Olá, pessoal... tive que criar outro perfil de novo, o anterior foi bloqueado porque muitos se incomodaram de eu ter comido minha mãe.. desculpa... mas pra outros, a gente adora... tô de volta com meus contos, vou postar desde o começo pra quem perdeu, vou publicar direto.Quem sou eu e o que faço com a minha mãe (incesto)Olá, vou me apresentar, sou da Colômbia e preciso confessar duas coisas que tive sorte de vivenciar: primeiro, adoro o tipo de relação BDSM (dominação e submissão), onde sou o Dominante; segundo, amo relações incestuosas e, felizmente, minha mãe também.
O melhor de tudo é que consegui juntar minhas duas preferências — minha mãe adora ser dominada por mim. Não vou inventar nada e tentar ser o mais realista possível (espero que conhecidos não me reconheçam). E vou tentar postar algumas fotos que tirei, claro, escondendo nossa identidade.
Eu tenho 29 anos e me mantenho bem fisicamente, embora sempre lute contra a tendência de engordar e precise cuidar da alimentação constantemente. Sou relativamente alto, moreno, de aparência bem agradável. Meu pau é normal, um pouco grosso; na verdade, não gozo mais de uma vez quando transo, mas fico com ele duro por um bom tempo. Minha mãe acabou de fazer 52 anos. Não é uma supermodelo nem nada assim, mas tem uns peitões grandes, um pouco caídos, com os mamilos levantados, marrons e um pouco grandes. Ela é branca, cabelo meio escuro, mas o melhor de tudo é a bunda enorme dela — branca, com celulite, mas muito apetitosa. Tem cintura, mas uma barriguinha um pouco caída (já tem 50 anos). Adoro o corpo dela.
Vou contar nos meus próximos posts várias histórias que vivi e que, sinceramente, quero compartilhar. Tomara que eu receba comentários (não ligo se forem negativos, já sei que muitos vão dizer que somos uns doentes... talvez, mas felizes). Por enquanto, vou contar a última experiência que tivemos (depois conto como foi minha primeira vez ou quando algo novo surgiu).
Vamos começar, sem mais enrolação. Vou ser um pouco chocante, mas não estamos no mundo da Hello Kitty e nós dois curtimos o que fazemos.
Minha última experiência marcante que tivemos juntos foi há 2 meses. A gente procura transar 1 ou 2 vezes por semana, mas de vez em quando combinamos de fazer "algo diferente". Há dois meses, a "tarefa" da minha mãe era ser minha mascote. Quando digo tarefa, me refiro à ordem que exijo que ela cumpra. Às vezes, pode ser minha empregada doméstica ou minha porquinha, ou o que der na telha. Ela aceita e assume, gozando como uma puta (que é o que ela é).
A tarefa de mascote era bem simples: ela tinha que usar um par de orelhas de puta que se coloca na cabeça e um plug anal com rabo de pelos, pelada e o tempo todo de quatro; e seguir minhas ordens (sinceramente, precisa só de um pouco de juízo pra não cumprir).
Moro sozinho há 6 anos e minha mãe é separada há 16. Fazemos tudo no apartamento dela, ela mora no 9º andar e, infelizmente, tem poucos vizinhos que possam curtir nossos shows (mas isso é outra história). Toda vez que chego, ela DEVE me receber vestida o mais gostosa possível (já tá bem treinada nisso). Dessa vez não foi diferente. Cheguei no domingo às 9 da manhã, ela já tava banhada e vestida, com um vestido vermelho vivo que comprei pra ela, totalmente justo e com uma minissaia que mal tapava a bunda enorme que ela tem. Ela tem que me receber sem calcinha, de salto alto e toda maquiada.
Quando chego, sempre a cumprimento do mesmo jeito: espero ela fechar a porta, me sento no sofá e ela tem que se ajoelhar, tirar meus sapatos e lamber meus pés. Essa é a primeira tarefa dela (em outro conto vou explicar o porquê). Depois disso, ela tem que ficar ajoelhada de costas pra mim, com a bunda de fora, esperando eu mandar o que eu quiser. Esses rituais são muito importantes; se ela errar, minha função é castigá-la pra ela fazer direito. Naquele dia, infelizmente, ela fez tudo perfeito. Quando se virou, pude ver aquela bunda que eu adoro. Mandei ela levantar, ficar de quatro na minha frente e abrir a bunda com as duas mãos pra me mostrar aquele cuzinho delicioso dela.
