Claro, claro, todo mundo fala a mesma coisa, mas juro que dessa vez é verdade.
Meu nome é José. Tenho 50 anos. Não sou alto nem baixo, nem magro nem gordo. Sou um cara normalzinho, até que bem conservado pra minha idade, mas nada demais. E ainda por cima, não me acho. Tenho um pau interessante, de 18 cm, com uma grossura que combina com o tamanho. Nenhuma das mulheres com quem estive reclamou, pra ser sincero, mas também não sou um garanhão selvagem. Gosto de transar todo dia, mas nem sempre dá, porque meu casamento é igual a qualquer outro. Minha esposa nem sempre tá a fim de ir pra cama. Além disso, a rotina também faz estragos. Até já precisei apelar pro Viagra pra ter uma ereção completa, consequência do estresse e, como eu disse, da maldita rotina.
Minha esposa, Laura, tem 10 anos a menos que eu, e é realmente muito gostosa. Corpo bonito, bonita, cabelo castanho comprido. Um sonho pra qualquer um. Claro, nem tanto pra mim, que vivo com ela.
Depois de um ano de trabalho, tiramos umas merecidas férias numa cidadezinha na costa, e tenho que admitir que o calor, a pouca roupa e a ausência de problemas me deixavam excitado o dia inteiro, e minha mulher também, então nossas relações melhoraram pra caralho. Era rara a noite que a gente não transava, e até algumas tardes a gente tinha umas sessões fabulosas.
Depois da primeira semana, novos hóspedes ocuparam a cabana em frente à nossa. Um homem de uns 45 anos e uma jovem de no máximo 20 chegaram e começaram a se instalar. No começo, achei que era uma aventura clandestina, pela diferença de idade, mas logo descobrimos que eram pai e filha. Ele era separado e tinha vindo passar uma semana de férias com a filha. Roberto tinha 45 anos, e Joana, 19.
Dava pra ver que Roberto era um cara muito cuidadoso com a aparência, tinha um físico legal e se vestia muito bem, mesmo num lugar onde a maioria de nós se larga e usamos a primeira coisa que encontramos. Ele cuidava de cada detalhe da sua roupa. E a filha dele era uma verdadeira gostosa, aquela beleza que as mulheres têm nessa idade. Aquele corpo firme por onde quer que se olhe, com toda a fogosidade e inexperiência de quem tá começando a vida agora. Ver ela andar era uma verdadeira poesia, e ela usava umas micro biquínis que não deixavam nada pra imaginação. Daí em diante, muitas noites minha mulher pagou a conta dos desejos que essa menina despertava em mim.
E pra completar, viramos muito amigos dos nossos vizinhos, começamos a ir pra praia juntos, sair à noite juntos, e a convivência e a proximidade me fizeram desconfiar que a Joana não era indiferente a mim. O jeito que ela me olhava, como se movia quando eu tava perto, a forma como se exibia na minha frente, dava toda a impressão de que tava me provocando. No começo, não dei bola, achando que era a rebeldia típica de adolescente testando limites, mas quando esse comportamento foi se repetindo, comecei a reagir e responder com frases de duplo sentido quando ninguém tava ouvindo, e ela sempre recebia com sorrisos e carinhas de prazer.
Roberto e minha esposa compartilhavam o gosto por cassino, coisa que não me interessava. Às vezes eu acompanhava minha mulher, mas depois de um tempinho lá, já começava a me sentir desconfortável e ela acabava tendo que ir embora pra ficar comigo. Com a chegada do Roberto, essa situação mudou. Então, uma noite, os três foram pra casa de jogos e eu fiquei vendo TV. Voltaram muito tarde. Eu tava dormindo na frente da TV e acordei quando minha esposa entrou.
- Oi, meu amor, disse ela me dando um beijo na bochecha
Tentando me acordar, me espreguicei.
- Oi, minha vida, como foi?
- Bem. Na verdade, segui as instruções do Roberto e consegui ganhar uma graninha, mas além disso, a gente se divertiu a noite toda.
- Bom, fico feliz por você, e fomos dormir. Minha esposa tava particularmente animada, então Que nada, ela quis transar e a gente passou uma noite dos sonhos.
No dia seguinte, fomos pra praia com os vizinhos e à tarde minha esposa voltou a falar de ir pro cassino, e o Roberto topou na hora.
— Imagino que hoje você vai com a gente, né? — perguntou ele, todo educado.
— Não, Roberto, agradeço, mas jogo não é minha praia.
— Vamos ter que ir nós três como ontem — disse minha esposa, decidida.
— Não, pai. Não tô a fim de ficar trancada naquele lugar de novo. Eu me entedio. Prefiro ficar na cabana — falou Joana, emburrada.
— Não, querida, não vou te deixar sozinha. Melhor a gente ficar e sair os quatro pra jantar e dar uma volta.
— Mas Roberto, se o José vai ficar, a Joana podia ficar com ele até a gente voltar — disse minha esposa, tentando não perder a saída.
— Sei não. Talvez o José queira sossego e não fazer de babá — respondeu Roberto, me olhando.
Eu fiquei sem reação. Iam deixar aquela gatinha comigo a noite inteira. Tentei manter a calma e não deixar transparecer a alegria.
— Vou ver TV. Se ela não se entediar comigo, não tem problema ficar aqui.
— Tenho um livro pra ler, então vou me entreter — disse Joana.
— Beleza, Roberto, então tá tudo certo. Vamos pro cassino e quando voltar, você pega a Joana — disse minha esposa, satisfeita.
