Recém-divorciado, saí pra procurar um apartamento pra me instalar, perto do meu bairro de infância e do escritório. No fim, aluguei um de dois cômodos num prédio de duas torres numa das ruas mais movimentadas. Eles tinham acabado de ficar prontos, nem escritura tinha ainda, então fui o primeiro a me mudar. De noite, eu tava sozinho com outros 17 apartamentos completamente vazios.
A construtora colocou um administrador pra cuidar do condomínio que tava se formando, até que todos os apartamentos fossem vendidos e entregues. O tempo passou, e como eu era o único morando ali, me dava ao luxo de fazer festas. Conhecia cada apartamento, cada cantinho, usei o banheiro de todos pelo menos uma vez…
Num sábado de manhã, quando acordei, senti que tinha alguém no corredor. A porta não tem olho mágico, então espiei pelo buraco da fechadura. A primeira coisa que vi foi uma legging preta marcando uma bunda muito bem desenhada, se mexendo no ritmo de uma vassoura… Como parecia ser uma gostosa, abri a porta de uma vez.-aaayyy mas que susto!(Disse a gostosa com um sotaque totalmente paraguaio)—não é pra tanto, tão feio assim eu não sou! Sou tatatata, moro aqui, e você quem é?
—sou a faxineira, o síndico me mandou pra limpar
—e qual é o seu nome?
—tatata
—e quando você vai vir?
—quartas e sábados de manhã pra limpar
—bom, aqui não tem muito movimento como você pode ver, então não vai ter muita bagunça…
—tomara!A paraguaia me pareceu a princípio atraente, magrinha, com uns peitos não muito grandes mas bem bonitinhos, uma cintura linda, lábios finos, o cabelo era castanho escuro cacheado, não crespo, cacheado mas daquele que dá pra deixar comprido. Depois dessa introdução ela continuou limpando, e eu voltei pro apê, mais tarde tinha que sair e fui buscar o carro na garagem e pra isso tinha que atravessar a outra torre, completamente vazia e ela me disse—Aqui também não mora ninguém.
—Epa! Igual eu!?
—Bom, desculpa aí, senhor.
—Não é pra tanto, me chama de tatatata e pronto… se aqui não mora ninguém além de mim, então a gente tá sozinho, tem lugar de sobra pra brincar… de esconde-esconde…(A última parte eu falei com uma pausa e num tom de cúmplice)
Ela ficou vermelha e olhou na hora pro chão, e nunca mais levantou o olhar até eu ir embora, só disse…-ah, bom, era só pra saber mesmo, tô seguindo na minha…(E foi para um quartinho onde guardavam os materiais de limpeza.)
Por dentro eu tava morrendo de rir, pra deixar ela mais sem graça falei "tchau, gostosa", entrei no carro e fui embora.
Quarta-feira, por causa do trampo, eu nunca tava em casa, então só esbarrava nela nos sábados. Um desses dias em que eu tava sozinho no prédio, fiquei preso no elevador e tive que chamar o cara que conserta pra vir me tirar de lá. Depois de passar um tempão lá dentro, quando saí pedi pro cara que veio arrumar que me explicasse o que fazer num caso parecido, não dava pra ficar ligando pras 4 da manhã pra ele vir me "resgatar", e o mano me ensinou que, se a luz não tivesse cortada, dava pra acionar o elevador manualmente tirando a tampa que cobria as luzes, e também me deu uma chave mestra pra abrir as portas quando o elevador tivesse fechado, claro que ao abrir a porta o sistema para de funcionar...
Eu continuava espiando minha "empregadinha" todo sábado, e a gente se divertia, eu soltava um elogio, ela fazia de conta que não ouvia, não era nada pesado nem exagerado, era mais uma questão de matar a solidão do que outra coisa. Um dia dei um chocolate que tinha no carro pra ela, e ela me deu um beijo de agradecimento, eu aproveitei e abracei ela. Devo dizer que não sou muito grandalhão, mas tenho 1,82 e com meus braços consegui apertar ela bem contra meu corpo, e assim senti os peitos dela pressionados contra mim, e nossas pélvis ficaram frente a frente, e embora eu não tivesse uma ereção nem nada, senti como elas se tocaram, e pelo jeito que os olhos dela se arregalaram de susto/timidez, ela também sentiu...
