Comi a mãe da minha namorada! Relato

Fala, manos e minas do P! Tô deixando aqui um conto fictício sobre uma fantasia, espero que curtam!
A mãe da minha namorada sempre me atraiu, e ela mesma tratou de que entre nós existisse uma relação mais intensa do que de sogra e genro. Na verdade, a gente não consegue parar de fazer isso. Ela é viúva e mora sozinha. Eu passava na casa dela com a desculpa de fazer uns reparos, e ela abria a porta quase sem roupa. Um dia, a gente não aguentou mais e meteu em cima da mesa. Quer que eu conte como foi da última vez?

Eu tinha que ir pra Barcelona resolver umas coisas, e ela me convidou pra almoçar na casa dela. Às duas da tarde eu tava lá, ela me recebeu com um beijo tão intenso que nossas línguas não dava pra distinguir, viraram uma só, se enroscando igual duas cobras brincando, enquanto nossas mãos percorriam nossos corpos.

Mesmo tendo durado só uns minutos, pareceu um momento infinito. A gente comeu alguma coisa e sentou. Ela tava com uma minissaia bem curta, que deixava eu ver a calcinha branca dela, que mostrava a pentelheira por baixo.

A camisa branca dela, quase transparente, e com alguns botões desabotoados, deixava ver parte dos peitos dela com os mamilos já duros de tesão por causa daqueles beijos de língua intensos que a gente dava sem parar. Meu pau já tava endurecendo e eu comecei a me mexer tentando me ajeitar pra não aparecer. Ela pareceu notar minha ereção, já impossível de esconder, como tinha acontecido outras vezes. Ela desabotoou alguns botões da minha camisa e começou a acariciar meu peito, parando nos meus mamilos, o que me dava uns arrepios gostosos de prazer e me excitava cada vez mais.

Enquanto isso, eu acariciava as coxas dela delicadamente, aproveitando a pele macia. Segui devagar, mas decidido, até as bundas firmes e lisas dela e coloquei minha mão por baixo da calcinha.

Ela continuava com a mão dentro da minha camisa, acariciando minha barriga com doçura e chegando cada vez mais perto da minha pentelheira. Quando senti isso, fui passando minha mão por dentro da calcinha dela, do rabo até a buceta. buceta, que estava tão molhada que parecia um rio. Isso a arrepiou e ela desabotoou minha calça. Me pegou pela mão e me levou até o quarto dela. Lá, nos enlaçamos num beijo de língua que esquentou de novo nossos corpos, que tinham esfriado um pouco ao passar da sala pro quarto. Nessa hora, ela me jogou na cama e terminou de tirar minha calça enquanto eu desabotoava os últimos botões da camisa.

Sentei na beirada da cama pra tirar a camisa enquanto ela fazia o mesmo com a dela, parada na minha frente. Tentei levantar, e na mesma hora ela me jogou de novo na cama, tirou minha cueca e depois tirou a calcinha dela, subindo na cama e se ajeitando sobre minhas pernas. Pegou meu pau com a mão e começou a me masturbar. Nessa hora, sentei de novo, tirei o sutiã dela e beijei os peitos dela, chupando os biquinhos. Ela me pegou pelos ombros e me jogou de novo na cama, pegou meu pau de novo, se ajeitou e colocou na buceta dela. Colocou as mãos no meu peito e começou a me acariciar enquanto começava a cavalgar em cima de mim. Coloquei minhas mãos nos quadris dela e apertei com força, como se tivesse passando a excitação que tava me dominando.

Num momento, ela falou baixinho pra eu não gozar dentro dela e eu, num êxtase total, falei pra ela não se preocupar, que avisaria quando tivesse perto de gozar. Ela continuava cavalgando a toda velocidade, gemendo e se contorcendo de prazer. Acho que ela gozou uma ou duas vezes, com a excitação não dava pra contar. De repente, senti um fogo correndo dentro do meu corpo e chegando perto do meu pau e, sem pensar, falei que ia gozar. Ela tirou meu pau da buceta dela e naquela hora descarreguei todo meu jato de porra nos peitos dela e na barriga brilhando de suor daquela cavalgada infernal. Isso! Por mais que pareça mentira, meu esperma voou como se meu pau fosse um poço de petróleo e foi direto nela como se soubesse onde tinha que chegar. A mão dela ainda segurava meu pau que Ainda estava ejaculando o pouco de sêmen que restava dentro de mim. Ao sentir o líquido morno no corpo dela, ela soltou meu pau e passou as mãos por todo o corpo, espalhando minha porra por toda parte.
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2 comentários - Comi a mãe da minha namorada! Relato

Muy bien relatado, te dejé +1. Lástima que mientras lo leía me imaginaba a mi suegra...Puajjj!!!