O cu da minha mãe merece uma descrição. Durante os primeiros anos que a gente ficou junto transando, eu e ela, o cu dela era quase proibido, até o dia que eu a transformei na minha mulher (ou na minha submissa, se preferir; essa vai ser a terceira história, eu prometo). Trabalhei muito nele, a ponto de poder usar só com bem pouco lubrificante e por horas. É um cu já grandinho; se eu dilatar, cabem quatro dedos sem problema e até mais. É marrom escuro, grosso, um pouco pra fora, e bem apertado quando eu exijo. Não é um cu de atriz pornô, daqueles feitos pra foto; é um cu de verdade, grande, grosso, excitante, que dá vontade de meter a língua, que se dilata quando ela caga, em outras palavras, uma delícia.
Voltando à história, naquele dia eu tinha pedido pra ela, antes de eu chegar, dilatar um pouco o cu e deixar bem babado (e mais uma vez a putinha cumpriu a tarefa). Quando ela abriu a bunda, pude ver como estava aberta e enfiei dois dedos lá dentro, que deslizaram fácil. Com ela de quatro, consegui enfiar o plug anal com pelos simulando uma rabeta de gata. Verdade seja dita, ela não esperava, e o tamanho do plug era considerável. A ideia era que ela ficasse com ele a maior parte do dia. Quando sentiu entrando, ela tentou falar alguma coisa, mas sabe que outra das ordens é que não pode falar a menos que eu mande ou pergunte algo (se falar alguma coisa, sou obrigado a dar um tapa por palavra dita). O plug anal entrou sem problema, e aquela rabeta ficou linda naquela bunda branca.
Depois coloquei as orelhas nela e pintei o nariz de preto, tinha minha gata. Falei que ela só podia miar pra dizer sim (o "não" já foi proibido há muito tempo, é minha putinha e faz o que eu mando, simples assim). E a missão dela era me seguir pra onde eu fosse, de quatro, e fazer o que eu mandasse. No começo, ela teve dificuldade pra andar de quatro e tive que repreender umas duas vezes (umas cintadas sempre são eficazes).
A verdade é que naquele dia o que eu mais curti foi ver ela de quatro pela casa toda, meio humilhada. Às vezes, mandava ela subir na cama e lambia a buceta dela pra limpar, e adorava ver a cara dela excitada, passando a língua nos lábios enquanto eu fazia aquilo. Sinceramente, foi uma mascote bem obediente; a única coisa que precisei repreender foi quando exigi que ela mijasse no chão (é engraçado, mijar de quatro é complicado e sujo, sai xixi pra todo lado, e ela sabia que teria que limpar depois), mas ela fez, o que deixou minha roca dura pra caralho.
Depois de umas 2 horas vendo ela andar de um lado pro outro, se lambendo, me lambendo, tomando porra de um prato, mijando no chão, deitando em posições estranhas por toda parte, se aproximando pra eu fazer carinho, lambendo minha rola, miando, etc. Vi a buceta dela molhada, meio inchada (depois de umas palmadas de cinto e um chutezinho que ela levou por tentar se levantar), decidi dar uma satisfeita e fazer minha mãe gozar umas vezes. Tirei o plug, claro, obrigando ela a limpar um pouco com a língua, e comecei a penetrar ela analmente (ela adora isso) até que, uns 20 minutos depois, gozei dentro do cu dela e tampei de novo com o plug.
Depois disso, dormi enquanto ela fazia carinho no meu corpo e lambia minhas pernas e peito de leve. Acordei umas 2 horas depois, mais ou menos; ela tinha preparado o almoço enquanto eu dormia. Deixei ela tirar o rabinho e as orelhas, ficar pelada só com os saltos altos vermelhos que comprei pra ela, e almoçamos. Já tinha liberado ela pra falar, e conversamos um pouco como mãe e filho (com um tom mais de amantes, claro). Ela foi lavar a louça, e eu não aguentei: enfiei uns dedos no cu dela enquanto beijava as costas e massageava os peitos. Decidi meter minha rola de novo na bunda dela, que ainda tinha resto da minha porra, mas, sinceramente, não gozei; só queria deixar ela lá dentro e precisava ir embora.
Essa aqui é só a apresentação minha e da minha mãe, é difícil contar tanta coisa em tão pouco espaço e vou tentar ser um pouco mais linear e descritivo, só queria começar. A próxima experiência que vou contar pra vocês vai ser como foi a nossa primeira vez, espero que gostem, vou deixar umas fotos dela....
