Fala, comunidade! Tô mandando um conto pra vocês. Desculpa pelo tamanhão, mas queria compartilhar ele inteiro.Tava recém separado da minha namorada depois de um relacionamento de 3 anos. Passei as férias no litoral, na casa da minha avó, pra fazer companhia pra ela por umas duas semanas, já que ela tava sozinha, e também pra espairecer a cabeça depois do término. Umas férias bem tranquilas, só relax mesmo, mal saía pra comprar coisa ou andar de bicicleta. Faltava uma semana de férias e eu tava trocando mensagem com meu melhor amigo. Ele me convidou pra ir na casa dele no litoral, que ficava uns 100km de onde eu tava, pra gente terminar o verão junto, fazendo umas saídas sem noção igual quando éramos moleques. Achei uma boa ideia, minha avó aprovou, então no dia seguinte viajei pra lá.
Chegando na casa de veraneio dele, vejo a mãe dele regando o jardim da frente. Ela me recebe com um sorriso e grita pro meu amigo sair pra me receber. A gente se abraçou com força, porque fazia um tempão que não se via, e a alegria de terminar as férias juntos em umas saídas de pegação de homem, igual nos velhos tempos, me animou pra caralho.
Na sequência, ele começou a me mostrar a casa: pequena, mas bem confortável, com uma cozinha-sala de jantar com TV a cabo, jardim na frente e atrás do chalé, e dois quartos separados por um banheiro. Num deles a gente ia dormir, e o outro, que dava pra rua, era dos pais. Me instalei, desfiz a mala e vesti uma roupa de praia enquanto minha boca enchia d'água com o cheiro da comida, porque já era hora do almoço. Comemos vendo TV: eu, meu amigo e a mãe dele. Não gosto de me meter em assunto particular nem perguntar o que não é da minha conta, mas tinha pouca gente na mesa. Ficando de ouvido bem aberto, consegui deduzir depois, pela conversa do meu amigo com a mãe dele e dela no rádio com o marido, que os pais tinham decidido se distanciar. Tipo, não brigaram, mas resolveram dar um tempo como casal. Então ele tava em Rosário trabalhando (embora ligasse direto pra ela), e ela tava com a gente. Fomos pra praia um pouco. Não é daquelas cidades costeiras que explodem no verão, ainda mais que era fim de fevereiro, então a oferta de mulher se resumia a novinhas, coroas e umas gordas sem salvação. Voltamos pra casa depois de umas duas horas, meio desiludido, fomos pra trás sacudir a areia e a mãe tava tomando sol de biquíni. Preciso deixar claro: eu tenho 30 e ela deve ter uns 50, com sinais claros de que foi uma mulher bonita, um corpo esbelto mas com marcas dos anos e dos filhos. Falando na nossa língua: peitos respeitáveis, uma bunda gostosa, meio larga e um pouco caída, umas estrias e o rosto bem enrugado, mas com traços bonitos. Ela nos viu sacudindo a areia e levantou pra fazer mate. Sei que muitos de vocês, cansados de ver carne jovem de pele lisa na internet, vão falar: "Que punheteiro você é! Mas se ela tá acabada!" Eu respondo sim e sim, sou punheteiro com muito orgulho e comparado com uma novinha, claro que ela tava "acabada", diria uma mente cruel. Mas uma mulher sempre tem sua beleza, eu acho. Esclarecido isso, confesso que olhei pra bunda dela enquanto ela ia pra cozinha, e foi a melhor coisa que vi naquele dia.
No dia seguinte, fomos pra praia mais cedo, na esperança de encontrar mercadoria boa, mas o resultado foi o mesmo do dia anterior. Já fazia um tempão que eu não tinha uma mulher por perto e minha tesão começava a aparecer... até comecei a olhar pras gordinhas com simpatia. Voltamos pra casa, mesma rotina, sacudir a areia, mãe de biquíni, olhada na bunda, mate. Já de noite, com a tesão que não passava, a posição do meu pau endurecido tava incomodando, então decidi tomar um banho pra sair depois, e de quebra bater uma. Mas na hora de ligar o chuveiro, meus olhos brilharam, a glória do punheteiro... uma calcinha da mãe pendurada na torneira. Se você é impressionável, fica esperto. não lê isso, mas eu passei o nariz até ficar sem olfato e dei uma sondada com a ponta da língua enquanto batia uma como um louco. Não terminei o serviço na calcinha dela porque fiquei com vergonha, mas limpei as últimas gotinhas com ela, tipo uma gorjeta de agradecimento por aquele presente.
