Bem... Como eu tinha anunciado, vem aí a continuação da minha História Real. Algo que vem acontecendo com minha cunhada, e que vale a pena e merece esse espaço pra compartilhar com essa comunidade tão grande.
Depois do que aconteceu naquele dia tão monumental, eu não parava de pensar nela... naquela buceta enorme e naquele clitóris gigante que eu tinha chupado. Às vezes eu pensava por que a Alejandra, minha namorada, não tinha uma igual, já que eram irmãs. Enfim, minha ansiedade e minha obsessão cresciam dia após dia... e o único jeito de controlar era batendo uma punheta com a calcinha dela ou comendo a Alejandra e tentando imitar tudo que aconteceu naquele dia... mas minha namorada não colabora muito nesse sentido. Se é no sofá, é ali... se é na cama, é ali... ela não gosta de ficar andando com o tesão entre as pernas pela casa... é o que ela me diz.
Bem, o fato é que a Andrea tinha me dado o melhor dela, e não vou mentir dizendo que isso mudou o rumo da minha vida sexual. Eu sempre queria chupar a buceta dela, sentir os líquidos dela, vê-la se mexer, ouvi-la gemer... ou seja... dia após dia, minha ansiedade por mais só aumentava. A única beneficiada era a Alejandra, já que era a única que eu tinha à mão pra tentar saciar minha obsessão.
Um dia qualquer, recebi uma mensagem no celular... — Não esquece de me devolver a calcinha... e eu troco por outra... — era dela... acho que ela também tava na mesma situação de ansiedade e desespero por ser lambida, chupada até explodir.
A verdade é que as coisas não foram fáceis... o escritório dela, meu trabalho, minha namorada com mais tempo em casa, enfim... só tinha pensamentos lascivos e tarados por ela... e um monte de punheta com as calcinhas que ela me entregava toda semana e depois passava a mão em mim e ia embora.
Quase um mês depois do ocorrido, minha namorada saiu da cidade numa viagem de dois dias pra um treinamento. Eu deixei ela no terminal pra pegar o ônibus e fui pro meu escritório. Ao meio-dia, tava saindo pra almoçar e, pra minha surpresa... Surpresa me esperava na entrada, a Andrea.. minha cunhada. Ela me disse pra levar ela pra comer, que tinha saído mais cedo e que minha namorada tinha pedido uns favores pra ela.
Foi isso.. fomos comer, palavras iam e vinham, mas quase não falávamos do assunto. Quase com a voz embargada e a garganta seca de nervoso, falei: — Sabe... você tá na minha cabeça o tempo todo desde aquele dia.. Ela sorriu e concordou com a cabeça. Terminamos de comer e nos despedimos como se nada tivesse acontecido... pensei que ia parar por aí.
Umas sete da noite, chego em casa e vejo a luz do quarto dos fundos acesa... vou até lá e vejo marcas de umidade. Abro a porta e, pra minha surpresa, era ela..!!! Tava lá no quarto dos fundos, deitada de bruços na cama, enrolada num roupão, com o cabelo ainda molhado. Tinha ido em casa deixar os recados da Alejandra e ficou pra tomar um banho.
Mudo pelo que via, escutei baixinho ela dizer: — Tava calor e aproveitei pra tomar um banho, deixei um negócio pra você comer ali. Só respondi: — Valeu.. tô morrendo de fome—
Comi o mais rápido que pude e, sem pensar, entrei no meu quarto pra tomar um banho rápido, pensando na possibilidade de rolar alguma coisa. O tesão me corroía a mente, uma ereção a mil no banheiro pedia insistentemente uma punheta, que eu neguei pra sair logo. Me vesti rápido com uma cueca boxer, uma bermuda e uma camiseta, e fui até ela. Ainda tava na mesma posição, lendo uma revista. Sentei do lado dela e, sem pensar duas vezes, coloquei minha mão na bunda dela.
