Fala aí, galera! Quero compartir com vocês esse relato:
Comentem aí
Pra começar, vou falar que minha esposa morreu há anos e, por respeito a ela, por causa do trampo e de cuidar da minha filha, nunca mais procurei outra parceira. Além disso, minha filha sempre foi muito ciumenta e dizia que não queria mais ninguém. Com ela sempre me dei super bem, sempre tivemos confiança, conversamos pra caralho e quase tudo levamos na brincadeira.
Tudo começou um dia que tava usando o computador dela e encontrei uns arquivos de imagem, com dezenas de fotos de caras pelados com paus enormes. Aquilo me deu uma puta graça, porque, segundo ela, nunca via essas coisas, e fiquei imaginando a cara que ela faria se mostrasse o que achei. Mas também me veio na cabeça o que ela pensaria se mostrasse o meu, porque, não é por me gabar, mas tenho uma ferramenta bem boa.
Abri outra pasta que tava ali mesmo e aí sim me surpreendi: era ela em poses bem sensuais e se despindo. Nunca tinha visto ela daquele jeito, não tinha reparado como ela era linda e a bela figura que tinha. Pra ser sincero, comecei a ficar com tesão e imaginar umas paradas.
Nessa hora, ouvi quando ela chegou. Então fechei o arquivo, disfarcei que ainda tava trabalhando e escondi minha ereção com uma toalha. Passei a tarde tentando não pensar no que tinha visto, mas só de estar perto dela, lembrava e começava a ficar excitado.
De noite, já na minha cama, tive que bater uma pra tentar me acalmar. Sem conseguir dormir, comecei a pensar no que tinha imaginado à tarde na frente do computador: se pra fazer uma brincadeira eu fizesse algo pra mostrar meu pau pra ela, pensei: e se ela gostar? E se ela quiser mais?
E foi aí que comecei a montar o plano que falei. Pensei que não tava errado o que ia fazer, porque nunca forçaria ela a fazer algo que não quisesse. Meu plano era seduzir ela e nos fazer felizes juntos, e se não desse certo, só Eu diria: AAA, CAIU!
Desde o dia seguinte, comecei a primeira parte do meu plano, que era fazer ela saber que o pai dela tinha um pau parecido com os que ela via nas fotos dele.
Então, à noite, na hora de dormir, como quem não quer nada, e aproveitando que na região faz calor, eu aparecia na frente dela só de cueca, fingindo que ia pegar algo na cozinha, água, ou só pra perguntar o que ela tava vendo na TV, mas antes dava uma leve acariciada no meu pau pra deixar a ereção bem visível. E de canto de olho, notava como ela olhava meio sem graça pra minha virilha.
Eu cada vez ficava mais sem vergonha. Às vezes aparecia, antes de tomar banho, só de toalha, e ajeitava ela de um jeito que pela fresta no começo da toalha dava pra ver uma parte do meu pau. Eu fazia tudo isso sem nenhum pudor, como se fosse normal, e ela começou a fazer o mesmo e olhava pra mim já sem vergonha nenhuma.
Vendo isso, comecei a segunda parte do meu plano, que era fazer com que ela me visse me dando prazer. Então, uma noite, quando eu fingi que ia dormir cedo e ela ficou vendo TV, deixei a porta entreaberta, de um jeito que ela não pudesse ver meu rosto enquanto eu me masturbava. Isso pra ela não perceber que eu tava olhando pra ela e pudesse me ver sem vergonha. Esperei um pouco, e quando ela passou em direção ao banheiro, foi quando comecei. Notei que ela tava me olhando pela sombra que a luz da TV fazia. Eu me acariciava devagar, por todo o comprimento do meu pau, pra ela observar bem. Passou um tempão e eu comecei a gozar. Peguei um guardanapo pra me limpar e vi que a sombra dela se afastou. Imediatamente, ela apagou a TV e eu ouvi ela se trancar no quarto dela.
A partir daquela noite, ela começou a se soltar mais na minha frente. Começou a aparecer só de lingerie (segundo ela, porque eu andava muito à vontade, e claro que eu concordei que era verdade) e se vestia de um jeito sexy e me perguntava como tava ficando.
