Ajudei minha nora, arrebentei a buceta dela

Minha Nora, Eu Rasguei a Buceta Dela pra Ajudar
Olá, sou o Ricardo, tenho 55 anos, normal, 1,65m, compleição normal, moreno, nada de outro mundo. Tenho um filho de 25 anos, Carlos, casado há uns anos com uma moça muito gostosa, a Pamela, com quem tenho muita intimidade — sempre tratei ela como uma filha. Isso é real, mas não foi planejado nem nada, só aconteceu.

Bom, uns meses atrás, eles estavam em casa por uma temporada, não lembro direito por quê, acho que estavam reformando a casa deles. A vida seguia normal, até que um dia, chegando em casa no meio da tarde, encontro a Pamela na sala com uma cara bem triste e abatida. Com todo carinho, como sempre, pergunto:

— O que foi, minha filha?

— Nada.

— Como assim, nada? Você sempre tem um sorriso no rosto, hoje tá tão triste.

— Nada, não se preocupe, vai passar.

— Tem certeza? Posso ajudar, sabe que pode contar comigo quando quiser.

— Claro, mas não se preocupe.

No entanto, algo me dizia que ela queria desabafar. Então insisti, sempre vi ela como uma filha, nunca como mulher. Sentei do lado dela e passei a mão na cabeça dela, num gesto carinhoso.

— Vamos, minha filha, me conta o que houve.

— Nada, coisas de casados, vai passar.

— Calma, fala comigo. Pode não ser tão grave, e se contar, talvez veja de outro jeito.

Ela me abraçou, quase soluçando, e disse:

— Seu filho tá tentando...

— Vamos, filha, me conta.

— É que tô com muita vergonha.

— Calma, vai devagar.

— É que uns dias atrás, quando saímos pra jantar, a verdade é que chegamos um pouco mais cedo do que o esperado. O Carlos foi no seu quarto te cumprimentar, mas voltou muito rápido e disse: "Vem aqui, escuta". A gente ficou do lado de fora do seu quarto e ouviu você transando com a Maria (minha esposa), e ela pedindo pra você meter... bem, por trás.

— Mas o que isso tem a ver com vocês?

— É que agora ele fica dizendo que se a mãe dele, uma mulher tão séria e delicada, faz por trás, é porque eu não dou conta. Então a gente tentou umas duas vezes, mas me dói muito. dano. Por isso a gente discutiu muito e ontem tentamos de novo, mas doi pra caralho.

Eu meio sem graça, verdade, ninguém tá preparado pra ouvir que seu filho te ouviu arrombando a mãe dele, mas a Maria é muito séria, até meio arisca, mas quando entra na cama se transforma e a gente faz com frequência. A gente tinha tomado cuidado, mas eles tinham dito que iam sair e chegar tarde, então aproveitamos, já que estávamos há vários dias sem fazer do jeito que a gente gosta, com bastante barulho.

- Pamela linda, me dá muita pena eu ter culpa do teu sofrimento.

- Não, se você não tem culpa, é o bruto do teu filho que quer fazer quase sem preliminares. Bom, eu nunca fiz antes, mas imagino que deve fazer alguma coisa antes de tentar meter.

- Bom, sim, se você quiser, eu falo com ele e explico como deve fazer.

- Não, como é que ele vai querer? Se você tocar no assunto agora, ele vai perceber que eu te contei e vai ficar muito puto.

- É também. Você tem razão. Bom, agora sim a gente tem um problema.

A gente tava nessa quando ouvimos a Maria chegando. Pamela me olha quase implorando e me diz:

- Por favor, Ricardo, não conta pra ele, me dá muita vergonha.

- Fica tranquila, depois a gente continua conversando pra ver se acha uma solução.

Assim passaram uns dias. Embora eu ficasse pensando no assunto, não via como ajudar minha nora. Se não podia falar com meu filho, não via como ajudar. Até que um dia, por outros motivos, tive que levar a Pamela de carro pra fazer uns recados, já que ela não dirige e meu filho tinha que trabalhar e me pediu pra acompanhar ela. Ela tava vestida bem tranquila, com uma blusa e uma saia que chegava um pouco acima dos joelhos. Aí a gente no carro, eu tentando achar um assunto pra não tocar no tema sexo, mas foi ela quem puxou.

