Este é meu primeiro post, espero que gostem e perdoem os erros. Se curtirem, vou continuar com a história completa, que é uma vida inteira.
Meu nome é Antonio, tenho 40 anos, comecei a ter alguns fios de cabelo branco agora. Do corpo, além da barriguinha que tento evitar na academia, o resto tá no lugar. Sou o típico homem solitário e, depois de 10 anos de uma vida ingrata, entre um divórcio com dois filhos e pouco trabalho, consegui construir minha casa — algo confortável, com dois quartos caso meus filhos quisessem ficar, o que nunca aconteceu. Ainda tive o bônus de construir dois apartamentos extras e alugá-los, com uma grana extra no bolso. Com isso, montei um bar perto da área de baladas, algo tranquilo pra espairecer um pouco do resto da minha vida.
Uma noite como qualquer outra, atendendo os poucos clientes de um domingo, chegou um grupinho de minas entre 20 e 25 anos, pelo jeito. Eram quatro, e não prestei muita atenção quando chegaram. Pediram uma cerveja e uns drinks. Lá pelas 2 da manhã, três delas se despediram da outra e foram embora. Quando fui recolher os copos da mesa, prestei mais atenção naquela guria que tava sozinha. Pra ser sincero, era um anjo: olhos azul celeste profundo, cabelo bem preto como carvão, longo até a cintura, e um corpo que, mesmo sentada, mostrava ter tudo que o médico receitou.
— Tá esperando teu namorado? — perguntei.
— Hã? Não, não tenho namorado — respondeu, como se estivesse pensando em algo e eu a tirasse dos pensamentos. — Se tô incomodando, vou embora.
— Não, fica. Quase não tem ninguém, e além disso, você alegra minha vista — respondi, e ela me deu um sorriso que me ofuscou pelo resto da noite.
Assim passaram as horas até a hora de fechar, e ela continuava lá sentada, olhando as pessoas que passavam e perdendo o olhar em algum pensamento.
— Desculpa, mas já é hora de fechar, e a única mesa que falta guardar é essa — falei, parado ao lado dela.
— Sim, me desculpa, mas... A verdade é que não tenho pra onde ir — ela confessou.
— Como assim? Deixa eu abrir a mesa, passa pro balcão e a gente conversa lá dentro — respondi.
Ela se levantou e aí pude apreciar o quanto ela era gostosa de verdade. As curvas dela convidavam a se perder só de olhar, os peitos dela por baixo do top sem sutiã não eram muito grandes, mas pediam pra ser olhados por um bom tempo, a cintura de modelo, a bunda empinada e redondinha feito um butty era um convite pra colocar uma mão por baixo da mini saia que ela tava usando.
Ela me seguiu até o balcão, onde peguei uns copos e uma cerveja.
— Não tenho dinheiro.
— Relaxa, sempre abro uma pra mim nessa hora e não tem nada de errado em oferecer.
Tomamos a cerveja conversando, e ela me contou que se chama Yanina, era de outro estado e que no lugar onde tava hospedada, tinha sido expulsa por culpa de uma amiga.
— Bom, se você não tem onde ficar, posso te ajudar pelo menos essa noite — nunca fiz isso com segundas intenções — tenho um quarto extra na minha casa e não tenho problema em emprestar por uma noite.
— Como? Não, obrigada, já vou achar onde ficar.
— Não, não; nessa hora você não vai achar nada, vai, tô fazendo isso porque você me parece uma pessoa legal.
— Bom... Obrigada, mas deixa claro que sou uma garota decente.
— Disso não tenho dúvida, vamos, o carro tá na esquina.
E dito isso, fomos pra minha casa. No caminho, conversamos sobre coisas sem importância e fiquei sabendo que fazia tempo que ela não tinha namorado.
— Terminei com ele na minha cidade e desde então não tive nenhum homem na minha cama — ela contou.
Ao chegar na minha casa, ofereci a ela o quarto ao lado do meu, que tem uma cama de solteiro.
— Boa noite.
— Até amanhã — respondi.
