Devo dizer que, sem dúvida nenhuma, foi uma das melhores gozadas da minha vida.
Tenho 27 anos, e devo dizer que durante 10 anos tive a fantasia intermitente de comer uma amiga, uma gostosa mais velha que eu. Acontece que essa mesma gostosa tinha sido minha professora no ensino médio. Temos 11 anos de diferença, ela tem 38, mas não aparenta ter nem 30.
Vou chamá-la de Kika. Eu estava no último ano do ensino médio, e ela foi minha professora em uma matéria. Já a tinha visto nos dois anos anteriores na escola. Era a professora jovem e bonita que muitos alunos olhavam. Não era o típico tesão de professora que a gente fantasia. Era baixinha, delicada, com um rostinho muito lindo, sorriso sexy, estilosa. Falava com uma voz fina, simpática e meio rouca. Muito, muito sexy.
Enquanto foi minha professora, tivemos uma boa química. Compartilhávamos muitas coisas, mas sem passar disso, sempre com distância. Eu era um moleque de 17 anos, ela tinha 28. A fantasia do garoto, óbvio.
Depois que terminei a escola, continuamos em contato. Às vezes nos víamos, conversávamos mais em algumas épocas, menos em outras. Nos víamos mais em alguns períodos, menos em outros. E assim nosso contato seguiu pelos anos.
Ano passado, depois de muito tempo sem nos ver e de algumas últimas semanas conversando bastante no Facebook, comentei com a Kika sobre um bar que eu estava frequentando, e que ela teria adorado ir por vários motivos. Ela me disse que iria na sexta seguinte com as amigas.
No fim, acabei não indo, fiquei em outro bar na esquina com uns amigos. Ela passou para me cumprimentar, já que não nos víamos há muito tempo. Saí para cumprimentá-la. Eu estava bem bêbado, mas mesmo assim ela estava divina. Toda vestidinha de preto, com um vestido e um casaco por cima, o cabelo preto liso comprido, franja, os óculos, o piercing no nariz. Divina. Nos cumprimentamos, conversamos um pouco, ela disse que adorava aquele bar, que deveriam ter vindo mais cedo, etc etc. Ela foi embora.
Durante a semana seguinte, conversamos mais algumas vezes por chat. Disse a ela que íamos voltar naquele bar, se ela queria vir. Ela diz que sim.
Chega sexta-feira, tô lá com meus amigos. A noite começa tensa: minha ex namorada tá lá. Mas tô nem aí. Ela chega, com as amigas dela. Juntamos os grupos, o clássico: todo mundo conversando, normal.
Chega uma hora (cedo, era after office) as amigas dela querem ir embora, porque precisam acordar cedo pra um curso que faziam. Ela não. Eu falo pra ela que a gente ia pro outro bar, na esquina. Ela fica pensativa, aí uma das amigas dela me diz "Sim, a gente vai pra lá agora". "Beleza", falo. E vamos.
Uns 10 minutos depois, ela passa com a amiga. Éramos uma mesa de 6, e as duas sentam comigo, Kika do meu lado, a amiga do lado dela. Depois de um tempo, a amiga me fala que vai embora, mas que ela fica. Fala diretamente pra mim. Eu já tava começando a pensar que isso antes não rolava, antes, com essa mesma mulher que, admito, mais de uma vez bati uma pensando nela, não tinha esse clima. Mas também não me deixei levar.
Seguimos no bar, bebendo e bebendo. Ela não bebe muito álcool, mas naquele dia fica um pouco bêbada. Me diz que reconheceu minha ex namorada de fotos, e que achava ela muito gostosa, e esse tipo de comentário.
Chega a hora de ir embora, eu proponho um shot de uma bebida a mais, todo mundo topa. Ela hesita, mas aceita. Depois ofereço levar ela em casa.
No carro, entramos numa discussão besta, ela falava uma coisa, eu falava outra, e decidimos apostar. Ela me diz "você vai ver, vamos na minha casa e vemos no Google agora". Ela segura de que tava certa. Eu sabia que não.
Subimos. Descobrimos. Ela ri, tímida, porque não acredita que perdeu. Eu insinuo que o que eu queria da aposta era um beijo. Ela fica tímida. Fica com vergonha, acho que mesmo tendo passado mais de 10 anos, ainda pesava que eu fui aluno dela no colégio. Nessa altura, já tava pouco me fodendo: dei um beijo nela.