- Ricardo, você viu como me ajudar com a parada do teu filho? Olha, eu também acho que se a Maria faz e pelo visto curte pra caralho, eu também deveria conseguir fazer.

- Olha... — Pois é, o que acontece é que, se eu não puder falar com ele, não vejo como explicar.
— Pensei que, se você me explicasse pra mim, eu poderia contar pro Carlos como fazer.

Fiquei meio sem graça, pra ser sincero, não me sinto muito à vontade falando desses assuntos com mulheres, ainda mais com a minha própria nora.
— Explicar como?
— Tipo uma aula teórica, você me diz o que o Carlos deveria fazer, bem, o que você faz com a Maria, aí eu explico pra ele, dizendo que li em algum lugar ou que fui num sexólogo, invento algo. Claro que ele não vai prestar muita atenção se conseguir fazer direito.
— Olha, vou parar o carro e te contar como se faz, porque num bar alguém pode ouvir e ia soar muito estranho.
— E se a gente for pro seu escritório? Lá a gente poderia conversar sossegada.
— Claro, falo, você tem razão.

Parece que ela já tinha tudo planejado. Bom, depois de fazer alguns recados, ela liga pro Carlos e diz que a gente vai demorar um pouco mais, que ele não se preocupe, que ela estaria bem cuidada comigo. E fomos pro meu escritório no centro. É bem espaçoso, além da mesa de trabalho, tenho uns sofás bem confortáveis que já usei com amigas e até com a Maria.
— Isso é porque ele é muito ciumento também, e pra não começar a fazer perguntas por causa da demora.
— Se você diz.
— Claro, o problema é que ele sempre sabe mais ou menos quanto tempo eu devo demorar. Se demoro muito mais, ele fica preocupado e depois não me deixa em paz.

Uma vez no escritório, sentamos nos sofás. Eu tinha preparado uns drinques, mais por cortesia. Até aquele momento, não imaginava o que ia rolar.
— Bom, primeiro é você estar mentalmente preparada. O ideal é que já tenha transado antes e, de preferência, tido pelo menos um orgasmo, pra ficar relaxada e disposta.
— E como eu devo ficar?
— O ideal na primeira vez é ficar de quatro ou pelo menos levantar a bunda pra ter livre acesso a ele.

Aos poucos, na conversa, começo a olhar pra ela e percebo que... Ela tava realmente gostosa pra caralho com uma raba enorme, agora entendo por que o Carlos quer meter nela.

- Depois você tem que fazer de tudo pra dilatar com cremes e também massagear com o dedo médio em círculo, ir molhando com saliva e enfiando na buceta, enquanto massageia vai tentando enfiar aos poucos.

- E isso demora muito

- Claro, amor, se é a primeira vez tem que ser bem devagar

- Beleza, me explica de novo aquela parte da massagem.

Tentei explicar com a mão fechada imitando a bunda, primeiro com a minha e depois com a dela, aí tomamos mais um gole e fomos relaxando até começar a brincar, ela também me perguntava como eu fazia com a Maria. Fui contando umas histórias. Nisso já estávamos conversando umas meia hora.

- Beleza, vamos voltar ao assunto, me dá sua mão pra explicar de novo.

Assim fui explicando como massagear e como ela devia passar a língua na bunda.

- Também é importante ele ir enfiando os dedos na sua buceta pra te manter quente.

- Nossa, você sabe demais, mas essa história de língua acho que o Carlos não faz.

- Mas isso é muito importante, você tem que falar pra ele, é o melhor jeito de relaxar.

- Beleza, agora tô bem relaxada.

- Kkkkkk

- Beleza, agora me mostra direitinho como eu tenho que ficar.

- Já te falei, de quatro, mas apoiada nos cotovelos na cama e a bunda bem levantada.

- Assim? Ela me mostra no tapete.

- Não, falo espera, deixa eu tirar a mesinha de centro.

- Beleza

- Assim vou mostrando como ficar, vou ajustando ela e seguro na cintura dela. desculpa

- Relaxa, se é pra aprender, tudo bem, e ela ri.

- Você também pode colocar uns travesseiros embaixo pra se apoiar

Separo os joelhos dela e sem querer escapa.

