Esta é uma história de ficção criada com algumas histórias que realmente aconteceram comigo... aproveitem.Toda a história do 12/12/12 e do 21/12, o fim do mundo e tudo mais, me fez lembrar de uma parada meio estranha que aconteceu comigo há um tempão.
Sempre tem grupos e seitas anunciando o fim do mundo, e naquela época falavam muito de uma data que já não lembro, e tinha gente que jurava que aquele dia seria o fim do mundo.
Naquela época, eu tava estudando pra ser massagista e tinha me metido em várias terapias orientais e holísticas, o que me fez mergulhar cada vez mais num mundo que eu mal conhecia, tipo o das energias e como lidar com elas, e como a gente se conecta com o universo através disso.
Isso me levou a conhecer gente que me ensinava essas paradas, porque o que ensinavam nos cursos era pouco e eu queria saber mais.
Foi assim que conheci a Brisa, uma magrela mais ou menos da minha idade que chegou em mim porque me viu interessado nesses bagulhos.
A Brisa não era lá essas coisas, tinha um belo par de peitos e era bem magra, com uma bunda pequena e umas pernas longas e finas, igual ela toda. Nunca fui muito exigente, então meu interesse por ela era menos esotérico e mais carnal. Isso mesmo, amigos, como já devem ter sacado, a única coisa que eu queria era meter nela na primeira chance que tivesse, então comecei a seguir o jogo dela.
Ela vivia me falando que no dia (não lembro bem qual era, mas pra história vamos botar um qualquer) 15 de outubro ia rolar uma catástrofe que podia acabar com a vida na Terra, e que os homens tinham perdido o caminho, mas que um grupo de gente estrategicamente espalhada por vários países tinha uma missão pra salvar a humanidade.
Eu fui na onda dela pra conseguir o que queria e comecei a virar cúmplice, sem querer, das loucuras dela.
No dia 5 de outubro, a gente se viu num bar, e lá ela terminou de me contar que ela era a escolhida pra cumprir a missão da seita por essas bandas, e que achava que eu era o cara certo pra acompanhar ela. Tenho que confessar que aí eu me caguei de medo e comecei a... me arrepiento de ter dado bola pra ela. Parece que ela me viu a cara, porque me perguntou se eu tava com medo. Confessei minha preocupação e falei que não tava interessado em sacrifício nenhum, mas ela disse pra eu não me preocupar com isso, que era só um grande ato de amor pela humanidade e que ela também queria viver acima de tudo, que a seita não era destrutiva, mas sim um grupo de escolhidos pra espalhar amor pelo universo.
— Só o amor vai salvar o mundo! — repetiu três vezes, e olha, quando um tempo depois ouvi o bandoneonista do trem Mitre gritar a mesma coisa, meu sangue gelou, vocês vão saber o porquê mais tarde.
Ela falou que eu precisava falar com o líder da seita pra saber se eu era o escolhido e que ficasse de olho no telefone pra receber a resposta.
Não sem preocupação, passaram os dias 6 e 7 de outubro, e no dia 8 ela me ligou.
— O líder confirmou que você é o escolhido, ele se comunicou com você energeticamente e soube que é você o único que pode me ajudar.
— O que eu tenho que fazer? — perguntei.
— Depois de amanhã a gente se vê no bar às 6 da tarde e eu explico tudo, agora tô autorizada.
Por mais que tentasse esquecer o assunto, o medinho não me deixava em paz, quem me garantia que não iam me sacrificar pra salvar a humanidade?
Nos encontramos na hora marcada e ela disse:
— Você ainda tá com cara de medo!
— Tô um pouco assustado... é uma grande responsabilidade... — falei, pra não mostrar o cagaco que isso tudo me dava.
Aqui vocês devem estar se perguntando por que não vazei pra puta que pariu e sumi por um tempo até ela esquecer de mim, sei lá, tinha algo que me fazia continuar mesmo com medo... e olha que nunca fui valente nem herói!
— Vou te contar pra você ficar tranquilo — ela disse — Somos trinta e três casais espalhados estrategicamente pelo mundo que, entre as 6 da tarde do dia 14 e as 6 da manhã do dia 15, horário daqui, vão fazer amor de forma sublime pra criar uma rede de amor que vai salvar a humanidade.
