Bom dia, quero compartilhar com vocês o complemento de um post recente com fotos que tirei naquele dia. Já tinha postado isso no meu blog há um tempo, mas achei que devia compartilhar aqui também, porque meu blog não tem muita visitação e, sinceramente, essa mulher merece ser conhecida por todo mundo. Sem mais delongas, deixo o relato a seguir:
Quinta-feira, é cedo. Por causa de problemas de saúde de um familiar, tenho que pedir permissão para chegar atrasado no trabalho. Preciso levar um parente na escola primária. Vejo uma jovem saindo de casa por uns instantes, mas me foco. Volto e tenho que levar outro parente no jardim de infância. Encontro uma conhecida que é naturalmente provocante e fácil de convencer a ser uma companhia agradável — peitos grandes naturais, morena clara, bunda larga e corpo magro. A conversa rola, mas os planos desandam porque a possível saída com a conhecida envolveria pouco tempo ou ter que levar a filha dela. Perdi a graça, já que meus planos não incluem ser babá o dia inteiro. Fazer o quê. Espero o tempo passar e chega a hora de levar meus parentes de volta pra casa. Lembro da garota com quem costumo sair, na esperança de que ela tenha tirado o dia de folga ou, pelo menos, tope passar algumas horas comigo no horário de almoço dela. Afinal, já tinha pedido pra chegar tarde no trabalho. Ligo pro celular dela. Azar o meu: ela sofreu um acidente, caiu e se machucou. Fazer o quê. Quando as coisas não se alinham a favor, não tem jeito. Termino minhas atividades e me resigno. Tô na avenida Ávila Camacho, quando vejo passar um ônibus da linha Tur com a palavra "Revolução" piscando. Na hora, lembro da Casinha Revolução. Vem na minha mente a famosa Thalia, aquela deusa do sexo que conheci pela internet, aquela dama sobre quem se contavam lendas sem fim, onde os mortais sucumbiam aos seus dotes de sedução e acabavam na morte e... Ressurreição diante dela. Lembro que o horário de trabalho dela é só durante a semana. Se eu tenho que conhecê-la, então essa é a minha chance. Confiro o endereço no meu celular: Rua Ramos Arispe, 613. Embora lembrasse que a localização do lugar é bem na esquina de uma famosa pastelaria, confiro a rota pelo aplicativo de mapas do celular. Uma pontinha de nostalgia passa pela minha mente ao perceber que a casa da Marian fica a uma distância não tão considerável do lugar que eu tinha como destino. Fazer o quê, isso já era. E penso como somos sortudos por ter as garotas de programa, porque quando a situação com as amigas, conhecidas, namoradas ou ficantes aperta, elas nos salvam, nos recebem sempre na hora que a gente precisa, sem encheção de saco nem rodeio. E nesse momento, preciso descarregar meu estresse. Preciso confirmar se as lendas sobre aquela musa acessível pra todo mundo são verdade. Não duvido muito, porque os comentários dos caras mais respeitáveis e daqueles que sinto como irmãos, mesmo sem conhecer, e que pessoalmente considero amigos, garantem as experiências com essa mulher. Vou meio distraído no caminho, pensando nela, e acabo passando reto até a Avenida Rio Nilo. Fazia um bom tempo que não passava por essa avenida da Revolução, mas percebo que passei do lugar. Paro por uns instantes e confirmo a correção da rota. São só algumas quadras. Acho a pastelaria com dificuldade, porque parece que mudaram um pouco a fachada e a placa desde a última vez que vim. Procuro o endereço pela numeração e, escondido, mas exato, chego ao lugar. Um corredor comprido com um portão branco. Entro no corredor e sou recebido no portão por um cara. Não vejo nenhuma garota à primeira vista. A luz da rua atrapalha minha visão quando entro no lugar, que tem uma iluminação fraca. Cumprimento o cara, e ele pede que saia alguma garota que esteja de plantão. Quem me recebe é uma morena, mas com um sobrepeso bem notável. Ela me leva pra uma sala privada e explica os preços, não presto atenção, só lembro 200 pila 10 minutos e 500 pila uma hora. A mina não me interessa, eu vou pela Thalia, não importa o que rolasse, eu tinha ido exclusivamente por ela. Ela me pergunta se já tinha vindo antes, mas falo que não, que fui por recomendação de bons amigos e que tava atrás da Thalia. Notei que a mina ficou meio pistola, me falou que a Thalia não tava disponível. Pensei que talvez minha maré de azar tivesse me alcançado até ali. Perguntei se a Thalia tava no local ou se tinha faltado, ela disse que tava sim, mas que ia demorar uns vinte minutos pra se liberar. A mina insistiu de novo que ela mesma me daria um bom serviço, pra eu ficar com ela, mas definitivamente minha caminhada e os perrengues do trajeto mereciam uma espera. Não ia desperdiçar a falta de trampo, o calor e a insistência em conhecer a Thalia ficando com uma mina que não me agradava. Falei que talvez depois eu pegasse um serviço com ela, mas que meu único interesse e objetivo era a Thalia. A mina se resignou e mandou eu esperar na recepção. Avisei o encarregado que ia esperar a Thalia, e ele me ofereceu uma garrafa d'água ou refrigerante. Aceitei a água, porque o calor da tarde tinha me deixado com sede. Fiquei vendo as notícias na TV com o encarregado sentado do lado. A notícia da captura do filho do Chapo tava passando na hora. Rolou uns spots políticos e o encarregado deu a opinião política dele, parecia