Umas semanas atrás, me mudei pro norte com minha prima e a família dela porque aqui fica a universidade com o curso que quero fazer. De onde eu morava pra essa cidade dá só umas poucas horas, então a gente visitava direto minha prima e meus tios. Por isso, eu me dou bem com ela, e antigamente, quando éramos menores, meus tios me deixavam cuidando dela enquanto saíam com meus pais.
Minha prima Valéria acabou de fazer aniversário, mas desde os 15 já dava pra notar uns peitões enormes nela. O corpo magro e a baixa estatura fazem eles parecerem ainda maiores. A bunda dela não é tão grande quanto os peitos enormes, mas ainda assim eu olho sempre que posso. Normalmente, a gente vinha visitar no verão e, quando íamos pra piscina pública, eu espiava ela se trocando. Às vezes, quando ela saía da piscina, dava pra ver o top caindo e deixando os biquinhos no ar — uns biquinhos pequenos e rosados. Eu não conseguia evitar de olhar, igual todos os homens. Até parecia que era de propósito, porque ela dava um sorrisinho de puta toda vez que isso acontecia.
E na época das festas de Natal, quando ela dizia que tava com frio, eu abraçava ela só pra ter aqueles peitões enormes colados em mim. Desde sempre foi uma fantasia comer ela, e uns dias atrás isso se realizou.
Mesmo sendo inverno, meus tios têm aquecimento em casa e faz um calorão lá dentro, a ponto de a gente ter que usar roupa de verão pra não torrar. Desde então, notei que minha prima virou uma gostosa, com uns shorts curtinhos e blusa de alcinha, muitas vezes sem sutiã. Ela sai bastante com as amigas nos fins de semana à noite e, não importa o frio que faça, sempre usa uns vestidos que mal cobrem aquela bunda deliciosa e parece que os peitos vão pular pra fora a qualquer momento com aquele decote. Toda noite ela chega muito bêbada, e não duvido que sai pra dar pra cada cara que encontra. Eu não conhecia ninguém e ela não me chamava pra sair com os amigos dela, então eu tinha que ficar vendo TV.
Um dia ela saiu e já estava bem tarde, meus tios me pediram pra esperar ela porque tavam com sono, e foi o que eu fiz. Pra matar o tempo, pensei em ver vídeos no YouTube e tal, mas usei o laptop dela porque tava na sala onde eu esperava. Esqueci completamente que era o dela e abri o Facebook, e a conta dela tava logada. Vi várias mensagens e, achando que era minha conta, abri. Tinha um monte de caras mandando fotos das picas deles, falando que queriam ver ela pra transar, pedindo outra mamada e um monte de coisa. O tesão bateu forte, então fui no quarto dela, peguei uma calcinha fio dental e comecei a me masturbar com ela. Bem na hora de gozar, ouvi a porta, mas não consegui evitar. Quando levantei, gozei na cama dela, joguei a calcinha e saí correndo pra abrir a porta antes que meus tios acordassem e me causassem mais problemas. Abri a porta e, pra minha sorte, ela tava quase desmaiando de tão bêbada. Isso me daria tempo pra limpar a quantidade enorme de porra que espalhei na cama dela.