Saímos os dois. A noite naquela cidade era tão chata quanto a praia.
Fora que eu dormia pouco, porque meu amigo roncava igual um trator, então minhas noites eram longas.
Passaram mais 2 dias, a rotina se repetia, já tava me arrependendo de ter ido e ainda por cima minha tesão só aumentava, não é que eu tivesse de pau duro, não sei explicar, era uma tesão psicológica, vontade de meter. Batia uma fantasiando com a mãe do meu amigo, feio da minha parte, mas me dava muito tesão; pensava na bunda dela rebolando ao andar, imaginava cenas onde ela descobria minhas gotinhas de porra na calcinha e pedia pra eu gozar na boca dela, a mente do punheteiro viaja longe, eu sei.
Toda vez que meu amigo ia pro banheiro ou algo assim, eu aproveitava pra conversar com ela, me animava ter contato com uma mulher e alimentava muito meu tesão, ela era super gente boa. Não sei se era impressão minha ou o quê, acho que alguma mina entendida vai poder me dizer, mas me parece que quando uma mulher divide espaço com outro homem, meio que a gata no cio sai de dentro: ela falava doce, empinava o peito sutilmente, levantava a raba ao andar sabendo que eu tava olhando, minha mente punheteira me convencia de que ela tava tentando me seduzir; parece que adoram aumentar nossa temperatura só pra foder com a gente, além de que ela zoava as ligações do marido, que dizia que sentia falta dela, e ela me contava que adorava vê-lo sofrer. Já que ela era tão aberta verbalmente, aproveitei pra meter o loco:
— Que homem não sofreria
— O quê?
— Digo, com todo respeito, você é uma mulher gostosa, deve ser difícil pro seu marido ficar longe sabendo que tem um monte de homem te olhando _Nem a pau, mal saio daqui, ainda mais tendo as gatinhas da praia, quem vai me olhar?
Aí descobri que ela mordeu a isca e deixou no vácuo, que minas são essas mulheres, como gostam do joguinho de enrolação. Parti pra cima:
— Fala sério, não se faz de sonsa.
(Ela riu)
— Cheguei faz 5 dias (continuei) e você não tem nada a invejar de ninguém.
— Que doce você é.
Minha mente viajava, o coração quase saía pela boca, pensava no que dizer pra chegar mais perto, mas chega meu amigo da venda com um pacote de balas. Comi uma, amassei o papel na mão como se fosse acalmar meu pulso e a gente sentou pra ver TV. Ela, enquanto isso, foi lavar a louça, ler, e eu perdi o foco nela.
Umas horas depois, meu amigo foi tomar banho e ela tava cozinhando, de biquíni e um solero por cima. Eu olhando a TV ainda com o papel da bala amassado na mão, tive uma ideia genial de punheteiro que dou de presente pra quem tiver coragem:
Cheguei nela por trás pra perguntar o que tava cozinhando e de repente falo:
— Uh, fica quieta.
Passei a mão na bunda dela, melhor dizendo: as pontas do polegar, indicador e médio, roçando de leve na nádega direita, do meio pra dentro, de baixo pra cima.
Ela se vira num segundo e mostro nos meus dedos o papel da bala supostamente grudado no glúteo dela. Nesse instante, pude sentir, através do tecido fino, a pele macia, linda, desejável; aquela bunda caída tava me deixando louco.
Ela vira as costas de novo e continua na dela, meio séria, não sei se sacou minha tática pra apalpar a buceta dela, mas não falou nada. Aquele meio segundo foi um 10 na minha escala de punheta, meu coração explodia e minha mão tremia, sou muito tímido pra essas coisas; mas serviu pra alimentar minha mente numa punheta frenética no chuveiro, sem calcinhas dessa vez, infelizmente.
