeça há semanas, já tá na hora de você me pegar — falou bem pertinho, deixando a respiração quente no meu pescoço e chegando até a minha boca.
Nessa altura, eu já não sabia como resistir à vontade de jogar ela na cama e foder como animais. Só o prazer de nos matar devagar me segurava. Como a gente tinha combinado, eu trouxe um livro do Walt Whitman pra ler junto e nos provocar antes de nos entregar de vez à luxúria. Assim que tentei pegar o livro, ela respondeu com um NÃO bem seco, dizendo que só queria me ouvir gemer. Essa atitude, essa segurança e convicção me matavam, e foi por isso que eu falei:
— Você me deixa com muito tesão, sua puta! — falei enquanto pegava a mão dela e levava até a minha virilha pra ela sentir como eu tava.
Com uma habilidade incrível, ela desabotoou minha calça e enfiou a mão, acariciando suavemente a pica que tava explodindo. Seguindo o jogo, enfiei uma mão por baixo da camiseta dela, acariciando as costas, a cintura e depois aqueles peitos lindos. Os bicos já estavam no ponto, completamente duros, então não resisti e dei uma beliscada de leve.
Foi aí que ela soltou um gemido delicioso e eu perguntei se ela tava gostando. Não entendi direito o que ela disse, mas considerei que foi um sim, então ajudei ela a tirar a camiseta e, inevitavelmente, desci pra morder suave e delicadamente os bicos. Continuando no impulso do momento, desci uma mão e enfiei por baixo da calça dela.
O calor e o quanto ela tava molhada era algo sublime. Só de passar o dedo de leve pela superfície, ela já se abria sozinha pra mim, aceitando gostosa o que era inevitável que viesse. Depois de acariciar um pouco, ela sussurrou no meu ouvido que tava quase gozando. Na hora, tirei os dedos e falei que não, que queria que ela gozasse na minha boca. Em seguida, lambi os dedos cheios do néctar dela e notei que ela adorava como eu fazia isso.
Sentei ela na beira da cama, já completamente... nua, pronto pra chupar ela até ela gozar na minha boca; mas sem que eu pudesse me mexer, ela pegou suave mas firme nas minhas pernas e enfiou todo o meu pau na boca. Logo começou a brincar com a ponta da língua enquanto se tocava feito uma gatinha no cio.
---
Não consegui resistir, mandei ela deitar e me ajoelhei. O cheiro de sexo na minha frente era indescritível, completamente molhada e entregue, me aproximei. Comecei a brincar com a ponta da língua pelas pernas dela, passando pela virilha e apertando firme a bunda dela. Com uma mão, ela segurava minha cabeça, mostrando a pressa que tava pra eu chupar ela. Sem fazer charme, comecei a brincar com a buceta dela. Os suspiros suaves viraram gemidos profundos que aumentavam conforme eu acelerava o ritmo. Molhei meus dedos com os fluidos dela e comi ela doce e intensamente com a mão enquanto minha língua focava no clitóris. Bastaram uns minutos pra eu sentir o primeiro espasmo percorrer o corpo dela. De baixo, só ouvi ela dizer:
— Vai, vai que eu gozo inteira na sua boca.
Essa frase foi o incentivo pra aumentar a profundidade e o ritmo dos meus movimentos. Em segundos, as pernas dela ficaram duras e apertaram firme. Totalmente desconfortável, mas certo do que vinha, continuei voraz até que um orgasmo delicioso tomou conta dela. Apertando os peitos bem forte, ela se mexia na cama sentindo o prazer preencher ela. De onde eu tava, dava pra curtir só de ver como ela tava gozando. Ela tremia e se contorcia tentando recuperar o fôlego.
Quando finalmente se acalmou, me olhou com aqueles olhos cheios de tesão e disse:
— Deita que agora é sua vez.
Seria impossível descrever a maestria oral com que ela me fez ver estrelas, só lembro de estar deitado de costas vendo ela se entregar pra me satisfazer de mil maneiras. Continuou assim por minutos que pra mim foram horas até que não aguentei mais.
Me levantei E literalmente joguei ela de costas, segurei firme uma das pernas dela levantando o máximo possível e me preparei para encher ela de mim sem piedade. Com um único movimento entrou sem cerimônia nem complicação. Senti como aquela linda buceta de fogo abraçava meu pau que lutava para segurar a vontade de explodir na primeira estocada.
A gente se comeu de mil maneiras, sem vergonha nem inibições, como se nos conhecêssemos a vida toda. O suor, a saliva e todo tipo de fluido encharcavam nossos corpos. Nada importava naquele momento, o lado de fora não existia, só o aqui e agora.
