Ainda sou infiel
Depois que o Jorge terminou de encher meu cu de porra, ficamos deitados na cama dos pais dele, eu me aconcheguei nele, enquanto ele me abraçava. "Jorge, o que você acha de mim? Sou uma velha, e você me fez gozar e entrou por onde nunca deixei meu marido. Você me arrombou o cu e é a única pessoa que meteu o pau na minha boca. Não sabe quantas vezes meu marido pediu isso", eu disse ao Jorge. "Josefina, você é a primeira mulher com quem fiquei, nunca me deitei com ninguém, você me iniciou como homem", me disse o garoto acariciando meus peitos. Me senti orgulhosa, me senti muito puta, me senti mulher. Tinha sido a primeira na vida daquele garoto de 15 anos. Eu, com quase 60 anos, tinha feito sexo anal pela primeira vez e tinha chupado um pau. Estávamos nos desvirginando mutuamente. Jorge me olhou e me deu um beijo bem suave nos lábios, ao qual eu correspondi. Me sentia a mulher dele, sentia que ele era meu homem, queria que ele fizesse o que quisesse comigo. Nos vestimos e eu comecei com minhas tarefas e ele foi embora. Depois de uma hora, ele volta com dois amigos da mesma idade, me cumprimentam e vão para o quarto dele, não sem antes me olharem e sorrirem. Eu me senti muito mal, pensando que o Jorge tinha contado aos amigos que tinha me comido. Continuei com minhas coisas, até que o Jorge me chama para o quarto dele. Pensei que ele precisava de algo e fui, e encontro os três pelados. "Jorge, o que significa isso?", eu disse horrorizada, confirmando minhas suspeitas de que eles sabiam que o Jorge me fodia. Um dos garotos se levantou rapidamente, impedindo que eu saísse do quarto, e me empurrou na cama. Entre os três, começaram a me despir. "Vai, Josefina, se você gosta de pau", eles diziam enquanto eu lutava com eles para que não me despissem, coisa que não consegui. E depois de alguns minutos, eu estava totalmente pelada, sentindo aqueles garotos apalpando meu corpo todo. Eu chorava e suplicava para que me deixassem, mas eles continuavam apalpando meu corpo. Um abriu minhas pernas e começou a enfiar os dedos na minha buceta enquanto os outros dois chupavam meus peitos. Entre tanto apalpamento e coisas que eles me faziam, fui ficando excitada e afrouxei minha resistência, deixando que fizessem o que quisessem comigo. Jorge enfiou o pau dele na minha boca de novo e me mandou chupar. O que estava enfiando os dedos na minha buceta estava me posicionando o pau para me comer, e o terceiro continuava chupando meus peitos e tinha feito eu segurar o pau dele com a mão. Quase não conseguia me mexer e estava difícil respirar, estava terrivelmente envergonhada, me tratavam como uma puta. "Josefina, meus amigos também nunca estiveram com nenhuma mulher, e eu disse a eles que você era uma mulher fácil de foder". Me senti tão humilhada, tão insignificante, que minhas lágrimas escorriam pelo rosto ao ouvir essas palavras de Jorge. O cara que estava me comendo na buceta deitou de costas e me fez sentar no pau dele enquanto Jorge continuava fazendo eu chupar o dele. O outro cara se posicionou atrás de mim, apoiando a cabeça do pau no buraco do meu cu. Fiquei muito assustada de ser fodida nos dois buracos ao mesmo tempo, mas o cara começou a enfiar no meu rabo e eu sentia os dois paus entrando e saindo de mim, enquanto Jorge seguia com o pau dele na minha boca. Ficaram assim um tempo, até que o que estava na minha buceta pediu ao amigo para deixar ele me foder no cu, e trocaram. Agora era Jorge quem estava na minha buceta, e o outro cara me fodendo com força pelo rabo. O que tinha estado no meu cu enfiou na minha boca sem ver se estava sujo ou não, e me fez chupar. Eu me sentia