Minha filha é uma puta, parte 2 e final!

E aí estavam essas duas gostosudas perfeitinhas pedindo pra gente passar bronzeador. Pelo olhar sugestivo e safado delas, era óbvio que não tinha nada de inocente no pedido. Era impossível olhar pra carinha angelical da Jazmín e não notar o contraste com o corpaço dela mal escondido no biquíni preto. Como já tinha dito antes, essa mina tinha a bunda mais perfeita que já vi na vida. E a Jessy não ficava atrás, aquele jeito atrevido e brincalhão típico das ruivas combinava perfeitamente com um corpo exuberante. Os peitões dela pareciam querer escapar do biquíni o tempo todo, enquanto a fio-dental sumia completamente naquela rabeta linda.

-Venham, galera, a gente tá tomando sol nas espreguiçadeiras ali- disse a Jessy enquanto caminhavam até umas espreguiçadeiras perto de umas árvores no fundo.

No caminho até as espreguiçadeiras, as duas minas se encarregaram de rebolarem a bunda de um jeito tão escancarado que por um momento achei que ia ter que segurar o Adrián pra ele não pular igual um bicho em cima delas. Dava pra ver no olhar dele que já não tava nem aí pra nada e que na primeira oportunidade ia meter a cara. Esse pensamento me fez perceber que eu também tava duro e que não ia hesitar um segundo em comer qualquer uma daquelas duas gostosas.

Cada uma se deitou na sua espreguiçadeira, daquelas bem largonas pra pegar sol. Como estavam de bruços, as bundinhas ficaram bem empinadas pro nosso deleite.

-E aí, rapaziada? Vamos! O bronzeador. Ou vão ficar aí olhando feito idiotas?- apressou a Jazmín com um tom debochado
-Não precisa me pedir duas vezes- respondeu o Adrián enquanto se aproximava e sentava do lado da Jazmín

Eu imitei ele e sentei do lado da Jessy. Sem perder tempo, comecei a espalhar bronzeador pelas costas esguias da ruiva.

-Por que você não desabotoa meu biquíni, Robert? Assim eu pego um bronzeado uniforme- sugeriu a Jessy

Obviamente obedeci e desabotoei. Esse biquíni. Dava pra ver como os peitos exuberantes da garota se destacavam, esmagados pelo próprio peso. Eu já estava com uma ereção tremenda com aquelas imagens.

Massageava aquelas costas lindas de todas as formas possíveis até que tomei coragem e comecei a descer cada vez mais. De vez em quando acariciava aquela bundinha dura e nua. Descia pelas pernas e depois subia de novo, acariciando cada vez mais a região da entreperna. Previsivelmente, a Jessy não se importava com isso, muito pelo contrário, ela empinava a bunda cada vez mais, me incentivando a continuar.

Enquanto estava nessa apalpação consentida, ouvi uns gemidos leves vindo de trás. Me virei e vi que o Adrián tinha puxado a tanga da Jazmín e estava tocando a buceta dela. Os dedos do meu amigo deslizavam por toda aquela pererequinha rosa perfeita; de vez em quando ele enfiava mais fundo, fazendo a garota suspirar de prazer. Depois de alguns segundos, quando aquela buceta já estava no ponto, meu amigo desceu e começou a fazer sexo oral nela. Dava pra ver a cabeça do meu amigo enterrada naquela rachinha, saboreando os sucos da adolescente. Isso acabou de me deixar de pau duro.

De repente, sinto a mão da Jessy começando a tocar minha ereção que já não dava pra esconder. Olho pra ela e ela me devolve um olhar de gata, irresistível com aqueles olhos verdes. A próxima coisa que eu soube foi que a ruiva estava me dando um dos melhores boquetes que já recebi na vida. A boquinha dela era tipo uma ventosa. Deslizava por todo o meu pau, brincava com a cabeça e engolia tudo de novo. Enquanto isso, meus dedos deslizavam dentro da buceta já totalmente molhada.

Enquanto a Jessy chupava meu pau como se fosse um sorvete no meio do Zara, olho de novo pro meu amigo. Agora a loira estava de quatro e o Adrián atrás dela, dando uma boa fodida. Por um momento, invejei a vista privilegiada que meu amigo tinha da bunda da Jazmín. Pelas expressões no rosto da garota, dava pra ver que ela tava adorando pra caralho. Aqueles peitos redondos e duros balançavam. com cada investida de um lado pro outro. Adrián tava se dando um puta luxo comendo essa novinha de 18 anos.