Ela tava quase vomitando, levei ela pro banheiro e, enquanto ela tava lá, saí correndo pra limpar a porra com a calcinha que tinha largado. Ouvi alguém se aproximando e tive que jogar a calcinha na gaveta de roupas íntimas dela. Virei pra trás e ela tava lá, mas não sabia o que tava rolando. Então ajudei ela a deitar, cobri ela e dei um beijo na boca dela, aproveitando que tava bêbada e não ia lembrar de nada. Não conseguia dormir, queria voltar e comer ela, mas umas horas depois lembrei que deixei aquela calcinha cheia de porra na gaveta dela. Silenciosamente, levantei e entrei no quarto dela. Tava muito escuro e, como não enxergava, tive que tirar várias. Quando ia sair, pisei em algo que não era o tapete do quarto, era mais macio. Olhei pros meus pés, pensando que tinha deixado cair uma calcinha dela, e era o vestido que ela usou naquela noite. Não aguentei mais a tentação e, com cuidado, tirei as cobertas dela. E lá estava aquele corpo lindo, nu, branco como a neve, e dava pra ver a barriguinha dela um pouco... Trabalhei na academia com uns pezões rosados apontando pro teto feito lanças e uma calcinha fio dental azul que mal cobria os lábios da buceta dela, essa podia ser minha única chance de provar aqueles peitos deliciosos que eu desejava há anos e sem pensar duas vezes peguei as tetas dela e chupei, passei minha língua nos bicos uma vez e outra, era umas 4 da manhã, eu tinha tempo, embora não muito, meus tios podiam acordar a qualquer momento, mas não dava pra ir embora sem ver aquela bucetinha tão pequena, mesmo com minha prima sendo tão gostosa, então com cuidado desci a calcinha dela uns centímetros, ficou acima dos joelhos, mas na distância perfeita pra apreciar o espetáculo lindo de uma ppk bem depilada, e uns lábios fechadinhos, quase como se fosse virgem, eu separei eles com os dedos, deixando o clitóris à mostra, mal toquei uma vez e ela soltou um gemido, pensei que ia acordar, então parei, peguei a calcinha e corri pro meu quarto me fazer de dormido, deixando ela pelada, nem pensei que o pai dela podia entrar e ver ela assim, não me importei, só sabia que finalmente tinha visto aquelas tetonas enormes e provado aqueles biquinhos rosados pequenos.
Acordei já bem tarde graças ao cheiro da comida que minha tia tava fazendo, quando desci pra comer, minha prima tava na mesa me olhando com uns olhos que diziam que ela sabia o que eu fiz, sentei do lado dela. Quando a gente tava comendo, meu tio perguntou que horas a Vale tinha chegado, e antes dela responder, ela pegou no meu pau por debaixo da mesa e começou a esfregar, em uns segundos eu tava mais duro que diamante, entendi a indireta da minha prima pra eu ajudar ela e falei pro meu tio: "Não se preocupa, tio, a Vale chegou uns 10 minutos depois que vocês foram dormir". A gente continuou comendo e conversando, quando terminamos, a Vale foi pro quarto dela sem falar nada nem olhar pra trás, a putinha só me deixou na vontade.
Naquela mesma noite, ela foi dormir na casa de uma amiga, supostamente, eu me tranquei no meu quarto pensando por que a Vale ela fez aquela parada da comida, me deixou com muito tesão, então comecei a ver uns vídeos com fones de ouvido pra meus tios não escutarem, peguei uma tanga da Vale e comecei a bater uma punheta fantasiando que os caras do vídeo éramos eu e a Vale. Nisso, senti uma mão no meu ombro, congelei, morri de vergonha ao saber que minha tia tinha entrado, porque senti uma mão pequena e macia, de mulher. Não virei, mas aí ela tirou meu fone e falou no meu ouvido: "por isso você é meu primo favorito" e me deu um beijo na bochecha. Fiquei em choque ao perceber que era minha prima, virei pra olhar ela e ela só tava de calcinha da Hello Kitty (muito estranho, porque eu achava que ela era uma putinha que só usava tanga ou nada) e um sutiã que ficava bem apertado nos peitões enormes dela. Eu, com a pica na mão, só fiquei admirando o corpo lindo dela semi-nua, de novo aquela pele branca e macia, aqueles peitos que pareciam que iam estourar o sutiã a qualquer momento, e aquela calcinha que deixava ela com um ar tão inocente e ao mesmo tempo tão puta por só usar aquilo.
