Aqui estou eu pra continuar contando o segundo encontro com a Luciana.
Depois da rapidinha na casa dela e do namorado dela, no dia seguinte a gente conversou sobre como foi bom e tal, e combinamos que no sábado seguinte a gente se encontraria de novo, mas com mais tempo.
Pra minha surpresa, ela disse pra gente se encontrar na casa dela, já que o namorado tava de plantão 24 horas.
Eu dei um jeito em casa pra escapar, tinha a vantagem de ser perto do fim de dezembro e dava pra usar a desculpa de confraternizações e despedidas de ano.
Bom, chegou o sábado e fui da minha casa até o apartamento dela na Lavalle. Apertei o interfone e ela desceu com um shortinho branco e uma regata sem sutiã — isso já me deixou de pau duro na hora que cumprimentei ela. Subimos no elevador, era umas 22h e, verdade, naquele prédio morava pouca gente, a maioria era escritório. Subimos e eu me joguei na boca dela e naquelas tetas enormes. Ela pegou na minha rola, abaixou o zíper da bermuda e tirou na hora. Eu chupava os peitos dela enquanto ela me batia uma, sem parar de ofegar e gemer. Ali mesmo, abri a porta do elevador pra travar entre os andares. Ela agiu rápido, se agachou e começou a chupar meu pau literalmente como se nunca tivesse chupado uma rola antes. Comecei a comer a boca dela, ela engasgava e ficava com os olhos vermelhos, mas não pedia pra eu parar. Ela chupava espetacular, era uma mestra no boquete, sério. Deixei ela continuar mamando mais devagar até que senti que ia gozar na boca dela. Ela percebeu e chupou com mais força. Não aguentei mais e joguei toda a porra dentro — foi foda como ela engoliu tudo, mesmo saindo um pouco pelo canto da boca.
Subimos pro apartamento e ela tava preparando um molho pra comer ravióli, tinha o futon aberto pra gente deitar. Fui no banheiro, depois cheguei na cozinha. Ela tava de costas com aquele shortinho enfiado na bunda. Não aguentei a tentação e fui agarrar ela por trás pra ver o que ela tava cozinhando. Encostei a rola na bunda dela e, com as mãos, peguei nos peitos dela. e dei um beijo no pescoço dela, ela enfiou a bunda mais pra dentro da pica, se virou e começamos a nos beijar como se nunca tivéssemos feito aquilo antes. Ela ainda tinha o gosto do meu gozo na boca, o que me deixava mais excitado. Na hora, a pica subiu de novo, fazia tempo que não gozava duas vezes tão seguidas, haja. Tirei a regata dela e os peitos lindos apareceram, enormes, e os bicos estouravam de tão duros que estavam. Luciana pedia pra eu comê-la, que queria minha pica dentro dela, que precisava pra continuar. Deitamos e era minha vez de dar um pouco de prazer, já que ela tinha feito isso algumas vezes. Coloquei ela de costas, comecei a beijar o pescoço e morder a nuca, enquanto com meus dedos começava a acariciar a pussy dela, tocava o clitóris enquanto ela se arqueava de prazer e pedia pra eu comê-la logo. Meus dedos começaram a penetrar ela, e ela se movia pra trás pra recebê-los, gozava como uma louca, não parava de gemer. Continuo beijando as costas dela enquanto não parava de punhetá-la, desço até a bunda, abro as nádegas e começo a chupar a pussy dela. Mal encosto meus lábios na pussy dela, ela solta um "Ahhhhhh" bem longo, pedindo pra eu continuar, que vai gozar. Penetro ela com a língua, mordo de leve o clitóris e nesse momento ela grita: "SIIIII! Ahhhhhh, come ela toda, filha da puta! Ahhhhhhh, siiiiiiii, como você chupa ela! Uhhhhh!" Recebi todos os sucos dela na minha boca, eram deliciosos. Depois de se recuperar do orgasmo, ela me pede por favor pra eu colocar minha pica. Já tava doendo de tão dura que tava. Falo pra ela: "Pra que eu tenho camisinha no short?" "Então coloca logo", ela dizia. E eu, verdade, também queria sentir ela sem camisinha. Assim, de quatro como ela tava, meto de uma vez, entra toda de tão molhada que tava, embora ao meter sentiu a pica toda e soltou um gemido de dor e prazer ao mesmo tempo. Era uma imagem terrível atrás dela, comendo sem parar. Dizia que ela era minha puta, puxava o cabelo dela e ela pedia mais e mais. Pau, os peitos dela balançando eram uma loucura, eu metia com força enquanto segurava as tetas dela, parecia que o mundo ia acabar depois dessa foda, ela caiu na cama e eu continuei