Podia ter passado o dia inteiro curtindo o boquete da Jessy. A cabeleira ruiva dela subindo e descendo na minha pélvis era uma beleza. Mas também queria provar a bocetinha dela. Então me deitei e mandei ela montar em mim. Aproveitei cada segundo da minha pica penetrando esses lábios apertados. Os peitos dela, de um tamanho impossível, subiam e desciam acompanhando o movimento. Minhas mãos não davam conta de apalpar eles.

De repente, ouço o Adrián falar:
-Agora no cuzinho, puta!-

Virei a cabeça e vi o segundo exato em que meu amigo colocava a cabeça inchada na entrada do cu da loira e, de uma só vez, enfiava até o fundo. A Jazmín soltou um gemido profundo. O Adrián deixou ela ali dentro uns segundos e depois começou a bombar sem parar. As bolas dele batiam na bundinha da novinha. Tava como se tivesse possuído, cada vez que enterrava a pica, parecia que queria partir ela ao meio. Mas a loira parecia não se importar e ainda pedia pra ele comer mais. A cena era muito excitante e me deixou mais duro ainda. Percebi que a Jessy também tava ficando com tesão, porque começou a me montar com mais força. Foi aí que eu falei:

-Quer dar uns beijinhos na sua amiga?-
-Quero que você arrebente meu cu agora!-ela respondeu, toda louca

Nunca vi duas gostosas tão sedentas por pica na minha vida. Talvez o tesão fosse comer o pai da aniversariante e o amigo. Sei lá. Não tava nem aí. Peguei a Jessy e levei ela até onde os outros dois estavam comendo. Na hora, ela ficou de frente pra Jazmín e começou a beijar ela de um jeito obsceno. Enfiava a língua até a garganta. Enquanto isso, eu brincava enfiando uns dedos no cu dela. Quando tava bem lubrificado, comecei a penetrar devagar. A cada centímetro que eu enfiava, o esfíncter dela lutava pra se adaptar à grossura da minha pica. Adorava aquela sensação e fiz durar o máximo possível antes de começar. A bombação constante.

Foi assim que, por um tempo, nós dois ficamos comendo essas novinhas que tinham acabado de fazer 18 anos, enquanto elas se beijavam apaixonadamente de boca aberta.

Eu queria ter ficado mais tempo penetrando aquele cuzinho apertado de adolescente, mas tanto eu quanto o Adrián estávamos explodindo de porra. Então, num movimento só, fizemos as duas meninas se ajoelharem juntinhas, de bocas abertas, pra receber nossas cargas. Não demorou muito pra gozar naquelas carinhas angelicais. Alternadamente, um jato meu e um do Adrián voavam e caíam nas testas, bochechas e bocas das garotas. Elas recebiam com muito prazer cada gota do nosso esperma grosso e quente. Era lindo ver aquelas duas carinhas tão lindas, frescas e juvenis, pervertidas pelas nossas gozadas. Depois que a descarga terminou, as meninas decidiram dar um último showzinho pra gente e começaram a se beijar e lamber a porra que cada uma tinha na cara. Passavam de boca em boca o esperma grosso. Era uma delícia ver essas duas novinhas brincando. Finalmente, cada uma engoliu uma boa carga e nos olharam com cara de putinhas satisfeitas.

— Valeu, gurizada! — disseram em uníssono, enquanto iam embora de mãos dadas.

Olhei pro Adrián, mas não falei nada. Os sorrisos nas nossas caras já diziam tudo. Não podíamos acreditar que tínhamos comido as amiguinhas da minha filha.

— Bora dar um mergulho na piscina? — sugeri.
— Fechou. Tô todo suado e cheio de caldo de novinha. — respondeu o Adrián, rindo.