Naquela noite, pode-se dizer, chegamos quando o sol tava começando a aparecer. Eu já tava quase dormindo, quando comecei a ouvir barulho do outro quarto. Ao me levantar, fui até a porta onde ela estava “dormindo”. Antes de bater na porta, não sei se por intuição, primeiro decidi olhar pelo buraco da fechadura. fechadura, a cama no meio do quarto, meio iluminada pelo sol que entrava por trás das cortinas, mostrava aquele corpo lindo totalmente nu e brilhante se movendo ritmadamente no compasso dos pequenos gemidos. Aquela criatura linda estava se masturbando sem nenhum cuidado no quarto. Fiquei pasmo e meu pau, nem lerdo nem preguiçoso, ficou duro que nem um ferro em brasa, pronto pra ação. Mas não queria assustar ela nem parar de contemplar aquela obra de arte em movimento, então fiquei ali, feito um voyeur, batendo uma punheta enquanto via ela se masturbar. Na hora do orgasmo dela, ela pegou o travesseiro e mordeu pra abafar o gemido de prazer, que mesmo assim eu ouvi. Quando terminou, lambeu os dedos, o que me fez explodir e tive que gozar na minha mão pra não deixar vestígios suspeitos.
Na manhã seguinte, eu já estava tomando café quando ela saiu do banheiro só de top e uma calcinha preta que mostrava a bunda dela em todo o esplendor.
— Me desculpa estar assim, mas não tenho mais roupa pra vestir até pegar minha mala na pensão.
Eu, escondendo minha ereção monstra debaixo da mesa da cozinha, já estava imaginando o gosto da boca dela e os gritos que essa criatura saída das minhas fantasias daria quando eu a pegasse. Só consegui balançar a cabeça e dar de ombros pra mostrar que não me importava. E ia me importar?
— E você tá sozinho? Digo, não tem uma namorada ou algo assim que possa aparecer e te encontrar com uma mina de calcinha?
Isso acabou me deixando louco.
— Não — falei com dificuldade, começando a respirar mais fundo — faz anos que não tenho ninguém.
— Mas que pena, eu achava que você tinha alguém. Isso quer dizer que faz tempo que não chupam seu pau? E não tiram seu leite?
Aha! E você é uma fofinha respeitável, pensei. Agora vai saber como se joga.
— Sim, faz tempo que não chupam ele. Mas ontem à noite saiu leite sim, enquanto eu te olhava.
Isso a desconcertou um pouco, mas nem lerda nem preguiçosa:
— Ah, não vale. você já me viu pelada e por cima enquanto eu me tocava
- E eu adorei, e não é grande coisa se agora você tá quase nua, só falta EU tirar o top e aquele fio que você tem entre as pernas
- Que você tire?
Não deixei tempo pra ela pensar muito na pergunta e acho que ela já tinha adivinhado a resposta. Levantei da cadeira e rapidamente me aproximei dela, peguei ela nos meus braços, num só impulso arrebentei a boca dela com um beijo, ela me separou por um instante e se grudou de novo em mim noutro beijo mais apaixonado. Levei minhas mãos aos peitos dela por cima do top, os bicos estavam ficando duros e a respiração dela mais acelerada, a mão dela percorreu meu peito por baixo da minha camiseta e devagar foi descendo até meu pau duro que nem mastro de bandeira, começou a acariciar por cima da calça, eu arranquei o top dela com dois puxões e deixei aqueles peitos lindos com os bicos duros me convidando pra chupar, baixei a cabeça até o peito dela e comecei a chupar os bicos com luxúria como se fosse a primeira comida em muitos dias, a respiração dela virava gemidos e com a mão, do jeito que deu, tirou meu pau da calça e começou a masturbar
Desci minha mão até a calcinha dela que já tava molhada dos fluidos e puxei pra um lado pra masturbar com loucura aquela criatura nem tão inocente, os gemidos dela aumentaram, eu chupava um bico, lambia o peito todo e trocava pro outro pra não deixar descansar, dando uma mordidinha de vez em quando, enquanto minha mão acariciava a buceta dela e dava massadinhas no clitóris, assim que enfiei um dedo na buceta dela, a respiração dela parou, minha mão encheu de fluido e o corpo dela tremeu com espasmos fortes, um orgasmo daqueles saiu da boca dela com um gemido que devia ter sido ouvido de longe.
