Aqui de volta com outra história que encontrei por aí, aproveitemDez anos, dez anos praticando sexo intenso em quase todas as modalidades, e nada, nem um único orgasmo vaginal. O desespero chegava ao limite. Para os médicos, ginecologistas, psicólogos, psiquiatras... tudo estava em ordem, não havia motivo aparente para minha anorgasmia. Obviamente meus parceiros não entendiam, nem entendem, não compreendem que eu também não, que sou EU a primeira a ser afetada e a quem mais parece frustrante.
No final, depois de muitas relações, experiências, ménages, casais liberais, sexo em grupo... tive que me conformar, até que chegue algo melhor, com o que há: orgasmos clitorianos e fingir todo o resto.
Estou há 2 anos morando com meu parceiro, um dos mais liberais que já tive. Era sábado à noite e havíamos combinado com um casal de amigos para jantar numa cafeteria, para depois nós quatro irmos a um pub liberal.
Eu, que costumava tomar café diariamente na tal cafeteria, já fazia tempo que reparava no garçom, sempre com camiseta branca justa, marcando peitorais e tanquinho. Posso jurar que o que mais me atraía era seu olhar intenso, seu sorriso e seu abdômen, até que um dia decidi olhar mais para baixo. Meu Deeeussss!!!!..... Esse homem era de massinha ou o quê? Estava um trem!!!, tinha tudo perfeito, no lugar e nas dimensões certas! Senti um pequeno "clap" na minha buceta ¡¡¡Tinha se aberto sozinha!!! como se tivessem aberto uma garrafa de espumante, incluindo as bolhas, que percorriam meu corpo. Diante da minha cara de idiota (suponho) ele me presenteou com seu melhor sorriso. Passaram-se os meses e eu me dedicava só a tomar café e a me deleitar com sua figura e gentileza.
Terminamos de jantar entre risadas e putaria. Decidimos tomar uma bebida ali mesmo, pois era mais barato e ainda era cedo para ir ao outro local. Eu estava "alegrinha" pelo álcool quando decidi ir ao banheiro e no meio do caminho, escorreguei. Alberto, que assim se chama o garçom, não deixou que eu chegasse ao chão, ficando quase agachada, me abraçando por trás com ambos os braços, um por baixo dos meus seios e outro atrás dos meus joelhos. Fiquei olhando fixamente para ele, nossos rostos enfrentados não estavam a mais de 2cm e ele disse:
- Tá bem? Você...
- Eu poderia ficar assim a noite toda - disse, sem deixá-lo terminar a pergunta.
Ele soltou uma grande gargalhada enquanto me fazia levantar e roçava meus lábios num pequeno beijo.
Corada, segui meu caminho.
O resto do tempo passou entre olhares e sorrisos cúmplices.
Fomos para o pub. Adoro esse lugar, mas se tenho que escolher uma área, fico com "A zona escura", mórbida como poucas, porque você não sabe quem está acariciando, abraçando, beijando você... onde se misturam paus, mãos, bocas, que saem de todos os lados como se tivessem vida própria e não pertencessem a nenhum corpo específico, sem que você veja absolutamente nada, vão tomando conta da sua nudez.
Entramos então nessa zona, os 4 de uma vez, Jorge (meu parceiro) Juanjo, minha amiga e eu.
Comecei a beijar apaixonadamente o Jorge, enfiando minha língua até as amígdalas dele enquanto tentava fazer ventosa com nossos lábios, quando senti que alguém fez um rabo de cavalo no meu cabelo, deixando minha nuca livre e começando a beijá-la molhada e sensual. Um toque áspero e outro mais sedoso deslizavam por cada milímetro das minhas costas arrepiando minha pele, ao mesmo tempo que meus seios eram chupados com intensidades diferentes, nenhum deles era o Jorge, nem o Juanjo, nem minha amiga, conhecia perfeitamente suas bocas e mãos.
Minhas pernas iam se abrindo inconscientemente, morrendo de vontade que alguém passasse seus dedinhos na minha buceta, mas ninguém se dignava. Quando decidi fazer eu mesma, levantaram meus braços acariciando-os com o dorso da mão desde as axilas até os pulsos. Sentia umas 10 mãos entre minhas costas, minha barriga, meus seios, meus braços... cada uma provocando sensações diferentes, algumas se De vez em quando se aproximavam da minha pelve, mas nenhum se aprofundava nela.
...Clitóris... - murmurei.
