SURPRESAS DE ESPOSAS
Sentado na ampla poltrona de couro preto, aguardava o início da habitual reunião de trabalho das segundas-feiras. Os convocados para a reunião iam chegando aos poucos, a maioria ainda sonolentos e com pouca vontade de falar e sorrir, aquela vibe que todo mundo carrega no primeiro dia útil da semana.
Faltava apenas um minuto para as nove da manhã, horário de início da sessão, quando apareceu Susana, com sua pequena maleta preta de couro e a mesma cara de desânimo que todos nós ali presentes tínhamos. Devo admitir que a entrada de Susana na sala foi o primeiro momento agradável do dia, e ainda mais quando vi que ela se sentava bem na minha frente, algo que me permitiria me deliciar contemplando-a durante as tediosas e intermináveis falas do diretor geral.
O início da reunião era iminente e comecei a folhear meus papéis de trabalho, notando que estava faltando a pasta com os relatórios contábeis do último mês. Perguntei ao Antonio, meu colega de departamento, se ele os tinha, mas a resposta foi negativa, então o mais provável era que eu os tivesse deixado na mesa do escritório. Antonio deve ter visto minha preguiça de me levantar e se ofereceu para pegá-la ele mesmo. Disse a ele para procurar na minha mesa e, de fato, logo ele voltou com ela nas mãos, bem no momento em que o diretor geral também entrava, pronto para "animar" a gente com sua primeira palestra da manhã.
Quase de imediato, dirigi meu olhar, sempre às escondidas, para a colega de trabalho que estava na minha frente. Susana usava um vestido de uma peça, vermelho intenso, acima do joelho, e com decote quadrado, baixo o suficiente para deixar à mostra o canal do início do seu belo par de peitos, e foi ali que me concentrei durante a introdução verbal do nosso chefe, imaginando meus dedos abrindo caminho naquele desfiladeiro impecável e depois minhas mãos coroando as duas montanhas que o ladeavam.
Em Realidade, fisicamente, da Susana eu gostava de tudo, da cabeça aos pés. Uma mina não muito alta, cabelo castanho escuro, médio comprimento com leves ondulações, olhos castanhos cor de mel, nariz empinado, e uma boquinha de lábios carnudos e dentes branquíssimos. O rosto dela, as pernas e os contornos do corpo, geralmente enfiado em roupas justas, marcavam umas curvas que mostravam uma feminilidade enorme e a tornavam super desejável. Tava há pouco tempo na empresa, mas pra mim ela já tinha virado uma obsessão, embora eu soubesse que era impossível chegar nela, primeiro por causa das minhas próprias convicções, que me impediam de trair minha esposa, mas também pela situação dela de casada e por uns comentários que ela fez uma vez, que não deixavam dúvidas sobre o conservadorismo cultural dela.
O fato é que passei boa parte da reunião fantasiando sobre o que faria com ela, e em vários momentos minha virilha se revoltou sem eu conseguir evitar. A verdade é que a Susana tava espetacular naquele dia, ou eu tava mais tarado que o normal.
Já no meu escritório, passei o resto do dia entre o trabalho do dia a dia e as imagens provocantes da minha linda colega de trampo. Por isso, quando quase não tinha mais ninguém no escritório, fechei a porta da minha sala, pra bater uma punheta gostosa em homenagem a ela. Numa das gavetas da minha mesa eu guardava um DVD muito especial, que ia me ajudar a ficar ainda mais no clima. Mas, quando abri a gaveta, vi que o DVD não tava lá. Pensando que talvez tivesse guardado em outro lugar, comecei a revirar o resto das gavetas e a mesa, mas não adiantou nada, o DVD tinha sumido.
O negócio era preocupante, porque, como já falei, o DVD era especial. Devo confessar que sou um fanático por gang-bang, aquelas sessões de sexo onde uma mulher se envolve com vários caras ao mesmo tempo, e principalmente com os finais dessas cenas em que, geralmente, os caras gozam, um após o outro, na cara da protagonista. Fazia uns meses que eu tava inscrito num site dedicado ao assunto e tinha baixado vários clipes que, embora guardados no meu PC de casa, também tinha salvado num DVD que deixava no escritório, pra ver nas várias vezes em que as curvas da minha colega Susana me esquentavam mais que o normal. Era esse DVD que, estranhamente, tinha sumido, e a possibilidade de alguém ter pegado ele, tipo as moças da limpeza, me deixou bem preocupado, o suficiente pra esquecer naquele dia a Susana e minhas intenções masturbatórias, com ela como protagonista das minhas fantasias.
Uns dias depois, tava eu com o Antonio, depois do expediente, tomando umas cervejas, quando a Susana apareceu no bar, dessa vez com um terno de paletó e calça branca tão elegante quanto provocante. A calça era justa e marcava perfeitamente tanto a bunda quanto a região da buceta. Ela nos viu e veio na nossa direção.
- Oi, meninos, e aí? Falando de mulher, suponho?
- Olha, não. Tava falando de homem.
Obviamente foi o Antonio quem respondeu. Não é que eu tivesse vergonha de falar, até já tinha conversado com a Susana antes, inclusive fora do trabalho, mas normalmente me sentia desconfortável, porque, sem conseguir evitar, não parava de despir ela com os olhos.
- De homem? Isso sim é novidade, vocês não tão virando o time? – e a Susana riu da graça que achou que tinha feito.
- Olha, quem sabe a ideia não é tão ruim, vocês mulheres parecem gostar muito dessa parada de homossexualidade.
- O que vocês sabem de mulher? Se só se guiam pelo que têm debaixo das calças –
A Susana tava bem sacana, nunca tinha visto ela conversar assim, mas minha atenção tava toda na rachinha que a calça apertada marcava na altura da buceta dela. Antonio respondeu de um jeito surpreendente:
- A gente tava falando do tamanho das pirocas dos seus colegas de trabalho. Você se interessa pelo assunto?
Era mentira, e eu não sabia por que caralhos Antonio tinha dito uma barbaridade daquelas. Na real, Susana parecia que ia ficar puta, mas depois de pensar um pouco, deve ter decidido que era melhor entrar na brincadeira e, sorrindo, respondeu:
- Pra poder falar disso, eu teria que ver elas, não acha?
- Se é por isso, sem problema. Amanhã te trago um vídeo onde você vai poder ver umas quantas, embora não duras, claro. Outro dia eu gravei eles saindo do chuveiro, depois do jogo de futebol. Ainda tá interessada?
Susana fez cara de espanto e se virou direto pra mim, com um olhar investigativo:
- Ele tá falando sério? Ele gravou vocês pelados?
Isso era verdade; uns dias antes, na brincadeira, ele tinha gravado a gente do escritório no chuveiro, até antes da gente perceber, segundo ele disse depois. Susana esperava minha confirmação, e eu só consegui dar um "sim" seco que, com o olhar dela fixo em mim, foi seguido por um vermelhão nas minhas bochechas e um nervosismo incontrolável.
Eu, que não parava de imaginar Susana pelada na minha cabeça, agora me sentia nu pra ela, como se ela estivesse tentando adivinhar o formato e o tamanho do meu pau. É óbvio que tanto ela quanto Antonio perceberam meu rubor, mas pra minha sorte, depois de uns segundos que pareceram uma eternidade, ela soltou um "Ah, não acredito nisso" e mudou de assunto.
Tinha sido a primeira vez, desde que conhecia Susana, que eu tinha uma conversa sobre sexo, e a verdade é que eu não saí muito bem. Antonio, claro, me perguntou depois que buceta tinha me dado, e eu não tive escolha a não ser confessar os efeitos obsessivos que ela causava em mim, algo que ele, de qualquer forma, pareceu não dar muita importância.
Dois dias depois... depois nos encontramos de novo no bar, nós três e outros colegas, mas dessa vez também apareceu minha esposa, Natalia, algo que ela fazia de vez em quando, já que trabalhava relativamente perto do meu escritório, mas nunca tinha esbarrado com a Susana antes, que o Antonio apresentou quando ela chegou.
No bar não rolou nada demais, eu tentei não olhar pra Susana em momento nenhum, como se quisesse evitar levantar qualquer suspeita na minha esposa sobre meu interesse por ela, e achei que tinha saído ileso dessa. Mas em casa, enquanto jantávamos, ela me perguntou de repente:
— Ei, essa mina que vocês me apresentaram é nova no escritório?
— Não, já tem uns meses que trabalha lá.
— Ah! E como é que você nunca me falou dela?
— Ué, sei lá, não deve ter surgido o assunto.
— Tá bom! Pô, ela é bem gostosa, né?
Essa pergunta, que no fundo era totalmente inocente, me desmontou, fazendo eu pensar que ela podia ter descoberto algo do que eu sentia pela Susana, e demorei pra responder, enquanto um calorzinho começava a subir pelo meu corpo:
— Bom, não é nenhuma maravilha.
— Pois eu acho que é uma mulher muito interessante — e, depois de uma pausa curta, Natalia completou:
— Sabe que mais de uma vez eu peguei ela te olhando?
Natalia me encarava, com aquela curiosidade típica de mulher, esperando uma resposta. O calor foi aumentando cada vez mais, enquanto, gaguejando, eu respondia:
— Sei lá, não reparei, deve ser coincidência.
E me lembrei daquela cena no bar e daquele olhar penetrante dela que me deixou angustiado. O calor virou suor e, por mais que eu tentasse evitar, fiquei vermelho de novo, igual naquele dia. Natalia percebeu, claro, e me perguntou:
— O que foi? Você tá vermelho que nem um pimentão. Parece que te incomoda a gente falar de... como é o nome? Susana, né? Parece até que você tem algum rolo com ela.
Naquela hora, queria sumir, a coisa tava ficando cada vez pior e eu tentei encerrar o assunto respondendo da forma mais enérgica e evasiva que pude:
- Mas que merda você tá falando! Vamos terminar de jantar e relaxar vendo TV.
- Tá bom, tudo bem, embora eu ache que o único que precisa relaxar é você – respondeu Natalia com um sorriso que não me agradou nem um pouco.
E não voltamos a conversar pelo resto da noite, nem durante o jantar nem depois na frente da TV, enquanto por dentro eu amaldiçoava minha falta de autocontrole e me perguntava, com uma sensação muito mais satisfatória, se seria verdade o que minha esposa dizia e se Susana demonstrava algum interesse por mim.
No sábado seguinte à tarde, dia em que minha esposa tinha saído pra fazer compras com a amiga Manoli, aproveitei pra sentar na frente do computador e rever os clipes pornô que tinha baixado da internet, aqueles que misteriosamente tinham sumido da mesa do escritório do meu trabalho. Nem preciso dizer que, depois de ver alguns deles, me masturbei pra caralho com a Susana como protagonista das minhas fantasias.
Já era bem tarde, quase 11 da noite, quando minha esposa apareceu, com um penteado novo, um rabo de cavalo que prendia a abundante cabeleira loira e dava a ela um visual encantador. Realmente achei que ela estava muito gostosa e falei pra ela. Mas além disso, notei que ela estava muito feliz e tagarela, sem parar de falar. Já na cama, logo percebi que essa alegria ainda estava presente nela e que ela queria levar isso pra outras áreas. Pensei que talvez tivesse bebido um pouco mais da conta com a amiga, mas, apesar de já ter me masturbado antes, resolvi me dar um agrado com ela, aproveitando essa atitude estranha de iniciativa que ela mostrava.
Natalia estava realmente excitada, me beijou na boca com uma voracidade que eu nunca tinha visto e, ao se afastar, a língua dela continuou me lambendo pelo pescoço e pelo peito. Peguei a cabeça dela e empurrei pra baixo em direção ao meu pau, esperando que ela mantivesse esse comportamento apaixonado que estava demonstrando. Chupar meu pau não era algo muito comum nas nossas brincadeiras amorosas, mas Natalia continuou me surpreendendo quando enfiou meu pau inteiro na boca e se concentrou em lamber e masturbar ele com frenesi. Por sorte pra mim, eu tinha gozado fazia pouco tempo, o que fez com que eu aguentasse as investidas orais dela sem muita dificuldade. Vendo a disposição incomum dela, achei que era um momento adequado pra fazer algo que sempre quis e que ela sempre tentava evitar: chupar a buceta dela! Não pensei duas vezes, rapidamente deitei ela na cama, cuidando pra que ela não soltasse o que tão gulosamente estava chupando, e fui direto pro sexo dela, levantando a camisola comprida que ela costuma usar pra dormir.