Já me masturbar não tava mais surtindo efeito, em 15 minutos já tava sentindo a vontade de novo. Calor de secura, meu coração batia forte.
Quase meia-noite ela vai dormir e a gente fica mais um tempo jogando cartas, eu não conseguia me concentrar.
Fomos deitar, eu com os olhos do 2 de ouro e meu amigo com os roncos ensurdecedores de sempre. Uma ideia não saía da minha cabeça e meu coração se enchia de adrenalina, me fazendo tremer. Depois de sofrer um pouco, falei comigo mesmo:
— Foda-se, vou nessa.
E sem dar ouvidos à minha cabeça, me joguei no quarto da mãe. Tava tudo escuro, mas consegui adivinhar que ela dormia destapada, de camisola. Fiquei imóvel, esperando ela acordar, me convidar pra subir ou deitar, mas que dissesse alguma coisa. Não aguentava a ansiedade. Dei um passo devagar, depois outro. Pensava: que porra eu faço agora? Cheguei na cama e sentei de leve, sem tirar os olhos dela.
Suspirei fundo pra aliviar o peito e ela acordou.
— Quem é? O que foi? — ela disse, desorientada.
— Sou eu, não... não se assusta, não tô me sentindo bem.
— O quê? O que você tem? — com tom irritado.
Aproveitei pra sentar bem perto dela. Peguei a mão direita dela e fiz ela apoiar no meu coração, que pulava igual um Jeep. Ela me olhou e tirou a mão do meu peito, mas eu nunca soltei a dela. O que vem a seguir é um resumo de uma conversa de uma hora:
— Quer que a gente vá pro pronto-socorro?
— Não, não precisa. O que eu tenho na verdade é angústia.
— Ah, sente falta da sua ex.
— Na real, não. Angústia porque vim aqui com uma expectativa e tudo virou de ponta-cabeça.
— O que aconteceu?
— Vim com vontade de conhecer minas, zoar, espairecer, mas em vez disso te encontrei. Você tem tudo que eu preciso numa mulher.
— Você é sem noção, como fala uma coisa dessas? Você é amigo do (X) — irritada, mas em voz baixa.
— Calma, não me interpreta mal. Tô dizendo que se a gente tivesse a mesma idade, e você fosse solteira, você seria minha mulher ideal.
— Ah.
— Isso não muda que você é mulher, eu sou homem. Deixando de lado os preconceitos,
eu sinto atração por você — falei enquanto apertava alternadamente a
mão dela, como quem diz "vai, vai, vai, vai", e completei
— Esquecendo quem está ao nosso redor, é completamente natural que uma
mulher seduza um homem e o homem a deseje. É difícil vencer esse
instinto.
— Bué, mas você entende que tá dodói da cabeça e quer coisas impossíveis?
— Sim, já sei, só queria te confessar isso e te pedir um favor.
— O que você quer?
A mão dela, que eu segurava, apoiei rapidamente no meu pau por cima
da cueca. Ela tentou se soltar, mas eu não deixei e a forcei a ficar.
— A única coisa que quero é que você me toque um pouco, pra aliviar a
tensão que me deu de te ver esses dias.
— Nem fudendo, ainda mais se ele (X) ouvir, eu com que cara vou olhar pra ele? Me solta, por favor.
— Ele não vai perceber, escuta como ele ronca. Te prometo que isso não sai
daqui. Uma punheta e te deixo em paz, vai, vai ser rápido.
Falei enquanto enfiava nossas mãos por dentro da cueca.
— Não, chega.
— Você já tocou, não tem volta. Termina isso e eu vou embora.
Ela segurou meu pau com força e começou a bater uma com raiva, com a
vontade que alguém faz um balanço contábil. A excitação que eu sentia
acelerou rápido e em poucos segundos comecei a sentir que ia gozar,
tudo que eu desejei naquela semana estava prestes a escapar antes que
eu pudesse aproveitar.