E aí realizei a terceira parte do meu plano, que era fazer ela me ver completamente nu. Nu. Todo mês ela vinha cedo no meu quarto pra eu assinar o boletim das notas dela. Fazia isso assim que acordava, então eu sabia que ela ia vir de roupa íntima. Antes dela chegar, tomei banho e, enquanto esperava em pé de costas pra porta, fiquei passando a mão no meu pau pra deixar ele bem duro.
No momento que ela entrou no meu quarto, coloquei a toalha na cabeça, fingindo que tava secando o cabelo. Me virei e vi o quanto ela ficou perturbada ao me ver pelado. Dei bom dia, me aproximei, peguei o boletim pra assinar, devolvi e, pelas notas boas, parabenizei ela. Dei um beijo na bochecha e um abraço, mas encostando meu corpo todo nela, roçando a virilha dela com meu pau. Ao mesmo tempo, ela me abraçou mais forte. Ficamos assim por vários segundos e depois nos separamos.
Depois daquele dia, eu tentava aparecer pelado na frente dela. Primeiro no banheiro e no corredor que leva até ele, como se fosse sem querer. Depois comecei a fazer isso mais abertamente, tipo quando comecei a andar só de cueca e ela só ria e me olhava disfarçadamente.
Veio a próxima parte do plano: fazer ela ficar pelada na minha frente. E não demorou muito. Quando a gente se encontrava no corredor do banheiro, eu, brincando, puxava a toalha dela. No terceiro dia, ela deixou cair de propósito. Parada, pelada na porta do banheiro, com as mãos na cintura, me disse rindo:
— Aaah, safado. Agora levanta.
Pra ser sincero, não esperava por aquilo. Ver ela ali parada, linda, com aquele corpo perfeito, fez com que, naquele momento, o perturbado fosse eu. E ela falou de novo:
— Quê? Não vai levantar?
Entrei na brincadeira. Levantei a toalha, joguei na cara dela e ficamos assim brincando por uns minutos, até ela entrar no banho. E aí ela começou a fazer o mesmo que eu: a qualquer oportunidade, andava totalmente pelada, sem nenhuma vergonha. E às vezes eu sentia que ela tava me dando mole. Era hora do próximo passo, mas... Por isso mesmo, não consegui mais seguir os passos do plano, e foi isso que aconteceu.
Passaram-se vários dias depois do que contei por último. Já era noite, eu estava na cozinha, tipo procurando o que jantar, pelado esperando ela aparecer. Aí ela chegou recém-saída do banho, totalmente nua, como se fosse normal. Foi direto na geladeira, serviu cereal e colocou na bancada da cozinha.
Pra ela, a bancada batia na altura da barriga. Ela se apoiou, inclinou um pouco o corpo sobre a bancada e abriu um pouco as pernas. Eu estava atrás dela, então dava pra ver muito bem toda a forma do corpo lindo dela, a bunda e a buceta depiladinha. Tudo isso me deixou bem excitado e meu pau duro pra caralho, então não pensei duas vezes e agi com o pouco que minha mente conseguia pensar.
Fiquei atrás dela, com as mãos na bancada e meus braços rodeando ela, me inclinando quase igual a ela, com meu pau na altura da bunda dela, sem encostar em nada da pele dela. Ela não se mexia, tava imóvel, como se esperasse alguma coisa.
Na televisão tava passando uma novela, então perguntei como tava a trama. Sem tirar os olhos da TV, ela começou a explicar. No momento em que ela respondeu, coloquei a ponta do meu pau entre os lábios da buceta dela e as pernas dela. Ela parou a resposta por uns segundos, deu um suspiro e continuou me explicando.
Enquanto isso acontecia, comecei a fazer pressão com meu pau entre as pernas dela pra passar por elas. Nesse momento, senti que ela, sem parar de falar e olhar a televisão, abriu bem devagar as pernas, facilitando pra eu entrar entre elas, e também começou aos poucos a levantar a bunda.
