Volto com a 2ª parte dessa história, pra quem acabou de se interessar, recomendo ler a primeira parte.http://www.poringa.net/posts/relatos/2240956/Una-familia-de-putitas-1.html
Xime me olha, incrédula, não acreditava que a "santinha" da família se comportasse daquele jeito, mas depois entenderia que não só a irmã dela, Romina, era uma puta de respeito, mas a maioria das fêmeas da família também era, incluindo ela. Apesar da descrença, percebo alguns sinais de tesão: bochechas mais vermelhas e o cruzar e descruzar das pernas, como se estivesse esfregando a buceta.
Voltando àquele verão de 2009, depois de descobrir que Daniela tinha nos espionado, e melhor ainda, tinha gostado do que viu, o dia na praia foi tudo menos relaxante. Olhares insinuantes da Romi, que tinha espalhado meu gozo como se fosse bronzeador nos peitos dela, e meu novo interesse pela Dani me deixavam numa situação meio desconfortável. Decidi entrar na água pra esfriar a cabeça. De lá, fiquei olhando disfarçadamente pra Daniela — não podia acreditar que nunca tinha reparado nela antes. Uma bunda pequena e empinada que engolia o tecido do biquíni preto, peitos médios, perfeitos pra caber numa mão, olhos verdes enormes, morena, 1,75m. Tem a mesma cara de safada que a Xime, deve ser de família. Não dá pra perceber que já teve um filho.
Vejo a Romi vindo na minha direção. A água tá fria, os bicos dos peitos dela marcados. Ela sussurra no meu ouvido:
— Essa noite vou dormir sem calcinha.
Ela pega na minha pica por cima da sunga e sai com um sorriso. Deus, essa mina quer me enlouquecer. Volto o olhar pra areia: Dani não está mais lá. O marido, sim. Curioso, saio da água pra dar uma caminhada pela praia. A costa é longa e no final tem umas pedras. Chego lá e o que vejo me deixa de pica dura.
Daniela tá montando no pau de um dos salva-vidas. O biquíni dela jogado de lado, os peitos de fora, os bicos marrom-escuros, durinhos, sendo devorados pela boca do cara. Escuto os gemidos dela: "Aaaaah, papai, me dá mais". Ela me vê, sorri e começa a montar mais devagar no salva-vidas, gemendo mais sensual, me encarando enquanto é comida com o marido e o filho a 300 metros. Um momento quente pra caralho. Aperto minha pica. que já dói de tão apertada contra o biquíni, mudaram de posição, estão de costas pra mim, ela tá de quatro, a pica do cara é descomunal, 25 cm no mínimo, e a Dani aproveita cada centímetro, curte esse pedaço de carne penetrando a buceta dela violentamente enquanto o cara enfia dois dedos na rabeta dela, fazendo a puta soltar um gemido de prazer, adora ser comida nos dois buracos, geme igual uma louca sem se importar se alguém ouve e explode num orgasmo que a deixa suspensa por vários segundos.
O cara ainda não gozou e coloca ela de boca, Dani saboreia essa pica enorme, sente os sucos dela na pica do salva-vidas e curte, chupa essa pica com paixão, apertando os lábios e brincando com a língua, o salva-vidas agarra a cabeça dela e enfia a pica toda na boca dela, tá gozando, Dani sente a porra do cara direto na garganta, se sente a maior puta do mundo e adora, o marido nunca fazia isso com ela, mas esse macho é diferente e usa ela pro prazer dele, isso a deixa louca e enquanto o cara se veste e vai embora, ela fica nua em cima das pedras, se sentindo suja, gostosa, ela nasceu pra provar picas e a próxima era a do cara de 20 anos que tava olhando pra ela e que tinha "algo especial" com a irmã dela, a Romina.
A frente da minha bermuda tá manchada, gozei vendo a Dani engolir a pica descomunal do salva-vidas, agora ela tá colocando o biquíni, a parte de baixo não é uma fio-dental mas a rabeta dela devora o tecido e forma uma, aquela bundinha minúscula deve comer mais que pano, penso, lembrando dos dedos do salva-vidas naquela rabeta empinada, como ele enfiou os dois dedos inteiros e ela se mexia pedindo mais.
Ela passa do meu lado, me dando outro sorriso de puta, vai rebolando a rabeta, provocando cada cara que passa, e até algumas mulheres.
Chega no marido dela e dá um beijo nele, beija ele com a mesma boca que chupou a pica de um estranho.
É de tarde e temos que ir, Dani continua provocando todo mundo que cruza o caminho dela. sem se importar que o marido dela veja, ela olha descaradamente sempre pro volume deles e sorri.
Chegamos em casa e começa outro ritual, o da fila pra tomar banho, eu peço por último, não por cavalheiro, mas pra ter à disposição as biquínis da Romi e da Dani pra uma boa punheta.
