Vizinha gostosa - Fantasia

Olá, me chamo Ponchomemo e toda manhã eu cruzo com minha vizinha quando vou pro trabalho. Ela é uma mina de 25 anos, muito gostosa, sempre dou um "oi" pra ela. O estranho é que quando chego no fim da tarde, não vejo mais ela.

O caso é que ontem, ao sair de casa, cruzei com ela e depois do "oi" de sempre, ela me deu um sorrisão bonito, então parei e falei:

- E aí, como é que cê tá?
- Bem, - ela respondeu - cê vai pro trampo? Falei que sim.
- Cê tem um minuto? - ela perguntou.
- Um minuto tenho sim, - falei e ela abriu a porta do apê dela.

Entrei atrás dela e ela disse:

- Me desculpa a ousadia, cê pode me ajudar a mover umas caixas? É que pesam demais pra mim. - ela falou.
- Claro que sim, - e fui pro quarto e, poxa, as caixas eram enormes.
- Vão passar pra pegar e tão sempre com pressa - ela disse.

Tirei o paletó e a gravata, arregaçei a camisa e, como as cinco caixas pesavam, depois de 15 minutos eu tinha empilhado tudo do lado da porta da entrada. Ela falou:

- Espera aí que vou pegar um refri.

Entrei no quarto onde tinha deixado meu paletó e ela entrou, tropeçou e derramou a água nas minhas calças.

- Foi mal. - ela disse e passou a mão nas minhas pernas molhadas. Automaticamente, a pica subiu, e ela percebeu, porque a calça tava molhada e deixava mais evidente.

- Uau, que brinquedo danado cê tem. - ela falou. - Tira a calça que na secadora seca em 5 minutos.

Tirei a calça. - Mas a cueca também tava molhada, tira ela também. - ela disse.

Tirei e ela se ajoelhou e começou a chupar como nunca tinham me mamado. A boca dela engolia todo o comprimento da minha pica, a língua apertava contra as paredes da boca, me dando uma sensação indescritível, e assim ia e vinha, minha pica entrava até a garganta dela, até meu gozo explodir na boca dela.

Eu pensei que tinha acabado, mas como eu tava enganado. Ela começou a chupar minhas bolas, com suavidade mas com Firmeza na hora, já subiu de novo. Ela montou em cima de mim, de olhos fechados, e da garganta dela saía um ronronar de gato, parecia que tava em êxtase. Começou a se mexer devagar, mas com muita intensidade. Mordia meu peito, meu pescoço, e a cintura dela não parava, cada vez mais rápido, mais frenético.

De repente, se jogou pra trás, gemendo alto, voltou pra frente, me mordeu de novo, me beijou, me acariciou, e começou a chupar de novo. Tentei tomar o controle, mas ela tava solta. Ajoelhou, me mostrou a bunda, rosadinha, apetitosa, e foi ali que eu meti o pau. Como tava bem lubrificada com a saliva dela, encaixei e empurrei devagar, mas com firmeza. Esperava que reclamasse de dor, mas ela disse, quase me ordenou, que metesse de uma vez, que já não aguentava mais esperar.

Eu me irritei e meti com força, de uma vez. Ela gritava:

— Assim, assim, mais forte — e eu metia sem parar. Comecei a dar tapas na bunda gostosa dela, e ela gritava mais alto, mais alto, e eu metia sem parar, mais tapas, mais forte. De repente, gozei pela segunda vez.

Ela percebeu, virou e mais um boquete, chupada de bola, pau até a garganta. Eu tava exausto, precisava de um intervalo, um café, um cigarro. Ela levantou, me deu um beijo no rosto, disse obrigada, e entrou no banheiro dela.

Eu me vesti, porque ia chegar muito tarde no trabalho. Falei pela porta que tinha que ir, que veria ela amanhã. Ela disse ok, que eu era um bruto, que tinha gostado muito, que fechasse a porta ao sair.

Saí e me senti como um boneco que tinham usado, mas amanhã eu tomaria o controle.

O que vocês acham? Não teve amanhã. Naquela tarde ela se mudou, e eu só espero vê-la de novo pra tomar o controle.

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