Verónica é uma adolescente gostosa. Tem 18 anos, 1,74m, magrinha, cabelos loiros, peitos lindos e grandes, e uma bunda bem empinada que é admirada por muitos homens. Ela tinha acabado de tomar banho, se vestiu e foi pro trabalho. Faz um mês que trabalha num asilo. Ela mentiu sobre a idade, disse que tinha 21, e como tinha um corpão que aparentava essa idade, não teve problema pra conseguir o emprego. Cuidava de homens adultos com mais de 65 anos, que estavam lá por vários problemas de família, mas a saúde deles era boa. Hoje ela ia trabalhar à noite, nunca fazia isso — o horário dela era de manhã, mas Susana, uma colega, pediu pra trocar o turno porque tinha que ir num aniversário.
Ela chega no asilo e Maria abre a porta: — Oi, como cê tá? — Tô bem, já pode ir embora pra não chegar tarde em casa. — É, cê tem razão, já tava pronta. Susana me falou que você vinha substituir ela, porque hoje ela tem uma festinha de família. Até amanhã, Vero, boa noite. — Até amanhã, tomara que seja. Espero que todo mundo descanse bem hoje à noite.
Verónica fecha a porta, vai pro vestiário e se troca. Veste o uniforme, mas sem nada por baixo, só uma calcinha fio dental. Tava muito calor lá dentro, a calefação tava no talo porque era inverno. Ela começa a percorrer os quartos pra ver se todo mundo já tava na cama, já que normalmente eles dormiam cedo e viam TV até bater o sono. Ela estranha encontrar os quartos vazios. Chega na sala de música e leitura e lá estão todos. Achou estranho ver todo mundo junto, como se esperassem alguma coisa, já que depois do jantar a maioria ia pro quarto. No total, tinha 14 homens internados de idades diferentes. Ela decide mandar todo mundo pros quartos, já que era bem tarde. Fala: — Bom, já é hora de ir dormir, cada um pro seu quarto. — Olha aqui, mocinha, quem disse que a gente quer dormir? — responde João. — Porque é Tarde, Dom Juan. Pelo que eu sei, a essa hora todo mundo já tá na cama. — Mas hoje é um dia especial — diz Antônio, olhando pra ela de um jeito estranho. Ela não sabe o que fazer, tava acostumada a todo mundo dar atenção pra ela durante o dia, mas o que tava rolando? Tava ali sozinha nessa situação. De repente, todos formam um círculo ao redor dela. Alguém a pega por trás e tapa a boca dela pra não gritar. Várias mãos seguram ela. Ela quer se soltar, mas não consegue. O medo toma conta dela: — Não grita, você vai passar uma boa noite com a gente — diz João. Ela quer se soltar, mas não consegue. Muitas mãos percorrem o corpo dela. Levam ela pra um quarto que usam quando algum deles não tá bem de saúde, com as paredes revestidas de um material que abafa barulhos chatos. Tiram o uniforme dela. Os peitos lindos dela ficam à mostra. Só a calcinha fio-dental cobre o corpo dela. Amarram ela na cama, com as mãos e pernas abertas. Todos começam a se despir. Verônica quer gritar, mas colocaram uma mordaça oval na boca dela. Ela olha aterrorizada enquanto todos, pelados, cercam a cama. Alguns tão com as picas murchas, mas outros tão de pau duro. O olhar dela vai de um lado pro outro. Duas picas chamam a atenção dela: são descomunais, a do João e a do Antônio. Ela não tem muita experiência, mas daquele tamanho só viu nos filmes pornô que costumava ver com as amigas. João pega uma tesoura e corta a calcinha fio-dental. Ela se depilava deixando um coração formado pelos pelinhos. Na vista de todos, os lábios dela ficam expostos. João, que parece ser o líder, diz pra ela: — É melhor você colaborar, pode passar bem com a gente. A um sinal dele, um por um vão passando e apalpando ela. Tocam nos peitos dela, chupam os bicos, mordem. Ela se contorce inutilmente. Descem até a pussy, abrem ela, penetram com os dedos, chupam provando o gosto dos sucos dela. Embora ela queira fugir, sem perceber, tudo isso faz os sucos dela fluírem. Ela não quer ficar excitada, mas a pussy Os sucos começam a escorrer. O pano que