A gente foi se soltando, e assim ela me contou sobre a vida dela, entre outras coisas que tava sozinha aqui, que a família era pobre e blá blá blá... que veio pra Argentina, que poderia ter sido uma puta, mas que não podia por respeito ao pai e blá blá blá...
Eu, já mais por uma questão de fetiche do que outra coisa, tava cada dia mais tesudo e queria comer ela, então um dia convidei ela pra tomar algo gelado no apê. Aproveitando que tava calor, a gente sentou na bancada que separava a sala da cozinha e enquanto tomava alguma coisa, apoiei minha mão na cintura dela por trás pra ver o que rolava… nada, então deixei ela ali e fui me aproximando devagar. Quando ela percebeu, pulou do banco e falou “tenho que ir”. Chegou até a porta, mas não abriu, então cheguei por trás e, enquanto ela abria a porta, encostei nela de leve. Aquele bum parado, enfiado numa legging vermelha furiosa que separava as bandas dela e não dava sinal nenhum de fio dental, me deixava louco…
Resolvi fazer uma brincadeira com ela, e enquanto o elevador descia, abri a porta e o motor parou. Fiquei com ela uns 15 minutos esperando e gritando, depois desci “correndo” pra resgatá-la…
Depois disso, ela ficou com medo de subir sozinha, então pedia pra subir comigo. Um desses dias, quando ela veio com uma legging branca que marcava um fio dental branco também, que ficava lindo nela, enquanto a gente subia até o 5º andar, no 3 e meio apertei o botão de emergência que, como imaginei, ela não conhecia. Então ficamos os dois presos… Depois de uns momentos de “angústia” pelo confinamento, cheguei perto e abracei ela pra “acalmar”. O espaço que a gente tinha era mais ou menos 1 metro e meio de comprimento por 1 metro e meio de largura, era bem pouco, então a gente tava bem colado. Eu acariciava as costas dela enquanto ela apoiava a cabeça no meu ombro. Meus olhos se fixaram no espelho que mostrava aquela bunda paraguaia gostosa e a tesão bateu forte. Além disso, eu tinha a fantasia de foder no elevador há muito tempo…
Devagar, levantei o rosto dela, olhei bem nos olhos, e com muita firmeza e carinho, falei:—Fica tranquila, nessa a gente tá junto e eu vou cuidar de você (me fazendo de galã).
—Tô com medo.
—Fica calma (enquanto acariciava o cabelo dela).
—Quanto tempo eles vão demorar pra chegar?
