desde que o A.C voltou, minha vida passou de uma vida pacífica pra uma puta bagunça, em só uns dias...
vou pra cama, tentando que minha parceira se emocione com minhas carícias, que se entregue à proposta que faço com meus beijos, e isso não rola, me frustro, me irrito, levanto, ligo o pc e ele tá lá, esperando sair do trampo, pra eu ter uns minutos, só um tempinho onde ele foge da família dele e eu da minha, não temos tempo pra romance, pra jantares, não tem flores nem mensagens de texto... Precisamos de um "te quero", uma hora e um lugar pra descontrolar, nem que seja meia hora, 40 minutos... ele me espera a umas quadras de casa, entro no carro e às vezes nem falamos... o silêncio nos conforta mais...
chegamos em qualquer rua vazia e nos matamos num beijo só, ele solta meu medo, tira meu medo, é só um beijo pra meu corpo todo tremer.
mistura de medo, de excitação, de desejo, daquele medo tão particular e estimulante de ser pego (isso só quem é infiel sabe), ele me beija, e vai pro meu pescoço, pra ponta da minha orelha e sussurra "senti sua falta, putinha" eu também senti falta dele e mostro isso tirando a rola dele da jeans, chupando rápido, faminta, até o fim, ficando ali meio engasgada com a rola dele, só uns segundos... queria ficar mais ali, mas o corpo pede pra eu ser comida sem enrolação, sem preliminares... levanto o vestido que comprei só pra ele tirar, e vejo a cara dele (mistura de pervertido satisfeito e cara incrédulo) quando me descobre sem nada... sim, meu amor, reclina o banco, ele obedece, não precisa de mais nada.
monto em cima dele, e escrever "monto" é a melhor descrição porque já parei de ser mulher, aquela mulher chata e assexuada em que me transformei, sou um animal no cio, uma mulher que precisa ser comida sem muito romantismo sem sentido.
ele me conhece, me agarra pela cintura e começa a me comer, nunca tinha transado num carro até decidir ser a putinha dele. Entendi que não é só na cama que se sente prazer... eu sinto prazer só pelo fato de fazer o que não devo com quem não devo, naquele instante eu lembro e imagino ele gozando dentro de mim sem camisinha, com o risco que isso traz, e fico mais excitada ainda. Agora preciso arranhá-lo, marcá-lo de qualquer jeito como se ele fosse um objeto. Um objeto que me pertence.
Eu fodo ele mais rápido, provavelmente algum transeunte percebeu que ali mesmo tem um casal transando e sim, sou eu, a trouxa da sua vizinha com aquele cara me beijando forte, baixando minha tesão de tanto, me agarrando pela bunda, apertando forte... finalmente chego ao tão desejado orgasmo, aquele que me foi negado antes e que agora aparece como meu melhor remédio... deusssssssssssssssssssssss meia hora só, com meia hora já basta pra me encher de prazer, pra engolir aquele néctar cheio de vida até o fim... como eu gosto de chegar em casa e beijar meu parceiro com o gosto ainda de esperma do A.C.
vou pra cama, tentando que minha parceira se emocione com minhas carícias, que se entregue à proposta que faço com meus beijos, e isso não rola, me frustro, me irrito, levanto, ligo o pc e ele tá lá, esperando sair do trampo, pra eu ter uns minutos, só um tempinho onde ele foge da família dele e eu da minha, não temos tempo pra romance, pra jantares, não tem flores nem mensagens de texto... Precisamos de um "te quero", uma hora e um lugar pra descontrolar, nem que seja meia hora, 40 minutos... ele me espera a umas quadras de casa, entro no carro e às vezes nem falamos... o silêncio nos conforta mais...
chegamos em qualquer rua vazia e nos matamos num beijo só, ele solta meu medo, tira meu medo, é só um beijo pra meu corpo todo tremer.
mistura de medo, de excitação, de desejo, daquele medo tão particular e estimulante de ser pego (isso só quem é infiel sabe), ele me beija, e vai pro meu pescoço, pra ponta da minha orelha e sussurra "senti sua falta, putinha" eu também senti falta dele e mostro isso tirando a rola dele da jeans, chupando rápido, faminta, até o fim, ficando ali meio engasgada com a rola dele, só uns segundos... queria ficar mais ali, mas o corpo pede pra eu ser comida sem enrolação, sem preliminares... levanto o vestido que comprei só pra ele tirar, e vejo a cara dele (mistura de pervertido satisfeito e cara incrédulo) quando me descobre sem nada... sim, meu amor, reclina o banco, ele obedece, não precisa de mais nada.
monto em cima dele, e escrever "monto" é a melhor descrição porque já parei de ser mulher, aquela mulher chata e assexuada em que me transformei, sou um animal no cio, uma mulher que precisa ser comida sem muito romantismo sem sentido.
ele me conhece, me agarra pela cintura e começa a me comer, nunca tinha transado num carro até decidir ser a putinha dele. Entendi que não é só na cama que se sente prazer... eu sinto prazer só pelo fato de fazer o que não devo com quem não devo, naquele instante eu lembro e imagino ele gozando dentro de mim sem camisinha, com o risco que isso traz, e fico mais excitada ainda. Agora preciso arranhá-lo, marcá-lo de qualquer jeito como se ele fosse um objeto. Um objeto que me pertence.
Eu fodo ele mais rápido, provavelmente algum transeunte percebeu que ali mesmo tem um casal transando e sim, sou eu, a trouxa da sua vizinha com aquele cara me beijando forte, baixando minha tesão de tanto, me agarrando pela bunda, apertando forte... finalmente chego ao tão desejado orgasmo, aquele que me foi negado antes e que agora aparece como meu melhor remédio... deusssssssssssssssssssssss meia hora só, com meia hora já basta pra me encher de prazer, pra engolir aquele néctar cheio de vida até o fim... como eu gosto de chegar em casa e beijar meu parceiro com o gosto ainda de esperma do A.C.
5 comentários - Minha gostosinha 2