tapa a boca dela está sufocando ela com a agitação de querer fugir e a excitação do que está rolando. Antonio percebe e tira, dizendo: Se gritar, vai se dar mal – ele faz um sinal e todos ficam ao redor da cama. João se aproxima, se deita na cama, ela olha assustada, ele tem o pau descomunal entre as pernas dela. Os sucos molharam a buceta dela, mas esse pau é muito grande. Ele pressiona e, de uma só vez, a penetra, enfiando tudo. Verônica sente uma dor aguda, quer gritar, mas uma mão tapa a boca dela. Lágrimas escorrem dos olhos dela. Ele começa a se mover, o pau chafurda lá dentro não só pelos sucos, mas pelo sangue que sai da buceta dela rasgada. Ela muitas vezes fantasiava ser estuprada, isso a excita. Ele percebe e começa a meter com força, tira a mão da boca dela porque sabe que ela não vai mais gritar. Ele se move por vários minutos, ela sente um fogo na buceta. Ele aperta os peitos dela e começa a jorrar jatos de porra que se misturam com todos os sucos dela lá dentro. Ele se levanta e, um por um, começam a se deitar sobre ela. A buceta dela está dilatada, os paus são menores, embora bem duros – com certeza tomaram Viagra pra ficar assim. Ela já não sente dor, isso causa uma excitação maior nela. Ela não deseja, mas os orgasmos não demoram a chegar. A buceta dela está cheia de porra, ardendo, com restos de sangue. Os peitos dela estão doloridos de tanto que tocam e mordem os mamilos dela, mas os orgasmos continuam vindo. Ela não os deseja, mas mesmo assim continua aproveitando. Só falta o último, Antonio. Ela vê ele e volta a se sentir mal. Ele tem um pau imenso, não tão grosso quanto o de João, mas extremamente comprido. Ele a penetra, ela sente de novo uma grande ardência apesar de estar dilatada. O pau bate contra o útero dela. Ele arremete com tudo. Era muito estranho, ela estava sendo estuprada e curtindo aquele pau. Ele causava uma sensação diferente das anteriores. E o maldito velho notava como ela estava excitada, esquecendo a dor e sentindo uma onda de prazer. A pélvis dela se movia ritmicamente, a pica começou a cuspir porra batendo no fundo da buceta. Um grande orgasmo a surpreendeu, ela não conseguiu evitar gemer. Ele olhou para ela sorrindo e disse: "Parece que você acabou gostando da festa." Começou a desamarrá-la: "Isso foi tudo por hoje. Você já deve trocar o turno de novo quando precisarmos de você." Verônica se levantou dolorida, todos foram saindo do quarto. Ela estava parada ao lado da cama vestindo o uniforme, sentia a porra escorrendo da buceta e escorrendo pelas pernas. Olhou para Antonio com cara de raiva, embora por dentro pensasse o contrário. Essa experiência ela não esqueceria, sua fantasia de ser estuprada tinha se realizado. Ia pegar ele sozinho depois e com certeza daria o cu, que ainda era virgem. Todos já estavam no dormitório, provavelmente dormindo. Ela estava muito dolorida para verificar se era verdade. Estava tomando banho para eliminar vestígios de tudo que aconteceu. A buceta dela tinha ficado ardendo, mas ainda estava excitada com o ocorrido. Enquanto lembrava, começou a se masturbar debaixo do chuveiro. Não tinha notado que estava sendo observada. Sentiu uma mão nas costas, se virou assustada, e lá estava ele, como se tivesse interpretado seus desejos, nu e com a pica longa dura. Começou a acariciar as costas dela, a percorrer o corpo com as mãos. Ela se deixou levar, o desejo a invadia. Abaixou o corpo para frente, colocando as mãos na pia, deixando a bunda à mercê dele. Antonio começou a brincar com ela. Os dedos dele faziam círculos na entrada, molhava os dedos nos sucos da buceta e com eles começava a penetrar o cu. Estava muito apertado, mas aos poucos se dilatava. Acariciava o clitóris dela com uma mão e com a outra continuava trabalhando aquela bunda linda. Ela gemia, estava tão excitada que já precisava sentir a pica dentro dela: "Me dá. Penetra-me, Yaaaaa, faz