Minha tia me estreou

Bom, pra começar, meu nome é Sebastian, tenho 19 anos e sou de Buenos Aires, Argentina.
Sou alto e magro, não me acho um cara fora do comum, mas sou bonitão.

Estudo e nos fins de semana trabalho. Dessa vez, queria compartilhar com vocês uma experiência que tive com minha tia. Embora já tenham se passado alguns anos, vou tentar contar da forma mais clara possível..

Já faz um tempo que uso o Poringa! mas essa é a primeira vez que me animo a fazer um post.

Sem mais delongas, espero que gostem da minha história e não me cobrem muito, já que é meu primeiro relato. Quando eu tiver mais experiência com isso, com certeza vão sair mais….













Minha tia me estreou.


EPÍLOGOBom, isso foi em 2009, faz três anos. Não vou dizer quantos anos eu tinha por questões de privacidade.

Eram 5 da tarde e estávamos todos na expectativa, meus tios voltando pro país depois de um bom tempo sem nos ver. Com meu tio sempre tive uma relação excelente e com minha tia, mais que próxima, já que ela sempre me dava bons conselhos e eu adorava estar com ela.

Eles tinham ido morar 3 anos na França e desde então sabíamos pouco ou nada sobre eles, mesmo conversando por telefone, tava morrendo de vontade de vê-los.

Lá estavam eles, sentados encostados numa parede do aeroporto, cheios de bagagem e com um sorriso de orelha a orelha. A vida inteira fui apaixonado pela minha tia, quando era uns anos mais novo, sempre olhei pra ela com outros olhos do que pra qualquer outra da família.

Sempre achei ela uma mulher deslumbrante em todos os sentidos, ela é baixinha, com olhos e cabelo preto, os peitos e a bunda dela são bem maiores comparando com qualquer outra mina. Com um olhar provocante e profundo, é o tipo de gata que não passa despercebida por nenhum homem.

— Sebastian! Tamo aqui! — ela gritou, me olhando espantada. Desde a última vez que a gente tinha se visto, eu tinha crescido umas duas cabeças e, claro, já tinha me desenvolvido.

Eu sorria que nem um idiota, ela tava tão gostosa quanto da última vez que lembrava de ver. Comprimentei meu tio e depois me aproximei da Sofia, dando um abraço forte que durou uns 2 minutos.

Peguei um carrinho, levantei todas as malas e só foquei em levar tudo pro carro que tava a alguns metros. Enquanto minha avó conversava com minha tia, meu tio me contava que atendimento bom eles tinham recebido na viagem.

Sinceramente, não escutei uma palavra do que ele disse, não conseguia parar de olhar pra minha tia, que mesmo não sendo tão jovem como uns anos atrás (na época ela tinha 32), não podia estar mais linda. Ela tava usando uns jeans bem provocantes que marcavam toda a buceta dela e uma camisa semi-transparente que mostrava detalhadamente o sutiã e dava pra ver os bicos dos peitos. Como era comum naquela época, eu ficava de pau duro o dia inteiro, mas ver minha tia me deixava mais doido ainda.
Fiz de tudo pra não deixar minha ereção aparecer, mas com certeza todo mundo que estava por ali percebeu o volume na minha calça.

Entramos no carro e começou aquele papo típico de quem não se via há um tempão,
Falamos um pouco de tudo. — como eu estava indo na escola, os trabalhos dela, etc. até que minha tia, me pareceu, aproveitou pra perguntar se eu tinha namorada...

Quando chegamos na casa da minha avó, ficamos conversando e depois que ela arrumou todas as coisas no que ia ser o quarto dela por enquanto, meu tio teve que sair correndo pra uma reunião de trabalho onde ia ficar 3 dias num hotel. Nesse sentido, o Javier sempre foi um cara muito trabalhador, já que sempre quis o melhor pra família e parecia que só se preocupava com o emprego, porque durante o dia ligavam pra ele umas 50 vezes. Pra mim, isso foi um golpe de sorte, porque quanto menos gente em casa, melhor.

O calor era de morrer e eu tava a mil. Como de costume na minha puberdade, eu batia umas punhetas pra aliviar o tesão. Mas aquele dia foi diferente, eu não aguentava ver minha tia sem olhar pras tetas ou pra bunda dela, morria de vontade de fazer umas coisas gostosas com ela, mas claro, só podia imaginar, porque nunca tive coragem de falar nada sobre o assunto, muito menos tocar nele.

Comemos um lanche e conversamos, até que num certo momento ela foi se deitar porque tava muito cansada da viagem. Minha avó fez o mesmo. Sendo o único homem na casa, me tranquei na sala e liguei o computador.

Já era noite e eu era o único que não tinha ido dormir. Com a música alta e usando o MSN, lembrei que no dia seguinte tinha que acordar cedo pra ir jogar futsal.

