Meu bom amigo, me fodeQuando saí do chuveiro só coberto por uma toalha que parecia uma minissaia, vi ele sentado na cama dele, encostado na parede, com o olhar perdido no teto, e com uma cara de raiva e irritação que me preocupou. Raramente tinha visto o Rony assim, normalmente só quando algo dava errado nas aulas da faculdade. O que foi? perguntei, enquanto me sentava na minha própria cama, que ficava do lado direito do quarto. –É a minha namorada, ele disse. –Ela me esquenta, me esquenta, e do nada me corta. Filha da puta.
Aí ele me contou detalhes de que tinha passado a tarde toda com a namorada, que tinha levado ela no cinema, que depois tinha ido jantar com ela. No fim, ela aceitou ir com ele pro motel, mas aí ela desistiu. Me contou que deixou ele tocar, que deixou ele acariciar, que ele conseguiu tirar a roupa dela, mas na última peça ela resistiu, dizendo que não tava pronta.
–Ela resistiu e vazou, a puta, ele exclamou, cheio de insulto.
–Calma, calma, falei, –ela vai se soltar. Isso vai servir pra ela pensar, refletir e decidir. Se ela ficou com você até aquele momento, é porque tava gostando. Vai ver que na próxima vez, ela mesma vai te despir.
–Será, Carlitos? Ele me perguntou, esperançoso.
–Claro, exclamei. Desde que você não tenha ofendido ela.
–Não, claro que não. Mas ela me deixou feito um bobo no cio.
Rony se levantou. E olha se ele não tava mesmo feito um bobo. Fiquei extasiado olhando a cintura dele, parado naquele volume que esticava a calça. Pensei que ele ia se inibir ao perceber como eu tava olhando, mas ele tava tão irritado que pareceu nem notar.
Não consegui evitar o arrepio no meu corpo quando ele começou a se despir pra dormir. De pé, só de cueca, apreciei ele inteirinho. Procurei com os olhos o volume na cintura dele. Vi a cueca dele úmida com os fluidos seminais que a mulher dele tinha feito brotar. Puxa, parecia que a irritação dele não tinha passado. Ele levou a mão naquele volume e esfregou umas duas vezes. Se me dava água na boca só de imaginar ele solto.
Ele se deitou na cama dele. Eu apaguei a luz do quarto e acendi o abajur de luz opaca da mesinha de cabeceira. — Espero que dormir te relaxe, falei, porque você tá um garanhão.
Virei pra olhar ele e na semi-escuridão que cobria ele, notei que ele se esfregava na virilha. Sentado na beira da minha cama, fui tirando a toalha, também pensando que seria bom dormir. Vi a microtanga que cobria minha buceta e que mal dava pra esconder a racha das minhas nádegas. Me ver me excitou. Girei um pouco na direção do Rony e percebi que ele continuava se esfregando. Fiquei ansioso, nervoso, e minha excitação subiu. Ouvi a respiração dele ofegante.
— Puxa, ainda tá acordado, exclamei. Quer uma taça de vinho? Talvez isso te acalme mais rápido. Levantei e caminhei até o móvel no fundo onde guardava a garrafa. Depois fui pro outro lado do quarto pegar dois copos e coloquei vinho até a metade. Quando andei até a cama do Rony, vi que ele tava olhando pra minha cintura. Entreguei o copo pra ele, ele sentou e bebeu tudo de um gole só.
Peguei o copo dele e fui de novo até o armário, dessa vez pra encher de novo. Enquanto andava, enfiei os dedos na parte de trás da minha microtanga e puxei pra cima, enterrando ela entre minhas nádegas. Pensei no que o Rony tava sentindo depois da tarde decepcionante com a namorada dele. Não gostava de ver ele assim, meio chateado, irritado e insatisfeito. O cara era muito gente boa, quantas vezes já tinha me ajudado com os trabalhos da faculdade. O que eu faria pra fazer ele esquecer aquela experiência ruim?
