Olá, queridos amigos do P!, hoje continuo a história da minha morena.
No post anterior, a gente tinha ficado que no outro dia sairíamos pra dançar, então naquele dia, umas 6 da tarde, me preparei pra ir pra casa do irmão dela. Peguei o busão, e depois da viagem cheguei, caminhei até o prédio, toquei a campainha, a cunhada me atendeu, me fez entrar quando cheguei lá em cima, entrei, cumprimentei como manda o figurino e me sentei. Notei a ausência da Moni e da sobrinha dela, confirmado na hora pela cunhada quando ela disse que tinham ido até a banca. Nessa hora apareceu o irmão (ou seja, naquele momento já meu cunhado), e me ofereceu uns mates. Daqui a pouco chegou a Moni com a sobrinha, entraram e me cumprimentaram. Ela sentou na minha frente e começamos um joguinho de olhares que já começou a agitar a tribo. Num momento ela se levantou e disse que ia se arrumar, e foi embora. Depois de um tempão esperando e vários termos de mate, ela apareceu. Meu Deus, que mulher! Tinha vestido um vestido preto colado no corpo, mas bem curtinho, e com um decote que fazia os peitos dela se destacarem, um sonho. Ela apareceu dizendo: "Já tô pronta". – "Que gostosa que você tá! Hoje vou me exibir", falei e ri. – "Bora, então", falei me levantando e começando a me despedir de quem ficava lá. Saímos andando até o ponto e juro que ela atraía o olhar de todo mundo. Mais ainda, num momento vinha um grupo de caras, e dava pra ver que tavam falando dela, e bem na hora que a gente se cruzou, um deles pulou e falou: – "Ô magrão, se precisar de ajuda, tô aqui na esquina", e foram embora rindo.
Bom, pegamos o busão (é foda a vida de pobre, mas sem carro, a pé e com uma mulher dessas, meu ego só aumentava por ter mais mérito, kkkk). Chegamos no centro e começamos a andar, e os olhares continuavam, e meu ego só crescendo, kkkk. Entramos num restaurante, comemos, e saímos. Fomos pra uma balada, entramos, dançamos um pouco e fomos pra um lugar mais reservado dentro dela. Boliche, e lá soltei parte daquela índia alvoroçada, e começamos a pegar de um jeito desenfreado, e o lugar não tava dando, então peguei ela pela mão e, sem dizer nada, procurei a saída, e ela, sem falar nada, me seguiu. Saímos e fui direto pra um hotel que tinha umas 2 ou 3 quadras dali, entramos e aí sim soltamos toda a tribo pra se matar, hahaha. Mal passamos pela porta e fechamos, ela se virou e se jogou em cima de mim, me empurrando contra a porta, e começou a me beijar de um jeito tão forte e tão gostoso ao mesmo tempo, mostrando que me queria pra caralho. Passei minhas mãos na cintura dela e levantei ela enquanto nos beijávamos, ela subiu as pernas e me envolveu com elas, e assim fui até a cama e me deixei cair em cima dela. Continuamos nos beijando e ela gemia quase como se eu tivesse penetrando ela. Fui com meus lábios e língua até a orelha dela, o pescoço, e descendo cheguei nos peitos dela, e comecei a chupá-los, bem devagar, tentando soltar um pouco mais pra pegar os bicos, mas não consegui porque o vestido dela era extremamente apertado. Então me levantei, peguei ela pela mão e fiz ela ficar de pé, virei ela de costas e comecei a levantar o vestido enquanto beijava, chupava, passava a língua pelas nádegas dela, pelas costas, e assim fui subindo o vestido bem devagar, libertando finalmente aquele corpaço lindo daquela prisão de pano. Virei ela de novo e me afastei só uns passos pra admirar aquele corpaço, ela deu uma volta completa enquanto sorria. Voltei pra ela e fui direto pra onde tinha parado, os peitos dela, tão lindos, macios, não acho mais palavras pra descrever. Uma coisa é contar, outra é estar na frente daquela morena monumento. Passei um bom tempo nos peitos