—Não sei, mas a gente tá junto…
—É, obrigada.(e ela relaxou um pouco)
Aproveitando a situação, beijei ela com carinho, um selinho suave pra ver se ela embarcava ou não… e pra minha surpresa, ela arrancou feito uma louca! Começou a me beijar com uma pegada violenta, enquanto eu abraçava ela forte e aproveitava pra ir descendo minhas mãos devagar pelo corpo dela. Primeiro, parei nos peitos dela, que ocupavam quase toda a palma das minhas mãos, mas eram bem firmes. Ela tava usando um top daqueles que as minas usam pra malhar, de tecido colado, e quando os bicos ficaram duros, deu pra sentir tudo. Eu massageava eles com todo cuidado por cima da roupa. A boca dela desceu e começou a beijar meu pescoço, quase como se fosse deixar um chupão, e ela desabotoou os primeiros botões da minha camisa com as mãos, enquanto acariciava meu peito. Aproveitando o movimento, tirei a regata branca que ela usava bem justinha no corpo. Minha camisa também foi pro chão. Agora eu massageava os peitos dela por cima do top, até que ela mesma deslizou as alças pelos ombros e deixou cair no chão. Ela tinha sardas no peito — foi a última coisa que vi antes de mergulhar de cabeça pra chupar aqueles peitos. Com muita paixão e força, eu mordia, beijava e chupava sem parar. Minhas mãos desceram e pararam na bunda dela, que estufava aquela legging que ela tava usando. Sinceramente, tenho que confessar que, no tato, achei uma raba espetacular: duríssima e bem redondinha, um sonho. Com as mãos, ela tirou o elástico do cabelo e soltou os cachos loucos que caíam pelas costas nuas dela… Meu pau tava em chamas, mas ela não tocava nele. Cruzei uma das minhas pernas e apoiei a perna dela (sim, igual um cachorrinho! Hehe). Os peitos dela são uma delícia, e quanto mais eu chupava, mais ela se agitava — dava pra sentir a respiração dela ofegante. Não tinha dúvida: eu tinha que foder ela agora! Deslizei minha mão direita e, por cima da legging, toquei a buceta dela. Encontrei um tecido já todo ensopado. A gatinha tava super quente e melada. Sem esperar muito, puxei a legging e a calcinha dela pelos lados. que ficaram na altura dos joelhos e eu a virei, aquela bunda me olhava e queria pica, disso não tinha dúvida, mas primeiro mergulhei minha cara na buceta dela e dei uma chupada inesquecível, estar ali era super excitante e eu tava louco, mordia os lábios dela, brincava com o clitóris, enfiava a língua, os sucos vaginais dela saíam "aos litros" misturados com minha saliva, de cima comecei a sentir um gemido típico do "jah jah jah ah ah jah" bem baixinho, como se ela estivesse se segurando, eu pedi-não se segura, se liberta, goza, me fala que tu gosta!Depois de alguns segundos daquela respiração ofegante silenciosa, eu ouvi-siii!! Adoro!! Como você chupa minha buceta!! Isso!!! Essa língua safada!!!(tudo nesse tom de paraguaia guerreira)- Você gosta muito?
- Sim
- Tô de olho em você faz tempo…
- Eu sei…
- Bom, agora vou te fazer minha
- Para, ainda não…Se virei com toda rapidez e ela me comeu a boca, "que gostosa" disse ela me olhando nos olhos, enquanto com as mãos me tirava primeiro o cinto e depois os botões da calça que caiu nos meus tornozelos, eu fiquei de cueca e ela me apalpava o volume enquanto me beijava o peito, continuou assim até se agachar, lentamente abaixou minha cueca "ah olha só a arma do patrãozinho" ela me disse... e com essa frase me comeu as duas cabeças, claro, uma literalmente.
Devo confessar que pela minha vida de gato, já estive com algumas paraguaias e conhecia a força delas na hora de chupar, mas juro que essa garota supera qualquer uma, como uma desenfreada começou a chupar minha rola, as bolas, enquanto cravava as unhas nas minhas pernas, e fazendo o típico barulhinho da chupada "chuick" me dizia "ai que gostoso!! Que delíciaaaa" e continuava sem parar chupando. Cheguei a pensar que gozava naquele momento, mas não queria perder a chance de comê-la, agarrei ela pelos cabelos com força mas com carinho e disse-para, tu vai me fazer gozar
-e daí? goza logo, eu já gozei faz tempoPorra, tava mó tesão.—Você acha que eu vou gozar num boquete antes de te comer???
—Bom, e o que você tá esperando pra me comer?Filha da puta! Peguei ela pelos braços pra levantar, girei 180 graus, apoiei minha rola na bunda dela, senti o buraquinho anal bem fechadinho, ela se apoiou numa das laterais.-Não! Por aí não, hein! Nem pense nisso!