que queria quebrar o silêncio constrangedor. Só respondi com comentários afirmativos, fazer o quê, tava esperando a Thalia e não tava atrás de amizade. Não é pessoal, mas tava focado na Thalia. O tempo foi passando e uma mina jovem, de pele branca, cabelo preto e peitos apetitosos de primeira vista entrou na sala onde as outras estavam sentadas. garotas, por uns instantes pensei em pegar o serviço de 10 minutos com ela enquanto a Thalia saía, mas aquela garota era tão gostosa que merecia mais de 10 minutos. Além disso, eu costumo ser de longa duração, não ia perder a oportunidade de ficar com a Thalia. Talvez na próxima vez eu pegue essa garota. Já estava começando a me desesperar quando um homem saiu do corredor dos privês. Então uma das garotas gritou lá no fundo: "Thalia, tão te chamando, tão te esperando". Aquilo foi uma luz pra mim, foi música pros meus ouvidos. Ela só pediu um momento, disse que não demorava um minuto e chegava. Mesmo assim, ainda não conseguia admirar a Thalia com meus próprios olhos. Aquele minuto foi uma longa espera pra mim, tava ansioso pra ver aquela mulher, pra ver aquela bunda que um dia me fez fantasiar quando vi uma foto dela. Finalmente, na minha espera, apareceu aquela garota. Finalmente, Thalia.
Uma mulher magra, corpo do tipo atlético, vestida com um top jeans e uma microsaia também jeans que mal cobria a metade da bunda dela. Pele morena num tom bronzeado, cintura fina e cabelo preto liso num rabo de cavalo. Um sorriso agradável e uns olhos que mostravam umas ruguinhas leves ao sorrir, mas ainda assim muito gostosa. Não era uma novinha, mas também não parecia uma mulher madura. Eu chuto uns 32 a 33 anos. Ela pega na minha mão e me manda acompanhar ela. A vista seguindo a garota já era um prazer de início, ver aquele par de bundinhas redondas com um balanço sensual começou a me excitar. Chegamos no quarto, e ela me olha com cara de confusão. Me pergunta se eu conheço ela. Falo que não conheço, mas que por várias recomendações tinha ido conhecê-la e finalmente ver se o que falavam dela era verdade. Ela riu um pouco e me perguntou de onde tanta recomendação. Contei que uns amigos meus tinham contado as aventuras deles que também, procurando opções na internet, tinha me deparado com comentários muito bons também. Ela riu de novo um pouco e me disse: "Ahhh sim, com certeza do fórum Sexyprovincia". Eu me fiz de bobo e falei que achava que sim, mas não tinha certeza, já que tinha sido só uma olhada rápida na internet num momento de tédio. Ela me olhou de novo e riu novamente, acho que não acreditou na minha desculpa. Me perguntou se eu queria tomar uma ducha ou se íamos direto ao assunto. Por causa do calor durante o trajeto e enquanto esperava na recepção, eu tinha suado bastante, então falei que ia tomar um banho. O problema foi que, ao abrir a porta do chuveiro, notei que estava meio suja. Pensei no problema de fungos, mas não liguei, já que tinha um creme especial pra isso em casa. Ao entrar, lembrei do incidente da ducha e tomei banho com cuidado. Saí e me sentei na mesa de massagem, prestando atenção no filme europeu que estava passando na TV. Thalia não demorou muito pra voltar com as coisas dela. Sorriu de novo. Pensei em como a garota era agradável, sempre de bom humor. Passou um pouco de creme em mim e fez uma massagem leve. Achei estranho, porque nunca tinha lido que ela fazia massagem, sempre eram as coisas diretas. Ela começou a beijar meu pescoço e lamber minha orelha. Se aproximou de mim e pediu ajuda pra desabotoar o top de jeans e o sutiã turquesa dela. A sensação da pele lisa e macia dela, ver o pescoço e a cintura dela era uma sensação gostosa. Ela tirou a saia e pude apreciar aquele belo par na calcinha fio dental turquesa. Lembro que só falei: "Naaaaaao, meu Deus", e ela riu de novo. Me abraçou e começou a beijar minha bochecha, do lado do lábio, e começou a beijar e chupar minha orelha. Eu me sentei de novo na cama de massagem, tocava os peitos dela, lambia o pescoço e o ombro dela. Era um tratamento excelente da parte dela, sempre cooperativa. Às vezes eu segurava e massageava a buceta dela. bunda, pra ser sincero, me apaixonei por aquela bunda. Não canso de repetir a maciez, a sensação, a lisura dela. Comecei a ficar excitado e ela, enquanto continuava me beijando e chupando meus mamilos, com uma mão segurava meu pescoço e com a outra começava a brincar com minhas bolas. Ela me olhou nos olhos com aqueles olhos brilhantes e perguntou o que eu queria fazer. Eu disse que estava nas mãos dela, que me mostrasse o bom trabalho que sempre se gabava. Ela se inclinou e começou a brincar um pouco com a língua no meu pau e, de uma bocada, enfiou tudo na boca. Senti a ponta dos dentes dela na base do meu pau. Mmm, senti algo meio quente e, quando ela tirou, notei uma gota de líquido pré-seminal saindo da ponta do meu pau. Ela disse: "Nossa, como seu amigo chora rápido". Isso me lembrou a saudosa Janette, que foi a primeira profissional do sexo com quem fiz oral natural. Dei uma risada e comentei que ele chorava com a ternura dela. Ela riu, pegou um papel e limpou. Continuou com o oral e, como percebi que ela estava numa posição meio desconfortável ou cansativa, sugeri deitar e ela me fazer o oral na cama de massagem. Ela tirou os saltos agulha