As amigas da minha namorada
Jantar entre amigos. Muita bebida e alguma mina carente. Sem querer nem esperar, me vi com ela na cama da melhor amiga dela, minha namorada.
A noite não tinha nada de especial. Foi aquele jantar típico entre amigos que rola de vez em quando. Fomos pra um restaurante bonito, e mais do que comer, a gente caprichou no álcool quase todo mundo. Entre risadas e brincadeiras, o jantar foi acabando e decidimos ir pra um lugar mais tranquilo pra continuar tomando uns drinques.
De lá, fomos pra uma balada. Os drinks começaram a fazer efeito, principalmente em mim, que fiquei mais solto. Não me segurei em nenhum momento com piadas pras amigas da minha namorada.
Alexa era uma mina exuberante de 22 anos, com um corpo delicioso. Loira e de olhos claros, estudava Letras.
"Se eu não tivesse namorada, o que eu não te faria", ela sempre sorria, sem dar muita importância.
Outra amiga era a Laura, uma morena que me deixava louco há muito tempo, mas tinha namorado. Era muito tímida e reservada, não bebia, não fumava e trabalhava no escritório de uma grande empresa. Sempre me dei bem com ela, mas era a única que eu nunca ousava falar nada sobre a beleza dela, que era impressionante, de longe a melhor de todas. Naquele dia, o namorado dela não tinha vindo por causa do trabalho.
Quando saímos do lugar pra ir pra outro, houve divergência de opiniões. No fim, tomaram uma decisão diplomática: uns pra um lado, outros pra outro. Minha namorada preferiu ficar com as melhores amigas, que não se viam há um tempo, e eu fui com outro amigo e mais três amigas.
Entramos em outra balada e passamos um tempão lá, tanto que esquecemos completamente do resto do grupo. Eu tava num estado eufórico desproporcional e comecei a me sentir meio mal. O outro cara tinha ido pra casa com a namorada, e eu fiquei com a Alexa e a Laura, a outra amiga.
"Acho que vou pra casa, tô bem ruim eu disse a elas.
“Assim você não vai a lugar nenhum, a gente te leva pra casa, que certeza que a Marta (minha namorada) tá lá” – disse a Alexa.
“Minha namorada não vai dormir comigo hoje, ela vai ficar com a Patrícia, não tem problema, eu chego sozinho” – garanti.
Elas insistiram que não iam me deixar ir sozinho pra casa. E entre o estado que eu tava e o cansaço, me levaram no pequeno Citroën até minha casa. No caminho, quase vomitei várias vezes, mas consegui segurar. Só queria chegar na cama e dormir. Elas estacionaram e, quando eu ia me despedir, vi as duas saindo do carro.
“Já subo sozinho, difícil é não conseguir enfiar a chave” – falei em tom irônico.
“Acho que você não consegue não, do jeito que tá” – foram palavras da Laura. Uma das primeiras que ela tinha me dito naquela noite. Ela tava linda, com a calça jeans justa que deixava a bunda perfeita, e uma regata preta de alcinha.
Tentei abrir a porta do prédio e não consegui até a quinta tentativa, com as duas rindo. A Alexa me deu uma mão e consegui abrir.
“Bom, já foi, tô morrendo de sono, até amanhã e obrigado por me acompanharem.”
“E como você vai abrir a porta de casa?” – falou a Laura de novo. “Vamos, a gente sobe com você.”
Eu tava caindo de sono e de bêbado que tava. Elas me seguraram, uma de cada lado, e saímos do elevador. A Alexa abriu a porta. A partir daí, eu quase não entendia nada do que tava rolando. Só ouvia algumas frases.
“Porra, como o cara tá. Que bebedeira. Vamos botar ele na cama. Se quem devia ver ele visse, matava.”
“Demais” – respondeu a outra.
Entramos na minha casa e fomos pro quarto. Me deitaram na cama.
“A gente devia tirar umas roupas dele, assim não dá pra ficar.”
“Pra mim é estranho, ele é o namorado dela. E se a gente ver alguma coisa?” – disse a Alexa entre risadas.
Tentaram me levantar um pouco e tiraram meus sapatos. Depois começaram com a calça. Depois de umas lutinhas, ela saiu. Eu tava deitado só de cueca, com duas amigas da minha namorada. Totalmente grogue.
Alexa também tava meio bêbada. Laura não tinha bebido nada, como de costume. Aí a Alexa, que tava sentada na cama, levou a mão pro meu pacote.
"O que cê tá fazendo?" falou a Laura.
"Vamo ver como é que tá o serviço do namorado da Mônica" respondeu.
Ela puxou minha cueca pra baixo até conseguir ver minha pica.
"Porra, esse lingüiça não é nada mal" disse a Alexa.