Mas esse parecia ser um dia de surpresas, porque em vez de encontrar a mata espessa de cabelo castanho que cobria a buceta dela, me deparei com a visão da racha dela completamente depilada. Depois do susto inicial, meu primeiro impulso foi perguntar o que diabos tinha acontecido ali, mas outro impulso, esse incontrolável, fez com que eu parasse pra observar com atenção a xota da minha esposa, e é que nunca tinha curtido algo assim ao natural, além de que bucetas depiladas nunca me chamaram muita atenção. A de Natalia era carnuda, com uma racha bem comprida e fechada por uns lábios maiores bem proeminentes. Ao abri-los com meus dedos, apareceu um interior bem avermelhado e molhado, mostrando o tesão que Natalia tava sentindo naquele momento. Não aguentei mais e me dediquei a lamber ela toda, até que, ao chegar no clitóris, minha esposa começou a mexer a pélvis pra cima e pra baixo e depois pegou minha cabeça com as mãos e empurrou ela pro sexo dela. Eu já tava pasmo com o comportamento de Natalia, mas ao mesmo tempo encantado com aquilo, e com minha língua percorrendo e pressionando todo o sexo dela, até que ela teve um orgasmo bestial que molhou minha cara toda. Era a primeira vez que via Natalia gozar sem que houvesse penetração e pensei em continuar me aproveitando da situação e estrear eu também, na minha ânsia de encher pela primeira vez a boca dela com meu esperma, mas não deu tempo. Ainda presa naquela excitação desconhecida, ela inverteu nossas posições e montou no meu pau, adotando a postura com a qual geralmente gozávamos quando transávamos. E não demorou nem meio minuto para gozarmos os dois, ela pela segunda vez em poucos minutos, aumentando ainda mais, se possível, as surpresas que aquela noite me reservava.
Claro que, na calmaria depois, perguntei o que tinha acontecido, e ela só respondeu que tinha bebido um troço estranho na casa da amiga Manoli e que a amiga a convenceu a tentar me surpreender, depilando a buceta. Com um beicinho, pediu minha opinião e não tive escolha a não ser dizer que estava muito bom, que tinha sido tudo muito excitante e que a gente precisava repetir.
Na segunda-feira seguinte, enquanto tomávamos um café, meu colega Antonio trouxe o assunto da Susana de novo.
— E aí? Já passou a tesão pela Susana? — perguntou com sarcasmo.
— Nada! Até quando transo com a Natalia, imagino que estou comendo ela. É mais forte que eu.
— E por que você não faz alguma coisa pra tentar pegar ela? Quem sabe você tem chance.
Não quis responder, nem passava pela minha cabeça abordá-la. Se só falar com ela já me deixava cada vez mais perturbado, como ia tentar levá-la pra cama? Não era só minha própria noção de fidelidade, mas me sentia incapaz de fazer qualquer tipo de proposta, que com certeza ia dar merda, e eu ia levar um fora.
Antonio então disse algo inesperado:
— Sabia que no fim a Susana viu o vídeo que gravei no chuveiro?
— Não me fode! — falei, convencido de que ele estava tirando uma com a minha cara.
— Sério; propus de novo, na brincadeira, no dia seguinte e ela topou. Ela veio na minha casa e mostrei a gravação. Ela viu todo mundo pelado e te juro que ela gostou mais do que eu mesmo podia imaginar.
- Ela foi na sua casa? - Um sentimento idiota de ciúme me pegou.
- Pois é, a gente passou quase a tarde toda e conversamos longamente sobre várias coisas. Queria que você também estivesse lá, agora você a conheceria tão bem quanto eu.
Não quis continuar falando do assunto. Antonio era divorciado e morava sozinho. O fato de Susana ter ido na casa dele, sozinha com ele, e os comentários que ele tava fazendo, me deram motivo pra pensar que, talvez, eles tivessem feito algo mais do que só conversar. E embora fosse improvável, me fodia demais pensar que Antonio tinha comido ela ali mesmo, enquanto eu mal conseguia olhar nos olhos de Susana sem ficar vermelho.
De tarde, quando voltei do banheiro, encontrei na minha mesa de trabalho um papel que só tinha escrito "www.guarronas.es". Intrigado, guardei na minha carteira. Não fazia ideia de quem podia ter deixado o bilhete, mas logo lembrei do meu DVD pornô sumido, me convencendo de que, com certeza, alguém do escritório já devia saber dos meus hobbies proibidos.
Naquela mesma noite, enquanto a Natalia via TV, com todo cuidado que a situação exigia, procurei na internet o site que alguém misteriosamente tinha "recomendado". Claramente era um site pornô, como os milhares que têm por aí, que enfatizava ser novo, em desenvolvimento, e que as protagonistas eram espanholas. Não dava mais detalhes específicos do conteúdo, exigindo um pagamento mensal de 10 euros pra acessar. A verdade é que não me atraía muito continuar, já que não sabia do que se tratava, mas a curiosidade de saber que as minas eram conterrâneas e o baixo custo me fizeram ceder e fiz os passos necessários pra entrar no site.
Assim que entrei, fui direto pra seção de vídeos, que só tinha três videoclipes. Ficando de olho nos movimentos da Natalia, pra não ser descoberto, visualizei o primeiro, um clipe de apenas 10 minutos de duração, bem normalzinho, que era sobre uma transa de um casal. O segundo era parecido, só que um pouco mais longo e com uma qualidade muito boa. Enquanto o terceiro carregava, já começava a me arrepender de ter pago os 10 euros, quando, ao começar a aparecer, fiquei pasmo diante da tela. A mulher que aparecia, trabalhando numa mesa de escritório, era a Susana!, minha colega de trabalho e segredo obscuro dos meus desejos. Não deu tempo de ver mais, porque minha mulher estava se aproximando para dormir, e tive que fechar, na maior pressa, o Media Player e a página Promiscuous, ficando com uma puta raiva pela aparição inoportuna da Natalia, e por ter sido tão otário de colocar meu PC no nosso próprio quarto, algo que eu mesmo tinha decidido uns meses antes, contra a opinião da minha própria esposa.
Claro que naquela noite quase não consegui dormir, não parava de pensar naquele clipe e no seu conteúdo que, obviamente, tinha que ser pornô, e cuja protagonista era nada menos que a mulher das minhas fantasias masturbatórias, minha própria colega de trabalho. Era tamanha a agonia que eu tava sentindo, que fiquei tentado, lá pelas 4 da madrugada, a arriscar e ligar o computador, confiando que a Natalia não acordasse, mas o bom senso venceu e preferi segurar a vontade até o dia seguinte, já tendo decidido que naquela manhã não iria trabalhar cedo.
De manhã, e tomado pela ansiedade, esperei o tempo passar lentamente até que a Natalia se despediu pra ir pro trabalho. Finalmente tava sozinho em casa e com total liberdade pra ver à vontade um vídeo pornô da Susana! Ainda não conseguia acreditar e meu nervosismo ficou insuportável durante os quase 10 minutos que o arquivo demorou pra baixar no computador, até que finalmente chegou o momento. Sentei na frente da tela, com as calças arriadas, e meu pau já meio duro, só de imaginar o que se aproximava.
A reprodução começava com Susana escrevendo numa mesa de escritório. Ela usava uma camisa branca, que deixava transparecer o sutiã, e estava impecavelmente arrumada e maquiada, muito gostosa. O vídeo era sem dúvida de qualidade. Nisso, entrou no escritório um homem meio gordo, vestindo um macacão de trabalho azul-marinho, e, sem dizer palavra, começou a limpar e arrumar. Já vi claro que a história ia ser a típica transa da executiva com o faxineiro, nada espetacular se não fosse porque a protagonista era nada mais nada menos que Susana e, pra mim, isso já era mais que suficiente.
A surpresa veio de imediato, quando entrou no escritório outro homem, muito mais jovem, vestido igual ao anterior. Agora sim a coisa prometia, com dois caras junto dela. Quando um deles se abaixou pra pegar o lixo que estava debaixo da mesa de Susana, começou a ação de verdade. Ela abriu as pernas o suficiente pra deixar ver a calcinha branca de renda, tanto pro sortudo funcionário quanto pro sortudo porco que já começava a se masturbar na frente do computador. O homem, o mais jovem dos dois, foi direto pra entrepernas e, sem muito mais preâmbulo, depois de acariciar o interior das coxas dela, puxou a calcinha de lado, mostrando por breves instantes um pequeno tufo de pelo preto que cobria a racha da buceta dela, pra em seguida meter a boca nela, me tapando assim a visão sugestiva que eu esperava.
A câmera voltou então pro rosto de Susana que, com os olhos fechados e gemendo de um jeito muito erótico, expressava o prazer que devia estar sentindo enquanto chupavam a xerequinha dela.
Ao afastar o foco, foi aparecendo por trás o outro homem, apertando com as mãos os peitos, já nus da mulher. Me pareceu que tudo ia muito rápido, mal tinha tido tempo de me deliciar com a aparição das partes nuas de Susana, mas meu pau continuava encantado com o desenrolar dos acontecimentos. Mais uns amassos, e Susana Ela apareceu completamente nua e ajoelhada, à mercê dos dois caras que mostravam as paus duras pra ela chupar.
Era curioso, eu tinha minha musa erótica ali, pelada, chupando as rolas de dois caras alternadamente, mostrando e confirmando a voluptuosidade do corpo dela, e mesmo assim, naqueles momentos, a cena não me excitava tanto quanto eu imaginava horas antes. Na verdade, me irritava o fato de aqueles dois caras terem a sorte de estar ali, se aproveitando dela, enquanto eu mal conseguia falar com ela. Mas a penetração que os dois caras deram nela, um atrás do outro, foi espetacular o suficiente pra eu esquecer esses pensamentos e me preparar pra curtir o momento final da festa, quando os dois começaram a bater punheta perto do rosto dela, enquanto ela ficava deitada de costas num sofá do escritório, depois de ter sido fodida com violência pelos dois.
Eu esperava que os dois gozassem na cara dela, mas nem isso aconteceu, os dois gozaram nos peitos dela, enquanto ela sorria safada e espalhava o esperma recebido pelos seios e pela barriga.
Apesar de estar bem decepcionado, eu tava com uma vontade enorme de aliviar a tensão acumulada nas últimas horas, então adiantei a ação pro momento em que os dois caras gozavam nela, cena em que eu fiz o mesmo, sujando o chão e mais um pouco. Depois do meu orgasmo, na tela apareciam os últimos momentos do videoclipe e uma imagem final, anunciando a protagonista do próximo videoclipe, que, curiosamente, se chamava Natália, igual minha mulher, e que seria postado em uns quinze dias.
Depois fui pro trabalho, confuso, meio desanimado e com a intenção de evitar a Susana de qualquer jeito, depois do que tinha visto. As palavras do Antônio e da minha própria esposa Natália, a atuação pornográfica da Susana, o papelzinho na mesa do meu escritório me convidando pra vê-la, que já tava convencido. que ela mesma tinha deixado pra mim, todas eram pistas claras demais me incentivando a chegar nela e levar pra cama, algo que com certeza eu queria fazer, mas me assustava a possibilidade de trair minha esposa e, principalmente, de não dar conta do recado se eu me atrevesse.
Pensei em falar sobre o assunto com o Antonio, explicar o que tinha rolado e pedir a opinião dele, mas me fodia muito ele confirmar que já tinha comido ela também, no dia em que a Susana foi na casa dele ver as famosas fotos dos nossos nus. No fim, calei a boca e consegui passar os dias seguintes sem vê-la pessoalmente, embora com certeza o que eu fiz foi contemplá-la de novo pelo computador.
Mas as surpresas não pararam por aí. De novo, uma tarde, antes de sair do escritório, encontrei um DVD na gaveta. Tava na mesma gaveta onde eu lembrava de ter deixado aquele que tinha sumido dias antes, e a capa externa era idêntica à do DVD desaparecido, então tive a intuição de que era o mesmo. Enfiei no PC e conferi que, de fato, era assim, tinha os clipes que eu tinha baixado da Internet na época, todos bem numerados. Mas tinha um arquivo a mais, não muito longo, que eu não reconhecia como um dos meus.