e subiu na cama. Foi aí que notei um espelho em cima da cama. Ela pediu pra eu me mover um pouco pra trás e ficou perfeitamente alinhada no reflexo. Começou de novo a me fazer o tão esperado oral. Primeiro lambia um pouco, brincava com a língua e depois enfiava na boca num ritmo enlouquecedor. Ao mesmo tempo, eu podia ver o formato de coração da bunda dela naquela posição, ainda com a tanga turquesa. Ver aquela bunda repartida pelo fio da tanga e envolvendo a cintura fina dela era uma visão angelical. Sentir ela chupando meu pau e o movimento sincronizado do corpo dela. Às vezes ela Olhava pro espelho enquanto ela passava a língua e os lábios na horizontal, com um olhar cheio de prazer, uma expressão de luxúria no rosto que me fazia sentir num filme pornô. De repente, ela enfiou um dos meus testículos na boca e chupou, só se ouviu um barulho igual ao de abrir uma garrafa quando ela soltou de uma puxada. Repetiu a operação. Eu, enquanto observava a cena gostosa no reflexo do espelho, segurava a mão dela, acariciava. Depois, ela segurou meu pau pra cima e, com lambidas circulares, percorreu desde a cabeça até a base do pau. Tava difícil manter os olhos abertos porque a sensação me dominava. Aí ela deslizou os dentes, só roçando a extensão do pau, e bem na ponta começou a chupar com força. Nunca tinha sentido uma chupada tão intensa como a que ela tava me dando. Entre as sensações e ver o corpo e a figura dela, quase gozei. Meu pau começou a engrossar ainda mais e eu sentia umas pulsadas. Ela então segurou pela base e, tirando meu pau da boca devagar, se afastou. Os fios de saliva dela encharcavam meu pau, que já tava com a ponta vermelha. Ela se levantou e foi pegar a camisinha. Já tinham passado alguns minutos, e embora eu pudesse continuar no oral até gozar, ela mudou o jogo. Colocou a camisinha em mim e encheu de lubrificante. Perguntou como eu queria fazer, e eu falei que queria que ela montasse em mim. Ela se molhou um pouco a buceta e foi montando devagar. Não era uma buceta tão apertada quanto algumas outras que já tinha penetrado, mas gostei da sensação de umidade e do jeito que ela começou a se mexer. Aos poucos, aumentamos a velocidade. Ela se impulsionava com as pernas e eu sentia o roçar na entrada da buceta dela. Ela olhava vaidosa a própria imagem refletida no espelho que ficava na lateral da cama, fazia caras parecidas com as das Atriz pornográfica, ela gemia, soltava algumas palavras, mas na maioria viravam pequenos gemidos. Eu, enquanto isso, observava a ação de vários ângulos. Via na minha frente aquela deusa morena, com seus peitos pequenos e mamilos eretos, balançando com o movimento frenético. Ao mesmo tempo, via a imagem do corpo dela inclinado e a bunda se agitando através do reflexo do espelho no teto do quarto. Ver como os glúteos se moviam com os impactos dos corpos, ver a cara de prazer dela. Ela se agitava, se arqueava e, na mesma posição, assumia várias poses que eu só tinha visto em filmes pornô. Foi quando entendi que a própria Thalia se transformava, na mente dela, numa atriz pornô, onde ela era a protagonista. Onde fazer o trabalho dela freneticamente, cheia de gozo e prazer, alimentava o ego dela. Não por nós, mas por ela mesma, pra saciar a vaidade de ser uma deusa do sexo. Eu me esgotei, mas ela continuava cada vez mais frenética. Entre sentadas e movimentos de quadril, me senti exausto e propus mudar de posição. Ela de quatro, e eu penetrando ela. Ela se ajeitou, e a visão das costas curvas e do contorno da cintura dela me transportou de volta ao erotismo. Umas estocadas e decidi melhor ver ela se tocar, mas antes enfiei dois dedos dentro dela. Que umidade, que sensação! O cansaço do calor e da jornada faziam com que eu não me recuperasse 100%, por isso preferi admirar aquela beleza no espetáculo sexual dela. Pedi então que ela se tocasse enquanto eu a admirava no sofá do fundo. Ela subiu de novo na cama de massagem e, dando uma vista espetacular da bunda dela, cuspiu um pouco na mão e começou a passar na buceta, que ficou com uma cor brilhante. Começou a se tocar devagar, primeiro nos lábios da buceta e, em seguida, enfiou um dedo lá dentro. Começou a fazer... Movimentos circulares, depois ela se deitou de lado e começou a acariciar o próprio ânus devagar, até que, aos poucos, enfiou um dedo lá dentro. Bem quando eu achava que não veria mais nada surpreendente da Thalia, ela enfiou outro dedo na buceta. Ver ela se masturbando com um dedo no cu e outro na buceta, e os gemidos que ela soltava, me obrigaram a capturar aqueles momentos tão eróticos e excitantes. Pedi autorização pra tirar umas fotos, mediante o pagamento de uma propina bem generosa. Ela estranhou, mas topou na hora. Aquela sessão de sexo então virou uma sessão de fotos espetacular. Primeiro, pedi pra ela subir na maca de massagem e me dar a vista daquele rabo lindo empinado. Ela fez na hora. Por um momento, parei pra admirar aquelas carnes poderosas, admirar aquela buceta molhada que já tinha dado tanto prazer. Me aproximei uns passos, a uns centímetros da buceta dela, apontando a tela do celular. É difícil manter a mão firme com uma vista daquelas na minha frente. Tirei a foto. Logo depois, ela começa a brincar de novo com a própria buceta. Aproveitei e tirei outra foto. Peço pra ela mudar