Esta história não é de minha autoria, mas não podia deixar de compartilhar ela.Adoro a Josefina desde que a conheci na rua, com seus treze anos. Naquela época, Josefina era uma travesti muito gostosa, com longos cabelos loiros e lisos que batiam na cintura. O rosto dela era perfeito: olhos verdes enormes, cercados por cílios compridíssimos, lábios pequenos e carnudos, e um nariz minúsculo, quase inexistente. O detalhe que deixava Josefina ainda mais linda era que o corpo dela era cheio de sardas, o que dava um ar infantil e um rostinho de menina. Os peitos dela sempre foram enormes, com uns bicos que apareciam claramente por baixo das camisetas e regatas bem justinhas que ela usava. Cintura fina e uma bunda redonda e bem feita, ela andava do jeito mais sensual que já vi.
Até hoje, três anos depois, ela continua sendo minha amante favorita entre as travestis da minha cidade.
Nunca me cansei de chupar aquela rola deliciosa dela e de meter nela até cansar. Ela é tão linda e delicada que não tenho vergonha de sair com ela pra jantar ou ver uma peça de teatro. Na real, me sinto orgulhoso de saber que ela é mais gostosa do que muita mulher que se acha e a despreza só por saber que Josefina é travesti.
A história que quero contar começa quando um dia Josefina foi lá em casa e a gente ficou vendo sites na internet onde um monte de meninas orientais praticavam Bukkake, pegando copos e taças cheios de porra e recebendo na cara dezenas de gozadas que deixavam elas todas cobertas de esperma.
Josefina ficou super interessada nisso e até me perguntou como ela poderia fazer a mesma coisa. Falei que ela precisaria de uns caras dispostos a gozar na cara dela e no corpo todo, ou que gozassem dentro de qualquer recipiente pra juntar a porra que eles soltassem e depois ela beber. Claro que o gosto do esperma a Josefina conhecia muito bem. Ela nunca deixou de engolir uma boa porra. que terminasse na boca dela e não deixasse uma gota de sêmen no rosto dela sem que a língua dela pegasse.
Dias depois, Josefina me pediu pra organizar uma reunião onde ela pudesse juntar vários caras que enchessem ela de porra, igual nos vídeos que a gente tinha visto. Ela tava disposta a fazer e a ser filmada também. Resolvi ajudar ela e participar do projeto.
Minha primeira medida foi achar um lugar onde vários caras pudessem ficar esperando a vez deles de gozar na Josefina. Mas resolvi isso fácil quando um amigo me emprestou um sítio nos arredores da cidade. Depois, comecei a juntar o grupo de caras dispostos a fazer isso. Falei pra cada um que podia vir com um ou dois amigos de confiança, assim aumentava o número de participantes. Desse jeito, consegui juntar cinquenta e três caras prontos pra regar a Josefina de porra.
O dia combinado foi um sábado de manhã cedo.
Quando chegou a hora de conhecerem a Josefina, só aí comentei que era uma travesti.
Recebi umas reclamações, mas quando viram a Josefina vestida com uma malha preta e uns saltos altíssimos, ninguém desistiu do projeto. Na real, a Josefina tava esplêndida. O cabelo solto e a maquiagem davam um rostão lindo pra ela. A malha preta apertava os peitões enormes dela, cobrindo só os bicos, e ajustava o pau dela de um jeito perfeito, quase nem parecia que entre as pernas dela tinha uma rola bonita com uns ovo lindos.
Depois das apresentações, começaram a formar grupos de cinco caras que entravam no quarto onde a Josefina tava esperando. Todos rodeavam ela enquanto ela olhava maravilhada como cinco picas apareciam na frente do rosto dela. Os caras começaram a se masturbar enquanto tocavam nos peitos dela ou pegavam no cabelo dela, passando as rolas duras no rosto dela. Ela deixava eles fazerem, e até enfiava uma ou duas picas na boca dela. boca. Ela tava tipo louca, falando tudo que vinha na cabeça: "mete todas", "quero ver essa porra logo", "até a garganta".
De repente, um dos cinco da primeira leva pegou ela pela cintura e virou ela de bruços, com aquele rabo redondo bem pra cima. Os outros reclamaram porque a Josefina parava de chupar as picas deles.
