Me chamo Gustavo, tenho 24 anos, pele morena, 1,80m de altura, gosto de malhar então tenho um corpo bem atlético. Faz oito meses que tô saindo com a Adriana, de 20 anos, conheci ela na academia. Ela tem o cabelo pintado de loiro, um corpo bem cuidado pelo exercício. Mora sozinha com a Ana, a mãe dela, uma senhora de 42 anos. Na real, ela não é uma mulher muito bonita ou com um corpo incrível, nada disso. Mas é bem atraente, corpo normal, porém com uns peitões enormes, pele bem branca, 1,60m de altura, cabelo escuro.
Bom, desde que conheci a mãe da Adriana, senti aquela atração safada, igual quando a gente vê uma mulher gostosa no ônibus ou na rua. No dia que fomos numa excursão, fiquei impressionado ao ver aquela pele tão branca e aqueles peitões enormes. Sem chance, meu pau deu uns pulos e senti minhas bolas se mexendo. Desde aquele dia, não consigo tirar ela da cabeça. Toda vez que vou na casa dela, fico bem tarado, ainda mais quando sento do lado dela. Sempre acabo comendo minha namorada por causa disso, pensando em como a mãe dela me dá tesão. Bom, pra não enrolar mais, a coisa foi assim.
Adriana e eu estávamos prestes a completar seis meses de namoro e, por acaso, o Raul, um amigo nosso, tava organizando uma viagem pra um porto que ia durar três dias. Decidimos ir e comemorar nosso aniversário lá. Obviamente, íamos levar a mãe dela, já que o dia tava chegando. Então fomos comprar os trajes de banho. Tava escolhendo eles e, pra minha sorte e deleite, por causa do busto enorme da minha sogrinha, não tinha nenhum maiô que servisse nela. Aí, de sacanagem, sugeri:
— Bom, dona, a senhora é muito jovem, não vejo por que não usar um de duas peças?
— É, mãe, além do mais, é um porto, vai um monte de senhora com esses trajes.
— Tá bom, então escolham um pra mim.
Não podia acreditar, iam me deixar ajudar a escolher um traje pra minha sogra. Imediatamente peguei um que já tinha visto pra Adriana, já que minha ideia era que com aquele traje eu poderia comer ela sem problema. tirar a qualquer hora.
- olha, esse aqui é muito bom
- uau, não é muito pequeno? são só tirinhas
- não, olha, tem um elástico e você vai se sentir confortável
minha namorada fez uma careta como quem duvida, mas a vendedora interveio
- sim, esse é ótimo porque com o elástico ajusta no tamanho e o tecido estica, se ajusta e gruda no corpo molhado, olha
ela colocou a parte de cima por cima da blusa e ficou perfeito, mostrando só o meio das tetas gostosas dela, o que me deixou com um tesão do caralho.
- ok, vou levar
- também tem um do meu tamanho
minha namorada completou e a vendedora disse
- sim, e desse mesmo tecido temos sungas para homem, olha
- que nada… é muito pequenininha
senti que fiquei vermelho e minha sogra falou
- então agora você usa, eu uso, você usa
não tive escolha e foi assim, na real essas sungas me incomodam porque não é por me gabar, mas tenho um pau bem avantajado, uma grossura acima do normal e 26 cm de ereção, mas mesmo mole essas sungas mostram meu volume enorme e é chato todo mundo olhar pro meu pau, mas não tive outra opção, era a que eu tinha que usar.