Eu escutava algumas frases. Essa me fez dar uma acordada.
"Laura, isso não sai daqui, confio em você." Na mesma hora, a Alexa se jogou em cima da minha virilha e começou a me masturbar.
Daí a pouco, minha pica começou a crescer e tomar forma.
"Que rabo que esse filho da puta tem, pra chupar inteiro." Na mesma hora, a Alexa enfiou na boca.
"Alexa, o que cê tá fazendo? Ele pode acordar da bebedeira" falou a Laura.
"Acho que não, ele tá completamente grogue. Não conseguiria nem falar oi" respondeu a Alexa.
Laura tava em pé vendo eu ser masturbado pela Alexa, que tava sentada do meu lado, e de vez em quando enfiava meu pau na boca dela.
Tocou um celular. Era uma amiga do outro grupo. A Patrícia tava ligando da casa dela, tava com minha namorada, perguntando como é que tinha sido tudo, que a gente tinha sumido.
A Alexa, depois de desligar, começou a passar mal e foi pro banheiro.
Fiquei sozinho com a Laura no quarto onde geralmente eu comia a Mônica. Aí a Laura, sem falar nada, saiu pra ver como é que a amiga dela tava, mas antes falou algo no meu ouvido.
"Já volto, você vai ver o que é uma boa boca chupando sua pica toda"
Ela pensou que eu não tinha ouvido. Mas não foi assim. Ela saiu atrás da Alexa, que tava toda largada no banheiro, dormindo depois de ter vomitado. Voltou pro quarto tirando a parte de cima e mostrando os dois peitinhos pequenos lindos. Não tava de sutiã, e eu não tinha reparado até agora.
Ela tirou minha cueca de vez e a camisa, e começou a passar a língua da minha boca até minhas bolas, aí parou e engoliu uma e depois a outra.
Ela se levantou e tirou a calça jeans, e Apareceu uma calcinha fio-dental minúscula na minha frente, era branca e deixava transparecer uma pequena fileira de pelos sobre o clitóris dela.
"Que tesão, filho da puta. Bêbado como você está, com minha amiga dormindo do lado e sua namorada dormindo em outro lugar, tô toda molhada."
Ela começou a chupar meu pau docemente, bem devagar, com delicadeza, molhou ele todo e o deixou duro como nunca. De vez em quando, acariciava e chupava meus mamilos, eu sentia tudo, mas não conseguia me mexer. Comecei a perceber a situação, abri disfarçadamente um pouco o olho direito e vi como ela estava engolindo meu pau. Tinha ele inteiro na boca, não achei que coubesse tudo.
"Você vai me foder, vai meter tudo até o fundo e vai me dar um orgasmo de verdade", ela falou no meu ouvido enquanto mordia.
Ela pegou minha mão e levou até a calcinha dela, e juntos tiramos. Ela subiu em cima de mim, pegou meu pau com a mão e enfiou na bucetinha dela, eu tinha a mão no rabo dela e comecei a mexer nas nádegas. Ela começou a subir e descer repetidamente, eu sentia um prazer imenso e, inconscientemente, me mexia também. Pensei que era hora de fazer algo a mais. Um dos meus dedos foi em direção ao cu dela, comecei a estimular, e Laura pegou e levou até a boca dela, chupou como se fosse meu pau e levou de volta ao cu dela.
"Brinca com meu rabo, que também vai ser seu." Eu via os peitos dela balançando, como meu pau entrava na bucetinha rosada dela e sentia um dos meus dedos entrando no cu dela. Ela não aguentou e gemeu e gritou de prazer. Aí aconteceu algo...
Alexa apareceu no quarto, totalmente bêbada já, e se jogou do nosso lado, nem percebeu que a gente tava transando.
Laura sorriu pra mim.
"É seu dia de sorte, você vai foder a Alexa também."
Saí do corpo dela, e Laura me perguntou uma coisa.
"O que você prefere, o rabo dela ou a buceta? Não tem nada virgem, é uma puta de dar medo, fode tudo que aparece, e ainda tem namorado."
Não consegui responder. Ela virou a Alexa de bunda pra cima. Fui até lá, ela pegou meu pau com a mão e guiou ele pro cú da amiga dela.
"Mete de verdade, arrebenta o cú dela, pra quando acordar sentir dolorido e não saber que foi você que comeu ela, vai ser nosso segredo", falou Laura enquanto me beijava.
Eu comi o cú da Alexa. Meti até não aguentar mais. Não conseguia gozar. Alexa gemia e gemia. Pensei que ela fosse acordar, que ia descobrir tudo. Iam me matar.
