Quem diria isso

Raquel é uma garota de 21 anos que conheci no trem e tem algum tipo de paralisia, pois caminha com certa dificuldade. Nos tornamos amigos, nos damos muito bem. Eu tenho 33 anos, faço muito esporte e me mantenho muito bem. Ela tem olhos cinzentos muito bonitos e, deixando de lado seu problema, é uma garota muito linda, com bons seios e melhor bunda, se esforça por não se deixar vencer pelo defeito, como ela o chama. Nos encontramos todos os mercredis na estação e viajamos conversando, quase todo o trajeto, um dia perguntei se me dava seu número de telefone para poder ligá-la, me o deu, e um viernes liguei, perguntei se gostaria de sair tomar algo, disse que sim, -nos encontramos onde sempre. Perguntei onde queria ir, -onde você quiser-. Me disse, então vamos à minha casa.- disse eu, ela um pouco desconfiada me disse: à sua casa, para qué?, disse eu: -mira Raquel, se não queres podemos ir onde você escolher-, me olhou com esses grandes olhos brilhantes que transmitiam certa picardia e aceitou. Comentei que seria melhor pedir comida e sorrindo disse: ¡¡¡tienes que escolher o menu desta noite!!!!, eu sou divorciado e vivo sozinho, portanto estou bastante acostumbrado ao delivery e quase sempre termino na pizza. Chegamos, entramos e perguntei se queria tomar algo, disse que sim, e se possível uma gaseosa dietética melhor, pois tomava medicamentos que não podia beber nada que contenha álcool. Pus dois vasos com gaseosa e nos sentamos a conversar, e me contou que estava fazendo terapia de natação, mas que não gostava, pois tinha vergonha do seu corpo, ¿vergonha?? perguntei, não vi que tenho um pouco deformado, disse. Vamos Raquel, não sejas tonta!!!!, levanta o ânimo, você é uma garota atraente¡¡- disse eu . Claro, muito atraente, ninguém me olha como mulher, me olham como uma enferma, hee, para-, disse eu, não te trates assim, qualquer homem queria estar entre seus braços. Se me diga onde há algum, pois em 21 anos que tenho nunca tive ninguém. Dale Raquel, você vai me dizer que nunca te deitaste com alguém!!!!- , -Eu?, não!!!!, sou virgem!!!! - disse ela. -Bom, agora vai chegar o tipo que se apaixone por você-, e continuamos falando sobre qualquer tema, até que ela me diga se eu me apaixonaria por uma mulher assim. Claro que sim, eu disse, sinto ter muitos mais anos que você, senão estou seguro de te pedir que seja minha namorada. Ela me olhou muito fixamente e disse, de verdade você me diz isso, claro tonta, quem não se pode apaixonar por uma garota como você-. Seguro você me diz isso porque não me vistes nua, meu corpo não atrae ninguém-, ela disse Raquel. Eu me levantei, me aproximei dela e dei um beijo na boca, ela me olhou e disse, o que você está fazendo?. Nada, beijando você eu disse eu. Você gosta de mim?, perguntou. Claro que sim, eu digo. Me levanto e a beijo novamente, ela responde ao beijo e acaricia suas tetas, ela me olha e sorri, minha cock se endureceu e doeu debaixo do jeans, ela perguntou, -você vai fazer uma mulher de mim?- .- Queres que eu faça uma mulher de você?-, eu disse, acaricio suas tetas por dentro da camiseta,- e se não, fuck you asco¡¡-, ela disse. Eu a levantei nos braços e a levei para o quarto, a acertei muito suavemente, enquanto a beijava, tirei sua roupa e me surpreendi que não a havia imaginado com tetas tão boas, a deixo toda nua e beijo suas tetas, minha mão vai até seu pussy e a acaricio, ela trepida de prazer, se retorce, está molhada,- não fuck you asco?- disse. Como resposta, saco meu cock que estou dura e digo chupamela, vez como a tenho, -pensas que se me desse asco como você diz estaríamos assim?, ela abriu sua boca e meteu minha cock , ensine-me tudo¡¡ - disse ela, lamela- eu disse, assim¡¡¡ agora mete a cabeça na tua boca e passa a língua, assim, ¡¡vez que bem chupas a cock!!, disse eu, enquanto meu dedo indicava busca o interior da vagina que se sentia húmida libertando líquidos... eu me desnuvo e me deito ao seu lado, acaricio seu corpo, ela suspira e goza, eu me abaixo até Beijei sua peluda e usei a palavra: pussy, separou os lábios vermelhos e meti a língua que forma um círculo, ela grita de prazer, está louca, empurra minha cabeça entre suas pernas e me pede que eu a meta, faça o que você quiser, meto dois dedos e suavemente entram e saem, então me levanto e acomodo o pênis em sua porta virginal da usei a palavra: pussy, faço um pouco de força e não entra, ela diz, dale,-¡¡rompa-me de uma vez!!