Chegou o dia, tudo pronto, chegamos, nos instalamos no hotel, tínhamos reservas de dois quartos, um para a dona Ana e outro para a Adriana e para mim, mas o pior é que o Raul, que organizou tudo, não reservou o dele e já não tinha mais quartos. Contra minha vontade, mas como bom amigo, sugeri ele dividir o quarto comigo e a Adriana e a mãe dela ficarem no outro. Pensei que pelo menos teria mais tempo pra foder ela em qualquer lugar com essa sunga. Nos instalamos e chegou o momento que eu não queria: coloquei aquela sunga pequena, mas foi incrível, o tecido era bem confortável e era muito fácil tirar o pau pela lateral sem dificuldade e sem mexer o resto do tecido. Pensei: dava pra meter uma dentro da piscina e em qualquer lugar. Eu e o Raul descemos e nos acomodamos na praia. O Raul me falou que tinha uma balada à noite onde soltavam espuma e o clima ficava bem quente. Chegou a Adriana, tava uma delícia com aquele traje e eu sorri malicioso pensando em tudo que a gente ia fazer, mas meu sorriso sumiu quando virei pro lado e vi a mãe dela. Fiquei de boca aberta, uau... era inacreditável, o biquíni era minúsculo e os peitos dela tavam uma delícia, enormes. Falei espantado e meio chocado:
— Senhora, ficou muito bom nessa senhora!
— É, mas tô meio envergonhada.
— Já passa, igual comigo, haja.
Aquela pele branca, aqueles peitões enormes, e aí veio o comentário que a Adriana fez no meu ouvido:
— São confortáveis, mas tão tão pequenos que a gente teve que depilar tudo lá embaixo.
Por reflexo, olhei na hora pra parte do biquíni da minha sogra e imaginei aquela rachinha bem depiladinha, e sem querer meu pau subiu. O Raul não tirava os olhos dos peitos da minha sogra, eu não sabia o que fazer, meu pau tava muito evidente, então deitei e sentei, colocando a toalha por cima. Ficamos tomando sol, mas minha namorada queria ir nadar, então levantamos e ela pediu pra eu ajudar a sogra. Fiquei na frente dela e estendi a mão, ela olhou pro meu volume e arregalou os olhos, me encarou e sorriu. Entramos no mar, depois de um tempo saímos, e era incrível como o biquíni dela tava bem coladinho, os bicos bem durinhos e marcados, mas do mesmo jeito o meu volume tava mais marcado. Desde ali, e o tempo todo, a mãe da Adriana ficava olhando discretamente pro meu volume, isso me deixava com tesão.
Já de noite, fomos dormir e, como tava bem excitado, mandei uma mensagem pra Adriana e fui pro quarto dela. Ela abriu a porta e mandou eu calar a boca porque a mãe dela tava dormindo, e foi pegar alguma coisa pra vestir por cima. Olhei pra cama da Ana e vi aquele peitão enorme completamente pelado, o mamilo moreninho. Comecei a esfregar o pau, mas nisso a Adriana saiu e falou pra gente sair. Fomos pra uma parte da praia onde tinha vários casais fazendo suas coisas. Entramos no meio das pedras, afastei o biquíni dela, deixando a buceta à mostra, e puxei meu pau pra fora, comecei a meter. A foder, mas aí percebi que era fácil fazer assim. Comecei a bombar tão rápido e chupar um peito dela que não demoramos muito pra gozar, mas o tempo todo eu tava pensando na mãe dela. Fomos pros nossos quartos. Quando acordei, tava bem duro e com tanta vontade de comer a mãe da minha namorada que precisava fazer alguma coisa. Então falei pro Raúl:
— Ei, Raúl, você não me falou de uma balada de espuma?
— Ah, sim! Tem uma ali na frente à noite. Quer ir?
— Quero, sim.
— Mas tem que ir com roupa leve, porque a gente vai se molhar.
— Perfeito. Então me faz um favor: quando a gente estiver com a Adriana e a mãe dela, fala da balada e convida a gente, mas diz que temos que ir de sunga por causa da espuma.
— Haha, o que você tá planejando?
— Só fala, ok?
— Ok.