...Nããããããããão... - Jorge sussurrou no meu ouvido enquanto o devorava. - Aguenta, amor.
Vários me pegaram nos braços, me colocando de cavalinho, abrindo minhas pernas ao máximo e expondo minha boceta, que estava encharcada. Várias línguas começaram a acariciar minhas virilhas, se aproximando cada vez mais dos meus lábios vaginais. Um dos dedos deslizou timidamente por toda a minha umidade, percorrendo desde o ânus até o clitóris, como uma pena, apenas roçando.
- Caralho, gata! Como você tá assim...!!!! - disse entre dentes.
Eu já não aguentava mais, precisava ser fodida, penetrada, masturbada, qualquer coisa!
- Silvia! Me ajuda!!! - gritei para minha amiga.
- Hahahaha... Já tô ajudando, safadinha! - ela respondeu.
Agarrei a primeira mão que encontrei e a aproximei da minha xota, mas antes que chegasse ao lugar desejado, já havia um pau esfregando em círculos por toda a minha boceta, seguido por vários outros que faziam isso com cada vez mais ímpeto, misturando-se com bocas que me devoravam com lambidas.
Meus gemidos começaram a subir de tom e continuidade, e um dos paus me penetrou com uma lentidão que eu jamais imaginaria, enquanto quem me segurava por trás enfiava um dedo no meu cu.
Me soltaram sem tirar o dedo da minha bunda, que nesse momento já começava a se mover de forma vibratória, e sem parar de chupar minha boceta, me vendaram os olhos.
Jorge então me disse: - Amor, esta noite você não vai ver nada, só aproveita. Vamos para as camas.
Mas me enganaram, porque de repente senti novamente como me elevavam pelas pernas e braços, me mergulhando na banheira de hidromassagem. Lá, me fizeram ajoelhar e enfiaram um pau enorme na minha boca. Comecei a chupá-lo como se nunca tivesse chupado um antes. Aquele pau parecia não ter fim, além disso, estava delicioso, não conseguia parar de masturbá-lo, de percorrê-lo com minha boca de cima a baixo, em círculos, de agarra-lo Forte com minhas mãos e movendo no sentido inverso ao movimento da minha boca.
Ouvi vozes que me ofereciam elogios bonitos e sussurros safados que me deixavam a mil. Não paravam de me acariciar. Percebi como aquele corpo ia se desvanecendo e ficando cada vez mais baixinho, eu segui seu movimento.
Aproveitaram então que minha bunda estava empinada e minha buceta livre para massagear meu clitóris enquanto tentavam me comer pelo cu. E eu sem parar de chupar aquela rola, não conseguia!, estava tipo "viciada" nela. Sentei em um dos corpos e comecei a cavalgar de um jeito bem selvagem, era a força que minha tesão produzia com aquele pau na minha boca.
Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah........ Que bestas!!! me enfiaram no cu de uma só vez. Foi dor ou susto? Acho que uma mistura dos dois.
Precisei então me apoiar em algo e fiz gestos com minhas mãos pra ver se alcançava a borda da piscina, mas o que colocaram em cada uma das minhas mãos foram dois paus nos quais me agarrei com força. Depois de umas sacudidas e diante do espanto (suponho) dos presentes e meu próprio, fiquei "parada", sem me mexer, nem chupar, nem fazer nada. Parei pra pensar: Vamos ver... tenho uma rola deliciosa na boca da qual não consigo me soltar, outra me comendo pelo cu, estou cavalgando outra e tenho mais duas nas mãos... Guuuuuaaaaaauuuuuuu!!!!!!!!! minha pose era um pouco desconfortável mas não ia desperdiçar essa oportunidade. A mãe que me fez! Que gostoso eu me sentia! Tentava sincronizar meus movimentos mas era inútil, tinha que prestar atenção em muitas coisas ao mesmo tempo, então me deixei levar por todos aqueles corpos sentindo como entravam e saíam sem parar de cada um dos meus buracos. Não sei quanto tempo ficamos assim, mas era incrível! Estava curtindo como nunca. Sabia que depois ia me arrepender pela ardência e irritação, mas naqueles momentos eu queria mais e mais. Estava que nem doida. Estava sendo, sem dúvida, minha melhor experiência, mesmo assim não tinha conseguido gozar vaginalmente, embora tenha tido vários clitorianos.
Naquele momento, mudaram a música de fundo, passando do Jazz para o Country e aumentando levemente o volume. Isso significava que eram 5 horas e que em aproximadamente uma hora o local fecharia.