— Sem problemas — falou Roberto, e foi com a Joana pra cabana deles.
Minha esposa tomou banho primeiro e ocupou o banheiro pra se arrumar e se pintar. Eu, enquanto isso, me joguei no sofá pra ver TV. Por fim, ela saiu meio trocada, preparou algo pra jantar e eu consegui tomar um banho. Em vez de vestir meu pijama de sempre, pensando que ia ter visita, coloquei uma bermuda e uma camiseta. Jantamos e depois minha mulher continuou se arrumando pra noite. Às 10 em ponto bateram na porta.
Fui abrir e lá estava o Roberto, impecável como sempre, e do lado dele a Joana, com um shortinho jeans e um moletom leve, já que de noite esfriava. Sempre dava uma refrescada. Era alucinante.
Fiz eles entrarem e ficaram lá parados esperando minha esposa. Finalmente Laura apareceu. Ela estava realmente gostosa, tenho que admitir. Roberto não conseguiu deixar de elogiá-la, e minha mulher, sorrindo, agradeceu o elogio.
— Bom, Joana, se comporta e não faz o José passar raiva, combinado? — disse Roberto.
— Não se preocupa, pai — ela respondeu sorrindo.
Minha esposa me beijou na bochecha. Joana beijou o pai e eles foram embora, ficando nós dois sozinhos ali, cara a cara.
— Bom, Joana, eu tô vendo TV, pode se acomodar onde quiser — falei, educado.
— Vou sentar no sofá com o senhor — ela disse e, do dito ao feito, sentou e abriu o livro, começando a ler.
Olhei pra ela por uns segundos, depois me sentei, tentando me concentrar no programa que tava passando.
Joana, vidrada na leitura, levantou as pernas e se encolheu no sofá. Pelo canto do olho, eu não perdia nenhum movimento do corpo dela, todo rebolante.
Perto da meia-noite, terminou aquele filme que eu não prestei atenção nenhuma. Ofereci algo pra Joana beber, ela recusou, e fui pra cozinha fazer um café.
Quando voltei com o café, vi que a Joana tava bem atenta à TV. Sentei sem dar bola e comecei a tomar meu café, quando, de surpresa, descobri que o filme que tava passando era Beleza Americana. Rapidão peguei o controle e tentei mudar.
— Não, espera — ela disse —, tá bem interessante. Pra falar a verdade, melhor que meu livro — falou, inocente.
— É que eu já vi esse filme — falei, tentando justificar a tentativa de mudar de canal.
— Eu não, por favor, deixa um pouco — ela pediu, e eu não consegui recusar; larguei o controle na mesa e disfarcei, tomando o café.
As cenas iam rolando, e a trama não deixava dúvida sobre o que passava na cabeça do protagonista.
— Me diz uma coisa, José: as novinhas realmente provocam os homens mais velhos desse jeito?
— É um filme, Joana. Eles precisam criar uma história interessante — falei, evitando. responder diretamente.
- Entendo, mas o que não consigo compreender é o que sente um homem mais velho quando está diante de uma jovenzinha. Por exemplo, você e eu, disse sem demonstrar nenhuma intenção.
- Você é filha de uma pessoa que conheço e eu sou felizmente casado. Acho que não é um bom exemplo.
- Bom, no filme o protagonista também é casado e ama a esposa, e mesmo assim enlouquece por aquela garota, disse com precisão.
- No geral, o homem reage diante de uma mulher gostosa, sem importar a idade de nenhum dos dois.
- E você me considera atraente? Disse me olhando com uma certa malícia.
- Você é gostosa e sabe disso. Claro que me acha atraente, como todos os homens que se aproximam de você.
- E você estaria disposto, como o protagonista, a arriscar sua família pra ter algo comigo?
- Não, Joana, já te falei que é um filme, disse com um certo nervosismo na minha voz.
- Ou seja, supondo que eu goste de você, e já que você me acha atraente, mesmo assim, se eu quisesse ter algo com você, você recusaria?
Olhei pra ela encurralado. Não respondi e me concentrei no filme. Joana não disse nada por um tempo.
Por fim, ela se levantou e parou na frente da televisão, de costas pra mim. A visão da silhueta dela recortada pelo brilho do aparelho fez meu pau pular descontrolado. Nem consegui pedir pra ela sair da frente. A paisagem era incrível.
Lentamente, ela pegou a barra do moletom e, com um movimento ágil, tirou pela cabeça. O cabelo dela caiu como uma cascata nas costas, e levei uns segundos pra perceber que ela não tava usando nada por baixo. Quando se virou, os dois peitos firmes, com os bicos endurecidos, apareciam entre os cabelos longos. Fiquei petrificado, enquanto ela me olhava com sensualidade.
- Vou repetir a pergunta? Disse com malícia.
- Joana, pelo amor de Deus, se veste. Não continua com esse jogo, que não vou me segurar por muito tempo e a gente vai acabar errando, falei desconfortável, enquanto minha virilha batia a mil.
— Não tô brincando. Sou maior de idade e sei o que quero. O que não sei é se o senhor tá disposto a me dar. Mas não tem problema. Amanhã vou procurar outro na praia — disse enquanto jogava o moletom pra mim, depois colocou as mãos na cintura e abriu as pernas.
Peguei o moletom e me levantei pra vestir ela de novo, e isso foi um erro. Quando me aproximei, ela passou a mão no meu peito por cima da camiseta e foi descendo até chegar no meu pau. O toque da mão dela foi como um choque elétrico e eu soube que tava ferrado.