humilhada, só deixava fazer, mas sentia um certo prazer. Ficaram trocando assim até que todos tinham me fodido na buceta, no cu e eu tinha chupado todos. Estava toda dolorida, sentia o buraco do meu cu terrivelmente inchado de tanto que tinham fodido, minha cara doía de tanto chupar paus e minha buceta estava ardendo. Em um momento, um dos caras disse aos outros para me deixarem. "A gente fica aqui e deixa ela... Olha só, a veia se masturbando na nossa frente, vai Josefina, faz uma punhetinha pra gente", me dizia o cara sem nenhum respeito, "é, vai Josefina, e depois nós três gozamos na sua boca e você engole toda nossa porra", disse o outro, "é Josefina, já que você nunca tomou porra, agora vai tomar a nossa dos três, mas primeiro faz uma punhetinha", disse Jorge. Eu olhei pra eles, fechei os olhos e comecei a me masturbar na frente deles, acariciava minha buceta, metia os dedos, me fizeram levantar as pernas e enquanto tocava a buceta meti dois dedos na minha bunda, foi assim que fiz, fiquei me masturbando um bom tempo, até que senti que ia gozar, parecia mentira o que eu tava fazendo, não tinha limites, enquanto eles também se masturbavam me olhando, quando parei de me tocar, o Jorge, que tava se tocando o tempo todo, meteu o pau na minha boca e descarregou tanta porra que eu quase me afoguei engolindo, depois o outro, que também me deu uma quantidade considerável de porra, e o terceiro que parecia que não ia parar mais de gozar na minha boca, quando terminei de engolir, senti um gosto entre salgado e ácido da porra desses caras e meu estômago embrulhado, fiquei deitada nua enquanto eles se vestiam e riam de mim, me disseram que logo voltariam pra continuar me comendo, "você é uma puta muito complacente", me disseram como despedida passando as mãos no meu corpo pelado.
Depois que o Jorge terminou de encher meu cu de porra, ficamos deitados na cama dos pais dele, eu me aconcheguei nele, enquanto ele me abraçava. "Jorge, o que você acha de mim? Sou uma velha, e você me fez gozar e entrou por onde nunca deixei meu marido. Você me arrombou o cu e é a única pessoa que meteu o pau na minha boca. Não sabe quantas vezes meu marido pediu isso", eu disse ao Jorge. "Josefina, você é a primeira mulher com quem fiquei, nunca me deitei com ninguém, você me iniciou como homem", me disse o garoto acariciando meus peitos. Me senti orgulhosa, me senti muito puta, me senti mulher. Tinha sido a primeira na vida daquele garoto de 15 anos. Eu, com quase 60 anos, tinha feito sexo anal pela primeira vez e tinha chupado um pau. Estávamos nos desvirginando mutuamente. Jorge me olhou e me deu um beijo bem suave nos lábios, ao qual eu correspondi. Me sentia a mulher dele, sentia que ele era meu homem, queria que ele fizesse o que quisesse comigo. Nos vestimos e eu comecei com minhas tarefas e ele foi embora. Depois de uma hora, ele volta com dois amigos da mesma idade, me cumprimentam e vão para o quarto dele, não sem antes me olharem e sorrirem. Eu me senti muito mal, pensando que o Jorge tinha contado aos amigos que tinha me comido. Continuei com minhas coisas, até que o Jorge me chama para o quarto dele. Pensei que ele precisava de algo e fui, e encontro os três pelados. "Jorge, o que significa isso?", eu disse horrorizada, confirmando minhas suspeitas de que eles sabiam que o Jorge me fodia. Um dos garotos se levantou rapidamente, impedindo que eu saísse do quarto, e me empurrou na cama. Entre os três, começaram a me despir. "Vai, Josefina, se você gosta de pau", eles diziam enquanto eu lutava com eles para que não me despissem, coisa que não consegui. E depois de alguns minutos, eu estava totalmente