metendo enquanto ela explodia em outro orgasmo violento, "ahhhhhhhh siiii como você me come, nico, nunca para de me comer" e a gente nessas horas fala cada merda também kkk. O orgasmo dela foi bem longo enquanto eu não parava de meter, viro ela de costas e a gente começa a se beijar mais docemente, mas profundo, eu foco um pouco nos peitos dela e ela não para de gemer, brinco com minha cabeça no clitóris dela, isso deixou ela louca, ela pegou meu pau e enfiou ela mesma, soltando um ahhh de novo, como essa mina gostava de pau, eu pensava, ela me abraçou com as pernas e eu tava num ritmo foda, tirei e meti de novo tentando chegar no fundo dela, a gente tava encharcado de suor por causa do calor da época, nossos corpos escorregavam e nossos cheiros se misturavam com um puta cheiro de sexo no ar, ela cravava as unhas nas minhas costas e os olhos dela estavam virados, ela não conseguia nem falar, só saíam sons da boca dela, como pôde ela disse "agora é minha vez de te comer, meu amor" a gente vira sem tirar ele de dentro e ela fica por cima de mim e começa uns movimentos impressionantes, ver aquela gostosa me foder me deixava cada vez mais louco e ela dizia "amo seu pau, amo como ele fica sempre duro" isso me deixava doido e a verdade é que ela me deixava assim duro como quando eu tinha 20. Ver os peitos dela com um movimento foda me deixava muito excitado e eu sentia que não aguentava mais segurar a gozada, ela percebeu e começou a se mexer mais forte pra eu gozar, "onde você quer que eu goze, vagabunda?" "dentro" uhhh foi foda ouvir isso, na verdade naquele momento o mínimo que eu podia fazer era pensar, eu tava fodendo uma mina gostosa pra caralho e ela pedia pra eu encher ela de porra. Olho de novo pro rosto dela, como muda, eu sabia que ela tava perto de gozar, ela agarra os peitos dela, o cabelo dela, começa a gemer mais forte pedindo pra eu gozar dentro dela, os dois explodimos num orgasmo violento. Ela caiu no meu peito e ficamos assim por um bom tempo. Nos separamos, tomamos uma ducha e comemos, conversamos sobre nossas vidas. Eu perguntei se o namorado dela tinha arma, ela confirmou que sim — não sei por que isso me deixava mais excitado. Já eram quase 3 da manhã e eu sabia que umas 5 eu ia embora. A conversa sobre como ela fazia de corno o namorado da prefeitura me deixava louco. Eu sentia meu pau pedindo mais, ela percebe e começa a acariciar meu pau. Nos beijamos mais quentes do que nunca. Eu puxava o cabelo dela pra trás e mordia o pescoço, isso a deixava doida. Coloco ela de costas contra a parede, falo tudo de puta que ela é, e ela me diz: "Sua puta, sou sua puta, vou ser sua puta pra sempre." Sem tirar a calcinha fio-dental, só afasto ela e meto assim, de pé, do jeito que estávamos. Ela joga a raba mais pra trás pra deixar eu entrar mais fundo. É aí que vejo o cu dela, parecia que não estava fechado. Começo com meu dedão a brincar com o cu dela e ela delira de prazer. Mas meu pau não estava tão duro depois de duas gozadas. Continuo enfiando nela de costas contra a parede, com movimentos cada vez mais violentos. Eu sentia que não aguentava muito mais. Ela grita: "Que puta que eu sou, como eu amo seu pau, não para que eu vou gozar." Meu ritmo não parava. Ela começa a rebolar pra trás, como se quisesse receber mais pau, e começa uma onda de gemidos: "Ahhhhh, uhhhh, siiiim, assim, vai, adoro seu pau, assim, vai, me dá pau." Eu já não aguentava mais e começo a encher ela de novo na buceta. Ela sente todo meu gozo dentro e me diz: "Vai, continua me comendo, vai, que eu vou gozar." Eu agarro os peitos dela, mordo a nuca e ela goza de um jeito que não conseguia ficar de pé. As pernas dela tremiam. Foi um orgasmo tremendo. Deitamos no futon até dar a hora de eu ir embora. E é aí que ela me diz: "Que amante bom que eu arrumei." A verdade é que até aquele momento eu não tinha pensado em ter ela como amante, mas era uma boa ideia. Ela era muito reservada, nunca me mandava mensagem se eu não escrevesse primeiro. primeiro e nunca me pedia coisas ou horários que sabia que eu não podia cumprir. Espero que vocês tenham gostado, a próxima é a história de como me mudei de Palermo pra trabalhar no Microcentro, a três quadras do trampo da Luciana.