Sem ainda se recuperar direito, ela pegou minha cabeça e começou a comer minha boca literalmente, agarrou meu pau com as duas mãos
- Agora é minha vez de tirar seu leite – ela disse
Ela se ajoelhou, igual fazem as atrizes pornô, e começou a sacudir meu pau na mão dela na frente do rosto dela, primeiro passei ele pelos lábios, depois ela abriu só um pouco a boca e colocou a ponta, e com a língua ficava brincando, esticou a língua pra babujar todo o tronco, da ponta até os ovos e de volta, abriu a boca e engoliu metade da minha porra de uma vez, eu ofegava e gozava olhando e sentindo como aquela gostosa me chupava o pau.
- Haaa, que gostoso você chupa, mas quero te fazer o amor como ninguém fez.
- Sim, eu também quero que você me foda com esse pau bem gostoso que você tem
Dito isso peguei ela pelos braços, beijei a boca dela e fomos pro meu quarto. Lá levantei ela e levei pra cama, deitei ela, me deitei do lado e comecei a comer o corpo dela todo de novo, saboreei os peitos dela outra vez, e me deliciei com o gosto dos fluidos vaginais dela ao lamber a pussy depilada
- Já não aguento mais, quero ele bem dentro, me dá, faz tempo que não tenho um pau, e nunca um tão apetitoso
Subi nela, com as pernas dela abertas e meu pau na porta do paraíso, lubrifiquei meu pau com os fluidos dela e coloquei a ponta na entrada, os lábios dela estavam quentes, pulsando, esperando a cabeça separar eles, empurrei e a cabeça entrou, acompanhado de um gemido longo da parte dela, um pouco mais pra dentro e a respiração dela ficou entrecortada e o corpo dela se dobrava, me joguei sobre ela e me segurando nos ombros dela, enfiei até os ovos, o grito de paixão, dor, êxtase tudo misturado fez as janelas tremerem, e o corpo dela se sacudia como possuído, assim ela teve outro orgasmo, mas eu não ia parar aí, depois de dilatada, comecei com o vai e vem, os gemidos dela eram incríveis, eu tava na lua ou mais longe.
Depois parei, tirei e deitei, ela imediatamente subiu em cima de mim e enfiou meu pau até o fundo, depois subia e descia de novo no pau, eu já tava quase explodindo.
- Tô quase gozando, vou te encher
Ela parou, saiu de cima de mim e ela me disse que queria ele todo na boquinha dela, peguei ela e coloquei ela em cima de mim num 69, segurei as pernas dela e coloquei a buceta dela bem na minha cara, ela pegou minha pica e engoliu de uma vez, eu peguei o clitóris dela e comecei a castigar com minha língua, ela levantava a cabeça e abaixava engolindo o que podia do meu pau, comecei a sentir os espasmos da gozada e ela aumentou o ritmo, quando o primeiro jato saiu, ela parou os movimentos e começou a engolir toda a minha porra que saía como se tivesse anos acumulando sêmen, e quase era assim, ela engoliu quase tudo, alguns fios escorreram pela boca dela, as pernas dela tremeram um pouco e minha boca também recebeu todo o fluido vaginal dela, que senti doce e delicioso. Levantei ela, peguei o rosto dela e beijei a boca dela. Ficamos largados na cama.
— Eu esperava que você me comesse ontem à noite — ela confessou — que me agarrasse assim que fechasse a porta e me comesse como agora, por isso me masturbei ontem à noite, tava muito tesuda.
— Então tudo era pra me pegar.
— Não pra, não tudo, faz tempo que a gente vai no bar e eu te olho e imagino coisas como o que acabamos de fazer, mas ontem à noite não era com essa intenção.
— Então como é que fica?
— Na real, me mandaram embora da pensão mas não foi culpa minha, e não tenho onde ficar, minha roupa ainda tá na pensão, deixei lá porque não tenho onde guardar, e ontem à noite tava tão preocupada com onde dormir que nem prestei atenção em você, e mesmo assim olha como tudo terminou.
— Beleza, te proponho uma coisa.
— Sim, o quê?
— Eu alugo o quarto onde você tá dormindo até você achar outro lugar.
— Valeu, mas...
— Deixa eu terminar, em troca, você faz os serviços da casa, e o dinheiro dos seus pais você gasta como precisar.
— E os serviços da casa incluem atender o dono quando ele tá com tesão? — ela completa com um sorrisinho safado.
— Claro — beijo no meio.
— Então aceito.
Dito isso, fechamos o trato com um beijo bem apaixonado e nos preparamos pra mais uma rodada de sexo.
