Una japonesa casada muy perversa

Fiquei dois meses na Espanha e tive algumas experiências sexuais boas por lá, mas quero contar hoje uma em particular que vivi com uma japonesa. Essa me marcou especialmente porque, de alguma forma, transgredi algo proibido e foi muito satisfatório.

Poucos dias depois de chegar, reparei nessa pessoa e ela me chamou muita atenção. Ela parecia pequena, não pela altura – que era média –, mas pela fisionomia. Magra, com gestos tímidos, muito delicados e suaves. O rosto redondo era bem limpo, os olhos puxados e o nariz pequeno, além da brancura da pele, faziam os lábios – pequenos, mas carnudos – se destacarem. Mas o que mais me prendeu foi a postura e as roupas que ela usava, além do cabelo negro. Naquele dia, ela estava com um vestido leve, um pouco acima do joelho, umas sapatilhas brancas de salto alto, e as pernas lindas cobertas por uma meia que parecia etérea – não tô exagerando, na pele branca dela tinha uma aparência doce. Claro, ela não tinha muito peito nem muito quadril, mas o torso era curto, os braços longos, e abaixo da cintura, onde o vestido ajudava com a caída a revelar, um par de belas nádegas que me deixaram fascinado. Para não parecer muito óbvio, não a segui quando ela saiu acompanhada dos colegas, mas a partir daquele momento comecei a reparar onde poderia encontrá-la e tentar uma aproximação. Assim passaram alguns dias, enquanto eu descobria os lugares do prédio onde ela passava mais tempo. Sempre a via usando vestidos, sapatos de salto alto e meias, o que só aumentava minha vontade de me aproximar.

Finalmente, um dia coincidimos numa atividade e aproveitei para me aproximar, já que tínhamos que trabalhar em duplas – me mexi de um jeito que ela teve que me aceitar como parceiro. Foi difícil no começo trabalhar, porque eu não conseguia me concentrar na tarefa, já que tinha que focar em não ser óbvio toda vez que olhava com desejo para alguma parte do corpo dela, o que acontecia o tempo todo. o tempo. Tudo estava indo bem, no trabalho, porque no outro aspecto era uma missão impossível, ela quase não falava comigo, só fazia o que eu mandava e, no fim das contas, parecia ter medo de mim, mas finalmente tive minha chance. Nos deixaram uma tarefa final que avaliava tudo do minicurso que fizemos e que se relacionava com o que havíamos trabalhado em equipe. Percebi que ela parecia preocupada e, claro, me ofereci para ajudá-la no que precisasse. E chegou minha oportunidade. Ela aceitou minha ajuda resignada e eu, com malícia, disse que não teria tempo até começar a escurecer. Só usei esse tempo para planejar bem o encontro.