de pose, agora deitada. Thalia obedece e se deita de costas, levanta as pernas e segura os joelhos. Tô prestes a tirar a foto e ela começa a se tocar de novo. Não tem momento mais oportuno, e tiro a foto. Deixo ela continuar. Ela abre as pernas e continua esfregando a buceta. Ouço uns gemidos. Não ouso interromper. Acaricio as pernas dela, peço pra ela ficar de quatro. Vejo ela de lado, com aquele contorno curvo, ao longo, com a bunda redonda e a silhueta magra. Tiro uma foto que, infelizmente, ela apagaria depois, porque a condição era apagar as que não fossem do gosto dela. Aproveito a posição dela e subo na cama também. Peço pra ela se inclinar e tiro uma foto onde Dá pra ver o cu dela, as nádegas e a buceta dela num esplendor delirante, eu acaricio as nádegas dela e passo um pouco meu pau em volta delas, desço da cama e ela senta com as pernas dobradas pra dentro, peço pra ela esconder o rosto de lado e tiro mais uma foto, que também seria vítima da censura da Thalia, nela dava pra ver a curvatura das costas dela e os peitos dela com os bicos duros, ela desce da cama e eu, sentado, me masturbo, ela se aproxima e começa a se masturbar com uma perna apoiada na lateral do sofá, tive até vontade de lamber a buceta dela naquele momento, mas por precaução evitei e só fantasiei com isso por uns instantes, me aproximei e comecei a lamber os peitos dela, a brincar com os bicos dela com minha língua e passar minha barba entre eles, ela acariciava meu cabelo e gemia um pouco, de novo ela se tocava, entrego meu celular pra ela e peço pra ela tirar uma foto minha enquanto eu chupo e brinco com um dos peitos dela, ela faz isso, mas com um pouco de dificuldade porque é um dispositivo de tela sensível ao toque e ela mal acerta a área da tela que ativa a câmera, ela me pediu pra ver as fotos que tinha tirado e se preparou pra apagar aquelas duas fotos que eu tinha comentado, ela me diz que gostava mais das que destacavam o melhor atributo físico dela, as nádegas voluptuosas dela, ela vira pra olhar o filme que tá passando na TV, nele uma garota tá de lado com uma perna esticada e a outra dobrada na cama enquanto é penetrada, ela me sugere tirar uma foto assim, ela se ajeita na cama e eu procuro o ângulo pra tirar uma foto tão linda, tiro a foto e fico com vontade de penetrar ela daquele jeito, já que a camisinha tinha sido descartada momentos antes durante a sessão de fotos, só me aproximo e dou um beijo e uma lambida naquele monumento escultural, a gente conversa um pouco e ela me pergunta se eu quero terminar com um oral na boca dela, acho a melhor opção, com ela de novo lambendo e chupando meu pau, eu tiro mais algumas fotos, ela acelera e continua me masturbando, de alguma forma eu travo e peço pra ela deixar eu terminar o serviço, eu me toco, ela ocasionalmente lambe a ponta, acaricia minhas bolas ou as coloca na boca, vejo a tela da TV e dois caras gozam na boca de uma garota, eu aumento o ritmo, ela se afasta um pouco e inesperadamente eu começo a gozar, duro quase meio minuto gozando, jorrando esperma branco, grosso e abundante, ela fica meio confusa porque eu digo que achava que não estava tão carregado, na verdade até eu me surpreendi com a quantidade, definitivamente isso tinha sido obra da Thalia, pedi papel pra limpar as duas mãos que estavam cheias do meu esperma, sei que poderia ter gozado na boca dela mas algo aconteceu que me travou, mesmo assim eu estava mais que satisfeito, comento que nos meus melhores 15 anos teria sido igual ao filme de Scary Movie onde o cara goza e ela ri de novo, ela senta na cama e pede pra eu chegar perto, olho o relógio e já passou pouco mais de 5 minutos do tempo que combinei, ninguém toca mas eu tô ciente que ultrapassei o tempo, ela não fala nada, olha o relógio e me diz pra não me preocupar com o tempo, pede pra eu chegar perto dela e abraçando ela pela cintura a gente conversa um pouco, comento que ela ainda me deve duas fotos que ela teria apagado, falo que quero tirar com a calcinha fio dental dela, ela veste, ajusta a calcinha e eu tiro a foto de frente, depois falo que agora uma do rabo dela, ela levanta e empina um pouco a bunda, tiro a foto e dou um beijo naquelas nádegas, agradeço pelo serviço, ela me pergunta de novo o que comentavam sobre ela, falo que só coisas boas mas mesmo assim, pra mim não era suficiente o que diziam, no fim ela era a melhor garota no tipo dela, no oral majestoso dela, ela ri de novo, termino de me vestir junto com ela, a gente se abraça e eu prometo voltar No fim das contas, foi uma experiência inesquecível. Fiquei impressionado com o corpo dela, com as habilidades orais, mas principalmente com aquela forma tão leve e envolvente de lidar comigo. Ela me acompanha até a porta, onde já tem duas pessoas esperando a vez com ela. Ela se vira, pega um dos clientes, mas antes se despede de mim acenando a mão. Pego uns cartões do lugar e vou embora. Cumpri minha missão. Saio e retomo o caminho, mas antes respondo uma mensagem de um amigo que tinha tocado quando eu estava com a Thalia. Conto a façanha que acabou de rolar e prometo mostrar as fotos e dar mais detalhes do que aconteceu. Estranhamente, minha safadeza volta a dar as caras quando passo ao lado de uma estética na avenida. A ideia de me aventurar em outro serviço, mas em outro lugar, cruza minha mente, mas isso já é outra história que também vou compartilhar. Sorrio e me proponho a planejar meu próximo passo.
