Era o ano de 2009, e eu tinha apenas 28 anos. Naquela época, estava trabalhando em uma multinacional de primeira linha, em um projeto específico. Meu trabalho era conhecer alguns processos da empresa, e isso me levou a conhecer a Paula. Ela tinha 32 anos, era casada há alguns anos e era gerente de recursos humanos.
Depois de vários meses trabalhando juntos, a gente se deu super bem e viramos confidentes um do outro. Ela me contava sobre o marido e eu contava sobre minha namorada. Um dia, a gente ficou carregando umas coisas no sistema até quase de madrugada. Estávamos trabalhando bem concentrados, mas ao mesmo tempo nos divertindo... a gente ria, fazia piadas... até que de repente o telefone dela toca e ela atende... era o marido. Ela levanta da mesa e sai pro corredor pra falar. Depois de 15 minutos, ela volta e vejo a cara séria dela. Perguntei se tinha acontecido alguma coisa, ela me olhou fixo, se apoiou na mesa e desabou num choro. Levantei da cadeira e abracei ela pra acalmar. Ela se pendurou no meu pescoço e chorava no meu ombro.
Até aquele momento, eu já tinha notado que a Paula era gostosa, mas nunca tinha me ligado na bunda enorme que ela tinha. Quando abracei ela, senti os peitos duros no meu peito, a cintura fina e firme, e o cabelo loiro e fino encostado no meu pescoço e ombro me deixaram louco. Em poucos segundos, a pica ficou dura que nem um tronco e meio que tentei encostar... consegui.
Ela me conta: "Meu marido é um filho da puta, me trata que nem lixo. É uma merda. Acha que sou otária." A Paula era casada com um cara de 50 anos, bonitão e cheio da grana... e a verdade é que ele enchia o saco da coitada.
Naquela noite, a gente parou de trabalhar e ficou conversando, e lá pelas 2 da manhã ela diz: "Ficou tarde pra caralho, vou indo." Eu ainda tava com a pica dura, e apesar de a coitada estar destruída porque o cuzão do marido tratou ela igual lixo, eu continuava muito excitado. Já sei, sou um tarado, e daí?
A gente foi junto no carro dela, me deixou na Avenida Libertador, eu me despedi e diz: "Você é um doce, obrigada por me aguentar essa noite". Desço do carro e vou pra casa, pensando no otário que sou por não ter tentado nada com a Paula. Cheguei em casa e tive que bater uma punheta.
Semanas depois, fomos todos juntos pra um After Office na região de San Isidro e, meio bêbada, ela se aproxima e me pergunta: "Posso te falar uma coisa? Mas por favor, fica entre eu e você, tá?". Fala, Pau (começa a subir a pica). Ela chega no meu ouvido e fala baixinho com a voz de patricinha gostosa: "Outro dia, quando comecei a chorar e a gente se abraçou, você me apoiou pra caralho... seu filho da puta". Eu já tava bem alterado e percebi que hoje era o dia, e falei: "Pau, você é uma gostosa, o que você quer? Me abraça, encosta as tetas em mim, te pego na cintura e fiquei todo excitado... Desculpa". A gente começou a rir, se afastou da vista de todo mundo e começou a dançar. Começamos a nos agarrar, a respirar cada vez mais perto, a cheirar os pescoços um do outro, até que olho nos olhos dela e, sem falar nada, dou um beijo de língua, profundo. A boca dela tava bem molhada, e os lábios eram muito macios. A gente se deu um beijo romântico. Ela me olha e fala: "Tô fazendo merda, vamos vazar daqui já...".
Saímos da balada, subimos no meu carro e nos matamos de beijos. Falo: "Pau, tenho namorada..." e ela responde: "Babaca, sou casada... e você se preocupa porque tem namorada? Olha como tá sua pica, acho que alguém quer me comer hoje". Essas palavras me fizeram soltar a trava, ligo o carro e arranco pra minha casa.
No caminho, paro num posto de gasolina, compro camisinhas e uma coca (pra disfarçar) e vamos direto pra casa. Ela fala: "Por favor, que ninguém saiba disso. Tô arriscando com você porque gosto de você e as coisas com meu marido não vão mais. Quero viver, tenho 32 anos e meu marido não me come". Naquele momento, a pica começou a pulsar de tesão e falei: "Como vou te comer hoje".