O Raúl falou o que combinamos e, quando chegou a noite, fomos. O clima tava bom, começamos a dançar, mas ainda não tinham soltado a espuma. Então começamos a beber e usei de desculpa o nosso aniversário. Brindamos e enchia o copo da Adriana e da mãe dela toda hora, mas a Ana demorava um pouco mais pra acabar o copo do que a minha namorada. De repente, soltaram a espuma e fomos dançar: eu com a Adriana e a mãe dela com o Raúl. Aí dei mais bebida pra elas. Sentamos porque a Adriana tava tonta e ela me disse:
— Dança com a minha mãe, vai. Eu fico aqui brindando com o Raúl.
Não precisei ouvir duas vezes. Minha sogra já tava meio bêbada e bem animada. Dançamos bem colados, meu pau já tava pronto pra foder. Ela virou de costas pra mim, encostei meu pau nela e comecei a esfregar, porque a dança era assim mesmo. Ela se mexia tão gostosa. Olhei pra mesa e minha namorada tava conversando com o Raúl. Então, aos poucos, fomos nos enfiando pra onde saía a espuma, porque tinha mais. Minha sogra se virou, passou os braços no meu pescoço e continuamos rebolando. Peguei ela pela cintura e encostei o pau o máximo que deu. Minha testa encostou na dela, porque a música tava mais lenta, e olhei bem nos olhos dela. Senti o corpo dela tremer toda. que endurecia meu pau, comecei a roçar meu nariz no dela, tinha que me arriscar ou ela me dava um tapa ou me beijava, então mandei um puta beijão na boca dela e ela correspondeu. Comecei a beijar o pescoço dela, ela tava tão a fim, chupava a orelha dela, o pescoço, e ela suspirava e falou meu nome
— hoo Gustavo… tavo…
Tirei um peito dela e comecei a mamar, ela começou a acariciar minha bunda, aí eu puxei o biquíni dela pro lado e senti aquela buceta tão lisinha, bem depilada, comecei a esfregar e enfiei meus dedos, ela era bem apertadinha (muito estreita, até porque o único homem que ela teve foi o pai da Adriana), tava molhada, pronta já, então tirei meu pau e coloquei na entrada, dei um empurrão e meu pau entrou todo, ela soltou uns gemidos
— haaa ai ai haa haaa mmmm
Fiquei um tempo assim pra buceta dela relaxar um pouco e se acostumar com meu pau, mamando os peitos dela de um jeito tão intenso que ela tava profundamente excitada. Depois me afastei um pouco sem parar de olhar na cara dela e comecei a bombar, os gemidos dela me excitavam mais. Me afastei um pouco pra ver como meu pau entrava na coisinha dela, tão gostosa, era incrível, e os suspiros e gemidos dela tavam me deixando a ponto de explodir
— haai haa haa mmgg aaa ai aa aa tavo tavo… haaa
Nisso, de repente vi o Raúl quase do meu lado e ele percebeu tudo
— Gustavo, a Adriana vem aí, tá procurando vocês
Imediatamente guardei o pau e arrumei tudo pra mãe dela
— Ela vem aí
— Leva elas pro carro e fala que eu fiquei pra pagar a conta. Me dá uns minutos e eu saio
— Ok
Ele levou minha sogra e minha namorada, e eu tive que esperar a excitação baixar um pouco porque não dava pra sair daquele jeito. Porra!!! Tava tão puto por não ter deixado eu terminar, mas tinha que me controlar. Depois, mais calmo, saí, entrei no carro e fomos pro hotel. Subi com minha namorada, que tava muito bêbada, e o Raúl levava a mãe pelo braço. Deitei a Adriana na cama dela, fui pro sofá do quarto, lá estavam eles Sentados, o Raúl se levantou com um sorriso safado e me disse:
— Te espero no quarto, se diverte.