Ela ficou olhando pra minha pica fixamente e falou: "dá pra ver que você já é crescidinho e, como meu primo mais velho, devia me ajudar com uma coisa." Sentou no meu colo e me beijou de um jeito meigo, primeiro só com os lábios, porque na hora eu tava em choque, depois de um jeito ela conseguiu enfiar a língua na minha boca, e eu abracei ela pra puxar mais pra perto. Não acreditava que minha prima semi-nua tava sentada na minha pica e a gente tava se beijando. Minha porta continuava aberta, então tive que tirar minha prima pra correr e fechar. Quando fechei, caí na real e pedi uma explicação, e por que ela não tava na casa da amiga como era pra ter ido. Com uma risada debochada, ela disse que já tinha planejado tudo e que tinha percebido que eu entrei no quarto dela naquela noite. Minha cara ficou vermelha de vergonha e eu não falei nada. Ela deu uma risadinha, chegou perto de mim, se ajoelhou e me chupou, começou a dar uns beijinhos. com seus lábios macios e carnudos no meu pau duro, e dizia pro meu pau, isso mesmo, pro meu pau, não pra mim: "te amo, te amo muito", e continuava dando beijinhos. então, de uma vez só, enfiou ele na boca, começou a meter e tirar até a metade, dava pequenas pausas pra tirar, admirar e falar "que grande que é". não acreditei, porque tenho um tamanho normal e, sendo tão puta, aposto minha vida que ela já viu paus enormes e comeu eles inteiros. continuou chupando, sugava com força como se tentasse pegar oxigênio com a boca, e metia ele todo. sentia meu pau se comprimindo na garganta dela de tão fundo que enfiava, sentia que podia encher os pulmões dela de porra, e foi o que fiz. gozei quando tinha ele mais dentro, um jato que parecia não acabar. assim que minha prima sentiu, abriu os olhos com uma expressão de surpresa como se fosse a primeira vez que aquilo acontecia. quando quase terminei de gozar, tirei rapidinho e ainda continuei ejaculando na carinha angelical dela, e ela disse:
Valéria: -que porra é essa, cara? por que não avisa que vai gozar?-
eu respondi:
eu: -achei que se você começasse um trabalho, ia fazer completo-
Valéria: -bom que você falou, porque agora é sua vez de trabalhar-
Ela me puxou pela cabeça, se deitou na cama de pernas abertas e eu fiquei de frente pra buceta dela.
Vale: -começa-
eu: -fala sério, vamos nessa-
Comecei a comer aquela buceta deliciosa, depiladinha, com um tom rosado, fiz do melhor jeito que consegui, mas pra ser sincero, ela não achou muito bom não.
Assim que limpou o sêmen que joguei na cara dela, se afastou um pouco. me aproximei dos lábios dela e começamos a nos beijar, ela pegou meu pau e me masturbou com força. não aguentei mais e enfiei ele todo.
Valéria: -AH, devagar!-
ignorei, tirei ele todo e de novo, de uma enfiada só, meti tudo. ela gemeu de novo, aí comecei a meter só a metade, talvez tivesse doendo mesmo. ela me olhava fixamente com uma cara de prazer enquanto eu apreciava as tetas dela quicando e a penetrava, comecei a beijar os peitos dela, chupei os bicos e ela gemia, tenho que admitir que o que mais me excitou foram os gemidos dela, mas ao mesmo tempo tinha medo que meus tios ouvissem a gente, ficamos uns minutos assim, devagar, rápido, tirava minha pica e esfregava no clitóris dela, aí ela ficou de quatro
valéria: te convidei, mas com carinho porque já tá me deixando dolorida
beijei um pouco a buceta dela, e comecei a penetrar, o corpo dela parecia perfeito e a bunda maior que o normal, apertei os bicos dos peitos dela enquanto penetrava e ela gritava de prazer e só repetia sem parar "me dá, assim assim me dá" vi o cuzinho dela, ainda parecia virgem e não ia perguntar se já tinha feito pelo cu, então enfiei um dos meus dedos na boca dela pra ela chupar, quando tava cheio de saliva enfiei no cu dela e ela deu um grito diferente, parecia prazer misturado com dor, e virou pra mim dizendo
valéria: mas que porra você pensa que tá fazendo?