Até ela pediu pra continuar com aquilo. Mas esse cara era forte e tava com muita vontade de meter nela. Colocou uma camisinha naquele pauzão e, depois de lubrificar, enfiou a rola até o talo. Josefina gritava de dor e prazer, o que deixou os outros quatro mais tesudos, que se posicionaram na frente dela, enfiando todas as picas na boca dela ou passando pelo rosto.
Josefina uivava de prazer, a boceta dela ficou meia dura entre as pernas, e aí eu não aguentei, larguei a filmadora, me meti entre ela e o cara que tava metendo, e comecei a chupar a boceta dela. Os outros nem ligaram. O grandão que tava comendo o cu dela tirou a pica e anunciou que ia gozar. Deitou a Josefina de barriga pra cima e soltou três jatos de porra na cara dela.
Mais três fizeram a mesma coisa, e finalmente o último e eu gozamos na cara já toda melada da Josefina, que enquanto isso se masturbava com a boceta dura.
Essa primeira leva foi foda. Todas as gozadas foram direto na cara dela. Josefina passava a língua nos lábios e engolia tudo que podia, além de juntar porra com os dedos e levar pra boca. Era um espetáculo maravilhoso. Os cinco caras que tinham inundado ela de porra não paravam de comentar e mandar a Josefina engolir até a última gota. Ela fez isso enquanto se masturbava freneticamente, com a mão direita na boceta e a esquerda juntando porra do rosto. Um dos cinco então deitou do lado dela e começou a chupar as tetas dela. tetas enquanto o cara que tinha penetrado ela pegava nos testíbooties dela e apertava de leve, depois soltava e apertava de novo.
Josefina gritava exageradamente, mas tinha algo de real naquela mistura de dor e prazer ao mesmo tempo.
O jovem gigante se divertia e ficava louco de tesão com a cock da travesti. De repente, ele pegou ela pela cintura, carregou até o banheiro, meteu ela debaixo do chuveiro e ensaboou ela ele mesmo, sem deixar ninguém chegar perto. Josefina ria e, de vez em quando, gritava, mas do lado de fora do quarto ainda tinham mais de quarenta homens prontos pra arrebentar a travesti gostosa. Uns minutos depois, ela saiu linda pra receber os outros cinco caras que já tinham entrado no quarto.
O gigantão, que se chamava Peter, a partir dali ficou no quarto até o último homem ir embora da casa uns dois dias depois. Ele mesmo cuidava de dar banho nela e vestir ela pra cada leva que entrava no quarto. Sem dúvida, eles se atraíram mutuamente, e durante os dias que durou aquela experiência, ele meteu nela pelo menos oito vezes, gozando em todas elas direto dentro da boca dela.
A segunda leva de homens foi mais agressiva que a primeira, então logo de cara um deles pegou ela pelos cabelos e beijou Josefina com força. Peter ficou puto com essa atitude, mas tava claro que não dava pra fazer nada contra quarenta homens cheios de porra esperando pra descarregar na cara de Josefina. A travesti não gostou dessa agressividade e deixou bem claro, mas logo foi amarrada de pés e mãos por um expert em sadomasoquismo que fez um trampo foda. Josefina chorava e pedia pelo amor de Deus pra soltarem ela, mas isso só deixou a gente mais excitado.
As picas que ela começou a engolir nessa segunda leva eram bem grandes, e os caras pareciam estar loucos de tesão com a ideia de ter uma menina travesti de dezesseis anos, linda, indefesa e totalmente à disposição deles.
De repente, tudo virou um vai e vem de homens gozando em cima de Josefina em qualquer parte do corpo que ela tivesse sem cobertura de esperma.
Enquanto isso, ela gritava e implorava para ser solta. Mas era em vão, cada um que entrava esquecia qualquer regra de romantismo e piedade e fazia o que lhe vinha na cabeça. Ninguém mais se preocupava com camisinha e a porra que Josefina engolia ela vomitava de volta pela boca com náuseas, acompanhadas de gemidos e gritinhos de dor e prazer.
No fundo, Josefina estava feliz com tudo que estava acontecendo com ela.