Nós pulamos na piscina, uma daquelas em formato de rim, e ficamos brincando um pouco. Entramos totalmente pelados. Conversamos sobre o quanto as piranhas eram putinhas e que a gente tinha que repetir aquilo uma hora. Enquanto estávamos nessa, ouvimos um mergulho. Viramos e era a Vale, minha filha. Tava uma deusa com aquela micro biquíni azul que mal segurava os peitões enormes dela e sumia entre as nádegas perfeitas. O cabelão preto e molhado dela ia até o meio das costas. Não podia acreditar. que uma beleza dessas pudesse ser descendência minha (como vão ver, não sou muito convencido).

— Vocês se importam se eu acompanhar? — nos disse, enquanto um sorriso maroto se desenhava no rosto dela.

— Claro que não, filha. Como é que a gente vai se importar? Afinal, é seu aniversário, pode fazer o que quiser. Mas passa nossas sungas pra gente se vestir. — respondi meio rindo.

— Sem problema, papai. Tamo em família. E o Adrião é quase um tio pra mim.

— Como quiser, bebê.

Pelo olhar na cara dela, tive a impressão de que ela tinha visto algo da orgia que a gente teve com as amiguinhas dela. Me tranquilizei que ela levou na boa. Nossas caras provavelmente também denunciavam algo, já que nem eu nem o Adrião conseguíamos tirar da cabeça a imagem da Vale festando com os três amigos dela. Acho que ela também desconfiava de algo.

A Vale nadou até onde a gente tava e, num movimento só, tirou o biquíni azul. Aqueles peitões enormes ficaram livres. Eram perfeitos, bem grandes mas mantinham-se juntinhos e durinhos. Os biquinhos marrons apontavam pro céu. Ela deve ter notado nossos olhares vidrados naqueles peitos lindos, porque disse:

— Qual é? Vocês podem ficar pelados e eu não? Acho meio injusto. — disse rindo.

— Não, de jeito nenhum, Vale. Só que não esperava. Você tá grandinha. Pensar que eu te segurei no colo quando era bebê. — respondeu o Adrião.

— Então, Adri. Ainda pode me segurar no colo se quiser.

Enquanto falava isso, a Vale foi até onde o Adrião tava e, de um pulo, subiu nele. Parecia uma criança brincando com o tio. Só que essa criança tinha um corpão do caralho e esfregava os peitões enormes no peito do meu amigo. Dava pra ver a pica dura do Adrião debaixo d'água. Ele aproveitava pra passar a mão naquele rabo perfeito. E eu não ficava atrás. Ver a putinha da minha filha em ação me deixava com um tesão do caralho, então me aproximei deles.

Num determinado momento, ela se afastou um pouco do Adrião, pegou com cada um de nós com as picas na mão e disse:
– Acho que a gente tem que fazer algo com isso, né? – falava enquanto nos punhetava devagar debaixo d’água.
– E o que você sugere, gostosa? – disse o Adrián.
– Mmmm... sei lá... Mas vocês sabem que eu consigo prender a respiração por muito tempo debaixo d’água?
– Não sei. Quanto é muito pra você? – falei com um tom desafiador.
– Bastante. Mas posso provar, se vocês quiserem.

Minha filha sumiu debaixo d’água e, como era de se esperar, começou a dar um boquete subaquático no Adrián enquanto continuava me punhetando. Meu amigo tava com os olhos virados de prazer.
– Sua mina é boa – ele disse com a voz entrecortada.
– Aproveita, parceiro.

Uns segundos depois, ela subiu à superfície e disse:
– Viram? Quase um minuto!
– Acho que você aguenta mais. Devia tentar de novo, meu amor – falei com um tom paternal.
– Claro – respondeu com um tom adolescente desafiador.

Ela mergulhou de novo, só que dessa vez atacou minha pica. Era uma delícia sentir aquela boca percorrendo minha pica toda. Minha filha tinha ficado tão experiente no assunto quanto a mãe. Brincava com minha glande e minhas bolas. Tudo debaixo d’água. Foi uma experiência sensacional enquanto durou.
– E aí? O que achou? – perguntou quando subiu de novo à superfície.
– Genial, linda. Você é muito boa. Mas acho que o tio Adrián ficou com vontade de mais – enquanto falava isso, acariciava os peitos exuberantes dela.
– Quer mais, tio? – perguntou com uma carinha de gatinha safada.
– Claro que sim, meu amor. Mas dessa vez quero ver sua carinha.