Quando me virei, percebi que o Rony de novo tinha ficado admirando minha rabeta insinuante.
Peguei um banquinho e coloquei do lado da cama dele, pondo o copo de vinho em cima.
Decidido a provocar o Rony, peguei meu copo de vinho e fui até a janela que ficava do lado da cama dele. Abri ela, e o vento leve e frio que entrou me fez tremer. Me apoiei no batente da janela, esticando minhas costas arqueadas pra destacar minha bunda. Perdi meu olhar na noite que cobria o horizonte. Senti o Rony se levantar e caminhar até meu lado, encostando as costas na parede. Passei os olhos por ele e tive a impressão de que a cueca dele estava mais molhada e mais inchada. Senti o olhar dele na minha bunda. O nervosismo que me tomou fez com que eu instintivamente flexionasse minhas pernas alternadamente, fazendo meus quadris descobertos se mexerem de um jeito provocante. Olhei de novo pra cintura do Rony. A cueca dele estava ainda mais esticada. Ele estava a menos de um metro de mim. Vi ele fechar os olhos e morder os lábios, pensando sei lá no quê. Não aguentei mais. Estendi a mão até tocar aquele volume escondido na cueca dele. Que quente! Que úmido! Que grosso! –Nossa, sua namorada não fodeu só a sua tarde, hein. –Aquela puta, murmurou ele, resmungão, e pensei que ele fosse tirar minha mão e se afastar ainda mais irritado, mas ele não se mexeu. Aí me atrevi a acariciar o pau dele com ternura, com desejo. Depois apertei de leve com a ponta dos dedos a cabecinha dele e com o polegar fiz pressão circular na ponta do que imaginei ser a glande. Ele estremeceu. Flexionou a perna esquerda, apoiando o pé na parede. Pô, pelo visto ele tava se ajeitando. Animada, me concentrei em brincar com o rabo dele, com as bolas. –Você vai rasgar sua cueca, falei ansiosa. –Não, ele disse baixinho. –O que vou rasgar é outra coisa, e continuou bebendo o vinho. Levantei o olhar e vi a cara de safado dele, perdido de tesão, decidido a fazer loucura. Estiquei uma das laterais da cueca dele e puxei um pouco, libertando o prisioneiro. Tava fabuloso. Uma bela penugem preta cobria até a metade. A grossura inchada, o formato arredondado, o comprimento esticado, me deu arrepios gostosos. Meus esfíncteres se contraíram. A cabecinha dele, abaulada e brilhante, a ponta derretendo, o cheiro forte de macho, me eletrizou. Fiquei com água na boca. Coloquei dois dedos naquele caule formidável e com as pontas esfreguei uma mais vezes ao longo de todo o seu comprimento. Observei sua vibração. Então peguei entre meu polegar e meu indicador seu prepúcio e comecei a movê-lo lentamente para trás e para frente. Eu estava conseguindo que aquele macho esquecesse sua mulher. Então prendi com o anel do meu indicador e meu polegar aquele talo robusto e comecei a deslizá-lo sobre ele numa punheta suave. Tão concentrado estava no seu pau que nem percebi quando ele esticou a mão até sentir na minha nuca. Ele enfiou um dos dedos na pele das minhas costas fazendo-o descer, simulando uma linha com a qual marcou toda a minha coluna até que seu dedo entrou debaixo da minha calcinha fio dental. Vi como o pau dele se aproximava das minhas pernas enquanto por trás ele puxava minha calcinha para cima, fazendo com que ela se enterrasse completamente entre minhas nádegas. Agora minha mão inteira segurava o tronco do pau dele e o masturbava sem controle. A sensação gostosa que senti enquanto ele brincava de esticar minha calcinha na minha racha me acalmou. Dez, quinze, cinquenta vezes ele fez isso. Que delícia indescritível me fazia tremer quando sentia o roçar daquele tecido na minha bunda. Deixei ele fazer enquanto apalpava suas bolas. Examinava elas com prazer até descobrir a raiz da sua pica. Podia sentir a distância mínima que separava a raiz daquele pauzão das suas bolas. Enfiei meu dedo ali. Um movimento para cima e sentia seu tronco duro, outro movimento para baixo e sentia suas bolas redondas e inchadas.