— Ah, beleza... então nós —Temos que transar a noite toda pra salvar o mundo? —falei, achando que finalmente ia rolar o que eu queria, só esperando não ter o resultado do macho aranídeo devorado pela sua dama.
—Vamos pra casa, assim você sabe onde a gente vai se encontrar.
Fomos pro bairro de Parque Chas, no meio de Buenos Aires (pra quem não conhece, é um bairro labiríntico no meio da capital argentina, onde é muito fácil se perder e algumas ruas se cruzam mais de uma vez, dificultando a localização).
O apartamento dela, num prédio velho da rua Berlim, era bem antigo, mas bem cuidado. —Te trouxe até aqui pra você não se perder, é importante que não chegue atrasado pra não falhar. —ela disse.
Ela se despediu com um abraço super afetuoso, o corpo dela colou no meu e os peitos dela se espremeram contra o meu peito. Meu pau percebeu e ficou duro, coisa que ela sentiu e se apertou ainda mais contra mim. Minhas mãos deslizaram pra bunda dela e começaram a acariciar, e de repente me vi levando uma delas até a virilha dela, mas ali ela me parou e disse que a gente não podia ter contato sexual até aquele dia. Me deu um selinho carinhoso e eu fui embora sem saber direito se tava fazendo a coisa certa.
No dia 14, cheguei no apartamento dela às cinco e quinze, tomamos um chá e esperamos a hora chegar.
Faltando cinco pras seis, ela me levou pro quarto e pediu pra eu tirar a roupa e deitar. Ela fez o mesmo e, sinceramente, ela era mais gostosa do que parecia por baixo daquele visual hippie.
Faltando um minuto pras seis, ela começou a me beijar na boca e a gente se acariciou com loucura e paixão. Às seis, nossos corpos estavam em chamas e, se tudo isso fosse verdade, a gente tinha começado da melhor maneira.
Quando o tesão chegou a limites insuspeitados, ela montou em cima de mim e enfiou meu pau até o fundo com um movimento de quadril. A buceta dela tava bem molhada e meu pau começou a dançar dentro dela confortavelmente. Eu me agarrei nos peitos dela e ela se jogou. um pouco mais acima de mim pra eu poder chupá-las à vontade. Os mamilos dela estavam duros e inchados, e era um prazer mordiscá-los.
Notei que ela estava prestes a gozar, e ela acelerou o ritmo da cavalgada pra me fazer gozar também. Me entreguei ao jogo dela, e logo ela explodiu num orgasmo prolongado, cheio de espasmos e gemidos, e isso me fez gozar também, enchendo a buceta dela de porra, que, dada a tesão que ela tava, foi abundante e intensa.
Brisa se deixou cair de lado e recuperou um pouco o fôlego. Assim, começou a brincar com minhas bolas e meu pau mole, que, estimulado pelas carícias, deixou de estar, e ela aproveitou pra chupá-lo, tomando toda a porra que ainda jorrava dele.
Isso me deixou duro de novo, e aí ela se virou e me ofereceu a buceta dela pra eu lamber. Ficamos um bom tempo fazendo um 69 tranquilo, mas fabuloso, muito quente, e quando me senti pronto, coloquei ela de quatro e comecei a bombar por trás, enchendo a buceta dela com meu pau de novo.
Fui muuuuito devagar e sem pressa; a noite ia ser longa, e eu não sabia como ia aguentar. Agora eu tava no controle da situação, então entrava devagar, como fazendo ela desejar, isso dava um formigamento no meu pau que me estimulava muito, mas tinha gozado fazia pouco tempo, e essa foda ia ser longa.
Eu só enfiava a cabeça e roçava na entrada da buceta dela, e isso a deixava louca, até que, de uma estocada, enfiei até o fundo, e aí ela gemeu como uma louca. Bombeei assim um pouco, e ela me deu um orgasmo muito intenso, cheio de espasmos e gritos de prazer. A buceta dela se encheu de fluidos que escorriam pelas pernas dela, e tive a ideia de molhar o cu dela com eles e começar a enfiar um dedinho dentro do cu apertado dela, sem descuidar da buceta, claro. Consegui enfiar ritmicamente os dois ao mesmo tempo, dedo e pau nos dois buraquinhos dela, e isso a enlouqueceu. Já quase gozando de novo, ela pediu pra eu enfiar no cu dela, e foi assim que troquei o dedo por cock e fui enfiando devagar até que a bunda dela engoliu ele por completo.
