Fala aí, seus poringa boys, vou contar como eu comi a bunda da minha ex até virar um vício. Quando conheci minha ex, eu tinha uns 28 anos e ela 18, eu já era um guerreiro de mil batalhas, mas minha ex, apesar da idade, não tinha experiência nenhuma porque a família dela era meio conservadora e não deixava ela sair muito. Imagina a cara da velha da minha ex-sogra quando a filha me apresentou. A primeira coisa que a coroa fez foi me queimar com a filha, falando que o único que um homem da minha idade queria de uma garota da idade dela era sexo kkkkkkk. A velha sabia das minhas intenções. Mesmo assim, deixaram a gente continuar o namoro, mas com umas limitações, porque não me deixavam sair da sala, sempre com um chaperão, o irmão ou a irmã dela — que depois eu também comi, mas isso é outra história. Vamos focar na raba da minha ex. Vou descrever ela dos pés à cabeça, porque não tinha desperdício: é uma morena de cabelo cacheado, corpo esbelto, 90-60-120. Com isso quero dizer que ela tinha uma das melhores bundas que já peguei, uma carinha de anjo, uma mina sem defeito.
Partindo pro que importa: a gente já tinha saído uns seis meses e nada, não conseguia comer a garota, não tinha jeito nem oportunidade porque não me deixavam a sós. Usei minha inteligência e comecei a levar ela pra "escola", mas o único professor que ela via era eu kkkkkkk, querendo ensinar todas as posições do Kama Sutra 🤤. Trazia ela pra casa e, aos poucos, ia passando a mão e metendo os dedos até ela ceder e eu conseguir foder. Mas era meio chato, porque ela não tinha experiência, não sabia rebolar e não me deixava colocar em posições diferentes, já que a velha puta da minha sogra tinha envenenado a cabeça dela a vida toda, falando que sexo era errado. Então a mina não queria experimentar muito, só dava o básico pra eu não largar ela. Mas eu, como bom comedor de raça, fui mudando a mente dela aos poucos. Mas a bunda era tipo... Falar de um assassinato não queria entregar aquele monumento que eu tinha e ela me consumia a cabeça, já não conseguia dormir de tanto que queria aquela buceta. Então um dia me arrisquei: se desse certo, dava; se não, perdia a mina e outro pegava ela. Aí comecei a campanha de deixar ela com ciúmes e fazer ela pensar que eu ia largar ela. Ficava misterioso quando recebia mensagem ou quando me ligavam, me afastava pra ela achar que eu escondia algo. A mina caiu na armadilha na hora, ficava doida, já não sabia mais o que fazer pra me conquistar. Falei pra mim mesmo: essa é a hora. Aproveitei um dia que levei ela pra escola pra finalizar meu plano maestro. Levei ela até o portão da escola e a mina me perguntou: "Você não vai me levar pra sua casa hoje?" E eu, me fazendo de importante, falei: "Se você quiser que eu te leve, vamos." Uuuf, pensei por dentro: dessa vez vou comer a bunda dela de qualquer jeito, não escapa sem sair com o cu bem dilatado. Chegamos em casa e eu dei pouca bola, ela queria morrer, dava pra ver na cara dela. Fomos pro quarto e a mina queria que eu comesse ela de qualquer jeito, mas eu me fiz de desinteressado. E ela fez a pergunta que eu tava esperando, kkkkk: "O que eu tenho que fazer pra te mostrar que te amo?" Kkkkkkkkkkk 🤤 🙎♂️ E saiu da minha boca: "Pra mim, a prova de amor é você deixar eu te amar pelo cuzinho, porque isso só se dá pra pessoa que você ama." A gatinha pensou por um segundo e falou: "Tá bom, quero te mostrar que te amo." Eu fiquei doido, joguei um colchão no chão que já tinha preparado pra poder pegar ela na altura certa e comecei. Tirei a roupa dela num raio, comecei a beijar ela, ela durinha como sempre, mas não tava nem aí, dessa vez eu ia partir ela. Tava feito uma fera, mas tentava me controlar. Coloquei ela de quatro e, enquanto acariciava ela, passei vaselina no meu dedo. Mmmm, comecei a esfregar bem devagar o cu dela e ela apertava um pouco, até que consegui enfiar meu dedo. Pronto, essa é minha, gritei por dentro. Depois enfiei o segundo dedo e fiz ele brincar um Pouco enquanto eu beijava ela, porque doeu um pouco, até que eu introduzi o terceiro dedo e falei: "Já tá, amor, vou meter". E como a putinha que ela é, me disse: "Devagar, que tá doendo com os dedos, e você tem ele muito grande, vai doer" hahaha "Sim, amor, um pouco, mas se você me ama, vai aguentar. Que bom que é a psicologia". E fiquei atrás dela e, aos poucos, meti a cabeça do meu pau. Ela se arrepiou um pouco e pedia: "Devagar, amor, por favor". Isso me dava mais força pra arrebentar ela hahaha "Sim, minha vida", e comecei a meter tudo. Ela reclamava, mas aguentava. Comecei a me mexer mais forte e falava: "Te amo, minha vida", e ela, com a voz entrecortada, respondia: "Eu também, amor". E eu não me segurei mais e comecei a meter com tudo, e a mina reclamava, e eu falava: "Aguenta, amor, aguenta, minha vida". E ela aguentava, apesar da dor, pelo jeito que ela se queixava. E eu metia tudo e tirava tudo pra ela sentir mais, era como cortar uma buceta gostosa com uma faca quente. "Que delícia", eu pensava por dentro, e acho que consegui aguentar uns dez minutos metendo sem parar no máximo que podia. E com um gemido, joguei toda a porra dentro daquele monumento. Aaaaaaaa, não queria tirar, tava feliz, e ela continuava durinha. Que buceta gostosa eu comi. Depois disso, tudo ficou mais fácil. Eu sempre pedia a buceta da mina, e ela me dava como quem dá um beijo. Aproveitei como nada no mundo. Toda vez que ela vai ao banheiro, deve lembrar de mim hahaha. Bom, essa é minha história. É a primeira vez que escrevo, então não me critiquem tanto. Pra próxima, quando eu comi a irmã da minha ex, outro docinho.