Não era só eu que chupava a rola dela, vários dos festeiros se ajoelhavam na frente dela e enfiavam a pica exausta na boca dela enquanto metiam dedos no cu dela, que entravam e saíam daquele buraco mais que dilatado.
Às vezes, alguns dos homens viravam ela e a penetravam enquanto os outros não paravam de enfiar as picas duras na boca dela. Essa situação era linda de presenciar e me excitava pra caralho. Peter e eu, de vez em quando, massageávamos os peitos dela quando conseguíamos enfiar nossas mãos no meio de tantas pernas.
Depois chegava a hora de banhar Josefina e Peter a levava de novo pela cintura até o banheiro. Na terceira vez que ele fez isso, eu o acompanhei e pude ver como ele a tratava. Parecia que ele tinha uma menina nos braços enormes dele. Josefina então desabou a chorar, segurando o rosto com as mãos e se perguntando o que diabos estava fazendo. Peter a acalmava e dizia que faltava pouco, o que não era verdade. Lá fora, vários homens esperavam que ainda não tinham participado da festa e outros que já estavam prestes a fazer pela terceira vez. Um dos que estavam lá então enfiou cocaína no nariz dela para reanimá-la e dar forças pra continuar a diversão. Lembro que pedi um pouco dessa cocaína pra esse amante e enfiei no cu da travesti pra fazer efeito de forma mais direta.
Confesso que me Esquentou pra caralho abrir bem a bunda da Josefina e enfiar com meus dedos uma boa dose de pó até o fundo do intestino dela. Essa decisão deu resultado pra porra, porque em poucos minutos ela já tava pedindo mais porra pra engolir de novo.
Lá pela noite, Josefina tava destruída. Não tinha mais banho nem droga que desse ânimo pra ela. Então todo mundo deu uma pausa e, com a Josefina deitada na cama, amarrada no encosto com uns lenços vermelhos, começamos a nos masturbar e a soltar a porra num copão de vidro que em pouco tempo encheu até a borda. Depois que a Josefina descansou e dormiu umas duas horas, completamente exausta, mas ainda linda pra caralho, ela levantou da cama e se vestiu de colegial. Fez duas tranças que amarrou com uns laços azuis, vestiu umas meias vermelhas até o joelho e calçou uns sapatos de estudante que ficaram perfeitos nela. Uma saia curta e uma camisa com uma gravata vermelha completavam o visual.
De novo, Josefina não fazia outra coisa senão excitar ainda mais todos os garanhões que estavam ali. Um deles então obrigou ela a se ajoelhar na frente de uma bandeja que tinha duas carreiras longas de cocaína pra ela cheirar. A imagem era foda. A jovem travesti e colegial cheirando pó e com a cara cheia de lágrimas, com um copão de esperma esperando pra ser bebido até a última gota. Ainda com o nariz empoado, ela foi puxada pelas tranças e obrigada a beber do recipiente. Josefina bebia devagar, parando de vez em quando pra não vomitar o que já tinha no estômago, que era bastante. Todo mundo olhava maravilhado pro espetáculo. O nível da porra descia lentamente até que de repente eu peguei ela pelas tranças e falei pra não se fazer de menina inocente, pedaço de puta arrombada, que tomasse tudo de uma vez e que nem pensasse em deixar uma gota, porque senão a gente ia meter nela até machucar. Josefina gritou quando puxei o cabelo dela e levou o copão à boca. a boca tomando três grandes goles que deixaram o copo vazio. Ela passava a língua nos lábios e chupava os dedos de um jeito que esquentava até o último dos caras ali olhando pra ela. Era claro que tudo aquilo a deixava louca e que ela curtia como a puta tremenda e sem-vergonha que era.
Depois de quase um dia e meio de submissão, Josefina ficou quase inconsciente quando Peter a levou pro banheiro pra lavar o esperma que tava grudado nela há umas duas horas. Realmente já não tava mais em condições de continuar, então muitos dos garanhões começaram a ir embora, ficando de contato pra próximas festas, fosse com Josefina ou qualquer outra travesti. E a verdade é que minha proposta de levar uma travesti pra ocasião tinha caído super bem, tinha animado eles mais do que se fosse uma mulher. Muitos dos que tinham ido nessa sessão de bukkake nunca tinham tido a experiência de chupar a rola de uma travesti e, depois de fazer pela primeira vez, me confessaram que tinham adorado.
