Tenho 27 anos e, há dois, me separei e fui morar com meu pai, que era viúvo. Meu pai, de 57 anos, e meio antiquado, me acolheu de boa no começo, porque tava se sentindo muito sozinho desde que minha mãe morreu, mas quando descobriu que eu tava grávida, insistiu pra eu fazer as pazes com meu marido. Eu recusei e ameacei que ia pra rua se ele não me aceitasse na casa dele até eu arrumar um trampo. No fim, ele topou e até ficou empolgado com a minha gravidez. Meu pai sempre foi carinhoso comigo, embora, sendo sério por natureza, não fosse muito de demonstrar nem gostasse de abraçar ou beijar os outros, nem da família. Minha gravidez tinha amolecido ele, no entanto. Fiquei muito surpresa quando ele falou pela primeira vez:
- Deixa eu ver essa barriguinha como é que tá?
E quando mostrei, levantando um pouco a parte de cima do pijama que eu tava usando na hora, ele colocou a mão e acariciou de leve.
Me acostumei com o acompanhamento diário que meu pai fazia da minha gravidez e eu mesma às vezes dizia, levantando a blusa: olha como já tá aparecendo! E me aproximava pra ele mesmo conferir, passando a mão na minha barriga, quase sem volume. Eu também tava muito empolgada e passava o dia inteiro com a barriga de fora. Me sentia maravilhosa com meus peitos inchados, durinhos, nunca tinha tido eles tão gostosos. De noite, quando me deitava na cama, ou no banho, enquanto me lavava, eu acariciava e apertava eles, me dando um puta prazer.
Meu pai pegou gosto por passar a mão na minha barriga porque cada dia fazia isso com mais calma e por mais tempo. Virou um ritual pra ele. Nunca pensei que meu pai pudesse estar se excitando sexualmente com essas carícias até o dia em que eu mesma, durante uma sessão gostosa de massagens suaves na minha barriga, senti um tipo de arrepio que percorreu meu corpo inteiro ao sentir que a mão do meu pai fazia círculos bem abertos na minha barriga e chegou roçando os pelinhos da minha buceta que escapavam pela calcinha pequena. Por dentro, fiquei tensa pra caralho ao sentir aquele arrepio, mas fingi que não tava rolando e disfarcei meus peitos como pude pra que meu pai não notasse como meus bicos tinham endurecido com aquele tapa, porque eu não tava de sutiã e o tecido do vestido era muito leve. Logo depois, meu pai se afastou e nos despedimos pra ir dormir. Fui pro meu quarto com a boceta molhada e os peitos excitadíssimos, e quando fiquei sozinha, abri os lábios da minha xereca e me dei prazer entre gemidos abafados pra que meu pai não me ouvisse.
Meu pai continuou com seus toques diários na minha barrigona sem passar daí. Mas as olhadas que ele dava pras minhas tetas enquanto me acariciava não passaram despercebidas, principalmente depois daquela carícia acidental — ou que eu achei que foi — nos pelinhos da minha buceta, que me fez vibrar do jeito que vibrou.
Um dia, enquanto ele fazia a massagem e tinha o rosto mais perto do meu decote, que já dá pra imaginar como tava, ele chegou a dizer:
— Filha, que peitos que você arrumou!
— Eu ri nervosa e só consegui responder, orgulhosa:
— É, né?
— Lindos! — respondeu meu pai, enquanto olhava diretamente pra eles.
Eu os exibia, sem perceber a tesão que tava despertando no meu pai, embora começasse a notar algo quando não foi mais uma vez acidental, mas várias vezes ele parava, como quem não quer nada, nos meus pelinhos, brincando com eles enquanto acariciava minha barriga. Assim ficamos um tempo, extasiados com aquelas carícias que ele me dava e com uma excitação cada vez maior que virava luxúria solitária à noite.
Uma manhã, estávamos sentados na cozinha tomando café. Eu tava de camisola, e através dela dava pra ver minha barriga já bem aparente — tava de sete meses — e meus lindos peitos. De relance, vi que no pijama do meu pai aparecia um volume que ele tentava disfarçar como podia. Ele saiu de fui pra cozinha e entrei no banheiro. (Depois fiquei sabendo, porque ele me contou tempos atrás, que praticamente desde que chegou em casa tava se acabando na punheta e que sempre depois de passar a mão na minha barriga, tinha que ir pro banheiro ou pro quarto dele se aliviar pensando em mim.)
