Exame médico do trabalho (parte 1)

Esta é uma história que encontrei na web. É uma das melhores que já achei sobre dominação médica feminina, minha situação fetiche. Fiz só algumas adaptações, mas tentei respeitar o original o máximo possível. Aqui está:

Eram 4 da tarde, e apesar da preguiça e do torpor da hora da soneca, ele teve que tomar banho rápido, se vestir e sair correndo com as chaves do carro na mão.
Às 5 e meia ele tinha consulta com o médico para um check-up de rotina por ordem da empresa onde trabalhava, e o único horário relativamente livre que o Doutor tinha era naquele dia naquela hora.
Embora tenha saído com tempo de casa, ele pegou o engarrafamento na saída das escolas e imaginou como estaria o consultório quando finalmente conseguisse chegar: cheio de crianças gripadas esperando a vez para conseguir um atestado e faltar às aulas na sexta-feira para que os pais pudessem sair mais cedo para a estrada e aproveitar um pouco mais o fim de semana.
Não é que ele não gostasse de crianças, é que no geral elas o irritavam. E nem vamos falar da sala de espera do médico, onde nem ele mesmo sabia quem estava mais nervoso: se as crianças com medo de levar alguma vacina surpresa ou ele.
Como suspeitava, ele chegou 10 minutos atrasado e a sala de espera já era o pátio de uma creche, com crianças brincando, gritando e pulando por todo lado (que pesadelo). Ele se aproximou da recepcionista para avisar que já tinha chegado, e se deparou com uma garota jovem de uns 22 ou 23 anos, gostosa com o cabelo loiro preso e os olhos claros; ela estava muito certinha com seu jaleco branco tipo jaqueta com um zíper que subia até o ponto de sugerir um par firme de peitos e terminava numa gola estilo militar. Felizmente a recepcionista respondeu com um sorriso natural e agradável que estavam esperando por ele, e que ele seria o próximo a entrar.
Então ele se sentou entre uma menina com gastroenterite e um menino hiperativo... Que combinação.
Quando ele tava pensando em pegar o celular pra jogar alguma coisa enquanto esperava, quando ouviu uma voz feminina no alto-falante chamando o nome dele: "Oscar Aranda, por favor, dirija-se ao Consultório 315".
Oscar levantou e foi pra sala 315, a de sempre. Bateu na porta com três batidinhas discretas e uma voz feminina respondeu: "Pode entrar".
Quando entrou, viu a recepcionista de pé, entregando uma pasta pra uma mina que ele nunca tinha visto na vida. Alta, imponente pra caralho, uns 30 ou 35 anos, cabelo castanho preso na nuca tipo rabo de cavalo, e uns olhos verdes penetrantes atrás de um óculos de armação bem fina. Tava vestida com um jaleco branco que batia na altura do joelho e destacava o corpo gostoso dela, meia branca nas pernas longas e tamancos brancos que ainda mais realçavam a altura. Ele deduziu que devia ser uma enfermeira nova até ler bordado no bolso do jaleco: "Dra. Ana Nolan".
A doutora estendeu a mão e Oscar não teve escolha senão apertar, aceitando de vez que talvez a novinha fosse a substituta do médico dele de sempre.
Sentando os dois, começaram a conversa típica:
— Beleza, Oscar, pelo que vejo, cê veio pra revisão, né?
— Sim, pro trabalho, nada grave, espero...
— Cê tá se sentindo bem? Ficou de boa o ano todo, né? Vi que só teve uma falta uns dias atrás e foi curta.
— Não foi nada, amigdalite, como sempre, com a mudança de tempo...
— Beleza, Oscar, quero que cê vá atrás do biombo e tire a roupa pra mim, ok? Pode ficar de cueca.
Oscar foi pro espaço indicado e começou a tirar a roupa enquanto ouvia os barulhos típicos dos instrumentos sendo preparados pra revisão. Quando ficou pronto, saiu e seguiu as ordens da Dra. Nolan, que era sentar na maca e relaxar.
Claro que não ia ficar nervoso por uma revisão de rotina: ouvido, vista, pressão sanguínea, etc. embora sempre fique a suspeita.
A Dra. Nolan começou medindo a pressão dele.
— Quantos anos você tem, Oscar?
— 44
— Não vai se importar se eu te tratar por "você", né? Te acho tão jovem...
Quando ele ia responder, a doutora fez sinal pra ele calar a boca pra poder ouvir melhor e medir a pressão com precisão.
— Bom, isso tá muito bom, 11 por 6. Espero que você não se importe, hoje me deixaram sozinha porque com essa bagunça toda de vacinação, as enfermeiras não dão conta. Tenho que ir fazendo as anotações eu mesma.
— Não, tá tudo bem... se a gente tá todo mundo até o pescoço de trabalho.
— Pois é, né? Bom, Oscar, agora vou ver como andam seus pulmões. Vamos ver se consigo esquentar um pouco o estetoscópio antes de encostar em você. He he he.