Ele saiu, olhei pra cama e minha namorada tava apagada de bêbada, então sentei e comecei a acariciar a mãe dela, que tava bem alterada. Tirei o biquíni dela e tirei o meu. Ela tava sentada e eu de pé na frente dela. Ela olhou pra minha rola surpresa, pegou e começou a acariciar, beijava, passava no rosto todo e finalmente começou a chupar. Fazia de um jeito tão gostoso e tão tesudo. Depois de um tempo, agarrei os peitões enormes dela e juntei eles, enfiando minha rola no meio, e comecei a meter entre os peitos dela. Ah, era tão gostoso ver minha rola saindo de entre os peitos dela. Depois sentei no sofá e abri minhas pernas pra ela me chupar. Depois de um tempo, deitei ela e abri as pernas dela. Vi a buceta dela tão rosadinha, apertadinha, bem macia, e comecei a chupar ela. Tava tão deliciosa. Abri ela e tinha um buraquinho tão metível, mais gostoso que o da filha e mais apertado. Toda a buceta dela era mais linda que a da filha. Então sentei e montei nela, enfi minha rola toda e comecei a meter tão devagar e tão fundo. Ela curtia tanto quanto eu. Os peitões enormes dela eu apertava e chupava.
— Senhora, tá uma delícia, que gostosa, hum, que tesão você faz.
Deitei ela no sofá, me coloquei entre as pernas dela e comecei a meter. Enfiava e tirava minha rola tão rápido e via como afundava na bucetinha apertada dela. Sentia tão gostoso, como se a mãozinha dela tivesse apertando. Depois coloquei ela de quatro e comecei a furar, e pude ver o cuzinho dela, tava intacto. Não podia ter mais sorte, era virgem do cu. Então comecei a acariciar ele e deitei ela de lado, me deitei atrás dela e comecei a esfregar o cuzinho virgem com a cabeça da minha rola e falei:
— Deixa eu meter aí, sim? Quer?
— Sim, siim.
Levantei e mandei ela me chupar de novo, e já babada, me coloquei atrás de novo e enfiei. Comecei a meter, era tão... A gostosa começou a soltar gemidos chorosos
- ai ai haaaa ai
comecei a meter mais rápido, era incrível o que eu sentia no meu pau, o buraquinho dela era tão apertado que eu não queria parar. Sentei sem tirar ela de dentro e, com ela por cima, comecei a meter mais rápido e a masturbá-la, esfregava tão rápido a buceta dela que os gemidos dela viraram gritos e ofegos
- mmmff aggg mmmm haaa ha ha haa
mas cada vez ficavam mais fortes, já estavam muito altos e nem liguei se minha namorada acordasse. Ela começou a ter um orgasmo, jorrou uns esguichos enormes gritando
- haa haag haaaa haaaaggggg ha ha haaa
e apertou a bunda dela com toda força, e eu não aguentei mais, comecei a gozar acompanhando os gritos dela
- haaaa aaaa aaaaaa
Senti meus jorros invadirem o cu dela, virei ela de quatro no sofá e eu sentei, completamente exausto. Olhei e vi como meu leite escorria do buraquinho dela até a buceta, como ela estava toda melada do meu gozo. Depois de uns segundos, peguei um dos lençóis que tinha na cômoda, limpei ela, carreguei e levei pra cama dela, deitei ela, dei um beijão, levantei. Ela pegou meu pau, que ainda escorria do meu gozo, e começou a limpar com chupadas. Olhei pra trás, porque a poucos passos estava minha namorada, completamente bêbada e dormindo. Me senti completamente satisfeito. Coloquei meu sungão e fui pra porta. Olhei aquela cena e era tão excitante ter comido a mãe da minha namorada com ela ali mesmo, sem perceber. Saí e fui dormir. No outro dia, a gente se divertiu pra caralho, minha sogra agia como se nada tivesse acontecido, mas parecia tão feliz. Nos divertimos muito com jogos, caminhadas, nadando, enfim. Já de volta em casa, me atrevo a ser mais efusivo com a mãe da Adriana, abraço ela e tal, mas toda vez que quero tocar no assunto da praia, ela muda de assunto. Mas não me proibiu de mimar ela, na verdade ela já me trata com mais confiança. Espero não estar confundindo as coisas e que logo eu possa repetir essa deliciosa experiência com ela. Por: Rulo_de_fuego
Bom, desde que conheci a mãe da Adriana, senti aquela atração safada, igual quando a gente vê uma mulher gostosa no ônibus ou na rua. No dia que fomos numa excursão, fiquei impressionado ao ver aquela pele tão branca e aqueles peitões enormes. Sem chance, meu pau deu uns pulos e senti minhas bolas se mexendo. Desde aquele dia, não consigo tirar ela da cabeça. Toda vez que vou na casa dela, fico bem tarado, ainda mais quando sento do lado dela. Sempre acabo comendo minha namorada por causa disso, pensando em como a mãe dela me dá tesão. Bom, pra não enrolar mais, a coisa foi assim.