isssooo. Ele sabia que o pau dele era grande demais pra aquela bunda. Tavam do lado do chuveiro, o sabão seria ideal pra penetrar ela. Ensaboou o pau dele e colocou naquele buraquinho tão desejado. Pegou ela pela cintura, puxou pra perto e apertou um pouco. A cabeça entrou, ela sentiu e gemeu. Antes que ela se arrependesse, puxou ela de uma vez, e a espuma de sabão fez o pau deslizar naquele canal tão apertado. O grito da Verônica foi terrível, ela pedia pra ele tirar. Ele foi acalmando ela, acariciando as costas dela, os peitos dela, até que ela foi se dilatando e o cu se acostumou com um pau daqueles. Devagar, ele começou a se mexer, acariciando o clitóris dela. Ela começou a gemer, a acompanhar os movimentos. Cada vez ficava mais rápido, mais forte. O orgasmo que ela teve fez ela se contrair. Ele sentiu como o cu, ao se contrair, apertava o pau dele e provocava uma gozada linda, enchendo aquele cu de sêmen. Ela se endireitou. Agora sim, ela ia ter que se cuidar por uns dias. Tinha a buceta ardendo, o cu destruído, mas o que ela tinha gozado fazia ela esquecer tudo isso. Ele olhou pra ela, sorriu e disse: "Fazia tempo que eu não gozava como hoje. De agora em diante, você vai ser só minha." Virou as costas e foi embora. "Vamos ver se eu deixo outra vez", gritou Verônica, sorrindo, e voltou pra debaixo do chuveiro, pensando na próxima vez. Verônica ia pra casa dela. O que aconteceu no asilo ainda mexia com a mente dela. Sentia dor no corpo todo pela violação que sofreu, mas, ao mesmo tempo, ao pensar em tudo que aconteceu, voltava nela uma excitação muito diferente do que sempre sentia. Não ia contar nada pras colegas de trabalho sobre o que aconteceu. Não ia mais trabalhar à noite pra isso não acontecer de novo. Passou um tempo. No asilo, quando ela passava perto do Antônio, ele sempre tocava nela, mas não se animava a fazer mais que isso, porque durante o dia tinham outras pessoas trabalhando. Até que um dia, Antônio foi morar com um filho, e tudo voltou ao normal. Verónica transou com vários amigos, mas aquela excitação que sentiu ao ser estuprada nunca mais se repetiu. No fundo, ela desejava passar por aquilo de novo, e sem perceber, até procurava por isso. Começou a andar à noite em lugares desertos, como se esperasse que algo acontecesse. Naquela noite, tinha bebido uns copos com uns amigos, se despediu deles e não aceitou que a levassem pra casa. Atravessava um parque quando viu umas sombras vindo na direção dela. Sentiu um arrepio pelo que podia rolar. Já estavam na frente dela: eram dois caras de meia-idade. — Tem fogo? — perguntou um deles, com um cigarro na mão. Ela parou pra responder que não fumava. De repente, alguém apareceu por trás, colocou a mão na boca dela. Tinha alguma coisa ali. O clorofórmio fez efeito e ela começou a apagar. Acordou sem saber onde estava. Tava numa cama, tinham tirado toda a roupa dela, ela estava pelada, de bruços, com o rosto virado pro teto e os braços amarrados na cabeceira. Virou a cabeça e olhou pros lados. À direita, numa poltrona, vários caras pelados de idades diferentes olhavam pra ela enquanto acariciavam os próprios paus. A mente dela ainda tava confusa. Quando viram que ela acordou, levantaram e um disse: — Finalmente acordou, a festa vai começar. Ele se aproximou e começou a passar a mão no corpo da Verónica, apertando os peitos dela. Ela tentou se soltar, chutar ele com as pernas livres. Como resposta, levou um tapa violento. Ela gemeu de dor, gritou. Ele deu outro tapa ainda mais forte. Os tapas fizeram ela acordar de vez. Um deles abriu as pernas dela, enfiou a cabeça entre elas, procurando a buceta, e começou a lamber os lábios vaginais com a boca, chupando o clitóris dela. Várias mãos agarraram os peitos dela. Alguém colocou um pau na boca dela. Verónica se entregou ao prazer. Era inútil resistir. Ela ficou excitada, começou a se molhar. Foi penetrada por um