Senti quando as nádegas dela encostaram no meu púbis, e senti quando ela fechou as pernas de novo. Comecei um vai e vem meio lento, bem devagar. Segundos depois, ela fez o mesmo. Já não falava mais, a gente fazia ritmicamente. Ouvi bem baixinho ela gemendo. Comecei a abraçar ela, dar beijinhos no pescoço, e ela, aos poucos, foi aumentando. a velocidade do vai e vem e eu apertava meus braços contra os peitos dela e sentia meu pau deslizar mais fácil entre as pernas dela por causa dos fluidos dela
Infelizmente naquele momento meu celular tocou, nos pegou de surpresa e com o susto nos separamos, fui pegar meu celular e era um colega de trabalho pra me falar uma merda, enquanto falava com ele olhei pra baixo e vi como meu pau brilhava por causa dos fluidos que minha filha tinha deixado, desliguei o mais rápido possível mas minha filha já tinha ido pro quarto dela
pensei que por não seguir o plano direito, tinha estragado tudo, então desiludido desliguei tudo e fui dormir também. bati na porta da minha filha, mas ela não respondeu, e pensei que talvez ela tivesse ficado brava
já no meu quarto, pensando no que tinha acontecido, ouvi minha filha bater na porta, mandei ela entrar e ela disse;
-papai não consigo dormir, posso dormir com você
-pode sim filha
pude ver a silhueta nua dela se aproximando, ela se deitou de lado perto de mim e eu fiz o mesmo, ficando os dois de frente um pro outro, aproximei meu pau de novo na buceta dela e ela abriu as pernas pra ele entrar de novo entre elas, comecei a esfregar todo meu pau na buceta dela, ela também fazia o mesmo mas com mais desespero, eu tava louco acariciando o corpo todo dela e beijando o pescoço dela e ela respondeu procurando meus lábios, beijando eles com paixão e começou a gemer mais rápido e a me abraçar mais forte, e pude sentir quando ela teve um orgasmo
só parou por um instante e continuou me beijando, coloquei ela por cima de mim e ela mesma se ajeitou segurando meu pau entre as pernas e a buceta dela, e de novo voltou a se esfregar, tava como uma louca e gemia igual, até que de novo gozou em outro orgasmo e ao mesmo tempo eu gozei junto com ela, espalhando porra na bunda toda dela, ficou extasiada em cima de mim e só me beijava mas já não com paixão e sim com carinho e devagar, e assim continuamos até pegar no sono
no dia seguinte de manhã, acordamos e tudo parecia normal, nos Nos banhamos, trocamos de roupa e conversamos como se nada tivesse acontecido, e foi assim o dia inteiro até chegar a noite. Tomei banho primeiro, sentei no sofá pelado e logo ela fez o mesmo, mas dessa vez sentou do meu lado e se aninhou em mim. Nos olhamos, sorrimos e me aproximei pra beijar ela. Ela correspondeu e comecei a acariciar ela. Tirei ela do sofá e ela se deitou no tapete.
Já lá embaixo, ela abriu as pernas e comecei a esfregar meu pau no clitóris dela, procurando a entrada da buceta dela, e ela disse:
— Papai, nunca fiz isso, sou virgem.
— Pensei que você já tinha transado — respondi.
— Não, e quero que você seja o primeiro — ela disse e sorriu de um jeito safado.
A verdade é que bateu um pouco de remorso em mim. Pensei que na idade dela já tinha transado, e além do mais ela era minha filha, e falei:
— Mas vai doer um pouquinho, além do mais eu sou seu pa...
— Eu já sei, tudo isso, eu sei. Não pensa nisso, papai. Vem, faz devagarzinho, sim? Quero que você me coma.
Ao ouvir isso, fiquei duro de novo e estávamos nos beijando de novo. Apontei meu pau na entrada dela e fui enfiando devagar, devagar. Senti que rompi alguma coisa e ela soltou um gemido.
— Devagar, papai, já entrou, devagarzinho — ela dizia.
E fui enfiando, devagar. Tirava e enfiava de novo, cada vez mais fundo, lentamente. Embora não estivesse comendo ela rápido, sentia um prazer imenso e uma excitação pelo que eu estava fazendo: era a primeira vez dela, o plano tinha dado certo e ela estava curtindo. Como eu disse, meu pau é bem grande e não queria machucar ela, então perguntei:
— Não tá te incomodando? Quer que eu continue?
— Não, "pai", só arde um pouquinho. Continua, não para. Quero sentir ele todo dentro de mim.
Então continuei enfiando devagar, e quando faltava pouco pra enfiar tudo, senti que ela se retorceu um pouco, reclamava e gemia ao mesmo tempo, de olhos fechados. Parei de novo e falei:
— Tô te machucando.