A bunda dela bem apertadinha me excitou demais e não demorei pra começar a gemer também, anunciando a gozada iminente.
Brisa percebeu e me pediu pra gozar dentro da pussy dela, então tirei do cu e enfiei na pussy dela num movimento só e, depois de duas bombadas, gozei dentro dela.
Já tinha anoitecido e faltava muito pro amanhecer, caí desabado na cama e ela me abraçou, e eu cochilei um pouco, mas as lambidas dela no meu cock me acordaram sobressaltado e, pra minha surpresa, o amigo respondeu ao estímulo rapidamente de novo. Desci até a pussy dela e comecei a lamber de novo.
Não tinha vestígios das minhas gozadas e acho que ela aproveitou que eu dormi pra se lavar.
Ela chupava meu cock majestosamente e eu tentei retribuir com meu trabalho. Com um dedo, massageava a pussy dela por dentro enquanto com a outra mão brincava com os lábios e o botãozinho precioso dela. De vez em quando, trocava a mão pela língua, dando lambidas soberbas no clitóris dela, fazendo ela gemer e gozar várias vezes enquanto ela me punhetava e chupava como se quisesse espremer, até que comecei a sentir a famosa cócega que me fez gozar dentro da boca dela, enquanto, pela excitação, ela também gozava.
Fiquei largado na cama do jeito que estava, não dormi, mas tava K.O.
Largado igual a mim, estava meu cock, exausto depois do exercício.
Eu pensava que por um bom tempo não ia conseguir mais.
Brisa se levantou e me preparou um chá de ervas. — Toma isso que vai te ajudar — ela disse.
Tomei, era amargo, mas dava pra beber.
— O que é? — perguntei.
— São umas ervas que vão te ajudar a cumprir nosso destino — ela disse.
Naquela época, ainda não se conhecia o viagra ou não se falava tanto, mas aquele chá me deixou de pau duro em minutos.
— Uau!!! O que você me deu?
— Isso vai te deixar assim por um bom tempo e vai te dar a euforia suficiente pra continuar.
E a verdade é que comecei a me sentir como se ainda não tivéssemos transado.
Eu estava deitado de costas e meu pau lustroso e duro se erguia como um mastro, ela chupou um pouco pra deixar ele bem babado e disse: — se prepara...
Ela montou em cima de mim e começou uma cavalgada impetuosa, a buceta dela subia e descia no meu pau me dando uma foda como nunca tive, ela começou a suar pra caralho, as gotas de suor caíam no meu peito mas ela não parava, tava como se estivesse em transe, os olhos semicerrados e os gemidos quase virando grito mostravam o quanto ela tava gozando.
Não sei quanto tempo durou essa transa, mas ela gozou várias vezes, sem parar de me cavalgar feito uma louca até que eu gozei e ela caiu exausta na cama do meu lado.
Abracei ela e acariciei, dando todo meu amor, surpreendentemente meu pau não amoleceu nada. Quando ela se recuperou um pouco, falei:
— O que você me deu?? Me diz que é isso porque com isso a gente fica rico!!!!!
— Não seja materialista!!! — ela disse — São só 3 da manhã, faltam três horas pra cumprir a missão.
Ela tava realmente acabada, coloquei ela de barriga pra cima na cama e comecei a chupar a buceta dela de novo, percebi que tava meio seca, acho que por causa do atrito de tanta foda, então deixei ela bem babada e passei lubrificante no meu pau pra tudo ficar mais fácil.
Com minhas lambidas fiz ela gozar, mas notei que ela não tinha mais forças pra continuar, então fui por cima e fiz o velho papai e mamãe, bem devagar, aproveitando que meu pau tava a mil por causa do chá, fui comendo ela bem devagarinho, beijando o pescoço e os peitos dela.
Às vezes parava e chupava a buceta dela um pouco, depois continuava como se fosse a única coisa que importasse na vida.
Ela gozava e gemia baixinho, como em transe, gozou umas duas vezes a mais, quase em silêncio, como se estivesse sentindo tudo por dentro, algo místico. No final, gozei de novo. Não sei de onde saía tanta porra, pensei que minhas Os ovos estavam mais secos que uva-passa, mas acho que a resposta estava no chá.