-Haha, cê gosta sim… eu sei que cê gosta…
-Casa comigo e eu te dou
-Hahahaha, cê tá muito doida, primeiro vamos pelo começo entãoColoquei minhas mãos na cintura dela e inclinei ela um pouco, bem de leve apoiei a cabeça da minha pica na buceta dela que continuava toda molhadinha, era um prazer brincar por fora, sentia aquele arrepio tão indescritível, esfregava por fora segurando os peitos dela, beijando as costas que estavam suadas, com aquele tom moreno misturado com o vermelho da pele quente, a todo vapor… Dei uma breve pausa, me afastei uns centímetros, com a mão direita direcionei minha pica e enfiei de uma vez até a metade, ela jogou o pescoço pra trás e soltou um gemido curto, mas intenso.- Buceta, sabe quanto tempo faz que não me comem?
- Não sei quanto tempo, mas dessa você não esquece mais…
- Depende mais de você do que de mim.Com uma força bestial terminei de entrar nela, e comecei um breve movimento pélvico pra acomodar tudo, sentia a buceta apertada dela deslizando pelo comprimento do meu pau enquanto entrava e quase saía,-ai, adoro… me come mais
-sabia que você ia gostar, quer mais forte?
-sim, dá? Ou é pedir demais?
-tá me tirando…
-ué, não sei, os argentinos são meio molengas…Praticamente como um leão crava as garras na presa, cravei meus dedos na cintura dela, com toda a força que eu tinha naquele momento. E comecei um vai e vem furioso, com violência, com muita vontade de rasgar aquela buceta em mil pedaços, de fazê-la sentir até depois de amanhã. Apertei os dentes, fechei os olhos e metia até não aguentar mais. Paraguaia safada tinha que comer carne argentina, mais e mais.—Agora sim você parece um homem.
—Cala a boca e se mexe, puta!Já meio irritado com o desafio constante que ela me impunha…
O elevador balançava como se fosse um terremoto, eu olhava a imagem no espelho e não conseguia acreditar, ver aquela gostosa dobrada em “L” deitada e eu por trás metendo sem parar…
Ela percebeu que eu tava meio “puto” com a pressa que ela me deu, que imaginei ser o jeito dela de me excitar, então a partir daí não me desafiou mais, mas começou a gritar que nem uma louca, os gritos ecoavam na caixa de metal e eu não fiquei atrás, se ela gritava eu comecei a gritar também, a gente falava um monte de putaria (como diria minha avó)… de repente, as pernas dela tremiam e não era por causa do vai e vem, senti ela apertar a buceta e meio que torcer o pescoço pra me olhar, “me beija” ela disse e enquanto eu beijava ela, por trás com o pescoço virado, “me dá, me dá” ela falava enquanto a gente se comia de boca, “buceta, vou gozar, me dá mais forte”, juro pra vocês, eu já não aguentava mais, nem tentei, segui como dava, e ela na expiração gemeu o orgasmo dela de um jeito muito excitante, do meu lado, nem fodendo que eu ia gozar dentro, então tirei meu pau da buceta dela, ela sem se virar nem se endireitar me bateu uma forte e batia a cabeça do meu pau contra as nádegas dela, e foi aí que gozei em cima de uma das bandas da bunda bem durona que ela tem, ela virou e a gente se beijou de novo mais carinhosamente, beijei os peitos dela pela última vez, e comecei a arrumar minha roupa e ela também, sem que ela percebesse, apertei o botão de novo, e continuamos subindo…- acho que alguém queria me comer e cagou no elevador…(Me disse)-Que nada, esse treco de merda…
-Tomara, mas se você queria me comer não precisava disso… é só falar e pronto…
-Hahahaha, claro, é só eu falar: vem, sobe no meu apê e vamos foder, e você vinha na hora… vai nessa…(com tom cético)-Não tão fácil eu ia te dar, mas também não fui tão difícil, né?
-É verdade… bom, vou descer…
-Vai me deixar aqui sozinha?
-Eeeehhh(que cagada enorme, pensei)—Você não tem que terminar?
—Já gozei… Vamo tomar um negócio?
—Beleza, então vem…Assim que entramos no apê, depois de uns copinhos de vinho, comi ela na cama e depois no chuveiro… quando tava indo embora, ela me pediu pra contratar ela pra limpar meu apê… falei que não.