Partindo pro que importa: a gente já tinha saído uns seis meses e nada, não conseguia comer a garota, não tinha jeito nem oportunidade porque não me deixavam a sós. Usei minha inteligência e comecei a levar ela pra "escola", mas o único professor que ela via era eu kkkkkkk, querendo ensinar todas as posições do Kama Sutra 🤤. Trazia ela pra casa e, aos poucos, ia passando a mão e metendo os dedos até ela ceder e eu conseguir foder. Mas era meio chato, porque ela não tinha experiência, não sabia rebolar e não me deixava colocar em posições diferentes, já que a velha puta da minha sogra tinha envenenado a cabeça dela a vida toda, falando que sexo era errado. Então a mina não queria experimentar muito, só dava o básico pra eu não largar ela. Mas eu, como bom comedor de raça, fui mudando a mente dela aos poucos. Mas a bunda era tipo... Falar de um assassinato não queria entregar aquele monumento que eu tinha e ela me consumia a cabeça, já não conseguia dormir de tanto que queria aquela buceta. Então um dia me arrisquei: se desse certo, dava; se não, perdia a mina e outro pegava ela. Aí comecei a campanha de deixar ela com ciúmes e fazer ela pensar que eu ia largar ela. Ficava misterioso quando recebia mensagem ou quando me ligavam, me afastava pra ela achar que eu escondia algo. A mina caiu na armadilha na hora, ficava doida, já não sabia mais o que fazer pra me conquistar. Falei pra mim mesmo: essa é a hora. Aproveitei um dia que levei ela pra escola pra finalizar meu plano maestro. Levei ela até o portão da escola e a mina me perguntou: "Você não vai me levar pra sua casa hoje?" E eu, me fazendo de importante, falei: "Se você quiser que eu te leve, vamos." Uuuf, pensei por dentro: dessa vez vou comer a bunda dela de qualquer jeito, não escapa sem sair com o cu bem dilatado. Chegamos em casa e eu dei pouca bola, ela queria morrer, dava pra ver na cara dela. Fomos pro quarto e a mina queria que eu comesse ela de qualquer jeito, mas eu me fiz de desinteressado. E ela fez a pergunta que eu tava esperando, kkkkk: "O que eu tenho que fazer pra te mostrar que te amo?" Kkkkkkkkkkk 🤤 🙎♂️ E saiu da minha boca: "Pra mim, a prova de amor é você deixar eu te amar pelo cuzinho, porque isso só se dá pra pessoa que você ama." A gatinha pensou por um segundo e falou: "Tá bom, quero te mostrar que te amo." Eu fiquei doido, joguei um colchão no chão que já tinha preparado pra poder pegar ela na altura certa e comecei. Tirei a roupa dela num raio, comecei a beijar ela, ela durinha como sempre, mas não tava nem aí, dessa vez eu ia partir ela. Tava feito uma fera, mas tentava me controlar. Coloquei ela de quatro e, enquanto acariciava ela, passei vaselina no meu dedo. Mmmm, comecei a esfregar bem devagar o cu dela e ela apertava um pouco, até que consegui enfiar meu dedo. Pronto, essa é minha, gritei por dentro. Depois enfiei o segundo dedo e fiz ele brincar um Pouco enquanto eu beijava ela, porque doeu um pouco, até que eu introduzi o terceiro dedo e falei: "Já tá, amor, vou meter". E como a putinha que ela é, me disse: "Devagar, que tá doendo com os dedos, e você tem ele muito grande, vai doer" hahaha "Sim, amor, um pouco, mas se você me ama, vai aguentar. Que bom que é a psicologia". E fiquei atrás dela e, aos poucos, meti a cabeça do meu pau. Ela se arrepiou um pouco e pedia: "Devagar, amor, por favor". Isso me dava mais força pra arrebentar ela hahaha "Sim, minha vida", e comecei a meter tudo. Ela reclamava, mas aguentava. Comecei a me mexer mais forte e falava: "Te amo, minha vida", e ela, com a voz entrecortada, respondia: "Eu também, amor". E eu não me segurei mais e comecei a meter com tudo, e a mina reclamava, e eu falava: "Aguenta, amor, aguenta, minha vida". E ela aguentava, apesar da dor, pelo jeito que ela se queixava. E eu metia tudo e tirava tudo pra ela sentir mais, era como cortar uma buceta gostosa com uma faca quente. "Que delícia", eu pensava por dentro, e acho que consegui aguentar uns dez minutos metendo sem parar no máximo que podia. E com um gemido, joguei toda a porra dentro daquele monumento. Aaaaaaaa, não queria tirar, tava feliz, e ela continuava durinha. Que buceta gostosa eu comi. Depois disso, tudo ficou mais fácil. Eu sempre pedia a buceta da mina, e ela me dava como quem dá um beijo. Aproveitei como nada no mundo. Toda vez que ela vai ao banheiro, deve lembrar de mim hahaha. Bom, essa é minha história. É a primeira vez que escrevo, então não me critiquem tanto. Pra próxima, quando eu comi a irmã da minha ex, outro docinho.
4 comentários - como comi o cu da minha ex
es terribe la falta de ortografi que tenes, ejemplos
enpece = empece haci= asi y varios mas