Assim que fiz isso, ela virou, me beijou por uns segundos e disse: — Quer cheirar ela de novo... tá lavadinha— Sem hesitar, me aproximei da buceta dela, linda como naquele dia, rosada, quase vermelha de tanto tesão que ela tava... me aproximei e, quando ia cheirar, vi de novo uma linha fina e cristalina descendo de dentro da buceta dela e indo em direção ao cuzinho lindo dela. Ao ver aquilo, bateu um tesão danado de querer ir mais fundo, então criei coragem e comecei a dar umas lambidas, chupar até deixar seco todo aquele mel que escorria do fundo da buceta dela. O melhor de tudo é que quanto mais eu chupava... mais saía, e ela só gemia. Ficou assim uns sete minutos até que ela tremeu toda e gritou baixinho meu nome, a pele dela se arrepiou inteirinha, os peitos dela estavam grandes e vermelhinhos... a cara dela também tava na mesma cor... tava no pico da excitação. Ela mordia uma toalha, segurava firme o lençol da cama... e de novo ela encheu minha boca de mais sucos, que sem pensar em mais nada eu recolhia com a língua e engolia pra continuar na minha missão, não queria desperdiçar uma gota.
Coloquei ela de quatro, na posição de cachorrinha, e a vista melhorou ainda mais, era inacreditável aquele rabo carnudo que ela tinha entre as pernas, era o que me deixava obcecado e a milhão. Com a língua eu explorava cada cantinho da boceta molhada dela... e com o polegar eu esfregava de leve o clitóris até que ela explodiu de novo e se jogou na cama. Levantei ela pra ficar de quatro de novo e minha mente me mandou a imagem da situação mais safada... tinha ali a centímetros da minha língua o cuzinho lindo dela. Tão frágil e ao mesmo tempo tão gostoso, eu tremia e não sabia por quê... minha cueca tava toda molhada dos meus fluidos, a besta queria sair... mas eu queria ir um pouco mais devagar.
Então criei coragem e continuei chupando ela, esticando aos poucos minha língua mais pra trás, ela só se mexia e se esticava pra frente. Ficamos assim uns três minutos até que eu me animei de vez e passei a língua no cuzinho dela. Fiz devagar, entre a buceta e o cu... ela só gemia e enchia minha boca de sucos. Assim consegui chegar de vez no cuzinho dela até ficar só ali... curtindo com a língua e o polegar que não largava o clitóris. Lambi o cu dela com uma delicadeza digna dela... até que ela gozou pela quarta vez. orgasmo. Foi mais rápido e mais intenso... não sei por que, mas na hora percebi que estava exausta.
Ela ficou deitada gemendo, e eu só me deitei ao lado dela de barriga pra cima e falei: — É a melhor coisa que já me aconteceu até hoje... Ela acariciou meu queixo e me mandou um beijo daqui... Sentou-se totalmente e disse: — Vamos ver o que tem aqui... Num movimento só, puxou meu pau e, como já estava molhada das bolas até a cabeça, pegou a toalha e limpou... Começou a bater uma, e saía mais líquido, e ela, como uma menina curiosa, olhava escorrendo, limpava e fazia sair de novo.
Tava prestes a gozar quando o telefone tocou. Atendi, era a Alejandra avisando que tava tudo bem e que sentia minha falta, e tal. Resumo: quando desliguei... minha cunhada não hesitou e enfiou a ponta do meu pau na boca dela... lambia devagar, saboreava... me olhava... ria... feito uma menina safada... deu uns movimentos e eu já sentia que ia estourar... ela percebeu porque começou a sair mais líquido seminal, tirou da boca e terminei esvaziando minha porra na mão dela, na cama e parte da toalha.
Quando viu na mão dela, grossa, branquinha, disse: — Nem pense que vai fazer na boca... — Deve ser nojento.
Eu ri e fiquei deitado enquanto ela tentava limpar.
Peguei ela pelo braço e puxei pra perto... roçando meu pau nas nádegas dela e falei: — A gente devia ir um pouco mais longe... prometo ser carinhoso contigo... Ela sorriu e disse que tava tudo bem até ali, que depois a gente via o que ia rolar.
E ainda disse que adorava se sentir chupada naquela buceta gostosa... que adorava me ver chupando aquele minipau em forma de clitóris que ela tinha. Então eu tinha que continuar sendo o escravo sexual dela até que ela decidisse deixar eu meter.
Coisa que eu só fiz foi arrumar minhas roupas... ela se vestiu e foi pra casa dos meus sogros, seguindo a vida normal dela. Mas no fundo, sabendo que tinha um chupa-buceta. que seria fiel até que ela decidisse mudar as coisas.