Nunca mais peguei ela… porque vocês sabem tão bem quanto eu que esse tipo de história termina mal se não cortar na hora.
Abraços
A construtora colocou um administrador pra cuidar do condomínio que tava se formando, até que todos os apartamentos fossem vendidos e entregues. O tempo passou, e como eu era o único morando ali, me dava ao luxo de fazer festas. Conhecia cada apartamento, cada cantinho, usei o banheiro de todos pelo menos uma vez…
Num sábado de manhã, quando acordei, senti que tinha alguém no corredor. A porta não tem olho mágico, então espiei pelo buraco da fechadura. A primeira coisa que vi foi uma legging preta marcando uma bunda muito bem desenhada, se mexendo no ritmo de uma vassoura… Como parecia ser uma gostosa, abri a porta de uma vez.-aaayyy mas que susto!(Disse a gostosa com um sotaque totalmente paraguaio)—não é pra tanto, tão feio assim eu não sou! Sou tatatata, moro aqui, e você quem é?
—sou a faxineira, o síndico me mandou pra limpar
—e qual é o seu nome?
—tatata
—e quando você vai vir?
—quartas e sábados de manhã pra limpar
—bom, aqui não tem muito movimento como você pode ver, então não vai ter muita bagunça…
—tomara!A paraguaia me pareceu a princípio atraente, magrinha, com uns peitos não muito grandes mas bem bonitinhos, uma cintura linda, lábios finos, o cabelo era castanho escuro cacheado, não crespo, cacheado mas daquele que dá pra deixar comprido. Depois dessa introdução ela continuou limpando, e eu voltei pro apê, mais tarde tinha que sair e fui buscar o carro na garagem e pra isso tinha que atravessar a outra torre, completamente vazia e ela me disse—Aqui também não mora ninguém.
—Epa! Igual eu!?
—Bom, desculpa aí, senhor.
—Não é pra tanto, me chama de tatatata e pronto… se aqui não mora ninguém além de mim, então a gente tá sozinho, tem lugar de sobra pra brincar… de esconde-esconde…(A última parte eu falei com uma pausa e num tom de cúmplice)
Ela ficou vermelha e olhou na hora pro chão, e nunca mais levantou o olhar até eu ir embora, só disse…-ah, bom, era só pra saber mesmo, tô seguindo na minha…(E foi para um quartinho onde guardavam os materiais de limpeza.)
Por dentro eu tava morrendo de rir, pra deixar ela mais sem graça falei "tchau, gostosa", entrei no carro e fui embora.
Quarta-feira, por causa do trampo, eu nunca tava em casa, então só esbarrava nela nos sábados. Um desses dias em que eu tava sozinho no prédio, fiquei preso no elevador e tive que chamar o cara que conserta pra vir me tirar de lá. Depois de passar um tempão lá dentro, quando saí pedi pro cara que veio arrumar que me explicasse o que fazer num caso parecido, não dava pra ficar ligando pras 4 da manhã pra ele vir me "resgatar", e o mano me ensinou que, se a luz não tivesse cortada, dava pra acionar o elevador manualmente tirando a tampa que cobria as luzes, e também me deu uma chave mestra pra abrir as portas quando o elevador tivesse fechado, claro que ao abrir a porta o sistema para de funcionar...
Eu continuava espiando minha "empregadinha" todo sábado, e a gente se divertia, eu soltava um elogio, ela fazia de conta que não ouvia, não era nada pesado nem exagerado, era mais uma questão de matar a solidão do que outra coisa. Um dia dei um chocolate que tinha no carro pra ela, e ela me deu um beijo de agradecimento, eu aproveitei e abracei ela. Devo dizer que não sou muito grandalhão, mas tenho 1,82 e com meus braços consegui apertar ela bem contra meu corpo, e assim senti os peitos dela pressionados contra mim, e nossas pélvis ficaram frente a frente, e embora eu não tivesse uma ereção nem nada, senti como elas se tocaram, e pelo jeito que os olhos dela se arregalaram de susto/timidez, ela também sentiu...