Oscar respondeu com um sorriso. Pelo que parecia, ele tinha caído no dia de sorte da revisão médica agradável e até agora não tinha nada a temer.
A doutora começou a auscultar o Oscar.
— Respira fundo... Solta o ar devagar... Respira de novo... solta...
Tudo ia fenomenal, mas...
— Uai, Oscar, quanto tempo faz das amígdalas que você me falou antes?
— Umas duas semanas, por quê?
— Tô notando um barulhinho nos seus brônquios, hein? O que você tomou pra se curar?
— O de sempre, Amoxicilina. O que acontece é que sempre dá a mesma coisa, quando me sinto melhor, paro e fico assim o inverno inteiro com catarro.
— Vou ter que te dar uma bronca como se fosse criança, é?
Oscar se sentiu meio desconfortável depois desse comentário, mas imaginou que ela ia receitar outra caixa de antibióticos e pronto.
— Você se sente cansado, com febre...?
— Não, nada fora do normal.
— Bom, já que você tá aqui, vamos ver como você está. Vamos lá, deita de barriga pra baixo na maca.
Oscar obedeceu na hora sem saber muito bem pra que tinha que ficar deitado, mas não esperava nada de ruim. No entanto, de repente ele sentiu a Dra. Nolan baixar a cueca dele até debaixo das nádegas e começou a suspeitar que não podia ser nada bom: estar numa maca com a bunda de fora O ar não lhe trazia boas lembranças.
—Vou medir sua temperatura, tá bem? Você vai sentir uma coisa fria no cu, mas não se preocupa que não dói, é só um termômetro.
—Mas moça... não dá pra medir a temperatura igual gente normal?
—Igual gente normal como? Aqui os termômetros que a gente usa são os retais, que são mais confiáveis que os outros. Vamos, não reclama que isso não dói.
Ele viu de relance ela calçar umas luvas de látex brancas, que ajustou até se sentir confortável, e tirar do armário um cilindro de vidro bem comprido. Depois, passou uma espécie de pomada transparente nele e falou de novo:
—Viu? Não é nada. A gente põe bastante lubrificante e você quase nem vai sentir. Para de ser chorão, senão vou ter que te mandar pra sala de espera com o resto dos meninos...
Oscar se resignou sem dizer nada. Se sentia completamente humilhado tanto pelos procedimentos quanto pelo tom de voz condescendente... Tão simpática quanto parecia no começo sua nova médica, ele já começava a desconfiar que a consulta não ia ser moleza.
Sentiu ela separar as nádegas dele com dois dedos enluvados e começar a enfiar, fazendo um pouco de força, o tubo de vidro gelado no seu pobre cu, que não recebia visitas externas desde que inventaram os antitérmicos em comprimido, uns 25 anos atrás. Ele tensionou os músculos com a sensação desagradável.
—Calma, gatinho, que isso não é nada... Se você fica assim quando a gente mal começou...
O quê?!?!?! Oscar teve um colapso!... Que história era essa de "mal começou"... o que ela pretendia fazer com ele? Esquartejá-lo por não ter terminado a caixa de Amoxidal... Pelo amor de Deus!
A Dra. Nolan deu um "tapinha amigável" na bunda dele e disse pra esperar 5 minutinhos, que já voltava.
Pela porta, ele ouvia a voz da médica rindo com outra moça. Esperava que não estivessem olhando pra ele e rindo, porque ele se sentia não só desconfortável... abrigando 10 centímetros de vidro dentro do reto, não pela aparência que teria que ter sem roupa íntima e com o palito saindo do cu.
Pouco depois, a Dra. Nolan voltou bem sorridente e perguntou:
— E aí? Não foi tão ruim assim, né?
Enquanto puxava o termômetro bruscamente. Oscar reclamou com um "mmmffff" que a doutora ouviu.
— Vamos, cara, ânimo que isso só acontece uma vez por ano.
Olhando a temperatura, acrescentou:
— Ih, ainda estamos meio mal, hein? 37'7...
Enquanto Oscar pensava que era o vexame que ela tinha feito ele passar. Já ia subir a cueca quando a doutora disse:
— Quietinho, até eu mandar, não sobe não, que ainda não terminamos... Isso não me cheira nada bem. Você sujou o termômetro e, pelo que vi, não se sentiu nada bem quando coloquei. Vamos ver se tá tudo certo aí dentro. Já te examinaram a próstata alguma vez?
— Bom, não... que eu saiba...
— Relaxa.
A Dra. Nolan tirou as luvas e jogou no lixo, abriu uma porta ao lado do consultório que dava num banheirinho e ligou a torneira da pia, provavelmente pra lavar o termômetro enquanto o pobre paciente pensava: "Claro, relaxadíssimo..." Oscar sentiu o ódio crescendo pela garota que antes parecia tão simpática, na mesma medida que o medo aumentava. Se tinha pavor de uma coisa, era de agulhas e injeções, e, mesmo não sendo muito religioso, tava rezando pra não ver a Dra. Nolan voltar com uma seringa.
