Uma fantasia que vinha rodando na minha cabeça era a de receber um boquete no meu carro. Apesar de ter uma parceira, ela não é tão experiente em sexo oral e, simplesmente com o passar do tempo, não avançamos muito nesse assunto.
Na busca de realizar minha fantasia, saí com várias garotas, mas a oportunidade ainda não tinha surgido. Mesmo com os vidros do carro sendo escurecidos, as garotas com quem saía não se animavam ou simplesmente não ficavam excitadas em chupar dentro de um carro.
A fantasia se realizaria da maneira menos esperada. Uma vez saí com uma garota que mora em Bello e ela me convidou para acompanhá-la a uma festa com algumas amigas. Com essa garota nunca tinha transado e ela sempre dava desculpas quando eu insistia, mas como ela era gostosa, decidi acompanhá-la mais uma vez para ver o que rolava com ela.
Quando chegamos no lugar, havia várias garotas em um dos apartamentos de um condomínio fechado. Eram poucas pessoas e estavam apenas relaxando e se divertindo, sem dança, só cerveja e cachaça tampa azul. O tempo passou e as garotas já estavam meio altas. A garota com quem cheguei já estava há um bom tempo sentada nas minhas pernas e de vez em quando se mexia de maneira provocante em cima de mim. Como sou bem fogoso, minha virilha ficou dura, mas isso pouco importava para a garota; ela se apertava contra mim com o corpo e se aproximava do meu ouvido para me perguntar por que eu estava assim, ao que eu sorria diante da pergunta.
De madrugada, nos despedimos do grupo e ela me pediu para levá-la para casa. Como não gosto de insistir muito com uma mulher para conseguir sexo, decidi levá-la até o condomínio dela. Quando cheguei no condomínio, estacionei perto da entrada, no fundo do estacionamento, na rua que dá de frente para um terreno baldio, coloquei música baixa e comecei a conversar com ela para ver se conseguia convencê-la a irmos para um motel.
Comecei a beijá-la várias vezes e, no meio desses beijos, levei a mão dela até minha virilha, e ela começou a me acariciar por cima da roupa. Calça. Começamos uma conversa safada sobre o que eu gostava que fizessem comigo e, no meio da conversa, surgiu a fantasia que eu tinha. Quando a garota ficou mais animada, ela enfiou a mão por dentro da calça e começou a apertar meu pau com força e a tatear para sentir o tamanho dele. Ela dizia que dava para sentir que ele estava muito gostoso, e eu comecei a incentivar para que ela o tirasse para fora. Ela abriu o cinto, baixou o zíper e o puxou para fora.
Ela olhava para meu pau e dava para ver na cara dela a vontade que tinha de experimentá-lo. Continuei beijando-a e, na hora, ela começou a descer, me dando beijos no pescoço, levantou minha camiseta, beijou meu peito e, sem muito protocolo, deu uma leve beijadinha na ponta do pau.
Começou a sorrir e a me dizer que estava muito excitada, que não sabia o que estava fazendo, e eu a incentivei a dar beijinhos mais demorados.
Ela colocou o pau na boca de novo e, a partir daí, não parou mais. Acabou sendo uma verdadeira especialista em chupar. Ela fazia de um jeito gostoso, do jeito que a gente gosta. Primeiro, beijou ele pelos lados com aqueles lábios que pareciam uma delícia. Depois, introduziu na boca e engoliu tudo até a base.
Eu, enquanto isso, aproveitava o máximo que podia, de olho nos espelhos retrovisores para que ninguém chegasse de surpresa e estragasse a nossa diversão.
Ela continuou chupando e acariciando de um jeito espetacular. O que mais me encantava era o jeito como ela passava os lábios pelos meus testículos, fazia de uma forma que me fazia tremer. Ela continuou chupando até que, depois de um tempo, não aguentei mais, avisei e ela tirou a boca, colocando as mãos de um jeito que não fizesse muita bagunça dentro do carro. Naquele momento, o prazer foi tanto que conseguiu fazer meus dedos do pé se contorcerem e eu gemei de prazer.
Ela riu maliciosamente e me disse para olhar o que eu a tinha feito fazer, mas, mesmo assim, continuou esfregando meu pau com meu gozo espalhado nas mãos dela. Isso me excitou ainda mais e fez com que eu soltasse mais uns gemidos de prazer.
Quando tudo... Peguei uns lenços umedecidos e ela gentilmente limpou meu pau, o que me deixou ainda mais excitado.
Perguntei se ela queria ir a um motel e ela disse que deixava para outro dia, porque já estava muito de madrugada e em casa iam encher o saco se ela chegasse mais tarde.