pau. Que entra de um só empurrão até o fundo, causa uma dor forte, a pica entra e sai da buceta dela e a dor dá lugar ao prazer. Um após o outro vão penetrando ela e gozando dentro, ela tem vários orgasmos, tá exausta. De repente, desamarram ela, ela se acalma pensando que acabou tudo. Levantam ela da cama, ela tá tonta. Do lado da cama, vê uma coisa estranha que dá pânico nela, já tinha visto em filmes: um cepo com três buracos, o do meio maior pro pescoço e os menores pras mãos. Colocam ela nele, abaixam a outra parte articulada, ela fica presa, agachada pra frente, de joelhos e com a raba bem empinada. Cercam ela, sente alguém abrindo as nádegas dela. Uma língua brinca com o cu dela, faz círculos em volta, penetra, vai dilatando. Um deles se coloca na frente dela, se ajoelha, a pica dele tá bem dura. Pega ela pelo cabelo, levanta a cabeça dela e enfia a pica na boca dela. Ela se sente sufocada, mas mesmo assim começa a chupar, sabe que se não fizer, vão castigar ela. Sente uma dor aguda, alguém penetrou o cu dela. Se mexe dentro dela, ela não pode gritar, a pica que tem na boca impede. O movimento cada vez é mais rápido, o cu vai se acostumando, arde mas ao mesmo tempo sente um puta prazer. De repente, sente que tão gozando dentro dela, a pica sai do cu dela, penetram de novo, e acontece a mesma coisa que com a buceta dela: um a um vão abrindo o cu dela. Ela chupa as picas que vão se alternando na boca dela, tem a boca cheia de porra, engole um pouco e o resto escorre pelo canto dos lábios. Um após o outro vão ocupando todo lugar que encontram livre. Apesar da dor, ela tem vários orgasmos. Tá exausta, sente que vai desmaiar. Libertam ela do cepo. Verônica pensa que agora sim acabou tudo, já que penetraram ela pelos dois buracos. Seguram ela entre dois, levam ela até um sofá. Tem um jovem com um pau comprido e grosso sentado com a bunda na borda e meio reclinado. Colocam ela... Obrigam ela a se ajoelhar no sofá com as pernas abertas sobre o jovem, ele coloca o pau na entrada da buceta, deixam ela cair, e aquele pau duro e grosso penetra a buceta, mesmo sendo muito grande, ela está bem dilatada, cheia de esperma e dos próprios sucos por tudo que aconteceu. Ela se segura nos braços do sofá para não cair, e ele começa a movê-la, ela está montando nele, por sorte nessa posição está mais descansada. O movimento e o tamanho de um membro tão grande fazem ela gozar apesar do cansaço, quando de repente sente alguém se colocar atrás dela, empurra a cabeça dela para frente, dá várias palmadas nela castigando, abre as nádegas dela e a penetra de uma vez. Ela grita, sente um pau enorme dentro do cu dela, tão grande quanto o que Antonio meteu nela naquela vez. As estocadas são cada vez mais fortes, ela vira o rosto e vê quem está atrás, não podia acreditar, era ele, o velho do asilo. Sentia que estava partindo o cu dela em dois, mas a dor não impedia a excitação e o prazer. Os dois paus entravam e saíam, se roçavam e batiam dentro dela, os sucos dela enchiam a buceta e começavam a escorrer pelas pernas dela. O jovem que estava embaixo chupava os peitos dela, sugando os mamilos, ela esqueceu de tudo ao redor, o prazer era imbatível, desejava que nunca acabasse. De repente, tudo acelera, ela sente os paus gozarem dos dois lados, um após o outro, um orgasmo forte a sacode, o corpo dela treme, ecoa nos ouvidos dela a voz de Dom Antonio: — Sabia que isso ia acontecer de novo com você, quem está debaixo de você é meu filho, você teve a sorte de aproveitar dois paus estupendos. De repente, sentiu novamente um lenço no rosto, o clorofórmio a desmaiou, vestiram ela e levaram de volta ao parque, deixando-a sentada num banco. Quando Verônica acordou, tudo veio à mente dela, pensou primeiro que tinha sido um sonho, mas ao se levantar, a dor no corpo dela trouxe ela à realidade. Ao andar, sentia como se Os sucos e o esperma que tinham deixado dentro dela começavam a escorrer e desciam pelas pernas dela, já que não tinham colocado a calcinha fio dental. Ela seguiu devagarzinho pra casa. O prazer que tinha sentido fazia esquecer qualquer dor. Seu Antonio sabia dar o que ela tanto desejava. Ela já começava a pensar se teria uma terceira vez.