Quando ela voltou, entrou com um supositório numa bandejinha de metal numa mão e na outra uma espécie de bolsa de água quente antiga, bem grande e com um tubinho.
— Tá bem, Oscar, vou te limpar bem por dentro pra poder te examinar... Relaxa o máximo que puder... Não vai doer muito.
"BINGO! Palavras-chave pra desencadear um ataque de pânico num consultório médico. Pela experiência dele, 'Não vai doer muito" era sinônimo de "trata de não chorar".
Ele percebeu como a doutora, com toda a calma, calçava um novo par de luvas de látex e começava a tarefa de separar suas nádegas, pra depois introduzir o supositório. Ele até sentiu quando ela enfiou um dos dedos bem fundo no cu dele, pra garantir que não saísse.
— Beleza, agora vamos esperar dez minutos pra fazer efeito.
Depois, ela passou a aplicar mais lubrificante no cu dele, sem que Oscar entendesse direito pra quê. Em seguida, ele sentiu quando ela inseriu algo bem mais grosso que o termômetro e abafou um gemido.
— Muito bem, meu bem, acho que você já sabe como isso funciona, né?
Oscar balançou a cabeça, negando, com os olhos fechados por causa do desconforto que aquele tubo rígido tava causando na entrada mais sagrada dele até então.
— Como assim, não? Não me diga que nunca te deram um enema, uma lavagem ou como você quiser chamar...
Enquanto o pobre homem pensava no quão humilhante aquilo era e nas vezes que tinha imaginado o quanto devia doer.
— Olha, agora vou abrir esse tubinho pra solução entrar no seu intestino e limpar você bem por dentro. Fica tranquilo, que mesmo sendo um pouco desconfortável, não dói, sabia? Depois, a gente deixa fazer efeito por um tempinho e você vai ao banheiro pra evacuar.
— Eu só vim pra revisão do trabalho... Acho que isso não é necessário. AI!
A solução ensaboada começou a abrir caminho, e ele começou a sentir uma ardência dentro do intestino.
— Vamos, se acalma, viadinho.
— Mas é que eu tenho um compromisso e...
— Não, não temos compromisso nenhum, a saúde vem primeiro. Relaxa e se comporta, ou vou ter que te dar uma surra como nos meninos maus. Você não parou de reclamar desde que entrou e não me deixa fazer meu trabalho. Quanto menos tempo a gente perder com besteira, mais cedo você vai poder ir pra casa...
Oscar se sentia cada vez mais cheio e com mais ardência por dentro. Começou a sentir calafrios e cólicas.
— Por favor, para com isso! Isso dói... mmmmmfffffff
— Shhh, já já... Só falta a metade.
"Só!?" Deus... ele não aguentava mais aquela dor, e ainda faltava o dobro. Oscar sentiu umas lágrimas começarem a escapar.
-Por favor, Oscar, não seja criança e fica quieto, senão vamos ter que repetir tudo pra fazer uma limpeza direito.
-Não, por favor, chega...
Oscar já estava com umas cólicas horríveis quando a doutora continuou:
-Não foi tão ruim assim. Agora quero que você fique assim por uns 10 minutinhos, ok? Enquanto isso, vou preparar o que preciso pro seu exame retal...
Por quê?!?!?... As tripas dele queimavam e ele temia muito as palavras do médico, de que essa era a parte mais tranquila da consulta. Deitado, ele viu a Dra. Nolan aproximar um banquinho aos pés da maca e uma mesinha com rodinhas cheia de um monte de tubos e instrumentos que ele nunca tinha visto na vida, dignos do consultório de qualquer inquisidor.
-Muito bem, viu? Você tá se comportando direitinho agora. Já falta menos.
O paciente suava horrores durante a espera eterna.
-Preciso ir embora agora, sério, tô com muita dor, tenho que botar tudo pra fora, não aguento, por favor...
Ao ouvir essas palavras, a doutora ficou muito mais séria.
-Vamos fazer o que eu mandar. Isso é ciência, não é parque de diversões. Se eu falo pra você esperar, é por algum motivo, seu viadinho! Você tá começando a me deixar nervosa, e isso não é bom nem pra você nem pra mim.
Depois de um tempo de silêncio, Oscar sentiu de novo as mãos enluvadas da sua sádica inquisidora separando suas nádegas e tirando o tubo desconfortável.
-Muito bem, vai pra sala ao lado, é o banheiro. Tome seu tempo e tenta se acalmar.
Oscar levantou de um pulo, tentando não derramar o líquido que carregava dentro enquanto ia pro banheiro, que, mesmo sendo ao lado, pareceu uma eternidade. Se receber aquilo foi horrível, expulsar não foi mais fácil. Quando terminou, percebeu que estava completamente exausto e dolorido. Voltou pro consultório só de cueca. Em seguida, a Dra. Nolan mandou ela tirar a roupa e deitar de bruços com os joelhos encostados no peito. O inferno tava só começando, como ela já desconfiava.

continua...

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