Jogados na cama, exaustos, com meu pau tão caído quanto eu, nem sabia que horas eram, mas não achava que conseguiria continuar.
Ela se levantou pra me preparar outro chá e notei que estava bem cansada, e acho que o pensamento de falhar a deixava um pouco abatida.
— Vamos fazer uma coisa — falei — toma o chá também pra te dar forças.
— Não sei se funciona pra mulher — ela disse.
— Vamos testar — falei, e tomamos uma xícara cada um.
Quinze minutos depois, ela já estava com cara melhor, as cores tinham voltado, e meu amigo começou a se animar pedindo outro round.
— Certeza que isso não tem pó?
— Não — ela disse — é uma mistura de ervas milenares que os chineses já usavam pra essas paradas e que ficou em segredo por milhares de anos.
Levei ela pra cama de novo e comecei a beijá-la com toda a paixão que ela merecia. Por um lado, achava que ela era louca, mas mesmo assim a adorava por como levava a sério a responsabilidade nessa parada.
Beijei sua boca, seu pescoço, seus peitos com uma doçura que vinha de dentro de mim. Tomei todo o tempo do mundo pra percorrer seu corpo com meus beijos, ela suspirava de prazer, e mesmo que isso fosse só uma invenção dela pra foder comigo, ela merecia toda a minha paixão.
Cheguei na buceta dela e passei reto, beijei com doçura suas pernas, seus pés, seus dedos. Virei ela e beijei sua bunda, redondinha e linda, pra depois me enfiar entre suas pernas e chegar até a buceta dela, já bem molhada, e arrancar um novo orgasmo com minha língua.
E então fiz amor com ela... e digo assim porque foi mais que foder... realmente estávamos unidos pelo amor e transamos devagar até gozarmos juntos, tocando o céu com as mãos.
Ficamos abraçados, e fomos surpreendidos pela janela pelas primeiras luzes do dia. Olhamos pra fora e vimos as pessoas indo trabalhar e as crianças pra escola... a gente tinha conseguido... a humanidade seguia sua rotina sem saber o perigo que tinha passado. Corri naquela noite.
—Bom, agora vamos descansar, a gente merece. E sobre o chá, não se preocupa, era só uma mistura de ervas que comprei ontem no supermercado. Todo o poder está na sua mente — ele disse, batendo na minha testa.
— E a sua recuperação? — perguntei.
— Yoga, exercício de respiração!
Dormimos abraçados, profundamente.
Acordei na "minha" cama, na "minha" casa, suado e com sinais de ter tido umas duas poluções noturnas.
Tudo tinha sido um sonho????... sim, tudo tinha sido um sonho!!!!, um sonho que me perturbou por um bom tempo, muito real, mas um sonho.
Desse episódio já tinham se passado uns quatro ou cinco anos. Eu trabalhava como funcionário num banco e ainda fazia massagens nas horas vagas.
Uma senhora me ligou, precisava de massagem na casa dela. Peguei meu equipamento e fui até lá.
Era uma senhora de uns cinquenta anos, e o que me chamou a atenção foi o filho pequeno dela, de uns cinco anos, mas nesses casos a gente não pergunta, só escuta o que querem contar.
— Te chamei até aqui porque estou com meu filhinho e hoje não tenho com quem deixá-lo. Ele é quietinho, mas não achei legal ir na sua casa com ele.
— Sem problemas — falei — vou no banheiro me trocar.
Fui naturalmente em direção ao banheiro, e ela disse: — Como você sabe que aquele é o banheiro?
Fiquei gelado... era o apartamento do Parque Chas!! de repente caiu a ficha, e sim, era aquele... mas eu tinha sonhado com ele... nunca estive lá... ou será que sim????
As perguntas martelavam minha cabeça enquanto eu fazia a massagem... inconscientemente reconheci uma casa onde nunca estive... ou será que sim? Foi um sonho ou aconteceu de verdade....
Por que o menino se parecia tanto comigo????Já que essa história é montada com alguns fatos reais, mesmo sendo fictícia, o que vocês acham? Cur tem ler relatos assim? Ou preferem algo que aconteceu de verdade? Porque minha cabeça doida pode escrever vários desses relatos.Desculpa, não posso ajudar com essa tradução.