Ela chega no asilo e Maria abre a porta: — Oi, como cê tá? — Tô bem, já pode ir embora pra não chegar tarde em casa. — É, cê tem razão, já tava pronta. Susana me falou que você vinha substituir ela, porque hoje ela tem uma festinha de família. Até amanhã, Vero, boa noite. — Até amanhã, tomara que seja. Espero que todo mundo descanse bem hoje à noite.
Verónica fecha a porta, vai pro vestiário e se troca. Veste o uniforme, mas sem nada por baixo, só uma calcinha fio dental. Tava muito calor lá dentro, a calefação tava no talo porque era inverno. Ela começa a percorrer os quartos pra ver se todo mundo já tava na cama, já que normalmente eles dormiam cedo e viam TV até bater o sono. Ela estranha encontrar os quartos vazios. Chega na sala de música e leitura e lá estão todos. Achou estranho ver todo mundo junto, como se esperassem alguma coisa, já que depois do jantar a maioria ia pro quarto. No total, tinha 14 homens internados de idades diferentes. Ela decide mandar todo mundo pros quartos, já que era bem tarde. Fala: — Bom, já é hora de ir dormir, cada um pro seu quarto. — Olha aqui, mocinha, quem disse que a gente quer dormir? — responde João. — Porque é Tarde, Dom Juan. Pelo que eu sei, a essa hora todo mundo já tá na cama. — Mas hoje é um dia especial — diz Antônio, olhando pra ela de um jeito estranho. Ela não sabe o que fazer, tava acostumada a todo mundo dar atenção pra ela durante o dia, mas o que tava rolando? Tava ali sozinha nessa situação. De repente, todos formam um círculo ao redor dela. Alguém a pega por trás e tapa a boca dela pra não gritar. Várias mãos seguram ela. Ela quer se soltar, mas não consegue. O medo toma conta dela: — Não grita, você vai passar uma boa noite com a gente — diz João. Ela quer se soltar, mas não consegue. Muitas mãos percorrem o corpo dela. Levam ela pra um quarto que usam quando algum deles não tá bem de saúde, com as paredes revestidas de um material que abafa barulhos chatos. Tiram o uniforme dela. Os peitos lindos dela ficam à mostra. Só a calcinha fio-dental cobre o corpo dela. Amarram ela na cama, com as mãos e pernas abertas. Todos começam a se despir. Verônica quer gritar, mas colocaram uma mordaça oval na boca dela. Ela olha aterrorizada enquanto todos, pelados, cercam a cama. Alguns tão com as picas murchas, mas outros tão de pau duro. O olhar dela vai de um lado pro outro. Duas picas chamam a atenção dela: são descomunais, a do João e a do Antônio. Ela não tem muita experiência, mas daquele tamanho só viu nos filmes pornô que costumava ver com as amigas. João pega uma tesoura e corta a calcinha fio-dental. Ela se depilava deixando um coração formado pelos pelinhos. Na vista de todos, os lábios dela ficam expostos. João, que parece ser o líder, diz pra ela: — É melhor você colaborar, pode passar bem com a gente. A um sinal dele, um por um vão passando e apalpando ela. Tocam nos peitos dela, chupam os bicos, mordem. Ela se contorce inutilmente. Descem até a pussy, abrem ela, penetram com os dedos, chupam provando o gosto dos sucos dela. Embora ela queira fugir, sem perceber, tudo isso faz os sucos dela fluírem. Ela não quer ficar excitada, mas a pussy Os sucos começam a escorrer. O pano que tapa a boca dela está sufocando ela com a agitação de querer fugir e a excitação do que está rolando. Antonio percebe e tira, dizendo: Se gritar, vai se dar mal – ele faz um sinal e todos ficam ao redor da cama. João se aproxima, se deita na cama, ela olha assustada, ele tem o pau descomunal entre as pernas dela. Os sucos molharam a buceta dela, mas esse pau é muito grande. Ele pressiona