Começamos a nos beijar bem suave no começo, devagar, bem de leve. Os lábios se roçando, bem molhadinhos. Depois começaram as linguadas, e a gente começou a se beijar bem fundo, com respiração ofegante na boca um do outro. Ela para, me pega pela mão e me leva pro quarto. Lá, me leva pra cama. Me empurra pra cima da cama e vem por cima de mim. Começa a me beijar, e eu começo a acariciar o corpo dela. O corpo dela é divino. Ela tem 38 anos e tudo no lugar. Gostosa, durinha. Peitos médios, empinadinhos, durinhos. Uma bunda pequenininha, mas bem redondinha e perfeita. Pernas duras, firmes. Eu já tava ultra tarado. Ela tirou as meias e a calcinha por baixo do vestido. Quando eu toco e vejo o quanto ela tá molhada, fico louco. Agarro ela e deito na cama. Levanto o vestido dela até tirar e deixar ela nua. Começo a beijar ela na boca, e sentir os peitos dela com as mãos. A boca dela chupa minha língua de um jeito tão sexy que não dá pra descrever. Aquela mina gostosa, muito linda mas talvez sem saber o quanto, tímida, tranquila, parecia ter desaparecido. Ela gemia fundo, enquanto também passava as mãos no meu corpo e colocava a mão dentro da minha calça, pra sentir meu pau bem duro. Comecei a chupar os bicos dos peitos dela: ela se contorcia de prazer. Continuei tocando ela. Voltei a beijar ela. Enquanto beijava, aproximei meus dedos bem molhadinhos de tanto tocar ela (ela tava molhadíssima) dos nossos lábios, e enquanto chupava a língua dela, passei meus dedos cheios dos fluidos dela pelos lábios dela. Ela ficou muito excitada. Gemia, chupava, lambia. Parecia aquela mesma mina tímida, mas transformada numa verdadeira puta. Comecei a chupar a buceta dela. Naquela hora, meu pau quase explodiu. Que gostosa era aquela buceta, por favor. Toda molhada, perfeitinha, com um gostinho maravilhoso. Chupei ela com muito prazer. Passei minha língua no clitóris dela, entre os lábios. Enfiava um, dois dedos enquanto chupava. Às vezes eram beijos de língua, mas entre as pernas dela. Ela teve o primeiro gozo. Não me disse, mas não precisava. Ela se contorceu toda. Eu tava ficando louco. Ela se jogou Por cima de mim, ela começou a baixar minha calça. Tirou meu pau da cueca e começou a chupar. E posso garantir: aquela boquinha linda e gostosa sabia o que fazia. Tinha ritmo, tinha saliva, tinha língua, tinha lábios, tinha profundidade. Chupou devagar e rápido. Chupou com e sem as mãos. Quando chupava e me masturbava, a mão dela deslizava toda no meu pau. Fiquei fácil, umas 2 vezes prestes a gozar. Ela parecia saber, diminuía a intensidade, mas não parava de chupar. Aquela boquinha pequena levou meu pau inteiro até o fundo mais de uma vez, e cada vez que fazia isso, mais eu sentia minhas bolas enchendo de porra.
Peguei ela pelo cabelo enquanto me chupava e vi que ela gostou. Continuou chupando, gemendo com mais profundidade. Nesse ponto, eu já tava descontrolado: puxei ela pelo cabelo pra ficar de bruços na cama e montei por cima. Coloquei a ponta do meu pau de 17 cm, bem grosso, entre os lábios dela. Comecei a esfregar. Quando senti o quanto ela tava molhada, não aguentei: enfiei tudo de uma vez. Ela soltou um gemido abafado, mas intenso. Senti meu pau inchar e que a qualquer momento ia explodir dentro dela, mas tive que me segurar. Não queria gozar ainda, e a gente não tava usando proteção.
Comecei a meter com tudo. Ela adorava. Pedia mais e mais.
Eu ia no ouvido dela, chupava, falava "como você me excita, que gostosa, adoro te foder".
Ela dizia "você tá me matando, tô muito tesuda. Me fode mais, que gostoso, me fode".