Chegamos em casa, me jogo em cima dela e ela fala: "Calma, não seja tão... direto...vamos pro sofá, ver um pouco de TV. Não quero que me trate como uma puta. A gente começou a ver TV, e depois de 15 minutos, já estávamos nos beijando pra caralho, enquanto ela me passava a mão na pica e eu apalpava aqueles peitos divinos. Ainda estávamos vestidos, ela com uma saia até o joelho, justa no corpo, e eu de calça social. Ela sobe em cima de mim e começa a me cavalgar. Minha pica tava prestes a explodir, então, com a mão, abaixo o zíper da calça e tiro a pica pela cueca. Eu tava todo molhado, a buceta dela era uma fonte quente, pedindo pra ter minha pica dentro. Sem pensar muito, começamos a nos esfregar cada vez mais intenso até que eu levanto mais a saia dela, puxo a calcinha fio dental de lado e, de uma vez, a pica se acomodou dentro da buceta dela, toda molhada. Ela começa a me cavalgar com vontade, bem puta. Pulava na minha pica, muito forte, e em poucos minutos dá um grito e goza com minha pica dentro...
Eu tava muito excitado, não pensava em mais nada além de foder ela... olho pra ela, ela me olha e diz: "que vontade de te foder eu tinha", enquanto continuava se mexendo com minha pica dentro... Eu, sentado embaixo dela, começo a bombar devagar, cada vez mais intenso, e ela gemeu de novo muito alto. Eu tava com os ovos todos molhados, as pernas úmidas, e quando agarro a bunda dela pra foder mais forte, ela me diz: "Continua, vai"
Nesse momento não hesitei, continuei fodendo ela até que vários jatos de porra grossa e quente terminaram dentro dela... ela continuou me cavalgando, mas com menos intensidade...
Eu ainda tava de camisa e ela de regata. Ela me olha e confessa: "faz tempo que não tenho um orgasmo, você me fez feliz". Ofereci levá-la pra casa dela, e ela disse que não, que descia e pegava um táxi. A gente se viu de novo no trabalho na semana seguinte, e depois daquele dia, as coisas não foram mais as mesmas. Começamos a nos afastar, a falar menos, até que não nos vimos mais.
Eu curti, enchi ela de porra e ela foi feliz naquela noite.
Depois de vários meses trabalhando juntos, a gente se deu super bem e viramos confidentes um do outro. Ela me contava sobre o marido e eu contava sobre minha namorada. Um dia, a gente ficou carregando umas coisas no sistema até quase de madrugada. Estávamos trabalhando bem concentrados, mas ao mesmo tempo nos divertindo... a gente ria, fazia piadas... até que de repente o telefone dela toca e ela atende... era o marido. Ela levanta da mesa e sai pro corredor pra falar. Depois de 15 minutos, ela volta e vejo a cara séria dela. Perguntei se tinha acontecido alguma coisa, ela me olhou fixo, se apoiou na mesa e desabou num choro. Levantei da cadeira e abracei ela pra acalmar. Ela se pendurou no meu pescoço e chorava no meu ombro.
Até aquele momento, eu já tinha notado que a Paula era gostosa, mas nunca tinha me ligado na bunda enorme que ela tinha. Quando abracei ela, senti os peitos duros no meu peito, a cintura fina e firme, e o cabelo loiro e fino encostado no meu pescoço e ombro me deixaram louco. Em poucos segundos, a pica ficou dura que nem um tronco e meio que tentei encostar... consegui.
Ela me conta: "Meu marido é um filho da puta, me trata que nem lixo. É uma merda. Acha que sou otária." A Paula era casada com um cara de 50 anos, bonitão e cheio da grana... e a verdade é que ele enchia o saco da coitada.
Naquela noite, a gente parou de trabalhar e ficou conversando, e lá pelas 2 da manhã ela diz: "Ficou tarde pra caralho, vou indo." Eu ainda tava com a pica dura, e apesar de a coitada estar destruída porque o cuzão do marido tratou ela igual lixo, eu continuava muito excitado. Já sei, sou um tarado, e daí?
A gente foi junto no carro dela, me deixou na Avenida Libertador, eu me despedi e diz: "Você é um doce, obrigada por me aguentar essa noite". Desço do carro e vou pra casa, pensando no otário que sou por não ter tentado nada com a Paula. Cheguei em casa e tive que bater uma punheta.