Joguei o moletom no chão, segurei o rosto dela com as mãos e minha boca tomou conta da dela. Os lábios dela se abriram me convidando pra minha língua entrar, e eu fiz com gosto.
Depois de alguns segundos, minhas mãos desceram pelo pescoço dela e tomaram posse dos peitos dela. Duros, quentes, com os bicos empinados e sensíveis às minhas mãos, como mostraram os gemidos dela quando apertei de leve. Minha boca desceu pelo pescoço e devagar tomou conta de um dos peitos, começando a chupar e brincar com a língua. Minha mão livre subiu até a boca dela, e meu dedo indicador separou os lábios dela e começou a ser chupado com dedicação.
Fazia tempo que não tinha uma ereção igual à que senti naquele momento. Sempre demorava pra ficar duro com minha esposa, mas hoje tava pronto em questão de segundos. Minhas bolas doíam de tesão, e quando ela baixou a mão e começou a me acariciar por cima da roupa, parecia que eu tava flutuando de prazer.
Foram uns minutos gloriosos, com minha boca brincando com cada peito dela, e minhas mãos indo da boca dela pro pescoço, que eu quase envolvia inteiro com a mão e apertava de leve, provocando espasmos de prazer na Joana. Por fim, segurando ela pelo pescoço, sentei ela no sofá, e ali, de pé na frente dela, comecei a me despir. Quando liberei meu pau, ele saltou como se tivesse uma mola e ficou apontando pra frente, pulsando devagar. Joana Ele a pegou com as mãos e começou a me masturbar devagar, até passar a língua na ponta, descendo pelo tronco e voltando para enfiar na boca dela. O líquido pré-gozo já tinha molhado tudo, e se misturou com a saliva dela.
Pensei que era sonho. Eu, um coroa de 50 anos, tinha aos meus pés uma gatinha linda de 19 me fazendo um boquete de respeito. Nem nos meus melhores sonhos imaginei passar por isso. Ficava só olhando a cena como se fosse com outro cara.
Por fim, antes de gozar, me afastei e, ajoelhando, desabotoei o short dela e, com a ajuda dela, puxei e deixei ela pelada. A buceta dela, toda depilada, mostrava a xereca jovem, brilhando com a lubrificação que a excitação dela soltou. Abri as pernas dela e foi a vez da minha língua. Passei por toda a virilha dela, parei uns segundos no cu e comecei a meter a língua de vez em quando ou brincar com o clitóris dela, que tava duríssimo. Os gemidos da Joana mostravam que ela tava curtindo meu tratamento.
Quando, de repente, ela gozou na minha língua, enquanto puxava meu cabelo, lembrei que aos 19 anos a gente é muito mais sensível ao sexo. Deixei minha língua brincar com o clitóris dela enquanto ela gozava, aumentando o prazer e fazendo aquele orgasmo durar mais. Finalmente, ela relaxou e soltou meu cabelo.
Nessa hora, deitei ela no chão, no tapete, e coloquei ela de lado, me posicionando atrás. Levantei uma das pernas dela e encostei meu pau na buceta dela. Ela procurou com a mão e começou a acariciar ele devagar. Abaixei o corpo pra achar a melhor posição e, por fim, a ponta do meu pau se encaixou entre os lábios da buceta dela, separando eles.
Senti o corpo dela tenso. A perna que tava em cima da minha se torceu pra me envolver. Uma das mãos dela apertou forte minha perna. Eu segurei os ombros dela pra direcionar minha força e, devagar... Atravessei a entrada da buceta dela. A mão dela na minha perna apertava, mostrando a excitação dela.
Quando a metade do meu pau estava dentro dela, parei. Esperei ela se adaptar ao tamanho e começar a curtir o encontro.
- Tá gostando? Perguntei no ouvido dela.
- Sim, José, tô adorando, tô adorando.
- Quer mais?
- Tudo, quero tudo, e juntando a ação à palavra, a mão dela agarrou minhas bolas e apertou.
Essa sensação me fez perder o controle de vez e, com um empurrão, nossos corpos se chocaram. Meu pau inteiro tinha penetrado ela, e um gemido longo mostrava que a mulher se sentia completamente preenchida.
- Hmmmmmmmmmm, que delícia, ela disse depois, enquanto eu começava lentamente a bombar ela num vai e vem profundo.
Ficamos um bom tempo transando ali no chão. Depois me levantei, coloquei ela no sofá e, abrindo as pernas dela, deitei sobre ela e penetrei de novo. Dessa vez, de frente, pude beijar ela com calma. Era uma gostosa por onde se olhasse. O rosto dela, o cabelo, aquela boca carnuda, aqueles olhos azuis que me olhavam com surpresa enquanto meu pau entrava e saía do corpo dela desesperadamente. As pernas dela me envolveram pra evitar que eu me afastasse, como se isso fosse possível.
- Você é bom na cama, gostosa, ela sussurrou no meu ouvido.
- Nem tanto. A boa é você, que me esquenta como ninguém, falei sem parar de meter.
- Vou gozar de novo, gostosa, vou gozar, Ahhhhhhhhhhh!!!, ela gritou, e rapidamente tampei a boca dela com a minha, com medo de alguém ouvir.
O orgasmo dela foi profundo e, quando ela relaxava, eu me enfiava até o fundo, provocando um novo espasmo. Não sei se ela gozou uma vez só ou várias, mas foi um momento sublime. A resposta dessa ninfa ao sexo era animal. Quando ela se acalmou, desmontei e coloquei ela de quatro no sofá, e ali, como se fosse uma puta gostosa, meu pau voltou a possuir ela selvagemente. Agora as estocadas ficaram mais violentas. Eu tava fazendo um esforço danado pra segurar. Minhas bolas estavam duras como pedra. Ela percebeu minha desespero.