e, de uma só vez, a penetra, enfiando tudo. Verônica sente uma dor aguda, quer gritar, mas uma mão tapa a boca dela. Lágrimas escorrem dos olhos dela. Ele começa a se mover, o pau chafurda lá dentro não só pelos sucos, mas pelo sangue que sai da buceta dela rasgada. Ela muitas vezes fantasiava ser estuprada, isso a excita. Ele percebe e começa a meter com força, tira a mão da boca dela porque sabe que ela não vai mais gritar. Ele se move por vários minutos, ela sente um fogo na buceta. Ele aperta os peitos dela e começa a jorrar jatos de porra que se misturam com todos os sucos dela lá dentro. Ele se levanta e, um por um, começam a se deitar sobre ela. A buceta dela está dilatada, os paus são menores, embora bem duros – com certeza tomaram Viagra pra ficar assim. Ela já não sente dor, isso causa uma excitação maior nela. Ela não deseja, mas os orgasmos não demoram a chegar. A buceta dela está cheia de porra, ardendo, com restos de sangue. Os peitos dela estão doloridos de tanto que tocam e mordem os mamilos dela, mas os orgasmos continuam vindo. Ela não os deseja, mas mesmo assim continua aproveitando. Só falta o último, Antonio. Ela vê ele e volta a se sentir mal. Ele tem um pau imenso, não tão grosso quanto o de João, mas extremamente comprido. Ele a penetra, ela sente de novo uma grande ardência apesar de estar dilatada. O pau bate contra o útero dela. Ele arremete com tudo. Era muito estranho, ela estava sendo estuprada e curtindo aquele pau. Ele causava uma sensação diferente das anteriores. E o maldito velho notava como ela estava excitada, esquecendo a dor e sentindo uma onda de prazer. A pélvis dela se movia ritmicamente, a pica começou a cuspir porra batendo no fundo da buceta. Um grande orgasmo a surpreendeu, ela não conseguiu evitar gemer. Ele olhou para ela sorrindo e disse: "Parece que você acabou gostando da festa." Começou a desamarrá-la: "Isso foi tudo por hoje. Você já deve trocar o turno de novo quando precisarmos de você." Verônica se levantou dolorida, todos foram saindo do quarto. Ela estava parada ao lado da cama vestindo o uniforme, sentia a porra escorrendo da buceta e escorrendo pelas pernas. Olhou para Antonio com cara de raiva, embora por dentro pensasse o contrário. Essa experiência ela não esqueceria, sua fantasia de ser estuprada tinha se realizado. Ia pegar ele sozinho depois e com certeza daria o cu, que ainda era virgem. Todos já estavam no dormitório, provavelmente dormindo. Ela estava muito dolorida para verificar se era verdade. Estava tomando banho para eliminar vestígios de tudo que aconteceu. A buceta dela tinha ficado ardendo, mas ainda estava excitada com o ocorrido. Enquanto lembrava, começou a se masturbar debaixo do chuveiro. Não tinha notado que estava sendo observada. Sentiu uma mão nas costas, se virou assustada, e lá estava ele, como se tivesse interpretado seus desejos, nu e com a pica longa dura. Começou a acariciar as costas dela, a percorrer o corpo com as mãos. Ela se deixou levar, o desejo a invadia. Abaixou o corpo para frente, colocando as mãos na pia, deixando a bunda à mercê dele. Antonio começou a brincar com ela. Os dedos dele faziam círculos na entrada, molhava os dedos nos sucos da buceta e com eles começava a penetrar o cu. Estava muito apertado, mas aos poucos se dilatava. Acariciava o clitóris dela com uma mão e com a outra continuava trabalhando aquela bunda linda. Ela gemia, estava tão excitada que já precisava sentir a pica dentro dela: "Me dá. Penetra-me, Yaaaaa, faz isssooo. Ele sabia que o pau dele era grande demais pra aquela bunda. Tavam do lado do chuveiro, o sabão seria ideal pra penetrar ela. Ensaboou o pau dele e colocou naquele buraquinho tão desejado. Pegou ela pela cintura, puxou pra perto e apertou um pouco. A cabeça entrou, ela sentiu e gemeu. Antes que ela se arrependesse, puxou ela de uma vez, e a espuma de sabão fez o pau deslizar naquele