Olá. Quero contar pra vocês as vezes que comi a mulher do meu amigo... Tudo começou quando recebi uma mensagem de texto. Eu e meu amigo trabalhamos no mesmo lugar, sou muito querido por ele e pela esposa dele. Ela é meio gordinha, gostosa, bundinha bem empinada e o que eu mais gosto nessa mulher são os peitos enormes, mas enormes mesmo, bem redondinhos, com uns biquinhos que sempre aparecem, não importa a roupa que ela vista. (isso que eu via ela como amiga). Meu amigo estava viajando e não pôde ir a um churrasco que estávamos convidados os dois. Ele me ligou e perguntou como estava o clima no churrasco, pediu desculpas por não poder estar presente, e me contou que já estava num hotelzinho descansando (nós dois somos caminhoneiros), que ia tomar um banho e beber uma cerveja por lá. Quando eu tava na bagunça, recebi uma mensagem que dizia: [Oi, como você tá? Eu aqui sozinha e com frio, e você?]. Tô bem, aqui comendo, vim sozinho porque seu marido teve que viajar. E (ela) responde: Pedi permissão pro meu marido pra sair com umas amigas pra beber algo, já que fiquei sozinha, e tô esperando elas. E aí parecia que a conversa com a mulher do meu amigo tinha acabado. E eu me concentrei em comer aquele churrasco gostoso e não olhei mais o celular. Quando eu tava indo embora, umas 2 da manhã (eu tenho uma moto 250), chega outra mensagem. [Você ainda tá no churrasco ou não?] Era a mulher do meu amigo. Eu: Sim, já terminei, por quê? Perguntei, e ela responde: Porque não consigo dormir, minhas amigas acabaram de me deixar em casa e não tô com sono. Você não quer vir aqui em casa, tomar algo e conversar um pouco? Eu perguntei: Olha, eu sei que somos amigos, eu e você e seu marido, mas não fica muito a cara que eu chegue às 2 da manhã na sua casa quando você tá sozinha? O que os vizinhos vão dizer? E ela diz: Olha, nessa rua são tudo idoso, devem estar dormindo agora. Além disso, tenho umas cervejas na geladeira, vai, me ajuda a tomar uma só, vai. E eu, com umas doses já na cabeça, pensei bem pouco. E falo pra ela: Beleza, tô indo, amiga, mas não quero confusão. Se alguém me ver chegando, eu vazo. Ela: "Tá bom, te espero." Beleza, me mandei, cumprimentei geral no churrasco e saí na minha moto. Não era longe, umas 12 a 15 quadras. Chegando lá, vi que ela tava na frente de casa, vestindo uma legging preta e uma blusa (ou sei lá como chama) que tem a gola larga, daquelas que mostra um ombro. Cheguei e ela disse: "Oi, tava te esperando. Vem, entra." E eu perguntei: "Deixo a moto na frente da tua casa ou não?" "Não, deixa aí a uma quadra (tem um posto de gasolina). Vai, eu te espero." Ela falou, não sei se era por causa da bebida que já tinha tomado ou o quê. Mas fui, deixei a moto lá e voltei andando. Ela ainda tava na frente esperando. Cheguei e ela disse: "Entra, vai, ninguém tá olhando." E entrei. Lá dentro, ela me deu um beijo na bochecha (aí senti um cheirinho de perfume lindo misturado com cerveja) e falou: "Vamos tomar aquela cerveja que te falei." "Beleza", e ela foi pra cozinha pegar. Eu falei: "Vou no banheiro." "Tá bom, já vou", ela disse. Saí de lá (do banheiro) e fui sentar num sofá que tem na sala. Nisso, ela vem com uma cerveja na mão e fala: "Não se apressa pra tomar, a gente tem tempo." Eu olhei pra ela e falei: "E aí, que bicho te mordeu?" Ela riu e disse: "Nada, eu me entendo." E tirou a cerveja da minha mão, deu um gole longo. "Ei, peraí", eu falei, "não era que a gente tinha tempo?" Ela me olhou meio séria e disse: "Não sei com quem falar. Não tô bem com teu amigo. Não tá tudo certo, tem problema, não é como ele diz" (pra mim ele nunca conta nada). E ela começou a chorar, e eu não sei o que fazer nessas horas. Sou um bosta. Ela apoiou o ombro em mim e começou a chorar, contando que tava mal porque o marido não dava bola pra ela, que se sentia mal, que já tinha noites que nem tocava nela. Que mesmo quando passava 15 dias fora. E eu não sabia o que dizer, porque eu também passo o mesmo tempo fora e às vezes com ele. Na mesma viagem (e todo mundo sabe que nós, caminhoneiros, temos umas coisinhas fora de casa), ou seja, eu sou solteiro, mas ele não. E eu não