A noite terminou nas camas, tentei tirar a venda dos olhos, mas o Jorge não deixou. Lá me colocaram de quatro e ficaram me comendo sem parar pela frente e por trás, ao mesmo tempo, eu não sabia para onde mexer o corpo, meus olhos quase saltavam das órbitas, mesmo assim desejava continuar, queria gozar vaginalmente. Finalmente a música parou, eram 6 horas, tiraram a venda dos meus olhos e fomos para os chuveiros.
Que noite alucinante! Não conseguia parar de sorrir, de beijar e de agradecer ao meu boy, que sem dúvida tinha combinado com alguns dos caras assíduos do local para me dar todo aquele prazer. A única coisa que não entendia muito bem era porque ele não tinha me deixado tirar o lenço dos olhos a noite toda. Ele disse que eu tinha estado com alguém que eu nem imaginava e que essa pessoa em específico, por ser a primeira vez dela num local desses, tinha muita vergonha de ser vista por mim. (Que bobagem! - pensei). O resto do fim de semana transcorreu com total normalidade. Dormindo a manhã toda e à tarde saímos um tempinho para tomar umas cervejas e petiscos.
Na segunda-feira, como de costume, voltei a tomar café na lanchonete do Alberto. E depois de um "bom dia" não muito efusivo, ao colocar meu café no balcão, ele me perguntou:
- Como terminou o sábado?
Vejam só! Que pergunta inocente, né? Pois derramei o gole que tinha acabado de beber e acho que fiquei toda corada.
- Be...em, não foi mal - respondi entrecortada e gaguejando.
Será que não foi o Alberto quem não quis ser descoberto e por isso fiquei a noite toda com os olhos vendados?
- Não podia ficar na dúvida, mas também não me atrevia a perguntar diretamente. Que foda!
O pior é que passei o dia pensando em quem seria, tudo e todos me pareciam "suspeitos": meu chefe, meu subordinado, minha secretária, o cara dos correios...
No final liguei pro Jorge no trabalho e ele disse que tinha prometido pra essa pessoa não revelar a identidade dela, que ela mesma se revelaria quando tivesse coragem suficiente. Esqueci do assunto e foquei no meu trabalho, embora de vez em quando minha mente viajasse.
Era o Alberto com certeza, ou pelo menos era o que eu queria.Se vocês gostaram de mim já sabem o que fazer: favoritar, comentar pra pedir, compartilhar pra outros aproveitarem e tal. A gente se vê numa próxima 🆒
No final, depois de muitas relações, experiências, ménages, casais liberais, sexo em grupo... tive que me conformar, até que chegue algo melhor, com o que há: orgasmos clitorianos e fingir todo o resto.
Estou há 2 anos morando com meu parceiro, um dos mais liberais que já tive. Era sábado à noite e havíamos combinado com um casal de amigos para jantar numa cafeteria, para depois nós quatro irmos a um pub liberal.
Eu, que costumava tomar café diariamente na tal cafeteria, já fazia tempo que reparava no garçom, sempre com camiseta branca justa, marcando peitorais e tanquinho. Posso jurar que o que mais me atraía era seu olhar intenso, seu sorriso e seu abdômen, até que um dia decidi olhar mais para baixo. Meu Deeeussss!!!!..... Esse homem era de massinha ou o quê? Estava um trem!!!, tinha tudo perfeito, no lugar e nas dimensões certas! Senti um pequeno "clap" na minha buceta ¡¡¡Tinha se aberto sozinha!!! como se tivessem aberto uma garrafa de espumante, incluindo as bolhas, que percorriam meu corpo. Diante da minha cara de idiota (suponho) ele me presenteou com seu melhor sorriso. Passaram-se os meses e eu me dedicava só a tomar café e a me deleitar com sua figura e gentileza.
Terminamos de jantar entre risadas e putaria. Decidimos tomar uma bebida ali mesmo, pois era mais barato e ainda era cedo para ir ao outro local. Eu estava "alegrinha" pelo álcool quando decidi ir ao banheiro e no meio do caminho, escorreguei. Alberto, que assim se chama o garçom, não deixou que eu chegasse ao chão, ficando quase agachada, me abraçando por trás com ambos os braços, um por baixo dos meus seios e outro atrás dos meus joelhos. Fiquei olhando fixamente para ele, nossos rostos enfrentados não estavam a mais de 2cm e ele disse:
- Tá bem? Você...