Quando saiu do banheiro, já mais relaxado, me disse:
— Vamos ver, como é que tá essa barriguinha?
E começou como sempre a passar a mão nela toda. Eu deixava ele fazer. Às vezes, eu pegava ele de olhos fechados enquanto me acariciava, como se tivesse sonhando, e um dia ele me disse:
— Ó, gata, queria te pedir uma coisa, espero que não se incomode, é que, sabe, sempre tive curiosidade de saber como é o gosto do leite materno e sua mãe nunca me deixou provar, você me daria pra provar quando o leite descer?
— Comecei a rir, falando que ele era um crianção, mas achei meio inocente e, como se fosse uma brincadeira, respondi:
— Bom, se você se comportar bem, vou te dar um pouco, se sobrar, claro.
— Sério?? — exclamou todo animado, sem parar de olhar pros meus peitos...
— Prometo! — falei entre risadas. Se você for um pussy bonzinho, vou te dar uma tetinha.
— Hummm... — exclamou meu pai todo guloso e, se aproximando, me deu um beijinho bem terno e quente em cada biquinho que aparecia por baixo da minha camisola...
Eu, divertida (e excitada), falei:
— Ei, ainda não tenho leite!!
Aí meu pai respondeu:
— Tá bom, vou esperar como um pussy bonzinho até esses peitinhos estarem no ponto, mas você precisa saber, te falo cientificamente, que os bicos têm que ser preparados antes de amamentar, seu médico não te falou isso?
A gente riu e a conversa parou por aí, mas eu, pra ver se meu pai tava falando a verdade e como era minha primeira vez e eu não manjava muito dessas coisas, consultei meu obstetra, que confirmou o que meu pai tinha dito, que os bicos tinham que ser "endurecidos" e que existiam vários métodos, como esfregar com uma toalha, por exemplo, e também, claro, chupando e massageando. Quando cheguei em casa, ele Contei o que o médico tinha me dito e ela caiu na risada da minha incredulidade.
— Viu, bobinha? Parece que tem quinze anos... Vem cá, desconfiada...
Ela me puxou pra perto, me sentando no colo dela... Minha barriga já estava um pouco mais saliente, embora eu ainda fosse ágil. Papai, levantando minha blusa e abaixando um pouco minha calça, deixou toda minha barriga de fora e começou a acariciá-la como sempre, dizendo:
— Deixa eu ver como tá essa barriguinha? E levando uma mão até meus peitos, começou a acariciar meus mamilos, já duros, por cima do tecido.
— Vamos preparar essas tetinhas pra que possam amamentar bem... né?
Meu pai desabotoou minha blusa e eu abaixei o sutiã. Meus peitos apareceram, inchados, nervosos, desafiadores diante dos olhos do meu pai. Eu me sentia orgulhosa dos meus peitos e, embora sentisse vergonha de estar assim na frente dele, a excitação era tanta que meus mamilos estavam durinhos ao máximo. Meu coração batia a mil ao sentir a mão do meu pai percorrendo um peito, depois o outro... Eu estava ficando excitada e não queria que percebesse!!! Nisso, meu pai me disse:
— Vamos preparar esse mamilinho, sim, querida?
E enquanto com uma mão ele acariciava um peito, aproximou a boca do outro e, mostrando uma língua de fora, lambeu primeiro o mamilo e depois chupou ele enquanto murmurava:
— Mmmmm, que tetinhas você tem, filha...
Enquanto dizia isso, não parava de acariciá-las e de chupar meus mamilos, primeiro com muita língua, excitando-os devagar, depois chupando como um louco, gemendo como uma puta no cio... Depois de um tempo, eu também comecei a murmurar e gemer baixinho, sem deixar transparecer totalmente o tesão que estava tomando conta da minha buceta... e da do meu pai, porque eu estava sentada em cima do pau dele, que estava queimando minha bunda...
Assim passamos um bom tempo, meu pai sem parar de me acariciar e chupar, com uma língua que nenhum homem jamais igualou em safadeza... Era uma... Situação meio vergonhosa: um pai tarado apalpando e chupando os peitos da filha grávida enquanto esfrega a pica dele por baixo da calça, e uma filha grávida e igualmente tarada, orgulhosa de mostrar os peitos pro pai e ficando louca com a língua que ele tá passando neles.