Quanto mais forte eu puxava o cabelo dela, mais ela se contorcia. Mordia meus braços, que estavam apoiados ao lado dela. Eu metia por trás, olhando aquele bundão divino levantado, mas com quase todo o corpo dela apoiado na cama. Puxei ela pelo cabelo pra cima. Ela soltou um gemido grave e profundo "ai sim", que de novo quase me fez gozar tudo. Mas me segurei mais uma vez. Coloquei minhas mãos nos peitos dela: os bicos estavam duríssimos! Subi por cima dela e continuei. Dando nela. Eu apalpava os peitos dela, tocava o clitóris dela. Ela tocava no meu pau enquanto eu metia nela e enchia meus dedos com os fluidos dela, que eram pra caralho, e passava nos lábios dela. Ela ficava mais e mais excitada. Depois eu beijava ela, nossas línguas lambiam mutuamente meus dedos cheios dos sucos dela. A gente chupava a boca um do outro.
Peguei ela pelo cabelo de novo, com força. Comecei a meter com tudo. Via aquela bunda quicando na minha cintura, e minhas bolas batendo na bunda dela. Minha vontade era de destruir ela, de estuprar ela. Me joguei em cima dela de novo, mas dessa vez prendi o corpo todo dela contra o colchão. Coloquei uma mão na nuca dela, e segurei firme no cabelo. Comecei a meter com tudo, com fúria. Quanto mais forte eu metia, mais forte eu puxava o cabelo dela. Ela gemia alto, mas com aquela voz fina e rouca. Soltava gemidos profundos e abafados, como se estivesse tão excitada que não conseguisse soltar a voz. Continuei metendo com tudo até ela gozar de novo.
Eu tava morto. Deixei meu corpo cair em cima do dela. Meu pau ainda tava durasso, porque eu não tinha gozado. Mas não aguentava mais. Nem quando tirei meu pau da buceta dela e percebi que ele tava todo branco, dos fluidos dela (de tanto líquido que desceu), o que posso garantir que me deixou ultra excitado, consegui continuar comendo ela. A gente tava os dois exaustos, completamente suados. Ela não parava de gemer e se contorcer na cama. Chupava os próprios dedos. Dava risada sozinha de vez em quando. Eu ria junto com ela. Me mexi só pra chupar um mamilo dela: ela se contorceu toda. Me olhou e começou a rir. Falou "isso foi muito cruel". A gente riu junto, sem fôlego. Ela me olhou e disse: "Isso não é justo. Não vale eu só eu ficar bem."
Ela começou a descer... E começou a chupar meu pau. A primeira coisa que me deixou louco foi como ela saboreou bem todo aquele fluido branco dela que tinha coberto meu pau. Ela esfregou meu pau todo lambuzado por ela mesma nos lábios dela, enquanto me masturbava. E o jeito que ela me fazia... Masturbação... Como a mão dela deslizava no meu pau... Era incrível. Sentia o pau cada vez mais inchado, enquanto ela me chupava. A cabeça dela ia e vinha. Meu pau aparecia e desaparecia entre os lábios dela. A mão dela subia e descia no meu pau.
Comecei a gemer mais forte, e mais forte. Ela não tirava meu pau da boca dela. Até que não aguentei mais...
Foram, sem exagerar, 4 ou 5 jatos fortes, grossos, de muito esperma. E depois mais 3 ou 4 jatinhos, que tiram o último. O primeiro foi tudo na boca dela... Ela continuou chupando. O segundo, tudo na boca dela... Continuou chupando... O esperma começou a escorrer pelo meu pau... O terceiro... Ela chupando... mal tira da boca dela... grande parte do jato de esperma cai dentro... outra parte mancha os lábios dela... cai um pouco na bochecha dela... continua chupando... tira da boca e aponta pros peitos dela... o último ou os dois últimos jatos fortes de esperma mancham os peitos dela... ela tá com a boca cheia de esperma, e continua me punhetando... volta a chupar... os outros jatos saem quando não tá na boca dela... mas a boca dela já tá cheia... ela continua me chupando... esperma escorre pelo canto da boca dela... escorre pelo meu pau... mas ela ainda chupa. Eu tô me contorcendo numa gozada inacreditável, enquanto ela continua chupando meu pau. Termina que todo o esperma cai da boca dela enquanto me chupa. A boca dela fica manchada com alguns respingos de esperma, igual a bochecha. Ela brinca com a língua no meu pau. Deixa vários fios de saliva e esperma entre meu pau e a língua dela. Lambe. Me chupa. Depois encosta a cabeça na minha perna, mas continua tocando meu pau, cheio de esperma.