— Não, papai, continua. Enfia tudo.
Obedeci e, assim que entrou tudo, ela se... Eu disse e, estranhamente, ela começou a rir; com lágrimas nos olhos, rindo e com meu pau bem enfiado nela, ela me disse:
— Não pensei que fosse caber tudo em mim, haha, continua me comendo, papai, mas devagar.
Comecei a comê-la devagar, e ela começou a se mexer, a gemer e a me beijar desesperadamente. A cada metida que eu dava, ela cravava as unhas em mim. Naquela hora, acho que ela teve um orgasmo. Ela parou e pediu para eu sair bem devagar, e foi o que fiz.
Fomos tomar banho, e lá a safada me surpreendeu, dizendo que nunca tinha provado um pênis e que queria experimentar. Ela começou a fazer, primeiro sem jeito porque não sabia, mas fui ensinando como fazer, e ela aprendeu muito rápido. Mesmo só chupando a cabeça do meu pau, fez eu gozar na boca dela, e a boba até se engasgou com minhas porras. Saímos e dormimos no meu quarto.
No dia seguinte, de manhã, tudo estava normal, até que ela se despediu de mim com um beijo, porque acertou direto na minha boca, e isso me deixou a mil. Ali mesmo na sala, sem tirar o uniforme, comi ela de novo. E mesmo que ela ainda sentisse um pouco de ardor, disse que também aproveitou muito. Claro, nós dois chegamos atrasados nos nossos respectivos lugares.
Já estamos assim há mais de dois anos, e o mais engraçado, estranho, esquisito ou como quiserem chamar é que, do meu ponto de vista, continuamos nos tratando igual a antes de termos sexo entre nós, ou seja, uma relação normal de pai e filha.
A única diferença é que, quando estamos com vontade de transar entre nós, fazemos, e sem nenhum remorso, na hora ou no lugar da casa que quisermos. Ela até teve dois namorados nesse tempo e, mesmo assim, continuamos fazendo.
Minha filha e eu nos amamos muito, e isso que acontece entre nós nos uniu ainda mais, tudo graças ao plano que tracei, algo longo, mas que no fim das contas funcionou. Saudações.
Comentem aí
Pra começar, vou falar que minha esposa morreu há anos e, por respeito a ela, por causa do trampo e de cuidar da minha filha, nunca mais procurei outra parceira. Além disso, minha filha sempre foi muito ciumenta e dizia que não queria mais ninguém. Com ela sempre me dei super bem, sempre tivemos confiança, conversamos pra caralho e quase tudo levamos na brincadeira.
Tudo começou um dia que tava usando o computador dela e encontrei uns arquivos de imagem, com dezenas de fotos de caras pelados com paus enormes. Aquilo me deu uma puta graça, porque, segundo ela, nunca via essas coisas, e fiquei imaginando a cara que ela faria se mostrasse o que achei. Mas também me veio na cabeça o que ela pensaria se mostrasse o meu, porque, não é por me gabar, mas tenho uma ferramenta bem boa.
Abri outra pasta que tava ali mesmo e aí sim me surpreendi: era ela em poses bem sensuais e se despindo. Nunca tinha visto ela daquele jeito, não tinha reparado como ela era linda e a bela figura que tinha. Pra ser sincero, comecei a ficar com tesão e imaginar umas paradas.
Nessa hora, ouvi quando ela chegou. Então fechei o arquivo, disfarcei que ainda tava trabalhando e escondi minha ereção com uma toalha. Passei a tarde tentando não pensar no que tinha visto, mas só de estar perto dela, lembrava e começava a ficar excitado.
De noite, já na minha cama, tive que bater uma pra tentar me acalmar. Sem conseguir dormir, comecei a pensar no que tinha imaginado à tarde na frente do computador: se pra fazer uma brincadeira eu fizesse algo pra mostrar meu pau pra ela, pensei: e se ela gostar? E se ela quiser mais?
E foi aí que comecei a montar o plano que falei. Pensei que não tava errado o que ia fazer, porque nunca forçaria ela a fazer algo que não quisesse. Meu plano era seduzir ela e nos fazer felizes juntos, e se não desse certo, só Eu diria: AAA, CAIU!