- Goza, buceta, goza.
- Não tenho camisinha, gata, vou tirar.
- Tomo a pílula, buceta, me enche, vamos. Me dá tudo que você tem. Quero sentir seu gozo fervendo queimando meu corpo, ela disse, e com essa permissão, acelerei e me deixei levar pelo desejo.
Achei que ia morrer. Cada jato de porra saía das minhas entranhas como se me rasgasse. Não lembro de ter gozado daquele jeito nunca, nem quando tinha 20 anos, nem com tanta quantidade. Eram jatos quentes de verdade, um atrás do outro.
- Sinto que você me queima, buceta, me queima, como você é quente. Sou sua beleza americana? Dizia Joana
- Você é a melhor gostosa que já tive, me enlouquece, querida, me enlouquece, Ahhhhhhhhhhh
Tudo tinha acabado. Desabei nas costas dela. Meu pau foi amolecendo e acabou saindo do corpo dela, e atrás dela meu gozo começou a escorrer. Me apressei em pegar minha camiseta e recolher o líquido antes que manchasse o sofá e fosse impossível explicar o que era aquela mancha. Joana ria do meu esforço.
- Isso te dá por gozar tanto. Achei que você ia me afogar em porra. Você não pode ser tão tarado, ela dizia contente.
- A culpa é sua, se você não fosse tão gostosa eu não teria ficado tão excitado, falei também sorrindo.
Naquele momento aconteceu o impensável. Joana se abaixou e pegou meu pau com a boca. Começou a limpar e, de repente, senti ele começando a endurecer de novo. Fazia anos que não gozava duas vezes seguidas. Não podia acreditar, mas em questão de minutos estava mais duro que antes. Nessa hora, Joana parou e se levantou. - Você é um bom homem e acho que merece saber a verdade, disse muito séria
Fiquei surpreso.
- Que verdade?
- Você não notou nada, mas entre meu pai e sua esposa tem uma tensão muito especial, ela disse.
Fiquei chocado. Na hora pensei que era ciúme de filha falando e fazendo ela imaginar coisas.
- Olha Joana, eu não notei nada, e posso te garantir que minha esposa Não é desse tipo, falei quase irritado.
Ela acariciou minha cabeça enquanto balançava a dela negativamente.
— Você é muito ingênuo, mas tudo bem. Acho que te compensei pelo que, com toda certeza, está rolando agora entre meu pai e sua mulher — e sem dizer mais nada, pegou meu pau de novo e começou a me masturbar.
Sem esperar mais, peguei a Joana, sentei ela na mesa, deitei ela pra trás, levantei as pernas dela por cima dos meus ombros e me enfiei no corpo dela até o talo, começando a bombar com força e bem fundo. Ela respondia aos meus ataques com gemidos, acariciando meu cabelo e meu peito. Como já tinha gozado antes, aguentei pra caralho. Acho que a gente transou por mais de meia hora, e nesse tempo Joana gozou três vezes, até que finalmente terminei jogando dentro dela o pouco que restava da minha porra. Quando ela sentiu eu gozar, me puxou pra perto e me apertou com força, gozando igual um doente.
Limpei tudo e fui vestir um moletom pra disfarçar que não tava com a mesma camiseta que minha mulher e o pai da gostosa tinham me visto. Joana foi no banheiro se lavar e depois se vestiu. O que ela tinha me dito não saía da minha cabeça. A gente se beijou um tempo. Perdemos a noção das horas. Mal tínhamos nos arrumado quando ouvimos a chave na porta.
Eles entraram zoando sobre o que tinha rolado no salão de jogos. Minha esposa parecia feliz e relaxada. Contaram que tinham saído no zero a zero, apesar de em um momento terem ganhado uma boa grana, mas que sem perceber perderam tudo, terminando só com o que levaram.
— Pensei que iam voltar mais cedo — falei, olhando o relógio e vendo que já eram quase 4 horas.
— É que decidimos voltar andando pela praia, e o caminho é mais longo e cansativo — disse Roberto, sorrindo. No fundo, agradeci pela demora. Senão, teriam nos pegado no flagra.
— E vocês? Como foi? — perguntou minha mulher.
— Bem, cada um na sua. Espero que a Joana não tenha ficado muito entediada — falei, com um sorriso. inocência.
- Por favor, seu José, passei uma noite muito tranquila, e consegui avançar na minha leitura. Eu realmente precisava de uma noite assim, disse com duplo sentido.
- Sim. Acho que todos nós precisávamos de uma noite de liberdade e tranquilidade, disse Roberto, o que acendeu de novo o alerta pela clareza do duplo sentido. Bom, Joana, despeça-se e vamos. Rapidamente, Joana beijou minha esposa e a mim na bochecha, e foi para a cabana dela. Roberto beijou minha mulher na bochecha, apertou minha mão e foi atrás da filha.
Rapidamente fomos nos deitar. Esperei um pouco e, quando cheguei ao quarto, minha mulher já estava dormindo profundamente. Foi uma sorte. Não tava a fim de sexo depois do encontro que tinha tido. Queria ficar com aquele gosto de ninfa na boca e no pau. Tinha sido um momento único. Mas a dúvida me corroía por dentro. Tinha voltado muito feliz. Será que a Joana tinha razão?