Adriana e eu estávamos prestes a completar seis meses de namoro e, por acaso, o Raul, um amigo nosso, tava organizando uma viagem pra um porto que ia durar três dias. Decidimos ir e comemorar nosso aniversário lá. Obviamente, íamos levar a mãe dela, já que o dia tava chegando. Então fomos comprar os trajes de banho. Tava escolhendo eles e, pra minha sorte e deleite, por causa do busto enorme da minha sogrinha, não tinha nenhum maiô que servisse nela. Aí, de sacanagem, sugeri:
— Bom, dona, a senhora é muito jovem, não vejo por que não usar um de duas peças?
— É, mãe, além do mais, é um porto, vai um monte de senhora com esses trajes.
— Tá bom, então escolham um pra mim.
Não podia acreditar, iam me deixar ajudar a escolher um traje pra minha sogra. Imediatamente peguei um que já tinha visto pra Adriana, já que minha ideia era que com aquele traje eu poderia comer ela sem problema. tirar a qualquer hora.
- olha, esse aqui é muito bom
- uau, não é muito pequeno? são só tirinhas
- não, olha, tem um elástico e você vai se sentir confortável
minha namorada fez uma careta como quem duvida, mas a vendedora interveio
- sim, esse é ótimo porque com o elástico ajusta no tamanho e o tecido estica, se ajusta e gruda no corpo molhado, olha
ela colocou a parte de cima por cima da blusa e ficou perfeito, mostrando só o meio das tetas gostosas dela, o que me deixou com um tesão do caralho.
- ok, vou levar
- também tem um do meu tamanho
minha namorada completou e a vendedora disse
- sim, e desse mesmo tecido temos sungas para homem, olha
- que nada… é muito pequenininha
senti que fiquei vermelho e minha sogra falou
- então agora você usa, eu uso, você usa
não tive escolha e foi assim, na real essas sungas me incomodam porque não é por me gabar, mas tenho um pau bem avantajado, uma grossura acima do normal e 26 cm de ereção, mas mesmo mole essas sungas mostram meu volume enorme e é chato todo mundo olhar pro meu pau, mas não tive outra opção, era a que eu tinha que usar.
Chegou o dia, tudo pronto, chegamos, nos instalamos no hotel, tínhamos reservas de dois quartos, um para a dona Ana e outro para a Adriana e para mim, mas o pior é que o Raul, que organizou tudo, não reservou o dele e já não tinha mais quartos. Contra minha vontade, mas como bom amigo, sugeri ele dividir o quarto comigo e a Adriana e a mãe dela ficarem no outro. Pensei que pelo menos teria mais tempo pra foder ela em qualquer lugar com essa sunga. Nos instalamos e chegou o momento que eu não queria: coloquei aquela sunga pequena, mas foi incrível, o tecido era bem confortável e era muito fácil tirar o pau pela lateral sem dificuldade e sem mexer o resto do tecido. Pensei: dava pra meter uma dentro da piscina e em qualquer lugar. Eu e o Raul descemos e nos acomodamos na praia. O Raul me falou que tinha uma balada à noite onde soltavam espuma e o clima ficava bem quente. Chegou a Adriana, tava uma delícia com aquele traje e eu sorri malicioso pensando em tudo que a gente ia fazer, mas meu sorriso sumiu quando virei pro lado e vi a mãe dela. Fiquei de boca aberta, uau... era inacreditável, o biquíni era minúsculo e os peitos dela tavam uma delícia, enormes. Falei espantado e meio chocado:
— Senhora, ficou muito bom nessa senhora!