Puxei ele pelo braço e o levei até a cama enquanto me inclinava para tirar sua cueca. Então virei de costas e aproximei minha raba do seu pau esticado. Senti ele meter a mão para afastar a calcinha da minha racha e colocar seu ferro quente entre minhas nádegas. Me inclinei um pouco. Senti como ele esmagava as bandas da minha bunda contra o pau dele e como deslizava uma e outra vez entre elas. Que jeito de se masturbar, de molhar minha bunda, de me preparar para o sacrifício.
Não quis que ele gozasse assim, sem ter me enfiado como eu merecia. Então Sentei ele na borda da cama e forcei ele a se deitar. Abri as pernas dele e me ajoelhei no chão. Com a ponta da minha língua e com as pontas dos meus dedos, percorri as coxas dele dos joelhos até as formas redondas das bolas dele. Dei um beijo com a parte interna dos meus lábios em cada uma delas. Vi como o pau dele vibrou e se esticou. Amassei os ovos dele com delicadeza enquanto os enchia de beijos ternos, umedecendo-os com minha saliva. Afundei minha língua entre aquelas bolas. Coloquei uma por uma na minha boca. Chupei elas. Chupetei elas. Que região mais macia e suave! Então subi até o pau dele ereto, que parecia que ia estourar. Coloquei minha língua na ponta da glande dele pra reconhecer o sabor, senti os gotões de porra que escorriam e refrescaram meus lábios. Abri minha boca ansiosa e agarrei aquele pauzão pra chupar ele contra minha língua. Senti os líquidos dele escorrendo nela. Então afrouxei a mão e apertei ele com o anel da minha boca. Aprovei o sabor azedo dele, o cheiro forte, o calor de macho no cio. Com aquele pedaço na minha boca, perdi a conta de quantas vezes eu disse sim com o movimento da minha cabeça.
Me levantei e subi na cama, me colocando de cócoras sobre ele. Peguei o pau dele e guiei a cabeçona até a porta da minha bunda. Senti o esperma dele umedecer meu buraco. Mexi minha bunda sobre aquela cabeçona escorregadia. Apertei pra enfiar e senti como a ponta deslizou pra dentro de mim. Me segurei, de novo mexi minha bunda. Senti mais porra me lambuzando por dentro e o cócegas que me provocou no meu buraco foi uma delícia, um paraíso, algo incomparável. Continuei enfiando. Agora a cabeçona toda tinha entrado. Tirei ela. Senti o líquido dele escorrendo do meu canal pra fora. Enfiei de novo devagar. Senti como a ponta, a cabeçona dele, o pauzão dele, foi entrando em mim. Olhei pra baixo, vi com prazer como metade daquele pau estava dentro de mim. Será que ia entrar até a raiz?
Tirei ele de novo e outra vez enfiei até a metade. Senti aquela cabeçona e o pau dele. Prepúcio colado nas paredes do meu reto. Sentia o sêmen viscoso escorrendo no meu buraco. Não sentia dor, só uma sensação de preenchimento, de satisfação, de realização. Abaixei meus joelhos até apoiá-los na cama, de modo que senti minhas bolas se depositarem na barriga do Rony. Os pelos dele fizeram cócegas nos meus ovos e me provocaram outra fonte de prazer. Me acomodei sobre a cintura do meu macho e peguei seu pau, pronta para enfiar ele todinho.
Mas então Rony segurou minhas nádegas e levantou minha bundinha enquanto bombeava pra cima, enfiando tudo de uma só estocada. Vi o rosto dele, entre surpreso e assustado, quando eu soltei aquele gritinho de prazer. –Sim, sim, me come como você desejou comer sua namorada. Me faz tua, me faz tua puta. Mete em mim, mete em mim, supliquei. Nem lento nem preguiçoso, aquele macho bombeou uma e outra vez dentro de mim. Sentia o pau dele bater no meu estômago e deslizar de novo até minha porta, pra entrar de novo rasgando minhas paredes, me eletrizando, me magnetizando.