-Diego, me passa uma toalha por favor
Era a voz da Daniela vindo do banheiro, quando chego perto ela me pega pelo braço e me puxa pra dentro do banheiro.
Ela acabou de tomar banho e tá pelada, tem uma trilha de pelos pretos na buceta.
-Você não sabe a vontade que eu tô de te comer, cara
-E eu a vontade que eu tô de te fazer de puta de rabo
Ela vira de costas contra a parede e abre as nádegas, eu ajoelho na frente do rabo dela e começo a brincar com o cu dela, pressiono com a língua enquanto masturbo ela e lubrifico o rabo dela com os sucos da buceta dela, os gemidos dela devem estar ouvindo lá fora, pego uma fio dental da Romi, enfio na boca dela e começo a penetrar ela, mmmhhh é o que sai da boca dela quando a cabeça do meu pau abre o cu apertado dela, não aguento e enfio tudo de uma vez rápido, ela se sacode e tenta tirar, seguro firme na cintura dela e começo a meter nela selvagemente, vejo lágrimas escorrendo pela cara dela mas não paro, isso me excita mais, aperto os peitos dela com força, se alguém entrasse ia pensar que eu tô estuprando ela, mas sei que a puta tá gostando.
A cabeça da Dani tava girando, o cara tá arrombando o rabo dela, sente uma mistura de dor e prazer que enlouquece ela, só quer mais, mexe os quadris tentando enfiar o máximo de pau possível, quer gritar de prazer mas a fio dental da irmãzinha na boca não deixa, uma das mãos dela tá na buceta se masturbando rápido e enfiando dedos, o cara aperta os peitos dela, faz doer mas ela só curte, tá sendo usada pra um macho ter prazer, isso faz ela sentir que um orgasmo incrível vem, o rabo e a buceta dela pulsando, apertando o pau do cara, dando mais prazer pra ele. Ambos, então ela explode num orgasmo que a desmaia por uns instantes enquanto sente a porra quente do Diego enchendo ela por dentro.
Eu me esforço pra não gritar enquanto encho de porra o intestino da Dani, arrebentei a buceta dela do jeito que eu queria.
— Vai, putinha, sai que quero tomar banho
Falo enquanto vejo ela se vestir, e ela sai andando com dificuldade. O marido dela vê e pergunta o que aconteceu, ela diz que bateu no chuveiro mas que tá bem.
Enquanto a água cai em mim, eu penso: um boquete da Romina e arrebentei o cu da Daniela, e as férias tão só começando...Como sempre, espero seus comentários e críticas, só assim meus contos vão melhorar.
Uma família de putinhas 2
Xime me olha, incrédula, não acreditava que a "santinha" da família se comportasse daquele jeito, mas depois entenderia que não só a irmã dela, Romina, era uma puta de respeito, mas a maioria das fêmeas da família também era, incluindo ela. Apesar da descrença, percebo alguns sinais de tesão: bochechas mais vermelhas e o cruzar e descruzar das pernas, como se estivesse esfregando a buceta.
Voltando àquele verão de 2009, depois de descobrir que Daniela tinha nos espionado, e melhor ainda, tinha gostado do que viu, o dia na praia foi tudo menos relaxante. Olhares insinuantes da Romi, que tinha espalhado meu gozo como se fosse bronzeador nos peitos dela, e meu novo interesse pela Dani me deixavam numa situação meio desconfortável. Decidi entrar na água pra esfriar a cabeça. De lá, fiquei olhando disfarçadamente pra Daniela — não podia acreditar que nunca tinha reparado nela antes. Uma bunda pequena e empinada que engolia o tecido do biquíni preto, peitos médios, perfeitos pra caber numa mão, olhos verdes enormes, morena, 1,75m. Tem a mesma cara de safada que a Xime, deve ser de família. Não dá pra perceber que já teve um filho.
Vejo a Romi vindo na minha direção. A água tá fria, os bicos dos peitos dela marcados. Ela sussurra no meu ouvido:
— Essa noite vou dormir sem calcinha.
Ela pega na minha pica por cima da sunga e sai com um sorriso. Deus, essa mina quer me enlouquecer. Volto o olhar pra areia: Dani não está mais lá. O marido, sim. Curioso, saio da água pra dar uma caminhada pela praia. A costa é longa e no final tem umas pedras. Chego lá e o que vejo me deixa de pica dura.
Daniela tá montando no pau de um dos salva-vidas. O biquíni dela jogado de lado, os peitos de fora, os bicos marrom-escuros, durinhos, sendo devorados pela boca do cara. Escuto os gemidos dela: "Aaaaah, papai, me dá mais". Ela me vê, sorri e começa a montar mais devagar no salva-vidas, gemendo mais sensual, me encarando enquanto é comida com o marido e o filho a 300 metros. Um momento quente pra caralho. Aperto minha pica. que já dói de tão apertada contra o biquíni, mudaram de posição, estão de costas pra mim, ela tá de quatro, a pica do cara é descomunal, 25 cm no mínimo, e a Dani aproveita cada centímetro, curte esse pedaço de carne penetrando a buceta dela violentamente enquanto o cara enfia dois dedos na rabeta dela, fazendo a puta soltar um gemido de prazer, adora ser comida nos dois buracos, geme igual uma louca sem se importar se alguém ouve e explode num orgasmo que a deixa suspensa por vários segundos.