— É, mas tô meio envergonhada.
— Já passa, igual comigo, haja.
Aquela pele branca, aqueles peitões enormes, e aí veio o comentário que a Adriana fez no meu ouvido:
— São confortáveis, mas tão tão pequenos que a gente teve que depilar tudo lá embaixo.
Por reflexo, olhei na hora pra parte do biquíni da minha sogra e imaginei aquela rachinha bem depiladinha, e sem querer meu pau subiu. O Raul não tirava os olhos dos peitos da minha sogra, eu não sabia o que fazer, meu pau tava muito evidente, então deitei e sentei, colocando a toalha por cima. Ficamos tomando sol, mas minha namorada queria ir nadar, então levantamos e ela pediu pra eu ajudar a sogra. Fiquei na frente dela e estendi a mão, ela olhou pro meu volume e arregalou os olhos, me encarou e sorriu. Entramos no mar, depois de um tempo saímos, e era incrível como o biquíni dela tava bem coladinho, os bicos bem durinhos e marcados, mas do mesmo jeito o meu volume tava mais marcado. Desde ali, e o tempo todo, a mãe da Adriana ficava olhando discretamente pro meu volume, isso me deixava com tesão.
Já de noite, fomos dormir e, como tava bem excitado, mandei uma mensagem pra Adriana e fui pro quarto dela. Ela abriu a porta e mandou eu calar a boca porque a mãe dela tava dormindo, e foi pegar alguma coisa pra vestir por cima. Olhei pra cama da Ana e vi aquele peitão enorme completamente pelado, o mamilo moreninho. Comecei a esfregar o pau, mas nisso a Adriana saiu e falou pra gente sair. Fomos pra uma parte da praia onde tinha vários casais fazendo suas coisas. Entramos no meio das pedras, afastei o biquíni dela, deixando a buceta à mostra, e puxei meu pau pra fora, comecei a meter. A foder, mas aí percebi que era fácil fazer assim. Comecei a bombar tão rápido e chupar um peito dela que não demoramos muito pra gozar, mas o tempo todo eu tava pensando na mãe dela. Fomos pros nossos quartos. Quando acordei, tava bem duro e com tanta vontade de comer a mãe da minha namorada que precisava fazer alguma coisa. Então falei pro Raúl:
— Ei, Raúl, você não me falou de uma balada de espuma?
— Ah, sim! Tem uma ali na frente à noite. Quer ir?
— Quero, sim.
— Mas tem que ir com roupa leve, porque a gente vai se molhar.
— Perfeito. Então me faz um favor: quando a gente estiver com a Adriana e a mãe dela, fala da balada e convida a gente, mas diz que temos que ir de sunga por causa da espuma.
— Haha, o que você tá planejando?
— Só fala, ok?
— Ok.
O Raúl falou o que combinamos e, quando chegou a noite, fomos. O clima tava bom, começamos a dançar, mas ainda não tinham soltado a espuma. Então começamos a beber e usei de desculpa o nosso aniversário. Brindamos e enchia o copo da Adriana e da mãe dela toda hora, mas a Ana demorava um pouco mais pra acabar o copo do que a minha namorada. De repente, soltaram a espuma e fomos dançar: eu com a Adriana e a mãe dela com o Raúl. Aí dei mais bebida pra elas. Sentamos porque a Adriana tava tonta e ela me disse:
— Dança com a minha mãe, vai. Eu fico aqui brindando com o Raúl.