eu: o que você gosta, priminha
valéria: tira agora
ela parou de se mexer como se tivesse ficado brava de verdade, talvez tenha ficado mesmo, mas com a outra mão peguei a cintura dela e penetrei mais fundo, ela gritou de prazer
eu: cala a boca, puta, quer que seus pais ouçam a gente?
valéria: tira, eu falei
tirei minha pica da buceta dela e meu dedo do cu, ela pareceu se acalmar um pouco e aí eu penetrei ela com minha pica pelo cu
valéria: AH!!!
tampei a boca dela e beijei a bochecha dizendo, vai ser só um pouquinho de dor, não acreditava que eu tava desvirginando o cu da minha prima, tava difícil de entrar, tava extremamente dura e mesmo assim tive dificuldade pra penetrar, enfiei a cabeça e deixei lá um momento e continuei tampando a boca dela e beijando a bochecha, enfiei mais minha pica pelo menos até a metade, soltei a boca dela e dava pra ouvir o gemido meio estranho e ela fala baixinho
valéria: você não vê que eu tô chorando? por que você faz isso, animal? eu não queria assim
(me senti mal por ela, senti como se tivesse estuprado ela)
eu: desculpa, valéria, mas isso é o que você Querias por isso veio pra mim ou não? Não se faz de vítima que eu sei que você é uma foxy.
Ela virou pra mim chorando, pra ser sincero, partiu meu coração ver ela daquele jeito. Abracei ela e beijei na boca, e de novo começamos a transar. Penetrei a buceta dela com mais delicadeza enquanto nos beijávamos, e ela gemia entre os beijos. Deitei sobre ela e continuamos. Tirei, levantei um pouco o quadril dela tentando chegar no cu dela, e dessa vez ela não me impediu, até guiou minha rola até o buraquinho recém-penetrado. Comecei devagar e parava quando ela pedia. Prometi que não ia machucar ela, mas claro que enfiei a rola inteira. Deixei lá dentro um momento pra ver se o cu dela se ajustava ao tamanho da minha rola. Tirei um pouco e meti de novo, várias vezes, até que de repente ela tava toda pra fora e entrava com mais facilidade a cada estocada. Ela, com a maquiagem borrada e as lágrimas marcadas no rosto, parou de sofrer e começou a soltar aqueles gemidos gostosos. Eu tava quase gozando e pedi pra ela dar um beijinho na cabecinha. Ela aceitou, e quando colocou os lábios na minha rola, segurei a nuca dela, enfiei fundo na boca dela e gozei dentro. Uma descarga grande, embora menor que a anterior. Ela só virou pra mim com uma cara de raiva, mas ao mesmo tempo dizia que tava satisfeita. Ficamos deitados um tempo. A gente tinha passado quase 2 horas transando, e eu queria fazer de novo, mas ela disse que já quase tinha que ir e não queria ir embora com vontade de foder mais. Uns minutos depois, o celular dela vibrou. Ela se vestiu, beijou minha rola e foi embora de casa.
Naquela noite dormi com uma felicidade imensa, sabendo que depois de tantos anos finalmente comi a puta da minha prima. Na manhã seguinte, assim que acordei, ela chegou, me cumprimentou sem nem chegar perto e foi tomar banho. Passaram-se vários dias em que ela me olhava estranho. Eu, depois daquela noite, pensei que a gente continuaria, mas não foi assim. Ao Parecia que incomodava ela a gente ficar por perto, então decidi procurar um apartamento. Liguei pros meus pais pra ver se podiam pagar, eles perguntaram por quê, e eu disse que não queria dar trabalho pros meus tios e queria aprender a viver sozinho de verdade. E foi assim que me mudei da casa dos meus tios. Me despedi da Valéria, queria ter uma última vez com ela, mas ela recusou. Só me deu um presente (que era a calcinha que ela tava usando naquela vez) e me deu um beijinho.