Vi os olhos dele semicerrados, o olhar cheio de lascívia, notei a respiração ofegante. Não deixei ele terminar. Me separei. Vi os olhos surpresos e suplicantes dele. Me encostei no peito dele e girei, de modo que fiquei deitado de barriga pra cima com ele por cima de mim. Ele se levantou e eu aproveitei pra me arrastar pro centro da cama. Levantei as pernas, convidando ele a subir. Ele se meteu entre minhas pernas e eu as levantei, colocando sobre os ombros dele. Vi ele se acomodar, senti as mãos dele se apoiando nas minhas pernas levantadas. A vara dele roçou de novo meu buraco e enfiou de uma vez. Naquela posição, com meu melhor amigo enfiando o pau em mim, me senti mulher, fêmea, puta plena. O prazer entrava pelo meu cu, pela minha pele, pelos meus ouvidos. O roçar do pau dele entrando e saindo do meu cu, produzindo aquele "wuoc! wuoc!" de chapinhar molhado, o suave "plaf! plaf!" das bolas dele batendo nas minhas nádegas. Nunca tinha sentido algo assim. Os olhos semicerrados, perdidos, abandonados, me mostravam o quanto ele estava entregue. tava aquele macho me comendo.
—Quero ficar de quatro pra você gozar.
Rony parou os movimentos e devagar tirou o pau, que parecia mais inchado, mais vermelho, avermelhado. Me levantei e fui até a borda da cama, onde coloquei os joelhos, abrindo as pernas e esmagando o peito contra o colchão. Senti o Rony se colocar entre minhas nádegas, envolvê-las com as mãos grandes e esfregar o pau na minha racha. Ele apoiou um dos pés na cama e passou os ovos roçando na parte interna dos meus glúteos. Que sensação aquelas bolas deslizando pela minha carne. Rony se esfregou na minha bunda por um bom tempo. Aí senti a cabecinha dele procurar meu buraco e se prender ali. Tentou enfiar, mas não conseguiu. Senti as mãos dele rodearem minhas pernas e me forçarem a juntar os joelhos. Ele beliscou minha buceta, esfregou a parte de baixo da minha cintura e senti os dedos dele se afundarem e percorrerem o comprimento interno das minhas coxas. O beliscão suave que ele deu nas minhas bolas me eletrocutou.
Senti os polegares dele amassarem o topo dos meus glúteos e irem se afundando até massagear em círculos perto do meu cu. Ele bateu o pau na minha bunda. Grudou na minha raba e entrou sem pedir permissão. Quantas vezes ele martelou o prego na minha bunda! De novo ele subiu o pé na cama e a parte interna da coxa dele grudou na minha cintura. O suor dele me molhando me deu outra onda de prazer elétrico. De novo ele enfiou a vara, tirou e continuou me comendo com gosto. —Agora vou gozar, puta gostosa!. Sempre enfiado na minha buceta, ele subiu o outro pé na cama e apertou minha raba com as coxas, como se quisesse impedir que meu cu escapasse. Senti a vara dele endurecer dentro de mim, enquanto ele esmagava o peito nas minhas costas e começava umas estocadas frenéticas, selvagens, imparáveis. Ouvi os gemidos incontroláveis dele, desenfreados, e como jatos de porra saíam da glande dele me enchendo, me inundando. Eu tava feliz, realizada, satisfeita. Tinha conseguido que meu melhor amigo me desse uma boa fodida e gozasse todinho dentro da minha buceta. Rony se afastou e se deitou, exausto. Pelo olhar satisfeito e grato dele, entendi que consegui fazer ele esquecer a mulher dele. Me deitei de bruços ao lado dele e massageei os peitos dele enquanto via a vara dele relaxar. Meu corpo estava banhado de suor, minha buceta estava cheia de porra. O relaxamento tomou conta de mim. Fui pegando no sono.