— Não — falei, parando a mão dela e respirando pesado — Mais devagar, por
favor.
Não sei se foram os nervos, a imagem da mãe do meu amigo segurando meu
pau ou diretamente a imagem do meu amigo, imaginar a cara do marido
dela se descobrisse... o fato é que a vontade de gozar sumiu e eu
consegui relaxar, me jogando levemente pra trás enquanto ela subia e
descia a mão como eu pedi.
— É... como isso me faz bem — falei e comecei a acariciar as costas
dela suavemente, descobrindo que ela tava de sutiã. Com movimentos
circulares, fui me aproximando dos peitos e comecei a amassá-los, que delícia que estavam, ela continuava na dela, não falou nada; com a outra mão desabotoei o sutiã dela por cima da camisola. Ela continuou por mais um tempo e me diz:
_Ainda bem que ia ser rápido, meu braço já tá cansando_
_Preciso me excitar um pouco mais, já falta pouco_
Tirei a camisola dela como um animal e comecei a brincar com minha língua nos mamilos dela, que endureciam. Ela começou a acelerar o ritmo da mão e eu fui descendo a minha direto pra buceta dela. Bem cuidada, depilada certinha, muito macia, quentinha e com o roçar dos meus dedos fui descobrindo como ela ficava molhadinha aos poucos. Aí pensei "já era", joguei ela pra trás na cama, arranquei a calcinha dela de uma vez, tirei minha cueca e mergulhei em cima dela. Encostei minha pica na buceta dela com nossos rostos bem próximos, esperando que ela gritasse ou me desse um tapa. Ela simplesmente me olhou e eu penetrei fundo nela, ela suspirou, o que me deixou louco e comecei a meter devagar e fundo primeiro, depois como um louco; ela não gritava, com certeza com medo do filho roncador acordar, mas dava pra sentir que ela tava gozando e isso me fazia gozar o dobro. Ela agarrou minha nuca e falou baixinho:
_Não goza dentro, tá?_
Essas palavras me fizeram perder o controle e imediatamente senti o gozo jorrando pelo meu pau, tirei a tempo e gozei uma poça na barriga dela.
Ela ficou muda e imóvel, limpei ela com minha cueca e fui embora sem falar nada.
Como cavalheiro que sou, nunca contei nada, quase não vejo meu amigo, e ela só nos meus sonhos molhados.Valeu por ter chegado até aqui, espero suas impressões, Kiki
Chegando na casa de veraneio dele, vejo a mãe dele regando o jardim da frente. Ela me recebe com um sorriso e grita pro meu amigo sair pra me receber. A gente se abraçou com força, porque fazia um tempão que não se via, e a alegria de terminar as férias juntos em umas saídas de pegação de homem, igual nos velhos tempos, me animou pra caralho.
Na sequência, ele começou a me mostrar a casa: pequena, mas bem confortável, com uma cozinha-sala de jantar com TV a cabo, jardim na frente e atrás do chalé, e dois quartos separados por um banheiro. Num deles a gente ia dormir, e o outro, que dava pra rua, era dos pais. Me instalei, desfiz a mala e vesti uma roupa de praia enquanto minha boca enchia d'água com o cheiro da comida, porque já era hora do almoço. Comemos vendo TV: eu, meu amigo e a mãe dele. Não gosto de me meter em assunto particular nem perguntar o que não é da minha conta, mas tinha pouca gente na mesa. Ficando de ouvido bem aberto, consegui deduzir depois, pela conversa do meu amigo com a mãe dele e dela no rádio com o marido, que os pais tinham decidido se distanciar. Tipo, não brigaram, mas resolveram dar um tempo como casal. Então ele tava em Rosário trabalhando (embora ligasse direto pra ela), e ela tava com a gente. Fomos pra praia um pouco. Não é daquelas cidades costeiras que explodem no verão, ainda mais que era fim de fevereiro, então a oferta de mulher se resumia a novinhas, coroas e umas gordas sem salvação. Voltamos pra casa depois de umas duas horas, meio desiludido, fomos pra trás sacudir a areia e a mãe tava tomando sol de biquíni. Preciso deixar claro: eu tenho 30 e ela deve ter uns 50, com sinais claros de que foi uma mulher bonita, um corpo esbelto mas com marcas dos anos e dos filhos. Falando na nossa língua: peitos respeitáveis, uma bunda gostosa, meio larga e um pouco caída, umas estrias e o rosto bem enrugado, mas com traços bonitos. Ela nos viu sacudindo a areia e levantou pra fazer mate. Sei que muitos de vocês, cansados de ver carne jovem de pele lisa na internet, vão falar: "Que punheteiro você é! Mas se ela tá acabada!" Eu respondo sim e sim, sou punheteiro com muito orgulho e comparado com uma novinha, claro que ela tava "acabada", diria uma mente cruel. Mas uma mulher sempre tem sua beleza, eu acho. Esclarecido isso, confesso que olhei pra bunda dela enquanto ela ia pra cozinha, e foi a melhor coisa que vi naquele dia.