Minha prima Valéria acabou de fazer aniversário, mas desde os 15 já dava pra notar uns peitões enormes nela. O corpo magro e a baixa estatura fazem eles parecerem ainda maiores. A bunda dela não é tão grande quanto os peitos enormes, mas ainda assim eu olho sempre que posso. Normalmente, a gente vinha visitar no verão e, quando íamos pra piscina pública, eu espiava ela se trocando. Às vezes, quando ela saía da piscina, dava pra ver o top caindo e deixando os biquinhos no ar — uns biquinhos pequenos e rosados. Eu não conseguia evitar de olhar, igual todos os homens. Até parecia que era de propósito, porque ela dava um sorrisinho de puta toda vez que isso acontecia.
E na época das festas de Natal, quando ela dizia que tava com frio, eu abraçava ela só pra ter aqueles peitões enormes colados em mim. Desde sempre foi uma fantasia comer ela, e uns dias atrás isso se realizou.
Mesmo sendo inverno, meus tios têm aquecimento em casa e faz um calorão lá dentro, a ponto de a gente ter que usar roupa de verão pra não torrar. Desde então, notei que minha prima virou uma gostosa, com uns shorts curtinhos e blusa de alcinha, muitas vezes sem sutiã. Ela sai bastante com as amigas nos fins de semana à noite e, não importa o frio que faça, sempre usa uns vestidos que mal cobrem aquela bunda deliciosa e parece que os peitos vão pular pra fora a qualquer momento com aquele decote. Toda noite ela chega muito bêbada, e não duvido que sai pra dar pra cada cara que encontra. Eu não conhecia ninguém e ela não me chamava pra sair com os amigos dela, então eu tinha que ficar vendo TV.
Um dia ela saiu e já estava bem tarde, meus tios me pediram pra esperar ela porque tavam com sono, e foi o que eu fiz. Pra matar o tempo, pensei em ver vídeos no YouTube e tal, mas usei o laptop dela porque tava na sala onde eu esperava. Esqueci completamente que era o dela e abri o Facebook, e a conta dela tava logada. Vi várias mensagens e, achando que era minha conta, abri. Tinha um monte de caras mandando fotos das picas deles, falando que queriam ver ela pra transar, pedindo outra mamada e um monte de coisa. O tesão bateu forte, então fui no quarto dela, peguei uma calcinha fio dental e comecei a me masturbar com ela. Bem na hora de gozar, ouvi a porta, mas não consegui evitar. Quando levantei, gozei na cama dela, joguei a calcinha e saí correndo pra abrir a porta antes que meus tios acordassem e me causassem mais problemas. Abri a porta e, pra minha sorte, ela tava quase desmaiando de tão bêbada. Isso me daria tempo pra limpar a quantidade enorme de porra que espalhei na cama dela.