Ela se despediu com um beijo longo e disse que tínhamos uma foda no motel pendente, depois foi em direção à entrada do seu prédio.
Na busca de realizar minha fantasia, saí com várias garotas, mas a oportunidade ainda não tinha surgido. Mesmo com os vidros do carro sendo escurecidos, as garotas com quem saía não se animavam ou simplesmente não ficavam excitadas em chupar dentro de um carro.
A fantasia se realizaria da maneira menos esperada. Uma vez saí com uma garota que mora em Bello e ela me convidou para acompanhá-la a uma festa com algumas amigas. Com essa garota nunca tinha transado e ela sempre dava desculpas quando eu insistia, mas como ela era gostosa, decidi acompanhá-la mais uma vez para ver o que rolava com ela.
Quando chegamos no lugar, havia várias garotas em um dos apartamentos de um condomínio fechado. Eram poucas pessoas e estavam apenas relaxando e se divertindo, sem dança, só cerveja e cachaça tampa azul. O tempo passou e as garotas já estavam meio altas. A garota com quem cheguei já estava há um bom tempo sentada nas minhas pernas e de vez em quando se mexia de maneira provocante em cima de mim. Como sou bem fogoso, minha virilha ficou dura, mas isso pouco importava para a garota; ela se apertava contra mim com o corpo e se aproximava do meu ouvido para me perguntar por que eu estava assim, ao que eu sorria diante da pergunta.
De madrugada, nos despedimos do grupo e ela me pediu para levá-la para casa. Como não gosto de insistir muito com uma mulher para conseguir sexo, decidi levá-la até o condomínio dela. Quando cheguei no condomínio, estacionei perto da entrada, no fundo do estacionamento, na rua que dá de frente para um terreno baldio, coloquei música baixa e comecei a conversar com ela para ver se conseguia convencê-la a irmos para um motel.
Comecei a beijá-la várias vezes e, no meio desses beijos, levei a mão dela até minha virilha, e ela começou a me acariciar por cima da roupa. Calça. Começamos uma conversa safada sobre o que eu gostava que fizessem comigo e, no meio da conversa, surgiu a fantasia que eu tinha. Quando a garota ficou mais animada, ela enfiou a mão por dentro da calça e começou a apertar meu pau com força e a tatear para sentir o tamanho dele. Ela dizia que dava para sentir que ele estava muito gostoso, e eu comecei a incentivar para que ela o tirasse para fora. Ela abriu o cinto, baixou o zíper e o puxou para fora.
Ela olhava para meu pau e dava para ver na cara dela a vontade que tinha de experimentá-lo. Continuei beijando-a e, na hora, ela começou a descer, me dando beijos no pescoço, levantou minha camiseta, beijou meu peito e, sem muito protocolo, deu uma leve beijadinha na ponta do pau.
Começou a sorrir e a me dizer que estava muito excitada, que não sabia o que estava fazendo, e eu a incentivei a dar beijinhos mais demorados.
Ela colocou o pau na boca de novo e, a partir daí, não parou mais. Acabou sendo uma verdadeira especialista em chupar. Ela fazia de um jeito gostoso, do jeito que a gente gosta. Primeiro, beijou ele pelos lados com aqueles lábios que pareciam uma delícia. Depois, introduziu na boca e engoliu tudo até a base.
Eu, enquanto isso, aproveitava o máximo que podia, de olho nos espelhos retrovisores para que ninguém chegasse de surpresa e estragasse a nossa diversão.
Ela continuou chupando e acariciando de um jeito espetacular. O que mais me encantava era o jeito como ela passava os lábios pelos meus testículos, fazia de uma forma que me fazia tremer. Ela continuou chupando até que, depois de um tempo, não aguentei mais, avisei e ela tirou a boca, colocando as mãos de um jeito que não fizesse muita bagunça dentro do carro. Naquele momento, o prazer foi tanto que conseguiu fazer meus dedos do pé se contorcerem e eu gemei de prazer.
Ela riu maliciosamente e me disse para olhar o que eu a tinha feito fazer, mas, mesmo assim, continuou esfregando meu pau com meu gozo espalhado nas mãos dela. Isso me excitou ainda mais e fez com que eu soltasse mais uns gemidos de prazer.
Quando tudo... Peguei uns lenços umedecidos e ela gentilmente limpou meu pau, o que me deixou ainda mais excitado.
Perguntei se ela queria ir a um motel e ela disse que deixava para outro dia, porque já estava muito de madrugada e em casa iam encher o saco se ela chegasse mais tarde.
Ela se despediu com um beijo longo e disse que tínhamos uma foda no motel pendente, depois foi em direção à entrada do seu prédio.
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