Marina chega bêbada", espero que essa seja melhor que a outra
Meu nome é Alberto e tenho dezoito anos, moro com meu pai, Vicente, de quarenta anos, e com Marina, sua esposa de trinta e cinco. Minha mãe havia falecido há quase oito anos e há pouco mais de dois anos meu pai se casou com Marina. Desde a morte da minha mãe, eu tinha vivido com meus avós maternos, meu pai não podia cuidar de mim, trabalhava como caminhoneiro viajando por toda a Europa e, por isso, passava vários dias fora de casa. Depois do casamento, meu pai me fez ir morar com eles.
No começo, minha relação com Marina foi distante, ela era a substituta da minha mãe e isso não me agradava nada. Mas aos poucos, fui mudando minha atitude em relação a ela. Era uma mulher maravilhosa, me tratava com carinho apesar das minhas indiferenças, sempre tinha uma palavra amável e um sorriso nos lábios para mim. Sem ser de uma grande beleza, seu rosto tinha traços lindos. Sua maior obsessão era ser mãe, conforme o tempo passava, ela ia ficando mais desesperada. Um dia, achando que eu não os ouvia, escutei toda a conversa deles.
- Nunca vou ser mãe, reclamava Marina.
- Você ainda tem tempo, Alberto demorou quase quatro anos para vir.
- Quatro anos! Meu Deus, vou parecer a avó dele.
- Não exagere, muitas mulheres têm filhos já mais velhas.
- Mas eu quero agora, não daqui a quatro anos.
- A única coisa que podemos fazer é continuar tentando, por isso que não fique por isso mesmo.
Eles subiram para o quarto, e através da porta fechada eu pude ouvi-los fazendo sexo. Mas nada, quando vinha a menstruação, Marina desabava e chorava. Teria que esperar outro mês. Um dia, ao voltar para casa, vi que Marina ainda não tinha voltado do escritório e subi para o sótão que tínhamos na casa, costumava passar horas lá ouvindo música ou lendo. Depois de um tempo, ouvi um carro chegando, vi Marina e outra mulher descerem, Almudena, uma colega do escritório. Demorei um pouco para descer, a sala é dividida em dois níveis, e de cima dá para ouvir tudo que falam lá embaixo sem perigo de ser visto.
- Já não sei mais o que fazer, o tempo passa e não consigo engravidar.
- Vocês já foram ao médico?
- Eu sim, mas ele não, diz que não tem nada.
- E o que o médico te disse?
- Que posso ter filhos perfeitamente, não tenho nada.
- Então já sabe, o problema é dele. E se for estéril?
- Como vai ser estéril, se tem um filho.
- Parece boba, filha. E se o filho não for dele?
Naquele momento, um sentimento de ódio surgiu por aquela raposa. Insinuar que minha mãe tinha traído meu pai. Me custou me conter, mas consegui.
- Imagina que a esposa dele, vendo que não engravidava, por um deslize ou seja lá o que for, teve relações com outro homem, e por causa disso, engravidou.
- Não sei.
- Você mesma me disse que o garoto demorou quatro anos para vir.
- Sim, mas isso não implica…
- Quatro anos que eles demoraram, mais dois vocês, seis anos. Muito tempo para não engravidar.
- Não sei o que fazer, qualquer um insinua que eu faça uma inseminação porque ele não serve para me dar um filho.
- Marina, querida, tem outro jeito mais fácil.
- Está insinuando…?
- Você mesma, mas vendo a situação, talvez seja a melhor opção.
- Não, isso nunca.
- Então vá se acostumando com a ideia de não ser mãe.
Almudena se levantou e se despediu dela, voltei a subir para o sótão. Marina entrou no quarto dela, saí de mansinho da casa e depois voltei como se nada. Marina estava na cozinha,
- Oi, querido, já está de volta?
- Sim, o que tem de janta?
- Bifes e batatas fritas.
Pude notar que ela estava triste e pensativa, me aproximei dela e peguei sua mão
- Tem algo errado? Te notei estranha.