A gente foi se soltando, e assim ela me contou sobre a vida dela, entre outras coisas que tava sozinha aqui, que a família era pobre e blá blá blá... que veio pra Argentina, que poderia ter sido uma puta, mas que não podia por respeito ao pai e blá blá blá...
Eu, já mais por uma questão de fetiche do que outra coisa, tava cada dia mais tesudo e queria comer ela, então um dia convidei ela pra tomar algo gelado no apê. Aproveitando que tava calor, a gente sentou na bancada que separava a sala da cozinha e enquanto tomava alguma coisa, apoiei minha mão na cintura dela por trás pra ver o que rolava… nada, então deixei ela ali e fui me aproximando devagar. Quando ela percebeu, pulou do banco e falou “tenho que ir”. Chegou até a porta, mas não abriu, então cheguei por trás e, enquanto ela abria a porta, encostei nela de leve. Aquele bum parado, enfiado numa legging vermelha furiosa que separava as bandas dela e não dava sinal nenhum de fio dental, me deixava louco…
Resolvi fazer uma brincadeira com ela, e enquanto o elevador descia, abri a porta e o motor parou. Fiquei com ela uns 15 minutos esperando e gritando, depois desci “correndo” pra resgatá-la…
Depois disso, ela ficou com medo de subir sozinha, então pedia pra subir comigo. Um desses dias, quando ela veio com uma legging branca que marcava um fio dental branco também, que ficava lindo nela, enquanto a gente subia até o 5º andar, no 3 e meio apertei o botão de emergência que, como imaginei, ela não conhecia. Então ficamos os dois presos… Depois de uns momentos de “angústia” pelo confinamento, cheguei perto e abracei ela pra “acalmar”. O espaço que a gente tinha era mais ou menos 1 metro e meio de comprimento por 1 metro e meio de largura, era bem pouco, então a gente tava bem colado. Eu acariciava as costas dela enquanto ela apoiava a cabeça no meu ombro. Meus olhos se fixaram no espelho que mostrava aquela bunda paraguaia gostosa e a tesão bateu forte. Além disso, eu tinha a fantasia de foder no elevador há muito tempo…
Devagar, levantei o rosto dela, olhei bem nos olhos, e com muita firmeza e carinho, falei:—Fica tranquila, nessa a gente tá junto e eu vou cuidar de você (me fazendo de galã).
—Tô com medo.
—Fica calma (enquanto acariciava o cabelo dela).
—Quanto tempo eles vão demorar pra chegar?
—Não sei, mas a gente tá junto…
—É, obrigada.(e ela relaxou um pouco)
Aproveitando a situação, beijei ela com carinho, um selinho suave pra ver se ela embarcava ou não… e pra minha surpresa, ela arrancou feito uma louca! Começou a me beijar com uma pegada violenta, enquanto eu abraçava ela forte e aproveitava pra ir descendo minhas mãos devagar pelo corpo dela. Primeiro, parei nos peitos dela, que ocupavam quase toda a palma das minhas mãos, mas eram bem firmes. Ela tava usando um top daqueles que as minas usam pra malhar, de tecido colado, e quando os bicos ficaram duros, deu pra sentir tudo. Eu massageava eles com todo cuidado por cima da roupa. A boca dela desceu e começou a beijar meu pescoço, quase como se fosse deixar um chupão, e ela desabotoou os primeiros botões da minha camisa com as mãos, enquanto acariciava meu peito. Aproveitando o movimento, tirei a regata branca que ela usava bem justinha no corpo. Minha camisa também foi pro chão. Agora eu massageava os peitos dela por cima do top, até que ela mesma deslizou as alças pelos ombros e deixou cair no chão. Ela tinha sardas no peito — foi a última coisa que vi antes de mergulhar de cabeça pra chupar aqueles peitos. Com muita paixão e força, eu mordia, beijava e chupava sem parar. Minhas mãos desceram e pararam na bunda dela, que estufava aquela legging que ela tava usando. Sinceramente, tenho que confessar que, no tato, achei uma raba