Intrigado, abri e me deparei com um daqueles trailers de imagens rápidas e sucessivas que anunciam a existência de um clipe mais longo. Eram cenas de um homem e uma mulher transando em várias posições, e uma cena final em que ela aparecia sentada numa poltrona com o pau do cara a poucos centímetros da cara dela e ele batendo uma a toda velocidade, perto de gozar. E foi essa cena final que me deixou completamente paralisado. Era a única de todas as imagens em que dava pra ver o rosto da mulher, e, apesar da rapidez com que ela rodou no PC, percebi, atônito, que a protagonista era a Natalia, minha mulher. Revirei as imagens de novo e pude confirmar, já com mais detenidamente, que o corpo feminino que aparecia ali era, de fato, o da minha esposa. Naquele momento, quis morrer, atordoado, sem entender nada de nada, sem compreender como era possível que minha esposa tivesse me botado chifre e que ainda por cima estivesse tudo gravado. Tirei o DVD e desliguei o PC.
Voltei pra casa, ainda sem saber como enfrentar a Natalia e a situação que estava vivendo. Durante todo o caminho, fiquei pensando em tudo que ia dizer pra ela, em exigir explicações e nas consequências futuras. Depois, comecei a matutar sobre o fato de aquele clipe, somado aos meus, ter aparecido na gaveta da minha escrivaninha. Como é que tinha ido parar ali? Quem tinha colocado? Tudo era confusão pura.
Ao contrário do que pensava, acabei não conseguindo dizer nada pra Natalia. Enquanto jantávamos, continuava sem saber como tocar no assunto. Natalia me parecia odiosa, mas ao mesmo tempo mais gostosa do que nunca, com aquela longa cabeleira loira, aqueles olhões verdes e um corpo também muito feminino. Enquanto a observava, me lembrava das curtas cenas de sexo explícito que tinha visto naquela tarde, e comecei a ter uma vontade louca de vê-las de novo, enquanto meu pau começava a dar sinais de uma ereção que foi ficando cada vez mais incontrolável. Ela estava como se nada tivesse acontecido, e isso me confundia ainda mais.
Naquela noite, consegui uns momentos livres, enquanto a Natalia tomava banho, para poder visualizar de novo as imagens no PC. Sem conseguir evitar, elas me excitavam, ao mesmo tempo que começava a me incomodar o fato de serem tão rápidas e curtas. Mas o pior começou a ser a última cena, aquela em que o cara que tinha fodido ela parecia que ia cuspir a porra na cara dela. Me batia uma urgência terrível de saber que buceta tinha passado no final e, especialmente, de ver aquela gozada presumível, daquelas que eu tanto gostava de observar. Mas não sabia como diabos podia conseguir isso, sem perguntar pra ela mesma, algo que naqueles momentos nem cogitava fazer. Repeti as várias vezes as imagens, cada vez mais duro e ansioso, até que ela saiu do chuveiro e eu tive que parar tudo, indo pra cama totalmente sem sossego.
Nada mudou no dia seguinte, só a crescente excitação que me vinha toda vez, e eram muitas, que eu lembrava da minha esposa dando pro desconhecido e imaginava o final possível da sessão de sexo deles.
De tarde, pensei em bater uma boa punheta, pra ver se a quentura baixava, e usei o clipe da Susana pra isso, embora naquele momento ela me atraísse muito menos do que dias antes.
Quando no final do vídeo vi de novo a próxima protagonista anunciada, a Natalia, uma faísca brilhou na minha cabeça: e se essa Natalia fosse minha esposa? Bem pensado, a coisa tinha lógica, o papel com o endereço do site pornô, o DVD com o miniclipe da minha esposa. Tudo tinha que ser obra da mesma pessoa, provavelmente da Susana. Eu não entendia direito a relação dela com minha esposa, mas lembrava também daquela noite em que a Natalia me interrogou sobre minha colega de escritório.
O interessante é que se abria uma chance de eu poder ver o vídeo completo da minha esposa. Quinze dias pra atualização, anunciava no site, mas também não sabia desde quando o clipe da Susana estava no ar, então o próximo podia aparecer a qualquer momento. A ansiedade aflorou de novo, e mais forte do que nunca, até que três dias depois, numa sexta à tarde, entrei no site pornô, algo que já fazia a cada meia hora ou menos, e lá estava aquela última atualização, marcada com uma foto inocente da minha esposa Natalia.
Me arrepiei de tesão, finalmente ia ver o que tinha rolado por completo entre minha esposa e o parceiro sexual dela. Meu pau cresceu junto com meu nervosismo e hesitei em baixar o clipe ali mesmo, mas não tinha como gravar num CD no escritório. Podia assistir ali na hora, mas a ocasião pedia calma e sossego. que me dava meu próprio lar, ainda mais porque até as oito da noite minha mulher não voltava do trabalho.
Já em casa, depois de um download eterno — puta que pariu como demorava pra subir aquela porcentagem —, gravei o arquivo de vídeo num CD, pronto pra assistir. Sentado na minha poltrona na frente da TV grande da sala, com o controle do DVD na mão esquerda e meu pau, já pra fora, na direita, apertei o play, esperando ansioso pela reprodução do vídeo.
No começo, minha esposa aparecia debruçada numa janela, olhando pro campo, vestida com um macacão verde de uma peça só, comprido até quase os tornozelos, nada muito erótico, pra ser sincero. Um novo ângulo, agora pelas costas dela, mostrava a entrada de um homem alto e moreno, também de costas, se aproximando dela. Quando chegou, agarrou ela pela cintura, beijando o pescoço dela.
A câmera se demorava nos movimentos das mãos do homem sobre o vestido dela, acariciando as costas de cima a baixo até chegar na bunda. Ele apalpou ela e depois o cara se abaixou, enfiou a cabeça por baixo do vestido e subiu de novo. Um flash do rosto da Natalia mostrava o prazer que ela já devia estar sentindo.
Minha esposa foi se virando até deixar o homem, sempre coberto pela saia do vestido, de frente pra boceta dela. Ela mesma foi levantando o vestido, e o amante reapareceu com as mãos na bunda dela e o rosto mergulhado na mata de pelos castanhos que enfeitava a buceta dela. Ao ver aquela buceta peluda, percebi que o vídeo devia ter sido gravado há um tempinho, porque já fazia vários dias que ela tava com a xota totalmente depilada. Essas imagens eu não tinha visto na prévia pequena que já conhecia, e não eram muito explícitas, embora fosse óbvio que o homem tava chupando a boceta dela, e a Natalia tava adorando, enquanto tentava com as mãos enfiar a cabeça dele ainda mais dentro da buceta dela.
O homem se levantou pouco depois e tirou o vestido dela pela cabeça. deixando ela completamente nua e pronta pra ele. A câmera se demorou um bom tempo no corpo pelado da Natalia e nas expressões do rosto dela, enquanto ela olhava com uma impaciência e um tesão aparentes pro cara que ia foder ela, impaciência que eu mesmo compartilhava, saboreando, quase sem pensar, aquela excitação mórbida que a infidelidade feminina provoca em muitos caras. O plano foi se abrindo até aparecer ele de novo, sempre de costas e já totalmente pelado, na frente da minha esposa. Ela se virou, dando as costas pra ele, se apoiou na janela e, sem parar de olhar pra ele, esperou que ele pegasse ela por trás. A penetração foi bem brutal desde o começo, tanto quanto o vai e vem depois, fodendo ela com força e velocidade, enquanto as mãos dele agarravam os peitos da Natalia e massageavam sem parar. Aquele momento foi o primeiro que eu tinha visto no trailer, seguido por mais três posições em que o cara fodeu ela com o mesmo pique. Obviamente, minha mão direita também se movia numa punheta lenta e cuidadosa.
Era excitante ver como a piroca bem dotada daquele cara atacava sem parar a buceta da minha esposa, que eu começava a ver mais como uma atriz pornô do que como a mulher que tava me botando chifre sem dó. Por isso, comecei a ter uma vontade enorme de ver, finalmente, como a coisa acabava. Até que a Natalia começou a gritar de um jeito brutal, com a mesma intensidade que ela grita quando goza transando comigo. Ou ela fingia muito bem ou tava realmente tendo um orgasmo, e isso me desorientou, parei de ver ela como uma pornstar e percebi que ela tava realmente curtindo com aquele cara que eu não conhecia de nada, mas ela talvez devia conhecer bem.
E embora eu tenha começado a me sentir meio magoado, minha piroca mostrava o contrário e pedia mais. Ele já não tava montando nela, deixava ela se recuperar do orgasmo que tinha conseguido tirar dela e aproximou a boca da dela pra beijar ela. O plano foi se aproximando devagar para focar aquele beijo, e enquanto fazia isso, não só percebi que era um beijo de língua daqueles bem dados, mas que, ao surgir diante dos meus olhos o rosto do amante da minha esposa, ele deixou de ser desconhecido. Era o Antônio, meu colega de trabalho, que estava comendo a minha esposa. Fiquei tão estupefato que até meu pau começou a murchar, mas o vídeo continuava, e o Antônio, se levantando de novo, batia uma bem perto do rosto da minha esposa, preparando a própria gozada, enquanto a Natália, na expectativa, olhava nos olhos dele. A cena quente me tirou do torpor e eu me excitei de novo com a iminente ejaculação do meu colega de trabalho, quando, de repente, uma voz em off disse "OK" e o Antônio se afastou sem mais, deixando a Natália sozinha na frente da câmera, e eu com uns sentimentos de decepção e incompreensão enormes.
Pausei o DVD, que já não tinha mais nada a me oferecer, porque a cena de sexo tinha acabado e a única coisa que consegui foi saber que eu tinha uns belos chifres na cabeça. Nem o Antônio tinha chegado a gozar, então, como vídeo pornográfico, ficou bem fraco, muito mais do que o da própria Susana.
Eu ia tirar o DVD quando percebi que a barrinha de duração do clipe não chegava nem na metade do caminho. Tinham passado uns 15 minutos, mais ou menos, então imaginei que deviam faltar uns 20, por aí. Meu coração deu um pulo. Ou tinha um erro na reprodução, ou ainda faltava bastante coisa pra ver.
Liguei o DVD de novo e a voz em off começou a perguntar pra Natália detalhes pessoais, nome, idade, etc. Depois fez uma pergunta chave:
- Por que você quis fazer esse vídeo?
Natália sorriu, enquanto eu esperava, impaciente, que a resposta dela pudesse esclarecer as milhares de dúvidas que eu tinha. Então ela respondeu:
- Meu marido gosta de ver vídeos pornográficos. Achei que podia ser uma boa ideia dar uma surpresa pra ele oferecendo este.
- E Que tipo de vídeos seu marido gosta?
- Bom, parece que são aqueles onde uma mina dá pra vários caras ao mesmo tempo – respondeu Natália, depois de hesitar uns segundos.
Como é que ela sabia disso? Comecei a me convencer de que talvez não fosse a Susana, mas sim o Antônio, ou os dois, os culpados de tudo que vinha acontecendo comigo ultimamente e os que tinham dedurado meu vício em pornô pra Natália.
- Quer continuar? – perguntou a voz em off, completando – Vai, manda ver!, assim a surpresa vai ser completa.
Sim, claro – respondeu Natália, depois de pensar um pouco.
- Beleza, vamos dar uma mudada no seu visual.
E a imagem ficou borrada por uns instantes, deixando a tela preta. Depois Natália reapareceu, agora com o cabelo preso num rabo de cavalo, que me era familiar, e uma roupa mais de menina de colégio do que de mulher de 40 anos que ela tinha.
- Olha ali! – a voz em off soou de novo, se dirigindo à minha esposa.
Natália virou o olhar pra uma porta e, por ela, começaram a entrar um, dois, três, … até sete caras, todos pelados, com os paus meio duros e de diferentes tipos e aparências. Depois de um desfilezinho, todos acabaram enfileirados, encostados numa das paredes do cômodo.
Natália não respondeu, olhou pros sete homens que se tocavam perto dela, e se aproximou do que estava mais perto da porta por onde tinham entrado. Se abaixou e, com mais coragem do que eu esperava, pegou no pau dele e meteu na boca, chupando e batendo uma pra ele, enquanto ele soltava uns gemidos baixinhos. Foi trocando de homem, aplicando em cada um a mesma tática ou algo parecido, com certeza atraente e bem feita o suficiente pra deixar todos com os paus durinhos. Depois foram eles que cuidaram da minha mulher, foram tocando e apalpando ela toda, tirando a roupa dela sem pena, e insistindo com suas carícias nas zonas que ficavam descobertas. Quando um deles baixou umas calcinhas brancas minúsculas que ela usava, pude ver que a buceta dela agora aparecia sem um único fio de pelo, o que só me confirmou que tinha sido naquela tarde, em que eu achava que ela estava com a amiga Manoli, que ela tinha participado daquela sessão pornô surpreendente.