Meu nome é Antonio, tenho 40 anos, comecei a ter alguns fios de cabelo branco agora. Do corpo, além da barriguinha que tento evitar na academia, o resto tá no lugar. Sou o típico homem solitário e, depois de 10 anos de uma vida ingrata, entre um divórcio com dois filhos e pouco trabalho, consegui construir minha casa — algo confortável, com dois quartos caso meus filhos quisessem ficar, o que nunca aconteceu. Ainda tive o bônus de construir dois apartamentos extras e alugá-los, com uma grana extra no bolso. Com isso, montei um bar perto da área de baladas, algo tranquilo pra espairecer um pouco do resto da minha vida.
Uma noite como qualquer outra, atendendo os poucos clientes de um domingo, chegou um grupinho de minas entre 20 e 25 anos, pelo jeito. Eram quatro, e não prestei muita atenção quando chegaram. Pediram uma cerveja e uns drinks. Lá pelas 2 da manhã, três delas se despediram da outra e foram embora. Quando fui recolher os copos da mesa, prestei mais atenção naquela guria que tava sozinha. Pra ser sincero, era um anjo: olhos azul celeste profundo, cabelo bem preto como carvão, longo até a cintura, e um corpo que, mesmo sentada, mostrava ter tudo que o médico receitou.
— Tá esperando teu namorado? — perguntei.
— Hã? Não, não tenho namorado — respondeu, como se estivesse pensando em algo e eu a tirasse dos pensamentos. — Se tô incomodando, vou embora.
— Não, fica. Quase não tem ninguém, e além disso, você alegra minha vista — respondi, e ela me deu um sorriso que me ofuscou pelo resto da noite.
Assim passaram as horas até a hora de fechar, e ela continuava lá sentada, olhando as pessoas que passavam e perdendo o olhar em algum pensamento.
— Desculpa, mas já é hora de fechar, e a única mesa que falta guardar é essa — falei, parado ao lado dela.
— Sim, me desculpa, mas... A verdade é que não tenho pra onde ir — ela confessou.
— Como assim? Deixa eu abrir a mesa, passa pro balcão e a gente conversa lá dentro — respondi.
Ela se levantou e aí pude apreciar o quanto ela era gostosa de verdade. As curvas dela convidavam a se perder só de olhar, os peitos dela por baixo do top sem sutiã não eram muito grandes, mas pediam pra ser olhados por um bom tempo, a cintura de modelo, a bunda empinada e redondinha feito um butty era um convite pra colocar uma mão por baixo da mini saia que ela tava usando.
Ela me seguiu até o balcão, onde peguei uns copos e uma cerveja.
— Não tenho dinheiro.
— Relaxa, sempre abro uma pra mim nessa hora e não tem nada de errado em oferecer.
Tomamos a cerveja conversando, e ela me contou que se chama Yanina, era de outro estado e que no lugar onde tava hospedada, tinha sido expulsa por culpa de uma amiga.
— Bom, se você não tem onde ficar, posso te ajudar pelo menos essa noite — nunca fiz isso com segundas intenções — tenho um quarto extra na minha casa e não tenho problema em emprestar por uma noite.
— Como? Não, obrigada, já vou achar onde ficar.
— Não, não; nessa hora você não vai achar nada, vai, tô fazendo isso porque você me parece uma pessoa legal.
— Bom... Obrigada, mas deixa claro que sou uma garota decente.
— Disso não tenho dúvida, vamos, o carro tá na esquina.
E dito isso, fomos pra minha casa. No caminho, conversamos sobre coisas sem importância e fiquei sabendo que fazia tempo que ela não tinha namorado.
— Terminei com ele na minha cidade e desde então não tive nenhum homem na minha cama — ela contou.
Ao chegar na minha casa, ofereci a ela o quarto ao lado do meu, que tem uma cama de solteiro.
— Boa noite.
— Até amanhã — respondi.