Ela tava quase vomitando, levei ela pro banheiro e, enquanto ela tava lá, saí correndo pra limpar a porra com a calcinha que tinha largado. Ouvi alguém se aproximando e tive que jogar a calcinha na gaveta de roupas íntimas dela. Virei pra trás e ela tava lá, mas não sabia o que tava rolando. Então ajudei ela a deitar, cobri ela e dei um beijo na boca dela, aproveitando que tava bêbada e não ia lembrar de nada. Não conseguia dormir, queria voltar e comer ela, mas umas horas depois lembrei que deixei aquela calcinha cheia de porra na gaveta dela. Silenciosamente, levantei e entrei no quarto dela. Tava muito escuro e, como não enxergava, tive que tirar várias. Quando ia sair, pisei em algo que não era o tapete do quarto, era mais macio. Olhei pros meus pés, pensando que tinha deixado cair uma calcinha dela, e era o vestido que ela usou naquela noite. Não aguentei mais a tentação e, com cuidado, tirei as cobertas dela. E lá estava aquele corpo lindo, nu, branco como a neve, e dava pra ver a barriguinha dela um pouco... Trabalhei na academia com uns pezões rosados apontando pro teto feito lanças e uma calcinha fio dental azul que mal cobria os lábios da buceta dela, essa podia ser minha única chance de provar aqueles peitos deliciosos que eu desejava há anos e sem pensar duas vezes peguei as tetas dela e chupei, passei minha língua nos bicos uma vez e outra, era umas 4 da manhã, eu tinha tempo, embora não muito, meus tios podiam acordar a qualquer momento, mas não dava pra ir embora sem ver aquela bucetinha tão pequena, mesmo com minha prima sendo tão gostosa, então com cuidado desci a calcinha dela uns centímetros, ficou acima dos joelhos, mas na distância perfeita pra apreciar o espetáculo lindo de uma ppk bem depilada, e uns lábios fechadinhos, quase como se fosse virgem, eu separei eles com os dedos, deixando o clitóris à mostra, mal toquei uma vez e ela soltou um gemido, pensei que ia acordar, então parei, peguei a calcinha e corri pro meu quarto me fazer de dormido, deixando ela pelada, nem pensei que o pai dela podia entrar e ver ela assim, não me importei, só sabia que finalmente tinha visto aquelas tetonas enormes e provado aqueles biquinhos rosados pequenos.
Acordei já bem tarde graças ao cheiro da comida que minha tia tava fazendo, quando desci pra comer, minha prima tava na mesa me olhando com uns olhos que diziam que ela sabia o que eu fiz, sentei do lado dela. Quando a gente tava comendo, meu tio perguntou que horas a Vale tinha chegado, e antes dela responder, ela pegou no meu pau por debaixo da mesa e começou a esfregar, em uns segundos eu tava mais duro que diamante, entendi a indireta da minha prima pra eu ajudar ela e falei pro meu tio: "Não se preocupa, tio, a Vale chegou uns 10 minutos depois que vocês foram dormir". A gente continuou comendo e conversando, quando terminamos, a Vale foi pro quarto dela sem falar nada nem olhar pra trás, a putinha só me deixou na vontade.
Naquela mesma noite, ela foi dormir na casa de uma amiga, supostamente, eu me tranquei no meu quarto pensando por que a Vale ela fez aquela parada da comida, me deixou com muito tesão, então comecei a ver uns vídeos com fones de ouvido pra meus tios não escutarem, peguei uma tanga da Vale e comecei a bater uma punheta fantasiando que os caras do vídeo éramos eu e a Vale. Nisso, senti uma mão no meu ombro, congelei, morri de vergonha ao saber que minha tia tinha entrado, porque senti uma mão pequena e macia, de mulher. Não virei, mas aí ela tirou meu fone e falou no meu ouvido: "por isso você é meu primo favorito" e me deu um beijo na bochecha. Fiquei em choque ao perceber que era minha prima, virei pra olhar ela e ela só tava de calcinha da Hello Kitty (muito estranho, porque eu achava que ela era uma putinha que só usava tanga ou nada) e um sutiã que ficava bem apertado nos peitões enormes dela. Eu, com a pica na mão, só fiquei admirando o corpo lindo dela semi-nua, de novo aquela pele branca e macia, aqueles peitos que pareciam que iam estourar o sutiã a qualquer momento, e aquela calcinha que deixava ela com um ar tão inocente e ao mesmo tempo tão puta por só usar aquilo.