Meu nome é José. Tenho 50 anos. Não sou alto nem baixo, nem magro nem gordo. Sou um cara normalzinho, até que bem conservado pra minha idade, mas nada demais. E ainda por cima, não me acho. Tenho um pau interessante, de 18 cm, com uma grossura que combina com o tamanho. Nenhuma das mulheres com quem estive reclamou, pra ser sincero, mas também não sou um garanhão selvagem. Gosto de transar todo dia, mas nem sempre dá, porque meu casamento é igual a qualquer outro. Minha esposa nem sempre tá a fim de ir pra cama. Além disso, a rotina também faz estragos. Até já precisei apelar pro Viagra pra ter uma ereção completa, consequência do estresse e, como eu disse, da maldita rotina.
Minha esposa, Laura, tem 10 anos a menos que eu, e é realmente muito gostosa. Corpo bonito, bonita, cabelo castanho comprido. Um sonho pra qualquer um. Claro, nem tanto pra mim, que vivo com ela.
Depois de um ano de trabalho, tiramos umas merecidas férias numa cidadezinha na costa, e tenho que admitir que o calor, a pouca roupa e a ausência de problemas me deixavam excitado o dia inteiro, e minha mulher também, então nossas relações melhoraram pra caralho. Era rara a noite que a gente não transava, e até algumas tardes a gente tinha umas sessões fabulosas.
Depois da primeira semana, novos hóspedes ocuparam a cabana em frente à nossa. Um homem de uns 45 anos e uma jovem de no máximo 20 chegaram e começaram a se instalar. No começo, achei que era uma aventura clandestina, pela diferença de idade, mas logo descobrimos que eram pai e filha. Ele era separado e tinha vindo passar uma semana de férias com a filha. Roberto tinha 45 anos, e Joana, 19.
Dava pra ver que Roberto era um cara muito cuidadoso com a aparência, tinha um físico legal e se vestia muito bem, mesmo num lugar onde a maioria de nós se larga e usamos a primeira coisa que encontramos. Ele cuidava de cada detalhe da sua roupa. E a filha dele era uma verdadeira gostosa, aquela beleza que as mulheres têm nessa idade. Aquele corpo firme por onde quer que se olhe, com toda a fogosidade e inexperiência de quem tá começando a vida agora. Ver ela andar era uma verdadeira poesia, e ela usava umas micro biquínis que não deixavam nada pra imaginação. Daí em diante, muitas noites minha mulher pagou a conta dos desejos que essa menina despertava em mim.
E pra completar, viramos muito amigos dos nossos vizinhos, começamos a ir pra praia juntos, sair à noite juntos, e a convivência e a proximidade me fizeram desconfiar que a Joana não era indiferente a mim. O jeito que ela me olhava, como se movia quando eu tava perto, a forma como se exibia na minha frente, dava toda a impressão de que tava me provocando. No começo, não dei bola, achando que era a rebeldia típica de adolescente testando limites, mas quando esse comportamento foi se repetindo, comecei a reagir e responder com frases de duplo sentido quando ninguém tava ouvindo, e ela sempre recebia com sorrisos e carinhas de prazer.
Roberto e minha esposa compartilhavam o gosto por cassino, coisa que não me interessava. Às vezes eu acompanhava minha mulher, mas depois de um tempinho lá, já começava a me sentir desconfortável e ela acabava tendo que ir embora pra ficar comigo. Com a chegada do Roberto, essa situação mudou. Então, uma noite, os três foram pra casa de jogos e eu fiquei vendo TV. Voltaram muito tarde. Eu tava dormindo na frente da TV e acordei quando minha esposa entrou.
- Oi, meu amor, disse ela me dando um beijo na bochecha
Tentando me acordar, me espreguicei.
- Oi, minha vida, como foi?
- Bem. Na verdade, segui as instruções do Roberto e consegui ganhar uma graninha, mas além disso, a gente se divertiu a noite toda.
- Bom, fico feliz por você, e fomos dormir. Minha esposa tava particularmente animada, então Que nada, ela quis transar e a gente passou uma noite dos sonhos.
No dia seguinte, fomos pra praia com os vizinhos e à tarde minha esposa voltou a falar de ir pro cassino, e o Roberto topou na hora.
— Imagino que hoje você vai com a gente, né? — perguntou ele, todo educado.
— Não, Roberto, agradeço, mas jogo não é minha praia.
— Vamos ter que ir nós três como ontem — disse minha esposa, decidida.
— Não, pai. Não tô a fim de ficar trancada naquele lugar de novo. Eu me entedio. Prefiro ficar na cabana — falou Joana, emburrada.
— Não, querida, não vou te deixar sozinha. Melhor a gente ficar e sair os quatro pra jantar e dar uma volta.
— Mas Roberto, se o José vai ficar, a Joana podia ficar com ele até a gente voltar — disse minha esposa, tentando não perder a saída.
— Sei não. Talvez o José queira sossego e não fazer de babá — respondeu Roberto, me olhando.
Eu fiquei sem reação. Iam deixar aquela gatinha comigo a noite inteira. Tentei manter a calma e não deixar transparecer a alegria.
— Vou ver TV. Se ela não se entediar comigo, não tem problema ficar aqui.
— Tenho um livro pra ler, então vou me entreter — disse Joana.
— Beleza, Roberto, então tá tudo certo. Vamos pro cassino e quando voltar, você pega a Joana — disse minha esposa, satisfeita.
— Sem problemas — falou Roberto, e foi com a Joana pra cabana deles.