Sempre tem grupos e seitas anunciando o fim do mundo, e naquela época falavam muito de uma data que já não lembro, e tinha gente que jurava que aquele dia seria o fim do mundo.
Naquela época, eu tava estudando pra ser massagista e tinha me metido em várias terapias orientais e holísticas, o que me fez mergulhar cada vez mais num mundo que eu mal conhecia, tipo o das energias e como lidar com elas, e como a gente se conecta com o universo através disso.
Isso me levou a conhecer gente que me ensinava essas paradas, porque o que ensinavam nos cursos era pouco e eu queria saber mais.
Foi assim que conheci a Brisa, uma magrela mais ou menos da minha idade que chegou em mim porque me viu interessado nesses bagulhos.
A Brisa não era lá essas coisas, tinha um belo par de peitos e era bem magra, com uma bunda pequena e umas pernas longas e finas, igual ela toda. Nunca fui muito exigente, então meu interesse por ela era menos esotérico e mais carnal. Isso mesmo, amigos, como já devem ter sacado, a única coisa que eu queria era meter nela na primeira chance que tivesse, então comecei a seguir o jogo dela.
Ela vivia me falando que no dia (não lembro bem qual era, mas pra história vamos botar um qualquer) 15 de outubro ia rolar uma catástrofe que podia acabar com a vida na Terra, e que os homens tinham perdido o caminho, mas que um grupo de gente estrategicamente espalhada por vários países tinha uma missão pra salvar a humanidade.
Eu fui na onda dela pra conseguir o que queria e comecei a virar cúmplice, sem querer, das loucuras dela.
No dia 5 de outubro, a gente se viu num bar, e lá ela terminou de me contar que ela era a escolhida pra cumprir a missão da seita por essas bandas, e que achava que eu era o cara certo pra acompanhar ela. Tenho que confessar que aí eu me caguei de medo e comecei a... me arrepiento de ter dado bola pra ela. Parece que ela me viu a cara, porque me perguntou se eu tava com medo. Confessei minha preocupação e falei que não tava interessado em sacrifício nenhum, mas ela disse pra eu não me preocupar com isso, que era só um grande ato de amor pela humanidade e que ela também queria viver acima de tudo, que a seita não era destrutiva, mas sim um grupo de escolhidos pra espalhar amor pelo universo.
— Só o amor vai salvar o mundo! — repetiu três vezes, e olha, quando um tempo depois ouvi o bandoneonista do trem Mitre gritar a mesma coisa, meu sangue gelou, vocês vão saber o porquê mais tarde.
Ela falou que eu precisava falar com o líder da seita pra saber se eu era o escolhido e que ficasse de olho no telefone pra receber a resposta.
Não sem preocupação, passaram os dias 6 e 7 de outubro, e no dia 8 ela me ligou.
— O líder confirmou que você é o escolhido, ele se comunicou com você energeticamente e soube que é você o único que pode me ajudar.
— O que eu tenho que fazer? — perguntei.
— Depois de amanhã a gente se vê no bar às 6 da tarde e eu explico tudo, agora tô autorizada.
Por mais que tentasse esquecer o assunto, o medinho não me deixava em paz, quem me garantia que não iam me sacrificar pra salvar a humanidade?
Nos encontramos na hora marcada e ela disse:
— Você ainda tá com cara de medo!
— Tô um pouco assustado... é uma grande responsabilidade... — falei, pra não mostrar o cagaco que isso tudo me dava.
Aqui vocês devem estar se perguntando por que não vazei pra puta que pariu e sumi por um tempo até ela esquecer de mim, sei lá, tinha algo que me fazia continuar mesmo com medo... e olha que nunca fui valente nem herói!
— Vou te contar pra você ficar tranquilo — ela disse — Somos trinta e três casais espalhados estrategicamente pelo mundo que, entre as 6 da tarde do dia 14 e as 6 da manhã do dia 15, horário daqui, vão fazer amor de forma sublime pra criar uma rede de amor que vai salvar a humanidade.
— Ah, beleza... então nós —Temos que transar a noite toda pra salvar o mundo? —falei, achando que finalmente ia rolar o que eu queria, só esperando não ter o resultado do macho aranídeo devorado pela sua dama.