- Não, Querido, tô com uma dorzinha de cabeça.
- Então senta aí, que eu faço o jantar.
- Não, eu que faço, não tá doendo tanto assim...
- Olha só, eu não sou tão inútil a ponto de não saber fritar umas batatas e uns bifes.
- Tá bom, faz você então, e fui embora.
Jantamos e aos poucos ela foi animando. No final da noite já tava rindo e tudo.
- Você topa a gente ir no cinema e jantar fora amanhã? Perguntei.
- Claro que sim, adoraria.
Fomos cada um pro seu quarto dormir. Demorei pra pegar no sono, ficava pensando na conversa daquela tarde. E se aquela mulher tivesse razão e minha mãe tinha tido um amante e esse era meu verdadeiro pai. Mas não conseguia aceitar essa ideia.
No dia seguinte fomos ao cinema e jantar, nos divertimos muito, principalmente ela. Marina tava feliz e eu também ficava de vê-la assim. A partir daí, uma ou duas vezes por semana, quando meu pai viajava, saíamos pra passar a noite por aí. Meu pai até incentivava a gente a sair, não queria que Marina ficasse só em casa. Uma noite, depois do jantar, ela me disse:
- Amanhã combinei com as meninas do escritório pra comemorar o aniversário de uma delas. Não passo em casa, vamos direto do trabalho.
- Tá bom, divirtam-se.
- Vamos sim.
No dia seguinte, depois das onze da noite, ouvi um carro parando na porta do chalé. Espiei e vi um táxi parado. Saíram quatro mulheres, Marina era uma delas, abri a porta e acendi a luz da varanda.
- Ei, olha que garoto gato nos vem receber.
Reconheci Almudena, a gostosa que insinuou que minha mãe tinha traído meu pai. As outras duas me olharam e me assobiaram, todas tavam um pouco bêbadas.
- Deixem ele em paz, lobas, ele é muito novo pra vocês. Disse Marina, dava pra perceber pela voz que ela também tava um pouco "alegre".
- Calma, meninas, o bairro inteiro vai saber. Falei.
- Shhhh, shhhh começaram a fazer as três mulheres com um dedo nos lábios.
Segurei Marina pelo braço para ajudá-la a subir as escadas. Quando já estávamos no meio delas, ouvi a voz de Almudena:
- Marina, não seja boba, lembre-se do que eu te disse
- Tá bom, tá bom, ela respondeu e acenou a mão em sinal de despedida
Elas entraram de novo no táxi e foram embora. Levei-a para a sala e ela sentou no sofá. Agarrou a própria cabeça com as duas mãos e se recostou.
- Ai, que tontura, tá tudo girando. Tô com vontade de vomitar.
- Aguenta aí, que eu te levo ao banheiro
Chegamos bem na hora, a coitada vomitou até a primeira papinha. Ela se queixou amargamente,
- Ai, que mal que eu tô. Pra que fui beber, se não tô acostumada
- Calma, não fala
Eu segurava a cabeça dela pela testa pra que não batesse na privada, molhei uma toalhinha e coloquei na testa dela.
- Obrigada, querido. Você é tão bom.
- Tá se sentindo melhor?
- Sim, já tô me sentindo melhor, obrigada.
A ergui e a sentei na tampa da privada.
- Vem, querido. Me dá a escova e a pasta de dente, não quero me deitar com esse gosto na boca.
Depois de escovar os dentes, ajudei-a a subir pro seu quarto. Deitei-a na cama e fiquei sentado ao lado dela. Segurava a mão dela,
- Quer que eu prepare um chá ou algo assim?
- Não, obrigada. Não tenho estômago pra tomar nada.
Ficamos um tempinho assim, ela me olhava e sorria.
- Não conta nada disso pro seu pai, por favor.
- Não se preocupa, vai ser nosso segredo. E dei um beijo na bochecha dela
Me levantei, mas ela segurou minha mão com força pra que eu não fosse. Me puxou pra perto dela e, me abraçando, me deu um beijo na boca.
- Não vai embora, fica comigo esta noite.