No horário e local combinados cheguei pontual e ela apareceu alguns minutos depois. Estava linda. Por sorte, sem eu perceber quando sugeri o horário, a biblioteca estava fechada, então propus irmos ao meu prédio, onde tem uma salinha montada para trabalhar. Depois de negociar um pouco e refutar as opções alternativas dela, convenci-a a ir. Claro que, ao chegar, passei no meu quarto e peguei uma garrafinha de vinho e dois copos. Ela me olhou estranho e recusou o copo. Com paciência interna, me propus a trabalhar bem para ganhar sua confiança. Ficamos um tempo trabalhando duro até que finalmente saiu a tarefa dela. Então voltei à carga e dessa vez ela aceitou o vinho. Ficamos conversando e entre as coisas que ela me contou foi que era casada. Nunca teria mencionado, adoro mulheres casadas, é uma perversão psicológica que tenho e, claro, isso me fez focar ainda mais no meu objetivo. Quando o copo acabou, ela já estava bem bêbada. Era uma mulher completamente diferente, seus movimentos delicados viraram saracoteios desajeitados acompanhados de risadas frequentes. Não importava, continuava linda e ainda por cima casada. Ela tentou se levantar e não conseguiu, caindo no sofá, mas insistia que tinha que ir embora, que era sua obrigação e teimava nisso. Aproveitei para dar mais vinho, que ela recusou, mas peguei o copo e lho Aproximei-me da boca dela, empurrando o vinho que ela era obrigada a tomar. Me surpreendeu o quão bêbada ela ficou com tão pouco álcool, mas não me aguentei mais, pois, enquanto empurrava o copo, tive a chance de me colocar quase sobre ela e me apoiar nas suas coxas, acariciando-as um pouco. Então, em um desses momentos, fui direto na boca dela, surpreendendo-a ao enfiar minha língua em vez do vinho. A verdade é que eu estava muito excitado e, naquela posição, continuei beijando e acariciando suas pernas, quadris e abdômen, enquanto beijava seu pescoço, rosto e decote. Ela ficava dizendo "não" o tempo todo, mas me deixava fazer sem oferecer resistência, então não parei. Ousei enfiar minha mão entre suas coxas. Foi delicioso sentir o calor que havia ali, assim como a suavidade de suas meias. Como fiquei com medo de alguém nos encontrar, sugeri que fôssemos para o meu quarto. Claro, ela continuou com o mesmo "não, não, não"... mas quando a levantei quase carregando, ela não resistiu. Deitei-a na minha cama, de onde ela tentou se levantar, mas fui por cima dela novamente. Com delicadeza, deitei-a de novo e comecei a aproveitar seu corpo ainda vestido. Nesse momento, lembrei da câmera, pois queria algumas fotos dela assim.

Primeiro, me despi rapidamente, depois me coloquei entre suas pernas e comecei a levantar seu vestido e acariciá-la entre as pernas. Ela só fazia uma cara fechada, apertando os olhos e a boca, mas não dizia nada. Estava atordoada pelo vinho. Pouco a pouco, fui a despindo. Até então, não sabia se ela já estava dormindo ou apenas com os olhos fechados de bêbada. Abri suas pernas e lambi e enfiei a língua em toda a sua buceta. Seu sabor era delicioso. Sua região pubiana tinha uma leve penugem fina. Lambi e apalpei ela toda. Passei minha língua e minhas mãos por todo seu corpo. Seus mamilos eram pequenos e rosados. Pequenos, mas lindos. Finalmente, câmera em mãos, decidi penetrá-la. De vez em quando, ouvia um gemidinho vindo de... sua boca. Como não quis engravidá-la, quando fiquei pronto joguei meu líquido no rosto e peito dela. Espalhei pela pele com minha mão. As gotinhas que sobraram limpei na sua região pubiana. Depois coloquei ela debaixo das cobertas e dormi ao seu lado, abraçando-a.

Acordei com o movimento violento que ela fez ao despertar poucas horas depois. Ela estava extremamente constrangida e, se não estivesse ainda nua, teria saído correndo. Tentei acalmá-la sem sucesso até que mostrei as fotos. Com isso, ela ficou paralisada. Disse para se acalmar e voltar para a cama porque queria dormir com ela. Finalmente, uma das minhas fantasias mais desejadas se tornava realidade, quero dizer, ter controle absoluto sobre uma mulher por meio de chantagem. Ela entendeu e se tornou submissa, tanto que permitiu que eu a tomasse novamente debaixo dos lençóis e recebeu quieta meu sêmen sobre sua barriga. Assim amanhecemos juntos. Disse que ela podia ir embora, mas que queria vê-la novamente à noite. Fiquei, sob protesto dela, com sua calcinha pequena de algodão.