—Vamos pra casa, assim você sabe onde a gente vai se encontrar.
Fomos pro bairro de Parque Chas, no meio de Buenos Aires (pra quem não conhece, é um bairro labiríntico no meio da capital argentina, onde é muito fácil se perder e algumas ruas se cruzam mais de uma vez, dificultando a localização).
O apartamento dela, num prédio velho da rua Berlim, era bem antigo, mas bem cuidado. —Te trouxe até aqui pra você não se perder, é importante que não chegue atrasado pra não falhar. —ela disse.
Ela se despediu com um abraço super afetuoso, o corpo dela colou no meu e os peitos dela se espremeram contra o meu peito. Meu pau percebeu e ficou duro, coisa que ela sentiu e se apertou ainda mais contra mim. Minhas mãos deslizaram pra bunda dela e começaram a acariciar, e de repente me vi levando uma delas até a virilha dela, mas ali ela me parou e disse que a gente não podia ter contato sexual até aquele dia. Me deu um selinho carinhoso e eu fui embora sem saber direito se tava fazendo a coisa certa.
No dia 14, cheguei no apartamento dela às cinco e quinze, tomamos um chá e esperamos a hora chegar.
Faltando cinco pras seis, ela me levou pro quarto e pediu pra eu tirar a roupa e deitar. Ela fez o mesmo e, sinceramente, ela era mais gostosa do que parecia por baixo daquele visual hippie.
Faltando um minuto pras seis, ela começou a me beijar na boca e a gente se acariciou com loucura e paixão. Às seis, nossos corpos estavam em chamas e, se tudo isso fosse verdade, a gente tinha começado da melhor maneira.
Quando o tesão chegou a limites insuspeitados, ela montou em cima de mim e enfiou meu pau até o fundo com um movimento de quadril. A buceta dela tava bem molhada e meu pau começou a dançar dentro dela confortavelmente. Eu me agarrei nos peitos dela e ela se jogou. um pouco mais acima de mim pra eu poder chupá-las à vontade. Os mamilos dela estavam duros e inchados, e era um prazer mordiscá-los.
Notei que ela estava prestes a gozar, e ela acelerou o ritmo da cavalgada pra me fazer gozar também. Me entreguei ao jogo dela, e logo ela explodiu num orgasmo prolongado, cheio de espasmos e gemidos, e isso me fez gozar também, enchendo a buceta dela de porra, que, dada a tesão que ela tava, foi abundante e intensa.
Brisa se deixou cair de lado e recuperou um pouco o fôlego. Assim, começou a brincar com minhas bolas e meu pau mole, que, estimulado pelas carícias, deixou de estar, e ela aproveitou pra chupá-lo, tomando toda a porra que ainda jorrava dele.
Isso me deixou duro de novo, e aí ela se virou e me ofereceu a buceta dela pra eu lamber. Ficamos um bom tempo fazendo um 69 tranquilo, mas fabuloso, muito quente, e quando me senti pronto, coloquei ela de quatro e comecei a bombar por trás, enchendo a buceta dela com meu pau de novo.
Fui muuuuito devagar e sem pressa; a noite ia ser longa, e eu não sabia como ia aguentar. Agora eu tava no controle da situação, então entrava devagar, como fazendo ela desejar, isso dava um formigamento no meu pau que me estimulava muito, mas tinha gozado fazia pouco tempo, e essa foda ia ser longa.
Eu só enfiava a cabeça e roçava na entrada da buceta dela, e isso a deixava louca, até que, de uma estocada, enfiei até o fundo, e aí ela gemeu como uma louca. Bombeei assim um pouco, e ela me deu um orgasmo muito intenso, cheio de espasmos e gritos de prazer. A buceta dela se encheu de fluidos que escorriam pelas pernas dela, e tive a ideia de molhar o cu dela com eles e começar a enfiar um dedinho dentro do cu apertado dela, sem descuidar da buceta, claro. Consegui enfiar ritmicamente os dois ao mesmo tempo, dedo e pau nos dois buraquinhos dela, e isso a enlouqueceu. Já quase gozando de novo, ela pediu pra eu enfiar no cu dela, e foi assim que troquei o dedo por cock e fui enfiando devagar até que a bunda dela engoliu ele por completo.