Não precisei ouvir duas vezes. Minha sogra já tava meio bêbada e bem animada. Dançamos bem colados, meu pau já tava pronto pra foder. Ela virou de costas pra mim, encostei meu pau nela e comecei a esfregar, porque a dança era assim mesmo. Ela se mexia tão gostosa. Olhei pra mesa e minha namorada tava conversando com o Raúl. Então, aos poucos, fomos nos enfiando pra onde saía a espuma, porque tinha mais. Minha sogra se virou, passou os braços no meu pescoço e continuamos rebolando. Peguei ela pela cintura e encostei o pau o máximo que deu. Minha testa encostou na dela, porque a música tava mais lenta, e olhei bem nos olhos dela. Senti o corpo dela tremer toda. que endurecia meu pau, comecei a roçar meu nariz no dela, tinha que me arriscar ou ela me dava um tapa ou me beijava, então mandei um puta beijão na boca dela e ela correspondeu. Comecei a beijar o pescoço dela, ela tava tão a fim, chupava a orelha dela, o pescoço, e ela suspirava e falou meu nome
— hoo Gustavo… tavo…
Tirei um peito dela e comecei a mamar, ela começou a acariciar minha bunda, aí eu puxei o biquíni dela pro lado e senti aquela buceta tão lisinha, bem depilada, comecei a esfregar e enfiei meus dedos, ela era bem apertadinha (muito estreita, até porque o único homem que ela teve foi o pai da Adriana), tava molhada, pronta já, então tirei meu pau e coloquei na entrada, dei um empurrão e meu pau entrou todo, ela soltou uns gemidos
— haaa ai ai haa haaa mmmm
Fiquei um tempo assim pra buceta dela relaxar um pouco e se acostumar com meu pau, mamando os peitos dela de um jeito tão intenso que ela tava profundamente excitada. Depois me afastei um pouco sem parar de olhar na cara dela e comecei a bombar, os gemidos dela me excitavam mais. Me afastei um pouco pra ver como meu pau entrava na coisinha dela, tão gostosa, era incrível, e os suspiros e gemidos dela tavam me deixando a ponto de explodir
— haai haa haa mmgg aaa ai aa aa tavo tavo… haaa
Nisso, de repente vi o Raúl quase do meu lado e ele percebeu tudo
— Gustavo, a Adriana vem aí, tá procurando vocês
Imediatamente guardei o pau e arrumei tudo pra mãe dela
— Ela vem aí
— Leva elas pro carro e fala que eu fiquei pra pagar a conta. Me dá uns minutos e eu saio
— Ok
Ele levou minha sogra e minha namorada, e eu tive que esperar a excitação baixar um pouco porque não dava pra sair daquele jeito. Porra!!! Tava tão puto por não ter deixado eu terminar, mas tinha que me controlar. Depois, mais calmo, saí, entrei no carro e fomos pro hotel. Subi com minha namorada, que tava muito bêbada, e o Raúl levava a mãe pelo braço. Deitei a Adriana na cama dela, fui pro sofá do quarto, lá estavam eles Sentados, o Raúl se levantou com um sorriso safado e me disse:
— Te espero no quarto, se diverte.