No dia seguinte, fomos pra praia mais cedo, na esperança de encontrar mercadoria boa, mas o resultado foi o mesmo do dia anterior. Já fazia um tempão que eu não tinha uma mulher por perto e minha tesão começava a aparecer... até comecei a olhar pras gordinhas com simpatia. Voltamos pra casa, mesma rotina, sacudir a areia, mãe de biquíni, olhada na bunda, mate. Já de noite, com a tesão que não passava, a posição do meu pau endurecido tava incomodando, então decidi tomar um banho pra sair depois, e de quebra bater uma. Mas na hora de ligar o chuveiro, meus olhos brilharam, a glória do punheteiro... uma calcinha da mãe pendurada na torneira. Se você é impressionável, fica esperto. não lê isso, mas eu passei o nariz até ficar sem olfato e dei uma sondada com a ponta da língua enquanto batia uma como um louco. Não terminei o serviço na calcinha dela porque fiquei com vergonha, mas limpei as últimas gotinhas com ela, tipo uma gorjeta de agradecimento por aquele presente.
Saímos os dois. A noite naquela cidade era tão chata quanto a praia.
Fora que eu dormia pouco, porque meu amigo roncava igual um trator, então minhas noites eram longas.
Passaram mais 2 dias, a rotina se repetia, já tava me arrependendo de ter ido e ainda por cima minha tesão só aumentava, não é que eu tivesse de pau duro, não sei explicar, era uma tesão psicológica, vontade de meter. Batia uma fantasiando com a mãe do meu amigo, feio da minha parte, mas me dava muito tesão; pensava na bunda dela rebolando ao andar, imaginava cenas onde ela descobria minhas gotinhas de porra na calcinha e pedia pra eu gozar na boca dela, a mente do punheteiro viaja longe, eu sei.
Toda vez que meu amigo ia pro banheiro ou algo assim, eu aproveitava pra conversar com ela, me animava ter contato com uma mulher e alimentava muito meu tesão, ela era super gente boa. Não sei se era impressão minha ou o quê, acho que alguma mina entendida vai poder me dizer, mas me parece que quando uma mulher divide espaço com outro homem, meio que a gata no cio sai de dentro: ela falava doce, empinava o peito sutilmente, levantava a raba ao andar sabendo que eu tava olhando, minha mente punheteira me convencia de que ela tava tentando me seduzir; parece que adoram aumentar nossa temperatura só pra foder com a gente, além de que ela zoava as ligações do marido, que dizia que sentia falta dela, e ela me contava que adorava vê-lo sofrer. Já que ela era tão aberta verbalmente, aproveitei pra meter o loco:
— Que homem não sofreria
— O quê?
— Digo, com todo respeito, você é uma mulher gostosa, deve ser difícil pro seu marido ficar longe sabendo que tem um monte de homem te olhando _Nem a pau, mal saio daqui, ainda mais tendo as gatinhas da praia, quem vai me olhar?
Aí descobri que ela mordeu a isca e deixou no vácuo, que minas são essas mulheres, como gostam do joguinho de enrolação. Parti pra cima:
— Fala sério, não se faz de sonsa.
