Meu nome é Alexa e sou casada há 10 anos. Sou uma mulher de 27 anos, magra, branquinha e loira, 1,67m, com uma bunda bem empinada e profunda, e meus lábios são muito sexys. Minhas amigas me zoam, dizendo que tenho boquinha de chupar pau. Sou uma garota que, até esse momento que vou contar, nunca tinha ficado satisfeita com o sexo que tinha. Meu marido é um típico profissional de arquitetura, muito culto, e o sexo que a gente fazia era tradicional e suave, e eu sempre terminava depois da foda me masturbando com filmes pornô ou olhando fotos na internet. Aqueles homens bem safados, de pau enorme e movimentos grotescos. Paus grandes me deixam tão excitada que só de ver um pau numa foto já me molho na hora, e minha boquinha fica cheia d'água, dando vontade de chupar um. Essa história começa quando meu marido compra um galpão de materiais de construção na frente da nossa casa. Lá tinha vários funcionários, e esses funcionários eram os protagonistas das minhas punhetas. Minha janela dava para o pátio onde eles trabalhavam, e eu me masturbava horrores vendo eles sem camisa, os músculos, os movimentos de macho, imaginando seus corpos. Eles eram: Rubén, um grandalhão, uma besta sem um grama de gordura no corpo musculoso, com uns 1,90m, moreno. O outro era Pedro, o típico pedreiro de traços indígenas e um corpo perfeito. E por último, Axel, um negro uruguaio que só de olhar já me deixava toda puta, ainda mais imaginando que os negros dizem que têm um pau enorme. Um dia, eu estava na frente daquela janela bendita e vi meu negão se refrescando com uma mangueira, vendo como aquele jeans grudava nas pernas dele e marcava o volume, enquanto a água deixava os músculos dele brilhando. Eu estava me masturbando disfarçadamente, uma delícia, quando, de repente, meu marido aparece atrás de mim. Eu congelei e tentei disfarçar. Ele me perguntou, num tom de brincadeira: — Gosta dos operários, é? Eu levei na brincadeira e ri, dizendo que estava olhando o galpão e perguntando quanto custou comprar ele. Meu marido, estranhamente, se aproximou e começou a me beijar. Muito excitado, não era nada comum ele me comer em qualquer lugar e hora. Eu estava vestida com um short bem apertado e uma regata. Meu marido puxou um pouco e me disse: "Já pensou se os operários te vissem assim?" Essa frase me deixou super puta e eu não consegui evitar de me molhar, e ele confirmou, porque começou a me punhetar e percebeu que eu estava como nunca. Meu cara tava alucinado e me colocou contra a janela, com ele atrás de mim, e disse: "Quero te comer enquanto você olha pros operários." "Cê tá louco?", falei, tentando fazer a séria, mas os gemidos não me deixavam bancar a moralista, e minha carinha de puta me entregou que eu tava muito tesuda. Meu marido colocou a rola na minha buceta e começou a me comer, e o filho da puta disse: "Quem te excita mais dos que você vê?" Eu respondi que nenhum, que eram horríveis, e meu marido, quase sem me ouvir, falou: "Você gosta do negrão, né?" Quando ele disse isso, eu não podia acreditar, tava super excitada e surpresa. "Olha o corpo que ele tem!!!", ele me dizia. "Deve ter uns 2 metros e deve ter uma rola enorme!!!", ele falava todo tesudo. Com essas frases, eu tava muito molhada e com o cu bem dilatado. Pirada, falei pro meu marido: "Mete algo grande em mim." Meu marido parou de me comer e foi embora. Depois de um tempo, voltou com uma berinjela preta enorme, de uns 25 x 6. "Imagina que é a rola do negrão", disse ele, todo tesudo. Me colocou de quatro, olhando pra janela, e enfiou aquela enormidade na minha buceta, e ficava dizendo: "Você gosta da rola do Axel?" Eu tava super puta e dizia que sim. Gemia igual uma louca como nunca antes. Meu marido aproveitou meu cu dilatado pra, com a rola dele de 17 x 4, me comer por lá, coisa que nunca tinha feito antes. E gozamos como loucos. Essa prática a gente fez por um bom tempo, quase 3 meses. Meu marido tava obcecado por aquele negrão e tinha me comprado paus de borracha preta e até a cueca do negrão Axel pra eu me punhetar com elas. Eu também tava muito tesuda com aquele negrão. Um dia, meu marido me chama do galpão e me diz pra levar uns documentos. Eu, Naquele momento, eu tava fazendo ginástica, usando uma legging bem apertada e uma regata branca. Quando entrei no galpão, o Alex tava num pátio cheio de sacos de cimento, ele tava todo sujo e suado, deitado com o torso nu em cima de um caixote velho. Era a primeira vez que a gente se via cara a cara, e o filho da puta ficou olhando fixo pra minha buceta, porque a legging tava bem marcada. Ele não conseguia disfarçar, olhava pra minha buceta e pra minha boca. Eu tava toda excitada, o negão era enorme e a coisa mais gostosa que eu já tinha visto na vida. Perguntei sobre meu marido, e ele explicou que eu tinha que esperar um pouco porque ele tava numa reunião com uns compradores. Eu tentava não olhar pra ele, mas meu olhar ia direto pra virilha do negão. Tinha um volume enorme que levantava a calça dele. O negão percebeu que eu tava olhando demais e falou: "Desculpa se eu fico