A última sensação de prazer que lembro daquela noite é a porra viscosa daquele macho escorrendo da minha buceta.
Aí ele me contou detalhes de que tinha passado a tarde toda com a namorada, que tinha levado ela no cinema, que depois tinha ido jantar com ela. No fim, ela aceitou ir com ele pro motel, mas aí ela desistiu. Me contou que deixou ele tocar, que deixou ele acariciar, que ele conseguiu tirar a roupa dela, mas na última peça ela resistiu, dizendo que não tava pronta.
–Ela resistiu e vazou, a puta, ele exclamou, cheio de insulto.
–Calma, calma, falei, –ela vai se soltar. Isso vai servir pra ela pensar, refletir e decidir. Se ela ficou com você até aquele momento, é porque tava gostando. Vai ver que na próxima vez, ela mesma vai te despir.
–Será, Carlitos? Ele me perguntou, esperançoso.
–Claro, exclamei. Desde que você não tenha ofendido ela.
–Não, claro que não. Mas ela me deixou feito um bobo no cio.
Rony se levantou. E olha se ele não tava mesmo feito um bobo. Fiquei extasiado olhando a cintura dele, parado naquele volume que esticava a calça. Pensei que ele ia se inibir ao perceber como eu tava olhando, mas ele tava tão irritado que pareceu nem notar.
Não consegui evitar o arrepio no meu corpo quando ele começou a se despir pra dormir. De pé, só de cueca, apreciei ele inteirinho. Procurei com os olhos o volume na cintura dele. Vi a cueca dele úmida com os fluidos seminais que a mulher dele tinha feito brotar. Puxa, parecia que a irritação dele não tinha passado. Ele levou a mão naquele volume e esfregou umas duas vezes. Se me dava água na boca só de imaginar ele solto.
Ele se deitou na cama dele. Eu apaguei a luz do quarto e acendi o abajur de luz opaca da mesinha de cabeceira. — Espero que dormir te relaxe, falei, porque você tá um garanhão.
Virei pra olhar ele e na semi-escuridão que cobria ele, notei que ele se esfregava na virilha. Sentado na beira da minha cama, fui tirando a toalha, também pensando que seria bom dormir. Vi a microtanga que cobria minha buceta e que mal dava pra esconder a racha das minhas nádegas. Me ver me excitou. Girei um pouco na direção do Rony e percebi que ele continuava se esfregando. Fiquei ansioso, nervoso, e minha excitação subiu. Ouvi a respiração dele ofegante.
— Puxa, ainda tá acordado, exclamei. Quer uma taça de vinho? Talvez isso te acalme mais rápido. Levantei e caminhei até o móvel no fundo onde guardava a garrafa. Depois fui pro outro lado do quarto pegar dois copos e coloquei vinho até a metade. Quando andei até a cama do Rony, vi que ele tava olhando pra minha cintura. Entreguei o copo pra ele, ele sentou e bebeu tudo de um gole só.
Peguei o copo dele e fui de novo até o armário, dessa vez pra encher de novo. Enquanto andava, enfiei os dedos na parte de trás da minha microtanga e puxei pra cima, enterrando ela entre minhas nádegas. Pensei no que o Rony tava sentindo depois da tarde decepcionante com a namorada dele. Não gostava de ver ele assim, meio chateado, irritado e insatisfeito. O cara era muito gente boa, quantas vezes já tinha me ajudado com os trabalhos da faculdade. O que eu faria pra fazer ele esquecer aquela experiência ruim?
Quando me virei, percebi que o Rony de novo tinha ficado admirando minha rabeta insinuante.
Peguei um banquinho e coloquei do lado da cama dele, pondo o copo de vinho em cima.