dela e fui descendo até chegar na altura da buceta dela, que pra minha surpresa já tava toda aparecida. Em que momento a calcinha sumiu, não sei, mas pouco me importou. Ela se deitou na cama e eu, ajoelhado, me deliciei com aquela buceta toda suculenta e gostosa, lambi ela, dei pequenas mordiscos, e meti um dedo e mexia dentro dela provocando uns orgasmos tão lindos que faziam ela gritar de prazer. Depois me deitei do lado dela e comecei a beijar ela, e ela começou a passar a língua na minha boca, queixo, pescoço, e por onde encontrava o gosto dos sucos dela, isso me enlouqueceu, ela continuou descendo e começou a passar a língua na pica, bem devagar, apertava a cabeça com os lábios, e com os dentes mordia bem de leve, enquanto com a mão apertava bem forte a base do meu pau, isso fazia parecer que a cabeça da pica ia explodir, com a mão eu acariciava a buceta dela encharcada, então pedi pra ela se colocar em cima de mim deixando a buceta bem na minha cara, já na posição 69 começamos a chupar um ao outro de um jeito quase competitivo, pra ver quem aguentava mais, ela gozou não sei quantas vezes e eu quase não aguentava mais, foi aí que parei a situação, não porque não tava gostando, mas porque queria estar dentro dela, foi assim que ela foi pra frente e pegou minha pica e enfiou de uma vez, enquanto me dizia – cê gosta assim meu amor, cê gosta e cada vez que repetia, dava mais ênfase na frase e levantava a voz, até conseguir chegar a um novo orgasmo, molhando toda a minha pica, os colhões, e encharcando a cama inteira, soltando um gemido como se estivesse possuída por algum demônio do sexo, foi aí que ela começou com um ritmo constante a cavalgar em mim e com uma cadência e movimentos dignos de uma mulher como ela, e começou a pedir pra eu gozar dentro – goza em mim, me enche por favor, e isso fez com que eu não aguentasse mais e atendi aos desejos dela, ela ao sentir como se enchia com meu gozo que tava fervendo de tanto tesão que eu tava, cravou as unhas nas minhas coxas me machucando, e assim ficou até eu soltar a última gota de porra dentro dela, um minuto depois, saiu de cima de mim e se deitou do meu lado, me beijou, e me disse algo tão doce que até hoje eu lembro e fico nostálgico – me encanto, você me faz sentir completa, e não se assuste com o que vou te dizer, estou totalmente apaixonada por você, te amo! E me beijou, baixou a cabeça no meu peito e ali fiquei, eu sem palavras, pela porrada violenta que tinha levado, e pelo tranco foda que tinha tomado, ou seja, eu adorava, química tinha, uma cama espetacular, mas falar de amor com dois dias de conhecidos era pesado demais, já comecei a me sentir pressionado, pelo que ela tinha dito e porque a gente não tinha se cuidado em nenhum dos encontros que tivemos, ela dormiu no meu peito, e ver aquela mulherão, naquela posição, e ter me dito o que sentia, fosse por puro tesão ou por sentimento verdadeiro, me encantou, então me deixei levar.
Bom, naquela noite, a gente transou de novo com a mesma intensidade, ela depois de uma semana de encontros amorosos quase diários, teve que voltar pra Corrientes, terra natal dela, nosso relacionamento durou uns anos, entre viagens minhas e dela, a relação foi se desgastando, eu tentei várias vezes que no meu trabalho da época me dessem a transferência, mas não consegui, no final o relacionamento acabou, mas não fiquei só com uma lembrança boa dela, também tenho a maior coisa que ela pôde me dar, que é nosso filho. Espero que tenham gostado do meu relato e comentários não incomodam, muito menos os pontos kkkkk mando um abraço enorme e até meu próximo relato, ou quem sabe algum post com imagens ou vídeos que estou trabalhando nisso.