Meu pai tava a ponto de explodir, devorava meus peitos enquanto eu gemia e ele se esfregava cada vez mais rápido na minha bunda, falando:
— Sarita, quero gozar na sua calcinha...
Aí ele tirou a pica e encaixou entre minha calcinha e minha bucetinha. Eu, sentindo o contato do pau do meu pai entre meus lábios que estavam inchados pela gravidez e pela excitação, comecei a me mexer e esfregar a bocetinha na pica dele num vai e vem cada vez mais descarado e obsceno, enquanto meu pai acompanhava o ritmo apertando meus peitos, me fazendo soltar gritos de prazer.
— Isso, filha... que corpaço você tem... hummmm... continua... continua... hummm como você se mexe... continua, amor...
Eu, ainda incrédula com as palavras que a gente tava trocando, com o tesão que tinha tomado conta de nós e com o prazer que os dois estavam sentindo ao se roçar tão intimamente, me entreguei de vez. E quando me dei conta, o pau do meu pai já tava enfiado dentro de mim... Me senti uma mulher como nunca antes, grávida e sendo fodida pelo meu pai... Tava no paraíso...
A partir daquele dia, meu pai acompanhou minha gravidez de bem mais perto. Claro que preparou meus bicos de um jeito maravilhoso, e eu consegui amamentar meu filho e meu pai. Vivemos uns meses de plenitude. A gravidez fez a gente se desejar loucamente, e o resto a gente viveu intensamente. Meu pai não se cansava de me comer, nem eu de ser comida. Ficamos os dois até o parto permanentemente tarados. Mas esse tesão não passou depois do parto. Dois dias depois, subiu meu leite, meus peitos estavam muito cheios e tinha que tirar manualmente. Meu pai disse que os peitos tinham que ficar pendurados pra baixo pra extrair melhor o leite. eles, a enfermeira nos contou quando ainda estávamos no hospital. Então eu fiquei de quatro em cima da cama, meus peitos enormes ficaram balançando, doíam muito por causa da pressão do leite. Meu pai disse:
- Assim, minha vida, muito bem, vou ordenhar você com cuidado.
Meu pai apalpou meus peitos, os massageou bem enquanto dizia:
- Hummm... Sarita, que peitos... agora sim que ficaram gostosos, hein?
- Sim, mas estão doendo muito... Alivia eles pra mim, papai!!
Meu pai começou a tirar leite dos meus peitos e eu me senti cada vez mais aliviada e excitada, principalmente quando percebi que enquanto me ordenhava e me matava de prazer com seus amassos, com a outra mão papai tinha tirado o pau pra fora e estava se masturbando pra caralho, até que gozou e juntamos o leite dele com o meu. Assim combinamos que toda vez que eu desse de mamar pra ele, ele me daria de mamar também e que até podermos foder de novo, íamos nos ordenhar e mamar um no outro. E foi o que fizemos.
Depois dessa experiência maravilhosa de amor e luxúria que minha gravidez nos proporcionou, quanto tempo vocês acham que meu pai demorou pra me dizer que queria me ver grávida de novo, que ansiava poder aproveitar meu corpo de mulher? No dia em que ele me disse, estávamos na cama, acabávamos de dar uma foda daquelas que meu pai me dava todo dia. Mas o desejo que meu pai acabava de confessar de me ver grávida de novo me excitou como nunca tinha estado até então. Meu pai não demorou a ficar duro de novo. Naquele dia, ele levantou mais minhas pernas, eu abri bem minha bucetinha e falei: papai, me prova! Enquanto ele empurrava, segurando minhas nádegas pra que o pau dele entrasse até o fundo.... Fizemos isso muitas vezes, meu pai descarregando o leite bem dentro da minha buceta e eu fechando ela depois que ele tinha gozado, contraindo os músculos, pra que o sêmen do meu pai ficasse muito tempo dentro e assim ter mais chances de engravidar. Finalmente, o momento tão desejado Chegou e o teste de gravidez deu positivo. Meu pai não estava em casa quando voltei de fazer o teste. Enquanto esperava por ele, tomei um banho e fiquei me acariciando, pensando que em breve eu teria de novo as curvas que enlouqueciam meu pai. Enquanto me olhava, tive a ideia de raspar a bucetinha e dar a surpresa quando ele voltasse. E foi o que fiz. Raspei até o último fio de pelo da bunda, deixei os lábios lisos, bem rosados e carnudos. Fiquei muito excitada me vendo toda peladinha e macia, e tive que bater uma punhetinha leve enquanto esperava o papai, de tão tesuda que fiquei. Quando ele chegou, eu estava de roupão, sem nada por baixo, sentada numa poltrona do sofá, fingindo que lia, mas a excitação não me deixava. Meu pai se aproximou, me beijou na boca como sempre, enquanto enfiava a mão pelo roupão até pegar uma das minhas tetinhas. Eu afastei a mão dele e falei:
— Senta, tenho que te contar uma coisa. Meu pai sentou no sofá, na minha frente, e disse:
— Fala, o que você tem pra me contar, amor? Tô todo ouvidos.
