Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.http://www.youtube.com/watch?v=jlUXIfPt5tkUm sábado ensolarado de primavera, não tinha ninguém pra ficar, todo mundo ocupava o tempo de um jeito ou de outro, e eu, que não queria perder aquela tarde gostosa, decidi começar subindo no terraço pra fumar um baseado.
Comecei com 1/4 de beck e decidi que, por enquanto, só isso já bastava pra mim. Aí comecei a ficar inquieto e resolvi usar meu estado mental pra ir até a praça de Ramos Mejía, lugar por excelência de minas lindas, adolescentes, nem tão adolescentes e trentonas solteiras. Subi no carro e, depois de duas quadras, percebi que tava com pouco combustível, por isso passei no posto. Como não tava inibido de jeito nenhum, resolvi passar no posto um pouco mais caro, mas que, em compensação, é o lugar onde as minas mais gostosas tão. Quando cheguei, e como num filme de Hollywood, ela veio até mim, com o cabelo liso, loiro, a estatura baixa contrastando com uma bunda enorme (acho que uns 96), uns peitos que convidavam a saciar minha angústia oral e uns olhinhos safados bem clarinhos, coroada como sempre por uma boquinha média, mas que não parava de me seduzir.
— Que carga?
— Diesel, completo...
— Por que você raspou a cabeça? E não vem me responder com aquela música, porque não sou nenhuma loira burra.
— Hahaha, não, raspei porque sou careca e fica melhor assim. Mas, e aí, por que você achou que eu ia responder aquilo?
— Você tem cara de malandro.
— Pode ser... E, idiotamente, esbocei um sorriso.
— Ha, assim tá melhor. São 89 pesos.
— Débito?
— Sim, obrigada, pega seu comprovante.
— A caneta, toma. Que seja leve.
— Até mais.
E, por mais estranho que pareça, ela me deu um beijo na bochecha. Eu já tinha começado a subir no carro e, no meu estado, nem liguei, levei na boa e continuei dirigindo. O que ficava ecoando na minha cabeça era por que caralhos ela tinha dito "até mais". Claro, talvez confiante de que, como um bom punheteiro, eu voltaria a abastecer diesel lá uma e outra vez, ou simplesmente eu tava viajando e foi só uma formalidade. Decidi não pensar nisso. Mas.
Desci na praça, peguei minha cuia e comecei a tomar uns amargos quando, por acaso, meti a mão no bolso pra tirar dinheiro pra comprar umas paçocas, encontrei o comprovante da estação e, por magia da vida, um número de celular anotado nele. Dizia: me liga depois das 6, Júlia.
Peguei meu telefone, olhei a hora, e eram 17h, mesmo assim, me debatendo, esperei estoicamente e com a pontualidade que me caracteriza, liguei pra ela.
- Careca?
- Como sabia que era eu?
- Uma mulher sempre sabe quando ganha. Além disso, você sempre pega o mesmo caminho, né? Daqui não dá pra ver, mas da praia a rua é como estar olhando a TV.
- Me pegou, hehe, não devo ser o único punheteiro igual.
- Não, óbvio, onde cê tá?
- Tô na praia de Ramos tomando uns mates, vem?
Não sei de onde tirei a força pra esperar ela um quarto de hora a mais nem como consegui perguntar isso, mas quando menos esperava, ela tava lá, me olhando, e antes de eu dizer "oi", senti os lábios secos dela, mas a língua molhada e quentinha. Entrei no jogo, tomamos uns mates, mas a noite começou a cair; convidei ela pra uma cerveja, que aceitou de boa, mas uma virou duas, três, quatro... Não aguentava mais a sensação, imaginem, ela ali, bebendo comigo, jogando um sinuca, com a calcinha marcadinha e a bundinha minúscula que ela levantava pra alcançar melhor a mesa.
Não aguentei mais, me aproximei, coloquei minhas mãos nas dela e por trás ajudei a puxar, enquanto com meu pau meia-bomba roçava na legging dela. Ela também não aguentou a pressão e, do jeito que tava, me beijou de costas, o que fez a altura se completar e eu chegar um pouco mais, enfiando minha pica na fenda da legging dela.
Sorriu, ficamos abraçados e ali tomamos uma decisão: deslizamos pelo banheiro e, dentro de um box, ela me disse: "Vou te ajudar a descer essa rola..." E com aquela boquinha tão preciosa, começou a chupar a ponta do meu pau, deslizando até embaixo. Os olhos dela cravaram nos meus e nunca mais se desgrudaram. A última coisa que fez foi passar a língua de baixo pra cima e enfiar o pau até o fundo, enquanto tentava controlar o líquido que saía de mim.
— Já desceu, né? Bom, agora vem a parte em que a gente sai e você me leva pro hotel.
— Como quiser, minha princesa.
Chegamos no hotel, a legging dela saiu rapidinho, a camiseta também, e de tanto beijo caímos na cama. Deslizei pra baixo e comecei a chupar os fluidos dela com muita vontade, ela não parava de se contorcer e se agarrar no travesseiro. Senti que ela tava gozando, a pele branca dela começou a ficar rosa forte e a respiração tava presa. Não ia perder o momento mágico de chegar junto com ela, sem parar de chupar e fazendo malabarismo pra colocar a camisinha.
— Não para, careca, por favor!!!
E assim, de uma enfiada, entrou até o fundo... mais, mais ela repetia...
Até que não aguentei mais, o abraço dela deixou marcas nas minhas costas e o beijo que dei nela deixou ela sem fôlego de vez.
Senti uma umidade danada, tava deitado no terraço, minha cueca tava encharcada. Me vesti rápido, a voz do meu amigo vindo lá de baixo era uma ameaça pra integridade da minha seriedade...
