Vendo minha namorada sendo comida. Conto do Arturo

Primeiro e antes de tudo, meu nome é Arturo, sou um homem de 28 anos, tenho 1,90m de altura, sempre tive um corpo atlético e bem definido, em parte pelo exercício que sempre fiz e em parte porque meu corpo é assim. Até hoje mantenho meu corpo muito bem treinado. Estou casado há 5 anos. Essa história que vou contar aconteceu antes de eu me casar com quem hoje é minha esposa. Sempre me considerei um homem normal, com gostos bem normais e nada fora do comum. Sabe como é, eu tinha um gosto e uma atração normal por mulheres que tivessem pernas bonitas, coxas um pouco grossas, mas acima de tudo gostava de mulheres que tivessem um quadril e uma bunda que se destacassem de certa forma do resto do corpo, algo que se repetiu em todas as minhas namoradas.

Desde que meu corpo começou a se desenvolver na puberdade, o tamanho do meu pau eu podia considerar meu maior orgulho, porque mesmo aos 18 anos eu já tinha um tamanho considerado muito grande, e quando o desenvolvimento do meu corpo terminou, lá pelos 22 anos, o tamanho era espetacular, passando fácil dos 26 centímetros. Mas a essência dessa história começa exatamente um ano depois disso. Eu tinha acabado de fazer 23 anos quando, na universidade, conheci e comecei a namorar uma mulher chamada Bianca. Era uma mulher linda e do tipo que eu sempre gostei: branca, cabelo preto e umas curvas de deixar qualquer um de queixo caído, mas acima de tudo tinha um quadril e uma bunda que, apesar de serem bem grandes, não a faziam parecer nada exagerada.

A gente tinha uns cinco meses de namoro quando fomos juntos a uma festa que um amigo meu, de muitos anos atrás, ia dar. Fazia tempo que eu não o via, porque ele tinha ido trabalhar nos Estados Unidos e tinha acabado de voltar. Bianca se vestiu Acordei pra festa com um vestido preto colado no corpo, que marcava cada curva dela direitinho. Como toda festa de gente na idade da faculdade, o que não faltou foi álcool. Lembro bem que a festa terminou lá pelas 10 da noite, mas a Bianca, meu amigo Fernando e eu ficamos bebendo mais uns copos até que eu tava tão tonto que pedi pro meu amigo se podia deitar um pouco no sofá dele antes da gente ir embora, porque se tem uma coisa boa em mim e no meu corpo é que com uma soneca qualquer bebedeira passa. Ele não recusou e me deixou deitar no sofá que tava no quarto dele, me cobrindo com um cobertor de lã — porque pra quem não é do México, esses cobertores são bem quentes no frio, e essa festa foi em dezembro.

Não demorei nem dois minutos pra apagar de vez. Não faço ideia de quanto tempo fiquei dormindo, mas o que me fez abrir os olhos de novo foi ouvir o Fernando rindo e conversando. Como o cobertor tava me tampando até a cabeça, precisei piscar umas vezes até me acostumar com a luz que passava pelos buracos do tecido. Quando consegui enxergar, vi a Bianca com um copo na mão, sentada na cama com as pernas cruzadas, e por causa disso o vestido tinha subido até a coxa. Pelo som da voz, percebi que o Fernando tava do lado do sofá onde eu tava. Mas o que mais me intrigou foi ver a Bianca daquele jeito, porque no máximo ela já tinha deixado eu acariciar a coxa dela uma vez, mas nunca gostava de mostrar demais. Na hora, eu devia ter me mexido e me descoberto, mas não fiz isso quando ouvi meu amigo falar — as palavras dele me deixaram curioso pra saber do que eles estavam falando.

— Shhh, espera, cala a boca, acho que ele se mexeu.

Mexi Meu olhar então se movia na direção dela, na esperança de ver se assim eu conseguia enxergar algo estranho, mas parecia que estava tudo normal, claro, fora do jeito que ela estava sentada. O olhar dela estava na minha direção, e então parece que eles notaram que não havia movimento e seguiram com o que estavam fazendo.