Ela não resistiu muito... pediu pra eu deitar e eu obedeci. Sentir a língua e os dedos dela me enlouqueceu — porra, é muito mais do que eu imaginava! A vibração do meu corpo virou um tremor e aí o orgasmo chegou, deliciosamente perfeito.
Enquanto tentava me recuperar, senti a urgência dela me penetrando sem parar, me molhando e se molhando a cada estocada. Quando eu tava quase me entregando de novo pra um novo orgasmo, senti ela explodir dentro de mim e fui junto.
A tarde se misturou com a noite e nossos corpos não se soltaram até ficarmos extasiados e satisfeitos.
Talvez na próxima tenha Hysterical Literature 😉
Dois pontos de vista sobre a mesma situação.
Espero, ou melhor, esperamos que vocês gostem…
Aproveitem!!!!Você fode e agora…meu corpo também
Faltavam 15 minutos para o horário combinado e eu já estava sentado na mesa do café marcado. Uma mistura de nervosismo e curiosidade percorria meu corpo diante do encontro iminente. Durante semanas a gente tinha trocado ideia pelo MSN, mas ela ainda era um mistério completo pra mim. A gente falava de tudo, mas, por mais que tentasse, sempre acabava falando de sexo. A química entre nós parecia ser a certa, mas será que ia ser assim quando estivéssemos cara a cara? Com a mente a mil por causa da expectativa, peço algo pra beber quando vejo ela entrar. Ela se aproximou com um sorriso nervoso e percebo que os mesmos nervos que me dominam também tomam conta dela. Quando chega na mesa, levanto pra cumprimentá-la com um abraço e, ao dar um beijo, sussurro no ouvido dela:
— Você é mais gostosa do que nas fotos e na webcam, sua putinha.
Na mesma hora, como se tivessem apertado um botão imaginário nela, o rosto dela se transformou. O nervosismo sumiu e o olhar safado dela me fulminou. A gente sentou e ela falou algo que eu não entendi, porque eu tava hipnotizado naqueles olhos que transbordavam sexo e luxúria.
Depois de semanas conversando, a gente finalmente marcou o primeiro encontro. Como sempre antes de qualquer date, a ansiedade e o nervosismo tomam conta de mim. Entro no carro toda produzida pra ocasião e coloco uma música pra relaxar durante o trajeto, mas por algum motivo não consigo. Quando chego no lugar combinado, olho no relógio e me pergunto: por que sou sempre tão exageradamente pontual? Então decido enrolar um pouco, mas na hora marcada já tô atravessando a porta do café. Enquanto varro o lugar com o olhar procurando uma mesa pra sentar e esperar por ele, meus olhos param... ele já chegou. Tento me acalmar, mas não consigo, então engulo seco, crio coragem e vou até onde ele tá sentado. Pelo sorriso e pelo olhar safado dele, dá pra perceber que me viu entrar e notou meu nervosismo. Quando ele se levanta pra me cumprimentar, o perfume dele me envolve. Ele me abraça de leve, me dá um beijo na bochecha e sussurra no meu ouvido, só consigo captar a palavra "slut". A combinação da voz dele falando aquilo, o cheiro e a proximidade do corpo dele já começam a me excitar. Enquanto me sento, tento puxar uma conversa fiada, ele só me encara nos olhos e balança a cabeça... acho que nem tá me ouvindo. O que será que passa na mente pervertida dele enquanto eu falo?
— Te incomoda se eu pedir alguma coisa pra beber? Vejo que você já pediu e eu tô morrendo de sede
Ele continua respondendo só com gestos, tá como se estivesse hipnotizado... não sei se fico desconfortável ou me sinto lisonjeada.
Muitas vezes, encontros pela internet são uma faca de dois gumes, por isso não paro de pensar no quanto aquele momento foi sortudo.
O olhar dela, o corpo, a postura e cada expressão transbordam sensualidade e putaria. A gente se entende sem precisar ser explícito, a cumplicidade deixa claro que o café é só uma desculpa. Só falta alguém quebrar o gelo e sugerir ir pra outro lugar.
Consigo puxar uma conversa casual, mas minha mente tá em outro plano; só quero fazer dela minha e que ela me faça dela. Olho cada vez mais fixo pra ela, e ela não desvia o olhar — pelo contrário, me encara com intensidade. De repente, corta o que tava me contando e diz:
— Vamos agora mesmo.
Quase como um reflexo, levanto, deixo umas notas na mesa (nunca soube se paguei a mais ou a menos), seguro ela pelo pulso e saímos. Caminhamos uns metros e entramos naquele hotel que a gente tinha comentado, e por causa do qual escolhemos o ponto de encontro.
Finalmente falou! Trocamos uma conversa superficial, nada muito interessante, mas os olhos dele cravados em mim já valiam por si só. Desde que cheguei, ele não tirou os olhos de mim, e eu respondi na mesma moeda.