Minha esposa tomou banho primeiro e ocupou o banheiro pra se arrumar e se pintar. Eu, enquanto isso, me joguei no sofá pra ver TV. Por fim, ela saiu meio trocada, preparou algo pra jantar e eu consegui tomar um banho. Em vez de vestir meu pijama de sempre, pensando que ia ter visita, coloquei uma bermuda e uma camiseta. Jantamos e depois minha mulher continuou se arrumando pra noite. Às 10 em ponto bateram na porta.
Fui abrir e lá estava o Roberto, impecável como sempre, e do lado dele a Joana, com um shortinho jeans e um moletom leve, já que de noite esfriava. Sempre dava uma refrescada. Era alucinante.
Fiz eles entrarem e ficaram lá parados esperando minha esposa. Finalmente Laura apareceu. Ela estava realmente gostosa, tenho que admitir. Roberto não conseguiu deixar de elogiá-la, e minha mulher, sorrindo, agradeceu o elogio.
— Bom, Joana, se comporta e não faz o José passar raiva, combinado? — disse Roberto.
— Não se preocupa, pai — ela respondeu sorrindo.
Minha esposa me beijou na bochecha. Joana beijou o pai e eles foram embora, ficando nós dois sozinhos ali, cara a cara.
— Bom, Joana, eu tô vendo TV, pode se acomodar onde quiser — falei, educado.
— Vou sentar no sofá com o senhor — ela disse e, do dito ao feito, sentou e abriu o livro, começando a ler.
Olhei pra ela por uns segundos, depois me sentei, tentando me concentrar no programa que tava passando.
Joana, vidrada na leitura, levantou as pernas e se encolheu no sofá. Pelo canto do olho, eu não perdia nenhum movimento do corpo dela, todo rebolante.
Perto da meia-noite, terminou aquele filme que eu não prestei atenção nenhuma. Ofereci algo pra Joana beber, ela recusou, e fui pra cozinha fazer um café.
Quando voltei com o café, vi que a Joana tava bem atenta à TV. Sentei sem dar bola e comecei a tomar meu café, quando, de surpresa, descobri que o filme que tava passando era Beleza Americana. Rapidão peguei o controle e tentei mudar.
— Não, espera — ela disse —, tá bem interessante. Pra falar a verdade, melhor que meu livro — falou, inocente.
— É que eu já vi esse filme — falei, tentando justificar a tentativa de mudar de canal.
— Eu não, por favor, deixa um pouco — ela pediu, e eu não consegui recusar; larguei o controle na mesa e disfarcei, tomando o café.
As cenas iam rolando, e a trama não deixava dúvida sobre o que passava na cabeça do protagonista.
— Me diz uma coisa, José: as novinhas realmente provocam os homens mais velhos desse jeito?
— É um filme, Joana. Eles precisam criar uma história interessante — falei, evitando. responder diretamente.
- Entendo, mas o que não consigo compreender é o que sente um homem mais velho quando está diante de uma jovenzinha. Por exemplo, você e eu, disse sem demonstrar nenhuma intenção.
- Você é filha de uma pessoa que conheço e eu sou felizmente casado. Acho que não é um bom exemplo.
- Bom, no filme o protagonista também é casado e ama a esposa, e mesmo assim enlouquece por aquela garota, disse com precisão.
- No geral, o homem reage diante de uma mulher gostosa, sem importar a idade de nenhum dos dois.
- E você me considera atraente? Disse me olhando com uma certa malícia.
- Você é gostosa e sabe disso. Claro que me acha atraente, como todos os homens que se aproximam de você.
- E você estaria disposto, como o protagonista, a arriscar sua família pra ter algo comigo?
- Não, Joana, já te falei que é um filme, disse com um certo nervosismo na minha voz.
- Ou seja, supondo que eu goste de você, e já que você me acha atraente, mesmo assim, se eu quisesse ter algo com você, você recusaria?
Olhei pra ela encurralado. Não respondi e me concentrei no filme. Joana não disse nada por um tempo.
Por fim, ela se levantou e parou na frente da televisão, de costas pra mim. A visão da silhueta dela recortada pelo brilho do aparelho fez meu pau pular descontrolado. Nem consegui pedir pra ela sair da frente. A paisagem era incrível.
Lentamente, ela pegou a barra do moletom e, com um movimento ágil, tirou pela cabeça. O cabelo dela caiu como uma cascata nas costas, e levei uns segundos pra perceber que ela não tava usando nada por baixo. Quando se virou, os dois peitos firmes, com os bicos endurecidos, apareciam entre os cabelos longos. Fiquei petrificado, enquanto ela me olhava com sensualidade.
- Vou repetir a pergunta? Disse com malícia.
- Joana, pelo amor de Deus, se veste. Não continua com esse jogo, que não vou me segurar por muito tempo e a gente vai acabar errando, falei desconfortável, enquanto minha virilha batia a mil.
— Não tô brincando. Sou maior de idade e sei o que quero. O que não sei é se o senhor tá disposto a me dar. Mas não tem problema. Amanhã vou procurar outro na praia — disse enquanto jogava o moletom pra mim, depois colocou as mãos na cintura e abriu as pernas.
Peguei o moletom e me levantei pra vestir ela de novo, e isso foi um erro. Quando me aproximei, ela passou a mão no meu peito por cima da camiseta e foi descendo até chegar no meu pau. O toque da mão dela foi como um choque elétrico e eu soube que tava ferrado.
Joguei o moletom no chão, segurei o rosto dela com as mãos e minha boca tomou conta da dela. Os lábios dela se abriram me convidando pra minha língua entrar, e eu fiz com gosto.