Ele saiu, olhei pra cama e minha namorada tava apagada de bêbada, então sentei e comecei a acariciar a mãe dela, que tava bem alterada. Tirei o biquíni dela e tirei o meu. Ela tava sentada e eu de pé na frente dela. Ela olhou pra minha rola surpresa, pegou e começou a acariciar, beijava, passava no rosto todo e finalmente começou a chupar. Fazia de um jeito tão gostoso e tão tesudo. Depois de um tempo, agarrei os peitões enormes dela e juntei eles, enfiando minha rola no meio, e comecei a meter entre os peitos dela. Ah, era tão gostoso ver minha rola saindo de entre os peitos dela. Depois sentei no sofá e abri minhas pernas pra ela me chupar. Depois de um tempo, deitei ela e abri as pernas dela. Vi a buceta dela tão rosadinha, apertadinha, bem macia, e comecei a chupar ela. Tava tão deliciosa. Abri ela e tinha um buraquinho tão metível, mais gostoso que o da filha e mais apertado. Toda a buceta dela era mais linda que a da filha. Então sentei e montei nela, enfi minha rola toda e comecei a meter tão devagar e tão fundo. Ela curtia tanto quanto eu. Os peitões enormes dela eu apertava e chupava.
— Senhora, tá uma delícia, que gostosa, hum, que tesão você faz.
Deitei ela no sofá, me coloquei entre as pernas dela e comecei a meter. Enfiava e tirava minha rola tão rápido e via como afundava na bucetinha apertada dela. Sentia tão gostoso, como se a mãozinha dela tivesse apertando. Depois coloquei ela de quatro e comecei a furar, e pude ver o cuzinho dela, tava intacto. Não podia ter mais sorte, era virgem do cu. Então comecei a acariciar ele e deitei ela de lado, me deitei atrás dela e comecei a esfregar o cuzinho virgem com a cabeça da minha rola e falei:
— Deixa eu meter aí, sim? Quer?
— Sim, siim.
Levantei e mandei ela me chupar de novo, e já babada, me coloquei atrás de novo e enfiei. Comecei a meter, era tão... A gostosa começou a soltar gemidos chorosos
- ai ai haaaa ai
comecei a meter mais rápido, era incrível o que eu sentia no meu pau, o buraquinho dela era tão apertado que eu não queria parar. Sentei sem tirar ela de dentro e, com ela por cima, comecei a meter mais rápido e a masturbá-la, esfregava tão rápido a buceta dela que os gemidos dela viraram gritos e ofegos
- mmmff aggg mmmm haaa ha ha haa
mas cada vez ficavam mais fortes, já estavam muito altos e nem liguei se minha namorada acordasse. Ela começou a ter um orgasmo, jorrou uns esguichos enormes gritando
- haa haag haaaa haaaaggggg ha ha haaa
e apertou a bunda dela com toda força, e eu não aguentei mais, comecei a gozar acompanhando os gritos dela
- haaaa aaaa aaaaaa
Senti meus jorros invadirem o cu dela, virei ela de quatro no sofá e eu sentei, completamente exausto. Olhei e vi como meu leite escorria do buraquinho dela até a buceta, como ela estava toda melada do meu gozo. Depois de uns segundos, peguei um dos lençóis que tinha na cômoda, limpei ela, carreguei e levei pra cama dela, deitei ela, dei um beijão, levantei. Ela pegou meu pau, que ainda escorria do meu gozo, e começou a limpar com chupadas. Olhei pra trás, porque a poucos passos estava minha namorada, completamente bêbada e dormindo. Me senti completamente satisfeito. Coloquei meu sungão e fui pra porta. Olhei aquela cena e era tão excitante ter comido a mãe da minha namorada com ela ali mesmo, sem perceber. Saí e fui dormir. No outro dia, a gente se divertiu pra caralho, minha sogra agia como se nada tivesse acontecido, mas parecia tão feliz. Nos divertimos muito com jogos, caminhadas, nadando, enfim. Já de volta em casa, me atrevo a ser mais efusivo com a mãe da Adriana, abraço ela e tal, mas toda vez que quero tocar no assunto da praia, ela muda de assunto. Mas não me proibiu de mimar ela, na verdade ela já me trata com mais confiança. Espero não estar confundindo as coisas e que logo eu possa repetir essa deliciosa experiência com ela. Por: Rulo_de_fuego
4 comentários - A foda da minha vida foi com a mãe da minha namorada