Diario personal capitulo 1

Olá, como eu digo no meu perfil, me considero bissexual, porque em alguns momentos da minha vida já senti desejo por homens. Lembro muito bem que, quando eu tinha uns 10 ou 11 anos, tinha um grupo de amigos que se reunia na casa de um amigo que, na época, era o único que tinha computador e acesso à internet. Jamais vou esquecer que a pornografia que a gente conseguia ver era da atriz que protagonizou a série "A Babá", e era um GIF onde ela aparecia dando um boquete num pauzão. Obviamente, naquela idade, aquilo era o máximo pra gente.

De vez em quando, aquilo nos excitava e a gente começava a se perguntar quem tinha o pau mais comprido ou maior. Entre todos, eu era o mais alto, mas não era o mais magro. Então a gente mostrava, e eu era o que tinha o mais grosso, mas o mais comprido era de um magrelo que também era alto. O mais curioso pra mim na época foi que, entre a pornografia e tudo, minha curiosidade em ver o pau dos meus amigos me excitava e eu ficava de pau duro. Coisas que na época ainda me surpreendiam, porque eu ainda não tinha entrado na fase de ter muitas ereções ou estar acostumado com elas.

Mas, enfim, sempre justifiquei minha curiosidade como sendo só isso: curiosidade.

Já no ensino médio, esses episódios de curiosidade foram aumentando, mas eu controlava melhor. Além disso, era muito comum entre os garotos a gente falar sobre quem tinha o maior pau, quem se masturbava mais vezes por dia e coisas do tipo.

Num grupo de amigos que a gente formava, um dia um deles decidiu levar uma revista pornô. Óbvio, todo mundo tava ansioso pra ver, mas a pergunta foi: "Como você conseguiu isso?" E ele respondeu na hora: "Foi um funcionário do meu pai que comprou." Não lembro como, mas a gente se acertou e juntou dinheiro pra dar pra ele, pra ele repassar pro funcionário do pai dele, pra comprar uma revista pornô bem boa. E foi assim que aconteceu. Essa revista pornô ficava na casa de um amigo. que morava com o pai e a irmã (ela um ano mais nova que a gente). O fato de viver sem a mãe fazia com que ele e a irmã ficassem sempre em casa, uma casa bem largada em todos os sentidos. Então, toda tarde a gente se encontrava na casa dele pra ver a revista. Às vezes, e sem mentir, a irmã dele — que eu lembro muito bem, uma mina moreninha que tava começando a se desenvolver — sentava com a gente pra ver também. Meu amigo era um cara bem desencanado e não ligava nem um pouco que ela estivesse ali, mesmo a gente tendo umas ereções bem na cara. Quando algum de nós ficava muito tarado, a gente entrava no banheiro dele e soltava o que tava prestes a explodir.

Depois dessa fase, arrumei uma namorada na mesma escola e minha tara diminuiu, ficando só na punheta, porque com essa mina eu tive chance de agarrar e pegar ela, o que aliviava meu tesão.

Por hoje vou parar a história. Espero ter chance de continuar. Vale dizer que escrevo isso pra receber comentários, então se você chegou até aqui, me manda um salvo, nem que seja um oi, porque a época da faculdade foi a mais intensa.

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