O cara ainda não gozou e coloca ela de boca, Dani saboreia essa pica enorme, sente os sucos dela na pica do salva-vidas e curte, chupa essa pica com paixão, apertando os lábios e brincando com a língua, o salva-vidas agarra a cabeça dela e enfia a pica toda na boca dela, tá gozando, Dani sente a porra do cara direto na garganta, se sente a maior puta do mundo e adora, o marido nunca fazia isso com ela, mas esse macho é diferente e usa ela pro prazer dele, isso a deixa louca e enquanto o cara se veste e vai embora, ela fica nua em cima das pedras, se sentindo suja, gostosa, ela nasceu pra provar picas e a próxima era a do cara de 20 anos que tava olhando pra ela e que tinha "algo especial" com a irmã dela, a Romina.
A frente da minha bermuda tá manchada, gozei vendo a Dani engolir a pica descomunal do salva-vidas, agora ela tá colocando o biquíni, a parte de baixo não é uma fio-dental mas a rabeta dela devora o tecido e forma uma, aquela bundinha minúscula deve comer mais que pano, penso, lembrando dos dedos do salva-vidas naquela rabeta empinada, como ele enfiou os dois dedos inteiros e ela se mexia pedindo mais.
Ela passa do meu lado, me dando outro sorriso de puta, vai rebolando a rabeta, provocando cada cara que passa, e até algumas mulheres.
Chega no marido dela e dá um beijo nele, beija ele com a mesma boca que chupou a pica de um estranho.
É de tarde e temos que ir, Dani continua provocando todo mundo que cruza o caminho dela. sem se importar que o marido dela veja, ela olha descaradamente sempre pro volume deles e sorri.
Chegamos em casa e começa outro ritual, o da fila pra tomar banho, eu peço por último, não por cavalheiro, mas pra ter à disposição as biquínis da Romi e da Dani pra uma boa punheta.
-Diego, me passa uma toalha por favor
Era a voz da Daniela vindo do banheiro, quando chego perto ela me pega pelo braço e me puxa pra dentro do banheiro.
Ela acabou de tomar banho e tá pelada, tem uma trilha de pelos pretos na buceta.
-Você não sabe a vontade que eu tô de te comer, cara
-E eu a vontade que eu tô de te fazer de puta de rabo
Ela vira de costas contra a parede e abre as nádegas, eu ajoelho na frente do rabo dela e começo a brincar com o cu dela, pressiono com a língua enquanto masturbo ela e lubrifico o rabo dela com os sucos da buceta dela, os gemidos dela devem estar ouvindo lá fora, pego uma fio dental da Romi, enfio na boca dela e começo a penetrar ela, mmmhhh é o que sai da boca dela quando a cabeça do meu pau abre o cu apertado dela, não aguento e enfio tudo de uma vez rápido, ela se sacode e tenta tirar, seguro firme na cintura dela e começo a meter nela selvagemente, vejo lágrimas escorrendo pela cara dela mas não paro, isso me excita mais, aperto os peitos dela com força, se alguém entrasse ia pensar que eu tô estuprando ela, mas sei que a puta tá gostando.
A cabeça da Dani tava girando, o cara tá arrombando o rabo dela, sente uma mistura de dor e prazer que enlouquece ela, só quer mais, mexe os quadris tentando enfiar o máximo de pau possível, quer gritar de prazer mas a fio dental da irmãzinha na boca não deixa, uma das mãos dela tá na buceta se masturbando rápido e enfiando dedos, o cara aperta os peitos dela, faz doer mas ela só curte, tá sendo usada pra um macho ter prazer, isso faz ela sentir que um orgasmo incrível vem, o rabo e a buceta dela pulsando, apertando o pau do cara, dando mais prazer pra ele. Ambos, então ela explode num orgasmo que a desmaia por uns instantes enquanto sente a porra quente do Diego enchendo ela por dentro.
Eu me esforço pra não gritar enquanto encho de porra o intestino da Dani, arrebentei a buceta dela do jeito que eu queria.
— Vai, putinha, sai que quero tomar banho
Falo enquanto vejo ela se vestir, e ela sai andando com dificuldade. O marido dela vê e pergunta o que aconteceu, ela diz que bateu no chuveiro mas que tá bem.
Enquanto a água cai em mim, eu penso: um boquete da Romina e arrebentei o cu da Daniela, e as férias tão só começando...Como sempre, espero seus comentários e críticas, só assim meus contos vão melhorar.
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