Comecei a ficar impaciente, nós dois sabemos o motivo do encontro, mas ele não diz nada. Eu não sou de dar o primeiro passo, geralmente gosto de observar as mil maneiras e desculpas que eles inventam pra me levar pra cama, mas já tô molhada, quero e preciso que ele me toque, então decidi abrir o jogo...
Nunca pensei que a resposta dele fosse tão explosiva. Ele praticamente me arrastou pro hotel que tinha me falado, o único contato que tivemos até chegar no quarto foi a mão dele no meu pulso, mas assim que cruzamos a porta, não sobrou um centímetro dos nossos corpos que não se tocasse.
— Você vem mexendo com a minha cabeça há semanas, já tá na hora de me comer — falei, chegando perto do ouvido dele.
Sem dar tempo pra ele responder, passei a língua pela bochecha dele e pelo contorno dos lábios. Instintivamente, ele quis devorar minha boca, mas eu desviei, colocando meu dedo indicador nos lábios dele.
— Não, não, não, não... você tinha que me ler primeiro, mas vou te perdoar... só quero ouvir você gemer.
Queria fazer ele desejar mais, mas a tentação venceu e eu tomei a boca dele. Foi um beijo suave que foi aumentando de intensidade, enquanto eu ficava ainda mais molhada sentindo a língua dele.
— Você me deixa louco, sua puta!
— Quanto?
Ele pegou minha mão e guiou até a virilha dele... uff, já tava durinho pra mim.
— Mmmm, dá pra sentir, que gostoso!
Desabotoei a calça dele devagar enquanto acariciava suave, baixei a cueca e peguei o pau dele completamente duro... como eu queria isso, por favor!
Enquanto eu brincava com o pau dele, ele gemia no meu ouvido e deslizava as mãos por baixo da minha roupa, primeiro procurando meus peitos já durinhos de tesão. Ele acariciou e beliscou, me fazendo gemer.
— Você gosta, sua putinha, né?
— Mmmmmmmm — só consegui responder.
Ele tirou minha blusa devagar, me deixando de sutiã, e começou a chupar. Meus mamilos através da renda preta.
A luxúria tomou conta de mim e eu entreguei o controle por um tempo.
Ele tirou a camiseta, me apertou contra o corpo dele pra eu sentir ainda mais, desabotoou minha calça e deslizou a mão por baixo da minha calcinha fio dental procurando meu clitóris. Dava pra sentir os dedos dele escorregando na minha lubrificação. O toque dele era divino, eu mal conseguia me segurar em pé de tesão, até que senti ele me penetrando... ahhhhh tá tocando no ponto certo.
— Você me excita tanto, não vou aguentar muito
— Não, você não vai gozar nos meus dedos, quero que você goze na minha boca — ele dizia enquanto me comia com uma mão e com a outra acariciava meus peitos.
Eu cravei o olhar nele enquanto ele roubava mais um gemido meu... ele entendeu perfeitamente: "Eu queria agora"
Ele tirou os dedos e levou à boca, saboreando meus sucos... Como eu amo isso!
Nós nos ajudamos a nos despir mutuamente.
Ele me sentou na beira da cama, deixando o pau dele na altura da minha boca. Eu queria que ele me comesse, mas não resisti ao ver aquilo, então comecei a lamber a pontinha rosada. Passei a língua nele inteiro, de cima a baixo e em círculos. Levantei a cabeça pra olhar pra ele e ele sorria safadamente.
"Mmmmm você gosta (pensei), vai gostar mais ainda, seu pervertido" e comecei a me tocar enquanto chupava o pau dele.
Senti como se uma eletricidade percorresse o corpo dele ao me ver, e mesmo achando que era impossível, a ereção dele cresceu ainda mais.
Entramos no quarto do hotel e ela me disse:
— Você vem mexendo com a minha cabeça há semanas, já tá na hora de você me pegar — falou bem pertinho, deixando a respiração quente no meu pescoço e chegando até a minha boca.
Nessa altura, eu já não sabia como resistir à vontade de jogar ela na cama e foder como animais. Só o prazer de nos matar devagar me segurava. Como a gente tinha combinado, eu trouxe um livro do Walt Whitman pra ler junto e nos provocar antes de nos entregar de vez à luxúria. Assim que tentei pegar o livro, ela respondeu com um NÃO bem seco, dizendo que só queria me ouvir gemer. Essa atitude, essa segurança e convicção me matavam, e foi por isso que eu falei:
— Você me deixa com muito tesão, sua puta! — falei enquanto pegava a mão dela e levava até a minha virilha pra ela sentir como eu tava.