A partir daquele momento, ela passou a ser minha propriedade, como um cachorrinho submisso do qual eu podia dispor à vontade. Prometi discrição se ela voltasse à noite. Durante o dia eu a ignoraria, mas à noite a queria abraçando-me com suas pernas. Na verdade, não a deixei em paz, embora tenha sido muito discreto. Pelo meio-dia, encontrei-a saindo dos banheiros. Verifiquei rapidamente se não havia ninguém por perto e fui até ela. Puxei-a para um canto escondido atrás da parede. Ninguém poderia nos ver se passasse, e ainda podia ouvir os passos de alguém se aproximando. Ela estava surpresa e assustada. Disse para ficar quieta enquanto levantava seu vestido. Coloquei-a de costas para mim, contra a parede, e baixei suas meias e suas calcinhas sexy. Ela não parava de fazer cara de surpresa, mas fui muito rápido; ela mal reagiu quando já estava entrando. Eu estava muito excitado e de repente quis terminar, então mal deu tempo de tirar ele quando ejaculei, direcionando minha porra entre suas pernas e sua calcinha. Quando me afastei satisfeito, ela puxou a roupa rapidamente para correr e se limpar no banheiro, mas aí veio meu lado pervertido. Proibi ela de se limpar e disse que à noite iria verificar se ela tinha me obedecido; caso contrário, publicaria suas fotos. Ela não disse nada, desesperada foi na direção oposta fugindo de mim, levando meu esperma ainda úmido entre as pernas e grudado em sua calcinha e meias.

À noite, ela bateu na minha porta quando eu já achava que não viria. Fiz ela entrar e a empurrei na cama. Ela caiu de bruços e imediatamente levantei seu vestido e abri suas pernas para ver se tinha me obedecido. De fato, suas meias estavam manchadas com o sêmen seco do meu pau. Satisfeito, deixei ela se acomodar enquanto eu mesmo tirei meu pau para que ela chupasse. Ela recusou, mas a forcei a colocá-lo na boca. Como ela não cooperava muito, comecei a empurrar para que ela engolisse até que começou a tossir, quase vomitando de tanto engasgar. Então lembrei a ela das fotos, e foi assim que ela cooperou. Sua boquinha estava entupida com meu pau, e seus lábios carnudos se destacavam deliciosamente. Naquela noite, comi ela à vontade. Ainda vestida, abaixei suas meias e calcinha novamente e a enfiei de pé, com ela apoiada na escrivaninha em frente à janela. Tirei suas meias, calcinha e sapatos e a sentei na escrivaninha. Com as pernas sobre meus ombros, a enfiei de novo. Depois tirei seu vestido e a levei para a cama.

Meti de quatro, de frente, com as pernas dela sobre meus ombros e com as pernas empurradas contra seu peito, fiz ela se levantar e levantar uma perna apoiada no assento da cadeira, enfim. No final, não quis atormentá-la mais, então gozei em suas nádegas. Deixei ela ir para seu quarto naquela noite.

No terceiro dia disso, um colega italiano comentou que a japonesinha estava gostosa. Confessei que estava comendo ela e então soltei o comentário de que se ele não gostaria de experimentar. No começo ele levou na brincadeira, mas no final convenci que era sério. Disse que eu tinha que resolver isso e combinamos que ele estaria no meu quarto e ela viria para satisfazê-lo. Naquela noite foi o de sempre, ela chegou, gozei à vontade e depois falei que ela tinha que agradar esse italiano. Quando ela se recusou, fui pra cima dela, abri suas pernas e a penetrei de novo para mostrar que era minha e não podia me desobedecer. Fui bem enfático e ela acabou aceitando.

Na noite seguinte ficou tudo combinado, o italiano chegou pontual e ela também. Aviso à japonesinha que ela tinha que conseguir ser comida pelo italiano e convencê-lo caso ele, ao vê-la, ficasse só de conversa e não animasse no final, já que ela parece muito frágil e tímida. Deixei ela entrar sozinha e corri pra fora do prédio para ver pela janela, peguei um apartamento no térreo então dava pra ver do jardim. O que vi me agradou. Quando espreitei, ela estava de pé, de frente pra ele e já estava se despindo. O italiano, bem entendido, levou-a para a cama e fez o que lhe veio à cabeça. Quando terminaram, se arrumaram e saíram juntos. Interceptei-os e agarrei minha japonesa enquanto despedia o italiano que agradecia. O que vi me excitou demais, então a levei pro meu quarto, estava tão tarado com minha japonesinha puta que tive a ideia de amarrar suas mãos pela frente e vendar seus olhos.