Ver mais dos meus contos:Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Volto com a minha mãe, já conto pra vocês o que vou fazer com ela.2.Como tudo começou... álcool + mamãe = incestoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Como minha mãe se tornou minha mulherDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Festejando com a minha mãe5.Minha mãe na praia com seu microbiquíni6.O cara das toalhas comeu a minha mãe e eu.7.prostituí minha mãe8.Minha mãe e minha mulher nos pegaram (relato com fotos)Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.De novo eu e minha mãe, umas putinhas de outro10.Minha mãe e eu, tempos estranhos e incesto11.Nosso filho, nossa mãeDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
O melhor de tudo é que consegui juntar minhas duas preferências — minha mãe adora ser dominada por mim. Não vou inventar nada e tentar ser o mais realista possível (espero que conhecidos não me reconheçam). E vou tentar postar algumas fotos que tirei, claro, escondendo nossa identidade.
Eu tenho 29 anos e me mantenho bem fisicamente, embora sempre lute contra a tendência de engordar e precise cuidar da alimentação constantemente. Sou relativamente alto, moreno, de aparência bem agradável. Meu pau é normal, um pouco grosso; na verdade, não gozo mais de uma vez quando transo, mas fico com ele duro por um bom tempo. Minha mãe acabou de fazer 52 anos. Não é uma supermodelo nem nada assim, mas tem uns peitões grandes, um pouco caídos, com os mamilos levantados, marrons e um pouco grandes. Ela é branca, cabelo meio escuro, mas o melhor de tudo é a bunda enorme dela — branca, com celulite, mas muito apetitosa. Tem cintura, mas uma barriguinha um pouco caída (já tem 50 anos). Adoro o corpo dela.
Vou contar nos meus próximos posts várias histórias que vivi e que, sinceramente, quero compartilhar. Tomara que eu receba comentários (não ligo se forem negativos, já sei que muitos vão dizer que somos uns doentes... talvez, mas felizes). Por enquanto, vou contar a última experiência que tivemos (depois conto como foi minha primeira vez ou quando algo novo surgiu).Vamos começar, sem mais enrolação. Vou ser um pouco chocante, mas não estamos no mundo da Hello Kitty e nós dois curtimos o que fazemos.
Minha última experiência marcante que tivemos juntos foi há 2 meses. A gente procura transar 1 ou 2 vezes por semana, mas de vez em quando combinamos de fazer "algo diferente". Há dois meses, a "tarefa" da minha mãe era ser minha mascote. Quando digo tarefa, me refiro à ordem que exijo que ela cumpra. Às vezes, pode ser minha empregada doméstica ou minha porquinha, ou o que der na telha. Ela aceita e assume, gozando como uma puta (que é o que ela é).
A tarefa de mascote era bem simples: ela tinha que usar um par de orelhas de puta que se coloca na cabeça e um plug anal com rabo de pelos, pelada e o tempo todo de quatro; e seguir minhas ordens (sinceramente, precisa só de um pouco de juízo pra não cumprir).
Moro sozinho há 6 anos e minha mãe é separada há 16. Fazemos tudo no apartamento dela, ela mora no 9º andar e, infelizmente, tem poucos vizinhos que possam curtir nossos shows (mas isso é outra história). Toda vez que chego, ela DEVE me receber vestida o mais gostosa possível (já tá bem treinada nisso). Dessa vez não foi diferente. Cheguei no domingo às 9 da manhã, ela já tava banhada e vestida, com um vestido vermelho vivo que comprei pra ela, totalmente justo e com uma minissaia que mal tapava a bunda enorme que ela tem. Ela tem que me receber sem calcinha, de salto alto e toda maquiada.
Quando chego, sempre a cumprimento do mesmo jeito: espero ela fechar a porta, me sento no sofá e ela tem que se ajoelhar, tirar meus sapatos e lamber meus pés. Essa é a primeira tarefa dela (em outro conto vou explicar o porquê). Depois disso, ela tem que ficar ajoelhada de costas pra mim, com a bunda de fora, esperando eu mandar o que eu quiser. Esses rituais são muito importantes; se ela errar, minha função é castigá-la pra ela fazer direito. Naquele dia, infelizmente, ela fez tudo perfeito. Quando se virou, pude ver aquela bunda que eu adoro. Mandei ela levantar, ficar de quatro na minha frente e abrir a bunda com as duas mãos pra me mostrar aquele cuzinho delicioso dela.O cu da minha mãe merece uma descrição. Durante os primeiros anos que a gente ficou junto transando, eu e ela, o cu dela era quase proibido, até o dia que eu a transformei na minha mulher (ou na minha submissa, se preferir; essa vai ser a terceira história, eu prometo). Trabalhei muito nele, a ponto de poder usar só com bem pouco lubrificante e por horas. É um cu já grandinho; se eu dilatar, cabem quatro dedos sem problema e até mais. É marrom escuro, grosso, um pouco pra fora, e bem apertado quando eu exijo. Não é um cu de atriz pornô, daqueles feitos pra foto; é um cu de verdade, grande, grosso, excitante, que dá vontade de meter a língua, que se dilata quando ela caga, em outras palavras, uma delícia.