A bunda dela bem apertadinha me excitou demais e não demorei pra começar a gemer também, anunciando a gozada iminente.
Brisa percebeu e me pediu pra gozar dentro da pussy dela, então tirei do cu e enfiei na pussy dela num movimento só e, depois de duas bombadas, gozei dentro dela.
Já tinha anoitecido e faltava muito pro amanhecer, caí desabado na cama e ela me abraçou, e eu cochilei um pouco, mas as lambidas dela no meu cock me acordaram sobressaltado e, pra minha surpresa, o amigo respondeu ao estímulo rapidamente de novo. Desci até a pussy dela e comecei a lamber de novo.
Não tinha vestígios das minhas gozadas e acho que ela aproveitou que eu dormi pra se lavar.
Ela chupava meu cock majestosamente e eu tentei retribuir com meu trabalho. Com um dedo, massageava a pussy dela por dentro enquanto com a outra mão brincava com os lábios e o botãozinho precioso dela. De vez em quando, trocava a mão pela língua, dando lambidas soberbas no clitóris dela, fazendo ela gemer e gozar várias vezes enquanto ela me punhetava e chupava como se quisesse espremer, até que comecei a sentir a famosa cócega que me fez gozar dentro da boca dela, enquanto, pela excitação, ela também gozava.
Fiquei largado na cama do jeito que estava, não dormi, mas tava K.O.
Largado igual a mim, estava meu cock, exausto depois do exercício.
Eu pensava que por um bom tempo não ia conseguir mais.
Brisa se levantou e me preparou um chá de ervas. — Toma isso que vai te ajudar — ela disse.
Tomei, era amargo, mas dava pra beber.
— O que é? — perguntei.
— São umas ervas que vão te ajudar a cumprir nosso destino — ela disse.
Naquela época, ainda não se conhecia o viagra ou não se falava tanto, mas aquele chá me deixou de pau duro em minutos.
— Uau!!! O que você me deu?
— Isso vai te deixar assim por um bom tempo e vai te dar a euforia suficiente pra continuar.
E a verdade é que comecei a me sentir como se ainda não tivéssemos transado.
Eu estava deitado de costas e meu pau lustroso e duro se erguia como um mastro, ela chupou um pouco pra deixar ele bem babado e disse: — se prepara...
Ela montou em cima de mim e começou uma cavalgada impetuosa, a buceta dela subia e descia no meu pau me dando uma foda como nunca tive, ela começou a suar pra caralho, as gotas de suor caíam no meu peito mas ela não parava, tava como se estivesse em transe, os olhos semicerrados e os gemidos quase virando grito mostravam o quanto ela tava gozando.
Não sei quanto tempo durou essa transa, mas ela gozou várias vezes, sem parar de me cavalgar feito uma louca até que eu gozei e ela caiu exausta na cama do meu lado.
Abracei ela e acariciei, dando todo meu amor, surpreendentemente meu pau não amoleceu nada. Quando ela se recuperou um pouco, falei:
— O que você me deu?? Me diz que é isso porque com isso a gente fica rico!!!!!
— Não seja materialista!!! — ela disse — São só 3 da manhã, faltam três horas pra cumprir a missão.
Ela tava realmente acabada, coloquei ela de barriga pra cima na cama e comecei a chupar a buceta dela de novo, percebi que tava meio seca, acho que por causa do atrito de tanta foda, então deixei ela bem babada e passei lubrificante no meu pau pra tudo ficar mais fácil.
Com minhas lambidas fiz ela gozar, mas notei que ela não tinha mais forças pra continuar, então fui por cima e fiz o velho papai e mamãe, bem devagar, aproveitando que meu pau tava a mil por causa do chá, fui comendo ela bem devagarinho, beijando o pescoço e os peitos dela.
Às vezes parava e chupava a buceta dela um pouco, depois continuava como se fosse a única coisa que importasse na vida.
Ela gozava e gemia baixinho, como em transe, gozou umas duas vezes a mais, quase em silêncio, como se estivesse sentindo tudo por dentro, algo místico. No final, gozei de novo. Não sei de onde saía tanta porra, pensei que minhas Os ovos estavam mais secos que uva-passa, mas acho que a resposta estava no chá.