Depois de um tempo, não vi nada interessante e fui me deitar. Quando saí da sala, me surpreendi. Minha tia estava sentada na mesa. comedor, tomando um copo d'água, dava pra ver que tinha acabado de acordar.

Tava usando uma camisola que deixava todas as pernas de fora e mal cobria o corpo dela. Ela sorriu pra mim e disse, rindo: "Seba, o que cê tá fazendo a essa hora? Vai dormir!" Eu ri e respondi meio sem graça: "Tia, já sou grande pra me mandarem ir pra cama. Mas vou sim, já tô indo." Ela me olhou com um tesão que me deixou pasmo, e eu olhei de volta, meio na dúvida.

Sentei e a gente começou a conversar na cozinha. Ela me contou um monte de histórias e experiências dos anos que viveu na França. A gente recuperou muita confiança que tinha perdido nesses anos sem se ver. Rimos pra caramba, e ela sempre me olhava com uma ternura e um desejo que eu nunca tinha visto quando era criança. Ela fez perguntas bem pessoais, mas eu não dei importância — o que eu menos imaginava é que elas tinham um sentido oculto.

Quando o assunto que parecia ser o proibido veio à tona, ela me olhou com um sorriso safado e perguntou: "Já fez pela primeira vez? Embora, sei lá, talvez você seja meio novo..." Eu não sabia o que responder. Alguém te perguntar se você já estreou não era comum, mas menos ainda era ser a sua própria tia a perguntar.

Nervoso e sem saber o que dizer, respondi: "Bom, tive namoradas, mas nunca chegamos a fazer." Ela sorriu e depois ficou séria: "Você gostaria de transar?" Eu não sabia o que responder. Vendo de fora, eu teria dito algo bem mais direto, mas me dava arrepios pensar no que seria certo falar. "Na minha idade, todo mundo quer fazer pela primeira vez, e se for com alguém que você gosta, é único." — "Ahh, e você gosta de mim?" Percebi na hora o verdadeiro objetivo dela. Entrei no jogo e falei: "Sim, claro que gosto, e você é uma pessoa linda em todos os sentidos." Acho que foi aí que eu toquei no ponto fraco dela. Ela me olhou e perguntou: "Bom, então o que cê tá esperando? Tô toda sua..." Isso, sem dúvida, foi direto. Armei de coragem e respondi com timidez... você é gostosa e daria tudo pra ter uma noite com você, e tô sendo sincero porque se te desse outra resposta, estaria mentindo...

Naquele momento, nós dois ficamos em silêncio, ninguém se atreveu a soltar uma palavra. Pra quebrar o gelo, minha tia se aproximou de mim e me beijou na bochecha. Se quiser, a gente pode tentar hoje — gaguejando, sussurrei. — E o Javier, como ele vai levar se descobrir? — Ela fez outra careta e voltou com aquela expressão séria de antes. — Ele não precisa saber, o que eu mais quero é te transformar num homem, hoje é sua única chance de ficar comigo, não vou te forçar a fazer nada que não queira. Te espero no meu quarto... Ela acariciou meu cabelo e foi embora...MINHA TIA E EUNaquele instante, a tesão não dava mais pra mim, e depois de alguns minutos, eu capotei.
Me aproximei na maciota do quarto do fundo onde minha tia estava, me ligando pra minha avó não escutar meus passos, e lá estava ela. Deitada, olhando pro teto, tava mais gostosa do que o normal, sentia que por umas horas ela ia ser minha, e não tava errado.

Nunca tinha me sentido tão nervoso e excitado, se dois dias atrás me dissessem que isso ia rolar, não teria acreditado de jeito nenhum.
Quando entrei, percebi na hora que algo tinha mudado. Ela não tava mais usando a calcinha branca de corações. Ela tava em cima da mesinha de cabeceira, junto com um creme que parecia ser hidratante.
Em questão de segundos, ela sentou na cama e me olhou com um sorrisão. – Bom, a gente vai se divertir pra caralho – disse com aquele sorriso angelical...

Pegou minha mão e, com uma certa impaciência, fez eu roçar meus dedos na buceta dela. Rapidamente notei que tava muito molhada.
Ela suspirou forte e eu fui passando a mão devagar na parte de fora da boceta dela.

--- A gente começou a se beijar e se abraçar.
Antes de falar qualquer coisa, tirei o sutiã por baixo da camisola dela e as duas tetas lindas dela ficaram à mostra, era literalmente impossível não resistir a apalpar elas.

Ela tava completamente pelada e eu toquei ela de cima a baixo, não deixei um cantinho sem acariciar. Quando cheguei na buceta dela, tava toda encharcada com os sucos dela.
Ela pegou minha mão e, com uma certa perversão, me obrigou a enfiar meus dedos com mais força do que da outra vez.