Assim brinquei com ela, meti minha mão, a penetrei com os dedos, às vezes só me afastava e a observava enquanto notava que ela tentava me localizar. Decidi amarrá-la na cadeira pelos pés e mãos. Acariciei-a à vontade. Peguei uma tesoura e abri um buraco nas meias-calças na altura de sua vagina. Lambi sua vagina por cima da calcinha até molhá-la completamente. Comecei a notá-la mais excitada, mostrava mais prazer que o normal, então entendi que ela gostava de ser amarrada e talvez da sensação de se sentir ameaçada com um objeto cortante. Decidi então abrir outro fiz um buraco similar na sua calcinha e enfiei a língua e os dedos. Passei o fio da tesoura pelo pescoço e peito dela e ela começou a ofegar. Pela primeira vez percebi alguma emoção de prazer nela. Me ocorreu, ao ver a garrafa de vinho sobre a mesa, dar um gole e passar o vinho pela minha boca para que ela bebesse. Com surpresa e excitação, ela recebeu o vinho, que derramou um pouco pelas bochechas. Até sua língua ganhou vida, envolvendo a minha e procurando mais. Dei-lhe prazer e enfiei a língua com outro gole de vinho. Como ela beijava gostoso, sua língua na minha boca lutando com a minha. Então desci o fio pelo decote até o vale dos seios, sua respiração acelerou, mas ela a prendeu, cortei seu sutiã pela frente e, surpreendentemente, foi como um êxtase para ela. Naquele momento, cortei as amarras dos tornozelos e, com alguma dificuldade, levantei suas pernas e a penetrei de uma vez. Ela começou a gemer, finalmente a ouvia realmente excitada. Acho que ela conseguiu gozar, pois de repente os gemidos se tornaram um único gemido contido e abafado, prolongado. Quando eu estava pronto, fui até seu rosto, puxei sua cabeça para trás e enfiei meu membro em sua boca, onde ejaculei meu sêmen. Não podia acreditar no que via, ela estava engolindo, recebendo humildemente e com luxúria meu sêmen. Depois a desamarrei da cadeira, mas não tirei a venda. Tirei seu vestido e sutiã, deixando-a com suas meias e calcinha furadas e seus sapatos de salto ainda calçados. Amarrei seus braços nas costas e a coloquei contra a janela aberta, com a luz apagada, e a penetrei novamente assim, sobre a escrivaninha, com o vento da janela entrando e esfriando seu corpo semidespido. Finalmente a desamarrei e ela me abraçou pela primeira vez, tirei a venda enquanto nos beijávamos misturando nossas salivas.

Levei-a para a cama, com tudo e sapatos, e adormecemos abraçados enquanto eu enfiava os dedos pelo buraco. Na manhã seguinte, ela acordou cedo, tomou banho e quando Eu estava prestes a abrir a porta, peguei ela pelo pescoço e enfiei de novo pelo buraco, imobilizando um braço dela. Disse que ela só tinha permissão para trocar de vestido, mas nada mais, que queria que ela ficasse o dia todo com as meias e as calcinhas furadas. Para agradá-la, bom, foi o que pensei, peguei uma fita e amarrei dois dedos da mão esquerda dela. Ela sorriu e foi embora assim.

À tarde, fui atrás dela e verifiquei que tinha me obedecido. Naquela noite, me armei com os apetrechos necessários. Fui além, a pedido dela, e bati com força na sua bunda e mordi seus mamilos. Puxei seu cabelo quando a comi de quatro. Acho que ela gozou mais de uma vez. E durante os sete dias seguintes, até ela partir, desfrutamos de um sexo selvagem, violento e delicioso. Claro, não entrei em contato com ela, nem ela comigo. Mas fiquei com suas calcinhas de algodão, seu sutiã cortado e com suas meias e calcinhas furadas. Ela levou o cordão com que amarrei seus dedos e algumas peças de roupa sujas com meu sêmen.




Fin Una japonesa casada muy perversa

4 comentários - Una japonesa casada muy perversa

mexyman +1
Y yo que creía que las japonesas se portaban bien ... jeje

Me gusto mucho