Josefina tava muito cansada. Precisou dormir umas cinco horas antes de conseguirmos acordá-la e, quando acordou, tivemos que meter cocaína pelo nariz e pelo cu dela pra continuar com os sete ou oito que tinham ficado. Por outro lado, nós mesmos já estávamos meio esgotados e sabíamos que a festa tava chegando ao fim. A jovem travesti tomou forças e se levantou com orgulho juvenil, dizendo que se ainda tivéssemos gozo, já era hora de irmos soltando na cara dela. Ela se ajoelhou na nossa frente e começou a chupar selvagemente cada rola que passava pelos lábios dela. Fazia isso de um jeito agressivo, gemendo desesperada enquanto pegava na própria rola ereta e se masturbava freneticamente. Os jatos de esperma começaram a pular no rosto dela; ela abria a boca enorme e deixava o gozo ir bem fundo na garganta. Tava muito drogada e excitada! Era um espetáculo vê-la daquele jeito. Depois que Cada um gozou no rosto dela, Josefina ficou como se tivessem colocado uma máscara de cera pra tirar um molde da cara dela. A travesti então começou a levar o sêmen com os dedos até a boca e engoliu tudo, absolutamente tudo.
A festa tinha chegado ao fim. Peter lavou ela pela última vez depois que os últimos que aguentaram até o final da festa foram embora. Quando ficamos só nós três no sítio, Josefina sentou na nossa frente e desabou a chorar sem consolo. Não conseguíamos pará-la, por mais que tentássemos. Ela dizia que se sentia horrorizada com tudo que tinha deixado fazerem com ela, com as baixezas que se submeteu e a dor física que causaram nela. Ela imaginava outra coisa quando a gente planejou tudo.
Peter consolava ela abraçando com os braços enormes dele, confessando que amava ela, coisa que pra Josefina pouco importou. Eu parei de me comover quando, antes de entrarmos no carro, enquanto guardava umas coisas que a gente tinha levado pro sítio, consegui ver Josefina pela janela e, sem ela perceber, pegar com as mãos um dos copos que usamos pra fazer bukkake, meter os dedos até o fundo e tirar umas últimas gotas de sêmen que tinham ficado lá. Depois fechou os olhos e meteu os dedos na boca, chupando eles com uma paixão que me fez pensar que Josefina era, de fato, a travesti mais puta, gostosa e insaciável que eu jamais conheceria na minha vida.
Até hoje, três anos depois, ela continua sendo minha amante favorita entre as travestis da minha cidade.
Nunca me cansei de chupar aquela rola deliciosa dela e de meter nela até cansar. Ela é tão linda e delicada que não tenho vergonha de sair com ela pra jantar ou ver uma peça de teatro. Na real, me sinto orgulhoso de saber que ela é mais gostosa do que muita mulher que se acha e a despreza só por saber que Josefina é travesti.
A história que quero contar começa quando um dia Josefina foi lá em casa e a gente ficou vendo sites na internet onde um monte de meninas orientais praticavam Bukkake, pegando copos e taças cheios de porra e recebendo na cara dezenas de gozadas que deixavam elas todas cobertas de esperma.
Josefina ficou super interessada nisso e até me perguntou como ela poderia fazer a mesma coisa. Falei que ela precisaria de uns caras dispostos a gozar na cara dela e no corpo todo, ou que gozassem dentro de qualquer recipiente pra juntar a porra que eles soltassem e depois ela beber. Claro que o gosto do esperma a Josefina conhecia muito bem. Ela nunca deixou de engolir uma boa porra. que terminasse na boca dela e não deixasse uma gota de sêmen no rosto dela sem que a língua dela pegasse.
Dias depois, Josefina me pediu pra organizar uma reunião onde ela pudesse juntar vários caras que enchessem ela de porra, igual nos vídeos que a gente tinha visto. Ela tava disposta a fazer e a ser filmada também. Resolvi ajudar ela e participar do projeto.
Minha primeira medida foi achar um lugar onde vários caras pudessem ficar esperando a vez deles de gozar na Josefina. Mas resolvi isso fácil quando um amigo me emprestou um sítio nos arredores da cidade. Depois, comecei a juntar o grupo de caras dispostos a fazer isso. Falei pra cada um que podia vir com um ou dois amigos de confiança, assim aumentava o número de participantes. Desse jeito, consegui juntar cinquenta e três caras prontos pra regar a Josefina de porra.