Quinta-feira, é cedo. Por causa de problemas de saúde de um familiar, tenho que pedir permissão para chegar atrasado no trabalho. Preciso levar um parente na escola primária. Vejo uma jovem saindo de casa por uns instantes, mas me foco. Volto e tenho que levar outro parente no jardim de infância. Encontro uma conhecida que é naturalmente provocante e fácil de convencer a ser uma companhia agradável — peitos grandes naturais, morena clara, bunda larga e corpo magro. A conversa rola, mas os planos desandam porque a possível saída com a conhecida envolveria pouco tempo ou ter que levar a filha dela. Perdi a graça, já que meus planos não incluem ser babá o dia inteiro. Fazer o quê. Espero o tempo passar e chega a hora de levar meus parentes de volta pra casa. Lembro da garota com quem costumo sair, na esperança de que ela tenha tirado o dia de folga ou, pelo menos, tope passar algumas horas comigo no horário de almoço dela. Afinal, já tinha pedido pra chegar tarde no trabalho. Ligo pro celular dela. Azar o meu: ela sofreu um acidente, caiu e se machucou. Fazer o quê. Quando as coisas não se alinham a favor, não tem jeito. Termino minhas atividades e me resigno. Tô na avenida Ávila Camacho, quando vejo passar um ônibus da linha Tur com a palavra "Revolução" piscando. Na hora, lembro da Casinha Revolução. Vem na minha mente a famosa Thalia, aquela deusa do sexo que conheci pela internet, aquela dama sobre quem se contavam lendas sem fim, onde os mortais sucumbiam aos seus dotes de sedução e acabavam na morte e... Ressurreição diante dela. Lembro que o horário de trabalho dela é só durante a semana. Se eu tenho que conhecê-la, então essa é a minha chance. Confiro o endereço no meu celular: Rua Ramos Arispe, 613. Embora lembrasse que a localização do lugar é bem na esquina de uma famosa pastelaria, confiro a rota pelo aplicativo de mapas do celular. Uma pontinha de nostalgia passa pela minha mente ao perceber que a casa da Marian fica a uma distância não tão considerável do lugar que eu tinha como destino. Fazer o quê, isso já era. E penso como somos sortudos por ter as garotas de programa, porque quando a situação com as amigas, conhecidas, namoradas ou ficantes aperta, elas nos salvam, nos recebem sempre na hora que a gente precisa, sem encheção de saco nem rodeio. E nesse momento, preciso descarregar meu estresse. Preciso confirmar se as lendas sobre aquela musa acessível pra todo mundo são verdade. Não duvido muito, porque os comentários dos caras mais respeitáveis e daqueles que sinto como irmãos, mesmo sem conhecer, e que pessoalmente considero amigos, garantem as experiências com essa mulher. Vou meio distraído no caminho, pensando nela, e acabo passando reto até a Avenida Rio Nilo. Fazia um bom tempo que não passava por essa avenida da Revolução, mas percebo que passei do lugar. Paro por uns instantes e confirmo a correção da rota. São só algumas quadras. Acho a pastelaria com dificuldade, porque parece que mudaram um pouco a fachada e a placa desde a última vez que vim. Procuro o endereço pela numeração e, escondido, mas exato, chego ao lugar. Um corredor comprido com um portão branco. Entro no corredor e sou recebido no portão por um cara. Não vejo nenhuma garota à primeira vista. A luz da rua atrapalha minha visão quando entro no lugar, que tem uma iluminação fraca. Cumprimento o cara, e ele pede que saia alguma garota que esteja de plantão. Quem me recebe é uma morena, mas com um sobrepeso bem notável. Ela me leva pra uma sala privada e explica os preços, não presto atenção, só lembro 200 pila 10 minutos e 500 pila uma hora. A mina não me interessa, eu vou pela Thalia, não importa o que rolasse, eu tinha ido exclusivamente por ela. Ela me pergunta se já tinha vindo antes, mas falo que não, que fui por recomendação de bons amigos e que tava atrás da Thalia. Notei que a mina ficou meio pistola, me falou que a Thalia não tava disponível. Pensei que talvez minha maré de azar tivesse me alcançado até ali. Perguntei se a Thalia tava no local ou se tinha faltado, ela disse que tava sim, mas que ia demorar uns vinte minutos pra se liberar. A mina insistiu de novo que ela mesma me daria um bom serviço, pra eu ficar com ela, mas definitivamente minha caminhada e os perrengues do trajeto mereciam uma espera. Não ia desperdiçar a falta de trampo, o calor e a insistência em conhecer a Thalia ficando com uma mina que não me agradava. Falei que talvez depois eu pegasse um serviço com ela, mas que meu único interesse e objetivo era a Thalia. A mina se resignou e mandou eu esperar na recepção. Avisei o encarregado que ia esperar a Thalia, e ele me ofereceu uma garrafa d'água ou refrigerante. Aceitei a água, porque o calor da tarde tinha me deixado com sede. Fiquei vendo as notícias na TV com o encarregado sentado do lado. A notícia da captura do filho do Chapo tava passando na hora. Rolou uns spots políticos e o encarregado deu a opinião política dele, parecia que queria quebrar o silêncio constrangedor. Só respondi com comentários afirmativos, fazer o quê, tava esperando a Thalia e não tava atrás de amizade. Não é pessoal, mas tava focado na Thalia. O tempo