Ela começou a desabotoar a blusa, usava um sutiã preto transparente, pude ver suas aréolas grandes e escuras com mamilos duros como pedras. Tirei a saia, sua calcinha combinava com o sutiã, um tufo de pelo negro aparecia por transparência. Baixei sua calcinha e ela tirou o sutiã. Fiquei contemplando pela primeira vez seu corpo nu, era levemente rechonchuda, mas isso a tornava ainda mais preciosa e não tinha nenhum traço de celulite. Seus seios não estavam firmes, mas eram grandes e carnudos, suas coxas macias como a pele de uma criança, os quadris largos e uma bunda magnífica completavam um corpo esplêndido.
Beijei seu ventre, ela respirava profundamente, desci até sua buceta e com meus lábios peguei seus lábios esticando-os, passei a língua em seu clitóris, ela gemia. Fui subindo e comi seus seios, metia na boca suas aréolas e com meus lábios segurava seus mamilos e puxava-os.
- Mete logo, por favor, não me faça esperar - disse entre arfadas.
Me coloquei sobre ela, ela agarrou meu pau e o introduziu na buceta. Iniciei uma bombada pausada, queria fazê-la gozar, ela mordia os lábios.
- Isso, continua assim. Não para, minha vida.
- Te amo, amor meu, te amo.
Aumentei o ritmo da penetração, ela cada vez gemia mais alto. Até que teve seu orgasmo e soltou um grito.
- Continua, não para, amor meu.
No instante seguinte ejaculei, ela me segurou com suas pernas pela cintura e com seus braços me apertou ainda mais contra ela.
- Não tira, por favor, não tira - me disse no ouvido.
Nos viramos de lado para que ela não tivesse que suportar todo meu peso. Por alguns minutos permanecemos assim, abraçados, exaustos. Fomos recuperando pouco a pouco o fôlego. Ela me soltou e me afastei um pouco dela. Nos olhamos diretamente no rosto. Ela tinha a expressão séria. Por fim, acariciou meu rosto, algumas lágrimas rolaram por suas bochechas.
- Amo seu pai.
- Eu sei.
- Mas seu pai, bem... não acho que possa me dar filhos. Já estamos há mais de dois anos tentando e não consigo engravidar.
Acertei com a cabeça. Eu entendia que ela estava tendo muita dificuldade para se abrir comigo. Acariciei seu rosto.
- Eu tenho pensado muito no que devo fazer, até mesmo na fertilização "in vitro", mas envolve muitos riscos e não me garantiam o resultado.
E eu nunca poderia tê-lo enganado com um estranho. A única coisa que me ocorreu foi que você fosse o pai.
Eu permaneci calado, olhando para ela com ternura, enquanto continuava a acariciar seu rosto.
- Talvez você não entenda agora, mas pensei muito nisso e sei que você seria um bom pai, se necessário.
- Eu entendo perfeitamente e obrigado por me escolher, se for o caso, saberei cumprir meu dever.
- Obrigada, meu amor. E ela me deu um beijo na boca.
Ficamos deitados na cama, nenhum de nós conseguiu dormir a noite toda. Na manhã seguinte, Marina se levantou e foi ao banheiro. Eu a segui e, enquanto ela estava tomando banho, entrei.
- Posso entrar?
- Entra.
Entrei no chuveiro com ela, nos acariciamos. Com meus dedos, belisquei seus mamilos, que ficaram duros. Ela agarrou meu pau e começou uma massagem suave. Virei-a, ela apoiou as mãos na parede do chuveiro, abriu as pernas o máximo que o chuveiro permitia e eu a penetrei. Ela soltou um gemido, agarrei seus seios e comecei a comê-la com frenesi. A água quente caía sobre nossos corpos. Marina gemia a cada minha investida, eu ofegava e beijava seu pescoço.
- Eu te amo, Marina.
- Não para, não para, Ahhhh.
Ela tinha chegado ao orgasmo, eu continuei comendo-a até gozar. Fiquei parado com meu pau dentro por alguns minutos, como ela queria. Beijava seu pescoço, e com a mão ela acariciava minha cabeça.