— Eu desabotoei o roupão e primeiro deixei meus peitos à mostra, e meu pai soltou um suspiro enquanto dizia:
— Filha, cada dia tu tá com as tetas mais gostosas, sem tirar os olhos.
Eu continuei abrindo o roupão e, quando abri tudo, coloquei uma perna em cima de um braço da poltrona e a outra no outro, deixando minha rachinha toda aberta na frente do meu pai, que não sabia o que fazer quando eu falei:
— Tô grávida...
Meu pai pirou, chupou minha bucetinha com vontade, soltando gemidos e murmurando coisas safadas e carinhosas que me faziam explodir de prazer. Eu adorava ver a língua dele, lambendo e lambendo minha xereca enquanto ele se masturbava com a mão. Depois, eu chupei ele. Ele tava com um pau duríssimo e bem grosso. Perdi a consciência chupando sem parar. O pau do papai me embriagava. Antes de gozar, ele parou e disse que queria meter dentro de mim. Mim. Ele meteu ali mesmo, sentada com as pernas abertas no sofá depois de me fazer gozar com a língua dele e os gemidos na minha bucetinha.
— Você é uma mulher, filha, nenhuma mulher me deixou com o pau tão duro igual você deixa... — Ele disse entre gemidos e espasmos, me dando estocadas cada vez mais rápidas com o pau dele que me preenchia inteira...
Gozamos como loucos. Sentei de novo, plena. Grávida do meu pai e com o pau dele novamente dentro de mim. Nunca pensei que dava pra ficar tão tesuda e ser tão feliz com um homem.
- Deixa eu ver essa barriguinha como é que tá?
E quando mostrei, levantando um pouco a parte de cima do pijama que eu tava usando na hora, ele colocou a mão e acariciou de leve.
Me acostumei com o acompanhamento diário que meu pai fazia da minha gravidez e eu mesma às vezes dizia, levantando a blusa: olha como já tá aparecendo! E me aproximava pra ele mesmo conferir, passando a mão na minha barriga, quase sem volume. Eu também tava muito empolgada e passava o dia inteiro com a barriga de fora. Me sentia maravilhosa com meus peitos inchados, durinhos, nunca tinha tido eles tão gostosos. De noite, quando me deitava na cama, ou no banho, enquanto me lavava, eu acariciava e apertava eles, me dando um puta prazer.
Meu pai pegou gosto por passar a mão na minha barriga porque cada dia fazia isso com mais calma e por mais tempo. Virou um ritual pra ele. Nunca pensei que meu pai pudesse estar se excitando sexualmente com essas carícias até o dia em que eu mesma, durante uma sessão gostosa de massagens suaves na minha barriga, senti um tipo de arrepio que percorreu meu corpo inteiro ao sentir que a mão do meu pai fazia círculos bem abertos na minha barriga e chegou roçando os pelinhos da minha buceta que escapavam pela calcinha pequena. Por dentro, fiquei tensa pra caralho ao sentir aquele arrepio, mas fingi que não tava rolando e disfarcei meus peitos como pude pra que meu pai não notasse como meus bicos tinham endurecido com aquele tapa, porque eu não tava de sutiã e o tecido do vestido era muito leve. Logo depois, meu pai se afastou e nos despedimos pra ir dormir. Fui pro meu quarto com a boceta molhada e os peitos excitadíssimos, e quando fiquei sozinha, abri os lábios da minha xereca e me dei prazer entre gemidos abafados pra que meu pai não me ouvisse.