- Eu poderia ficar assim a noite toda - disse, sem deixá-lo terminar a pergunta.
Ele soltou uma grande gargalhada enquanto me fazia levantar e roçava meus lábios num pequeno beijo.
Corada, segui meu caminho.
O resto do tempo passou entre olhares e sorrisos cúmplices.
Fomos para o pub. Adoro esse lugar, mas se tenho que escolher uma área, fico com "A zona escura", mórbida como poucas, porque você não sabe quem está acariciando, abraçando, beijando você... onde se misturam paus, mãos, bocas, que saem de todos os lados como se tivessem vida própria e não pertencessem a nenhum corpo específico, sem que você veja absolutamente nada, vão tomando conta da sua nudez.
Entramos então nessa zona, os 4 de uma vez, Jorge (meu parceiro) Juanjo, minha amiga e eu.
Comecei a beijar apaixonadamente o Jorge, enfiando minha língua até as amígdalas dele enquanto tentava fazer ventosa com nossos lábios, quando senti que alguém fez um rabo de cavalo no meu cabelo, deixando minha nuca livre e começando a beijá-la molhada e sensual. Um toque áspero e outro mais sedoso deslizavam por cada milímetro das minhas costas arrepiando minha pele, ao mesmo tempo que meus seios eram chupados com intensidades diferentes, nenhum deles era o Jorge, nem o Juanjo, nem minha amiga, conhecia perfeitamente suas bocas e mãos.
Minhas pernas iam se abrindo inconscientemente, morrendo de vontade que alguém passasse seus dedinhos na minha buceta, mas ninguém se dignava. Quando decidi fazer eu mesma, levantaram meus braços acariciando-os com o dorso da mão desde as axilas até os pulsos. Sentia umas 10 mãos entre minhas costas, minha barriga, meus seios, meus braços... cada uma provocando sensações diferentes, algumas se De vez em quando se aproximavam da minha pelve, mas nenhum se aprofundava nela.
...Clitóris... - murmurei.
...Nããããããããão... - Jorge sussurrou no meu ouvido enquanto o devorava. - Aguenta, amor.
Vários me pegaram nos braços, me colocando de cavalinho, abrindo minhas pernas ao máximo e expondo minha boceta, que estava encharcada. Várias línguas começaram a acariciar minhas virilhas, se aproximando cada vez mais dos meus lábios vaginais. Um dos dedos deslizou timidamente por toda a minha umidade, percorrendo desde o ânus até o clitóris, como uma pena, apenas roçando.
- Caralho, gata! Como você tá assim...!!!! - disse entre dentes.
Eu já não aguentava mais, precisava ser fodida, penetrada, masturbada, qualquer coisa!
- Silvia! Me ajuda!!! - gritei para minha amiga.
- Hahahaha... Já tô ajudando, safadinha! - ela respondeu.
Agarrei a primeira mão que encontrei e a aproximei da minha xota, mas antes que chegasse ao lugar desejado, já havia um pau esfregando em círculos por toda a minha boceta, seguido por vários outros que faziam isso com cada vez mais ímpeto, misturando-se com bocas que me devoravam com lambidas.
Meus gemidos começaram a subir de tom e continuidade, e um dos paus me penetrou com uma lentidão que eu jamais imaginaria, enquanto quem me segurava por trás enfiava um dedo no meu cu.
Me soltaram sem tirar o dedo da minha bunda, que nesse momento já começava a se mover de forma vibratória, e sem parar de chupar minha boceta, me vendaram os olhos.
Jorge então me disse: - Amor, esta noite você não vai ver nada, só aproveita. Vamos para as camas.
Mas me enganaram, porque de repente senti novamente como me elevavam pelas pernas e braços, me mergulhando na banheira de hidromassagem. Lá, me fizeram ajoelhar e enfiaram um pau enorme na minha boca. Comecei a chupá-lo como se nunca tivesse chupado um antes. Aquele pau parecia não ter fim, além disso, estava delicioso, não conseguia parar de masturbá-lo, de percorrê-lo com minha boca de cima a baixo, em círculos, de agarra-lo Forte com minhas mãos e movendo no sentido inverso ao movimento da minha boca.
Ouvi vozes que me ofereciam elogios bonitos e sussurros safados que me deixavam a mil. Não paravam de me acariciar. Percebi como aquele corpo ia se desvanecendo e ficando cada vez mais baixinho, eu segui seu movimento.