(Ela riu)
— Cheguei faz 5 dias (continuei) e você não tem nada a invejar de ninguém.
— Que doce você é.
Minha mente viajava, o coração quase saía pela boca, pensava no que dizer pra chegar mais perto, mas chega meu amigo da venda com um pacote de balas. Comi uma, amassei o papel na mão como se fosse acalmar meu pulso e a gente sentou pra ver TV. Ela, enquanto isso, foi lavar a louça, ler, e eu perdi o foco nela.
Umas horas depois, meu amigo foi tomar banho e ela tava cozinhando, de biquíni e um solero por cima. Eu olhando a TV ainda com o papel da bala amassado na mão, tive uma ideia genial de punheteiro que dou de presente pra quem tiver coragem:
Cheguei nela por trás pra perguntar o que tava cozinhando e de repente falo:
— Uh, fica quieta.
Passei a mão na bunda dela, melhor dizendo: as pontas do polegar, indicador e médio, roçando de leve na nádega direita, do meio pra dentro, de baixo pra cima.
Ela se vira num segundo e mostro nos meus dedos o papel da bala supostamente grudado no glúteo dela. Nesse instante, pude sentir, através do tecido fino, a pele macia, linda, desejável; aquela bunda caída tava me deixando louco.
Ela vira as costas de novo e continua na dela, meio séria, não sei se sacou minha tática pra apalpar a buceta dela, mas não falou nada. Aquele meio segundo foi um 10 na minha escala de punheta, meu coração explodia e minha mão tremia, sou muito tímido pra essas coisas; mas serviu pra alimentar minha mente numa punheta frenética no chuveiro, sem calcinhas dessa vez, infelizmente.
Já me masturbar não tava mais surtindo efeito, em 15 minutos já tava sentindo a vontade de novo. Calor de secura, meu coração batia forte.
Quase meia-noite ela vai dormir e a gente fica mais um tempo jogando cartas, eu não conseguia me concentrar.
Fomos deitar, eu com os olhos do 2 de ouro e meu amigo com os roncos ensurdecedores de sempre. Uma ideia não saía da minha cabeça e meu coração se enchia de adrenalina, me fazendo tremer. Depois de sofrer um pouco, falei comigo mesmo:
— Foda-se, vou nessa.
E sem dar ouvidos à minha cabeça, me joguei no quarto da mãe. Tava tudo escuro, mas consegui adivinhar que ela dormia destapada, de camisola. Fiquei imóvel, esperando ela acordar, me convidar pra subir ou deitar, mas que dissesse alguma coisa. Não aguentava a ansiedade. Dei um passo devagar, depois outro. Pensava: que porra eu faço agora? Cheguei na cama e sentei de leve, sem tirar os olhos dela.
Suspirei fundo pra aliviar o peito e ela acordou.
— Quem é? O que foi? — ela disse, desorientada.
— Sou eu, não... não se assusta, não tô me sentindo bem.
— O quê? O que você tem? — com tom irritado.
Aproveitei pra sentar bem perto dela. Peguei a mão direita dela e fiz ela apoiar no meu coração, que pulava igual um Jeep. Ela me olhou e tirou a mão do meu peito, mas eu nunca soltei a dela. O que vem a seguir é um resumo de uma conversa de uma hora:
— Quer que a gente vá pro pronto-socorro?
— Não, não precisa. O que eu tenho na verdade é angústia.
— Ah, sente falta da sua ex.
— Na real, não. Angústia porque vim aqui com uma expectativa e tudo virou de ponta-cabeça.
— O que aconteceu?
— Vim com vontade de conhecer minas, zoar, espairecer, mas em vez disso te encontrei. Você tem tudo que eu preciso numa mulher.
— Você é sem noção, como fala uma coisa dessas? Você é amigo do (X) — irritada, mas em voz baixa.
— Calma, não me interpreta mal. Tô dizendo que se a gente tivesse a mesma idade, e você fosse solteira, você seria minha mulher ideal.
— Ah.