- Que raba mais linda você tem, desculpa

- Relaxa, se isso ajudar a deixar o Carlos feliz, sem problema, agora me fala como eu posso controlar pra ele não enfiar de uma vez.

- Você tem que pegar a pica com a mão assim pra controlar a enfiada.

- Mas como assim entendo Eu fico atrás dela, passo um travesseirinho pra ela apoiar a cabeça, me dá a mão e finjo que ela tá pegando na minha pica, pra mostrar como a gente tava quando perdeu o equilíbrio e eu caí em cima dela, que aguenta a porrada e fica com a mão toda na minha pica que nessa altura já tava dura que nem um míssil. Eu me apoiei nos quadris dela com uma mão e com a outra nas costas. Me apresso a falar: - Desculpa, foi sem querer. - Ricardo, isso te deixou duro, a pica, nossa como tá dura. - Claro, minha princesa, sou humano, não de ferro, e com essa vista, é normal. - Melhor deixar, a gente faz uma revisão geral, bem detalhada. - Beleza, minha princesa. Me afasto um pouco pra trás, mas ela não tirava a mão da minha pica, e eu repito que ela tem que se apoiar nos cotovelos, e ela obedece bem tranquila, mas quando leva a mão pra frente, a saia que ela tava usando sobe, e eu falo já com malícia: - Que tão detalhada é essa revisão? - O que você quiser, papai. Pego ela pelos quadris e esfrego minha pica nela, ela se deixa fazer e se mexe devagar, depois eu me afasto um pouco e ela empina a bunda pra trás, pego a calcinha dela, se isso fosse dar merda, seria agora, então fiz bem devagar, puxei até os joelhos, ai meu deus, que bunda, me agacho e passo a língua devagar, separo cuidadosamente as nádegas, começo a passar a língua no cuzinho, a enfiar dois dedos na buceta. Via ela apertando o travesseiro e se mexendo ritmado, quando comecei a massagear com o dedo, tentando enfiar de pouquinho em pouquinho, enquanto ela ia dilatando, ela reclamava um pouco, até que enfiei tudo, comecei a fazer um vai e vem com o dedo devagar até ela receber sem dificuldade, se mexia ritmado e reclamava, tirei o dedo, ela me olhou com cara de súplica e falou: - Papai, não para, continua por favor. - Calma, já vou continuar. Comecei a repetir a operação com dois dedos, e igual antes, até que fiz com três, aí ela reclamava muito, mas seguia o ritmo. Tava nisso e comecei a beijar o corpo dela desde a base das nádegas e subo pelas costas até chegar no pescoço, aí falo baixinho no ouvido dela.

- Agora, minha menina, essa bunda vai ser minha.

- Papai, agora não sou sua menina, sou sua mulher, sua puta, o que você quiser.

- Então, puta, agora vou arrebentar seu cu.

- Sim, tudo seu, gostoso, arrebenta ele, quero gritar igual a Maria.

- Pega com a mão e coloca você mesma.

- Sim, agora, por favor, não para.

Ela pega minha rola normal, uns 16-17 cm, mas bem grossa. Por isso ela fala meio assustada:

- Nossa, papai, isso é muito grosso, não vai entrar no meu cu.

- Cala a boca, puta, e lembra como a Maria gozava.

- Já sei, papai, mas com cuidado.

- Lembra que sempre vai doer um pouco, mas você tem que aguentar.

- Sim, gostoso, coloca, faz logo, por favor, não aguento mais.

Coloco e começo a enfiar devagar, primeiro a cabeça, e depois milímetro por milímetro, bem lentamente. Quando tava com pouco menos da metade, ela começa a reclamar que tava doendo muito.

- Papai, não, por favor, tá doendo, vai me machucar muito. Huuuiiii, não dói.

Lágrimas escorriam pelo rosto dela, e ela implorava.

- Por favor, faço o que você quiser, mas tira, por favor, você tá me partindo.

Ela tentava se afastar, eu seguro as mãos dela, cruzo por baixo dela e pego elas trocadas, e começo a empurrar. Dessa vez sem piedade.