No post anterior, a gente tinha ficado que no outro dia sairíamos pra dançar, então naquele dia, umas 6 da tarde, me preparei pra ir pra casa do irmão dela. Peguei o busão, e depois da viagem cheguei, caminhei até o prédio, toquei a campainha, a cunhada me atendeu, me fez entrar quando cheguei lá em cima, entrei, cumprimentei como manda o figurino e me sentei. Notei a ausência da Moni e da sobrinha dela, confirmado na hora pela cunhada quando ela disse que tinham ido até a banca. Nessa hora apareceu o irmão (ou seja, naquele momento já meu cunhado), e me ofereceu uns mates. Daqui a pouco chegou a Moni com a sobrinha, entraram e me cumprimentaram. Ela sentou na minha frente e começamos um joguinho de olhares que já começou a agitar a tribo. Num momento ela se levantou e disse que ia se arrumar, e foi embora. Depois de um tempão esperando e vários termos de mate, ela apareceu. Meu Deus, que mulher! Tinha vestido um vestido preto colado no corpo, mas bem curtinho, e com um decote que fazia os peitos dela se destacarem, um sonho. Ela apareceu dizendo: "Já tô pronta". – "Que gostosa que você tá! Hoje vou me exibir", falei e ri. – "Bora, então", falei me levantando e começando a me despedir de quem ficava lá. Saímos andando até o ponto e juro que ela atraía o olhar de todo mundo. Mais ainda, num momento vinha um grupo de caras, e dava pra ver que tavam falando dela, e bem na hora que a gente se cruzou, um deles pulou e falou: – "Ô magrão, se precisar de ajuda, tô aqui na esquina", e foram embora rindo.
Bom, pegamos o busão (é foda a vida de pobre, mas sem carro, a pé e com uma mulher dessas, meu ego só aumentava por ter mais mérito, kkkk). Chegamos no centro e começamos a andar, e os olhares continuavam, e meu ego só crescendo, kkkk. Entramos num restaurante, comemos, e saímos. Fomos pra uma balada, entramos, dançamos um pouco e fomos pra um lugar mais reservado dentro dela. Boliche, e lá soltei parte daquela índia alvoroçada, e começamos a pegar de um jeito desenfreado, e o lugar não tava dando, então peguei ela pela mão e, sem dizer nada, procurei a saída, e ela, sem falar nada, me seguiu. Saímos e fui direto pra um hotel que tinha umas 2 ou 3 quadras dali, entramos e aí sim soltamos toda a tribo pra se matar, hahaha. Mal passamos pela porta e fechamos, ela se virou e se jogou em cima de mim, me empurrando contra a porta, e começou a me beijar de um jeito tão forte e tão gostoso ao mesmo tempo, mostrando que me queria pra caralho. Passei minhas mãos na cintura dela e levantei ela enquanto nos beijávamos, ela subiu as pernas e me envolveu com elas, e assim fui até a cama e me deixei cair em cima dela. Continuamos nos beijando e ela gemia quase como se eu tivesse penetrando ela. Fui com meus lábios e língua até a orelha dela, o pescoço, e descendo cheguei nos peitos dela, e comecei a chupá-los, bem devagar, tentando soltar um pouco mais pra pegar os bicos, mas não consegui porque o vestido dela era extremamente apertado. Então me levantei, peguei ela pela mão e fiz ela ficar de pé, virei ela de costas e comecei a levantar o vestido enquanto beijava, chupava, passava a língua pelas nádegas dela, pelas costas, e assim fui subindo o vestido bem devagar, libertando finalmente aquele corpaço lindo daquela prisão de pano. Virei ela de novo e me afastei só uns passos pra admirar aquele corpaço, ela deu uma volta completa enquanto sorria. Voltei pra ela e fui direto pra onde tinha parado, os peitos dela, tão lindos, macios, não acho mais palavras pra descrever. Uma coisa é contar, outra é estar na frente daquela morena monumento. Passei um bom tempo nos peitos dela e fui descendo até chegar na altura da buceta dela, que