Cornudo humillado

Um carro bem novo entra aos trancos e barrancos numa oficina. Quem dirige é uma mulher de uns 25 anos, se for mais, tá muito bem conservada. Vem acompanhada por um homem de uns 60, claramente puto e meio deprimido.

— Tá fechado, não trabalhamos sábado à tarde. — Sai um cara de uns 30 anos, vestido com macacão de mecânico e, pela graxa nas mãos, claramente trabalhando.

A mulher desliga o motor e desce do carro... cabelo castanho quase loiro, regata branca decotada e sem sutiã, deixando adivinhar uns peitos respeitáveis... uma minissaia jeans bem curta, emoldurando umas pernas torneadas que parecem não ter fim, mas têm... terminam nuns chinelos de tirinhas finas que fazem ela parecer descalça.

— Boa tarde, desculpa, mas não somos daqui e o carro quebrou, não consigo passar as marchas... por favor... dava pra dar uma olhada? Por favor. — Tudo isso dito num tom de locutora de FM de madrugada, capaz de derreter os polos se alguém ouvisse.

Aparece outro mecânico.

— Moça, sábado é o dia que a gente arruma a oficina do trampo da semana inteira.

— Senhora. — Fala o homem descendo do carro.

— Cala a boca, você, por sua culpa a gente tá aqui. Se tivesse me levado no teatro em vez de me trazer pra ver cavalo... Por favor, não me deixa na mão aqui, a gente nem conhece ninguém.

— Mas mesmo se tiver algo quebrado, não vão achar peça pra comprar.

— Faz esse favor pra mim, ele é pão-duro comigo, mas pra vocês vai pagar bem. — Fala se aproximando dos mecânicos com os olhos verdes de gata, cheios de promessa.

Os mecânicos se olham, olham pra ela e pro marido.

— Beleza... deixa eu ver. — O mais velho, no máximo 35, sobe no carro, dá partida, olha pra baixo, desliga o motor e sai.

— Soltou a embreagem, vamos levar pro poço.

— Pois é, esse aí sempre dá problema com...fêmea- Diz ela com sarcasmo.
- Bom... bom... que haja paz. - Diz o mais novo, olhando pra ela. - Lá no fundo tem mate recém-preparado, traz ele e toma uns amargos.
- Se pá, para de histérica.
- Sabe por que a histeria feminina existe, né? Talvez você tenha algo a ver com isso...
Ela vai pro fundo buscar o mate, balançando uma bunda linda, e os mecânicos empurram o carro pra vala e descem murmurando, de olho na gostosa.
- Aqui está o mate.
- Passa pra cá, tô na vala.
Quando ela chega na borda da vala, a vista pros mecânicos se resume às duas pernas que terminam numa tanga que cobre tão pouco quanto a minissaia, tudo a poucos centímetros dos olhos deles.
- Vem, para de mostrar a buceta.
- Faz tanto tempo que você nem me olha que perdi a vergonha, esqueço que os homens gostam disso. - E continua passando o mate pro mais novo, que é quem sempre se aproxima enquanto o outro trabalha.
- Parece difícil alguém não te olhar, gata... ainda mais com essa roupinha. - O que tá trabalhando.
- Verdade... você tá tão gostosa que é difícil desviar o olhar. - Enquanto fala isso, acaricia os dedos do pé dela.
- Pode ser, mas nem todo mundo me valoriza do mesmo jeito - e abre mais as pernas. - No começo sim... mas faz um tempo que parece que eu entedio ele... será que é o que o médico proibiu, o Viagra?
- Por que você não cala a boca e para de fazer papel de idiota? - Grita o marido.
- Eu faço papel de idiota ou quem tem vergonha é você?
Os mecânicos se olham e fazem gestos claros das intenções deles com a gostosa.
- Chefe - diz o mais velho. - Para de brigar e pisa na embreagem.
Quando o marido entra no carro, tudo se precipita. Ela aproxima um mate da vala, e o mais novo, em vez de pegar, acaricia a panturrilha dela e tira o pau, já bem duro.
- Não consigo pegar o mate, o elástico escapou - diz se masturbando e mostrando a língua.
- Bom... desço e te alcanço.
- Com cuidado... vai sujar a roupa...
Como o marido não ouvia nada, ela desce e se inclina na vala, a gostosa... Ela tá agachada, chupando a rola do mais novo enquanto o outro passa a mão na bunda dela. Quando vê o marido, ela fala:
— Velho, ela desceu sozinha, e se você é otário e não aproveita o que tem em casa, não pode reclamar... então agora você vai ter que ver como a gente come ela toda... fica à vontade.
— Filhos da puta...
— Não se faz de durão que ainda vão te encher de porrada... olha como me comem pra ver se aprende alguma coisa. — Fala a gostosa, que já tem marcas de mãos sujas de graxa por toda a roupa e o corpo todo.
— Nossa, que bunda você tem... como vou te foder!
— Nonononono! Pelo cu não! Tá inteirinho e quero que continue assim.
— Acho que você não tá em posição de escolher... além disso, daqui a pouco vai me pedir aos gritos pra arrebentar você... vamos lá pra cima ficar mais à vontade.

Quando sobem, ela tá sem a regata e com a saia enrolada na cintura... um corpão do caralho... os peitos duros com uns bicos rosados e empinados, a calcinha fio dental tá puxada pro lado e deixa pra fora os lábios de uma buceta toda depilada e de lábios apertados que brilham com a umidade da excitação. As marcas pretas de graxa não deixam dúvida de como apalparam ela toda. Vão pra uma caminhonete e tiram da caçamba uns cobertores e colchonetes que jogam no chão, onde colocam ela de quatro. Um enfia a rola na boca dela e o outro começa a lamber a buceta e o cu dela.

