Já fiz um ménage com Juli e o padre Ernesto, e depois transei com ele quando ele comeu a catequista. Achei que por ali já bastava...Uma tarde, eu tava tomando banho e chega o Julián. Claro que atendi ele pelado, e ele respondeu com uma leve roçada no meu pau. Ficamos conversando sobre o que tinha rolado.
— E se a gente chamar a Mariana? — falou Juli, se referindo à nossa travesti, com quem a gente dividia umas tardes de sexo.
— Cê acha? — perguntei.
— Só de pensar já me excita — ele disse, puxando o pau já meio duro.
— Mmmm, você não aprende mesmo — respondi, começando a bater uma pra ele.
À noite, combinamos pelo telefone com a Mariana e fomos pra casa do Ernesto. Chegamos e percebemos que tinha mais alguém. Era a Elena de novo, mas dessa vez com uma amiga, e as duas estavam se esfregando no padre, que pelo visto não tem nojo de nada. A gente também não, então entramos na surdina e ficamos assistindo o show. Tinha umas garrafas de vinho quase vazias, o clima tava...
Nisso, o telefone do Juli tocou, era a Mariana. Ao mesmo tempo, as minas que tavam se acabando com o Ernesto pararam e nos viram atrás da cortina.
— Bom, pelo menos mais duas picas.
Elas nos pegaram, e a Elena subiu em cima de mim, enquanto a outra continuava chupando a rola do Ernesto, e o Juli se ajeitava pra chupar a buceta e deixava a bunda dele pra eu acariciar. Isso não durou muito, a Mariana chegou pra dar uma fodida memorável. Depois, o Ernesto se ajoelhou pra chupar o pau da travesti, enquanto eu largava a Elena, que foi direto pra buceta que o Juli tava lambendo antes. Uma verdadeira farofa, coroada pelo Juli metendo na bundinha da Elena. Era lindo, sexo pra todo lado. Depois, a Mariana se posicionou pra eu meter naquela bunda macia que ela tem, não sem antes saborear com minha língua, e tava muito gostosa. Aí o Ernesto gozou enquanto a amiga da Elena derramava vinho na própria buceta...
Essa festa começou ali e eu nem lembro mais. como terminou... quando eu lembrar de mais alguma coisa, conto pra vocês, beijinhos
2 comentários - A Cerimônia, parte 3