foi passando e uma mina jovem, de pele branca, cabelo preto e peitos apetitosos de primeira vista entrou na sala onde as outras estavam sentadas. garotas, por uns instantes pensei em pegar o serviço de 10 minutos com ela enquanto a Thalia saía, mas aquela garota era tão gostosa que merecia mais de 10 minutos. Além disso, eu costumo ser de longa duração, não ia perder a oportunidade de ficar com a Thalia. Talvez na próxima vez eu pegue essa garota. Já estava começando a me desesperar quando um homem saiu do corredor dos privês. Então uma das garotas gritou lá no fundo: "Thalia, tão te chamando, tão te esperando". Aquilo foi uma luz pra mim, foi música pros meus ouvidos. Ela só pediu um momento, disse que não demorava um minuto e chegava. Mesmo assim, ainda não conseguia admirar a Thalia com meus próprios olhos. Aquele minuto foi uma longa espera pra mim, tava ansioso pra ver aquela mulher, pra ver aquela bunda que um dia me fez fantasiar quando vi uma foto dela. Finalmente, na minha espera, apareceu aquela garota. Finalmente, Thalia.
Uma mulher magra, corpo do tipo atlético, vestida com um top jeans e uma microsaia também jeans que mal cobria a metade da bunda dela. Pele morena num tom bronzeado, cintura fina e cabelo preto liso num rabo de cavalo. Um sorriso agradável e uns olhos que mostravam umas ruguinhas leves ao sorrir, mas ainda assim muito gostosa. Não era uma novinha, mas também não parecia uma mulher madura. Eu chuto uns 32 a 33 anos. Ela pega na minha mão e me manda acompanhar ela. A vista seguindo a garota já era um prazer de início, ver aquele par de bundinhas redondas com um balanço sensual começou a me excitar. Chegamos no quarto, e ela me olha com cara de confusão. Me pergunta se eu conheço ela. Falo que não conheço, mas que por várias recomendações tinha ido conhecê-la e finalmente ver se o que falavam dela era verdade. Ela riu um pouco e me perguntou de onde tanta recomendação. Contei que uns amigos meus tinham contado as aventuras deles que também, procurando opções na internet, tinha me deparado com comentários muito bons também. Ela riu de novo um pouco e me disse: "Ahhh sim, com certeza do fórum Sexyprovincia". Eu me fiz de bobo e falei que achava que sim, mas não tinha certeza, já que tinha sido só uma olhada rápida na internet num momento de tédio. Ela me olhou de novo e riu novamente, acho que não acreditou na minha desculpa. Me perguntou se eu queria tomar uma ducha ou se íamos direto ao assunto. Por causa do calor durante o trajeto e enquanto esperava na recepção, eu tinha suado bastante, então falei que ia tomar um banho. O problema foi que, ao abrir a porta do chuveiro, notei que estava meio suja. Pensei no problema de fungos, mas não liguei, já que tinha um creme especial pra isso em casa. Ao entrar, lembrei do incidente da ducha e tomei banho com cuidado. Saí e me sentei na mesa de massagem, prestando atenção no filme europeu que estava passando na TV. Thalia não demorou muito pra voltar com as coisas dela. Sorriu de novo. Pensei em como a garota era agradável, sempre de bom humor. Passou um pouco de creme em mim e fez uma massagem leve. Achei estranho, porque nunca tinha lido que ela fazia massagem, sempre eram as coisas diretas. Ela começou a beijar meu pescoço e lamber minha orelha. Se aproximou de mim e pediu ajuda pra desabotoar o top de jeans e o sutiã turquesa dela. A sensação da pele lisa e macia dela, ver o pescoço e a cintura dela era uma sensação gostosa. Ela tirou a saia e pude apreciar aquele belo par na calcinha fio dental turquesa. Lembro que só falei: "Naaaaaao, meu Deus", e ela riu de novo. Me abraçou e começou a beijar minha bochecha, do lado do lábio, e começou a beijar e chupar minha orelha. Eu me sentei de novo na cama de massagem, tocava os peitos dela, lambia o pescoço e o ombro dela. Era um tratamento excelente da parte dela, sempre cooperativa. Às vezes eu segurava e massageava a buceta dela. bunda, pra ser sincero, me apaixonei por aquela bunda. Não canso de repetir a maciez, a sensação, a lisura dela. Comecei a ficar excitado e ela, enquanto continuava me beijando e chupando meus mamilos, com uma mão segurava meu pescoço e com a outra começava a brincar com minhas bolas. Ela me olhou nos olhos com aqueles olhos brilhantes e perguntou o que eu queria fazer. Eu disse que estava nas mãos dela, que me mostrasse o bom trabalho que sempre se gabava. Ela se inclinou e começou a brincar um pouco com a língua no meu pau e, de uma bocada, enfiou tudo na boca. Senti a ponta dos dentes dela na base do meu pau. Mmm, senti algo meio quente e, quando ela tirou, notei uma gota de líquido pré-seminal saindo da ponta do meu pau. Ela disse: "Nossa, como seu amigo chora rápido". Isso me lembrou a saudosa Janette, que foi a primeira profissional do sexo com quem fiz oral natural. Dei uma risada e comentei que ele chorava com a ternura dela. Ela riu, pegou um papel e limpou. Continuou com o oral e, como percebi que ela estava numa posição meio desconfortável ou cansativa, sugeri deitar e ela me fazer o oral na cama de massagem. Ela tirou os saltos agulha e subiu na cama. Foi aí que notei um espelho em cima da cama. Ela pediu pra eu me mover um pouco pra trás e ficou perfeitamente alinhada no reflexo. Começou de novo a me fazer o tão esperado oral. Primeiro