Laura tava sentada olhando eu comer o cu da amiga dela. Eu não aguentava mais, principalmente desde que Laura começou a chupar minhas bolas. Pouco depois, percebendo o que ia rolar, Laura tirou meu pau do cú da Alexa e continuou chupando. Em um minuto, Laura engoliu toda minha porra enquanto batia punheta pro cú da amiga dela. Gozei como nunca.
Laura levou a Alexa pro carro dela, enquanto eu fiquei em casa dormindo. No dia seguinte, não sabia se tinha sido sonho ou realidade. A calcinha fio dental que encontrei quando acordei foi a chave. De quem será? Cheirei, mas não consegui distinguir. Saí pro banheiro e, passando pelo corredor, encontrei um bilhete.
"A calcinha fio dental que você cheirou é minha, tá cheia das minhas secreções, espero que você lembre delas pra sempre. Nunca vamos foder e nossa relação vai continuar a mesma de sempre. Não conta pra ninguém sobre a Alexa, muito menos sobre mim. Um beijo, Laura.
Jantar entre amigos. Muita bebida e alguma mina carente. Sem querer nem esperar, me vi com ela na cama da melhor amiga dela, minha namorada.
A noite não tinha nada de especial. Foi aquele jantar típico entre amigos que rola de vez em quando. Fomos pra um restaurante bonito, e mais do que comer, a gente caprichou no álcool quase todo mundo. Entre risadas e brincadeiras, o jantar foi acabando e decidimos ir pra um lugar mais tranquilo pra continuar tomando uns drinques.
De lá, fomos pra uma balada. Os drinks começaram a fazer efeito, principalmente em mim, que fiquei mais solto. Não me segurei em nenhum momento com piadas pras amigas da minha namorada.
Alexa era uma mina exuberante de 22 anos, com um corpo delicioso. Loira e de olhos claros, estudava Letras.
"Se eu não tivesse namorada, o que eu não te faria", ela sempre sorria, sem dar muita importância.
Outra amiga era a Laura, uma morena que me deixava louco há muito tempo, mas tinha namorado. Era muito tímida e reservada, não bebia, não fumava e trabalhava no escritório de uma grande empresa. Sempre me dei bem com ela, mas era a única que eu nunca ousava falar nada sobre a beleza dela, que era impressionante, de longe a melhor de todas. Naquele dia, o namorado dela não tinha vindo por causa do trabalho.
Quando saímos do lugar pra ir pra outro, houve divergência de opiniões. No fim, tomaram uma decisão diplomática: uns pra um lado, outros pra outro. Minha namorada preferiu ficar com as melhores amigas, que não se viam há um tempo, e eu fui com outro amigo e mais três amigas.
Entramos em outra balada e passamos um tempão lá, tanto que esquecemos completamente do resto do grupo. Eu tava num estado eufórico desproporcional e comecei a me sentir meio mal. O outro cara tinha ido pra casa com a namorada, e eu fiquei com a Alexa e a Laura, a outra amiga.
"Acho que vou pra casa, tô bem ruim eu disse a elas.
“Assim você não vai a lugar nenhum, a gente te leva pra casa, que certeza que a Marta (minha namorada) tá lá” – disse a Alexa.
“Minha namorada não vai dormir comigo hoje, ela vai ficar com a Patrícia, não tem problema, eu chego sozinho” – garanti.
Elas insistiram que não iam me deixar ir sozinho pra casa. E entre o estado que eu tava e o cansaço, me levaram no pequeno Citroën até minha casa. No caminho, quase vomitei várias vezes, mas consegui segurar. Só queria chegar na cama e dormir. Elas estacionaram e, quando eu ia me despedir, vi as duas saindo do carro.
“Já subo sozinho, difícil é não conseguir enfiar a chave” – falei em tom irônico.
“Acho que você não consegue não, do jeito que tá” – foram palavras da Laura. Uma das primeiras que ela tinha me dito naquela noite. Ela tava linda, com a calça jeans justa que deixava a bunda perfeita, e uma regata preta de alcinha.
Tentei abrir a porta do prédio e não consegui até a quinta tentativa, com as duas rindo. A Alexa me deu uma mão e consegui abrir.
“Bom, já foi, tô morrendo de sono, até amanhã e obrigado por me acompanharem.”
“E como você vai abrir a porta de casa?” – falou a Laura de novo. “Vamos, a gente sobe com você.”
Eu tava caindo de sono e de bêbado que tava. Elas me seguraram, uma de cada lado, e saímos do elevador. A Alexa abriu a porta. A partir daí, eu quase não entendia nada do que tava rolando. Só ouvia algumas frases.
“Porra, como o cara tá. Que bebedeira. Vamos botar ele na cama. Se quem devia ver ele visse, matava.”
“Demais” – respondeu a outra.