espetacular: duríssima e bem redondinha, um sonho. Com as mãos, ela tirou o elástico do cabelo e soltou os cachos loucos que caíam pelas costas nuas dela… Meu pau tava em chamas, mas ela não tocava nele. Cruzei uma das minhas pernas e apoiei a perna dela (sim, igual um cachorrinho! Hehe). Os peitos dela são uma delícia, e quanto mais eu chupava, mais ela se agitava — dava pra sentir a respiração dela ofegante. Não tinha dúvida: eu tinha que foder ela agora! Deslizei minha mão direita e, por cima da legging, toquei a buceta dela. Encontrei um tecido já todo ensopado. A gatinha tava super quente e melada. Sem esperar muito, puxei a legging e a calcinha dela pelos lados. que ficaram na altura dos joelhos e eu a virei, aquela bunda me olhava e queria pica, disso não tinha dúvida, mas primeiro mergulhei minha cara na buceta dela e dei uma chupada inesquecível, estar ali era super excitante e eu tava louco, mordia os lábios dela, brincava com o clitóris, enfiava a língua, os sucos vaginais dela saíam "aos litros" misturados com minha saliva, de cima comecei a sentir um gemido típico do "jah jah jah ah ah jah" bem baixinho, como se ela estivesse se segurando, eu pedi-não se segura, se liberta, goza, me fala que tu gosta!Depois de alguns segundos daquela respiração ofegante silenciosa, eu ouvi-siii!! Adoro!! Como você chupa minha buceta!! Isso!!! Essa língua safada!!!(tudo nesse tom de paraguaia guerreira)- Você gosta muito?
- Sim
- Tô de olho em você faz tempo…
- Eu sei…
- Bom, agora vou te fazer minha
- Para, ainda não…Se virei com toda rapidez e ela me comeu a boca, "que gostosa" disse ela me olhando nos olhos, enquanto com as mãos me tirava primeiro o cinto e depois os botões da calça que caiu nos meus tornozelos, eu fiquei de cueca e ela me apalpava o volume enquanto me beijava o peito, continuou assim até se agachar, lentamente abaixou minha cueca "ah olha só a arma do patrãozinho" ela me disse... e com essa frase me comeu as duas cabeças, claro, uma literalmente.
Devo confessar que pela minha vida de gato, já estive com algumas paraguaias e conhecia a força delas na hora de chupar, mas juro que essa garota supera qualquer uma, como uma desenfreada começou a chupar minha rola, as bolas, enquanto cravava as unhas nas minhas pernas, e fazendo o típico barulhinho da chupada "chuick" me dizia "ai que gostoso!! Que delíciaaaa" e continuava sem parar chupando. Cheguei a pensar que gozava naquele momento, mas não queria perder a chance de comê-la, agarrei ela pelos cabelos com força mas com carinho e disse-para, tu vai me fazer gozar
-e daí? goza logo, eu já gozei faz tempoPorra, tava mó tesão.—Você acha que eu vou gozar num boquete antes de te comer???
—Bom, e o que você tá esperando pra me comer?Filha da puta! Peguei ela pelos braços pra levantar, girei 180 graus, apoiei minha rola na bunda dela, senti o buraquinho anal bem fechadinho, ela se apoiou numa das laterais.-Não! Por aí não, hein! Nem pense nisso!
-Haha, cê gosta sim… eu sei que cê gosta…
-Casa comigo e eu te dou
-Hahahaha, cê tá muito doida, primeiro vamos pelo começo entãoColoquei minhas mãos na cintura dela e inclinei ela um pouco, bem de leve apoiei a cabeça da minha pica na buceta dela que continuava toda molhadinha, era um prazer brincar por fora, sentia aquele arrepio tão indescritível, esfregava por fora segurando os peitos dela, beijando as costas que estavam suadas, com aquele tom moreno misturado com o vermelho da pele quente, a todo vapor… Dei uma breve pausa, me afastei uns centímetros, com a mão direita direcionei minha pica e enfiei de uma vez até a metade, ela jogou o pescoço pra trás e soltou um gemido curto, mas intenso.- Buceta, sabe quanto tempo faz que não me comem?