canal tão apertado. O grito da Verônica foi terrível, ela pedia pra ele tirar. Ele foi acalmando ela, acariciando as costas dela, os peitos dela, até que ela foi se dilatando e o cu se acostumou com um pau daqueles. Devagar, ele começou a se mexer, acariciando o clitóris dela. Ela começou a gemer, a acompanhar os movimentos. Cada vez ficava mais rápido, mais forte. O orgasmo que ela teve fez ela se contrair. Ele sentiu como o cu, ao se contrair, apertava o pau dele e provocava uma gozada linda, enchendo aquele cu de sêmen. Ela se endireitou. Agora sim, ela ia ter que se cuidar por uns dias. Tinha a buceta ardendo, o cu destruído, mas o que ela tinha gozado fazia ela esquecer tudo isso. Ele olhou pra ela, sorriu e disse: "Fazia tempo que eu não gozava como hoje. De agora em diante, você vai ser só minha." Virou as costas e foi embora. "Vamos ver se eu deixo outra vez", gritou Verônica, sorrindo, e voltou pra debaixo do chuveiro, pensando na próxima vez. Verônica ia pra casa dela. O que aconteceu no asilo ainda mexia com a mente dela. Sentia dor no corpo todo pela violação que sofreu, mas, ao mesmo tempo, ao pensar em tudo que aconteceu, voltava nela uma excitação muito diferente do que sempre sentia. Não ia contar nada pras colegas de trabalho sobre o que aconteceu. Não ia mais trabalhar à noite pra isso não acontecer de novo. Passou um tempo. No asilo, quando ela passava perto do Antônio, ele sempre tocava nela, mas não se animava a fazer mais que isso, porque durante o dia tinham outras pessoas trabalhando. Até que um dia, Antônio foi morar com um filho, e tudo voltou ao normal. Verónica transou com vários amigos, mas aquela excitação que sentiu ao ser estuprada nunca mais se repetiu. No fundo, ela desejava passar por aquilo de novo, e sem perceber, até procurava por isso. Começou a andar à noite em lugares desertos, como se esperasse que algo acontecesse. Naquela noite, tinha bebido uns copos com uns amigos, se despediu deles e não aceitou que a levassem pra casa. Atravessava um parque quando viu umas sombras vindo na direção dela. Sentiu um arrepio pelo que podia rolar. Já estavam na frente dela: eram dois caras de meia-idade. — Tem fogo? — perguntou um deles, com um cigarro na mão. Ela parou pra responder que não fumava. De repente, alguém apareceu por trás, colocou a mão na boca dela. Tinha alguma coisa ali. O clorofórmio fez efeito e ela começou a apagar. Acordou sem saber onde estava. Tava numa cama, tinham tirado toda a roupa dela, ela estava pelada, de bruços, com o rosto virado pro teto e os braços amarrados na cabeceira. Virou a cabeça e olhou pros lados. À direita, numa poltrona, vários caras pelados de idades diferentes olhavam pra ela enquanto acariciavam os próprios paus. A mente dela ainda tava confusa. Quando viram que ela acordou, levantaram e um disse: — Finalmente acordou, a festa vai começar. Ele se aproximou e começou a passar a mão no corpo da Verónica, apertando os peitos dela. Ela tentou se soltar, chutar ele com as pernas livres. Como resposta, levou um tapa violento. Ela gemeu de dor, gritou. Ele deu outro tapa ainda mais forte. Os tapas fizeram ela acordar de vez. Um deles abriu as pernas dela, enfiou a cabeça entre elas, procurando a buceta, e começou a lamber os lábios vaginais com a boca, chupando o clitóris dela. Várias mãos agarraram os peitos dela. Alguém colocou um pau na boca dela. Verónica se entregou ao prazer. Era inútil resistir. Ela ficou excitada, começou a se molhar. Foi penetrada por um pau. Que entra de um só empurrão até o fundo, causa uma dor forte, a pica entra e sai da buceta dela e a dor dá lugar ao prazer. Um após o outro vão penetrando ela e gozando dentro, ela tem vários orgasmos, tá exausta. De repente, desamarram ela, ela se acalma pensando que acabou tudo. Levantam ela da cama, ela tá tonta. Do lado da cama, vê uma coisa estranha que dá pânico nela, já tinha