Depois de nua, os caras foram se revezando e trocando ela, primeiro para beijá-la por toda parte e depois para meter de novo os paus na boca da Natalia. Mas agora eles não se limitavam a deixar chupar por ela, eram eles que mandavam, tentando e conseguindo foder a boca dela com movimentos duros e enérgicos para enfiar os paus o máximo possível lá dentro. Minha mulher engolia e engolia, misturando seus gemidos abafados, por ter a boca ocupada, com as palavras sujas e exclamações de prazer deles.
O que veio depois foi o típico das cenas de gang bang que eu tanto gostava. Um homem sentou no sofá, com o pau apontando pro céu, e os outros levaram a Natalia no colo até ele, facilitando pro cara penetrar a boceta dela e começar a foder devagar, preparando o terreno pra outro deles se aproximar do rabo dela exposto e, sem muita dificuldade, ir enfiando também a vara dele. Estranhei a facilidade com que a Natalia foi comida de cu, quase sem preparação, a menos que no intervalo da sessão tivessem feito algo mais além de depilar a buceta dela e vesti-la de colegial. Pra completar a parada, outros dois caras ficaram de pé no sofá, dos dois lados da Natalia, se masturbando ou enchendo a boca dela com os paus.
Por um bom tempo, os sete indivíduos foram se revezando, até que conseguiram arrancar de novo um orgasmo da Natalia, que teve que soltar o pau que tinha na boca pra poder gritar à vontade enquanto gozava.
Meu pau tava a todo vapor, sete vários homens tinham fodido a Natalia em todos os buracos dela, e sete caras agora precisavam gozar. Pausei o vídeo, vendo que só faltavam uns quatro minutos de clipe, e me preparei pro que eu esperava ser um final foda, imaginando minha esposa com a cara cheia de porra, depois dos caras terem gozado nela.
Ao ligar o DVD de novo, vi que dois caras ainda estavam metendo no cu e na buceta dela, e foram os primeiros a gozar, cuspindo o esperma pra fora dos dois buracos. Foi uma decepção, mas ainda tinham cinco, e dois deles já estavam se masturbando na frente do rosto dela, prestes a gozar também. Os dois gozaram, gemendo de prazer, um deles jogando uma boa quantidade de porra no peito da Natalia e o outro com uma gozada fraca que nem chegou a tocar a cara da minha mulher. Comecei a achar que todas as minhas esperanças iam por água abaixo, com só três caras sem ter gozado ainda.
Um deles, gordo e peludo, se levantou no sofá, de frente pra câmera, com as pernas de cada lado da cabeça da minha mina. Começou a se masturbar na testa dela, anunciando, ou era o que eu achava, a realização do meu desejo mais ardente, quando minha esposa jogou a cabeça pra trás e começou a lamber os ovos dele, deixando o pau ameaçador fora do alcance da cara dela. Ele abaixou um pouco mais as pernas e adiantou o corpo, deixando a língua da Natalia escorrer dos testículos até o cu dele. Surpreendentemente, a Natalia continuou chupando, se esforçando pra lamber aquele cu peludo e fazendo o cara se acabar de prazer, até que ele gozou também, com uma gozada bem viscosa que foi saindo da ponta do pau e escorrendo por ela toda e depois pelos ovos, até alcançar e inundar o cu onde a língua da Natalia ainda nadava, se dedicando a chupar e beijar. A câmera, implacável, foi seguindo o caminho daquele fio de porra e as manobras da língua da Natalia naquele pequeno lago de porra em que o cu do cara tinha se transformado.
Quando o homem se afastou, Natalia se lambeu, mostrando uma expressão de putaria que eu nunca tinha visto antes, bem na hora que outro tio pegou a cabeça dela com uma mão enquanto com a outra batia uma punheta bem na frente da cara dela, numa atitude clara de impedir que ela se mexesse enquanto ele gozasse. E finalmente, o que ela tanto queria, aconteceu. O tio soltou, um após o outro, uns jatos fortes e grossos de porra que acertaram o rosto da Natalia, cobrindo quase tudo. Ele mal tinha terminado de gozar quando o último participante daquela orgia também dirigiu a gozada com precisão pra cara da minha mulher, sendo quase tão grossa quanto a anterior.
Coberta de sêmen, a Natalia mal conseguia abrir os olhos, enquanto eu fazia esforços sobre-humanos pra não gozar, vendo a porra escorrendo pelas bochechas dela. Aí um oitavo cara, que não sei de onde surgiu, aproximou o pau da boca da Natalia e ela engoliu na hora. O homem fodeu a boca dela por um tempo e se apertou nela o máximo que pôde até que, ofegante e com um monte de contrações, se esvaziou na boca da Natalia.
Depois de satisfeito, tirou o pau daquele aposento tão gostoso e molhado. A câmera focou então a cara de satisfação do Antonio, o oitavo homem, que tinha gozado na boca da minha esposa e de quem eu já nem lembrava, depois de ter protagonizado a primeira parte do vídeo.
A câmera voltou pra Natalia, que mostrava a boca fechada e inchada e o rosto escorrendo de porra. Ela fez um gesto, como perguntando o que devia fazer, e finalmente abriu a boca pra mostrar o conteúdo grosso que o Antonio tinha cuspido nela, antes de engolir toda a leite que tinha ali, só dando uma leve ânsia quando fez isso.
A voz em off perguntou se ela tava bem, ela respondeu que sim, e o vídeo terminou, mostrando o rosto. encharcado na minha mulher querida, e com a voz em off se despedindo dela e dizendo que esperava que o vídeo agradasse o marido dela.
E sim, com certeza o vídeo tinha finalmente superado todas as minhas expectativas. Deslizei a barra de tempo alguns frames para trás, bem antes das duas gozadas generosas no rosto, pronto para eu também terminar aquela sessão incrível, e estava nisso quando, de repente, Natalia apareceu na minha frente, completamente nua, e enfiou meu pau na boca dela, substituindo minha mão pelos lábios dela, para me punhetar gostoso.
Já nem a aparição surpreendente da minha esposa me assustou, minha única vontade naquele momento era gozar, e Natalia parecia totalmente disposta a me ajudar nisso. E ela fez; enquanto o gozador potente começava na tela a encher o rosto da minha esposa de porra, eu enchi a boca dela de um jeito selvagem, na melhor gozada, sem dúvida, da minha vida, que por uns momentos me deixou totalmente satisfeito e sem vontade de pensar em outra coisa além do que eu tinha acabado de sentir.
Mas depois desses momentos de êxtase, minha mente voltou a funcionar independente do meu pau, que aliás tirei da boca da minha querida esposa, que já tinha engolido tudo. E obviamente começaram a me assaltar milhares de perguntas, algumas cuja resposta eu já sabia ou intuía, mas queria ouvir da boca da minha mulher.
Era difícil saber por onde começar, então minha primeira pergunta foi a mais simples:
- O que foi tudo isso?
- Bom, acho que você já sabe. Queria te dar uma surpresa. O Antonio me falou um dia dos seus hobbies por vídeos pornô e decidi te presentear com um bem especial.
Pergunta simples, resposta simples, claro. E Natalia acariciava meu pau, já completamente mole.
- Mas uma coisa são meus hobbies e outra é você ter participado de uma... orgia dessa, e ter me traído de um jeito tão cruel. – respondi com firmeza.
- Ei, ei, e você? Você pode participar de algo — E eu, então? — disse minha esposa, largando o que tinha nas mãos e me deixando perplexo.
— O quê, eu? Eu nunca participei de uma coisa dessas. Não seria capaz nem de ficar na frente de uma câmera, muito menos de te botar chifre.
— E um ovo que não! — retrucou Natália, bem segura do que dizia — E aquele vídeo com sua querida colega de trabalho, com a Susana? O que é? Uma cena de novela mexicana?
— Com a Susana? Eu? De que buceta você tá falando? Que vídeo é esse? — meu espanto crescia junto com a segurança que minha própria esposa parecia ter nas afirmações dela, por mais falsas que fossem.
— O Antônio me mostrou. Você estava lá, peladinho, no chuveiro, com outros do trabalho, enquanto ela olhava babando pra vocês. Ou vai dizer que não? Você babava por ela, o Antônio me disse, e acho que ele tem razão, vendo como você ficou vermelho naquela noite em que falamos dela.
Comecei a entender cada vez melhor tudo o que tinha rolado. Claramente o Antônio tinha mostrado pra Natália um vídeo adulterado, misturando imagens ou sei lá o quê. A resposta saiu instintiva, falando coisas que talvez não devesse.
— Pode ser que a Susana me atraia, mas esse negócio do vídeo... Isso é mentira, não sei o que o Antônio te mostrou, mas ele te enganou com certeza. Você pode garantir que era eu um dos que tavam comendo a Susana?
— Ah! Como você sabe que tavam comendo ela? Então você conhece o vídeo, né? E a Susana te atrai, verdade? — Natália tinha me pegado de jeito, já não dava mais pra disfarçar, só na parte da minha participação direta em transar com ela.
— Tá bom, já te falei que ela me atrai, mas nunca tive nada com ela. Esse negócio do vídeo não é verdade, como você caiu nessa?
Minha esposa ficou um tempinho pensativa, antes de falar:
— Sei lá — respondeu por fim, com um biquinho — Talvez eu quisesse acreditar. Confidência por confidência, seu colega Antônio também me atrai. Ele me deu a chance de me vingar e... bom, não queria. desperdiçar uma oportunidade dessas.
Naquele momento, deu vontade de matar aquela filha da puta. Ou seja, no fundo ela tava doida pra dar pro meu parceiro, sendo até capaz de participar de uma orgia daquelas. Pô, essa não era a Natalia que eu achava que conhecia, com certeza. Mas as mulheres quase sempre sabem como nos manipular. Basta pegar na sua pica e enfiar na boca, igual minha esposa tava fazendo de novo comigo.
Fazendo uma pausa, ela me perguntou, toda sorridente:
- Então? Gostou do vídeo ou não?
Não tive escolha a não ser concordar. O que eu não sabia naquele momento é o que ia rolar a partir dali entre eu e a Natalia. Ela me interrompeu nos meus pensamentos:
- O que eu ainda não entendo é por que o Antonio não me deu a cópia do vídeo antes de você ver.
Com toda inocência, respondi:
- Não precisa ele te dar. Tá na Internet. Você podia baixar, igual eu fiz.
A Natalia parou de repente as atividades bucais e se sentou, me perguntando, enquanto ficava pálida:
- O quê? Como assim tá na Internet? Não tá falando sério.
- Claro que sim. Não sabia? Vem, vou te mostrar a página.
E levei ela até o computador do quarto, mostrando o site "www.guardanases" e a foto dela mesma, anunciando o quarto clipe que tinham postado. E a Natalia explodiu, claro:
- Ai, meu Deus! Esse Antonio é um filho da puta! Como ele pôde fazer uma coisa dessas comigo? O que vai acontecer se nossos amigos, ou parentes, ou pior ainda, meus colegas de trabalho descobrirem? Vão achar que sou uma puta, ou pior.
- Ora, ora – falei – você só pensa em si mesma. E o que vão pensar de mim, do grande corno que seu marido se tornou?
O fato é que, por mais estranho que pareça, acabamos vendo o vídeo de novo, os dois juntinhos, e tivemos uma noite de sexo como nunca tivemos antes.
Já faz duas semanas desde aquela noite e há pouco tempo, quando a Natalia voltou do trabalho, ela me comentou, toda feliz, que o Antonio confirmou pra ela que vai rolar outra sessão de sexo em grupo, e que, entre outros, vão um colega do departamento onde ela trabalha, além do diretor comercial e do chefe de informática. Ela me pediu pra participar da orgia, e eu respondi que ia pensar.
Agora mesmo acabei de receber por e-mail essa mensagem do Antonio:
"
Fala, brother, já falei pra sua mulher sobre a próxima sessão de Gang Bang. Ela tá toda animada. Dessa vez vão ser quinze caras que vão comer sua esposa e a Susana, que também confirmou presença. Espero que você não amarele e também vista o macacão de trabalho.
Um abraço
Antonio
"
Um sorriso malicioso e um gostinho por dentro me veio quando terminei de ler a mensagem.
Agora mesmo vou falar pra Natalia que sim, que vou participar dessa festa do sexo. Como é que não vou acompanhar minha esposa num evento desses?