te olhando tanto, é que não tô acostumado a ver uma mulher tão gostosa como você." Eu sorri, toda tesuda, aceitando o elogio. O negão não ficou atrás, viu que eu fui muito simpática e perguntou se eu podia dar uma volta, porque ele disse que nunca tinha visto pernas tão definidas e perfeitas. Eu fiz a inocente e dei uma volta, empinando minha puta bunda como nunca antes, tava quase gozando só de mostrar pra aquele potro negro minha bunda empinada. "A senhora tem uma booty deliciosa", disse o negão, com o volume muito maior do que antes. Eu já tava olhando descaradamente pro volume dele enquanto agradecia os elogios. O negão era rápido e falou: "Mas quando te vi, ela subiu. Posso me retirar?" ele disse, olhando pra minha boca. Eu falei: "Sem problema, é algo natural." Eu falava qualquer coisa só pra ele não ir embora. "Posso te tratar por você?" ele disse, pegando na minha mão. Eu falei que sim, e o maldito negão perguntou enquanto segurava minha mão com a mãozona dele: "Já viu uma cock preta alguma vez?" Eu, toda excitada e ofegante, respondi que não. O maldito negão levou a mãozona dele pro zíper, e nesse momento eu tentei me acalmar e falei: "Alex, isso tá indo pro caralho e meu... Meu marido tá ali do lado. O pior é que isso me excitava ainda mais. "Só um minuto", disse o negão. "Alguém com a sua bunda merece ver isso." Eu tava toda entregue, molhada e super puta. Ele abaixou a braguilha e tirou uma coisa impressionante: uma piroca preta como petróleo, brilhosa. Tinha o tamanho do meu antebraço, acho que passava dos 30 cm e era bem grossa, mas o forte dela era o comprimento. Quando vi aquilo, tive um orgasmo e me tremi toda, tentando abafar meus gemidos. Meus olhinhos azuis estavam com as pálpebras no meio, eu lambia meus lábios sem parar com minha língua comprida furada por um piercing. Meu cabelo tava preso, tenho franjinha e cabelo longo e loiro, cara de adolescente puta e, vestida assim, parecia uma estudante do ensino médio. Quando o Axel viu como eu tava, me disse: "Vem, toca nela, você vai gostar muito." Me aproximei quase automaticamente e me ajoelhei na frente do negão, hipnotizada diante da porra da piroca impressionante daquele preto filho da puta. Quando toquei, não acreditei: minha mão direita não fechava de tão grossa que era. "É enorme e tá dura pra caralho", falei, besta, olhando pra aquela vara preta. "Faz uma punheta pra mim", disse o negão puto, sorrindo, todo tesudo. Comecei a bater uma pra ele, super puta, não com uma mão só, porque era enorme, mas com as duas, punhetando aquela piroca imensa. Batia rapidão e depois bem devagar, deixando a cabeçona preta e perfeita aparecer quando descia. E eu tava em êxtase, perguntei gemendo igual uma gatinha dando: "Posso te dar uma chupada?" "Sim, puta, chupa", respondeu o negão, todo tesudo. Chupei aquela piroca imensa desesperada. Metia até a garganta, até dar ânsia, e depois, com a saliva que eu vomitava, chupava como se fosse um sorvete. Era a situação mais perversa que eu já tinha vivido. Minha buceta escorria. O negão não disse nada, se levantou, me virou, abaixou minha legging e enfiou dois dedos negros enormes — cada dedo parecia a piroca do meu marido. "Essa bunda é muito promíscua e merece uma pica enorme, puta de merda", ele me disse num tom... violento. Dava medo uma besta daquelas me comendo com aqueles dedões e com aquele corpo todo. Mas pra mim, isso me excitava ainda mais. O negão se agachou atrás da minha bunda, abriu ela e cuspiu na minha buceta três vezes, vulgarmente. Levantou de novo e enfiou de uma vez. Não dava pra acreditar na dor no começo, aquela estaca tinha partido minha buceta num segundo. Depois do terceiro movimento, era só prazer. Aquela pica me fazia gozar sem parar, era um animal violento me comendo com força. Um negão forte daqueles com uma loirinha de carinha de boneca. A pica dele entrava até a metade e já batia no fundo. Eu falava de tudo, tava toda puta e descontrolada: "Me come bem a buceta, negão de merda, neguinho sujo e vagabundo." O negão, enquanto me comia, puxava meu cabelo e só dizia: "Puta, chupa pica, nunca comeu uma assim." Já tinha gozado mais de 10 vezes e o negão continuava me furando. Quando trocamos de posição, não dava pra acreditar: meu marido estava lá. Sentado num saco de cimento, se masturbando. Eu me tapei como pude, mas o Axel sacou tudo na hora e disse: "Tá excitando ver eu foder sua esposa, chefe?" Não dava pra acreditar, o Axel ainda tinha a pica dentro de mim e meu marido pediu pra ele mostrar a pica toda. O negão sorriu e me disse: "Parece que seu marido gosta de pica." O negão se aproximou sorrindo do meu marido e encostou a pica enorme na cara dele. E o Alex disse: "Quer chupar, chefe?" Não dava pra acreditar, meu marido começou a engolir desesperado aquela tranca preta enquanto o negão ria e me dedava o cu agora com aqueles dedões. Enquanto isso, eu não parava de beijar o negão, ele tava me comendo de novo com os dedos enquanto meu marido, feito uma puta, chupava a pica dele alucinado.
10 comentários - Vadia molhada e super puta