A gente começou a rir. Não entendemos como aquilo aconteceu.
A noite continuou intensa. A gente trepou umas 2 ou 3 vezes mais. Num momento eu já não aguentava mais, ela tava deitada de barriga pra cima, em cima de mim, e eu masturbava ela. Ela se contorceu e gozou toda, mais uma vez. Ela disse que naquele dia teve uns 5 ou 6 orgasmos. Vai saber se foram verdade, mas o certo é que Fodemos pra caralho.
A gente se viu muitas outras vezes. Numa delas, ela confessou que fui o primeiro cara que ela deixou gozar na boca dela em muito tempo. E bom, tenho que dizer que, por sorte minha, também não foi a última vez que fiz isso.
Todas as nossas encontros foram antológicos. Numa terça-feira qualquer, das 8 da noite até umas 3, 4 da manhã. Fodendo na janela da casa dela, na sala, com a porta da varanda aberta. Sei que mais de uma vez nos viram, e, embora ela seja muito tímida, sei que o fato de sermos vistos a excitava pra caralho. A timidez dela sumia quando ela tinha minha pica na boca. Quando eu puxava o cabelo dela. Quando passava meus dedos molhados dos sucos dela pelos lábios dela. Quando uma vez, depois de ter fodido com muita força, ela me fez uma punheta forte, a mão dela escorregando muito na minha pica, e ao mesmo tempo ela batia minha pica no rosto dela, nos lábios dela, e quando eu gozei, cobri a boca e parte do rostinho divino dela, de menina "boazinha" e tímida, com meu esperma. A timidez dela sumiu quando uma vez, deixando ela de bruços, segurando o cabelo dela com força, mantendo a cabeça dela contra o colchão, cuspi na bunda dela, enfiei um dedo, depois dois, depois a pontinha da minha pica. Ela pediu pra ir devagar, até que não aguentou e começou a repetir "me fode, me fode, me fode!". A timidez dela sumia nesses momentos, e ela se transformava numa putinha divina.
E essa putinha divina foi uma gatinha com quem, intermitentemente, eu me masturbei por mais de 10 anos. E que depois, quando finalmente consegui foder ela, percebi uma coisa impressionante: como eu tinha me contentado com pouca coisa nessas punhetas. Que boa trepada!
Tenho 27 anos, e devo dizer que durante 10 anos tive a fantasia intermitente de comer uma amiga, uma gostosa mais velha que eu. Acontece que essa mesma gostosa tinha sido minha professora no ensino médio. Temos 11 anos de diferença, ela tem 38, mas não aparenta ter nem 30.
Vou chamá-la de Kika. Eu estava no último ano do ensino médio, e ela foi minha professora em uma matéria. Já a tinha visto nos dois anos anteriores na escola. Era a professora jovem e bonita que muitos alunos olhavam. Não era o típico tesão de professora que a gente fantasia. Era baixinha, delicada, com um rostinho muito lindo, sorriso sexy, estilosa. Falava com uma voz fina, simpática e meio rouca. Muito, muito sexy.
Enquanto foi minha professora, tivemos uma boa química. Compartilhávamos muitas coisas, mas sem passar disso, sempre com distância. Eu era um moleque de 17 anos, ela tinha 28. A fantasia do garoto, óbvio.
Depois que terminei a escola, continuamos em contato. Às vezes nos víamos, conversávamos mais em algumas épocas, menos em outras. Nos víamos mais em alguns períodos, menos em outros. E assim nosso contato seguiu pelos anos.
Ano passado, depois de muito tempo sem nos ver e de algumas últimas semanas conversando bastante no Facebook, comentei com a Kika sobre um bar que eu estava frequentando, e que ela teria adorado ir por vários motivos. Ela me disse que iria na sexta seguinte com as amigas.
No fim, acabei não indo, fiquei em outro bar na esquina com uns amigos. Ela passou para me cumprimentar, já que não nos víamos há muito tempo. Saí para cumprimentá-la. Eu estava bem bêbado, mas mesmo assim ela estava divina. Toda vestidinha de preto, com um vestido e um casaco por cima, o cabelo preto liso comprido, franja, os óculos, o piercing no nariz. Divina. Nos cumprimentamos, conversamos um pouco, ela disse que adorava aquele bar, que deveriam ter vindo mais cedo, etc etc. Ela foi embora.