FIM
Sentado na ampla poltrona de couro preto, aguardava o início da habitual reunião de trabalho das segundas-feiras. Os convocados para a reunião iam chegando aos poucos, a maioria ainda sonolentos e com pouca vontade de falar e sorrir, aquela vibe que todo mundo carrega no primeiro dia útil da semana.
Faltava apenas um minuto para as nove da manhã, horário de início da sessão, quando apareceu Susana, com sua pequena maleta preta de couro e a mesma cara de desânimo que todos nós ali presentes tínhamos. Devo admitir que a entrada de Susana na sala foi o primeiro momento agradável do dia, e ainda mais quando vi que ela se sentava bem na minha frente, algo que me permitiria me deliciar contemplando-a durante as tediosas e intermináveis falas do diretor geral.
O início da reunião era iminente e comecei a folhear meus papéis de trabalho, notando que estava faltando a pasta com os relatórios contábeis do último mês. Perguntei ao Antonio, meu colega de departamento, se ele os tinha, mas a resposta foi negativa, então o mais provável era que eu os tivesse deixado na mesa do escritório. Antonio deve ter visto minha preguiça de me levantar e se ofereceu para pegá-la ele mesmo. Disse a ele para procurar na minha mesa e, de fato, logo ele voltou com ela nas mãos, bem no momento em que o diretor geral também entrava, pronto para "animar" a gente com sua primeira palestra da manhã.
Quase de imediato, dirigi meu olhar, sempre às escondidas, para a colega de trabalho que estava na minha frente. Susana usava um vestido de uma peça, vermelho intenso, acima do joelho, e com decote quadrado, baixo o suficiente para deixar à mostra o canal do início do seu belo par de peitos, e foi ali que me concentrei durante a introdução verbal do nosso chefe, imaginando meus dedos abrindo caminho naquele desfiladeiro impecável e depois minhas mãos coroando as duas montanhas que o ladeavam.
Em Realidade, fisicamente, da Susana eu gostava de tudo, da cabeça aos pés. Uma mina não muito alta, cabelo castanho escuro, médio comprimento com leves ondulações, olhos castanhos cor de mel, nariz empinado, e uma boquinha de lábios carnudos e dentes branquíssimos. O rosto dela, as pernas e os contornos do corpo, geralmente enfiado em roupas justas, marcavam umas curvas que mostravam uma feminilidade enorme e a tornavam super desejável. Tava há pouco tempo na empresa, mas pra mim ela já tinha virado uma obsessão, embora eu soubesse que era impossível chegar nela, primeiro por causa das minhas próprias convicções, que me impediam de trair minha esposa, mas também pela situação dela de casada e por uns comentários que ela fez uma vez, que não deixavam dúvidas sobre o conservadorismo cultural dela.
O fato é que passei boa parte da reunião fantasiando sobre o que faria com ela, e em vários momentos minha virilha se revoltou sem eu conseguir evitar. A verdade é que a Susana tava espetacular naquele dia, ou eu tava mais tarado que o normal.
Já no meu escritório, passei o resto do dia entre o trabalho do dia a dia e as imagens provocantes da minha linda colega de trampo. Por isso, quando quase não tinha mais ninguém no escritório, fechei a porta da minha sala, pra bater uma punheta gostosa em homenagem a ela. Numa das gavetas da minha mesa eu guardava um DVD muito especial, que ia me ajudar a ficar ainda mais no clima. Mas, quando abri a gaveta, vi que o DVD não tava lá. Pensando que talvez tivesse guardado em outro lugar, comecei a revirar o resto das gavetas e a mesa, mas não adiantou nada, o DVD tinha sumido.
O negócio era preocupante, porque, como já falei, o DVD era especial. Devo confessar que sou um fanático por gang-bang, aquelas sessões de sexo onde uma mulher se envolve com vários caras ao mesmo tempo, e principalmente com os finais dessas cenas em que, geralmente, os caras gozam, um após o outro, na cara da protagonista. Fazia uns meses que eu tava inscrito num site dedicado ao assunto e tinha baixado vários clipes que, embora guardados no meu PC de casa, também tinha salvado num DVD que deixava no escritório, pra ver nas várias vezes em que as curvas da minha colega Susana me esquentavam mais que o normal. Era esse DVD que, estranhamente, tinha sumido, e a possibilidade de alguém ter pegado ele, tipo as moças da limpeza, me deixou bem preocupado, o suficiente pra esquecer naquele dia a Susana e minhas intenções masturbatórias, com ela como protagonista das minhas fantasias.
Uns dias depois, tava eu com o Antonio, depois do expediente, tomando umas cervejas, quando a Susana apareceu no bar, dessa vez com um terno de paletó e calça branca tão elegante quanto provocante. A calça era justa e marcava perfeitamente tanto a bunda quanto a região da buceta. Ela nos viu e veio na nossa direção.
- Oi, meninos, e aí? Falando de mulher, suponho?
- Olha, não. Tava falando de homem.
Obviamente foi o Antonio quem respondeu. Não é que eu tivesse vergonha de falar, até já tinha conversado com a Susana antes, inclusive fora do trabalho, mas normalmente me sentia desconfortável, porque, sem conseguir evitar, não parava de despir ela com os olhos.
- De homem? Isso sim é novidade, vocês não tão virando o time? – e a Susana riu da graça que achou que tinha feito.
- Olha, quem sabe a ideia não é tão ruim, vocês mulheres parecem gostar muito dessa parada de homossexualidade.
- O que vocês sabem de mulher? Se só se guiam pelo que têm debaixo das calças –
A Susana tava bem sacana, nunca tinha visto ela conversar assim, mas minha atenção tava toda na rachinha que a calça apertada marcava na altura da buceta dela. Antonio respondeu de um jeito surpreendente:
- A gente tava falando do tamanho das pirocas dos seus colegas de trabalho. Você se interessa pelo assunto?
Era mentira, e eu não sabia por que caralhos Antonio tinha dito uma barbaridade daquelas. Na real, Susana parecia que ia ficar puta, mas depois de pensar um pouco, deve ter decidido que era melhor entrar na brincadeira e, sorrindo, respondeu:
- Pra poder falar disso, eu teria que ver elas, não acha?
- Se é por isso, sem problema. Amanhã te trago um vídeo onde você vai poder ver umas quantas, embora não duras, claro. Outro dia eu gravei eles saindo do chuveiro, depois do jogo de futebol. Ainda tá interessada?
Susana fez cara de espanto e se virou direto pra mim, com um olhar investigativo:
- Ele tá falando sério? Ele gravou vocês pelados?
Isso era verdade; uns dias antes, na brincadeira, ele tinha gravado a gente do escritório no chuveiro, até antes da gente perceber, segundo ele disse depois. Susana esperava minha confirmação, e eu só consegui dar um "sim" seco que, com o olhar dela fixo em mim, foi seguido por um vermelhão nas minhas bochechas e um nervosismo incontrolável.
Eu, que não parava de imaginar Susana pelada na minha cabeça, agora me sentia nu pra ela, como se ela estivesse tentando adivinhar o formato e o tamanho do meu pau. É óbvio que tanto ela quanto Antonio perceberam meu rubor, mas pra minha sorte, depois de uns segundos que pareceram uma eternidade, ela soltou um "Ah, não acredito nisso" e mudou de assunto.
Tinha sido a primeira vez, desde que conhecia Susana, que eu tinha uma conversa sobre sexo, e a verdade é que eu não saí muito bem. Antonio, claro, me perguntou depois que buceta tinha me dado, e eu não tive escolha a não ser confessar os efeitos obsessivos que ela causava em mim, algo que ele, de qualquer forma, pareceu não dar muita importância.
Dois dias depois... depois nos encontramos de novo no bar, nós três e outros colegas, mas dessa vez também apareceu minha esposa, Natalia, algo que ela fazia de vez em quando, já que trabalhava relativamente perto do meu escritório, mas nunca tinha esbarrado com a Susana antes, que o Antonio apresentou quando ela chegou.
No bar não rolou nada demais, eu tentei não olhar pra Susana em momento nenhum, como se quisesse evitar levantar qualquer suspeita na minha esposa sobre meu interesse por ela, e achei que tinha saído ileso dessa. Mas em casa, enquanto jantávamos, ela me perguntou de repente:
— Ei, essa mina que vocês me apresentaram é nova no escritório?
— Não, já tem uns meses que trabalha lá.
— Ah! E como é que você nunca me falou dela?
— Ué, sei lá, não deve ter surgido o assunto.
— Tá bom! Pô, ela é bem gostosa, né?
Essa pergunta, que no fundo era totalmente inocente, me desmontou, fazendo eu pensar que ela podia ter descoberto algo do que eu sentia pela Susana, e demorei pra responder, enquanto um calorzinho começava a subir pelo meu corpo:
— Bom, não é nenhuma maravilha.
— Pois eu acho que é uma mulher muito interessante — e, depois de uma pausa curta, Natalia completou:
— Sabe que mais de uma vez eu peguei ela te olhando?
Natalia me encarava, com aquela curiosidade típica de mulher, esperando uma resposta. O calor foi aumentando cada vez mais, enquanto, gaguejando, eu respondia:
— Sei lá, não reparei, deve ser coincidência.
E me lembrei daquela cena no bar e daquele olhar penetrante dela que me deixou angustiado. O calor virou suor e, por mais que eu tentasse evitar, fiquei vermelho de novo, igual naquele dia. Natalia percebeu, claro, e me perguntou:
— O que foi? Você tá vermelho que nem um pimentão. Parece que te incomoda a gente falar de... como é o nome? Susana, né? Parece até que você tem algum rolo com ela.
Naquela hora, queria sumir, a coisa tava ficando cada vez pior e eu tentei encerrar o assunto respondendo da forma mais enérgica e evasiva que pude:
- Mas que merda você tá falando! Vamos terminar de jantar e relaxar vendo TV.
- Tá bom, tudo bem, embora eu ache que o único que precisa relaxar é você – respondeu Natalia com um sorriso que não me agradou nem um pouco.
E não voltamos a conversar pelo resto da noite, nem durante o jantar nem depois na frente da TV, enquanto por dentro eu amaldiçoava minha falta de autocontrole e me perguntava, com uma sensação muito mais satisfatória, se seria verdade o que minha esposa dizia e se Susana demonstrava algum interesse por mim.
No sábado seguinte à tarde, dia em que minha esposa tinha saído pra fazer compras com a amiga Manoli, aproveitei pra sentar na frente do computador e rever os clipes pornô que tinha baixado da internet, aqueles que misteriosamente tinham sumido da mesa do escritório do meu trabalho. Nem preciso dizer que, depois de ver alguns deles, me masturbei pra caralho com a Susana como protagonista das minhas fantasias.
Já era bem tarde, quase 11 da noite, quando minha esposa apareceu, com um penteado novo, um rabo de cavalo que prendia a abundante cabeleira loira e dava a ela um visual encantador. Realmente achei que ela estava muito gostosa e falei pra ela. Mas além disso, notei que ela estava muito feliz e tagarela, sem parar de falar. Já na cama, logo percebi que essa alegria ainda estava presente nela e que ela queria levar isso pra outras áreas. Pensei que talvez tivesse bebido um pouco mais da conta com a amiga, mas, apesar de já ter me masturbado antes, resolvi me dar um agrado com ela, aproveitando essa atitude estranha de iniciativa que ela mostrava.
Natalia estava realmente excitada, me beijou na boca com uma voracidade que eu nunca tinha visto e, ao se afastar, a língua dela continuou me lambendo pelo pescoço e pelo peito. Peguei a cabeça dela e empurrei pra baixo em direção ao meu pau, esperando que ela mantivesse esse comportamento apaixonado que estava demonstrando. Chupar meu pau não era algo muito comum nas nossas brincadeiras amorosas, mas Natalia continuou me surpreendendo quando enfiou meu pau inteiro na boca e se concentrou em lamber e masturbar ele com frenesi. Por sorte pra mim, eu tinha gozado fazia pouco tempo, o que fez com que eu aguentasse as investidas orais dela sem muita dificuldade. Vendo a disposição incomum dela, achei que era um momento adequado pra fazer algo que sempre quis e que ela sempre tentava evitar: chupar a buceta dela! Não pensei duas vezes, rapidamente deitei ela na cama, cuidando pra que ela não soltasse o que tão gulosamente estava chupando, e fui direto pro sexo dela, levantando a camisola comprida que ela costuma usar pra dormir.
