Olá, vou continuar contando as experiências que tive desde que me mudei pra cidade, e obrigada pelos comentários de vocês.
Depois da tarde em que conheci o GERARDO (o zelador),
ele saiu do apartamento, e eu fiquei largada no chão, tão cansada que acabei dormindo.
Acordei lá pelas 4 da madrugada meio desorientada, fui tomar um banho e lembrei do que tinha rolado à tarde, pensando no trato do GERARDO. Não conseguia acreditar que, porra, eu ia ter algo parecido com um namorado.
Na manhã seguinte, fui pra faculdade e, meu Deus, cada movimento que eu fazia me lembrava a tarde anterior.
Voltei pra casa, quando passei pela portaria não vi o GERARDO, entrei no prédio, chamei o elevador e esperei. Demorou muito, e decidi subir pelas escadas. Cruzei com um vizinho que me disse que o elevador tava quebrado e que o GERARDO, o zelador, tava consertando.
Cheguei no meu andar e vi o GERARDO. Fiquei tão nervosa que nem consegui falar. Ele me olhou e sorriu. "Oi", disse ele, se levantando. "Que merda, o elevador quebrou e vai me ocupar por uns dias. Mas não se preocupa, com essas mãos que você tem, certeza que ele não resiste." "Ah, é? Se fosse tão fácil, agora mesmo eu tava entrando na sua casa pra brincar um pouquinho com você." "Fica tranquila, que eu não vou fugir."
Me virei pra abrir a porta, e ele aproveitou, colou em mim, me agarrou cruzando os braços na minha cintura e apertou o pacote dele contra minha bunda macia. Sussurrou no meu ouvido: "Passei o dia inteiro morrendo de vontade de partir essa sua raba no meio." E apertou mais. Eu derreti, e as chaves caíram da minha mão. Ele disse: "Se abaixa pra pegar." Eu joguei a bunda pra trás, fiquei de quatro, e ele começou a esfregar o pacote inteiro em mim.
Eu tava vestida com roupa de homem, mas parecia que não importava pra ele, porque ele tava todo duro. Como pude, peguei as chaves e me levantei, mas não sem antes rebolar a bunda na direção dele. Ele me soltou e disse: "Vou tentar te visitar antes de ir, e se não der, venho outro dia." Virei a cabeça e falei: "Quando quiser, onde quiser e com quem quiser, esse é o trato, não é?" "Claro que sim."
Abri e entrei, comi alguma coisa e vesti meu biquíni pra pegar sol. A tarde passou e ele não apareceu. A noite chegou e ele também não apareceu. Acabei dormindo e acordei no dia seguinte; como era sábado, não tinha faculdade. Lá pelas 5 da tarde, tocaram o interfone. Era ele. "Daqui a meia hora passo na sua casa, então se prepara." "Tá bom", falei, e ele foi embora.
Corri pro banheiro, tomei banho, me depilei, passei creme no corpo todo e fui pro quarto escolher o que vestir pra ocasião. Escolhi um vestidinho de renda, meia-calça leve, sutiã e uma calcinha fio-dental branca, e uma peruca longa preta como carvão. Pintei meus lábios com um vermelho intenso e uma sombra azul celeste. Quando terminei, me olhei e parecia uma verdadeira estrela pornô com curvas de matar. Comecei a fazer poses pra me ver como ele me veria. Fiquei tão excitada que peguei óleo, fiquei de quatro, peguei meu consolador favorito, passei óleo nele e friccionei com força por toda a minha buceta. Coloquei a ponta no meu cu e apertei enquanto tentava enfiar, tava me arrombando sozinha, quando tocou o interfone.
CONTINUA...
Depois da tarde em que conheci o GERARDO (o zelador),
ele saiu do apartamento, e eu fiquei largada no chão, tão cansada que acabei dormindo.
Acordei lá pelas 4 da madrugada meio desorientada, fui tomar um banho e lembrei do que tinha rolado à tarde, pensando no trato do GERARDO. Não conseguia acreditar que, porra, eu ia ter algo parecido com um namorado.
Na manhã seguinte, fui pra faculdade e, meu Deus, cada movimento que eu fazia me lembrava a tarde anterior.
Voltei pra casa, quando passei pela portaria não vi o GERARDO, entrei no prédio, chamei o elevador e esperei. Demorou muito, e decidi subir pelas escadas. Cruzei com um vizinho que me disse que o elevador tava quebrado e que o GERARDO, o zelador, tava consertando.
Cheguei no meu andar e vi o GERARDO. Fiquei tão nervosa que nem consegui falar. Ele me olhou e sorriu. "Oi", disse ele, se levantando. "Que merda, o elevador quebrou e vai me ocupar por uns dias. Mas não se preocupa, com essas mãos que você tem, certeza que ele não resiste." "Ah, é? Se fosse tão fácil, agora mesmo eu tava entrando na sua casa pra brincar um pouquinho com você." "Fica tranquila, que eu não vou fugir."
Me virei pra abrir a porta, e ele aproveitou, colou em mim, me agarrou cruzando os braços na minha cintura e apertou o pacote dele contra minha bunda macia. Sussurrou no meu ouvido: "Passei o dia inteiro morrendo de vontade de partir essa sua raba no meio." E apertou mais. Eu derreti, e as chaves caíram da minha mão. Ele disse: "Se abaixa pra pegar." Eu joguei a bunda pra trás, fiquei de quatro, e ele começou a esfregar o pacote inteiro em mim.
Eu tava vestida com roupa de homem, mas parecia que não importava pra ele, porque ele tava todo duro. Como pude, peguei as chaves e me levantei, mas não sem antes rebolar a bunda na direção dele. Ele me soltou e disse: "Vou tentar te visitar antes de ir, e se não der, venho outro dia." Virei a cabeça e falei: "Quando quiser, onde quiser e com quem quiser, esse é o trato, não é?" "Claro que sim."
Abri e entrei, comi alguma coisa e vesti meu biquíni pra pegar sol. A tarde passou e ele não apareceu. A noite chegou e ele também não apareceu. Acabei dormindo e acordei no dia seguinte; como era sábado, não tinha faculdade. Lá pelas 5 da tarde, tocaram o interfone. Era ele. "Daqui a meia hora passo na sua casa, então se prepara." "Tá bom", falei, e ele foi embora.
Corri pro banheiro, tomei banho, me depilei, passei creme no corpo todo e fui pro quarto escolher o que vestir pra ocasião. Escolhi um vestidinho de renda, meia-calça leve, sutiã e uma calcinha fio-dental branca, e uma peruca longa preta como carvão. Pintei meus lábios com um vermelho intenso e uma sombra azul celeste. Quando terminei, me olhei e parecia uma verdadeira estrela pornô com curvas de matar. Comecei a fazer poses pra me ver como ele me veria. Fiquei tão excitada que peguei óleo, fiquei de quatro, peguei meu consolador favorito, passei óleo nele e friccionei com força por toda a minha buceta. Coloquei a ponta no meu cu e apertei enquanto tentava enfiar, tava me arrombando sozinha, quando tocou o interfone.
CONTINUA...
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