visto em filmes: um cepo com três buracos, o do meio maior pro pescoço e os menores pras mãos. Colocam ela nele, abaixam a outra parte articulada, ela fica presa, agachada pra frente, de joelhos e com a raba bem empinada. Cercam ela, sente alguém abrindo as nádegas dela. Uma língua brinca com o cu dela, faz círculos em volta, penetra, vai dilatando. Um deles se coloca na frente dela, se ajoelha, a pica dele tá bem dura. Pega ela pelo cabelo, levanta a cabeça dela e enfia a pica na boca dela. Ela se sente sufocada, mas mesmo assim começa a chupar, sabe que se não fizer, vão castigar ela. Sente uma dor aguda, alguém penetrou o cu dela. Se mexe dentro dela, ela não pode gritar, a pica que tem na boca impede. O movimento cada vez é mais rápido, o cu vai se acostumando, arde mas ao mesmo tempo sente um puta prazer. De repente, sente que tão gozando dentro dela, a pica sai do cu dela, penetram de novo, e acontece a mesma coisa que com a buceta dela: um a um vão abrindo o cu dela. Ela chupa as picas que vão se alternando na boca dela, tem a boca cheia de porra, engole um pouco e o resto escorre pelo canto dos lábios. Um após o outro vão ocupando todo lugar que encontram livre. Apesar da dor, ela tem vários orgasmos. Tá exausta, sente que vai desmaiar. Libertam ela do cepo. Verônica pensa que agora sim acabou tudo, já que penetraram ela pelos dois buracos. Seguram ela entre dois, levam ela até um sofá. Tem um jovem com um pau comprido e grosso sentado com a bunda na borda e meio reclinado. Colocam ela... Obrigam ela a se ajoelhar no sofá com as pernas abertas sobre o jovem, ele coloca o pau na entrada da buceta, deixam ela cair, e aquele pau duro e grosso penetra a buceta, mesmo sendo muito grande, ela está bem dilatada, cheia de esperma e dos próprios sucos por tudo que aconteceu. Ela se segura nos braços do sofá para não cair, e ele começa a movê-la, ela está montando nele, por sorte nessa posição está mais descansada. O movimento e o tamanho de um membro tão grande fazem ela gozar apesar do cansaço, quando de repente sente alguém se colocar atrás dela, empurra a cabeça dela para frente, dá várias palmadas nela castigando, abre as nádegas dela e a penetra de uma vez. Ela grita, sente um pau enorme dentro do cu dela, tão grande quanto o que Antonio meteu nela naquela vez. As estocadas são cada vez mais fortes, ela vira o rosto e vê quem está atrás, não podia acreditar, era ele, o velho do asilo. Sentia que estava partindo o cu dela em dois, mas a dor não impedia a excitação e o prazer. Os dois paus entravam e saíam, se roçavam e batiam dentro dela, os sucos dela enchiam a buceta e começavam a escorrer pelas pernas dela. O jovem que estava embaixo chupava os peitos dela, sugando os mamilos, ela esqueceu de tudo ao redor, o prazer era imbatível, desejava que nunca acabasse. De repente, tudo acelera, ela sente os paus gozarem dos dois lados, um após o outro, um orgasmo forte a sacode, o corpo dela treme, ecoa nos ouvidos dela a voz de Dom Antonio: — Sabia que isso ia acontecer de novo com você, quem está debaixo de você é meu filho, você teve a sorte de aproveitar dois paus estupendos. De repente, sentiu novamente um lenço no rosto, o clorofórmio a desmaiou, vestiram ela e levaram de volta ao parque, deixando-a sentada num banco. Quando Verônica acordou, tudo veio à mente dela, pensou primeiro que tinha sido um sonho, mas ao se levantar, a dor no corpo dela trouxe ela à realidade. Ao andar, sentia como se Os sucos e o esperma que tinham deixado dentro dela começavam a escorrer e desciam pelas pernas dela, já que não tinham colocado a calcinha fio dental. Ela seguiu devagarzinho pra casa. O prazer que tinha sentido fazia esquecer qualquer dor. Seu Antonio sabia dar o que ela tanto desejava. Ela já começava a pensar se teria uma terceira vez.
7 comentários - Verônica é estuprada
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