Mas esse parecia ser um dia de surpresas, porque em vez de encontrar a mata espessa de cabelo castanho que cobria a buceta dela, me deparei com a visão da racha dela completamente depilada. Depois do susto inicial, meu primeiro impulso foi perguntar o que diabos tinha acontecido ali, mas outro impulso, esse incontrolável, fez com que eu parasse pra observar com atenção a xota da minha esposa, e é que nunca tinha curtido algo assim ao natural, além de que bucetas depiladas nunca me chamaram muita atenção. A de Natalia era carnuda, com uma racha bem comprida e fechada por uns lábios maiores bem proeminentes. Ao abri-los com meus dedos, apareceu um interior bem avermelhado e molhado, mostrando o tesão que Natalia tava sentindo naquele momento. Não aguentei mais e me dediquei a lamber ela toda, até que, ao chegar no clitóris, minha esposa começou a mexer a pélvis pra cima e pra baixo e depois pegou minha cabeça com as mãos e empurrou ela pro sexo dela. Eu já tava pasmo com o comportamento de Natalia, mas ao mesmo tempo encantado com aquilo, e com minha língua percorrendo e pressionando todo o sexo dela, até que ela teve um orgasmo bestial que molhou minha cara toda. Era a primeira vez que via Natalia gozar sem que houvesse penetração e pensei em continuar me aproveitando da situação e estrear eu também, na minha ânsia de encher pela primeira vez a boca dela com meu esperma, mas não deu tempo. Ainda presa naquela excitação desconhecida, ela inverteu nossas posições e montou no meu pau, adotando a postura com a qual geralmente gozávamos quando transávamos. E não demorou nem meio minuto para gozarmos os dois, ela pela segunda vez em poucos minutos, aumentando ainda mais, se possível, as surpresas que aquela noite me reservava.
Claro que, na calmaria depois, perguntei o que tinha acontecido, e ela só respondeu que tinha bebido um troço estranho na casa da amiga Manoli e que a amiga a convenceu a tentar me surpreender, depilando a buceta. Com um beicinho, pediu minha opinião e não tive escolha a não ser dizer que estava muito bom, que tinha sido tudo muito excitante e que a gente precisava repetir.
Na segunda-feira seguinte, enquanto tomávamos um café, meu colega Antonio trouxe o assunto da Susana de novo.
— E aí? Já passou a tesão pela Susana? — perguntou com sarcasmo.
— Nada! Até quando transo com a Natalia, imagino que estou comendo ela. É mais forte que eu.
— E por que você não faz alguma coisa pra tentar pegar ela? Quem sabe você tem chance.
Não quis responder, nem passava pela minha cabeça abordá-la. Se só falar com ela já me deixava cada vez mais perturbado, como ia tentar levá-la pra cama? Não era só minha própria noção de fidelidade, mas me sentia incapaz de fazer qualquer tipo de proposta, que com certeza ia dar merda, e eu ia levar um fora.
Antonio então disse algo inesperado:
— Sabia que no fim a Susana viu o vídeo que gravei no chuveiro?
— Não me fode! — falei, convencido de que ele estava tirando uma com a minha cara.
— Sério; propus de novo, na brincadeira, no dia seguinte e ela topou. Ela veio na minha casa e mostrei a gravação. Ela viu todo mundo pelado e te juro que ela gostou mais do que eu mesmo podia imaginar.
- Ela foi na sua casa? - Um sentimento idiota de ciúme me pegou.
- Pois é, a gente passou quase a tarde toda e conversamos longamente sobre várias coisas. Queria que você também estivesse lá, agora você a conheceria tão bem quanto eu.
Não quis continuar falando do assunto. Antonio era divorciado e morava sozinho. O fato de Susana ter ido na casa dele, sozinha com ele, e os comentários que ele tava fazendo, me deram motivo pra pensar que, talvez, eles tivessem feito algo mais do que só conversar. E embora fosse improvável, me fodia demais pensar que Antonio tinha comido ela ali mesmo, enquanto eu mal conseguia olhar nos olhos de Susana sem ficar vermelho.
De tarde, quando voltei do banheiro, encontrei na minha mesa de trabalho um papel que só tinha escrito "www.guarronas.es". Intrigado, guardei na minha carteira. Não fazia ideia de quem podia ter deixado o bilhete, mas logo lembrei do meu DVD pornô sumido, me convencendo de que, com certeza, alguém do escritório já devia saber dos meus hobbies proibidos.
Naquela mesma noite, enquanto a Natalia via TV, com todo cuidado que a situação exigia, procurei na internet o site que alguém misteriosamente tinha "recomendado". Claramente era um site pornô, como os milhares que têm por aí, que enfatizava ser novo, em desenvolvimento, e que as protagonistas eram espanholas. Não dava mais detalhes específicos do conteúdo, exigindo um pagamento mensal de 10 euros pra acessar. A verdade é que não me atraía muito continuar, já que não sabia do que se tratava, mas a curiosidade de saber que as minas eram conterrâneas e o baixo custo me fizeram ceder e fiz os passos necessários pra entrar no site.
Assim que entrei, fui direto pra seção de vídeos, que só tinha três videoclipes. Ficando de olho nos movimentos da Natalia, pra não ser descoberto, visualizei o primeiro, um clipe de apenas 10 minutos de duração, bem normalzinho, que era sobre uma transa de um casal. O segundo era parecido, só que um pouco mais longo e com uma qualidade muito boa. Enquanto o terceiro carregava, já começava a me arrepender de ter pago os 10 euros, quando, ao começar a aparecer, fiquei pasmo diante da tela. A mulher que aparecia, trabalhando numa mesa de escritório, era a Susana!, minha colega de trabalho e segredo obscuro dos meus desejos. Não deu tempo de ver mais, porque minha mulher estava se aproximando para dormir, e tive que fechar, na maior pressa, o Media Player e a página Promiscuous, ficando com uma puta raiva pela aparição inoportuna da Natalia, e por ter sido tão otário de colocar meu PC no nosso próprio quarto, algo que eu mesmo tinha decidido uns meses antes, contra a opinião da minha própria esposa.
Claro que naquela noite quase não consegui dormir, não parava de pensar naquele clipe e no seu conteúdo que, obviamente, tinha que ser pornô, e cuja protagonista era nada menos que a mulher das minhas fantasias masturbatórias, minha própria colega de trabalho. Era tamanha a agonia que eu tava sentindo, que fiquei tentado, lá pelas 4 da madrugada, a arriscar e ligar o computador, confiando que a Natalia não acordasse, mas o bom senso venceu e preferi segurar a vontade até o dia seguinte, já tendo decidido que naquela manhã não iria trabalhar cedo.
De manhã, e tomado pela ansiedade, esperei o tempo passar lentamente até que a Natalia se despediu pra ir pro trabalho. Finalmente tava sozinho em casa e com total liberdade pra ver à vontade um vídeo pornô da Susana! Ainda não conseguia acreditar e meu nervosismo ficou insuportável durante os quase 10 minutos que o arquivo demorou pra baixar no computador, até que finalmente chegou o momento. Sentei na frente da tela, com as calças arriadas, e meu pau já meio duro, só de imaginar o que se aproximava.
A reprodução começava com Susana escrevendo numa mesa de escritório. Ela usava uma camisa branca, que deixava transparecer o sutiã, e estava impecavelmente arrumada e maquiada, muito gostosa. O vídeo era sem dúvida de qualidade. Nisso, entrou no escritório um homem meio gordo, vestindo um macacão de trabalho azul-marinho, e, sem dizer palavra, começou a limpar e arrumar. Já vi claro que a história ia ser a típica transa da executiva com o faxineiro, nada espetacular se não fosse porque a protagonista era nada mais nada menos que Susana e, pra mim, isso já era mais que suficiente.
A surpresa veio de imediato, quando entrou no escritório outro homem, muito mais jovem, vestido igual ao anterior. Agora sim a coisa prometia, com dois caras junto dela. Quando um deles se abaixou pra pegar o lixo que estava debaixo da mesa de Susana, começou a ação de verdade. Ela abriu as pernas o suficiente pra deixar ver a calcinha branca de renda, tanto pro sortudo funcionário quanto pro sortudo porco que já começava a se masturbar na frente do computador. O homem, o mais jovem dos dois, foi direto pra entrepernas e, sem muito mais preâmbulo, depois de acariciar o interior das coxas dela, puxou a calcinha de lado, mostrando por breves instantes um pequeno tufo de pelo preto que cobria a racha da buceta dela, pra em seguida meter a boca nela, me tapando assim a visão sugestiva que eu esperava.
A câmera voltou então pro rosto de Susana que, com os olhos fechados e gemendo de um jeito muito erótico, expressava o prazer que devia estar sentindo enquanto chupavam a xerequinha dela.
Ao afastar o foco, foi aparecendo por trás o outro homem, apertando com as mãos os peitos, já nus da mulher. Me pareceu que tudo ia muito rápido, mal tinha tido tempo de me deliciar com a aparição das partes nuas de Susana, mas meu pau continuava encantado com o desenrolar dos acontecimentos. Mais uns amassos, e Susana Ela apareceu completamente nua e ajoelhada, à mercê dos dois caras que mostravam as paus duras pra ela chupar.
Era curioso, eu tinha minha musa erótica ali, pelada, chupando as rolas de dois caras alternadamente, mostrando e confirmando a voluptuosidade do corpo dela, e mesmo assim, naqueles momentos, a cena não me excitava tanto quanto eu imaginava horas antes. Na verdade, me irritava o fato de aqueles dois caras terem a sorte de estar ali, se aproveitando dela, enquanto eu mal conseguia falar com ela. Mas a penetração que os dois caras deram nela, um atrás do outro, foi espetacular o suficiente pra eu esquecer esses pensamentos e me preparar pra curtir o momento final da festa, quando os dois começaram a bater punheta perto do rosto dela, enquanto ela ficava deitada de costas num sofá do escritório, depois de ter sido fodida com violência pelos dois.
Eu esperava que os dois gozassem na cara dela, mas nem isso aconteceu, os dois gozaram nos peitos dela, enquanto ela sorria safada e espalhava o esperma recebido pelos seios e pela barriga.
Apesar de estar bem decepcionado, eu tava com uma vontade enorme de aliviar a tensão acumulada nas últimas horas, então adiantei a ação pro momento em que os dois caras gozavam nela, cena em que eu fiz o mesmo, sujando o chão e mais um pouco. Depois do meu orgasmo, na tela apareciam os últimos momentos do videoclipe e uma imagem final, anunciando a protagonista do próximo videoclipe, que, curiosamente, se chamava Natália, igual minha mulher, e que seria postado em uns quinze dias.
Depois fui pro trabalho, confuso, meio desanimado e com a intenção de evitar a Susana de qualquer jeito, depois do que tinha visto. As palavras do Antônio e da minha própria esposa Natália, a atuação pornográfica da Susana, o papelzinho na mesa do meu escritório me convidando pra vê-la, que já tava convencido. que ela mesma tinha deixado pra mim, todas eram pistas claras demais me incentivando a chegar nela e levar pra cama, algo que com certeza eu queria fazer, mas me assustava a possibilidade de trair minha esposa e, principalmente, de não dar conta do recado se eu me atrevesse.
Pensei em falar sobre o assunto com o Antonio, explicar o que tinha rolado e pedir a opinião dele, mas me fodia muito ele confirmar que já tinha comido ela também, no dia em que a Susana foi na casa dele ver as famosas fotos dos nossos nus. No fim, calei a boca e consegui passar os dias seguintes sem vê-la pessoalmente, embora com certeza o que eu fiz foi contemplá-la de novo pelo computador.
Mas as surpresas não pararam por aí. De novo, uma tarde, antes de sair do escritório, encontrei um DVD na gaveta. Tava na mesma gaveta onde eu lembrava de ter deixado aquele que tinha sumido dias antes, e a capa externa era idêntica à do DVD desaparecido, então tive a intuição de que era o mesmo. Enfiei no PC e conferi que, de fato, era assim, tinha os clipes que eu tinha baixado da Internet na época, todos bem numerados. Mas tinha um arquivo a mais, não muito longo, que eu não reconhecia como um dos meus.
Intrigado, abri e me deparei com um daqueles trailers de imagens rápidas e sucessivas que anunciam a existência de um clipe mais longo. Eram cenas de um homem e uma mulher transando em várias posições, e uma cena final em que ela aparecia sentada numa poltrona com o pau do cara a poucos centímetros da cara dela e ele batendo uma a toda velocidade, perto de gozar. E foi essa cena final que me deixou completamente paralisado. Era a única de todas as imagens em que dava pra ver o rosto da mulher, e, apesar da rapidez com que ela rodou no PC, percebi, atônito, que a protagonista era a Natalia, minha mulher. Revirei as imagens de novo e pude confirmar, já com mais detenidamente, que o corpo feminino que aparecia ali era, de fato, o da minha esposa. Naquele momento, quis morrer, atordoado, sem entender nada de nada, sem compreender como era possível que minha esposa tivesse me botado chifre e que ainda por cima estivesse tudo gravado. Tirei o DVD e desliguei o PC.