pelada, sentindo aqueles garotos apalpando meu corpo todo. Eu chorava e suplicava para que me deixassem, mas eles continuavam apalpando meu corpo. Um abriu minhas pernas e começou a enfiar os dedos na minha buceta enquanto os outros dois chupavam meus peitos. Entre tanto apalpamento e coisas que eles me faziam, fui ficando excitada e afrouxei minha resistência, deixando que fizessem o que quisessem comigo. Jorge enfiou o pau dele na minha boca de novo e me mandou chupar. O que estava enfiando os dedos na minha buceta estava me posicionando o pau para me comer, e o terceiro continuava chupando meus peitos e tinha feito eu segurar o pau dele com a mão. Quase não conseguia me mexer e estava difícil respirar, estava terrivelmente envergonhada, me tratavam como uma puta. "Josefina, meus amigos também nunca estiveram com nenhuma mulher, e eu disse a eles que você era uma mulher fácil de foder". Me senti tão humilhada, tão insignificante, que minhas lágrimas escorriam pelo rosto ao ouvir essas palavras de Jorge. O cara que estava me comendo na buceta deitou de costas e me fez sentar no pau dele enquanto Jorge continuava fazendo eu chupar o dele. O outro cara se posicionou atrás de mim, apoiando a cabeça do pau no buraco do meu cu. Fiquei muito assustada de ser fodida nos dois buracos ao mesmo tempo, mas o cara começou a enfiar no meu rabo e eu sentia os dois paus entrando e saindo de mim, enquanto Jorge seguia com o pau dele na minha boca. Ficaram assim um tempo, até que o que estava na minha buceta pediu ao amigo para deixar ele me foder no cu, e trocaram. Agora era Jorge quem estava na minha buceta, e o outro cara me fodendo com força pelo rabo. O que tinha estado no meu cu enfiou na minha boca sem ver se estava sujo ou não, e me fez chupar. Eu me sentia humilhada, só deixava fazer, mas sentia um certo prazer. Ficaram trocando assim até que todos tinham me fodido na buceta, no cu e eu tinha chupado todos. Estava toda dolorida, sentia o buraco do meu cu terrivelmente inchado de tanto que tinham fodido, minha cara doía de tanto chupar paus e minha buceta estava ardendo. Em um momento, um dos caras disse aos outros para me deixarem. "A gente fica aqui e deixa ela... Olha só, a veia se masturbando na nossa frente, vai Josefina, faz uma punhetinha pra gente", me dizia o cara sem nenhum respeito, "é, vai Josefina, e depois nós três gozamos na sua boca e você engole toda nossa porra", disse o outro, "é Josefina, já que você nunca tomou porra, agora vai tomar a nossa dos três, mas primeiro faz uma punhetinha", disse Jorge. Eu olhei pra eles, fechei os olhos e comecei a me masturbar na frente deles, acariciava minha buceta, metia os dedos, me fizeram levantar as pernas e enquanto tocava a buceta meti dois dedos na minha bunda, foi assim que fiz, fiquei me masturbando um bom tempo, até que senti que ia gozar, parecia mentira o que eu tava fazendo, não tinha limites, enquanto eles também se masturbavam me olhando, quando parei de me tocar, o Jorge, que tava se tocando o tempo todo, meteu o pau na minha boca e descarregou tanta porra que eu quase me afoguei engolindo, depois o outro, que também me deu uma quantidade considerável de porra, e o terceiro que parecia que não ia parar mais de gozar na minha boca, quando terminei de engolir, senti um gosto entre salgado e ácido da porra desses caras e meu estômago embrulhado, fiquei deitada nua enquanto eles se vestiam e riam de mim, me disseram que logo voltariam pra continuar me comendo, "você é uma puta muito complacente", me disseram como despedida passando as mãos no meu corpo pelado.
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