— Anda, fumante, desce aí, que vamos tomar umas brejas em Ramos. Você dormiu de novo!!!
Comecei com 1/4 de beck e decidi que, por enquanto, só isso já bastava pra mim. Aí comecei a ficar inquieto e resolvi usar meu estado mental pra ir até a praça de Ramos Mejía, lugar por excelência de minas lindas, adolescentes, nem tão adolescentes e trentonas solteiras. Subi no carro e, depois de duas quadras, percebi que tava com pouco combustível, por isso passei no posto. Como não tava inibido de jeito nenhum, resolvi passar no posto um pouco mais caro, mas que, em compensação, é o lugar onde as minas mais gostosas tão. Quando cheguei, e como num filme de Hollywood, ela veio até mim, com o cabelo liso, loiro, a estatura baixa contrastando com uma bunda enorme (acho que uns 96), uns peitos que convidavam a saciar minha angústia oral e uns olhinhos safados bem clarinhos, coroada como sempre por uma boquinha média, mas que não parava de me seduzir.
— Que carga?
— Diesel, completo...
— Por que você raspou a cabeça? E não vem me responder com aquela música, porque não sou nenhuma loira burra.
— Hahaha, não, raspei porque sou careca e fica melhor assim. Mas, e aí, por que você achou que eu ia responder aquilo?
— Você tem cara de malandro.
— Pode ser... E, idiotamente, esbocei um sorriso.
— Ha, assim tá melhor. São 89 pesos.
— Débito?
— Sim, obrigada, pega seu comprovante.
— A caneta, toma. Que seja leve.
— Até mais.
E, por mais estranho que pareça, ela me deu um beijo na bochecha. Eu já tinha começado a subir no carro e, no meu estado, nem liguei, levei na boa e continuei dirigindo. O que ficava ecoando na minha cabeça era por que caralhos ela tinha dito "até mais". Claro, talvez confiante de que, como um bom punheteiro, eu voltaria a abastecer diesel lá uma e outra vez, ou simplesmente eu tava viajando e foi só uma formalidade. Decidi não pensar nisso. Mas.
Desci na praça, peguei minha cuia e comecei a tomar uns amargos quando, por acaso, meti a mão no bolso pra tirar dinheiro pra comprar umas paçocas, encontrei o comprovante da estação e, por magia da vida, um número de celular anotado nele. Dizia: me liga depois das 6, Júlia.
Peguei meu telefone, olhei a hora, e eram 17h, mesmo assim, me debatendo, esperei estoicamente e com a pontualidade que me caracteriza, liguei pra ela.
- Careca?
- Como sabia que era eu?
- Uma mulher sempre sabe quando ganha. Além disso, você sempre pega o mesmo caminho, né? Daqui não dá pra ver, mas da praia a rua é como estar olhando a TV.
- Me pegou, hehe, não devo ser o único punheteiro igual.
- Não, óbvio, onde cê tá?
- Tô na praia de Ramos tomando uns mates, vem?
Não sei de onde tirei a força pra esperar ela um quarto de hora a mais nem como consegui perguntar isso, mas quando menos esperava, ela tava lá, me olhando, e antes de eu dizer "oi", senti os lábios secos dela, mas a língua molhada e quentinha. Entrei no jogo, tomamos uns mates, mas a noite começou a cair; convidei ela pra uma cerveja, que aceitou de boa, mas uma virou duas, três, quatro... Não aguentava mais a sensação, imaginem, ela ali, bebendo comigo, jogando um sinuca, com a calcinha marcadinha e a bundinha minúscula que ela levantava pra alcançar melhor a mesa.
Não aguentei mais, me aproximei, coloquei minhas mãos nas dela e por trás ajudei a puxar, enquanto com meu pau meia-bomba roçava na legging dela. Ela também não aguentou a pressão e, do jeito que tava, me beijou de costas, o que fez a altura se completar e eu chegar um pouco mais, enfiando minha pica na fenda da legging dela.
Sorriu, ficamos abraçados e ali tomamos uma decisão: deslizamos pelo banheiro e, dentro de um box, ela me disse: "Vou te ajudar a descer essa rola..." E com aquela boquinha tão preciosa, começou a chupar a ponta do meu pau, deslizando até embaixo. Os olhos dela cravaram nos meus e nunca mais se desgrudaram. A última coisa que fez foi passar a língua de baixo pra cima e enfiar o pau até o fundo, enquanto tentava controlar o líquido que saía de mim.— Já desceu, né? Bom, agora vem a parte em que a gente sai e você me leva pro hotel.
— Como quiser, minha princesa.
Chegamos no hotel, a legging dela saiu rapidinho, a camiseta também, e de tanto beijo caímos na cama. Deslizei pra baixo e comecei a chupar os fluidos dela com muita vontade, ela não parava de se contorcer e se agarrar no travesseiro. Senti que ela tava gozando, a pele branca dela começou a ficar rosa forte e a respiração tava presa. Não ia perder o momento mágico de chegar junto com ela, sem parar de chupar e fazendo malabarismo pra colocar a camisinha.— Não para, careca, por favor!!!
E assim, de uma enfiada, entrou até o fundo... mais, mais ela repetia...
Até que não aguentei mais, o abraço dela deixou marcas nas minhas costas e o beijo que dei nela deixou ela sem fôlego de vez.
Senti uma umidade danada, tava deitado no terraço, minha cueca tava encharcada. Me vesti rápido, a voz do meu amigo vindo lá de baixo era uma ameaça pra integridade da minha seriedade...
— Anda, fumante, desce aí, que vamos tomar umas brejas em Ramos. Você dormiu de novo!!!
1 comentários - A camiseta da gostosa