Desde o dia seguinte, comecei a primeira parte do meu plano, que era fazer ela saber que o pai dela tinha um pau parecido com os que ela via nas fotos dele.
Então, à noite, na hora de dormir, como quem não quer nada, e aproveitando que na região faz calor, eu aparecia na frente dela só de cueca, fingindo que ia pegar algo na cozinha, água, ou só pra perguntar o que ela tava vendo na TV, mas antes dava uma leve acariciada no meu pau pra deixar a ereção bem visível. E de canto de olho, notava como ela olhava meio sem graça pra minha virilha.
Eu cada vez ficava mais sem vergonha. Às vezes aparecia, antes de tomar banho, só de toalha, e ajeitava ela de um jeito que pela fresta no começo da toalha dava pra ver uma parte do meu pau. Eu fazia tudo isso sem nenhum pudor, como se fosse normal, e ela começou a fazer o mesmo e olhava pra mim já sem vergonha nenhuma.
Vendo isso, comecei a segunda parte do meu plano, que era fazer com que ela me visse me dando prazer. Então, uma noite, quando eu fingi que ia dormir cedo e ela ficou vendo TV, deixei a porta entreaberta, de um jeito que ela não pudesse ver meu rosto enquanto eu me masturbava. Isso pra ela não perceber que eu tava olhando pra ela e pudesse me ver sem vergonha. Esperei um pouco, e quando ela passou em direção ao banheiro, foi quando comecei. Notei que ela tava me olhando pela sombra que a luz da TV fazia. Eu me acariciava devagar, por todo o comprimento do meu pau, pra ela observar bem. Passou um tempão e eu comecei a gozar. Peguei um guardanapo pra me limpar e vi que a sombra dela se afastou. Imediatamente, ela apagou a TV e eu ouvi ela se trancar no quarto dela.
A partir daquela noite, ela começou a se soltar mais na minha frente. Começou a aparecer só de lingerie (segundo ela, porque eu andava muito à vontade, e claro que eu concordei que era verdade) e se vestia de um jeito sexy e me perguntava como tava ficando.
E aí realizei a terceira parte do meu plano, que era fazer ela me ver completamente nu. Nu. Todo mês ela vinha cedo no meu quarto pra eu assinar o boletim das notas dela. Fazia isso assim que acordava, então eu sabia que ela ia vir de roupa íntima. Antes dela chegar, tomei banho e, enquanto esperava em pé de costas pra porta, fiquei passando a mão no meu pau pra deixar ele bem duro.
No momento que ela entrou no meu quarto, coloquei a toalha na cabeça, fingindo que tava secando o cabelo. Me virei e vi o quanto ela ficou perturbada ao me ver pelado. Dei bom dia, me aproximei, peguei o boletim pra assinar, devolvi e, pelas notas boas, parabenizei ela. Dei um beijo na bochecha e um abraço, mas encostando meu corpo todo nela, roçando a virilha dela com meu pau. Ao mesmo tempo, ela me abraçou mais forte. Ficamos assim por vários segundos e depois nos separamos.
Depois daquele dia, eu tentava aparecer pelado na frente dela. Primeiro no banheiro e no corredor que leva até ele, como se fosse sem querer. Depois comecei a fazer isso mais abertamente, tipo quando comecei a andar só de cueca e ela só ria e me olhava disfarçadamente.
Veio a próxima parte do plano: fazer ela ficar pelada na minha frente. E não demorou muito. Quando a gente se encontrava no corredor do banheiro, eu, brincando, puxava a toalha dela. No terceiro dia, ela deixou cair de propósito. Parada, pelada na porta do banheiro, com as mãos na cintura, me disse rindo:
— Aaah, safado. Agora levanta.
Pra ser sincero, não esperava por aquilo. Ver ela ali parada, linda, com aquele corpo perfeito, fez com que, naquele momento, o perturbado fosse eu. E ela falou de novo:
— Quê? Não vai levantar?
Entrei na brincadeira. Levantei a toalha, joguei na cara dela e ficamos assim brincando por uns minutos, até ela entrar no banho. E aí ela começou a fazer o mesmo que eu: a qualquer oportunidade, andava totalmente pelada, sem nenhuma vergonha. E às vezes eu sentia que ela tava me dando mole. Era hora do próximo passo, mas... Por isso mesmo, não consegui mais seguir os passos do plano, e foi isso que aconteceu.