Ela ficou olhando pra minha pica fixamente e falou: "dá pra ver que você já é crescidinho e, como meu primo mais velho, devia me ajudar com uma coisa." Sentou no meu colo e me beijou de um jeito meigo, primeiro só com os lábios, porque na hora eu tava em choque, depois de um jeito ela conseguiu enfiar a língua na minha boca, e eu abracei ela pra puxar mais pra perto. Não acreditava que minha prima semi-nua tava sentada na minha pica e a gente tava se beijando. Minha porta continuava aberta, então tive que tirar minha prima pra correr e fechar. Quando fechei, caí na real e pedi uma explicação, e por que ela não tava na casa da amiga como era pra ter ido. Com uma risada debochada, ela disse que já tinha planejado tudo e que tinha percebido que eu entrei no quarto dela naquela noite. Minha cara ficou vermelha de vergonha e eu não falei nada. Ela deu uma risadinha, chegou perto de mim, se ajoelhou e me chupou, começou a dar uns beijinhos. com seus lábios macios e carnudos no meu pau duro, e dizia pro meu pau, isso mesmo, pro meu pau, não pra mim: "te amo, te amo muito", e continuava dando beijinhos. então, de uma vez só, enfiou ele na boca, começou a meter e tirar até a metade, dava pequenas pausas pra tirar, admirar e falar "que grande que é". não acreditei, porque tenho um tamanho normal e, sendo tão puta, aposto minha vida que ela já viu paus enormes e comeu eles inteiros. continuou chupando, sugava com força como se tentasse pegar oxigênio com a boca, e metia ele todo. sentia meu pau se comprimindo na garganta dela de tão fundo que enfiava, sentia que podia encher os pulmões dela de porra, e foi o que fiz. gozei quando tinha ele mais dentro, um jato que parecia não acabar. assim que minha prima sentiu, abriu os olhos com uma expressão de surpresa como se fosse a primeira vez que aquilo acontecia. quando quase terminei de gozar, tirei rapidinho e ainda continuei ejaculando na carinha angelical dela, e ela disse:
Valéria: -que porra é essa, cara? por que não avisa que vai gozar?-
eu respondi:
eu: -achei que se você começasse um trabalho, ia fazer completo-
Valéria: -bom que você falou, porque agora é sua vez de trabalhar-
Ela me puxou pela cabeça, se deitou na cama de pernas abertas e eu fiquei de frente pra buceta dela.
Vale: -começa-
eu: -fala sério, vamos nessa-
Comecei a comer aquela buceta deliciosa, depiladinha, com um tom rosado, fiz do melhor jeito que consegui, mas pra ser sincero, ela não achou muito bom não.
Assim que limpou o sêmen que joguei na cara dela, se afastou um pouco. me aproximei dos lábios dela e começamos a nos beijar, ela pegou meu pau e me masturbou com força. não aguentei mais e enfiei ele todo.
Valéria: -AH, devagar!-
ignorei, tirei ele todo e de novo, de uma enfiada só, meti tudo. ela gemeu de novo, aí comecei a meter só a metade, talvez tivesse doendo mesmo. ela me olhava fixamente com uma cara de prazer enquanto eu apreciava as tetas dela quicando e a penetrava, comecei a beijar os peitos dela, chupei os bicos e ela gemia, tenho que admitir que o que mais me excitou foram os gemidos dela, mas ao mesmo tempo tinha medo que meus tios ouvissem a gente, ficamos uns minutos assim, devagar, rápido, tirava minha pica e esfregava no clitóris dela, aí ela ficou de quatro
valéria: te convidei, mas com carinho porque já tá me deixando dolorida
beijei um pouco a buceta dela, e comecei a penetrar, o corpo dela parecia perfeito e a bunda maior que o normal, apertei os bicos dos peitos dela enquanto penetrava e ela gritava de prazer e só repetia sem parar "me dá, assim assim me dá" vi o cuzinho dela, ainda parecia virgem e não ia perguntar se já tinha feito pelo cu, então enfiei um dos meus dedos na boca dela pra ela chupar, quando tava cheio de saliva enfiei no cu dela e ela deu um grito diferente, parecia prazer misturado com dor, e virou pra mim dizendo
valéria: mas que porra você pensa que tá fazendo?