Depois de alguns segundos, minhas mãos desceram pelo pescoço dela e tomaram posse dos peitos dela. Duros, quentes, com os bicos empinados e sensíveis às minhas mãos, como mostraram os gemidos dela quando apertei de leve. Minha boca desceu pelo pescoço e devagar tomou conta de um dos peitos, começando a chupar e brincar com a língua. Minha mão livre subiu até a boca dela, e meu dedo indicador separou os lábios dela e começou a ser chupado com dedicação.
Fazia tempo que não tinha uma ereção igual à que senti naquele momento. Sempre demorava pra ficar duro com minha esposa, mas hoje tava pronto em questão de segundos. Minhas bolas doíam de tesão, e quando ela baixou a mão e começou a me acariciar por cima da roupa, parecia que eu tava flutuando de prazer.
Foram uns minutos gloriosos, com minha boca brincando com cada peito dela, e minhas mãos indo da boca dela pro pescoço, que eu quase envolvia inteiro com a mão e apertava de leve, provocando espasmos de prazer na Joana. Por fim, segurando ela pelo pescoço, sentei ela no sofá, e ali, de pé na frente dela, comecei a me despir. Quando liberei meu pau, ele saltou como se tivesse uma mola e ficou apontando pra frente, pulsando devagar. Joana Ele a pegou com as mãos e começou a me masturbar devagar, até passar a língua na ponta, descendo pelo tronco e voltando para enfiar na boca dela. O líquido pré-gozo já tinha molhado tudo, e se misturou com a saliva dela.
Pensei que era sonho. Eu, um coroa de 50 anos, tinha aos meus pés uma gatinha linda de 19 me fazendo um boquete de respeito. Nem nos meus melhores sonhos imaginei passar por isso. Ficava só olhando a cena como se fosse com outro cara.
Por fim, antes de gozar, me afastei e, ajoelhando, desabotoei o short dela e, com a ajuda dela, puxei e deixei ela pelada. A buceta dela, toda depilada, mostrava a xereca jovem, brilhando com a lubrificação que a excitação dela soltou. Abri as pernas dela e foi a vez da minha língua. Passei por toda a virilha dela, parei uns segundos no cu e comecei a meter a língua de vez em quando ou brincar com o clitóris dela, que tava duríssimo. Os gemidos da Joana mostravam que ela tava curtindo meu tratamento.
Quando, de repente, ela gozou na minha língua, enquanto puxava meu cabelo, lembrei que aos 19 anos a gente é muito mais sensível ao sexo. Deixei minha língua brincar com o clitóris dela enquanto ela gozava, aumentando o prazer e fazendo aquele orgasmo durar mais. Finalmente, ela relaxou e soltou meu cabelo.
Nessa hora, deitei ela no chão, no tapete, e coloquei ela de lado, me posicionando atrás. Levantei uma das pernas dela e encostei meu pau na buceta dela. Ela procurou com a mão e começou a acariciar ele devagar. Abaixei o corpo pra achar a melhor posição e, por fim, a ponta do meu pau se encaixou entre os lábios da buceta dela, separando eles.
Senti o corpo dela tenso. A perna que tava em cima da minha se torceu pra me envolver. Uma das mãos dela apertou forte minha perna. Eu segurei os ombros dela pra direcionar minha força e, devagar... Atravessei a entrada da buceta dela. A mão dela na minha perna apertava, mostrando a excitação dela.
Quando a metade do meu pau estava dentro dela, parei. Esperei ela se adaptar ao tamanho e começar a curtir o encontro.
- Tá gostando? Perguntei no ouvido dela.
- Sim, José, tô adorando, tô adorando.
- Quer mais?
- Tudo, quero tudo, e juntando a ação à palavra, a mão dela agarrou minhas bolas e apertou.
Essa sensação me fez perder o controle de vez e, com um empurrão, nossos corpos se chocaram. Meu pau inteiro tinha penetrado ela, e um gemido longo mostrava que a mulher se sentia completamente preenchida.
- Hmmmmmmmmmm, que delícia, ela disse depois, enquanto eu começava lentamente a bombar ela num vai e vem profundo.
Ficamos um bom tempo transando ali no chão. Depois me levantei, coloquei ela no sofá e, abrindo as pernas dela, deitei sobre ela e penetrei de novo. Dessa vez, de frente, pude beijar ela com calma. Era uma gostosa por onde se olhasse. O rosto dela, o cabelo, aquela boca carnuda, aqueles olhos azuis que me olhavam com surpresa enquanto meu pau entrava e saía do corpo dela desesperadamente. As pernas dela me envolveram pra evitar que eu me afastasse, como se isso fosse possível.
- Você é bom na cama, gostosa, ela sussurrou no meu ouvido.
- Nem tanto. A boa é você, que me esquenta como ninguém, falei sem parar de meter.
- Vou gozar de novo, gostosa, vou gozar, Ahhhhhhhhhhh!!!, ela gritou, e rapidamente tampei a boca dela com a minha, com medo de alguém ouvir.
O orgasmo dela foi profundo e, quando ela relaxava, eu me enfiava até o fundo, provocando um novo espasmo. Não sei se ela gozou uma vez só ou várias, mas foi um momento sublime. A resposta dessa ninfa ao sexo era animal. Quando ela se acalmou, desmontei e coloquei ela de quatro no sofá, e ali, como se fosse uma puta gostosa, meu pau voltou a possuir ela selvagemente. Agora as estocadas ficaram mais violentas. Eu tava fazendo um esforço danado pra segurar. Minhas bolas estavam duras como pedra. Ela percebeu minha desespero.