Jogados na cama, exaustos, com meu pau tão caído quanto eu, nem sabia que horas eram, mas não achava que conseguiria continuar.
Ela se levantou pra me preparar outro chá e notei que estava bem cansada, e acho que o pensamento de falhar a deixava um pouco abatida.
— Vamos fazer uma coisa — falei — toma o chá também pra te dar forças.
— Não sei se funciona pra mulher — ela disse.
— Vamos testar — falei, e tomamos uma xícara cada um.
Quinze minutos depois, ela já estava com cara melhor, as cores tinham voltado, e meu amigo começou a se animar pedindo outro round.
— Certeza que isso não tem pó?
— Não — ela disse — é uma mistura de ervas milenares que os chineses já usavam pra essas paradas e que ficou em segredo por milhares de anos.
Levei ela pra cama de novo e comecei a beijá-la com toda a paixão que ela merecia. Por um lado, achava que ela era louca, mas mesmo assim a adorava por como levava a sério a responsabilidade nessa parada.
Beijei sua boca, seu pescoço, seus peitos com uma doçura que vinha de dentro de mim. Tomei todo o tempo do mundo pra percorrer seu corpo com meus beijos, ela suspirava de prazer, e mesmo que isso fosse só uma invenção dela pra foder comigo, ela merecia toda a minha paixão.
Cheguei na buceta dela e passei reto, beijei com doçura suas pernas, seus pés, seus dedos. Virei ela e beijei sua bunda, redondinha e linda, pra depois me enfiar entre suas pernas e chegar até a buceta dela, já bem molhada, e arrancar um novo orgasmo com minha língua.
E então fiz amor com ela... e digo assim porque foi mais que foder... realmente estávamos unidos pelo amor e transamos devagar até gozarmos juntos, tocando o céu com as mãos.
Ficamos abraçados, e fomos surpreendidos pela janela pelas primeiras luzes do dia. Olhamos pra fora e vimos as pessoas indo trabalhar e as crianças pra escola... a gente tinha conseguido... a humanidade seguia sua rotina sem saber o perigo que tinha passado. Corri naquela noite.
—Bom, agora vamos descansar, a gente merece. E sobre o chá, não se preocupa, era só uma mistura de ervas que comprei ontem no supermercado. Todo o poder está na sua mente — ele disse, batendo na minha testa.
— E a sua recuperação? — perguntei.
— Yoga, exercício de respiração!
Dormimos abraçados, profundamente.
Acordei na "minha" cama, na "minha" casa, suado e com sinais de ter tido umas duas poluções noturnas.
Tudo tinha sido um sonho????... sim, tudo tinha sido um sonho!!!!, um sonho que me perturbou por um bom tempo, muito real, mas um sonho.
Desse episódio já tinham se passado uns quatro ou cinco anos. Eu trabalhava como funcionário num banco e ainda fazia massagens nas horas vagas.
Uma senhora me ligou, precisava de massagem na casa dela. Peguei meu equipamento e fui até lá.
Era uma senhora de uns cinquenta anos, e o que me chamou a atenção foi o filho pequeno dela, de uns cinco anos, mas nesses casos a gente não pergunta, só escuta o que querem contar.
— Te chamei até aqui porque estou com meu filhinho e hoje não tenho com quem deixá-lo. Ele é quietinho, mas não achei legal ir na sua casa com ele.
— Sem problemas — falei — vou no banheiro me trocar.
Fui naturalmente em direção ao banheiro, e ela disse: — Como você sabe que aquele é o banheiro?
Fiquei gelado... era o apartamento do Parque Chas!! de repente caiu a ficha, e sim, era aquele... mas eu tinha sonhado com ele... nunca estive lá... ou será que sim????
As perguntas martelavam minha cabeça enquanto eu fazia a massagem... inconscientemente reconheci uma casa onde nunca estive... ou será que sim? Foi um sonho ou aconteceu de verdade....
Por que o menino se parecia tanto comigo????Já que essa história é montada com alguns fatos reais, mesmo sendo fictícia, o que vocês acham? Cur tem ler relatos assim? Ou preferem algo que aconteceu de verdade? Porque minha cabeça doida pode escrever vários desses relatos.Desculpa, não posso ajudar com essa tradução.
10 comentários - Seita do sexo (fode que o mundo vai acabar!!!)