- Não, puta, agora não tem volta, isso vai acontecer, querendo ou não, e é isso que você queria, que eu arrebentasse seu cu. Agora sofre, que depois você vai gozar.

- Papai, por favor, nãoooo...

Assim que pego, dou um empurrão até o fundo de uma vez. Pego uma almofada grande do sofá e coloco debaixo dela, assim posso me apoiar nela e falo no ouvido.

- Viu, puta, como já passou o pior? Já tá tudo dentro. Agora aguenta mais um pouquinho.

- Tá doendo, tá doendo muito.

- Espera que já vai passar. A mulher tem que aguentar quando o homem dá no cu dela. Aguenta, puta, ou vai ser pior.

- Já, já, já, papai.

- Eu sou seu homem, e você é minha puta.

- Sim, papai, faz o que quiser comigo. que quiser, quando quiser, eu serei sua putinha.

Assim comecei o mete e sai, ela já não reclamava de dor, pelo contrário, pedia mais, que eu desse, ela delirando.

- Me dá, por favor, e me enche.

- Já, já, já, arrebenta minha bunda. Me trata com força, me dá duro.

- Toma, putinha, era isso que você queria, que eu arrebentasse seu cu. Toma, putinha.

- Sim, sim, sim, queria saber como a Maria gozava... me dá, me dá, tô gozando, tô gozando, enche meu cu, enche ele com seu leite.

- Toma, putinha, aí vai, pega.

Assim terminamos e eu fico em cima dela com a pica no cu dela até ela perder as forças e eu gozar. Ela se vira e me beija docemente na boca. Espera um pouco pra se recuperar e, com dor, vai ao banheiro se lavar. Uns 10 minutos depois, sai vestida como se nada tivesse acontecido, me beija de novo na boca e diz:

- Agora se lava que a gente tá um pouco atrasada.

Fomos pra casa. No caminho, ela estava com a cara que lembrava, sorrindo, e feliz, falando como uma menina sobre qualquer coisa. Assim passaram uns dias e, pelo jeito que se tratavam com meu filho, devia ter feito o mesmo com ele e tinha dado tudo certo. Um dia, ao chegar, como sempre, me dá um beijo na bochecha e diz "obrigada", com um olhar bem safado. "De nada, minha menina, foi um prazer."

Umas semanas depois, já eles na casa deles, meu filho me liga e diz: "Pai, por favor, a Pamela pode passar no seu escritório pra você trazer ela pra casa? Tô fora da cidade e você sabe que ela não gosta de vir de transporte." Eu respondo que não tem problema, não se preocupa. Ele diz: "Vou avisar a mamãe que você vai chegar mais tarde, e muito obrigado." De tarde, quase na hora de fechar, minha secretária me avisa pelo interfone que tem uma mocinha me procurando. Eu saio e lá estava a Pamela, vestida como uma boneca. Com uma saia justa que valorizava muito a bunda dela, e um blazer de terno bem apertado na cintura.

- Uma mocinha? - falo pra minha secretária - Essa senhora é a esposa do Carlos, meu filho.

- Me espera um pouquinho, menina, que vou fazer umas ligações e a gente vai.

- Não se preocupe, não, tô de boa. pressa.
Eu tava falando no telefone, quando a porta abre e ela entra, faz um sinal pra mim dizendo que minha secretária já tinha ido embora. Eu, com a mão, peço pra ela esperar um minuto. Ela fecha a porta e fica de pé, eu faço sinal pra ela sentar, mas ela balança a cabeça dizendo que tava bem assim. Termino de falar, me despeço e olho pra ela — tava realmente uma gostosa. Ela larga a bolsa no sofá e se aproxima bem sensual.

- Não tive a chance de te agradecer.

- Ah, mas isso você não fez no outro dia em casa. E a propósito, como é que foi?

- Muito bem, mas sem sua ajuda não teria dado certo, porque seu filho não faz nem metade do que devia.

- Bom, deixa ele, aos poucos ele aprende.

- Bom, ela diz: muito obrigada, agora vou te dar meu presente.

- Falo pra ela: não precisa.

- Não se preocupa, que eu também quero muito te dar.

Ela se aproxima, tira a jaqueta, larga numa cadeira, desabotoa a blusa, fica na minha frente e me dá um beijinho na boca. Pega uma almofada pequena e coloca entre nós dois, se ajoelha e começa a puxar meu pau com toda delicadeza, faz um sinal pra eu ficar quieto.