-, eu faço mais força e sinto como meu pênis abre sua usei a palavra: pussy, clava suas unhas em minha espinha e grita de dor, sinto como líquido quente sai da usei a palavra: pussy, me beija na boca, abre os lábios e sua língua se enreda com a minha, começo a meter sacar devagar e beijo suas tetas, ela chora e diz:-que prazer sinto¡¡-, segui, segui sinto algo em meu estômago, me abraça forte e tem um orgasmo terrível, treme e se sacode enquanto geme e grita louca –não pares..não pares..ahhhhggg¡¡¡¡aaaayyyyyya¡¡¡¡ eu a tomo do cabelo e penso que se acabo dentro dela posso deixá-la grávida, ela me pergunta se havia largado algo dentro de ela, e eu lhe digo que não, -o que você vai fazer agora?- ela me pergunta, date volta que te vou romper o cu também, e aí sim que te encho o bumbum de culos, ela me pede que a ajude a dar volta, ponho uma almofada debaixo do ventre e a deixo com o bum bem levantado, e começo a chupar o agujerito, pequeno e beludo, o chupo e massajo com o dedo indicador, escupo e meto um dedo de pouco, a ouço gritar, Raquel isso pode doer-lhe disse,!! dale¡¡rompa-me o cu¡¡, encha-o de culos, quero seu culos, ponho muito lubrificante e meto um dedo, ela contraio o ânus, e lhe digo, Raquel, relaxa te vai doer menos. A ouço respirar fundo e dizer: dale agora¡¡ meto um dedo e nada meto dois dedos, geme e se queixa aaayyyyyyy¡¡¡. Me levanto, a pongo em quatro e apoio a cabeça do pênis em seu bumbum e faço Força e escapa para um lado, está fechado muito bem, volto a tentar, empurro agarrando o pau até que a cabeça do meu pau vence a resistência do esfíncter, quando entra de sua boca sai um grito terrível de dor, -aaaayyyyyyy, dói! -, fico quieto por um momento e dou outro empurrão, e outra vez um grito muito forte, aaaaaaaaaahhhhhhyyyyy! -, sinto-me mais excitado e volto a empurrar com mais força, eu o meto até a metade, ela volta a gritar mais forte e entre gemidos, outros gritos e lágrimas me dizia: - dale metela toda, rompelo- em um último empurrão eu a meto toda, ela abre a boca como se tivesse ficado sem ar, e fico quieto até que se acostume o cu, sinto o cu apertando muito forte o pau que está todo dentro e despacio a retiro e de um sacudão a enterro até o fundo esperando que volte a gritar e fazia ayyyyy, aaayyyy!!! Deus, que dor! ayyyyy! aaaaayyyyy! cada vez que grita sinto-me mais excitado e sinto terribles ganas de partirla, sinto que cada vez que empurro com força algo se desgarra e também empurro os sores para trás ao estômago e me enloquece e começo a bombear com toda a força que posso e ela grita, geme, chora e pede mais... me alienta a que se o coja forte, dale fuerte!!, assim... asiii! aaaaayyyyy! ¡¡¡ acabá dentro de meu cuuuu!!!, não a saques, e chora, grita, geme apertando com forças as sábanas e as leva à boca para apagar um pouco o som dos gritos quero teu cum em meu cu, dale rómpelo bem, me pede enquanto eu faço um mete-saca cada vez mais forte até explodir dentro e começar a preencher-lhe o cu de cum, e sigo bombando e o cum se escorre por suas pernas para as sábanas é de um cor marron oscuro cheio de merda, -sinto teu cum em meu cu- diz -, assim llenalo bem, vaciaté bem dentro de meu cu que para isso é tuyo-, me diz - se seguí dándome cum, caí rendido sobre ela, duas vezes acabei dentro sem sacá-la e assim Nós ficamos até que comece a diminuir meu pau e se retire sozinho do cu, eu olho para o meu pau e vejo-o todo marrão de caca e algo de sangue, e olho seu bumbum despedindo culos com caca e sangue sobre a sábana. 'Obrigado' disse ela, - obrigado por quê? Pergunto- por me acupar- disse. Desvirgastei-lhe o uso da palavra: concha e rompi o seu cu, fiz muito feliz-, baixo a vista para meu entreperna vejo meu pau flácido e sujo e se aproxima com a língua fora e começa a beijá-la e meter-se-lhe toda na boca até deixá-la limpa…quando termina se levanta e me diz:- agora tenho que ir, você vai me acompanhar?-, pergunta, seguro que sim se eu disser, nos levantamos, nos lavamos e aacompanho até sua casa, e me disse que quando quiseremos podemos fazer isso as vezes que tivermos vontade, que ela se sentia minha. Não sei se fiz bem ou mal, é uma dúvida que tenho. Mas que pegada que nos demos.

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