O dia combinado foi um sábado de manhã cedo.
Quando chegou a hora de conhecerem a Josefina, só aí comentei que era uma travesti.
Recebi umas reclamações, mas quando viram a Josefina vestida com uma malha preta e uns saltos altíssimos, ninguém desistiu do projeto. Na real, a Josefina tava esplêndida. O cabelo solto e a maquiagem davam um rostão lindo pra ela. A malha preta apertava os peitões enormes dela, cobrindo só os bicos, e ajustava o pau dela de um jeito perfeito, quase nem parecia que entre as pernas dela tinha uma rola bonita com uns ovo lindos.
Depois das apresentações, começaram a formar grupos de cinco caras que entravam no quarto onde a Josefina tava esperando. Todos rodeavam ela enquanto ela olhava maravilhada como cinco picas apareciam na frente do rosto dela. Os caras começaram a se masturbar enquanto tocavam nos peitos dela ou pegavam no cabelo dela, passando as rolas duras no rosto dela. Ela deixava eles fazerem, e até enfiava uma ou duas picas na boca dela. boca. Ela tava tipo louca, falando tudo que vinha na cabeça: "mete todas", "quero ver essa porra logo", "até a garganta".
De repente, um dos cinco da primeira leva pegou ela pela cintura e virou ela de bruços, com aquele rabo redondo bem pra cima. Os outros reclamaram porque a Josefina parava de chupar as picas deles.
Até ela pediu pra continuar com aquilo. Mas esse cara era forte e tava com muita vontade de meter nela. Colocou uma camisinha naquele pauzão e, depois de lubrificar, enfiou a rola até o talo. Josefina gritava de dor e prazer, o que deixou os outros quatro mais tesudos, que se posicionaram na frente dela, enfiando todas as picas na boca dela ou passando pelo rosto.
Josefina uivava de prazer, a boceta dela ficou meia dura entre as pernas, e aí eu não aguentei, larguei a filmadora, me meti entre ela e o cara que tava metendo, e comecei a chupar a boceta dela. Os outros nem ligaram. O grandão que tava comendo o cu dela tirou a pica e anunciou que ia gozar. Deitou a Josefina de barriga pra cima e soltou três jatos de porra na cara dela.
Mais três fizeram a mesma coisa, e finalmente o último e eu gozamos na cara já toda melada da Josefina, que enquanto isso se masturbava com a boceta dura.
Essa primeira leva foi foda. Todas as gozadas foram direto na cara dela. Josefina passava a língua nos lábios e engolia tudo que podia, além de juntar porra com os dedos e levar pra boca. Era um espetáculo maravilhoso. Os cinco caras que tinham inundado ela de porra não paravam de comentar e mandar a Josefina engolir até a última gota. Ela fez isso enquanto se masturbava freneticamente, com a mão direita na boceta e a esquerda juntando porra do rosto. Um dos cinco então deitou do lado dela e começou a chupar as tetas dela. tetas enquanto o cara que tinha penetrado ela pegava nos testíbooties dela e apertava de leve, depois soltava e apertava de novo.
Josefina gritava exageradamente, mas tinha algo de real naquela mistura de dor e prazer ao mesmo tempo.
O jovem gigante se divertia e ficava louco de tesão com a cock da travesti. De repente, ele pegou ela pela cintura, carregou até o banheiro, meteu ela debaixo do chuveiro e ensaboou ela ele mesmo, sem deixar ninguém chegar perto. Josefina ria e, de vez em quando, gritava, mas do lado de fora do quarto ainda tinham mais de quarenta homens prontos pra arrebentar a travesti gostosa. Uns minutos depois, ela saiu linda pra receber os outros cinco caras que já tinham entrado no quarto.
O gigantão, que se chamava Peter, a partir dali ficou no quarto até o último homem ir embora da casa uns dois dias depois. Ele mesmo cuidava de dar banho nela e vestir ela pra cada leva que entrava no quarto. Sem dúvida, eles se atraíram mutuamente, e durante os dias que durou aquela experiência, ele meteu nela pelo menos oito vezes, gozando em todas elas direto dentro da boca dela.