Aproveitaram então que minha bunda estava empinada e minha buceta livre para massagear meu clitóris enquanto tentavam me comer pelo cu. E eu sem parar de chupar aquela rola, não conseguia!, estava tipo "viciada" nela. Sentei em um dos corpos e comecei a cavalgar de um jeito bem selvagem, era a força que minha tesão produzia com aquele pau na minha boca.
Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah........ Que bestas!!! me enfiaram no cu de uma só vez. Foi dor ou susto? Acho que uma mistura dos dois.
Precisei então me apoiar em algo e fiz gestos com minhas mãos pra ver se alcançava a borda da piscina, mas o que colocaram em cada uma das minhas mãos foram dois paus nos quais me agarrei com força. Depois de umas sacudidas e diante do espanto (suponho) dos presentes e meu próprio, fiquei "parada", sem me mexer, nem chupar, nem fazer nada. Parei pra pensar: Vamos ver... tenho uma rola deliciosa na boca da qual não consigo me soltar, outra me comendo pelo cu, estou cavalgando outra e tenho mais duas nas mãos... Guuuuuaaaaaauuuuuuu!!!!!!!!! minha pose era um pouco desconfortável mas não ia desperdiçar essa oportunidade. A mãe que me fez! Que gostoso eu me sentia! Tentava sincronizar meus movimentos mas era inútil, tinha que prestar atenção em muitas coisas ao mesmo tempo, então me deixei levar por todos aqueles corpos sentindo como entravam e saíam sem parar de cada um dos meus buracos. Não sei quanto tempo ficamos assim, mas era incrível! Estava curtindo como nunca. Sabia que depois ia me arrepender pela ardência e irritação, mas naqueles momentos eu queria mais e mais. Estava que nem doida. Estava sendo, sem dúvida, minha melhor experiência, mesmo assim não tinha conseguido gozar vaginalmente, embora tenha tido vários clitorianos.
Naquele momento, mudaram a música de fundo, passando do Jazz para o Country e aumentando levemente o volume. Isso significava que eram 5 horas e que em aproximadamente uma hora o local fecharia.
A noite terminou nas camas, tentei tirar a venda dos olhos, mas o Jorge não deixou. Lá me colocaram de quatro e ficaram me comendo sem parar pela frente e por trás, ao mesmo tempo, eu não sabia para onde mexer o corpo, meus olhos quase saltavam das órbitas, mesmo assim desejava continuar, queria gozar vaginalmente. Finalmente a música parou, eram 6 horas, tiraram a venda dos meus olhos e fomos para os chuveiros.
Que noite alucinante! Não conseguia parar de sorrir, de beijar e de agradecer ao meu boy, que sem dúvida tinha combinado com alguns dos caras assíduos do local para me dar todo aquele prazer. A única coisa que não entendia muito bem era porque ele não tinha me deixado tirar o lenço dos olhos a noite toda. Ele disse que eu tinha estado com alguém que eu nem imaginava e que essa pessoa em específico, por ser a primeira vez dela num local desses, tinha muita vergonha de ser vista por mim. (Que bobagem! - pensei). O resto do fim de semana transcorreu com total normalidade. Dormindo a manhã toda e à tarde saímos um tempinho para tomar umas cervejas e petiscos.
Na segunda-feira, como de costume, voltei a tomar café na lanchonete do Alberto. E depois de um "bom dia" não muito efusivo, ao colocar meu café no balcão, ele me perguntou:
- Como terminou o sábado?
Vejam só! Que pergunta inocente, né? Pois derramei o gole que tinha acabado de beber e acho que fiquei toda corada.
- Be...em, não foi mal - respondi entrecortada e gaguejando.
Será que não foi o Alberto quem não quis ser descoberto e por isso fiquei a noite toda com os olhos vendados?
- Não podia ficar na dúvida, mas também não me atrevia a perguntar diretamente. Que foda!
O pior é que passei o dia pensando em quem seria, tudo e todos me pareciam "suspeitos": meu chefe, meu subordinado, minha secretária, o cara dos correios...
No final liguei pro Jorge no trabalho e ele disse que tinha prometido pra essa pessoa não revelar a identidade dela, que ela mesma se revelaria quando tivesse coragem suficiente. Esqueci do assunto e foquei no meu trabalho, embora de vez em quando minha mente viajasse.
Era o Alberto com certeza, ou pelo menos era o que eu queria.Se vocês gostaram de mim já sabem o que fazer: favoritar, comentar pra pedir, compartilhar pra outros aproveitarem e tal. A gente se vê numa próxima 🆒
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