Minha parceira Fany

Minha colega Fany
Tenho uma colega chamada Fany, tem 18 anos. O uniforme dela fica bem comprido e as meias vão quase até os joelhos, mal dá pra ver as pernas dela. Ela é morena, baixinha, 1,65, cabelo preto, gordinha, mas com o uniforme parece normal, peitos grandes, o rosto meio feio, mas tem as melhores pernas que já vi: morenas, grossas, de coroa, e com salto alto, uma delícia.

Ela sempre saía por último da escola porque o pai dela era taxista e sempre chegava atrasado, mas um dia ele chegou mais tarde ainda, quase às 4, e a gente saía às 2.

Eu sempre gostei dela, principalmente do corpo dela, um pouco gordinho, mas é assim que eu gosto. Esse dia foi normal até a saída, já que eu saía por último. Vi ela e perguntei por que ela não tinha ido embora. Ela disse que era porque o pai não tinha chegado e falou que ia chegar às 4 por causa de um problema. Falei que se queria que eu acompanhasse ela, ela disse pra não me incomodar. Eu falei que tudo bem, que não me importava de chegar tarde.

Falei pra gente ir pra uns bancos que têm na escola, já que não tinha mais ninguém além do guarda, e começamos a conversar. Sentei um pouco afastado dela porque já tinha algo em mente. Perguntei se ela tinha namorado, ela disse que não. Perguntei por quê, ela disse que era porque era feia. Eu falei que pra mim não era, e perguntei o que ela achava de mim. Ela disse que eu não era feio. Aí me aproximei mais dela.

Não sei como a gente chegou no assunto de sexo, e perguntei se ela ainda era virgem. Ela ficou quieta e disse, bem inocente, que sim. Perguntei se alguma vez ela tinha se tocado ou ficado excitada, e ela disse que não, e que também nunca tinha se tocado. Peguei a mão dela e falei que gostava dela, e ela disse que também gostava de mim. Falei que, por aquele dia, a gente era namorado. Ela achou estranho, mas aceitou. Me aproximei e beijei ela. Ela se surpreendeu. Beijava muito gostoso pra alguém que nunca tinha namorado. Falei que gostava das pernas dela, e ela perguntou por quê. Eu falei porque eram grossas e morenas, e perguntei se podia tocar nelas. Ela, com vergonha, disse que sim. Toquei devagar. Assim que fiz isso, meu pau ficou duro. Muito duro porque eu sempre quis aquilo. Ela só me olhava bem ternamente. Continuei beijando ela e perguntei se a gente ia pro banheiro. Ela perguntou pra quê, e eu disse que naquele dia ela ia ficar com um homem que a amava. Ela só me abraçou e a gente foi.

Como o banheiro ficava no segundo andar, falei pra ela subir primeiro. Enquanto ela subia, fiquei embaixo pra ver debaixo do vestido. Ela me viu, parou pra me deixar ver e levantou um pouco mais. Consegui ver umas pernas suculentas e o short bem largo na cintura dela, que era larga. Aquilo me deixou a mil. Subi e coloquei ela dentro de um banheiro. Beijei ela com muita paixão, abri a camisa dela e vi os peitões morenos. Lambi eles igual um bebê, ela só gemia baixinho. Depois, sentei no vaso, levantei o vestido dela e vi aquelas pernas deliciosas. Fui descendo o short devagar, ela tentou evitar, mas já tava excitada demais. Quando desci, vi umas calcinhas enormes de senhora, porque ela era bem larga, e isso me excitou ainda mais. Vi que a buceta dela já tava bem molhada, dava pra notar na calcinha.

Passei a mão por cima e senti aquela excitação. Ela ainda gemia. Me abaixei e beijei as pernas dela delicadamente. Depois sentei de novo e desci a calcinha dela. Vi a buceta completamente depilada, uma ppk um pouco grande e bem fechadinha. Peguei ela pela cintura e sentei ela aos poucos no meu pau. Ela tava com medo, vi na cara dela, então beijei ela pra confiar em mim.

Senti meu pau entrando na buceta ainda fechadinha. Coloquei primeiro a ponta, depois fui enfiando mais devagar até entrar tudo. Umas lágrimas escorreram, e eu falei que não ia mais doer. Comecei a meter e tirar, e senti uma coisa estourar dentro — era o hímen dela que rompeu. Começou a sangrar, e senti um puta prazer. Depois de um bom tempo, senti que ia gozar, e ela também. Senti ela gemer bem forte e se contorcer. Soltei toda minha porra dentro dela e senti os fluidos dela escorrendo pelas coxas grossas. Beijei ela e falei que era minha namorada na saída e que sempre que ela quisesse, eu estaria ali. Ela lavou a buceta dela porque tava cheia de sangue, vestiu a calcinha e o short. O pai chegou pra buscar ela, eu me escondi pra ele não me ver. Antes dela ir, beijei ela bem gostoso e meti minha mão por baixo da saia dela pra tocar a buceta dela por cima do short, ainda tava bem quente. Ela foi embora e assim acontecia uma vez por semana.

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