Passaram-se vários dias depois do que contei por último. Já era noite, eu estava na cozinha, tipo procurando o que jantar, pelado esperando ela aparecer. Aí ela chegou recém-saída do banho, totalmente nua, como se fosse normal. Foi direto na geladeira, serviu cereal e colocou na bancada da cozinha.
Pra ela, a bancada batia na altura da barriga. Ela se apoiou, inclinou um pouco o corpo sobre a bancada e abriu um pouco as pernas. Eu estava atrás dela, então dava pra ver muito bem toda a forma do corpo lindo dela, a bunda e a buceta depiladinha. Tudo isso me deixou bem excitado e meu pau duro pra caralho, então não pensei duas vezes e agi com o pouco que minha mente conseguia pensar.
Fiquei atrás dela, com as mãos na bancada e meus braços rodeando ela, me inclinando quase igual a ela, com meu pau na altura da bunda dela, sem encostar em nada da pele dela. Ela não se mexia, tava imóvel, como se esperasse alguma coisa.
Na televisão tava passando uma novela, então perguntei como tava a trama. Sem tirar os olhos da TV, ela começou a explicar. No momento em que ela respondeu, coloquei a ponta do meu pau entre os lábios da buceta dela e as pernas dela. Ela parou a resposta por uns segundos, deu um suspiro e continuou me explicando.
Enquanto isso acontecia, comecei a fazer pressão com meu pau entre as pernas dela pra passar por elas. Nesse momento, senti que ela, sem parar de falar e olhar a televisão, abriu bem devagar as pernas, facilitando pra eu entrar entre elas, e também começou aos poucos a levantar a bunda.
Senti quando as nádegas dela encostaram no meu púbis, e senti quando ela fechou as pernas de novo. Comecei um vai e vem meio lento, bem devagar. Segundos depois, ela fez o mesmo. Já não falava mais, a gente fazia ritmicamente. Ouvi bem baixinho ela gemendo. Comecei a abraçar ela, dar beijinhos no pescoço, e ela, aos poucos, foi aumentando. a velocidade do vai e vem e eu apertava meus braços contra os peitos dela e sentia meu pau deslizar mais fácil entre as pernas dela por causa dos fluidos dela
Infelizmente naquele momento meu celular tocou, nos pegou de surpresa e com o susto nos separamos, fui pegar meu celular e era um colega de trabalho pra me falar uma merda, enquanto falava com ele olhei pra baixo e vi como meu pau brilhava por causa dos fluidos que minha filha tinha deixado, desliguei o mais rápido possível mas minha filha já tinha ido pro quarto dela
pensei que por não seguir o plano direito, tinha estragado tudo, então desiludido desliguei tudo e fui dormir também. bati na porta da minha filha, mas ela não respondeu, e pensei que talvez ela tivesse ficado brava
já no meu quarto, pensando no que tinha acontecido, ouvi minha filha bater na porta, mandei ela entrar e ela disse;
-papai não consigo dormir, posso dormir com você
-pode sim filha
pude ver a silhueta nua dela se aproximando, ela se deitou de lado perto de mim e eu fiz o mesmo, ficando os dois de frente um pro outro, aproximei meu pau de novo na buceta dela e ela abriu as pernas pra ele entrar de novo entre elas, comecei a esfregar todo meu pau na buceta dela, ela também fazia o mesmo mas com mais desespero, eu tava louco acariciando o corpo todo dela e beijando o pescoço dela e ela respondeu procurando meus lábios, beijando eles com paixão e começou a gemer mais rápido e a me abraçar mais forte, e pude sentir quando ela teve um orgasmo
só parou por um instante e continuou me beijando, coloquei ela por cima de mim e ela mesma se ajeitou segurando meu pau entre as pernas e a buceta dela, e de novo voltou a se esfregar, tava como uma louca e gemia igual, até que de novo gozou em outro orgasmo e ao mesmo tempo eu gozei junto com ela, espalhando porra na bunda toda dela, ficou extasiada em cima de mim e só me beijava mas já não com paixão e sim com carinho e devagar, e assim continuamos até pegar no sono
no dia seguinte de manhã, acordamos e tudo parecia normal, nos Nos banhamos, trocamos de roupa e conversamos como se nada tivesse acontecido, e foi assim o dia inteiro até chegar a noite. Tomei banho primeiro, sentei no sofá pelado e logo ela fez o mesmo, mas dessa vez sentou do meu lado e se aninhou em mim. Nos olhamos, sorrimos e me aproximei pra beijar ela. Ela correspondeu e comecei a acariciar ela. Tirei ela do sofá e ela se deitou no tapete.