lambia um pouco, brincava com a língua e depois enfiava na boca num ritmo enlouquecedor. Ao mesmo tempo, eu podia ver o formato de coração da bunda dela naquela posição, ainda com a tanga turquesa. Ver aquela bunda repartida pelo fio da tanga e envolvendo a cintura fina dela era uma visão angelical. Sentir ela chupando meu pau e o movimento sincronizado do corpo dela. Às vezes ela Olhava pro espelho enquanto ela passava a língua e os lábios na horizontal, com um olhar cheio de prazer, uma expressão de luxúria no rosto que me fazia sentir num filme pornô. De repente, ela enfiou um dos meus testículos na boca e chupou, só se ouviu um barulho igual ao de abrir uma garrafa quando ela soltou de uma puxada. Repetiu a operação. Eu, enquanto observava a cena gostosa no reflexo do espelho, segurava a mão dela, acariciava. Depois, ela segurou meu pau pra cima e, com lambidas circulares, percorreu desde a cabeça até a base do pau. Tava difícil manter os olhos abertos porque a sensação me dominava. Aí ela deslizou os dentes, só roçando a extensão do pau, e bem na ponta começou a chupar com força. Nunca tinha sentido uma chupada tão intensa como a que ela tava me dando. Entre as sensações e ver o corpo e a figura dela, quase gozei. Meu pau começou a engrossar ainda mais e eu sentia umas pulsadas. Ela então segurou pela base e, tirando meu pau da boca devagar, se afastou. Os fios de saliva dela encharcavam meu pau, que já tava com a ponta vermelha. Ela se levantou e foi pegar a camisinha. Já tinham passado alguns minutos, e embora eu pudesse continuar no oral até gozar, ela mudou o jogo. Colocou a camisinha em mim e encheu de lubrificante. Perguntou como eu queria fazer, e eu falei que queria que ela montasse em mim. Ela se molhou um pouco a buceta e foi montando devagar. Não era uma buceta tão apertada quanto algumas outras que já tinha penetrado, mas gostei da sensação de umidade e do jeito que ela começou a se mexer. Aos poucos, aumentamos a velocidade. Ela se impulsionava com as pernas e eu sentia o roçar na entrada da buceta dela. Ela olhava vaidosa a própria imagem refletida no espelho que ficava na lateral da cama, fazia caras parecidas com as das Atriz pornográfica, ela gemia, soltava algumas palavras, mas na maioria viravam pequenos gemidos. Eu, enquanto isso, observava a ação de vários ângulos. Via na minha frente aquela deusa morena, com seus peitos pequenos e mamilos eretos, balançando com o movimento frenético. Ao mesmo tempo, via a imagem do corpo dela inclinado e a bunda se agitando através do reflexo do espelho no teto do quarto. Ver como os glúteos se moviam com os impactos dos corpos, ver a cara de prazer dela. Ela se agitava, se arqueava e, na mesma posição, assumia várias poses que eu só tinha visto em filmes pornô. Foi quando entendi que a própria Thalia se transformava, na mente dela, numa atriz pornô, onde ela era a protagonista. Onde fazer o trabalho dela freneticamente, cheia de gozo e prazer, alimentava o ego dela. Não por nós, mas por ela mesma, pra saciar a vaidade de ser uma deusa do sexo. Eu me esgotei, mas ela continuava cada vez mais frenética. Entre sentadas e movimentos de quadril, me senti exausto e propus mudar de posição. Ela de quatro, e eu penetrando ela. Ela se ajeitou, e a visão das costas curvas e do contorno da cintura dela me transportou de volta ao erotismo. Umas estocadas e decidi melhor ver ela se tocar, mas antes enfiei dois dedos dentro dela. Que umidade, que sensação! O cansaço do calor e da jornada faziam com que eu não me recuperasse 100%, por isso preferi admirar aquela beleza no espetáculo sexual dela. Pedi então que ela se tocasse enquanto eu a admirava no sofá do fundo. Ela subiu de novo na cama de massagem e, dando uma vista espetacular da bunda dela, cuspiu um pouco na mão e começou a passar na buceta, que ficou com uma cor brilhante. Começou a se tocar devagar, primeiro nos lábios da buceta e, em seguida, enfiou um dedo lá dentro. Começou a fazer... Movimentos circulares, depois ela se deitou de lado e começou a acariciar o próprio ânus devagar, até que, aos poucos, enfiou um dedo lá dentro. Bem quando eu achava que não veria mais nada surpreendente da Thalia, ela enfiou outro dedo na buceta. Ver ela se masturbando com um dedo no cu e outro na buceta, e os gemidos que ela soltava, me obrigaram a capturar aqueles momentos tão eróticos e excitantes. Pedi autorização pra tirar umas fotos, mediante o pagamento de uma propina bem generosa. Ela estranhou, mas topou na hora. Aquela sessão de sexo então virou uma sessão de fotos espetacular. Primeiro, pedi pra ela subir na maca de massagem e me dar a vista daquele rabo lindo empinado. Ela fez na hora. Por um momento, parei pra admirar aquelas carnes poderosas, admirar aquela buceta molhada que já tinha dado tanto prazer. Me aproximei uns passos, a uns centímetros da buceta dela, apontando a tela do celular. É difícil manter a mão firme com uma vista daquelas na minha frente. Tirei a foto. Logo depois, ela começa a brincar de novo com a própria buceta. Aproveitei e tirei outra foto. Peço pra ela mudar de pose, agora deitada. Thalia obedece e se deita de costas, levanta as pernas e segura os joelhos. Tô prestes a tirar a foto e ela começa a se tocar de novo. Não tem momento mais oportuno, e tiro