Voltando à história, naquele dia eu tinha pedido pra ela, antes de eu chegar, dilatar um pouco o cu e deixar bem babado (e mais uma vez a putinha cumpriu a tarefa). Quando ela abriu a bunda, pude ver como estava aberta e enfiei dois dedos lá dentro, que deslizaram fácil. Com ela de quatro, consegui enfiar o plug anal com pelos simulando uma rabeta de gata. Verdade seja dita, ela não esperava, e o tamanho do plug era considerável. A ideia era que ela ficasse com ele a maior parte do dia. Quando sentiu entrando, ela tentou falar alguma coisa, mas sabe que outra das ordens é que não pode falar a menos que eu mande ou pergunte algo (se falar alguma coisa, sou obrigado a dar um tapa por palavra dita). O plug anal entrou sem problema, e aquela rabeta ficou linda naquela bunda branca.Depois coloquei as orelhas nela e pintei o nariz de preto, tinha minha gata. Falei que ela só podia miar pra dizer sim (o "não" já foi proibido há muito tempo, é minha putinha e faz o que eu mando, simples assim). E a missão dela era me seguir pra onde eu fosse, de quatro, e fazer o que eu mandasse. No começo, ela teve dificuldade pra andar de quatro e tive que repreender umas duas vezes (umas cintadas sempre são eficazes).
A verdade é que naquele dia o que eu mais curti foi ver ela de quatro pela casa toda, meio humilhada. Às vezes, mandava ela subir na cama e lambia a buceta dela pra limpar, e adorava ver a cara dela excitada, passando a língua nos lábios enquanto eu fazia aquilo. Sinceramente, foi uma mascote bem obediente; a única coisa que precisei repreender foi quando exigi que ela mijasse no chão (é engraçado, mijar de quatro é complicado e sujo, sai xixi pra todo lado, e ela sabia que teria que limpar depois), mas ela fez, o que deixou minha roca dura pra caralho.Depois de umas 2 horas vendo ela andar de um lado pro outro, se lambendo, me lambendo, tomando porra de um prato, mijando no chão, deitando em posições estranhas por toda parte, se aproximando pra eu fazer carinho, lambendo minha rola, miando, etc. Vi a buceta dela molhada, meio inchada (depois de umas palmadas de cinto e um chutezinho que ela levou por tentar se levantar), decidi dar uma satisfeita e fazer minha mãe gozar umas vezes. Tirei o plug, claro, obrigando ela a limpar um pouco com a língua, e comecei a penetrar ela analmente (ela adora isso) até que, uns 20 minutos depois, gozei dentro do cu dela e tampei de novo com o plug.
Depois disso, dormi enquanto ela fazia carinho no meu corpo e lambia minhas pernas e peito de leve. Acordei umas 2 horas depois, mais ou menos; ela tinha preparado o almoço enquanto eu dormia. Deixei ela tirar o rabinho e as orelhas, ficar pelada só com os saltos altos vermelhos que comprei pra ela, e almoçamos. Já tinha liberado ela pra falar, e conversamos um pouco como mãe e filho (com um tom mais de amantes, claro). Ela foi lavar a louça, e eu não aguentei: enfiei uns dedos no cu dela enquanto beijava as costas e massageava os peitos. Decidi meter minha rola de novo na bunda dela, que ainda tinha resto da minha porra, mas, sinceramente, não gozei; só queria deixar ela lá dentro e precisava ir embora.
Essa aqui é só a apresentação minha e da minha mãe, é difícil contar tanta coisa em tão pouco espaço e vou tentar ser um pouco mais linear e descritivo, só queria começar. A próxima experiência que vou contar pra vocês vai ser como foi a nossa primeira vez, espero que gostem, vou deixar umas fotos dela....
Ver mais dos meus contos:Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Volto com a minha mãe, já conto pra vocês o que vou fazer com ela.2.Como tudo começou... álcool + mamãe = incestoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Como minha mãe se tornou minha mulherDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Festejando com a minha mãe5.Minha mãe na praia com seu microbiquíni6.O cara das toalhas comeu a minha mãe e eu.7.prostituí minha mãe8.Minha mãe e minha mulher nos pegaram (relato com fotos)Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.De novo eu e minha mãe, umas putinhas de outro10.Minha mãe e eu, tempos estranhos e incesto11.Nosso filho, nossa mãeDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
14 comentários - Voltei pra minha mãe, já conto o que faço com ela (fotos)
ya te estoy siguiendo y te dejo puntos
saludos y besos a tu mama en ese culito hermoso y roto que tiene 😉 Misko