Meu pai continuou com seus toques diários na minha barrigona sem passar daí. Mas as olhadas que ele dava pras minhas tetas enquanto me acariciava não passaram despercebidas, principalmente depois daquela carícia acidental — ou que eu achei que foi — nos pelinhos da minha buceta, que me fez vibrar do jeito que vibrou.
Um dia, enquanto ele fazia a massagem e tinha o rosto mais perto do meu decote, que já dá pra imaginar como tava, ele chegou a dizer:
— Filha, que peitos que você arrumou!
— Eu ri nervosa e só consegui responder, orgulhosa:
— É, né?
— Lindos! — respondeu meu pai, enquanto olhava diretamente pra eles.
Eu os exibia, sem perceber a tesão que tava despertando no meu pai, embora começasse a notar algo quando não foi mais uma vez acidental, mas várias vezes ele parava, como quem não quer nada, nos meus pelinhos, brincando com eles enquanto acariciava minha barriga. Assim ficamos um tempo, extasiados com aquelas carícias que ele me dava e com uma excitação cada vez maior que virava luxúria solitária à noite.
Uma manhã, estávamos sentados na cozinha tomando café. Eu tava de camisola, e através dela dava pra ver minha barriga já bem aparente — tava de sete meses — e meus lindos peitos. De relance, vi que no pijama do meu pai aparecia um volume que ele tentava disfarçar como podia. Ele saiu de fui pra cozinha e entrei no banheiro. (Depois fiquei sabendo, porque ele me contou tempos atrás, que praticamente desde que chegou em casa tava se acabando na punheta e que sempre depois de passar a mão na minha barriga, tinha que ir pro banheiro ou pro quarto dele se aliviar pensando em mim.)
Quando saiu do banheiro, já mais relaxado, me disse:
— Vamos ver, como é que tá essa barriguinha?
E começou como sempre a passar a mão nela toda. Eu deixava ele fazer. Às vezes, eu pegava ele de olhos fechados enquanto me acariciava, como se tivesse sonhando, e um dia ele me disse:
— Ó, gata, queria te pedir uma coisa, espero que não se incomode, é que, sabe, sempre tive curiosidade de saber como é o gosto do leite materno e sua mãe nunca me deixou provar, você me daria pra provar quando o leite descer?
— Comecei a rir, falando que ele era um crianção, mas achei meio inocente e, como se fosse uma brincadeira, respondi:
— Bom, se você se comportar bem, vou te dar um pouco, se sobrar, claro.
— Sério?? — exclamou todo animado, sem parar de olhar pros meus peitos...
— Prometo! — falei entre risadas. Se você for um pussy bonzinho, vou te dar uma tetinha.
— Hummm... — exclamou meu pai todo guloso e, se aproximando, me deu um beijinho bem terno e quente em cada biquinho que aparecia por baixo da minha camisola...
Eu, divertida (e excitada), falei:
— Ei, ainda não tenho leite!!
Aí meu pai respondeu:
— Tá bom, vou esperar como um pussy bonzinho até esses peitinhos estarem no ponto, mas você precisa saber, te falo cientificamente, que os bicos têm que ser preparados antes de amamentar, seu médico não te falou isso?
A gente riu e a conversa parou por aí, mas eu, pra ver se meu pai tava falando a verdade e como era minha primeira vez e eu não manjava muito dessas coisas, consultei meu obstetra, que confirmou o que meu pai tinha dito, que os bicos tinham que ser "endurecidos" e que existiam vários métodos, como esfregar com uma toalha, por exemplo, e também, claro, chupando e massageando. Quando cheguei em casa, ele Contei o que o médico tinha me dito e ela caiu na risada da minha incredulidade.
— Viu, bobinha? Parece que tem quinze anos... Vem cá, desconfiada...
Ela me puxou pra perto, me sentando no colo dela... Minha barriga já estava um pouco mais saliente, embora eu ainda fosse ágil. Papai, levantando minha blusa e abaixando um pouco minha calça, deixou toda minha barriga de fora e começou a acariciá-la como sempre, dizendo:
— Deixa eu ver como tá essa barriguinha? E levando uma mão até meus peitos, começou a acariciar meus mamilos, já duros, por cima do tecido.