- Goza, buceta, goza.
- Não tenho camisinha, gata, vou tirar.
- Tomo a pílula, buceta, me enche, vamos. Me dá tudo que você tem. Quero sentir seu gozo fervendo queimando meu corpo, ela disse, e com essa permissão, acelerei e me deixei levar pelo desejo.
Achei que ia morrer. Cada jato de porra saía das minhas entranhas como se me rasgasse. Não lembro de ter gozado daquele jeito nunca, nem quando tinha 20 anos, nem com tanta quantidade. Eram jatos quentes de verdade, um atrás do outro.
- Sinto que você me queima, buceta, me queima, como você é quente. Sou sua beleza americana? Dizia Joana
- Você é a melhor gostosa que já tive, me enlouquece, querida, me enlouquece, Ahhhhhhhhhhh
Tudo tinha acabado. Desabei nas costas dela. Meu pau foi amolecendo e acabou saindo do corpo dela, e atrás dela meu gozo começou a escorrer. Me apressei em pegar minha camiseta e recolher o líquido antes que manchasse o sofá e fosse impossível explicar o que era aquela mancha. Joana ria do meu esforço.
- Isso te dá por gozar tanto. Achei que você ia me afogar em porra. Você não pode ser tão tarado, ela dizia contente.
- A culpa é sua, se você não fosse tão gostosa eu não teria ficado tão excitado, falei também sorrindo.
Naquele momento aconteceu o impensável. Joana se abaixou e pegou meu pau com a boca. Começou a limpar e, de repente, senti ele começando a endurecer de novo. Fazia anos que não gozava duas vezes seguidas. Não podia acreditar, mas em questão de minutos estava mais duro que antes. Nessa hora, Joana parou e se levantou. - Você é um bom homem e acho que merece saber a verdade, disse muito séria
Fiquei surpreso.
- Que verdade?
- Você não notou nada, mas entre meu pai e sua esposa tem uma tensão muito especial, ela disse.
Fiquei chocado. Na hora pensei que era ciúme de filha falando e fazendo ela imaginar coisas.
- Olha Joana, eu não notei nada, e posso te garantir que minha esposa Não é desse tipo, falei quase irritado.
Ela acariciou minha cabeça enquanto balançava a dela negativamente.
— Você é muito ingênuo, mas tudo bem. Acho que te compensei pelo que, com toda certeza, está rolando agora entre meu pai e sua mulher — e sem dizer mais nada, pegou meu pau de novo e começou a me masturbar.
Sem esperar mais, peguei a Joana, sentei ela na mesa, deitei ela pra trás, levantei as pernas dela por cima dos meus ombros e me enfiei no corpo dela até o talo, começando a bombar com força e bem fundo. Ela respondia aos meus ataques com gemidos, acariciando meu cabelo e meu peito. Como já tinha gozado antes, aguentei pra caralho. Acho que a gente transou por mais de meia hora, e nesse tempo Joana gozou três vezes, até que finalmente terminei jogando dentro dela o pouco que restava da minha porra. Quando ela sentiu eu gozar, me puxou pra perto e me apertou com força, gozando igual um doente.
Limpei tudo e fui vestir um moletom pra disfarçar que não tava com a mesma camiseta que minha mulher e o pai da gostosa tinham me visto. Joana foi no banheiro se lavar e depois se vestiu. O que ela tinha me dito não saía da minha cabeça. A gente se beijou um tempo. Perdemos a noção das horas. Mal tínhamos nos arrumado quando ouvimos a chave na porta.
Eles entraram zoando sobre o que tinha rolado no salão de jogos. Minha esposa parecia feliz e relaxada. Contaram que tinham saído no zero a zero, apesar de em um momento terem ganhado uma boa grana, mas que sem perceber perderam tudo, terminando só com o que levaram.
— Pensei que iam voltar mais cedo — falei, olhando o relógio e vendo que já eram quase 4 horas.
— É que decidimos voltar andando pela praia, e o caminho é mais longo e cansativo — disse Roberto, sorrindo. No fundo, agradeci pela demora. Senão, teriam nos pegado no flagra.
— E vocês? Como foi? — perguntou minha mulher.
— Bem, cada um na sua. Espero que a Joana não tenha ficado muito entediada — falei, com um sorriso. inocência.
- Por favor, seu José, passei uma noite muito tranquila, e consegui avançar na minha leitura. Eu realmente precisava de uma noite assim, disse com duplo sentido.
- Sim. Acho que todos nós precisávamos de uma noite de liberdade e tranquilidade, disse Roberto, o que acendeu de novo o alerta pela clareza do duplo sentido. Bom, Joana, despeça-se e vamos. Rapidamente, Joana beijou minha esposa e a mim na bochecha, e foi para a cabana dela. Roberto beijou minha mulher na bochecha, apertou minha mão e foi atrás da filha.
Rapidamente fomos nos deitar. Esperei um pouco e, quando cheguei ao quarto, minha mulher já estava dormindo profundamente. Foi uma sorte. Não tava a fim de sexo depois do encontro que tinha tido. Queria ficar com aquele gosto de ninfa na boca e no pau. Tinha sido um momento único. Mas a dúvida me corroía por dentro. Tinha voltado muito feliz. Será que a Joana tinha razão?
5 comentários - Sem culpados... nem inocentes.
Muy bueno. Mi libido a full
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Me hizo sentir parte la historia, hizo que me mojara y me volviera loca...
Gracias!
Van puntos y reco!!!