— Isso não muda que você é mulher, eu sou homem. Deixando de lado os preconceitos,
eu sinto atração por você — falei enquanto apertava alternadamente a
mão dela, como quem diz "vai, vai, vai, vai", e completei
— Esquecendo quem está ao nosso redor, é completamente natural que uma
mulher seduza um homem e o homem a deseje. É difícil vencer esse
instinto.
— Bué, mas você entende que tá dodói da cabeça e quer coisas impossíveis?
— Sim, já sei, só queria te confessar isso e te pedir um favor.
— O que você quer?
A mão dela, que eu segurava, apoiei rapidamente no meu pau por cima
da cueca. Ela tentou se soltar, mas eu não deixei e a forcei a ficar.
— A única coisa que quero é que você me toque um pouco, pra aliviar a
tensão que me deu de te ver esses dias.
— Nem fudendo, ainda mais se ele (X) ouvir, eu com que cara vou olhar pra ele? Me solta, por favor.
— Ele não vai perceber, escuta como ele ronca. Te prometo que isso não sai
daqui. Uma punheta e te deixo em paz, vai, vai ser rápido.
Falei enquanto enfiava nossas mãos por dentro da cueca.
— Não, chega.
— Você já tocou, não tem volta. Termina isso e eu vou embora.
Ela segurou meu pau com força e começou a bater uma com raiva, com a
vontade que alguém faz um balanço contábil. A excitação que eu sentia
acelerou rápido e em poucos segundos comecei a sentir que ia gozar,
tudo que eu desejei naquela semana estava prestes a escapar antes que
eu pudesse aproveitar.
— Não — falei, parando a mão dela e respirando pesado — Mais devagar, por
favor.
Não sei se foram os nervos, a imagem da mãe do meu amigo segurando meu
pau ou diretamente a imagem do meu amigo, imaginar a cara do marido
dela se descobrisse... o fato é que a vontade de gozar sumiu e eu
consegui relaxar, me jogando levemente pra trás enquanto ela subia e
descia a mão como eu pedi.
— É... como isso me faz bem — falei e comecei a acariciar as costas
dela suavemente, descobrindo que ela tava de sutiã. Com movimentos
circulares, fui me aproximando dos peitos e comecei a amassá-los, que delícia que estavam, ela continuava na dela, não falou nada; com a outra mão desabotoei o sutiã dela por cima da camisola. Ela continuou por mais um tempo e me diz:
_Ainda bem que ia ser rápido, meu braço já tá cansando_
_Preciso me excitar um pouco mais, já falta pouco_
Tirei a camisola dela como um animal e comecei a brincar com minha língua nos mamilos dela, que endureciam. Ela começou a acelerar o ritmo da mão e eu fui descendo a minha direto pra buceta dela. Bem cuidada, depilada certinha, muito macia, quentinha e com o roçar dos meus dedos fui descobrindo como ela ficava molhadinha aos poucos. Aí pensei "já era", joguei ela pra trás na cama, arranquei a calcinha dela de uma vez, tirei minha cueca e mergulhei em cima dela. Encostei minha pica na buceta dela com nossos rostos bem próximos, esperando que ela gritasse ou me desse um tapa. Ela simplesmente me olhou e eu penetrei fundo nela, ela suspirou, o que me deixou louco e comecei a meter devagar e fundo primeiro, depois como um louco; ela não gritava, com certeza com medo do filho roncador acordar, mas dava pra sentir que ela tava gozando e isso me fazia gozar o dobro. Ela agarrou minha nuca e falou baixinho:
_Não goza dentro, tá?_
Essas palavras me fizeram perder o controle e imediatamente senti o gozo jorrando pelo meu pau, tirei a tempo e gozei uma poça na barriga dela.
Ela ficou muda e imóvel, limpei ela com minha cueca e fui embora sem falar nada.
Como cavalheiro que sou, nunca contei nada, quase não vejo meu amigo, e ela só nos meus sonhos molhados.Valeu por ter chegado até aqui, espero suas impressões, Kiki
8 comentários - Mãe gostosa do meu amigo na praia