Com o passar dos minutos, ela ficou deitada com as pernas abertas enquanto eu aproximava devagar minha testa da barriga dela,

tava com uma visão completa do corpo dela. Enquanto enfiava meus dedos várias vezes, comecei aos poucos a passar minha língua na buceta dela.
No começo, não curti muito, mas quando vi a cara dela e os olhos revirando de prazer, fiz com cada vez mais vontade e gosto.
Meu coração batia forte, tava nervoso e lembrar que aquela pessoa pra quem eu tava fazendo sexo oral era minha tia, não me ajudava em nada. Cada vez ela gemia mais alto e com menos disfarce.
Ela me puxou pelo cabelo várias vezes e implorava pra eu não parar. Meu único e grande medo era que minha avó acordasse e ouvisse o que tava rolando do outro lado da parede.
Eu achava que o pau ia explodir, então impulsivamente aproximei meu corpo, ficando na posição conhecida como "papai e mamãe".
Em cima dela, quis colocar meu membro entre os lábios delicados da buceta dela, ela pediu pra ir devagar e que daqui a pouco podia doer um pouco.

Devagarzinho comecei a enfiar na abertura molhada dela, gozei rápido só de brincar na entrada da buceta, o que fez ela rir, ela se limpou e continuamos.
Fiquei metendo por três minutos, enquanto ela me beijava eu bombava igual um louco e cada vez mais rápido, aquele negócio de ir devagar já não tava valendo. Depois de alguns minutos, fiquei exausto e deitei do lado dela, não aguentava mais, sentia as pernas tremendo com um monte de emoção junto, foi difícil aceitar o que tava acontecendo, tudo foi tão rápido que eu não entendia o que tinha rolado.

Depois de uns quinze minutos, a gente ficou rindo do que tinha acontecido e ela perguntou se eu queria fazer de novo, eu não recusei, recarreguei as energias e quase repeti o que a gente tinha feito antes.
Sofia me olhou e disse: — Agora quero que a gente tente algo diferente, mas nisso a gente tem que ter cuidado porque pode se machucar.

Ela me pegou pelo braço e passou um hidratante que tinha na mesinha de cabeceira. Foi aí que eu descobri o verdadeiro propósito daquilo.
Em questão de segundos, minha tia me tocou de um jeito tão gostoso que o pau ficou duro de novo, ela me olhou com a mesma malícia que foi rolando a noite toda e disse: — Isso você vai gostar, agora é sua vez.
Minha tia ficou de quatro. Peguei a creme e comecei a passar no rabo dela. Devagar, eu via o cu dela cada Vê se abria mais, formando um O perfeito.

Tendo uma vista ampla de toda a sua costa, bunda e pernas, comecei a meter meu pau no buraco dela.
Na hora ela fez um barulho de que algo a incomodava. Para! Ela disse, agitada.
— Mais devagar, porque tá doendo. Eu obedeci e continuamos um tempo devagar, brincando na entrada do cu dela, quando, cada vez mais e sem perceber, meu pau foi entrando no ânus dela.

Era desconfortável e doía pra caralho. A pouca lubrificação fez com que a gente tivesse muito mais dificuldade pra fazer,
Mesmo sentindo esses incômodos, eu não podia estar mais excitado, e dessa vez demorei mais pra gozar.
Peguei nos mamilos dela e comecei a apertá-los com força.
Ela tava gritando bem alto e, igual a mim, tava incomodada e com a bunda doendo, mas não queria parar de transar.
As coisas que ela me falava me deixavam mais excitado a cada segundo…
E naquele momento comecei a gozar. Diferente da primeira vez, esse jato saiu com mais força e quantidade, fazendo com que os intestinos da minha tia ficassem cheios da minha porra. Deitei do outro lado da cama e só fiquei respirando fundo e fechando os olhos.

Exaustos e com uma certa dor, mas com uma satisfação inimaginável, fomos pro banheiro, tomamos banho e minha tia me lavou como se eu fosse um menino pequeno, puxou meu prepúcio pra trás e deixou eu ensaboar ela toda.
Até hoje, esse foi o melhor banho da minha vida. Nos beijamos pela última vez e fui pro meu quarto. Não podia estar mais cansado, mas no dia seguinte tinha que acordar cedo pra ir pro jogo.
Além disso, não queria ficar muito tempo em casa sabendo que ia ter que ver meus tios e minha avó.

Depois daquela noite, fiquei com várias dúvidas. A gente tinha combinado com a Sofia que ninguém podia saber disso e que era um segredo só nosso.

Depois de 3 anos daquela noite, tá tudo mais que normal. A Sofia age como se nada tivesse acontecido e, hoje em dia, continuo em contato direto com meus tios e, principalmente, com a minha tia, mesmo que a gente nunca mais tenha repetido algo assim, ficou combinado que quando eu voltasse pro país, a gente ia se reservar uma noite só pra nós… Quando esse dia chegar, pode ter certeza que não vou desperdiçar.

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