Depois da rapidinha na casa dela e do namorado dela, no dia seguinte a gente conversou sobre como foi bom e tal, e combinamos que no sábado seguinte a gente se encontraria de novo, mas com mais tempo.
Pra minha surpresa, ela disse pra gente se encontrar na casa dela, já que o namorado tava de plantão 24 horas.
Eu dei um jeito em casa pra escapar, tinha a vantagem de ser perto do fim de dezembro e dava pra usar a desculpa de confraternizações e despedidas de ano.
Bom, chegou o sábado e fui da minha casa até o apartamento dela na Lavalle. Apertei o interfone e ela desceu com um shortinho branco e uma regata sem sutiã — isso já me deixou de pau duro na hora que cumprimentei ela. Subimos no elevador, era umas 22h e, verdade, naquele prédio morava pouca gente, a maioria era escritório. Subimos e eu me joguei na boca dela e naquelas tetas enormes. Ela pegou na minha rola, abaixou o zíper da bermuda e tirou na hora. Eu chupava os peitos dela enquanto ela me batia uma, sem parar de ofegar e gemer. Ali mesmo, abri a porta do elevador pra travar entre os andares. Ela agiu rápido, se agachou e começou a chupar meu pau literalmente como se nunca tivesse chupado uma rola antes. Comecei a comer a boca dela, ela engasgava e ficava com os olhos vermelhos, mas não pedia pra eu parar. Ela chupava espetacular, era uma mestra no boquete, sério. Deixei ela continuar mamando mais devagar até que senti que ia gozar na boca dela. Ela percebeu e chupou com mais força. Não aguentei mais e joguei toda a porra dentro — foi foda como ela engoliu tudo, mesmo saindo um pouco pelo canto da boca.
Subimos pro apartamento e ela tava preparando um molho pra comer ravióli, tinha o futon aberto pra gente deitar. Fui no banheiro, depois cheguei na cozinha. Ela tava de costas com aquele shortinho enfiado na bunda. Não aguentei a tentação e fui agarrar ela por trás pra ver o que ela tava cozinhando. Encostei a rola na bunda dela e, com as mãos, peguei nos peitos dela. e dei um beijo no pescoço dela, ela enfiou a bunda mais pra dentro da pica, se virou e começamos a nos beijar como se nunca tivéssemos feito aquilo antes. Ela ainda tinha o gosto do meu gozo na boca, o que me deixava mais excitado. Na hora, a pica subiu de novo, fazia tempo que não gozava duas vezes tão seguidas, haja. Tirei a regata dela e os peitos lindos apareceram, enormes, e os bicos estouravam de tão duros que estavam. Luciana pedia pra eu comê-la, que queria minha pica dentro dela, que precisava pra continuar. Deitamos e era minha vez de dar um pouco de prazer, já que ela tinha feito isso algumas vezes. Coloquei ela de costas, comecei a beijar o pescoço e morder a nuca, enquanto com meus dedos começava a acariciar a pussy dela, tocava o clitóris enquanto ela se arqueava de prazer e pedia pra eu comê-la logo. Meus dedos começaram a penetrar ela, e ela se movia pra trás pra recebê-los, gozava como uma louca, não parava de gemer. Continuo beijando as costas dela enquanto não parava de punhetá-la, desço até a bunda, abro as nádegas e começo a chupar a pussy dela. Mal encosto meus lábios na pussy dela, ela solta um "Ahhhhhh" bem longo, pedindo pra eu continuar, que vai gozar. Penetro ela com a língua, mordo de leve o clitóris e nesse momento ela grita: "SIIIII! Ahhhhhh, come ela toda, filha da puta! Ahhhhhhh, siiiiiiii, como você chupa ela! Uhhhhh!" Recebi todos os sucos dela na minha boca, eram deliciosos. Depois de se recuperar do orgasmo, ela me pede por favor pra eu colocar minha pica. Já tava doendo de tão dura que tava. Falo pra ela: "Pra que eu tenho camisinha no short?" "Então coloca logo", ela dizia. E eu, verdade, também queria sentir ela sem camisinha. Assim, de quatro como ela tava, meto de uma vez, entra toda de tão molhada que tava, embora ao meter sentiu a pica toda e soltou um gemido de dor e prazer ao mesmo tempo. Era uma imagem terrível atrás dela, comendo sem parar. Dizia que ela era minha puta, puxava o cabelo dela e ela pedia mais e mais. Pau, os peitos dela balançando eram uma loucura, eu metia com força enquanto segurava as tetas dela, parecia que o mundo ia acabar depois dessa foda, ela caiu na cama e eu continuei metendo enquanto ela explodia em outro orgasmo violento, "ahhhhhhhh