O marido, já totalmente entregue e virado um velho acabado, ficou parado olhando a cena enquanto lágrimas escorrem pelas bochechas enrugadas e pálidas.
Ela tira a rola da boca e, enquanto bate uma pra ele, fala com crueldade:
— Para de chorar... por que você não bate uma punheta... ou nem vendo isso sobe? — Ela zoa.

O cara de trás enfia dois dedos na buceta dela e entra com a língua no cu, isso faz ela gemer e ofegar. Ela mesma esfrega o clitóris e goza com um grito.
O que tava na boca dela vira ela e, sem mais, enfia tudo na buceta dela. Solta um suspiro e geme como uma louca -é, me fode com força. Ele segura ela pelos tornozelos com as pernas esticadas e quando ouve isso, mete e tira com força, sacudindo a gostosa toda, que grita que é assim que ela gosta... que meta até o fundo.
O outro, já pelado, senta em cima dos peitos dela e pega a boca dela, puxando pelo cabelo, e com a pica na boca, não dá pra ouvir o orgasmo frenético da gostosa.
Depois de foder ela assim por um tempo, trocam de lugar, e o que estava fodendo ela aproveita pra terminar de tirar a roupa e, de quebra, zoar o velho...
- E aí... não sobe, hein? Olha só que isso aqui tá fervendo... a puta da sua mulher já gozou umas três ou quatro vezes... não é que você gosta que outros comam ela e fica de otário, né? - O velho treme de raiva.
Assim que fica pelado, se posiciona ao lado dela e bate na buceta dela com a pica. Ela, com a boca livre, grita o quanto adora
- Isso assim... me fode... ahh... quero mais!!! me dá mais!!! é, esfrega meus peitos!!
Colocam ela de quatro de novo
- Já te falei que pelo cu não!!!
- Coloca a pica na boca dela pra ela parar de falar tanta merda...
Ele abre bem os joelhos dela e com a cabeça da pica estimula o clitóris dela até ela arquear as costas em outro orgasmo evidente... sem gritos por causa da outra pica na boca, enfiada quase até o saco, e entre gemidos e ofegos, provocava ânsias nela, mas não impediam ela de gozar.
Devagar, ele vai metendo a pica bem lentamente na buceta, que tá encharcada de lubrificação, e ao fazer tão devagar, ela deseja mais e mais... Quando ela tá prestes a gozar de novo, com um dedo bem molhado de saliva e do fluxo dela, ele começa a relaxar o cu dela, e no meio do gozo dela, ela nem percebe que já tem dois dedos lá dentro e o cu todo soltinho.
- Vou arrebentar teu cu...
- Não!! Você vai me machucar...
- Pode ser... mas no final você vai gostar... Relaxa e aproveita, puta... Se quiser, passo óleo...
- E assim vai doer menos? Porque você vai arrebentar do mesmo jeito, né? - Apesar do que ela diz, É óbvio que só de pensar em levar uma arrombada na frente do marido, ela fica mais excitada que os caras.
O que tava comendo ela de boca levanta, pega um pote de óleo e joga no outro – óleo de motor, claro, porque eles iam estar numa oficina. Ela quer reclamar, mas já tem a pica de novo tampando a boca dela. Sem tirar os dedos, ele derrama óleo, pega a bunda dela que agora desliza macia, coloca um terceiro dedo, mete e tira umas vezes, e aponta com a pica... encosta... empurra... ela tira a pica da boca e abre toda num ahhh sem fim... leva as mãos pra trás e separa as bandas do cu...

– Devagar, por favor... enfia toda se quiser, mas devagar... isso, assim devagar... mexe pra dentro e pra fora até entrar toda... não, não, não! Deixa que eu me mexo... ai... ai... ai... você me enlouquece, filho da puta... arrombou meu cu e eu, toda puta, fico louca... Olha, corno! ... Tão arrombando meu cu... olha... olha, velho corno!

O cara, já com a pica toda enfiada no cu da gostosa, agarra ela pela cintura e começa a meter com tudo, e a gostosa, olhando fixo pro marido, grita pra ele meter mais.

– Vai, puta... goza e me faz gozar que quero encher teu cu de porra!
– Sim... vou gozar... vou gozar pelo cu... filho da puta! Você me faz gozar pelo cu.... AAHHHH!!!!

Depois de empurrar com tudo, o cara esmaga a gostosa, tira ela vazando porra, espalha pelas costas dela, termina se limpando no cabelo e enfiando a pica na boca dela.

– Sai! – Grita o outro, e batendo punheta enche a cara dela de porra, e os dois fazem ela chupar até deixar as picas bem limpinhas.

Eles vestem os macacões de mecânico e ajudam ela a levantar.

– Então, velhinho... leva sua puta... a calcinha fio-dental fica comigo de lembrança...
– Podem ir... o carro já tá pronto... pelo conserto não é nada... a foda são 500 contos.

7 comentários - Cornudo humillado

JAAJAJAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!! EX - CE - LEN - TEEEE!!!!!!!! muy caliente y mejor relatado!!! van 5 puntines
Gracias!!!
Muy bueno!!!!! Me calenté y me clave una japa aca mismo en la oficina. Como quiero leerlo de nuevo lo pongo en mis favoritos y te premio con +5 😳
Me encantó!!!!! Quiero ser ese viejo cornudo y que le hagan todo eso a mi esposa!!!