a foto. Deixo ela continuar. Ela abre as pernas e continua esfregando a buceta. Ouço uns gemidos. Não ouso interromper. Acaricio as pernas dela, peço pra ela ficar de quatro. Vejo ela de lado, com aquele contorno curvo, ao longo, com a bunda redonda e a silhueta magra. Tiro uma foto que, infelizmente, ela apagaria depois, porque a condição era apagar as que não fossem do gosto dela. Aproveito a posição dela e subo na cama também. Peço pra ela se inclinar e tiro uma foto onde Dá pra ver o cu dela, as nádegas e a buceta dela num esplendor delirante, eu acaricio as nádegas dela e passo um pouco meu pau em volta delas, desço da cama e ela senta com as pernas dobradas pra dentro, peço pra ela esconder o rosto de lado e tiro mais uma foto, que também seria vítima da censura da Thalia, nela dava pra ver a curvatura das costas dela e os peitos dela com os bicos duros, ela desce da cama e eu, sentado, me masturbo, ela se aproxima e começa a se masturbar com uma perna apoiada na lateral do sofá, tive até vontade de lamber a buceta dela naquele momento, mas por precaução evitei e só fantasiei com isso por uns instantes, me aproximei e comecei a lamber os peitos dela, a brincar com os bicos dela com minha língua e passar minha barba entre eles, ela acariciava meu cabelo e gemia um pouco, de novo ela se tocava, entrego meu celular pra ela e peço pra ela tirar uma foto minha enquanto eu chupo e brinco com um dos peitos dela, ela faz isso, mas com um pouco de dificuldade porque é um dispositivo de tela sensível ao toque e ela mal acerta a área da tela que ativa a câmera, ela me pediu pra ver as fotos que tinha tirado e se preparou pra apagar aquelas duas fotos que eu tinha comentado, ela me diz que gostava mais das que destacavam o melhor atributo físico dela, as nádegas voluptuosas dela, ela vira pra olhar o filme que tá passando na TV, nele uma garota tá de lado com uma perna esticada e a outra dobrada na cama enquanto é penetrada, ela me sugere tirar uma foto assim, ela se ajeita na cama e eu procuro o ângulo pra tirar uma foto tão linda, tiro a foto e fico com vontade de penetrar ela daquele jeito, já que a camisinha tinha sido descartada momentos antes durante a sessão de fotos, só me aproximo e dou um beijo e uma lambida naquele monumento escultural, a gente conversa um pouco e ela me pergunta se eu quero terminar com um oral na boca dela, acho a melhor opção, com ela de novo lambendo e chupando meu pau, eu tiro mais algumas fotos, ela acelera e continua me masturbando, de alguma forma eu travo e peço pra ela deixar eu terminar o serviço, eu me toco, ela ocasionalmente lambe a ponta, acaricia minhas bolas ou as coloca na boca, vejo a tela da TV e dois caras gozam na boca de uma garota, eu aumento o ritmo, ela se afasta um pouco e inesperadamente eu começo a gozar, duro quase meio minuto gozando, jorrando esperma branco, grosso e abundante, ela fica meio confusa porque eu digo que achava que não estava tão carregado, na verdade até eu me surpreendi com a quantidade, definitivamente isso tinha sido obra da Thalia, pedi papel pra limpar as duas mãos que estavam cheias do meu esperma, sei que poderia ter gozado na boca dela mas algo aconteceu que me travou, mesmo assim eu estava mais que satisfeito, comento que nos meus melhores 15 anos teria sido igual ao filme de Scary Movie onde o cara goza e ela ri de novo, ela senta na cama e pede pra eu chegar perto, olho o relógio e já passou pouco mais de 5 minutos do tempo que combinei, ninguém toca mas eu tô ciente que ultrapassei o tempo, ela não fala nada, olha o relógio e me diz pra não me preocupar com o tempo, pede pra eu chegar perto dela e abraçando ela pela cintura a gente conversa um pouco, comento que ela ainda me deve duas fotos que ela teria apagado, falo que quero tirar com a calcinha fio dental dela, ela veste, ajusta a calcinha e eu tiro a foto de frente, depois falo que agora uma do rabo dela, ela levanta e empina um pouco a bunda, tiro a foto e dou um beijo naquelas nádegas, agradeço pelo serviço, ela me pergunta de novo o que comentavam sobre ela, falo que só coisas boas mas mesmo assim, pra mim não era suficiente o que diziam, no fim ela era a melhor garota no tipo dela, no oral majestoso dela, ela ri de novo, termino de me vestir junto com ela, a gente se abraça e eu prometo voltar No fim das contas, foi uma experiência inesquecível. Fiquei impressionado com o corpo dela, com as habilidades orais, mas principalmente com aquela forma tão leve e envolvente de lidar comigo. Ela me acompanha até a porta, onde já tem duas pessoas esperando a vez com ela. Ela se vira, pega um dos clientes, mas antes se despede de mim acenando a mão. Pego uns cartões do lugar e vou embora. Cumpri minha missão. Saio e retomo o caminho, mas antes respondo uma mensagem de um amigo que tinha tocado quando eu estava com a Thalia. Conto a façanha que acabou de rolar e prometo mostrar as fotos e dar mais detalhes do que aconteceu. Estranhamente, minha safadeza volta a dar as caras quando passo ao lado de uma estética na avenida. A ideia de me aventurar em outro serviço, mas em outro lugar, cruza minha mente, mas isso já é outra história que também vou compartilhar. Sorrio e me proponho a planejar meu próximo passo.
2 comentários - Thalia, a lenda do oral de Guadalajara