Voltei pra casa, ainda sem saber como enfrentar a Natalia e a situação que estava vivendo. Durante todo o caminho, fiquei pensando em tudo que ia dizer pra ela, em exigir explicações e nas consequências futuras. Depois, comecei a matutar sobre o fato de aquele clipe, somado aos meus, ter aparecido na gaveta da minha escrivaninha. Como é que tinha ido parar ali? Quem tinha colocado? Tudo era confusão pura.
Ao contrário do que pensava, acabei não conseguindo dizer nada pra Natalia. Enquanto jantávamos, continuava sem saber como tocar no assunto. Natalia me parecia odiosa, mas ao mesmo tempo mais gostosa do que nunca, com aquela longa cabeleira loira, aqueles olhões verdes e um corpo também muito feminino. Enquanto a observava, me lembrava das curtas cenas de sexo explícito que tinha visto naquela tarde, e comecei a ter uma vontade louca de vê-las de novo, enquanto meu pau começava a dar sinais de uma ereção que foi ficando cada vez mais incontrolável. Ela estava como se nada tivesse acontecido, e isso me confundia ainda mais.
Naquela noite, consegui uns momentos livres, enquanto a Natalia tomava banho, para poder visualizar de novo as imagens no PC. Sem conseguir evitar, elas me excitavam, ao mesmo tempo que começava a me incomodar o fato de serem tão rápidas e curtas. Mas o pior começou a ser a última cena, aquela em que o cara que tinha fodido ela parecia que ia cuspir a porra na cara dela. Me batia uma urgência terrível de saber que buceta tinha passado no final e, especialmente, de ver aquela gozada presumível, daquelas que eu tanto gostava de observar. Mas não sabia como diabos podia conseguir isso, sem perguntar pra ela mesma, algo que naqueles momentos nem cogitava fazer. Repeti as várias vezes as imagens, cada vez mais duro e ansioso, até que ela saiu do chuveiro e eu tive que parar tudo, indo pra cama totalmente sem sossego.
Nada mudou no dia seguinte, só a crescente excitação que me vinha toda vez, e eram muitas, que eu lembrava da minha esposa dando pro desconhecido e imaginava o final possível da sessão de sexo deles.
De tarde, pensei em bater uma boa punheta, pra ver se a quentura baixava, e usei o clipe da Susana pra isso, embora naquele momento ela me atraísse muito menos do que dias antes.
Quando no final do vídeo vi de novo a próxima protagonista anunciada, a Natalia, uma faísca brilhou na minha cabeça: e se essa Natalia fosse minha esposa? Bem pensado, a coisa tinha lógica, o papel com o endereço do site pornô, o DVD com o miniclipe da minha esposa. Tudo tinha que ser obra da mesma pessoa, provavelmente da Susana. Eu não entendia direito a relação dela com minha esposa, mas lembrava também daquela noite em que a Natalia me interrogou sobre minha colega de escritório.
O interessante é que se abria uma chance de eu poder ver o vídeo completo da minha esposa. Quinze dias pra atualização, anunciava no site, mas também não sabia desde quando o clipe da Susana estava no ar, então o próximo podia aparecer a qualquer momento. A ansiedade aflorou de novo, e mais forte do que nunca, até que três dias depois, numa sexta à tarde, entrei no site pornô, algo que já fazia a cada meia hora ou menos, e lá estava aquela última atualização, marcada com uma foto inocente da minha esposa Natalia.
Me arrepiei de tesão, finalmente ia ver o que tinha rolado por completo entre minha esposa e o parceiro sexual dela. Meu pau cresceu junto com meu nervosismo e hesitei em baixar o clipe ali mesmo, mas não tinha como gravar num CD no escritório. Podia assistir ali na hora, mas a ocasião pedia calma e sossego. que me dava meu próprio lar, ainda mais porque até as oito da noite minha mulher não voltava do trabalho.
Já em casa, depois de um download eterno — puta que pariu como demorava pra subir aquela porcentagem —, gravei o arquivo de vídeo num CD, pronto pra assistir. Sentado na minha poltrona na frente da TV grande da sala, com o controle do DVD na mão esquerda e meu pau, já pra fora, na direita, apertei o play, esperando ansioso pela reprodução do vídeo.
No começo, minha esposa aparecia debruçada numa janela, olhando pro campo, vestida com um macacão verde de uma peça só, comprido até quase os tornozelos, nada muito erótico, pra ser sincero. Um novo ângulo, agora pelas costas dela, mostrava a entrada de um homem alto e moreno, também de costas, se aproximando dela. Quando chegou, agarrou ela pela cintura, beijando o pescoço dela.
A câmera se demorava nos movimentos das mãos do homem sobre o vestido dela, acariciando as costas de cima a baixo até chegar na bunda. Ele apalpou ela e depois o cara se abaixou, enfiou a cabeça por baixo do vestido e subiu de novo. Um flash do rosto da Natalia mostrava o prazer que ela já devia estar sentindo.
Minha esposa foi se virando até deixar o homem, sempre coberto pela saia do vestido, de frente pra boceta dela. Ela mesma foi levantando o vestido, e o amante reapareceu com as mãos na bunda dela e o rosto mergulhado na mata de pelos castanhos que enfeitava a buceta dela. Ao ver aquela buceta peluda, percebi que o vídeo devia ter sido gravado há um tempinho, porque já fazia vários dias que ela tava com a xota totalmente depilada. Essas imagens eu não tinha visto na prévia pequena que já conhecia, e não eram muito explícitas, embora fosse óbvio que o homem tava chupando a boceta dela, e a Natalia tava adorando, enquanto tentava com as mãos enfiar a cabeça dele ainda mais dentro da buceta dela.
O homem se levantou pouco depois e tirou o vestido dela pela cabeça. deixando ela completamente nua e pronta pra ele. A câmera se demorou um bom tempo no corpo pelado da Natalia e nas expressões do rosto dela, enquanto ela olhava com uma impaciência e um tesão aparentes pro cara que ia foder ela, impaciência que eu mesmo compartilhava, saboreando, quase sem pensar, aquela excitação mórbida que a infidelidade feminina provoca em muitos caras. O plano foi se abrindo até aparecer ele de novo, sempre de costas e já totalmente pelado, na frente da minha esposa. Ela se virou, dando as costas pra ele, se apoiou na janela e, sem parar de olhar pra ele, esperou que ele pegasse ela por trás. A penetração foi bem brutal desde o começo, tanto quanto o vai e vem depois, fodendo ela com força e velocidade, enquanto as mãos dele agarravam os peitos da Natalia e massageavam sem parar. Aquele momento foi o primeiro que eu tinha visto no trailer, seguido por mais três posições em que o cara fodeu ela com o mesmo pique. Obviamente, minha mão direita também se movia numa punheta lenta e cuidadosa.
Era excitante ver como a piroca bem dotada daquele cara atacava sem parar a buceta da minha esposa, que eu começava a ver mais como uma atriz pornô do que como a mulher que tava me botando chifre sem dó. Por isso, comecei a ter uma vontade enorme de ver, finalmente, como a coisa acabava. Até que a Natalia começou a gritar de um jeito brutal, com a mesma intensidade que ela grita quando goza transando comigo. Ou ela fingia muito bem ou tava realmente tendo um orgasmo, e isso me desorientou, parei de ver ela como uma pornstar e percebi que ela tava realmente curtindo com aquele cara que eu não conhecia de nada, mas ela talvez devia conhecer bem.
E embora eu tenha começado a me sentir meio magoado, minha piroca mostrava o contrário e pedia mais. Ele já não tava montando nela, deixava ela se recuperar do orgasmo que tinha conseguido tirar dela e aproximou a boca da dela pra beijar ela. O plano foi se aproximando devagar para focar aquele beijo, e enquanto fazia isso, não só percebi que era um beijo de língua daqueles bem dados, mas que, ao surgir diante dos meus olhos o rosto do amante da minha esposa, ele deixou de ser desconhecido. Era o Antônio, meu colega de trabalho, que estava comendo a minha esposa. Fiquei tão estupefato que até meu pau começou a murchar, mas o vídeo continuava, e o Antônio, se levantando de novo, batia uma bem perto do rosto da minha esposa, preparando a própria gozada, enquanto a Natália, na expectativa, olhava nos olhos dele. A cena quente me tirou do torpor e eu me excitei de novo com a iminente ejaculação do meu colega de trabalho, quando, de repente, uma voz em off disse "OK" e o Antônio se afastou sem mais, deixando a Natália sozinha na frente da câmera, e eu com uns sentimentos de decepção e incompreensão enormes.
Pausei o DVD, que já não tinha mais nada a me oferecer, porque a cena de sexo tinha acabado e a única coisa que consegui foi saber que eu tinha uns belos chifres na cabeça. Nem o Antônio tinha chegado a gozar, então, como vídeo pornográfico, ficou bem fraco, muito mais do que o da própria Susana.
Eu ia tirar o DVD quando percebi que a barrinha de duração do clipe não chegava nem na metade do caminho. Tinham passado uns 15 minutos, mais ou menos, então imaginei que deviam faltar uns 20, por aí. Meu coração deu um pulo. Ou tinha um erro na reprodução, ou ainda faltava bastante coisa pra ver.
Liguei o DVD de novo e a voz em off começou a perguntar pra Natália detalhes pessoais, nome, idade, etc. Depois fez uma pergunta chave:
- Por que você quis fazer esse vídeo?
Natália sorriu, enquanto eu esperava, impaciente, que a resposta dela pudesse esclarecer as milhares de dúvidas que eu tinha. Então ela respondeu:
- Meu marido gosta de ver vídeos pornográficos. Achei que podia ser uma boa ideia dar uma surpresa pra ele oferecendo este.
- E Que tipo de vídeos seu marido gosta?
- Bom, parece que são aqueles onde uma mina dá pra vários caras ao mesmo tempo – respondeu Natália, depois de hesitar uns segundos.
Como é que ela sabia disso? Comecei a me convencer de que talvez não fosse a Susana, mas sim o Antônio, ou os dois, os culpados de tudo que vinha acontecendo comigo ultimamente e os que tinham dedurado meu vício em pornô pra Natália.
- Quer continuar? – perguntou a voz em off, completando – Vai, manda ver!, assim a surpresa vai ser completa.
Sim, claro – respondeu Natália, depois de pensar um pouco.
- Beleza, vamos dar uma mudada no seu visual.
E a imagem ficou borrada por uns instantes, deixando a tela preta. Depois Natália reapareceu, agora com o cabelo preso num rabo de cavalo, que me era familiar, e uma roupa mais de menina de colégio do que de mulher de 40 anos que ela tinha.
- Olha ali! – a voz em off soou de novo, se dirigindo à minha esposa.
Natália virou o olhar pra uma porta e, por ela, começaram a entrar um, dois, três, … até sete caras, todos pelados, com os paus meio duros e de diferentes tipos e aparências. Depois de um desfilezinho, todos acabaram enfileirados, encostados numa das paredes do cômodo.
Natália não respondeu, olhou pros sete homens que se tocavam perto dela, e se aproximou do que estava mais perto da porta por onde tinham entrado. Se abaixou e, com mais coragem do que eu esperava, pegou no pau dele e meteu na boca, chupando e batendo uma pra ele, enquanto ele soltava uns gemidos baixinhos. Foi trocando de homem, aplicando em cada um a mesma tática ou algo parecido, com certeza atraente e bem feita o suficiente pra deixar todos com os paus durinhos. Depois foram eles que cuidaram da minha mulher, foram tocando e apalpando ela toda, tirando a roupa dela sem pena, e insistindo com suas carícias nas zonas que ficavam descobertas. Quando um deles baixou umas calcinhas brancas minúsculas que ela usava, pude ver que a buceta dela agora aparecia sem um único fio de pelo, o que só me confirmou que tinha sido naquela tarde, em que eu achava que ela estava com a amiga Manoli, que ela tinha participado daquela sessão pornô surpreendente.