Decidido a provocar o Rony, peguei meu copo de vinho e fui até a janela que ficava do lado da cama dele. Abri ela, e o vento leve e frio que entrou me fez tremer. Me apoiei no batente da janela, esticando minhas costas arqueadas pra destacar minha bunda. Perdi meu olhar na noite que cobria o horizonte. Senti o Rony se levantar e caminhar até meu lado, encostando as costas na parede. Passei os olhos por ele e tive a impressão de que a cueca dele estava mais molhada e mais inchada. Senti o olhar dele na minha bunda. O nervosismo que me tomou fez com que eu instintivamente flexionasse minhas pernas alternadamente, fazendo meus quadris descobertos se mexerem de um jeito provocante. Olhei de novo pra cintura do Rony. A cueca dele estava ainda mais esticada. Ele estava a menos de um metro de mim. Vi ele fechar os olhos e morder os lábios, pensando sei lá no quê. Não aguentei mais. Estendi a mão até tocar aquele volume escondido na cueca dele. Que quente! Que úmido! Que grosso! –Nossa, sua namorada não fodeu só a sua tarde, hein. –Aquela puta, murmurou ele, resmungão, e pensei que ele fosse tirar minha mão e se afastar ainda mais irritado, mas ele não se mexeu. Aí me atrevi a acariciar o pau dele com ternura, com desejo. Depois apertei de leve com a ponta dos dedos a cabecinha dele e com o polegar fiz pressão circular na ponta do que imaginei ser a glande. Ele estremeceu. Flexionou a perna esquerda, apoiando o pé na parede. Pô, pelo visto ele tava se ajeitando. Animada, me concentrei em brincar com o rabo dele, com as bolas. –Você vai rasgar sua cueca, falei ansiosa. –Não, ele disse baixinho. –O que vou rasgar é outra coisa, e continuou bebendo o vinho. Levantei o olhar e vi a cara de safado dele, perdido de tesão, decidido a fazer loucura. Estiquei uma das laterais da cueca dele e puxei um pouco, libertando o prisioneiro. Tava fabuloso. Uma bela penugem preta cobria até a metade. A grossura inchada, o formato arredondado, o comprimento esticado, me deu arrepios gostosos. Meus esfíncteres se contraíram. A cabecinha dele, abaulada e brilhante, a ponta derretendo, o cheiro forte de macho, me eletrizou. Fiquei com água na boca. Coloquei dois dedos naquele caule formidável e com as pontas esfreguei uma mais vezes ao longo de todo o seu comprimento. Observei sua vibração. Então peguei entre meu polegar e meu indicador seu prepúcio e comecei a movê-lo lentamente para trás e para frente. Eu estava conseguindo que aquele macho esquecesse sua mulher. Então prendi com o anel do meu indicador e meu polegar aquele talo robusto e comecei a deslizá-lo sobre ele numa punheta suave. Tão concentrado estava no seu pau que nem percebi quando ele esticou a mão até sentir na minha nuca. Ele enfiou um dos dedos na pele das minhas costas fazendo-o descer, simulando uma linha com a qual marcou toda a minha coluna até que seu dedo entrou debaixo da minha calcinha fio dental. Vi como o pau dele se aproximava das minhas pernas enquanto por trás ele puxava minha calcinha para cima, fazendo com que ela se enterrasse completamente entre minhas nádegas. Agora minha mão inteira segurava o tronco do pau dele e o masturbava sem controle. A sensação gostosa que senti enquanto ele brincava de esticar minha calcinha na minha racha me acalmou. Dez, quinze, cinquenta vezes ele fez isso. Que delícia indescritível me fazia tremer quando sentia o roçar daquele tecido na minha bunda. Deixei ele fazer enquanto apalpava suas bolas. Examinava elas com prazer até descobrir a raiz da sua pica. Podia sentir a distância mínima que separava a raiz daquele pauzão das suas bolas. Enfiei meu dedo ali. Um movimento para cima e sentia seu tronco duro, outro movimento para baixo e sentia suas bolas redondas e inchadas.