Naquela noite, pode-se dizer, chegamos quando o sol tava começando a aparecer. Eu já tava quase dormindo, quando comecei a ouvir barulho do outro quarto. Ao me levantar, fui até a porta onde ela estava “dormindo”. Antes de bater na porta, não sei se por intuição, primeiro decidi olhar pelo buraco da fechadura. fechadura, a cama no meio do quarto, meio iluminada pelo sol que entrava por trás das cortinas, mostrava aquele corpo lindo totalmente nu e brilhante se movendo ritmadamente no compasso dos pequenos gemidos. Aquela criatura linda estava se masturbando sem nenhum cuidado no quarto. Fiquei pasmo e meu pau, nem lerdo nem preguiçoso, ficou duro que nem um ferro em brasa, pronto pra ação. Mas não queria assustar ela nem parar de contemplar aquela obra de arte em movimento, então fiquei ali, feito um voyeur, batendo uma punheta enquanto via ela se masturbar. Na hora do orgasmo dela, ela pegou o travesseiro e mordeu pra abafar o gemido de prazer, que mesmo assim eu ouvi. Quando terminou, lambeu os dedos, o que me fez explodir e tive que gozar na minha mão pra não deixar vestígios suspeitos.
Na manhã seguinte, eu já estava tomando café quando ela saiu do banheiro só de top e uma calcinha preta que mostrava a bunda dela em todo o esplendor.
— Me desculpa estar assim, mas não tenho mais roupa pra vestir até pegar minha mala na pensão.
Eu, escondendo minha ereção monstra debaixo da mesa da cozinha, já estava imaginando o gosto da boca dela e os gritos que essa criatura saída das minhas fantasias daria quando eu a pegasse. Só consegui balançar a cabeça e dar de ombros pra mostrar que não me importava. E ia me importar?
— E você tá sozinho? Digo, não tem uma namorada ou algo assim que possa aparecer e te encontrar com uma mina de calcinha?
Isso acabou me deixando louco.
— Não — falei com dificuldade, começando a respirar mais fundo — faz anos que não tenho ninguém.
— Mas que pena, eu achava que você tinha alguém. Isso quer dizer que faz tempo que não chupam seu pau? E não tiram seu leite?
Aha! E você é uma fofinha respeitável, pensei. Agora vai saber como se joga.
— Sim, faz tempo que não chupam ele. Mas ontem à noite saiu leite sim, enquanto eu te olhava.
Isso a desconcertou um pouco, mas nem lerda nem preguiçosa:
— Ah, não vale. você já me viu pelada e por cima enquanto eu me tocava
- E eu adorei, e não é grande coisa se agora você tá quase nua, só falta EU tirar o top e aquele fio que você tem entre as pernas
- Que você tire?
Não deixei tempo pra ela pensar muito na pergunta e acho que ela já tinha adivinhado a resposta. Levantei da cadeira e rapidamente me aproximei dela, peguei ela nos meus braços, num só impulso arrebentei a boca dela com um beijo, ela me separou por um instante e se grudou de novo em mim noutro beijo mais apaixonado. Levei minhas mãos aos peitos dela por cima do top, os bicos estavam ficando duros e a respiração dela mais acelerada, a mão dela percorreu meu peito por baixo da minha camiseta e devagar foi descendo até meu pau duro que nem mastro de bandeira, começou a acariciar por cima da calça, eu arranquei o top dela com dois puxões e deixei aqueles peitos lindos com os bicos duros me convidando pra chupar, baixei a cabeça até o peito dela e comecei a chupar os bicos com luxúria como se fosse a primeira comida em muitos dias, a respiração dela virava gemidos e com a mão, do jeito que deu, tirou meu pau da calça e começou a masturbar
Desci minha mão até a calcinha dela que já tava molhada dos fluidos e puxei pra um lado pra masturbar com loucura aquela criatura nem tão inocente, os gemidos dela aumentaram, eu chupava um bico, lambia o peito todo e trocava pro outro pra não deixar descansar, dando uma mordidinha de vez em quando, enquanto minha mão acariciava a buceta dela e dava massadinhas no clitóris, assim que enfiei um dedo na buceta dela, a respiração dela parou, minha mão encheu de fluido e o corpo dela tremeu com espasmos fortes, um orgasmo daqueles saiu da boca dela com um gemido que devia ter sido ouvido de longe.
Sem ainda se recuperar direito, ela pegou minha cabeça e começou a comer minha boca literalmente, agarrou meu pau com as duas mãos
- Agora é minha vez de tirar seu leite – ela disse
Ela se ajoelhou, igual fazem as atrizes pornô, e começou a sacudir meu pau na mão dela na frente do rosto dela, primeiro passei ele pelos lábios, depois ela abriu só um pouco a boca e colocou a ponta, e com a língua ficava brincando, esticou a língua pra babujar todo o tronco, da ponta até os ovos e de volta, abriu a boca e engoliu metade da minha porra de uma vez, eu ofegava e gozava olhando e sentindo como aquela gostosa me chupava o pau.