O Adrián sentou na escadinha da piscina de um jeito que a pica dele ficava pra fora, mas as pernas na água. A Vale entendeu o que tinha que fazer e se ajoelhou na frente dele pra dar um boquete espetacular. Ela engolia inteiros os 25 centímetros do meu amigo. Enquanto ela engolia o pedaço do Adrián, eu podia ver a bunda linda dela rebolando debaixo d’água. Me aproximei e apoiei meu membro ereto entre aquelas nalgas deliciosas. Devagar, fui descendo a calcinha fio dental azul dela e comecei a entrar na buceta. da minha filha. Era deliciosa. Comecei a bombar ela e ela me acompanhava com gemidos, eram uns gemidos abafados já que o pedaço do Adrián ocupava a boca inteira dela.

- Você gosta do meu love? Gosta da cock do papai? - eu dizia enquanto entrava e saía daquela buceta adolescente linda.
- Adoro, papai. Me come mais. - ela dizia entre gemidos
- Quer que o tio Adrián te coma agora?
- Siim... por favor!! - implorou minha filha

Peguei ela e guiei pra sentar na cock do meu amigo que já estava extremamente dura e com a cabeça inchada de tesão. Ela sentou naquele pedaço de carne ficando cara a cara com o Adrián e começou a cavalgar ele. A buceta da Vale se ajustava como uma luva naquela cock. Eu comecei a brincar com o cuzinho dela colocando um ou dois dedos.

- Quer que o papai arrebente teu cu, Vale?
- Sim. Já! Quero ter duas picas dentro de mim. Me come, papai! - dizia a Vale entre gemidos

De uma só tacada enfiei meu belo pau. No começo apresentou um pouco de resistência, mas depois engoliu meu pedaço inteiro sem problemas. Me agarrei naquelas nalgas doces e duras com minhas mãos e comecei o vai e vem. Não sei se foi porque era o cu da minha filha ou o quê, mas me pareceu o melhor cu que já comi na vida. Minha cock estava explodindo de dura. Além disso, o fato de ver a cock do meu amigo entrando e saindo da buceta dela enquanto ele apalpava os peitos dela e eu fazia o cu, transformava essa situação na coisa mais excitante que já me aconteceu.

Depois de um tempo dessa dupla penetração, decidimos dar por encerrado o assunto e sentamos a Vale na borda da piscina. Apresentamos nossas picas na frente da carinha dela, que estava corada de tanto sexo mas ainda mantinha aquela doçura adolescente, e ela começou a chupar elas alternadamente. Chupava com uma vontade danada de querer tirar até a última gota de porra. O primeiro a gozar foi o Adrián. Segurou ela pela nuca e, segurando a cock, gozou inteiramente dentro da boquinha da minha filha. A Vale brincava com o sêmen na boca, estava esperando que eu também gozasse. E eu dei o gosto, igual ao Adrián, depositei tudo na boquinha da minha filha. Dava pra ver a boa quantidade de porra boiando e a Vale brincando com a língua. Depois de alguns momentos nos presenteando com aquela linda imagem, ela fechou a boquinha e, como quem toma um remédio, engoliu toda a porra e nos olhou com cara de satisfação.

— Valeu, galera! Fiquei com um pouco de inveja de ver vocês comendo minhas amigas. Mas com isso vocês compensaram — disse ela, sorrindo e saindo andando.

Eu e o Adrián ficamos nos olhando com cara de felicidade extrema, mas misturada com uma baita confusão. Tinha sido um dia muito louco. Não só tínhamos comido umas gostosas de 18 anos, incluindo minha filha, mas também tínhamos visto nossas esposas dando pra outros caras. Era coisa pra caralho. Mas tudo tinha saído genial e a gente faria de tudo pra repetir.

FIM

7 comentários - Minha filha é uma puta, parte 2 e final!

mik_z
Esta exelte el relato...uno se queda pensando..sera realidad algo de todo esto ?.. Al final no importa. Estuvo bueno. Te felicito.
robu77
No se si sera verdad, pero este relato me calento como pocos!!! TERRIBLE
Gran Relato, me encanta que las nenas sean tan putitas!
muy buen relato me puso durisimo quiero estar en el proximo cumple ajjaa
Me encantaria conocer a esas milf jeje