Puxei ele pelo braço e o levei até a cama enquanto me inclinava para tirar sua cueca. Então virei de costas e aproximei minha raba do seu pau esticado. Senti ele meter a mão para afastar a calcinha da minha racha e colocar seu ferro quente entre minhas nádegas. Me inclinei um pouco. Senti como ele esmagava as bandas da minha bunda contra o pau dele e como deslizava uma e outra vez entre elas. Que jeito de se masturbar, de molhar minha bunda, de me preparar para o sacrifício.
Não quis que ele gozasse assim, sem ter me enfiado como eu merecia. Então Sentei ele na borda da cama e forcei ele a se deitar. Abri as pernas dele e me ajoelhei no chão. Com a ponta da minha língua e com as pontas dos meus dedos, percorri as coxas dele dos joelhos até as formas redondas das bolas dele. Dei um beijo com a parte interna dos meus lábios em cada uma delas. Vi como o pau dele vibrou e se esticou. Amassei os ovos dele com delicadeza enquanto os enchia de beijos ternos, umedecendo-os com minha saliva. Afundei minha língua entre aquelas bolas. Coloquei uma por uma na minha boca. Chupei elas. Chupetei elas. Que região mais macia e suave! Então subi até o pau dele ereto, que parecia que ia estourar. Coloquei minha língua na ponta da glande dele pra reconhecer o sabor, senti os gotões de porra que escorriam e refrescaram meus lábios. Abri minha boca ansiosa e agarrei aquele pauzão pra chupar ele contra minha língua. Senti os líquidos dele escorrendo nela. Então afrouxei a mão e apertei ele com o anel da minha boca. Aprovei o sabor azedo dele, o cheiro forte, o calor de macho no cio. Com aquele pedaço na minha boca, perdi a conta de quantas vezes eu disse sim com o movimento da minha cabeça.
Me levantei e subi na cama, me colocando de cócoras sobre ele. Peguei o pau dele e guiei a cabeçona até a porta da minha bunda. Senti o esperma dele umedecer meu buraco. Mexi minha bunda sobre aquela cabeçona escorregadia. Apertei pra enfiar e senti como a ponta deslizou pra dentro de mim. Me segurei, de novo mexi minha bunda. Senti mais porra me lambuzando por dentro e o cócegas que me provocou no meu buraco foi uma delícia, um paraíso, algo incomparável. Continuei enfiando. Agora a cabeçona toda tinha entrado. Tirei ela. Senti o líquido dele escorrendo do meu canal pra fora. Enfiei de novo devagar. Senti como a ponta, a cabeçona dele, o pauzão dele, foi entrando em mim. Olhei pra baixo, vi com prazer como metade daquele pau estava dentro de mim. Será que ia entrar até a raiz?
Tirei ele de novo e outra vez enfiei até a metade. Senti aquela cabeçona e o pau dele. Prepúcio colado nas paredes do meu reto. Sentia o sêmen viscoso escorrendo no meu buraco. Não sentia dor, só uma sensação de preenchimento, de satisfação, de realização. Abaixei meus joelhos até apoiá-los na cama, de modo que senti minhas bolas se depositarem na barriga do Rony. Os pelos dele fizeram cócegas nos meus ovos e me provocaram outra fonte de prazer. Me acomodei sobre a cintura do meu macho e peguei seu pau, pronta para enfiar ele todinho.
Mas então Rony segurou minhas nádegas e levantou minha bundinha enquanto bombeava pra cima, enfiando tudo de uma só estocada. Vi o rosto dele, entre surpreso e assustado, quando eu soltei aquele gritinho de prazer. –Sim, sim, me come como você desejou comer sua namorada. Me faz tua, me faz tua puta. Mete em mim, mete em mim, supliquei. Nem lento nem preguiçoso, aquele macho bombeou uma e outra vez dentro de mim. Sentia o pau dele bater no meu estômago e deslizar de novo até minha porta, pra entrar de novo rasgando minhas paredes, me eletrizando, me magnetizando.