pra minha surpresa já tava toda aparecida. Em que momento a calcinha sumiu, não sei, mas pouco me importou. Ela se deitou na cama e eu, ajoelhado, me deliciei com aquela buceta toda suculenta e gostosa, lambi ela, dei pequenas mordiscos, e meti um dedo e mexia dentro dela provocando uns orgasmos tão lindos que faziam ela gritar de prazer. Depois me deitei do lado dela e comecei a beijar ela, e ela começou a passar a língua na minha boca, queixo, pescoço, e por onde encontrava o gosto dos sucos dela, isso me enlouqueceu, ela continuou descendo e começou a passar a língua na pica, bem devagar, apertava a cabeça com os lábios, e com os dentes mordia bem de leve, enquanto com a mão apertava bem forte a base do meu pau, isso fazia parecer que a cabeça da pica ia explodir, com a mão eu acariciava a buceta dela encharcada, então pedi pra ela se colocar em cima de mim deixando a buceta bem na minha cara, já na posição 69 começamos a chupar um ao outro de um jeito quase competitivo, pra ver quem aguentava mais, ela gozou não sei quantas vezes e eu quase não aguentava mais, foi aí que parei a situação, não porque não tava gostando, mas porque queria estar dentro dela, foi assim que ela foi pra frente e pegou minha pica e enfiou de uma vez, enquanto me dizia – cê gosta assim meu amor, cê gosta e cada vez que repetia, dava mais ênfase na frase e levantava a voz, até conseguir chegar a um novo orgasmo, molhando toda a minha pica, os colhões, e encharcando a cama inteira, soltando um gemido como se estivesse possuída por algum demônio do sexo, foi aí que ela começou com um ritmo constante a cavalgar em mim e com uma cadência e movimentos dignos de uma mulher como ela, e começou a pedir pra eu gozar dentro – goza em mim, me enche por favor, e isso fez com que eu não aguentasse mais e atendi aos desejos dela, ela ao sentir como se enchia com meu gozo que tava fervendo de tanto tesão que eu tava, cravou as unhas nas minhas coxas me machucando, e assim ficou até eu soltar a última gota de porra dentro dela, um minuto depois, saiu de cima de mim e se deitou do meu lado, me beijou, e me disse algo tão doce que até hoje eu lembro e fico nostálgico – me encanto, você me faz sentir completa, e não se assuste com o que vou te dizer, estou totalmente apaixonada por você, te amo! E me beijou, baixou a cabeça no meu peito e ali fiquei, eu sem palavras, pela porrada violenta que tinha levado, e pelo tranco foda que tinha tomado, ou seja, eu adorava, química tinha, uma cama espetacular, mas falar de amor com dois dias de conhecidos era pesado demais, já comecei a me sentir pressionado, pelo que ela tinha dito e porque a gente não tinha se cuidado em nenhum dos encontros que tivemos, ela dormiu no meu peito, e ver aquela mulherão, naquela posição, e ter me dito o que sentia, fosse por puro tesão ou por sentimento verdadeiro, me encantou, então me deixei levar.
Bom, naquela noite, a gente transou de novo com a mesma intensidade, ela depois de uma semana de encontros amorosos quase diários, teve que voltar pra Corrientes, terra natal dela, nosso relacionamento durou uns anos, entre viagens minhas e dela, a relação foi se desgastando, eu tentei várias vezes que no meu trabalho da época me dessem a transferência, mas não consegui, no final o relacionamento acabou, mas não fiquei só com uma lembrança boa dela, também tenho a maior coisa que ela pôde me dar, que é nosso filho. Espero que tenham gostado do meu relato e comentários não incomodam, muito menos os pontos kkkkk mando um abraço enorme e até meu próximo relato, ou quem sabe algum post com imagens ou vídeos que estou trabalhando nisso.
0 comentários - Minha morena gostosa (parte 2) final