A segunda leva de homens foi mais agressiva que a primeira, então logo de cara um deles pegou ela pelos cabelos e beijou Josefina com força. Peter ficou puto com essa atitude, mas tava claro que não dava pra fazer nada contra quarenta homens cheios de porra esperando pra descarregar na cara de Josefina. A travesti não gostou dessa agressividade e deixou bem claro, mas logo foi amarrada de pés e mãos por um expert em sadomasoquismo que fez um trampo foda. Josefina chorava e pedia pelo amor de Deus pra soltarem ela, mas isso só deixou a gente mais excitado.
As picas que ela começou a engolir nessa segunda leva eram bem grandes, e os caras pareciam estar loucos de tesão com a ideia de ter uma menina travesti de dezesseis anos, linda, indefesa e totalmente à disposição deles.
De repente, tudo virou um vai e vem de homens gozando em cima de Josefina em qualquer parte do corpo que ela tivesse sem cobertura de esperma.
Enquanto isso, ela gritava e implorava para ser solta. Mas era em vão, cada um que entrava esquecia qualquer regra de romantismo e piedade e fazia o que lhe vinha na cabeça. Ninguém mais se preocupava com camisinha e a porra que Josefina engolia ela vomitava de volta pela boca com náuseas, acompanhadas de gemidos e gritinhos de dor e prazer.
No fundo, Josefina estava feliz com tudo que estava acontecendo com ela.
Não era só eu que chupava a rola dela, vários dos festeiros se ajoelhavam na frente dela e enfiavam a pica exausta na boca dela enquanto metiam dedos no cu dela, que entravam e saíam daquele buraco mais que dilatado.
Às vezes, alguns dos homens viravam ela e a penetravam enquanto os outros não paravam de enfiar as picas duras na boca dela. Essa situação era linda de presenciar e me excitava pra caralho. Peter e eu, de vez em quando, massageávamos os peitos dela quando conseguíamos enfiar nossas mãos no meio de tantas pernas.
Depois chegava a hora de banhar Josefina e Peter a levava de novo pela cintura até o banheiro. Na terceira vez que ele fez isso, eu o acompanhei e pude ver como ele a tratava. Parecia que ele tinha uma menina nos braços enormes dele. Josefina então desabou a chorar, segurando o rosto com as mãos e se perguntando o que diabos estava fazendo. Peter a acalmava e dizia que faltava pouco, o que não era verdade. Lá fora, vários homens esperavam que ainda não tinham participado da festa e outros que já estavam prestes a fazer pela terceira vez. Um dos que estavam lá então enfiou cocaína no nariz dela para reanimá-la e dar forças pra continuar a diversão. Lembro que pedi um pouco dessa cocaína pra esse amante e enfiei no cu da travesti pra fazer efeito de forma mais direta.
Confesso que me Esquentou pra caralho abrir bem a bunda da Josefina e enfiar com meus dedos uma boa dose de pó até o fundo do intestino dela. Essa decisão deu resultado pra porra, porque em poucos minutos ela já tava pedindo mais porra pra engolir de novo.
Lá pela noite, Josefina tava destruída. Não tinha mais banho nem droga que desse ânimo pra ela. Então todo mundo deu uma pausa e, com a Josefina deitada na cama, amarrada no encosto com uns lenços vermelhos, começamos a nos masturbar e a soltar a porra num copão de vidro que em pouco tempo encheu até a borda. Depois que a Josefina descansou e dormiu umas duas horas, completamente exausta, mas ainda linda pra caralho, ela levantou da cama e se vestiu de colegial. Fez duas tranças que amarrou com uns laços azuis, vestiu umas meias vermelhas até o joelho e calçou uns sapatos de estudante que ficaram perfeitos nela. Uma saia curta e uma camisa com uma gravata vermelha completavam o visual.