Durante a semana seguinte, conversamos mais algumas vezes por chat. Disse a ela que íamos voltar naquele bar, se ela queria vir. Ela diz que sim.
Chega sexta-feira, tô lá com meus amigos. A noite começa tensa: minha ex namorada tá lá. Mas tô nem aí. Ela chega, com as amigas dela. Juntamos os grupos, o clássico: todo mundo conversando, normal.
Chega uma hora (cedo, era after office) as amigas dela querem ir embora, porque precisam acordar cedo pra um curso que faziam. Ela não. Eu falo pra ela que a gente ia pro outro bar, na esquina. Ela fica pensativa, aí uma das amigas dela me diz "Sim, a gente vai pra lá agora". "Beleza", falo. E vamos.
Uns 10 minutos depois, ela passa com a amiga. Éramos uma mesa de 6, e as duas sentam comigo, Kika do meu lado, a amiga do lado dela. Depois de um tempo, a amiga me fala que vai embora, mas que ela fica. Fala diretamente pra mim. Eu já tava começando a pensar que isso antes não rolava, antes, com essa mesma mulher que, admito, mais de uma vez bati uma pensando nela, não tinha esse clima. Mas também não me deixei levar.
Seguimos no bar, bebendo e bebendo. Ela não bebe muito álcool, mas naquele dia fica um pouco bêbada. Me diz que reconheceu minha ex namorada de fotos, e que achava ela muito gostosa, e esse tipo de comentário.
Chega a hora de ir embora, eu proponho um shot de uma bebida a mais, todo mundo topa. Ela hesita, mas aceita. Depois ofereço levar ela em casa.
No carro, entramos numa discussão besta, ela falava uma coisa, eu falava outra, e decidimos apostar. Ela me diz "você vai ver, vamos na minha casa e vemos no Google agora". Ela segura de que tava certa. Eu sabia que não.
Subimos. Descobrimos. Ela ri, tímida, porque não acredita que perdeu. Eu insinuo que o que eu queria da aposta era um beijo. Ela fica tímida. Fica com vergonha, acho que mesmo tendo passado mais de 10 anos, ainda pesava que eu fui aluno dela no colégio. Nessa altura, já tava pouco me fodendo: dei um beijo nela.
Começamos a nos beijar bem suave no começo, devagar, bem de leve. Os lábios se roçando, bem molhadinhos. Depois começaram as linguadas, e a gente começou a se beijar bem fundo, com respiração ofegante na boca um do outro. Ela para, me pega pela mão e me leva pro quarto. Lá, me leva pra cama. Me empurra pra cima da cama e vem por cima de mim. Começa a me beijar, e eu começo a acariciar o corpo dela. O corpo dela é divino. Ela tem 38 anos e tudo no lugar. Gostosa, durinha. Peitos médios, empinadinhos, durinhos. Uma bunda pequenininha, mas bem redondinha e perfeita. Pernas duras, firmes. Eu já tava ultra tarado. Ela tirou as meias e a calcinha por baixo do vestido. Quando eu toco e vejo o quanto ela tá molhada, fico louco. Agarro ela e deito na cama. Levanto o vestido dela até tirar e deixar ela nua. Começo a beijar ela na boca, e sentir os peitos dela com as mãos. A boca dela chupa minha língua de um jeito tão sexy que não dá pra descrever. Aquela mina gostosa, muito linda mas talvez sem saber o quanto, tímida, tranquila, parecia ter desaparecido. Ela gemia fundo, enquanto também passava as mãos no meu corpo e colocava a mão dentro da minha calça, pra sentir meu pau bem duro. Comecei a chupar os bicos dos peitos dela: ela se contorcia de prazer. Continuei tocando ela. Voltei a beijar ela. Enquanto beijava, aproximei meus dedos bem molhadinhos de tanto tocar ela (ela tava molhadíssima) dos nossos lábios, e enquanto chupava a língua dela, passei meus dedos cheios dos fluidos dela pelos lábios dela. Ela ficou muito excitada. Gemia, chupava, lambia. Parecia aquela mesma mina tímida, mas transformada numa verdadeira puta. Comecei a chupar a buceta dela. Naquela hora, meu pau quase explodiu. Que gostosa era aquela buceta, por favor. Toda molhada, perfeitinha, com um gostinho maravilhoso. Chupei ela com muito prazer. Passei minha língua no clitóris dela, entre os lábios. Enfiava um, dois dedos enquanto chupava. Às vezes eram beijos de língua, mas entre as pernas dela. Ela teve o primeiro gozo. Não me disse, mas não precisava. Ela se contorceu toda. Eu tava ficando louco. Ela se jogou Por cima de mim, ela começou a baixar minha calça. Tirou meu pau da cueca e começou a chupar. E posso garantir: aquela boquinha linda e gostosa sabia o que fazia. Tinha ritmo, tinha saliva, tinha língua, tinha lábios, tinha profundidade. Chupou devagar e rápido. Chupou com e sem as mãos. Quando chupava e me masturbava, a mão dela deslizava toda no meu pau. Fiquei fácil, umas 2 vezes prestes a gozar. Ela parecia saber, diminuía a intensidade, mas não parava de chupar. Aquela boquinha pequena levou meu pau inteiro até o fundo mais de uma vez, e cada vez que fazia isso, mais eu sentia minhas bolas enchendo de porra.