eu: o que você gosta, priminha
valéria: tira agora
ela parou de se mexer como se tivesse ficado brava de verdade, talvez tenha ficado mesmo, mas com a outra mão peguei a cintura dela e penetrei mais fundo, ela gritou de prazer
eu: cala a boca, puta, quer que seus pais ouçam a gente?
valéria: tira, eu falei
tirei minha pica da buceta dela e meu dedo do cu, ela pareceu se acalmar um pouco e aí eu penetrei ela com minha pica pelo cu
valéria: AH!!!
tampei a boca dela e beijei a bochecha dizendo, vai ser só um pouquinho de dor, não acreditava que eu tava desvirginando o cu da minha prima, tava difícil de entrar, tava extremamente dura e mesmo assim tive dificuldade pra penetrar, enfiei a cabeça e deixei lá um momento e continuei tampando a boca dela e beijando a bochecha, enfiei mais minha pica pelo menos até a metade, soltei a boca dela e dava pra ouvir o gemido meio estranho e ela fala baixinho
valéria: você não vê que eu tô chorando? por que você faz isso, animal? eu não queria assim
(me senti mal por ela, senti como se tivesse estuprado ela)
eu: desculpa, valéria, mas isso é o que você Querias por isso veio pra mim ou não? Não se faz de vítima que eu sei que você é uma foxy.
Ela virou pra mim chorando, pra ser sincero, partiu meu coração ver ela daquele jeito. Abracei ela e beijei na boca, e de novo começamos a transar. Penetrei a buceta dela com mais delicadeza enquanto nos beijávamos, e ela gemia entre os beijos. Deitei sobre ela e continuamos. Tirei, levantei um pouco o quadril dela tentando chegar no cu dela, e dessa vez ela não me impediu, até guiou minha rola até o buraquinho recém-penetrado. Comecei devagar e parava quando ela pedia. Prometi que não ia machucar ela, mas claro que enfiei a rola inteira. Deixei lá dentro um momento pra ver se o cu dela se ajustava ao tamanho da minha rola. Tirei um pouco e meti de novo, várias vezes, até que de repente ela tava toda pra fora e entrava com mais facilidade a cada estocada. Ela, com a maquiagem borrada e as lágrimas marcadas no rosto, parou de sofrer e começou a soltar aqueles gemidos gostosos. Eu tava quase gozando e pedi pra ela dar um beijinho na cabecinha. Ela aceitou, e quando colocou os lábios na minha rola, segurei a nuca dela, enfiei fundo na boca dela e gozei dentro. Uma descarga grande, embora menor que a anterior. Ela só virou pra mim com uma cara de raiva, mas ao mesmo tempo dizia que tava satisfeita. Ficamos deitados um tempo. A gente tinha passado quase 2 horas transando, e eu queria fazer de novo, mas ela disse que já quase tinha que ir e não queria ir embora com vontade de foder mais. Uns minutos depois, o celular dela vibrou. Ela se vestiu, beijou minha rola e foi embora de casa.
Naquela noite dormi com uma felicidade imensa, sabendo que depois de tantos anos finalmente comi a puta da minha prima. Na manhã seguinte, assim que acordei, ela chegou, me cumprimentou sem nem chegar perto e foi tomar banho. Passaram-se vários dias em que ela me olhava estranho. Eu, depois daquela noite, pensei que a gente continuaria, mas não foi assim. Ao Parecia que incomodava ela a gente ficar por perto, então decidi procurar um apartamento. Liguei pros meus pais pra ver se podiam pagar, eles perguntaram por quê, e eu disse que não queria dar trabalho pros meus tios e queria aprender a viver sozinho de verdade. E foi assim que me mudei da casa dos meus tios. Me despedi da Valéria, queria ter uma última vez com ela, mas ela recusou. Só me deu um presente (que era a calcinha que ela tava usando naquela vez) e me deu um beijinho.
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