De novo, Josefina não fazia outra coisa senão excitar ainda mais todos os garanhões que estavam ali. Um deles então obrigou ela a se ajoelhar na frente de uma bandeja que tinha duas carreiras longas de cocaína pra ela cheirar. A imagem era foda. A jovem travesti e colegial cheirando pó e com a cara cheia de lágrimas, com um copão de esperma esperando pra ser bebido até a última gota. Ainda com o nariz empoado, ela foi puxada pelas tranças e obrigada a beber do recipiente. Josefina bebia devagar, parando de vez em quando pra não vomitar o que já tinha no estômago, que era bastante. Todo mundo olhava maravilhado pro espetáculo. O nível da porra descia lentamente até que de repente eu peguei ela pelas tranças e falei pra não se fazer de menina inocente, pedaço de puta arrombada, que tomasse tudo de uma vez e que nem pensasse em deixar uma gota, porque senão a gente ia meter nela até machucar. Josefina gritou quando puxei o cabelo dela e levou o copão à boca. a boca tomando três grandes goles que deixaram o copo vazio. Ela passava a língua nos lábios e chupava os dedos de um jeito que esquentava até o último dos caras ali olhando pra ela. Era claro que tudo aquilo a deixava louca e que ela curtia como a puta tremenda e sem-vergonha que era.
Depois de quase um dia e meio de submissão, Josefina ficou quase inconsciente quando Peter a levou pro banheiro pra lavar o esperma que tava grudado nela há umas duas horas. Realmente já não tava mais em condições de continuar, então muitos dos garanhões começaram a ir embora, ficando de contato pra próximas festas, fosse com Josefina ou qualquer outra travesti. E a verdade é que minha proposta de levar uma travesti pra ocasião tinha caído super bem, tinha animado eles mais do que se fosse uma mulher. Muitos dos que tinham ido nessa sessão de bukkake nunca tinham tido a experiência de chupar a rola de uma travesti e, depois de fazer pela primeira vez, me confessaram que tinham adorado.
Josefina tava muito cansada. Precisou dormir umas cinco horas antes de conseguirmos acordá-la e, quando acordou, tivemos que meter cocaína pelo nariz e pelo cu dela pra continuar com os sete ou oito que tinham ficado. Por outro lado, nós mesmos já estávamos meio esgotados e sabíamos que a festa tava chegando ao fim. A jovem travesti tomou forças e se levantou com orgulho juvenil, dizendo que se ainda tivéssemos gozo, já era hora de irmos soltando na cara dela. Ela se ajoelhou na nossa frente e começou a chupar selvagemente cada rola que passava pelos lábios dela. Fazia isso de um jeito agressivo, gemendo desesperada enquanto pegava na própria rola ereta e se masturbava freneticamente. Os jatos de esperma começaram a pular no rosto dela; ela abria a boca enorme e deixava o gozo ir bem fundo na garganta. Tava muito drogada e excitada! Era um espetáculo vê-la daquele jeito. Depois que Cada um gozou no rosto dela, Josefina ficou como se tivessem colocado uma máscara de cera pra tirar um molde da cara dela. A travesti então começou a levar o sêmen com os dedos até a boca e engoliu tudo, absolutamente tudo.
A festa tinha chegado ao fim. Peter lavou ela pela última vez depois que os últimos que aguentaram até o final da festa foram embora. Quando ficamos só nós três no sítio, Josefina sentou na nossa frente e desabou a chorar sem consolo. Não conseguíamos pará-la, por mais que tentássemos. Ela dizia que se sentia horrorizada com tudo que tinha deixado fazerem com ela, com as baixezas que se submeteu e a dor física que causaram nela. Ela imaginava outra coisa quando a gente planejou tudo.
Peter consolava ela abraçando com os braços enormes dele, confessando que amava ela, coisa que pra Josefina pouco importou. Eu parei de me comover quando, antes de entrarmos no carro, enquanto guardava umas coisas que a gente tinha levado pro sítio, consegui ver Josefina pela janela e, sem ela perceber, pegar com as mãos um dos copos que usamos pra fazer bukkake, meter os dedos até o fundo e tirar umas últimas gotas de sêmen que tinham ficado lá. Depois fechou os olhos e meteu os dedos na boca, chupando eles com uma paixão que me fez pensar que Josefina era, de fato, a travesti mais puta, gostosa e insaciável que eu jamais conheceria na minha vida.
4 comentários - Uma noite com Josefina [Conto TS]
Qué fuerte! Me puso la piel de gallina cuando lloró...
Muy bueno!
🙌