- Querido, você é um grande amante.
- Você é uma mulher magnífica, meu pai é um homem sortudo por ter se casado com você.
- Você realmente acredita nisso?
- Sim, sei que você o ama de verdade, e está fazendo isso por amor.
- Sim, eu o amo muito.
Ela se ajoelhou e agarrou Meu pau, ela olhou e sorrindo me disse:
- Vou te dar um presente que nunca dei a ninguém.
Ela enfiou na boca e começou a chupar, metia até o fundo da garganta e tirava completamente, ficou assim um bom tempo, eu ofegava igual um cachorro, era a primeira vez que me faziam um boquete e eu estava no paraíso.
- Vou gozar,
Mas ela não parou de chupar até eu me esvaziar na garganta dela, ela engoliu tudo. Finalmente saímos do chuveiro e cada um foi para suas obrigações. Quando tínhamos chance, mantínhamos relações, Marina estava com pressa para engravidar.
Passado um mês e meio, Marina nos reuniu na sala. Vinha exultante.
- Vim do médico, estou grávida.
- Meu amor, finalmente. E se beijaram na boca.
- Parabéns, Marina. E me abracei com eles.
- Isso tem que ser comemorado, vou pegar uma garrafa de espumante.
Meu pai foi para a cozinha e enquanto isso, Marina se aproximou de mim.
- Muito obrigada, meu amor, você me fez a mulher mais feliz do mundo.
Durante a gravidez continuamos tendo relações, Marina me queria só para ela e essa era a melhor forma de conseguir. Finalmente deu à luz um menino lindo, quando estávamos no hospital chegou Almudena com uma cesta de presente. Marina permitiu que ela pegasse o menino e com tom sarcástico disse:
- É idêntico ao pai, e me olhou com um sorriso nos lábios.
Isso já faz dois anos, agora mesmo Marina está esperando nosso segundo filho, ela pegou embalo porque a intenção dela é chegar a três o mais rápido possível.
Meu nome é Alberto e tenho dezoito anos, moro com meu pai, Vicente, de quarenta anos, e com Marina, sua esposa de trinta e cinco. Minha mãe havia falecido há quase oito anos e há pouco mais de dois anos meu pai se casou com Marina. Desde a morte da minha mãe, eu tinha vivido com meus avós maternos, meu pai não podia cuidar de mim, trabalhava como caminhoneiro viajando por toda a Europa e, por isso, passava vários dias fora de casa. Depois do casamento, meu pai me fez ir morar com eles.
No começo, minha relação com Marina foi distante, ela era a substituta da minha mãe e isso não me agradava nada. Mas aos poucos, fui mudando minha atitude em relação a ela. Era uma mulher maravilhosa, me tratava com carinho apesar das minhas indiferenças, sempre tinha uma palavra amável e um sorriso nos lábios para mim. Sem ser de uma grande beleza, seu rosto tinha traços lindos. Sua maior obsessão era ser mãe, conforme o tempo passava, ela ia ficando mais desesperada. Um dia, achando que eu não os ouvia, escutei toda a conversa deles.
- Nunca vou ser mãe, reclamava Marina.
- Você ainda tem tempo, Alberto demorou quase quatro anos para vir.
- Quatro anos! Meu Deus, vou parecer a avó dele.
- Não exagere, muitas mulheres têm filhos já mais velhas.
- Mas eu quero agora, não daqui a quatro anos.
- A única coisa que podemos fazer é continuar tentando, por isso que não fique por isso mesmo.
Eles subiram para o quarto, e através da porta fechada eu pude ouvi-los fazendo sexo. Mas nada, quando vinha a menstruação, Marina desabava e chorava. Teria que esperar outro mês. Um dia, ao voltar para casa, vi que Marina ainda não tinha voltado do escritório e subi para o sótão que tínhamos na casa, costumava passar horas lá ouvindo música ou lendo. Depois de um tempo, ouvi um carro chegando, vi Marina e outra mulher descerem, Almudena, uma colega do escritório. Demorei um pouco para descer, a sala é dividida em dois níveis, e de cima dá para ouvir tudo que falam lá embaixo sem perigo de ser visto.