Vi os olhos dele semicerrados, o olhar cheio de lascívia, notei a respiração ofegante. Não deixei ele terminar. Me separei. Vi os olhos surpresos e suplicantes dele. Me encostei no peito dele e girei, de modo que fiquei deitado de barriga pra cima com ele por cima de mim. Ele se levantou e eu aproveitei pra me arrastar pro centro da cama. Levantei as pernas, convidando ele a subir. Ele se meteu entre minhas pernas e eu as levantei, colocando sobre os ombros dele. Vi ele se acomodar, senti as mãos dele se apoiando nas minhas pernas levantadas. A vara dele roçou de novo meu buraco e enfiou de uma vez. Naquela posição, com meu melhor amigo enfiando o pau em mim, me senti mulher, fêmea, puta plena. O prazer entrava pelo meu cu, pela minha pele, pelos meus ouvidos. O roçar do pau dele entrando e saindo do meu cu, produzindo aquele "wuoc! wuoc!" de chapinhar molhado, o suave "plaf! plaf!" das bolas dele batendo nas minhas nádegas. Nunca tinha sentido algo assim. Os olhos semicerrados, perdidos, abandonados, me mostravam o quanto ele estava entregue. tava aquele macho me comendo.
—Quero ficar de quatro pra você gozar.
Rony parou os movimentos e devagar tirou o pau, que parecia mais inchado, mais vermelho, avermelhado. Me levantei e fui até a borda da cama, onde coloquei os joelhos, abrindo as pernas e esmagando o peito contra o colchão. Senti o Rony se colocar entre minhas nádegas, envolvê-las com as mãos grandes e esfregar o pau na minha racha. Ele apoiou um dos pés na cama e passou os ovos roçando na parte interna dos meus glúteos. Que sensação aquelas bolas deslizando pela minha carne. Rony se esfregou na minha bunda por um bom tempo. Aí senti a cabecinha dele procurar meu buraco e se prender ali. Tentou enfiar, mas não conseguiu. Senti as mãos dele rodearem minhas pernas e me forçarem a juntar os joelhos. Ele beliscou minha buceta, esfregou a parte de baixo da minha cintura e senti os dedos dele se afundarem e percorrerem o comprimento interno das minhas coxas. O beliscão suave que ele deu nas minhas bolas me eletrocutou.
Senti os polegares dele amassarem o topo dos meus glúteos e irem se afundando até massagear em círculos perto do meu cu. Ele bateu o pau na minha bunda. Grudou na minha raba e entrou sem pedir permissão. Quantas vezes ele martelou o prego na minha bunda! De novo ele subiu o pé na cama e a parte interna da coxa dele grudou na minha cintura. O suor dele me molhando me deu outra onda de prazer elétrico. De novo ele enfiou a vara, tirou e continuou me comendo com gosto. —Agora vou gozar, puta gostosa!. Sempre enfiado na minha buceta, ele subiu o outro pé na cama e apertou minha raba com as coxas, como se quisesse impedir que meu cu escapasse. Senti a vara dele endurecer dentro de mim, enquanto ele esmagava o peito nas minhas costas e começava umas estocadas frenéticas, selvagens, imparáveis. Ouvi os gemidos incontroláveis dele, desenfreados, e como jatos de porra saíam da glande dele me enchendo, me inundando. Eu tava feliz, realizada, satisfeita. Tinha conseguido que meu melhor amigo me desse uma boa fodida e gozasse todinho dentro da minha buceta. Rony se afastou e se deitou, exausto. Pelo olhar satisfeito e grato dele, entendi que consegui fazer ele esquecer a mulher dele. Me deitei de bruços ao lado dele e massageei os peitos dele enquanto via a vara dele relaxar. Meu corpo estava banhado de suor, minha buceta estava cheia de porra. O relaxamento tomou conta de mim. Fui pegando no sono.
A última sensação de prazer que lembro daquela noite é a porra viscosa daquele macho escorrendo da minha buceta.
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