Já lá embaixo, ela abriu as pernas e comecei a esfregar meu pau no clitóris dela, procurando a entrada da buceta dela, e ela disse:
— Papai, nunca fiz isso, sou virgem.
— Pensei que você já tinha transado — respondi.
— Não, e quero que você seja o primeiro — ela disse e sorriu de um jeito safado.
A verdade é que bateu um pouco de remorso em mim. Pensei que na idade dela já tinha transado, e além do mais ela era minha filha, e falei:
— Mas vai doer um pouquinho, além do mais eu sou seu pa...
— Eu já sei, tudo isso, eu sei. Não pensa nisso, papai. Vem, faz devagarzinho, sim? Quero que você me coma.
Ao ouvir isso, fiquei duro de novo e estávamos nos beijando de novo. Apontei meu pau na entrada dela e fui enfiando devagar, devagar. Senti que rompi alguma coisa e ela soltou um gemido.
— Devagar, papai, já entrou, devagarzinho — ela dizia.
E fui enfiando, devagar. Tirava e enfiava de novo, cada vez mais fundo, lentamente. Embora não estivesse comendo ela rápido, sentia um prazer imenso e uma excitação pelo que eu estava fazendo: era a primeira vez dela, o plano tinha dado certo e ela estava curtindo. Como eu disse, meu pau é bem grande e não queria machucar ela, então perguntei:
— Não tá te incomodando? Quer que eu continue?
— Não, "pai", só arde um pouquinho. Continua, não para. Quero sentir ele todo dentro de mim.
Então continuei enfiando devagar, e quando faltava pouco pra enfiar tudo, senti que ela se retorceu um pouco, reclamava e gemia ao mesmo tempo, de olhos fechados. Parei de novo e falei:
— Tô te machucando.
— Não, papai, continua. Enfia tudo.
Obedeci e, assim que entrou tudo, ela se... Eu disse e, estranhamente, ela começou a rir; com lágrimas nos olhos, rindo e com meu pau bem enfiado nela, ela me disse:
— Não pensei que fosse caber tudo em mim, haha, continua me comendo, papai, mas devagar.
Comecei a comê-la devagar, e ela começou a se mexer, a gemer e a me beijar desesperadamente. A cada metida que eu dava, ela cravava as unhas em mim. Naquela hora, acho que ela teve um orgasmo. Ela parou e pediu para eu sair bem devagar, e foi o que fiz.
Fomos tomar banho, e lá a safada me surpreendeu, dizendo que nunca tinha provado um pênis e que queria experimentar. Ela começou a fazer, primeiro sem jeito porque não sabia, mas fui ensinando como fazer, e ela aprendeu muito rápido. Mesmo só chupando a cabeça do meu pau, fez eu gozar na boca dela, e a boba até se engasgou com minhas porras. Saímos e dormimos no meu quarto.
No dia seguinte, de manhã, tudo estava normal, até que ela se despediu de mim com um beijo, porque acertou direto na minha boca, e isso me deixou a mil. Ali mesmo na sala, sem tirar o uniforme, comi ela de novo. E mesmo que ela ainda sentisse um pouco de ardor, disse que também aproveitou muito. Claro, nós dois chegamos atrasados nos nossos respectivos lugares.
Já estamos assim há mais de dois anos, e o mais engraçado, estranho, esquisito ou como quiserem chamar é que, do meu ponto de vista, continuamos nos tratando igual a antes de termos sexo entre nós, ou seja, uma relação normal de pai e filha.
A única diferença é que, quando estamos com vontade de transar entre nós, fazemos, e sem nenhum remorso, na hora ou no lugar da casa que quisermos. Ela até teve dois namorados nesse tempo e, mesmo assim, continuamos fazendo.
Minha filha e eu nos amamos muito, e isso que acontece entre nós nos uniu ainda mais, tudo graças ao plano que tracei, algo longo, mas que no fim das contas funcionou. Saudações.
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