- Já não sei mais o que fazer, o tempo passa e não consigo engravidar.
- Vocês já foram ao médico?
- Eu sim, mas ele não, diz que não tem nada.
- E o que o médico te disse?
- Que posso ter filhos perfeitamente, não tenho nada.
- Então já sabe, o problema é dele. E se for estéril?
- Como vai ser estéril, se tem um filho.
- Parece boba, filha. E se o filho não for dele?
Naquele momento, um sentimento de ódio surgiu por aquela raposa. Insinuar que minha mãe tinha traído meu pai. Me custou me conter, mas consegui.
- Imagina que a esposa dele, vendo que não engravidava, por um deslize ou seja lá o que for, teve relações com outro homem, e por causa disso, engravidou.
- Não sei.
- Você mesma me disse que o garoto demorou quatro anos para vir.
- Sim, mas isso não implica…
- Quatro anos que eles demoraram, mais dois vocês, seis anos. Muito tempo para não engravidar.
- Não sei o que fazer, qualquer um insinua que eu faça uma inseminação porque ele não serve para me dar um filho.
- Marina, querida, tem outro jeito mais fácil.
- Está insinuando…?
- Você mesma, mas vendo a situação, talvez seja a melhor opção.
- Não, isso nunca.
- Então vá se acostumando com a ideia de não ser mãe.
Almudena se levantou e se despediu dela, voltei a subir para o sótão. Marina entrou no quarto dela, saí de mansinho da casa e depois voltei como se nada. Marina estava na cozinha,
- Oi, querido, já está de volta?
- Sim, o que tem de janta?
- Bifes e batatas fritas.
Pude notar que ela estava triste e pensativa, me aproximei dela e peguei sua mão
- Tem algo errado? Te notei estranha.
- Não, Querido, tô com uma dorzinha de cabeça.
- Então senta aí, que eu faço o jantar.
- Não, eu que faço, não tá doendo tanto assim...
- Olha só, eu não sou tão inútil a ponto de não saber fritar umas batatas e uns bifes.
- Tá bom, faz você então, e fui embora.
Jantamos e aos poucos ela foi animando. No final da noite já tava rindo e tudo.
- Você topa a gente ir no cinema e jantar fora amanhã? Perguntei.
- Claro que sim, adoraria.
Fomos cada um pro seu quarto dormir. Demorei pra pegar no sono, ficava pensando na conversa daquela tarde. E se aquela mulher tivesse razão e minha mãe tinha tido um amante e esse era meu verdadeiro pai. Mas não conseguia aceitar essa ideia.
No dia seguinte fomos ao cinema e jantar, nos divertimos muito, principalmente ela. Marina tava feliz e eu também ficava de vê-la assim. A partir daí, uma ou duas vezes por semana, quando meu pai viajava, saíamos pra passar a noite por aí. Meu pai até incentivava a gente a sair, não queria que Marina ficasse só em casa. Uma noite, depois do jantar, ela me disse:
- Amanhã combinei com as meninas do escritório pra comemorar o aniversário de uma delas. Não passo em casa, vamos direto do trabalho.
- Tá bom, divirtam-se.
- Vamos sim.
No dia seguinte, depois das onze da noite, ouvi um carro parando na porta do chalé. Espiei e vi um táxi parado. Saíram quatro mulheres, Marina era uma delas, abri a porta e acendi a luz da varanda.
- Ei, olha que garoto gato nos vem receber.
Reconheci Almudena, a gostosa que insinuou que minha mãe tinha traído meu pai. As outras duas me olharam e me assobiaram, todas tavam um pouco bêbadas.
- Deixem ele em paz, lobas, ele é muito novo pra vocês. Disse Marina, dava pra perceber pela voz que ela também tava um pouco "alegre".
- Calma, meninas, o bairro inteiro vai saber. Falei.