Peguei ela pelo cabelo enquanto me chupava e vi que ela gostou. Continuou chupando, gemendo com mais profundidade. Nesse ponto, eu já tava descontrolado: puxei ela pelo cabelo pra ficar de bruços na cama e montei por cima. Coloquei a ponta do meu pau de 17 cm, bem grosso, entre os lábios dela. Comecei a esfregar. Quando senti o quanto ela tava molhada, não aguentei: enfiei tudo de uma vez. Ela soltou um gemido abafado, mas intenso. Senti meu pau inchar e que a qualquer momento ia explodir dentro dela, mas tive que me segurar. Não queria gozar ainda, e a gente não tava usando proteção.
Comecei a meter com tudo. Ela adorava. Pedia mais e mais.
Eu ia no ouvido dela, chupava, falava "como você me excita, que gostosa, adoro te foder".
Ela dizia "você tá me matando, tô muito tesuda. Me fode mais, que gostoso, me fode".
Quanto mais forte eu puxava o cabelo dela, mais ela se contorcia. Mordia meus braços, que estavam apoiados ao lado dela. Eu metia por trás, olhando aquele bundão divino levantado, mas com quase todo o corpo dela apoiado na cama. Puxei ela pelo cabelo pra cima. Ela soltou um gemido grave e profundo "ai sim", que de novo quase me fez gozar tudo. Mas me segurei mais uma vez. Coloquei minhas mãos nos peitos dela: os bicos estavam duríssimos! Subi por cima dela e continuei. Dando nela. Eu apalpava os peitos dela, tocava o clitóris dela. Ela tocava no meu pau enquanto eu metia nela e enchia meus dedos com os fluidos dela, que eram pra caralho, e passava nos lábios dela. Ela ficava mais e mais excitada. Depois eu beijava ela, nossas línguas lambiam mutuamente meus dedos cheios dos sucos dela. A gente chupava a boca um do outro.
Peguei ela pelo cabelo de novo, com força. Comecei a meter com tudo. Via aquela bunda quicando na minha cintura, e minhas bolas batendo na bunda dela. Minha vontade era de destruir ela, de estuprar ela. Me joguei em cima dela de novo, mas dessa vez prendi o corpo todo dela contra o colchão. Coloquei uma mão na nuca dela, e segurei firme no cabelo. Comecei a meter com tudo, com fúria. Quanto mais forte eu metia, mais forte eu puxava o cabelo dela. Ela gemia alto, mas com aquela voz fina e rouca. Soltava gemidos profundos e abafados, como se estivesse tão excitada que não conseguisse soltar a voz. Continuei metendo com tudo até ela gozar de novo.
Eu tava morto. Deixei meu corpo cair em cima do dela. Meu pau ainda tava durasso, porque eu não tinha gozado. Mas não aguentava mais. Nem quando tirei meu pau da buceta dela e percebi que ele tava todo branco, dos fluidos dela (de tanto líquido que desceu), o que posso garantir que me deixou ultra excitado, consegui continuar comendo ela. A gente tava os dois exaustos, completamente suados. Ela não parava de gemer e se contorcer na cama. Chupava os próprios dedos. Dava risada sozinha de vez em quando. Eu ria junto com ela. Me mexi só pra chupar um mamilo dela: ela se contorceu toda. Me olhou e começou a rir. Falou "isso foi muito cruel". A gente riu junto, sem fôlego. Ela me olhou e disse: "Isso não é justo. Não vale eu só eu ficar bem."