Já vou contando pra vocês como as coisas foram avançando... e o que continuou rolando depois...
Até a próxima...
Depois do que aconteceu naquele dia tão monumental, eu não parava de pensar nela... naquela buceta enorme e naquele clitóris gigante que eu tinha chupado. Às vezes eu pensava por que a Alejandra, minha namorada, não tinha uma igual, já que eram irmãs. Enfim, minha ansiedade e minha obsessão cresciam dia após dia... e o único jeito de controlar era batendo uma punheta com a calcinha dela ou comendo a Alejandra e tentando imitar tudo que aconteceu naquele dia... mas minha namorada não colabora muito nesse sentido. Se é no sofá, é ali... se é na cama, é ali... ela não gosta de ficar andando com o tesão entre as pernas pela casa... é o que ela me diz.
Bem, o fato é que a Andrea tinha me dado o melhor dela, e não vou mentir dizendo que isso mudou o rumo da minha vida sexual. Eu sempre queria chupar a buceta dela, sentir os líquidos dela, vê-la se mexer, ouvi-la gemer... ou seja... dia após dia, minha ansiedade por mais só aumentava. A única beneficiada era a Alejandra, já que era a única que eu tinha à mão pra tentar saciar minha obsessão.
Um dia qualquer, recebi uma mensagem no celular... — Não esquece de me devolver a calcinha... e eu troco por outra... — era dela... acho que ela também tava na mesma situação de ansiedade e desespero por ser lambida, chupada até explodir.
A verdade é que as coisas não foram fáceis... o escritório dela, meu trabalho, minha namorada com mais tempo em casa, enfim... só tinha pensamentos lascivos e tarados por ela... e um monte de punheta com as calcinhas que ela me entregava toda semana e depois passava a mão em mim e ia embora.
Quase um mês depois do ocorrido, minha namorada saiu da cidade numa viagem de dois dias pra um treinamento. Eu deixei ela no terminal pra pegar o ônibus e fui pro meu escritório. Ao meio-dia, tava saindo pra almoçar e, pra minha surpresa... Surpresa me esperava na entrada, a Andrea.. minha cunhada. Ela me disse pra levar ela pra comer, que tinha saído mais cedo e que minha namorada tinha pedido uns favores pra ela.
Foi isso.. fomos comer, palavras iam e vinham, mas quase não falávamos do assunto. Quase com a voz embargada e a garganta seca de nervoso, falei: — Sabe... você tá na minha cabeça o tempo todo desde aquele dia.. Ela sorriu e concordou com a cabeça. Terminamos de comer e nos despedimos como se nada tivesse acontecido... pensei que ia parar por aí.
Umas sete da noite, chego em casa e vejo a luz do quarto dos fundos acesa... vou até lá e vejo marcas de umidade. Abro a porta e, pra minha surpresa, era ela..!!! Tava lá no quarto dos fundos, deitada de bruços na cama, enrolada num roupão, com o cabelo ainda molhado. Tinha ido em casa deixar os recados da Alejandra e ficou pra tomar um banho.
Mudo pelo que via, escutei baixinho ela dizer: — Tava calor e aproveitei pra tomar um banho, deixei um negócio pra você comer ali. Só respondi: — Valeu.. tô morrendo de fome—
Comi o mais rápido que pude e, sem pensar, entrei no meu quarto pra tomar um banho rápido, pensando na possibilidade de rolar alguma coisa. O tesão me corroía a mente, uma ereção a mil no banheiro pedia insistentemente uma punheta, que eu neguei pra sair logo. Me vesti rápido com uma cueca boxer, uma bermuda e uma camiseta, e fui até ela. Ainda tava na mesma posição, lendo uma revista. Sentei do lado dela e, sem pensar duas vezes, coloquei minha mão na bunda dela.