— Continua dormindo, vamos, me conta mais, quero saber mais.

— Tá bom, mas só mais um pouco, porque ele deve acordar logo, e aí sem a bebedeira.

— Vale, tudo bem, mas continua, não acredito no que você tá me dizendo.

— Tô falando sério, juro que ela tem esse tamanho.

Eu não conseguia acreditar, na real. Minha namorada estava conversando com meu melhor amigo sobre o tamanho do pau dele. Se eu sabia de algo, pelo tempo que nos conhecíamos e por já termos transado com várias minas no mesmo quarto, era que o pau do meu amigo era grande. Não tanto quanto o meu, mas ainda assim dava pra considerar bem grande. Dava pra ver minha namorada olhando pra ele, bem incrédula com o que ele dizia. Mas depois disso, eu não soube mais nada, porque acabei dormindo de novo até que voltei à realidade, acordado pelas risadas do meu amigo. Virei pra ver o que tava rolando, e naquele momento eu queria morrer ao ver a cena.

A Bianca estava sentada em cima do meu "melhor amigo", esfregando a bunda dela no pau do Fernando.

— Tá gostando assim?

— Claro que tô gostando, você tá fazendo muito bem. Agora, quer fazer sem nada no meio?

Minha amada namorada se separou dele e, depois de dar um último olhar na minha direção, levantou o vestido, deixando à mostra os quadris largos e a bunda enorme e bem definida. Meu amigo abaixou a calça, deixando aquele pau grosso e comprido pra fora, e puxou ela completamente pra perto, esfregando agora o pau dele na buceta dela, que ainda estava coberta por uma pequena calcinha fio dental. cor branco
Até hoje não sei por que motivo não me mexi nem um centímetro de onde estava ou por que não fiz barulho ou algo assim. Eles continuavam achando que eu estava dormindo e, em parte, ainda estavam certos, porque acabei dormindo de novo por alguns minutos. Mas quando acordei, o que vi foi ainda mais chocante: minha namorada Bianca estava deitada na cama, completamente pelada, e meu melhor amigo estava enfiando o pau dele dentro da bucetinha apertada dela, com muita dificuldade para entrar.

- Cuidado, pai, que você vai me rasgar -
Ela dizia para meu amigo, enquanto soluçava de dor cada vez que ele metia fundo no corpo da minha mina. Mas ele não parava nem um pouco, muito pelo contrário: em vez de parar, ele se movia ainda mais rápido contra a buceta da minha namorada. Mal tinha enfiado metade do pau dentro da xereca dela, e ela já tinha gozado várias vezes. Sei disso porque a expressão da minha mina mostrava um prazer sem igual quando ele deu uma bufada de gozo e eu vi aquele líquido branquinho saindo da buceta dela. Ela ficou toda moída, sem se mexer por vários minutos, enquanto o leite do Fernando escorria da xereca dela.

Depois de meia hora que eles tinham terminado, me acordaram, e Fernando levou nós dois pra casa. Naquela noite, não parei de pensar no que tinha visto. E o pior de tudo é que não me incomodei de ter visto. Além disso, não foi a única vez que vi minha namorada e meu melhor amigo transando, porque umas semanas depois dessa festa, fui testemunha de como arrebentaram a rabeta dela.

5 comentários - Vendo minha namorada sendo comida. Conto do Arturo

Muy bueno.... Mucho morbo 🤤


Vendo minha namorada sendo comida. Conto do Arturo

yo pasé y comenté tu post, vos pasaste y comentaste el mío?
buen relato... me gustaria ver a mi novia con otro pero es timida aunque a ella le gustaria hacerlo. saludos
Gracias por pasar!
groso! sin matrimonio y estando ahi dormido ya era cornudo! y conciente, no me quiero imaginar las veces que no la viste.
Gracias por pasar!!!
Jaaa...!! muy bueno..!! por éso.... hay que tener cultura alcohólica, y no ponerse en pedo nunca, pero nunca...!! no te cogen a la tuya, pero a la vez, te cogés a las de otros....por éso...en pedo, nunca....jajaja..
Gracias por comentar!