- Shhhh, shhhh começaram a fazer as três mulheres com um dedo nos lábios.
Segurei Marina pelo braço para ajudá-la a subir as escadas. Quando já estávamos no meio delas, ouvi a voz de Almudena:
- Marina, não seja boba, lembre-se do que eu te disse
- Tá bom, tá bom, ela respondeu e acenou a mão em sinal de despedida
Elas entraram de novo no táxi e foram embora. Levei-a para a sala e ela sentou no sofá. Agarrou a própria cabeça com as duas mãos e se recostou.
- Ai, que tontura, tá tudo girando. Tô com vontade de vomitar.
- Aguenta aí, que eu te levo ao banheiro
Chegamos bem na hora, a coitada vomitou até a primeira papinha. Ela se queixou amargamente,
- Ai, que mal que eu tô. Pra que fui beber, se não tô acostumada
- Calma, não fala
Eu segurava a cabeça dela pela testa pra que não batesse na privada, molhei uma toalhinha e coloquei na testa dela.
- Obrigada, querido. Você é tão bom.
- Tá se sentindo melhor?
- Sim, já tô me sentindo melhor, obrigada.
A ergui e a sentei na tampa da privada.
- Vem, querido. Me dá a escova e a pasta de dente, não quero me deitar com esse gosto na boca.
Depois de escovar os dentes, ajudei-a a subir pro seu quarto. Deitei-a na cama e fiquei sentado ao lado dela. Segurava a mão dela,
- Quer que eu prepare um chá ou algo assim?
- Não, obrigada. Não tenho estômago pra tomar nada.
Ficamos um tempinho assim, ela me olhava e sorria.
- Não conta nada disso pro seu pai, por favor.
- Não se preocupa, vai ser nosso segredo. E dei um beijo na bochecha dela
Me levantei, mas ela segurou minha mão com força pra que eu não fosse. Me puxou pra perto dela e, me abraçando, me deu um beijo na boca.
- Não vai embora, fica comigo esta noite.
Ela começou a desabotoar a blusa, usava um sutiã preto transparente, pude ver suas aréolas grandes e escuras com mamilos duros como pedras. Tirei a saia, sua calcinha combinava com o sutiã, um tufo de pelo negro aparecia por transparência. Baixei sua calcinha e ela tirou o sutiã. Fiquei contemplando pela primeira vez seu corpo nu, era levemente rechonchuda, mas isso a tornava ainda mais preciosa e não tinha nenhum traço de celulite. Seus seios não estavam firmes, mas eram grandes e carnudos, suas coxas macias como a pele de uma criança, os quadris largos e uma bunda magnífica completavam um corpo esplêndido.
Beijei seu ventre, ela respirava profundamente, desci até sua buceta e com meus lábios peguei seus lábios esticando-os, passei a língua em seu clitóris, ela gemia. Fui subindo e comi seus seios, metia na boca suas aréolas e com meus lábios segurava seus mamilos e puxava-os.
- Mete logo, por favor, não me faça esperar - disse entre arfadas.
Me coloquei sobre ela, ela agarrou meu pau e o introduziu na buceta. Iniciei uma bombada pausada, queria fazê-la gozar, ela mordia os lábios.
- Isso, continua assim. Não para, minha vida.
- Te amo, amor meu, te amo.
Aumentei o ritmo da penetração, ela cada vez gemia mais alto. Até que teve seu orgasmo e soltou um grito.
- Continua, não para, amor meu.
No instante seguinte ejaculei, ela me segurou com suas pernas pela cintura e com seus braços me apertou ainda mais contra ela.
- Não tira, por favor, não tira - me disse no ouvido.
Nos viramos de lado para que ela não tivesse que suportar todo meu peso. Por alguns minutos permanecemos assim, abraçados, exaustos. Fomos recuperando pouco a pouco o fôlego. Ela me soltou e me afastei um pouco dela. Nos olhamos diretamente no rosto. Ela tinha a expressão séria. Por fim, acariciou meu rosto, algumas lágrimas rolaram por suas bochechas.