- Haaa, que gostoso você chupa, mas quero te fazer o amor como ninguém fez.
- Sim, eu também quero que você me foda com esse pau bem gostoso que você tem
Dito isso peguei ela pelos braços, beijei a boca dela e fomos pro meu quarto. Lá levantei ela e levei pra cama, deitei ela, me deitei do lado e comecei a comer o corpo dela todo de novo, saboreei os peitos dela outra vez, e me deliciei com o gosto dos fluidos vaginais dela ao lamber a pussy depilada
- Já não aguento mais, quero ele bem dentro, me dá, faz tempo que não tenho um pau, e nunca um tão apetitoso
Subi nela, com as pernas dela abertas e meu pau na porta do paraíso, lubrifiquei meu pau com os fluidos dela e coloquei a ponta na entrada, os lábios dela estavam quentes, pulsando, esperando a cabeça separar eles, empurrei e a cabeça entrou, acompanhado de um gemido longo da parte dela, um pouco mais pra dentro e a respiração dela ficou entrecortada e o corpo dela se dobrava, me joguei sobre ela e me segurando nos ombros dela, enfiei até os ovos, o grito de paixão, dor, êxtase tudo misturado fez as janelas tremerem, e o corpo dela se sacudia como possuído, assim ela teve outro orgasmo, mas eu não ia parar aí, depois de dilatada, comecei com o vai e vem, os gemidos dela eram incríveis, eu tava na lua ou mais longe.
Depois parei, tirei e deitei, ela imediatamente subiu em cima de mim e enfiou meu pau até o fundo, depois subia e descia de novo no pau, eu já tava quase explodindo.
- Tô quase gozando, vou te encher
Ela parou, saiu de cima de mim e ela me disse que queria ele todo na boquinha dela, peguei ela e coloquei ela em cima de mim num 69, segurei as pernas dela e coloquei a buceta dela bem na minha cara, ela pegou minha pica e engoliu de uma vez, eu peguei o clitóris dela e comecei a castigar com minha língua, ela levantava a cabeça e abaixava engolindo o que podia do meu pau, comecei a sentir os espasmos da gozada e ela aumentou o ritmo, quando o primeiro jato saiu, ela parou os movimentos e começou a engolir toda a minha porra que saía como se tivesse anos acumulando sêmen, e quase era assim, ela engoliu quase tudo, alguns fios escorreram pela boca dela, as pernas dela tremeram um pouco e minha boca também recebeu todo o fluido vaginal dela, que senti doce e delicioso. Levantei ela, peguei o rosto dela e beijei a boca dela. Ficamos largados na cama.
— Eu esperava que você me comesse ontem à noite — ela confessou — que me agarrasse assim que fechasse a porta e me comesse como agora, por isso me masturbei ontem à noite, tava muito tesuda.
— Então tudo era pra me pegar.
— Não pra, não tudo, faz tempo que a gente vai no bar e eu te olho e imagino coisas como o que acabamos de fazer, mas ontem à noite não era com essa intenção.
— Então como é que fica?
— Na real, me mandaram embora da pensão mas não foi culpa minha, e não tenho onde ficar, minha roupa ainda tá na pensão, deixei lá porque não tenho onde guardar, e ontem à noite tava tão preocupada com onde dormir que nem prestei atenção em você, e mesmo assim olha como tudo terminou.
— Beleza, te proponho uma coisa.
— Sim, o quê?
— Eu alugo o quarto onde você tá dormindo até você achar outro lugar.
— Valeu, mas...
— Deixa eu terminar, em troca, você faz os serviços da casa, e o dinheiro dos seus pais você gasta como precisar.
— E os serviços da casa incluem atender o dono quando ele tá com tesão? — ela completa com um sorrisinho safado.
— Claro — beijo no meio.
— Então aceito.
Dito isso, fechamos o trato com um beijo bem apaixonado e nos preparamos pra mais uma rodada de sexo.
10 comentários - Uma história pra contar
Buen relato! Van puntos.