Semanas depois, fomos todos juntos pra um After Office na região de San Isidro e, meio bêbada, ela se aproxima e me pergunta: "Posso te falar uma coisa? Mas por favor, fica entre eu e você, tá?". Fala, Pau (começa a subir a pica). Ela chega no meu ouvido e fala baixinho com a voz de patricinha gostosa: "Outro dia, quando comecei a chorar e a gente se abraçou, você me apoiou pra caralho... seu filho da puta". Eu já tava bem alterado e percebi que hoje era o dia, e falei: "Pau, você é uma gostosa, o que você quer? Me abraça, encosta as tetas em mim, te pego na cintura e fiquei todo excitado... Desculpa". A gente começou a rir, se afastou da vista de todo mundo e começou a dançar. Começamos a nos agarrar, a respirar cada vez mais perto, a cheirar os pescoços um do outro, até que olho nos olhos dela e, sem falar nada, dou um beijo de língua, profundo. A boca dela tava bem molhada, e os lábios eram muito macios. A gente se deu um beijo romântico. Ela me olha e fala: "Tô fazendo merda, vamos vazar daqui já...".
Saímos da balada, subimos no meu carro e nos matamos de beijos. Falo: "Pau, tenho namorada..." e ela responde: "Babaca, sou casada... e você se preocupa porque tem namorada? Olha como tá sua pica, acho que alguém quer me comer hoje". Essas palavras me fizeram soltar a trava, ligo o carro e arranco pra minha casa.
No caminho, paro num posto de gasolina, compro camisinhas e uma coca (pra disfarçar) e vamos direto pra casa. Ela fala: "Por favor, que ninguém saiba disso. Tô arriscando com você porque gosto de você e as coisas com meu marido não vão mais. Quero viver, tenho 32 anos e meu marido não me come". Naquele momento, a pica começou a pulsar de tesão e falei: "Como vou te comer hoje".
Chegamos em casa, me jogo em cima dela e ela fala: "Calma, não seja tão... direto...vamos pro sofá, ver um pouco de TV. Não quero que me trate como uma puta. A gente começou a ver TV, e depois de 15 minutos, já estávamos nos beijando pra caralho, enquanto ela me passava a mão na pica e eu apalpava aqueles peitos divinos. Ainda estávamos vestidos, ela com uma saia até o joelho, justa no corpo, e eu de calça social. Ela sobe em cima de mim e começa a me cavalgar. Minha pica tava prestes a explodir, então, com a mão, abaixo o zíper da calça e tiro a pica pela cueca. Eu tava todo molhado, a buceta dela era uma fonte quente, pedindo pra ter minha pica dentro. Sem pensar muito, começamos a nos esfregar cada vez mais intenso até que eu levanto mais a saia dela, puxo a calcinha fio dental de lado e, de uma vez, a pica se acomodou dentro da buceta dela, toda molhada. Ela começa a me cavalgar com vontade, bem puta. Pulava na minha pica, muito forte, e em poucos minutos dá um grito e goza com minha pica dentro...
Eu tava muito excitado, não pensava em mais nada além de foder ela... olho pra ela, ela me olha e diz: "que vontade de te foder eu tinha", enquanto continuava se mexendo com minha pica dentro... Eu, sentado embaixo dela, começo a bombar devagar, cada vez mais intenso, e ela gemeu de novo muito alto. Eu tava com os ovos todos molhados, as pernas úmidas, e quando agarro a bunda dela pra foder mais forte, ela me diz: "Continua, vai"
Nesse momento não hesitei, continuei fodendo ela até que vários jatos de porra grossa e quente terminaram dentro dela... ela continuou me cavalgando, mas com menos intensidade...
Eu ainda tava de camisa e ela de regata. Ela me olha e confessa: "faz tempo que não tenho um orgasmo, você me fez feliz". Ofereci levá-la pra casa dela, e ela disse que não, que descia e pegava um táxi. A gente se viu de novo no trabalho na semana seguinte, e depois daquele dia, as coisas não foram mais as mesmas. Começamos a nos afastar, a falar menos, até que não nos vimos mais.
Eu curti, enchi ela de porra e ela foi feliz naquela noite.
10 comentários - Se não comer sua mulher, eu como essa gostosa
Merecidos!
Buenísimo!
Van todos mis puntos y reco!
Gracias por compartir.
buenísimo !!