- Amo seu pai.
- Eu sei.
- Mas seu pai, bem... não acho que possa me dar filhos. Já estamos há mais de dois anos tentando e não consigo engravidar.
Acertei com a cabeça. Eu entendia que ela estava tendo muita dificuldade para se abrir comigo. Acariciei seu rosto.
- Eu tenho pensado muito no que devo fazer, até mesmo na fertilização "in vitro", mas envolve muitos riscos e não me garantiam o resultado.
E eu nunca poderia tê-lo enganado com um estranho. A única coisa que me ocorreu foi que você fosse o pai.
Eu permaneci calado, olhando para ela com ternura, enquanto continuava a acariciar seu rosto.
- Talvez você não entenda agora, mas pensei muito nisso e sei que você seria um bom pai, se necessário.
- Eu entendo perfeitamente e obrigado por me escolher, se for o caso, saberei cumprir meu dever.
- Obrigada, meu amor. E ela me deu um beijo na boca.
Ficamos deitados na cama, nenhum de nós conseguiu dormir a noite toda. Na manhã seguinte, Marina se levantou e foi ao banheiro. Eu a segui e, enquanto ela estava tomando banho, entrei.
- Posso entrar?
- Entra.
Entrei no chuveiro com ela, nos acariciamos. Com meus dedos, belisquei seus mamilos, que ficaram duros. Ela agarrou meu pau e começou uma massagem suave. Virei-a, ela apoiou as mãos na parede do chuveiro, abriu as pernas o máximo que o chuveiro permitia e eu a penetrei. Ela soltou um gemido, agarrei seus seios e comecei a comê-la com frenesi. A água quente caía sobre nossos corpos. Marina gemia a cada minha investida, eu ofegava e beijava seu pescoço.
- Eu te amo, Marina.
- Não para, não para, Ahhhh.
Ela tinha chegado ao orgasmo, eu continuei comendo-a até gozar. Fiquei parado com meu pau dentro por alguns minutos, como ela queria. Beijava seu pescoço, e com a mão ela acariciava minha cabeça.
- Querido, você é um grande amante.
- Você é uma mulher magnífica, meu pai é um homem sortudo por ter se casado com você.
- Você realmente acredita nisso?
- Sim, sei que você o ama de verdade, e está fazendo isso por amor.
- Sim, eu o amo muito.
Ela se ajoelhou e agarrou Meu pau, ela olhou e sorrindo me disse:
- Vou te dar um presente que nunca dei a ninguém.
Ela enfiou na boca e começou a chupar, metia até o fundo da garganta e tirava completamente, ficou assim um bom tempo, eu ofegava igual um cachorro, era a primeira vez que me faziam um boquete e eu estava no paraíso.
- Vou gozar,
Mas ela não parou de chupar até eu me esvaziar na garganta dela, ela engoliu tudo. Finalmente saímos do chuveiro e cada um foi para suas obrigações. Quando tínhamos chance, mantínhamos relações, Marina estava com pressa para engravidar.
Passado um mês e meio, Marina nos reuniu na sala. Vinha exultante.
- Vim do médico, estou grávida.
- Meu amor, finalmente. E se beijaram na boca.
- Parabéns, Marina. E me abracei com eles.
- Isso tem que ser comemorado, vou pegar uma garrafa de espumante.
Meu pai foi para a cozinha e enquanto isso, Marina se aproximou de mim.
- Muito obrigada, meu amor, você me fez a mulher mais feliz do mundo.
Durante a gravidez continuamos tendo relações, Marina me queria só para ela e essa era a melhor forma de conseguir. Finalmente deu à luz um menino lindo, quando estávamos no hospital chegou Almudena com uma cesta de presente. Marina permitiu que ela pegasse o menino e com tom sarcástico disse:
- É idêntico ao pai, e me olhou com um sorriso nos lábios.
Isso já faz dois anos, agora mesmo Marina está esperando nosso segundo filho, ela pegou embalo porque a intenção dela é chegar a três o mais rápido possível.
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