O Sauna (Conto Gay) Parte I

Boa tarde, me chamo Leandro, sou estudante, tenho 20 anos e vou contar pra vocês, através de uma série de relatos, minha experiência no mundo homossexual.

Sou uma pessoa robusta, com 1,80m e uns 87 quilos mais ou menos, jovem, gente boa e, principalmente, bem safado. Há algum tempo, meu apetite homossexual despertou e comecei a entrar em salas de chat da minha cidade, em busca de pessoas passivas, sem limite de idade e sem muitas exigências em relação ao corpo.

Eu entrava normalmente e tudo ficava só em promessas ou encontros futuros que, por medo ou ainda falta de decisão minha, não se concretizavam. Sempre ficava com tesão e agradecia pela existência da masturbação pra aliviar esse estado, mas eu queria experimentar ficar com um passivo a qualquer custo.

O tempo passou e a oportunidade surgiu, mas essa experiência vou contar em outra ocasião, já que preciso revisar um pouco a memória desse encontro que marcou um marco na minha pessoa. Agora, vou contar algo mais recente e que, aliás, gostei muito.

Há pouco tempo, seguindo a recomendação de muita gente do chat que frequento, visitei o sauna da minha cidade e, pra ser sincero, preciso confessar que tudo era muito confuso. Tinha muito medo de entrar lá com meus jovens 20 anos e não saber o que ia acontecer, se alguém me reconheceria, se realmente algo aconteceria. Mas, finalmente, criei coragem e abri a porta. Perguntei ao funcionário como era a parada, o que eu tinha que fazer ao entrar. Ele me indicou a localização dos armários e dos chuveiros.

Ao entrar no vestiário pra me trocar, acompanhado de um par de chinelos e uma toalha que me deram, meu corpo ficou inundado de nervosismo, mas ao mesmo tempo de muito tesão. O lugar tinha uma iluminação suave, que se tornou ideal. Guardei todas as minhas coisas no armário, tranquei e me preparei pra me ajustar na toalha e ir para a sauna quente. Decepcionante foi o primeiro encontro, já que a pessoa só estava lá pra se desligar do trabalho e só queria aproveitar as pedras quentes. Decidi fazer o mesmo até que entrou um homem mais velho, um excelente maduro careca de cerca de 1,7m, 80kg e peludo, com quem compartilhamos uma longa conversa, mas ainda não acontecia nada. Depois de tanto tempo esperando, decidi ir para os chuveiros e aliviar todo o calor acumulado.

Molhei meu corpo com água fria e fiquei feliz ao ver que o maduro que tanto esperei estava agora no chuveiro contínuo. Por um golpe do destino, meu chuveiro não tinha água quente, e perguntei se o dele tinha. Ele, muito gentilmente, respondeu que sim e me convidou para testar com minhas próprias mãos a temperatura da água. Aceitei e, no momento em que coloquei o pé no chuveiro dele, o beijei. Beijei-o como tanto desejei desde o momento em que o vi, seu corpo lindo, infelizmente ativo. Nos masturbamos e aproveitamos as línguas debaixo d'água, mas nos despedimos, pois ele precisava voltar para casa porque estava ficando muito tarde.

Terminei meu banho e decidi ir para a sala de TV, onde passavam filmes pornôs. Sentei no fundo, em um sofá, abri minhas pernas e aproveitei o desfile de corpos que passavam, embora tivesse fixado meu olhar na pessoa que vi primeiro na entrada ao chegar e a quem perguntei onde ficavam os chuveiros. Agora ele estava na minha frente, com seu corpo semi-nu, ambos aproveitando o filme. Ele virava para me olhar, e eu fingia não perceber, até que encarei-o fixamente e ele aceitou sentar ao meu lado. Perguntei seu papel, e ele disse que era versátil. Decidimos subir para o espaço onde ficam as camas para aproveitar nossos corpos.

Entramos naquele quarto, onde havia uma espécie de cama-maca. Nos beijamos; eu um pouco mais baixo que ele, aproveitei sua bunda, muito redonda e carnuda, algo que me atraía demais. Sua língua e a minha se procuravam ferozmente até que, ao se encontrarem, aproveitaram a voragem e começamos a nos tocar, a morder, a apertar os mamilos, até que ele decidiu descer e me fazer um boquete. blow job encantador, ela chupava muito bem o cara (uns 28 anos), curtia meu pau e eu curtia a cabeça dela que eu empurrava cada vez mais pro meu tronco que já estava quase explodindo, avisei que ia gozar e obriguei ela a ficar pra receber na boca, enchi a boca dela de porra branca, ela curtiu e me agradeceu, a gente se limpou e desceu.

Fim Parte I

Aviso: Relato 100% real, espero pontos

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