- Não sei quanto tempo, mas dessa você não esquece mais…
- Depende mais de você do que de mim.Com uma força bestial terminei de entrar nela, e comecei um breve movimento pélvico pra acomodar tudo, sentia a buceta apertada dela deslizando pelo comprimento do meu pau enquanto entrava e quase saía,-ai, adoro… me come mais
-sabia que você ia gostar, quer mais forte?
-sim, dá? Ou é pedir demais?
-tá me tirando…
-ué, não sei, os argentinos são meio molengas…Praticamente como um leão crava as garras na presa, cravei meus dedos na cintura dela, com toda a força que eu tinha naquele momento. E comecei um vai e vem furioso, com violência, com muita vontade de rasgar aquela buceta em mil pedaços, de fazê-la sentir até depois de amanhã. Apertei os dentes, fechei os olhos e metia até não aguentar mais. Paraguaia safada tinha que comer carne argentina, mais e mais.—Agora sim você parece um homem.
—Cala a boca e se mexe, puta!Já meio irritado com o desafio constante que ela me impunha…
O elevador balançava como se fosse um terremoto, eu olhava a imagem no espelho e não conseguia acreditar, ver aquela gostosa dobrada em “L” deitada e eu por trás metendo sem parar…
Ela percebeu que eu tava meio “puto” com a pressa que ela me deu, que imaginei ser o jeito dela de me excitar, então a partir daí não me desafiou mais, mas começou a gritar que nem uma louca, os gritos ecoavam na caixa de metal e eu não fiquei atrás, se ela gritava eu comecei a gritar também, a gente falava um monte de putaria (como diria minha avó)… de repente, as pernas dela tremiam e não era por causa do vai e vem, senti ela apertar a buceta e meio que torcer o pescoço pra me olhar, “me beija” ela disse e enquanto eu beijava ela, por trás com o pescoço virado, “me dá, me dá” ela falava enquanto a gente se comia de boca, “buceta, vou gozar, me dá mais forte”, juro pra vocês, eu já não aguentava mais, nem tentei, segui como dava, e ela na expiração gemeu o orgasmo dela de um jeito muito excitante, do meu lado, nem fodendo que eu ia gozar dentro, então tirei meu pau da buceta dela, ela sem se virar nem se endireitar me bateu uma forte e batia a cabeça do meu pau contra as nádegas dela, e foi aí que gozei em cima de uma das bandas da bunda bem durona que ela tem, ela virou e a gente se beijou de novo mais carinhosamente, beijei os peitos dela pela última vez, e comecei a arrumar minha roupa e ela também, sem que ela percebesse, apertei o botão de novo, e continuamos subindo…- acho que alguém queria me comer e cagou no elevador…(Me disse)-Que nada, esse treco de merda…
-Tomara, mas se você queria me comer não precisava disso… é só falar e pronto…
-Hahahaha, claro, é só eu falar: vem, sobe no meu apê e vamos foder, e você vinha na hora… vai nessa…(com tom cético)-Não tão fácil eu ia te dar, mas também não fui tão difícil, né?
-É verdade… bom, vou descer…
-Vai me deixar aqui sozinha?
-Eeeehhh(que cagada enorme, pensei)—Você não tem que terminar?
—Já gozei… Vamo tomar um negócio?
—Beleza, então vem…Assim que entramos no apê, depois de uns copinhos de vinho, comi ela na cama e depois no chuveiro… quando tava indo embora, ela me pediu pra contratar ela pra limpar meu apê… falei que não.
Nunca mais peguei ela… porque vocês sabem tão bem quanto eu que esse tipo de história termina mal se não cortar na hora.
Abraços
2 comentários - A Gostosa da Limpeza