Ela começou a descer... E começou a chupar meu pau. A primeira coisa que me deixou louco foi como ela saboreou bem todo aquele fluido branco dela que tinha coberto meu pau. Ela esfregou meu pau todo lambuzado por ela mesma nos lábios dela, enquanto me masturbava. E o jeito que ela me fazia... Masturbação... Como a mão dela deslizava no meu pau... Era incrível. Sentia o pau cada vez mais inchado, enquanto ela me chupava. A cabeça dela ia e vinha. Meu pau aparecia e desaparecia entre os lábios dela. A mão dela subia e descia no meu pau.
Comecei a gemer mais forte, e mais forte. Ela não tirava meu pau da boca dela. Até que não aguentei mais...
Foram, sem exagerar, 4 ou 5 jatos fortes, grossos, de muito esperma. E depois mais 3 ou 4 jatinhos, que tiram o último. O primeiro foi tudo na boca dela... Ela continuou chupando. O segundo, tudo na boca dela... Continuou chupando... O esperma começou a escorrer pelo meu pau... O terceiro... Ela chupando... mal tira da boca dela... grande parte do jato de esperma cai dentro... outra parte mancha os lábios dela... cai um pouco na bochecha dela... continua chupando... tira da boca e aponta pros peitos dela... o último ou os dois últimos jatos fortes de esperma mancham os peitos dela... ela tá com a boca cheia de esperma, e continua me punhetando... volta a chupar... os outros jatos saem quando não tá na boca dela... mas a boca dela já tá cheia... ela continua me chupando... esperma escorre pelo canto da boca dela... escorre pelo meu pau... mas ela ainda chupa. Eu tô me contorcendo numa gozada inacreditável, enquanto ela continua chupando meu pau. Termina que todo o esperma cai da boca dela enquanto me chupa. A boca dela fica manchada com alguns respingos de esperma, igual a bochecha. Ela brinca com a língua no meu pau. Deixa vários fios de saliva e esperma entre meu pau e a língua dela. Lambe. Me chupa. Depois encosta a cabeça na minha perna, mas continua tocando meu pau, cheio de esperma.
A gente começou a rir. Não entendemos como aquilo aconteceu.
A noite continuou intensa. A gente trepou umas 2 ou 3 vezes mais. Num momento eu já não aguentava mais, ela tava deitada de barriga pra cima, em cima de mim, e eu masturbava ela. Ela se contorceu e gozou toda, mais uma vez. Ela disse que naquele dia teve uns 5 ou 6 orgasmos. Vai saber se foram verdade, mas o certo é que Fodemos pra caralho.
A gente se viu muitas outras vezes. Numa delas, ela confessou que fui o primeiro cara que ela deixou gozar na boca dela em muito tempo. E bom, tenho que dizer que, por sorte minha, também não foi a última vez que fiz isso.
Todas as nossas encontros foram antológicos. Numa terça-feira qualquer, das 8 da noite até umas 3, 4 da manhã. Fodendo na janela da casa dela, na sala, com a porta da varanda aberta. Sei que mais de uma vez nos viram, e, embora ela seja muito tímida, sei que o fato de sermos vistos a excitava pra caralho. A timidez dela sumia quando ela tinha minha pica na boca. Quando eu puxava o cabelo dela. Quando passava meus dedos molhados dos sucos dela pelos lábios dela. Quando uma vez, depois de ter fodido com muita força, ela me fez uma punheta forte, a mão dela escorregando muito na minha pica, e ao mesmo tempo ela batia minha pica no rosto dela, nos lábios dela, e quando eu gozei, cobri a boca e parte do rostinho divino dela, de menina "boazinha" e tímida, com meu esperma. A timidez dela sumiu quando uma vez, deixando ela de bruços, segurando o cabelo dela com força, mantendo a cabeça dela contra o colchão, cuspi na bunda dela, enfiei um dedo, depois dois, depois a pontinha da minha pica. Ela pediu pra ir devagar, até que não aguentou e começou a repetir "me fode, me fode, me fode!". A timidez dela sumia nesses momentos, e ela se transformava numa putinha divina.
E essa putinha divina foi uma gatinha com quem, intermitentemente, eu me masturbei por mais de 10 anos. E que depois, quando finalmente consegui foder ela, percebi uma coisa impressionante: como eu tinha me contentado com pouca coisa nessas punhetas. Que boa trepada!
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