— Vamos preparar essas tetinhas pra que possam amamentar bem... né?
Meu pai desabotoou minha blusa e eu abaixei o sutiã. Meus peitos apareceram, inchados, nervosos, desafiadores diante dos olhos do meu pai. Eu me sentia orgulhosa dos meus peitos e, embora sentisse vergonha de estar assim na frente dele, a excitação era tanta que meus mamilos estavam durinhos ao máximo. Meu coração batia a mil ao sentir a mão do meu pai percorrendo um peito, depois o outro... Eu estava ficando excitada e não queria que percebesse!!! Nisso, meu pai me disse:
— Vamos preparar esse mamilinho, sim, querida?
E enquanto com uma mão ele acariciava um peito, aproximou a boca do outro e, mostrando uma língua de fora, lambeu primeiro o mamilo e depois chupou ele enquanto murmurava:
— Mmmmm, que tetinhas você tem, filha...
Enquanto dizia isso, não parava de acariciá-las e de chupar meus mamilos, primeiro com muita língua, excitando-os devagar, depois chupando como um louco, gemendo como uma puta no cio... Depois de um tempo, eu também comecei a murmurar e gemer baixinho, sem deixar transparecer totalmente o tesão que estava tomando conta da minha buceta... e da do meu pai, porque eu estava sentada em cima do pau dele, que estava queimando minha bunda...
Assim passamos um bom tempo, meu pai sem parar de me acariciar e chupar, com uma língua que nenhum homem jamais igualou em safadeza... Era uma... Situação meio vergonhosa: um pai tarado apalpando e chupando os peitos da filha grávida enquanto esfrega a pica dele por baixo da calça, e uma filha grávida e igualmente tarada, orgulhosa de mostrar os peitos pro pai e ficando louca com a língua que ele tá passando neles.
Meu pai tava a ponto de explodir, devorava meus peitos enquanto eu gemia e ele se esfregava cada vez mais rápido na minha bunda, falando:
— Sarita, quero gozar na sua calcinha...
Aí ele tirou a pica e encaixou entre minha calcinha e minha bucetinha. Eu, sentindo o contato do pau do meu pai entre meus lábios que estavam inchados pela gravidez e pela excitação, comecei a me mexer e esfregar a bocetinha na pica dele num vai e vem cada vez mais descarado e obsceno, enquanto meu pai acompanhava o ritmo apertando meus peitos, me fazendo soltar gritos de prazer.
— Isso, filha... que corpaço você tem... hummmm... continua... continua... hummm como você se mexe... continua, amor...
Eu, ainda incrédula com as palavras que a gente tava trocando, com o tesão que tinha tomado conta de nós e com o prazer que os dois estavam sentindo ao se roçar tão intimamente, me entreguei de vez. E quando me dei conta, o pau do meu pai já tava enfiado dentro de mim... Me senti uma mulher como nunca antes, grávida e sendo fodida pelo meu pai... Tava no paraíso...
A partir daquele dia, meu pai acompanhou minha gravidez de bem mais perto. Claro que preparou meus bicos de um jeito maravilhoso, e eu consegui amamentar meu filho e meu pai. Vivemos uns meses de plenitude. A gravidez fez a gente se desejar loucamente, e o resto a gente viveu intensamente. Meu pai não se cansava de me comer, nem eu de ser comida. Ficamos os dois até o parto permanentemente tarados. Mas esse tesão não passou depois do parto. Dois dias depois, subiu meu leite, meus peitos estavam muito cheios e tinha que tirar manualmente. Meu pai disse que os peitos tinham que ficar pendurados pra baixo pra extrair melhor o leite. eles, a enfermeira nos contou quando ainda estávamos no hospital. Então eu fiquei de quatro em cima da cama, meus peitos enormes ficaram balançando, doíam muito por causa da pressão do leite. Meu pai disse:
- Assim, minha vida, muito bem, vou ordenhar você com cuidado.
Meu pai apalpou meus peitos, os massageou bem enquanto dizia:
- Hummm... Sarita, que peitos... agora sim que ficaram gostosos, hein?
- Sim, mas estão doendo muito... Alivia eles pra mim, papai!!