Assim que fiz isso, ela virou, me beijou por uns segundos e disse: — Quer cheirar ela de novo... tá lavadinha— Sem hesitar, me aproximei da buceta dela, linda como naquele dia, rosada, quase vermelha de tanto tesão que ela tava... me aproximei e, quando ia cheirar, vi de novo uma linha fina e cristalina descendo de dentro da buceta dela e indo em direção ao cuzinho lindo dela. Ao ver aquilo, bateu um tesão danado de querer ir mais fundo, então criei coragem e comecei a dar umas lambidas, chupar até deixar seco todo aquele mel que escorria do fundo da buceta dela. O melhor de tudo é que quanto mais eu chupava... mais saía, e ela só gemia. Ficou assim uns sete minutos até que ela tremeu toda e gritou baixinho meu nome, a pele dela se arrepiou inteirinha, os peitos dela estavam grandes e vermelhinhos... a cara dela também tava na mesma cor... tava no pico da excitação. Ela mordia uma toalha, segurava firme o lençol da cama... e de novo ela encheu minha boca de mais sucos, que sem pensar em mais nada eu recolhia com a língua e engolia pra continuar na minha missão, não queria desperdiçar uma gota.
Coloquei ela de quatro, na posição de cachorrinha, e a vista melhorou ainda mais, era inacreditável aquele rabo carnudo que ela tinha entre as pernas, era o que me deixava obcecado e a milhão. Com a língua eu explorava cada cantinho da boceta molhada dela... e com o polegar eu esfregava de leve o clitóris até que ela explodiu de novo e se jogou na cama. Levantei ela pra ficar de quatro de novo e minha mente me mandou a imagem da situação mais safada... tinha ali a centímetros da minha língua o cuzinho lindo dela. Tão frágil e ao mesmo tempo tão gostoso, eu tremia e não sabia por quê... minha cueca tava toda molhada dos meus fluidos, a besta queria sair... mas eu queria ir um pouco mais devagar.
Então criei coragem e continuei chupando ela, esticando aos poucos minha língua mais pra trás, ela só se mexia e se esticava pra frente. Ficamos assim uns três minutos até que eu me animei de vez e passei a língua no cuzinho dela. Fiz devagar, entre a buceta e o cu... ela só gemia e enchia minha boca de sucos. Assim consegui chegar de vez no cuzinho dela até ficar só ali... curtindo com a língua e o polegar que não largava o clitóris. Lambi o cu dela com uma delicadeza digna dela... até que ela gozou pela quarta vez. orgasmo. Foi mais rápido e mais intenso... não sei por que, mas na hora percebi que estava exausta.
Ela ficou deitada gemendo, e eu só me deitei ao lado dela de barriga pra cima e falei: — É a melhor coisa que já me aconteceu até hoje... Ela acariciou meu queixo e me mandou um beijo daqui... Sentou-se totalmente e disse: — Vamos ver o que tem aqui... Num movimento só, puxou meu pau e, como já estava molhada das bolas até a cabeça, pegou a toalha e limpou... Começou a bater uma, e saía mais líquido, e ela, como uma menina curiosa, olhava escorrendo, limpava e fazia sair de novo.
Tava prestes a gozar quando o telefone tocou. Atendi, era a Alejandra avisando que tava tudo bem e que sentia minha falta, e tal. Resumo: quando desliguei... minha cunhada não hesitou e enfiou a ponta do meu pau na boca dela... lambia devagar, saboreava... me olhava... ria... feito uma menina safada... deu uns movimentos e eu já sentia que ia estourar... ela percebeu porque começou a sair mais líquido seminal, tirou da boca e terminei esvaziando minha porra na mão dela, na cama e parte da toalha.
Quando viu na mão dela, grossa, branquinha, disse: — Nem pense que vai fazer na boca... — Deve ser nojento.
Eu ri e fiquei deitado enquanto ela tentava limpar.
Peguei ela pelo braço e puxei pra perto... roçando meu pau nas nádegas dela e falei: — A gente devia ir um pouco mais longe... prometo ser carinhoso contigo... Ela sorriu e disse que tava tudo bem até ali, que depois a gente via o que ia rolar.
E ainda disse que adorava se sentir chupada naquela buceta gostosa... que adorava me ver chupando aquele minipau em forma de clitóris que ela tinha. Então eu tinha que continuar sendo o escravo sexual dela até que ela decidisse deixar eu meter.
Coisa que eu só fiz foi arrumar minhas roupas... ela se vestiu e foi pra casa dos meus sogros, seguindo a vida normal dela. Mas no fundo, sabendo que tinha um chupa-buceta. que seria fiel até que ela decidisse mudar as coisas.
Já vou contando pra vocês como as coisas foram avançando... e o que continuou rolando depois...
Até a próxima...
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