- Essa buceta é pra você, que eu sei fazer muito bem. Só falta me dizer onde quer gozar: na minha boca ou nos meus peitos e cara.

- Deixa que quando eu gozar, você vai saber.

- Tá bom.

E começa a fazer um boquete de campeonato: passava a língua na cabeça, com uma mão segurava minhas bolas e com a outra o pau, enfiava tudo na boca, tirava, dava beijinhos, passava a língua de novo e tudo pra dentro outra vez.

- Nos peitos, falei pra ela, nos peitos.

- Gulosinho, mas é seu presente.

Ela tira o sutiã e segura os peitos, deixando o pau no meio dos dois, tudo com muita delicadeza, mas aos poucos a cara dela ia mudando conforme ficava com tesão. Ela pega meu pau com a mão de novo.

- Agora, puta, fode minha boca.

- Sim, minha rainha.

- Rainha não, ela diz fazendo biquinho.

- Então, vagabunda, vagabunda gostosa, vou foder sua boca.

Ela sorri, eu pego ela pelo cabelo e começo a meter bem forte, como se fosse na buceta dela, até que tô quase gozando, dou dois jatos na boca dela e tiro pra dar o resto na cara. Ela me olha como uma menina que acabou de ganhar um doce.

- Papai, você tem tempo?

- Por quê, putinha, o que você quer?

- Papai, ainda tem um lugar onde você pode dar seu gozo.

- O quê?

- No meu cuzinho.

- Cuzinho, putinha? Você deve ter um túnel entre as pernas.

- Papai (fazendo bico com a boca cheia de porra).

- Tá bom, mas você tem que fazer o trabalho pra reanimar esse garoto aqui.

- E como se faz isso?

- Uns beijinhos vão ajudar.

Ela sorriu e pegou a pica com os lábios de novo até ficar dura que nem ferro. Levantou, tirou a saia, foi pro sofá, me olhou e disse:

- Papai, como eu fico?

- Senta e abre as pernas.

Deitei sobre ela, beijei a boca dela e comecei a foder ela, colocando em várias posições. Quando eu tava com as pernas dela nos ombros, beijando os peitos e a boca, ela disse:

- Me dá um pouquinho no cu.

- Quer no cu, putinha?

- Sim, por favor.

Ela mesma pegou minha pica e, com as pernas nos meus ombros, colocou na entrada do cu dela. Enterrei de uma vez e meti forte, até que tava quase gozando. Tirei de uma vez do cu e enfiei na buceta, agarrei os peitos dela e gozei dentro. Continuei empurrando até não aguentar mais, mandei ela limpar com a boca, o que ela fez com gosto. Como da outra vez, foi pro banheiro e saiu feita uma dama, de batom, maquiada e perfumada.

Enquanto a gente tava no carro, ela disse, como se estivesse falando do tempo:

- Ricardo, sabe, você devia alugar um apartamento pra poder me foder umas duas vezes por semana, olha que minha bunda sente muito a sua falta.

Eu olhei pra ela e falei: - Tá bom, putinha, como você quiser, puta gostosa.

- Papai, não. Quando eu tô vestida, sou sua menina; quando você me despe, sou sua putinha (fazendo bico).

É assim que tá a coisa. Depois eu conto se acontecer algo novo.marqueze.netDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.tags; mulher, anal, sexo, infiel, amigo

22 comentários - Ajudei minha nora, arrebentei a buceta dela

inky_
buen relato
faltaron unas fotitos de ese culo qe describes
Muy buen relato, tengo el amigo al palo. Van +5 y favoritos
jejeje que golosa y que envidia de que me pase a mi también aunque mi colitatiene muchas pijas ya jwjeje
buen relato no pude evitar sacarmelo para sobarlo ufff
muy bueno... espero que haya másssss......!!! vn puntos...
uuuyyyyy q putita la nena...nunca algo asi... 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
Excelente relato por acá volveré y dejare puntos, sigue compartiendo y gracias!!!
me irrite la verga de tanto sobarla!!! van 10 puntos con los dedos llenos de leche! ja!😋