Com uma habilidade incrível, ela desabotoou minha calça e enfiou a mão, acariciando suavemente a pica que tava explodindo. Seguindo o jogo, enfiei uma mão por baixo da camiseta dela, acariciando as costas, a cintura e depois aqueles peitos lindos. Os bicos já estavam no ponto, completamente duros, então não resisti e dei uma beliscada de leve.
Foi aí que ela soltou um gemido delicioso e eu perguntei se ela tava gostando. Não entendi direito o que ela disse, mas considerei que foi um sim, então ajudei ela a tirar a camiseta e, inevitavelmente, desci pra morder suave e delicadamente os bicos. Continuando no impulso do momento, desci uma mão e enfiei por baixo da calça dela.
O calor e o quanto ela tava molhada era algo sublime. Só de passar o dedo de leve pela superfície, ela já se abria sozinha pra mim, aceitando gostosa o que era inevitável que viesse. Depois de acariciar um pouco, ela sussurrou no meu ouvido que tava quase gozando. Na hora, tirei os dedos e falei que não, que queria que ela gozasse na minha boca. Em seguida, lambi os dedos cheios do néctar dela e notei que ela adorava como eu fazia isso.
Sentei ela na beira da cama, já completamente... nua, pronto pra chupar ela até ela gozar na minha boca; mas sem que eu pudesse me mexer, ela pegou suave mas firme nas minhas pernas e enfiou todo o meu pau na boca. Logo começou a brincar com a ponta da língua enquanto se tocava feito uma gatinha no cio.
---
Não consegui resistir, mandei ela deitar e me ajoelhei. O cheiro de sexo na minha frente era indescritível, completamente molhada e entregue, me aproximei. Comecei a brincar com a ponta da língua pelas pernas dela, passando pela virilha e apertando firme a bunda dela. Com uma mão, ela segurava minha cabeça, mostrando a pressa que tava pra eu chupar ela. Sem fazer charme, comecei a brincar com a buceta dela. Os suspiros suaves viraram gemidos profundos que aumentavam conforme eu acelerava o ritmo. Molhei meus dedos com os fluidos dela e comi ela doce e intensamente com a mão enquanto minha língua focava no clitóris. Bastaram uns minutos pra eu sentir o primeiro espasmo percorrer o corpo dela. De baixo, só ouvi ela dizer:
— Vai, vai que eu gozo inteira na sua boca.
Essa frase foi o incentivo pra aumentar a profundidade e o ritmo dos meus movimentos. Em segundos, as pernas dela ficaram duras e apertaram firme. Totalmente desconfortável, mas certo do que vinha, continuei voraz até que um orgasmo delicioso tomou conta dela. Apertando os peitos bem forte, ela se mexia na cama sentindo o prazer preencher ela. De onde eu tava, dava pra curtir só de ver como ela tava gozando. Ela tremia e se contorcia tentando recuperar o fôlego.
Quando finalmente se acalmou, me olhou com aqueles olhos cheios de tesão e disse:
— Deita que agora é sua vez.
Seria impossível descrever a maestria oral com que ela me fez ver estrelas, só lembro de estar deitado de costas vendo ela se entregar pra me satisfazer de mil maneiras. Continuou assim por minutos que pra mim foram horas até que não aguentei mais.
Me levantei E literalmente joguei ela de costas, segurei firme uma das pernas dela levantando o máximo possível e me preparei para encher ela de mim sem piedade. Com um único movimento entrou sem cerimônia nem complicação. Senti como aquela linda buceta de fogo abraçava meu pau que lutava para segurar a vontade de explodir na primeira estocada.
A gente se comeu de mil maneiras, sem vergonha nem inibições, como se nos conhecêssemos a vida toda. O suor, a saliva e todo tipo de fluido encharcavam nossos corpos. Nada importava naquele momento, o lado de fora não existia, só o aqui e agora.
Ela não resistiu muito... pediu pra eu deitar e eu obedeci. Sentir a língua e os dedos dela me enlouqueceu — porra, é muito mais do que eu imaginava! A vibração do meu corpo virou um tremor e aí o orgasmo chegou, deliciosamente perfeito.
Enquanto tentava me recuperar, senti a urgência dela me penetrando sem parar, me molhando e se molhando a cada estocada. Quando eu tava quase me entregando de novo pra um novo orgasmo, senti ela explodir dentro de mim e fui junto.
A tarde se misturou com a noite e nossos corpos não se soltaram até ficarmos extasiados e satisfeitos.
Talvez na próxima tenha Hysterical Literature 😉
13 comentários - Você fode minha mente e agora… meu corpo também
Muy caliente, me encantó !!!
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Cruzarse con una putita como vos...
Gran relato...te dejo puntitos y besitos...
lo que si esta pidiendo a gritos la segunda!!, tercera!!! .... parte!!!
felicitaciones!!!
Una delicioso "cadáver exquisito".