siiii como você me come, nico, nunca para de me comer" e a gente nessas horas fala cada merda também kkk. O orgasmo dela foi bem longo enquanto eu não parava de meter, viro ela de costas e a gente começa a se beijar mais docemente, mas profundo, eu foco um pouco nos peitos dela e ela não para de gemer, brinco com minha cabeça no clitóris dela, isso deixou ela louca, ela pegou meu pau e enfiou ela mesma, soltando um ahhh de novo, como essa mina gostava de pau, eu pensava, ela me abraçou com as pernas e eu tava num ritmo foda, tirei e meti de novo tentando chegar no fundo dela, a gente tava encharcado de suor por causa do calor da época, nossos corpos escorregavam e nossos cheiros se misturavam com um puta cheiro de sexo no ar, ela cravava as unhas nas minhas costas e os olhos dela estavam virados, ela não conseguia nem falar, só saíam sons da boca dela, como pôde ela disse "agora é minha vez de te comer, meu amor" a gente vira sem tirar ele de dentro e ela fica por cima de mim e começa uns movimentos impressionantes, ver aquela gostosa me foder me deixava cada vez mais louco e ela dizia "amo seu pau, amo como ele fica sempre duro" isso me deixava doido e a verdade é que ela me deixava assim duro como quando eu tinha 20. Ver os peitos dela com um movimento foda me deixava muito excitado e eu sentia que não aguentava mais segurar a gozada, ela percebeu e começou a se mexer mais forte pra eu gozar, "onde você quer que eu goze, vagabunda?" "dentro" uhhh foi foda ouvir isso, na verdade naquele momento o mínimo que eu podia fazer era pensar, eu tava fodendo uma mina gostosa pra caralho e ela pedia pra eu encher ela de porra. Olho de novo pro rosto dela, como muda, eu sabia que ela tava perto de gozar, ela agarra os peitos dela, o cabelo dela, começa a gemer mais forte pedindo pra eu gozar dentro dela, os dois explodimos num orgasmo violento. Ela caiu no meu peito e ficamos assim por um bom tempo. Nos separamos, tomamos uma ducha e comemos, conversamos sobre nossas vidas. Eu perguntei se o namorado dela tinha arma, ela confirmou que sim — não sei por que isso me deixava mais excitado. Já eram quase 3 da manhã e eu sabia que umas 5 eu ia embora. A conversa sobre como ela fazia de corno o namorado da prefeitura me deixava louco. Eu sentia meu pau pedindo mais, ela percebe e começa a acariciar meu pau. Nos beijamos mais quentes do que nunca. Eu puxava o cabelo dela pra trás e mordia o pescoço, isso a deixava doida. Coloco ela de costas contra a parede, falo tudo de puta que ela é, e ela me diz: "Sua puta, sou sua puta, vou ser sua puta pra sempre." Sem tirar a calcinha fio-dental, só afasto ela e meto assim, de pé, do jeito que estávamos. Ela joga a raba mais pra trás pra deixar eu entrar mais fundo. É aí que vejo o cu dela, parecia que não estava fechado. Começo com meu dedão a brincar com o cu dela e ela delira de prazer. Mas meu pau não estava tão duro depois de duas gozadas. Continuo enfiando nela de costas contra a parede, com movimentos cada vez mais violentos. Eu sentia que não aguentava muito mais. Ela grita: "Que puta que eu sou, como eu amo seu pau, não para que eu vou gozar." Meu ritmo não parava. Ela começa a rebolar pra trás, como se quisesse receber mais pau, e começa uma onda de gemidos: "Ahhhhh, uhhhh, siiiim, assim, vai, adoro seu pau, assim, vai, me dá pau." Eu já não aguentava mais e começo a encher ela de novo na buceta. Ela sente todo meu gozo dentro e me diz: "Vai, continua me comendo, vai, que eu vou gozar." Eu agarro os peitos dela, mordo a nuca e ela goza de um jeito que não conseguia ficar de pé. As pernas dela tremiam. Foi um orgasmo tremendo. Deitamos no futon até dar a hora de eu ir embora. E é aí que ela me diz: "Que amante bom que eu arrumei." A verdade é que até aquele momento eu não tinha pensado em ter ela como amante, mas era uma boa ideia. Ela era muito reservada, nunca me mandava mensagem se eu não escrevesse primeiro. primeiro e nunca me pedia coisas ou horários que sabia que eu não podia cumprir. Espero que vocês tenham gostado, a próxima é a história de como me mudei de Palermo pra trabalhar no Microcentro, a três quadras do trampo da Luciana.
4 comentários - Uma cliente especial II