Meu pai começou a tirar leite dos meus peitos e eu me senti cada vez mais aliviada e excitada, principalmente quando percebi que enquanto me ordenhava e me matava de prazer com seus amassos, com a outra mão papai tinha tirado o pau pra fora e estava se masturbando pra caralho, até que gozou e juntamos o leite dele com o meu. Assim combinamos que toda vez que eu desse de mamar pra ele, ele me daria de mamar também e que até podermos foder de novo, íamos nos ordenhar e mamar um no outro. E foi o que fizemos.
Depois dessa experiência maravilhosa de amor e luxúria que minha gravidez nos proporcionou, quanto tempo vocês acham que meu pai demorou pra me dizer que queria me ver grávida de novo, que ansiava poder aproveitar meu corpo de mulher? No dia em que ele me disse, estávamos na cama, acabávamos de dar uma foda daquelas que meu pai me dava todo dia. Mas o desejo que meu pai acabava de confessar de me ver grávida de novo me excitou como nunca tinha estado até então. Meu pai não demorou a ficar duro de novo. Naquele dia, ele levantou mais minhas pernas, eu abri bem minha bucetinha e falei: papai, me prova! Enquanto ele empurrava, segurando minhas nádegas pra que o pau dele entrasse até o fundo.... Fizemos isso muitas vezes, meu pai descarregando o leite bem dentro da minha buceta e eu fechando ela depois que ele tinha gozado, contraindo os músculos, pra que o sêmen do meu pai ficasse muito tempo dentro e assim ter mais chances de engravidar. Finalmente, o momento tão desejado Chegou e o teste de gravidez deu positivo. Meu pai não estava em casa quando voltei de fazer o teste. Enquanto esperava por ele, tomei um banho e fiquei me acariciando, pensando que em breve eu teria de novo as curvas que enlouqueciam meu pai. Enquanto me olhava, tive a ideia de raspar a bucetinha e dar a surpresa quando ele voltasse. E foi o que fiz. Raspei até o último fio de pelo da bunda, deixei os lábios lisos, bem rosados e carnudos. Fiquei muito excitada me vendo toda peladinha e macia, e tive que bater uma punhetinha leve enquanto esperava o papai, de tão tesuda que fiquei. Quando ele chegou, eu estava de roupão, sem nada por baixo, sentada numa poltrona do sofá, fingindo que lia, mas a excitação não me deixava. Meu pai se aproximou, me beijou na boca como sempre, enquanto enfiava a mão pelo roupão até pegar uma das minhas tetinhas. Eu afastei a mão dele e falei:
— Senta, tenho que te contar uma coisa. Meu pai sentou no sofá, na minha frente, e disse:
— Fala, o que você tem pra me contar, amor? Tô todo ouvidos.
— Eu desabotoei o roupão e primeiro deixei meus peitos à mostra, e meu pai soltou um suspiro enquanto dizia:
— Filha, cada dia tu tá com as tetas mais gostosas, sem tirar os olhos.
Eu continuei abrindo o roupão e, quando abri tudo, coloquei uma perna em cima de um braço da poltrona e a outra no outro, deixando minha rachinha toda aberta na frente do meu pai, que não sabia o que fazer quando eu falei:
— Tô grávida...
Meu pai pirou, chupou minha bucetinha com vontade, soltando gemidos e murmurando coisas safadas e carinhosas que me faziam explodir de prazer. Eu adorava ver a língua dele, lambendo e lambendo minha xereca enquanto ele se masturbava com a mão. Depois, eu chupei ele. Ele tava com um pau duríssimo e bem grosso. Perdi a consciência chupando sem parar. O pau do papai me embriagava. Antes de gozar, ele parou e disse que queria meter dentro de mim. Mim. Ele meteu ali mesmo, sentada com as pernas abertas no sofá depois de me fazer gozar com a língua dele e os gemidos na minha bucetinha.
— Você é uma mulher, filha, nenhuma mulher me deixou com o pau tão duro igual você deixa... — Ele disse entre gemidos e espasmos, me dando estocadas cada vez mais rápidas com o pau dele que me preenchia inteira...
Gozamos como loucos. Sentei de novo, plena. Grávida do meu pai e com o pau dele novamente dentro de mim. Nunca pensei que dava pra ficar tão tesuda e ser tão feliz com um homem.
9 comentários - Olha minha barriguinha, papai
de todas formas gracias por comentar
tambien me gustó mucho este relato...hasta me pajee un rato
🙎♂️