sou de entregar ninguém pra polícia. Nisso, eu tentava consolar ela, e ela, entre lágrimas, levanta a cabeça, tirando do meu ombro, e a boca dela (aqueles lábios lindos e carnudos) foi atrás da minha, e a gente se fundiu num beijo que não tem explicação. A língua dela procurando a minha, e eu atordoado na hora. Mas minhas mãos não pensavam igual, já que começaram a procurar aquelas lindas TETAS. Por baixo da camiseta dela. Era como tocar algo que enlouquece, aquelas tetonas com os bicos prestes a explodir. Ela começa a tirar minha camisa, e eu não resisti nada. Ela solta meu cinto, tira minha calça. Me olha fixo nos olhos e fala: "Amigo, hoje eu tô com vontade de transar, não de fazer amor, só sexo mesmo. Por favor, me ajuda, senão vou procurar outro". E eu, como bom amigo (não ia deixar outro comer ela), falei: "Beleza, te ajudo". E peguei, busquei meu pau e apoiei os lábios dela na minha cabeça. E começou um jogo com as mãos e a boca, chupando muito forte, igual uma louca. Afastei ela um pouquinho e comecei a apalpar aquelas tetas. Tirei a camiseta dela e deixei elas à mostra, eram enormes. E aí me agarrei numa delas, era algo de outro mundo, um gostinho doce que aqueles bicos lindos tinham. Enquanto ela curtia com uns gemidinhos, com as mãos me punhetava devagar. Comecei a meter uma mão dentro da legging dela (surpresa: não tinha nada por baixo). Comecei a tocar ela, já tava toda molhada. Ela se levantou, tirou o pouco de roupa que tinha, e ficamos os dois pelados. Ela se aproximou, se ajoelhou e enfiou meu pau inteiro na boca (como ela chupava, meu deus!). Tirava e lambia minhas bolas, era lindo como ela fazia. Era minha vez. Joguei ela naquele sofá, ela abriu as pernas, e comecei a lamber (chupar aquela iguaria que ela tinha). Aquela bela buceta, aquele clitóris, eu mordia devagar, e ela gemia, quase gritando, me dizia: "Não para, continua, continua". E os sucos dela... caíam nos meus lábios. Ela me disse: hoje quero que me coma como ninguém, quero ser uma puta. Comecei a meter uns dedos na buceta dela até que não aguentei mais e enfiei devagar, e ela gemia como uma louca. Foram duas ou três enfiadas e ela diz: vou gozar, vai, vai, e eu empurrava com tudo (ainda faltava um tempinho pra mim). Ela me olha e diz: gosto de quatro, e vira, e eu ali, sem pensar em momento nenhum no meu amigo. Meti e comecei a dar devagar, com uns movimentos curtos, e ela levantou bem a bundinha e abaixou a cabeça, e vai fundo, gata. Ela pedia mais a toda hora, eu comecei a querer meter um dedo na bundinha dela, ela meio que não queria até que suspirou forte e eu meti o dedinho. Ela me diz: não, nem meu marido tinha tocado ali. Falo: você me disse que queria ser minha puta, então agora aguenta. Eu metia e tirava o dedo, ela gritando me dizia que por favor não. Eu metia e tirava, já meti 2 e também 3, ela estava dilatando (embora ainda estivesse apertadinha). Tirei os dedos, comecei a chupar aquele buraco, lubrifiquei bem com saliva e apoiei meu pau naquela bunda linda e comecei a empurrar devagar, custava a entrar até que ela, entre gemidos, relaxou aquela bunda e começou a entrar a cabecinha, e bomba e bomba. Falo: aí vou gozar. Ela saiu rápido daquela posição, se ajoelhou e me diz: quero tomar, e meteu na boca. Eu, como nunca, não sei de onde saiu tanta porra. Mas posso garantir que não é normal soltar tanto. Ela meio que se engasgava tentando engolir, mas não soltava meu pau, e eu louco. Vendo que o que escorria pelo canto dos lábios dela caía sobre os peitões enormes. Ela e sua língua mágica limparam cada gota de porra que ficou no meu pau. Ficamos os dois prontos, sem vontade de nada. Não sabíamos o que dizer, isso deve ter durado uns 30 minutos, no máximo. Bom, começamos a nos vestir e ela me diz: você nunca esteve aqui, e nada, mas nada a ninguém. Eu, meio bambo das pernas. Com todo esse exercício, saí sem falar nada, nem cumprimentei ela, e fui pegar minha moto. Chegando em casa, me lembrei que não cumpri com ela — não terminamos a cerveja, mas isso é outra história. Desculpa se tiver erros, é meu primeiro relato e aceito sugestões. 🤤
1 comentários - A gostosa do meu amigo