Depois de nua, os caras foram se revezando e trocando ela, primeiro para beijá-la por toda parte e depois para meter de novo os paus na boca da Natalia. Mas agora eles não se limitavam a deixar chupar por ela, eram eles que mandavam, tentando e conseguindo foder a boca dela com movimentos duros e enérgicos para enfiar os paus o máximo possível lá dentro. Minha mulher engolia e engolia, misturando seus gemidos abafados, por ter a boca ocupada, com as palavras sujas e exclamações de prazer deles.
O que veio depois foi o típico das cenas de gang bang que eu tanto gostava. Um homem sentou no sofá, com o pau apontando pro céu, e os outros levaram a Natalia no colo até ele, facilitando pro cara penetrar a boceta dela e começar a foder devagar, preparando o terreno pra outro deles se aproximar do rabo dela exposto e, sem muita dificuldade, ir enfiando também a vara dele. Estranhei a facilidade com que a Natalia foi comida de cu, quase sem preparação, a menos que no intervalo da sessão tivessem feito algo mais além de depilar a buceta dela e vesti-la de colegial. Pra completar a parada, outros dois caras ficaram de pé no sofá, dos dois lados da Natalia, se masturbando ou enchendo a boca dela com os paus.
Por um bom tempo, os sete indivíduos foram se revezando, até que conseguiram arrancar de novo um orgasmo da Natalia, que teve que soltar o pau que tinha na boca pra poder gritar à vontade enquanto gozava.
Meu pau tava a todo vapor, sete vários homens tinham fodido a Natalia em todos os buracos dela, e sete caras agora precisavam gozar. Pausei o vídeo, vendo que só faltavam uns quatro minutos de clipe, e me preparei pro que eu esperava ser um final foda, imaginando minha esposa com a cara cheia de porra, depois dos caras terem gozado nela.
Ao ligar o DVD de novo, vi que dois caras ainda estavam metendo no cu e na buceta dela, e foram os primeiros a gozar, cuspindo o esperma pra fora dos dois buracos. Foi uma decepção, mas ainda tinham cinco, e dois deles já estavam se masturbando na frente do rosto dela, prestes a gozar também. Os dois gozaram, gemendo de prazer, um deles jogando uma boa quantidade de porra no peito da Natalia e o outro com uma gozada fraca que nem chegou a tocar a cara da minha mulher. Comecei a achar que todas as minhas esperanças iam por água abaixo, com só três caras sem ter gozado ainda.
Um deles, gordo e peludo, se levantou no sofá, de frente pra câmera, com as pernas de cada lado da cabeça da minha mina. Começou a se masturbar na testa dela, anunciando, ou era o que eu achava, a realização do meu desejo mais ardente, quando minha esposa jogou a cabeça pra trás e começou a lamber os ovos dele, deixando o pau ameaçador fora do alcance da cara dela. Ele abaixou um pouco mais as pernas e adiantou o corpo, deixando a língua da Natalia escorrer dos testículos até o cu dele. Surpreendentemente, a Natalia continuou chupando, se esforçando pra lamber aquele cu peludo e fazendo o cara se acabar de prazer, até que ele gozou também, com uma gozada bem viscosa que foi saindo da ponta do pau e escorrendo por ela toda e depois pelos ovos, até alcançar e inundar o cu onde a língua da Natalia ainda nadava, se dedicando a chupar e beijar. A câmera, implacável, foi seguindo o caminho daquele fio de porra e as manobras da língua da Natalia naquele pequeno lago de porra em que o cu do cara tinha se transformado.
Quando o homem se afastou, Natalia se lambeu, mostrando uma expressão de putaria que eu nunca tinha visto antes, bem na hora que outro tio pegou a cabeça dela com uma mão enquanto com a outra batia uma punheta bem na frente da cara dela, numa atitude clara de impedir que ela se mexesse enquanto ele gozasse. E finalmente, o que ela tanto queria, aconteceu. O tio soltou, um após o outro, uns jatos fortes e grossos de porra que acertaram o rosto da Natalia, cobrindo quase tudo. Ele mal tinha terminado de gozar quando o último participante daquela orgia também dirigiu a gozada com precisão pra cara da minha mulher, sendo quase tão grossa quanto a anterior.
Coberta de sêmen, a Natalia mal conseguia abrir os olhos, enquanto eu fazia esforços sobre-humanos pra não gozar, vendo a porra escorrendo pelas bochechas dela. Aí um oitavo cara, que não sei de onde surgiu, aproximou o pau da boca da Natalia e ela engoliu na hora. O homem fodeu a boca dela por um tempo e se apertou nela o máximo que pôde até que, ofegante e com um monte de contrações, se esvaziou na boca da Natalia.
Depois de satisfeito, tirou o pau daquele aposento tão gostoso e molhado. A câmera focou então a cara de satisfação do Antonio, o oitavo homem, que tinha gozado na boca da minha esposa e de quem eu já nem lembrava, depois de ter protagonizado a primeira parte do vídeo.
A câmera voltou pra Natalia, que mostrava a boca fechada e inchada e o rosto escorrendo de porra. Ela fez um gesto, como perguntando o que devia fazer, e finalmente abriu a boca pra mostrar o conteúdo grosso que o Antonio tinha cuspido nela, antes de engolir toda a leite que tinha ali, só dando uma leve ânsia quando fez isso.
A voz em off perguntou se ela tava bem, ela respondeu que sim, e o vídeo terminou, mostrando o rosto. encharcado na minha mulher querida, e com a voz em off se despedindo dela e dizendo que esperava que o vídeo agradasse o marido dela.
E sim, com certeza o vídeo tinha finalmente superado todas as minhas expectativas. Deslizei a barra de tempo alguns frames para trás, bem antes das duas gozadas generosas no rosto, pronto para eu também terminar aquela sessão incrível, e estava nisso quando, de repente, Natalia apareceu na minha frente, completamente nua, e enfiou meu pau na boca dela, substituindo minha mão pelos lábios dela, para me punhetar gostoso.
Já nem a aparição surpreendente da minha esposa me assustou, minha única vontade naquele momento era gozar, e Natalia parecia totalmente disposta a me ajudar nisso. E ela fez; enquanto o gozador potente começava na tela a encher o rosto da minha esposa de porra, eu enchi a boca dela de um jeito selvagem, na melhor gozada, sem dúvida, da minha vida, que por uns momentos me deixou totalmente satisfeito e sem vontade de pensar em outra coisa além do que eu tinha acabado de sentir.
Mas depois desses momentos de êxtase, minha mente voltou a funcionar independente do meu pau, que aliás tirei da boca da minha querida esposa, que já tinha engolido tudo. E obviamente começaram a me assaltar milhares de perguntas, algumas cuja resposta eu já sabia ou intuía, mas queria ouvir da boca da minha mulher.
Era difícil saber por onde começar, então minha primeira pergunta foi a mais simples:
- O que foi tudo isso?
- Bom, acho que você já sabe. Queria te dar uma surpresa. O Antonio me falou um dia dos seus hobbies por vídeos pornô e decidi te presentear com um bem especial.
Pergunta simples, resposta simples, claro. E Natalia acariciava meu pau, já completamente mole.
- Mas uma coisa são meus hobbies e outra é você ter participado de uma... orgia dessa, e ter me traído de um jeito tão cruel. – respondi com firmeza.
- Ei, ei, e você? Você pode participar de algo — E eu, então? — disse minha esposa, largando o que tinha nas mãos e me deixando perplexo.
— O quê, eu? Eu nunca participei de uma coisa dessas. Não seria capaz nem de ficar na frente de uma câmera, muito menos de te botar chifre.
— E um ovo que não! — retrucou Natália, bem segura do que dizia — E aquele vídeo com sua querida colega de trabalho, com a Susana? O que é? Uma cena de novela mexicana?
— Com a Susana? Eu? De que buceta você tá falando? Que vídeo é esse? — meu espanto crescia junto com a segurança que minha própria esposa parecia ter nas afirmações dela, por mais falsas que fossem.
— O Antônio me mostrou. Você estava lá, peladinho, no chuveiro, com outros do trabalho, enquanto ela olhava babando pra vocês. Ou vai dizer que não? Você babava por ela, o Antônio me disse, e acho que ele tem razão, vendo como você ficou vermelho naquela noite em que falamos dela.
Comecei a entender cada vez melhor tudo o que tinha rolado. Claramente o Antônio tinha mostrado pra Natália um vídeo adulterado, misturando imagens ou sei lá o quê. A resposta saiu instintiva, falando coisas que talvez não devesse.
— Pode ser que a Susana me atraia, mas esse negócio do vídeo... Isso é mentira, não sei o que o Antônio te mostrou, mas ele te enganou com certeza. Você pode garantir que era eu um dos que tavam comendo a Susana?
— Ah! Como você sabe que tavam comendo ela? Então você conhece o vídeo, né? E a Susana te atrai, verdade? — Natália tinha me pegado de jeito, já não dava mais pra disfarçar, só na parte da minha participação direta em transar com ela.
— Tá bom, já te falei que ela me atrai, mas nunca tive nada com ela. Esse negócio do vídeo não é verdade, como você caiu nessa?
Minha esposa ficou um tempinho pensativa, antes de falar:
— Sei lá — respondeu por fim, com um biquinho — Talvez eu quisesse acreditar. Confidência por confidência, seu colega Antônio também me atrai. Ele me deu a chance de me vingar e... bom, não queria. desperdiçar uma oportunidade dessas.
Naquele momento, deu vontade de matar aquela filha da puta. Ou seja, no fundo ela tava doida pra dar pro meu parceiro, sendo até capaz de participar de uma orgia daquelas. Pô, essa não era a Natalia que eu achava que conhecia, com certeza. Mas as mulheres quase sempre sabem como nos manipular. Basta pegar na sua pica e enfiar na boca, igual minha esposa tava fazendo de novo comigo.
Fazendo uma pausa, ela me perguntou, toda sorridente:
- Então? Gostou do vídeo ou não?
Não tive escolha a não ser concordar. O que eu não sabia naquele momento é o que ia rolar a partir dali entre eu e a Natalia. Ela me interrompeu nos meus pensamentos:
- O que eu ainda não entendo é por que o Antonio não me deu a cópia do vídeo antes de você ver.
Com toda inocência, respondi:
- Não precisa ele te dar. Tá na Internet. Você podia baixar, igual eu fiz.
A Natalia parou de repente as atividades bucais e se sentou, me perguntando, enquanto ficava pálida:
- O quê? Como assim tá na Internet? Não tá falando sério.
- Claro que sim. Não sabia? Vem, vou te mostrar a página.
E levei ela até o computador do quarto, mostrando o site "www.guardanases" e a foto dela mesma, anunciando o quarto clipe que tinham postado. E a Natalia explodiu, claro:
- Ai, meu Deus! Esse Antonio é um filho da puta! Como ele pôde fazer uma coisa dessas comigo? O que vai acontecer se nossos amigos, ou parentes, ou pior ainda, meus colegas de trabalho descobrirem? Vão achar que sou uma puta, ou pior.
- Ora, ora – falei – você só pensa em si mesma. E o que vão pensar de mim, do grande corno que seu marido se tornou?
O fato é que, por mais estranho que pareça, acabamos vendo o vídeo de novo, os dois juntinhos, e tivemos uma noite de sexo como nunca tivemos antes.
Já faz duas semanas desde aquela noite e há pouco tempo, quando a Natalia voltou do trabalho, ela me comentou, toda feliz, que o Antonio confirmou pra ela que vai rolar outra sessão de sexo em grupo, e que, entre outros, vão um colega do departamento onde ela trabalha, além do diretor comercial e do chefe de informática. Ela me pediu pra participar da orgia, e eu respondi que ia pensar.
Agora mesmo acabei de receber por e-mail essa mensagem do Antonio:
"
Fala, brother, já falei pra sua mulher sobre a próxima sessão de Gang Bang. Ela tá toda animada. Dessa vez vão ser quinze caras que vão comer sua esposa e a Susana, que também confirmou presença. Espero que você não amarele e também vista o macacão de trabalho.
Um abraço
Antonio
"
Um sorriso malicioso e um gostinho por dentro me veio quando terminei de ler a mensagem.
Agora mesmo vou falar pra Natalia que sim, que vou participar dessa festa do sexo. Como é que não vou acompanhar minha esposa num evento desses?
FIM
5 comentários - Surpresas de Esposas
Xd
Una cosa es un relato fantasioso, y otro que sea verdad...
Está bien contado, pero al final del relato queda como si tuviese miedo de tomar la desicion o de reaccionar ante los planes del amigo. "total, las mujeres no son las de él".
Buen relato. espero la segunda. ahi van mis puntos.