Entramos na minha casa e fomos pro quarto. Me deitaram na cama.
“A gente devia tirar umas roupas dele, assim não dá pra ficar.”
“Pra mim é estranho, ele é o namorado dela. E se a gente ver alguma coisa?” – disse a Alexa entre risadas.
Tentaram me levantar um pouco e tiraram meus sapatos. Depois começaram com a calça. Depois de umas lutinhas, ela saiu. Eu tava deitado só de cueca, com duas amigas da minha namorada. Totalmente grogue.
Alexa também tava meio bêbada. Laura não tinha bebido nada, como de costume. Aí a Alexa, que tava sentada na cama, levou a mão pro meu pacote.
"O que cê tá fazendo?" falou a Laura.
"Vamo ver como é que tá o serviço do namorado da Mônica" respondeu.
Ela puxou minha cueca pra baixo até conseguir ver minha pica.
"Porra, esse lingüiça não é nada mal" disse a Alexa.
Eu escutava algumas frases. Essa me fez dar uma acordada.
"Laura, isso não sai daqui, confio em você." Na mesma hora, a Alexa se jogou em cima da minha virilha e começou a me masturbar.
Daí a pouco, minha pica começou a crescer e tomar forma.
"Que rabo que esse filho da puta tem, pra chupar inteiro." Na mesma hora, a Alexa enfiou na boca.
"Alexa, o que cê tá fazendo? Ele pode acordar da bebedeira" falou a Laura.
"Acho que não, ele tá completamente grogue. Não conseguiria nem falar oi" respondeu a Alexa.
Laura tava em pé vendo eu ser masturbado pela Alexa, que tava sentada do meu lado, e de vez em quando enfiava meu pau na boca dela.
Tocou um celular. Era uma amiga do outro grupo. A Patrícia tava ligando da casa dela, tava com minha namorada, perguntando como é que tinha sido tudo, que a gente tinha sumido.
A Alexa, depois de desligar, começou a passar mal e foi pro banheiro.
Fiquei sozinho com a Laura no quarto onde geralmente eu comia a Mônica. Aí a Laura, sem falar nada, saiu pra ver como é que a amiga dela tava, mas antes falou algo no meu ouvido.
"Já volto, você vai ver o que é uma boa boca chupando sua pica toda"
Ela pensou que eu não tinha ouvido. Mas não foi assim. Ela saiu atrás da Alexa, que tava toda largada no banheiro, dormindo depois de ter vomitado. Voltou pro quarto tirando a parte de cima e mostrando os dois peitinhos pequenos lindos. Não tava de sutiã, e eu não tinha reparado até agora.
Ela tirou minha cueca de vez e a camisa, e começou a passar a língua da minha boca até minhas bolas, aí parou e engoliu uma e depois a outra.
Ela se levantou e tirou a calça jeans, e Apareceu uma calcinha fio-dental minúscula na minha frente, era branca e deixava transparecer uma pequena fileira de pelos sobre o clitóris dela.
"Que tesão, filho da puta. Bêbado como você está, com minha amiga dormindo do lado e sua namorada dormindo em outro lugar, tô toda molhada."
Ela começou a chupar meu pau docemente, bem devagar, com delicadeza, molhou ele todo e o deixou duro como nunca. De vez em quando, acariciava e chupava meus mamilos, eu sentia tudo, mas não conseguia me mexer. Comecei a perceber a situação, abri disfarçadamente um pouco o olho direito e vi como ela estava engolindo meu pau. Tinha ele inteiro na boca, não achei que coubesse tudo.
"Você vai me foder, vai meter tudo até o fundo e vai me dar um orgasmo de verdade", ela falou no meu ouvido enquanto mordia.
Ela pegou minha mão e levou até a calcinha dela, e juntos tiramos. Ela subiu em cima de mim, pegou meu pau com a mão e enfiou na bucetinha dela, eu tinha a mão no rabo dela e comecei a mexer nas nádegas. Ela começou a subir e descer repetidamente, eu sentia um prazer imenso e, inconscientemente, me mexia também. Pensei que era hora de fazer algo a mais. Um dos meus dedos foi em direção ao cu dela, comecei a estimular, e Laura pegou e levou até a boca dela, chupou como se fosse meu pau e levou de volta ao cu dela.
"Brinca com meu rabo, que também vai ser seu." Eu via os peitos dela balançando, como meu pau entrava na bucetinha rosada dela e sentia um dos meus dedos entrando no cu dela. Ela não aguentou e gemeu e gritou de prazer. Aí aconteceu algo...
Alexa apareceu no quarto, totalmente bêbada já, e se jogou do nosso lado, nem percebeu que a gente tava transando.
Laura sorriu pra mim.
"É seu dia de sorte, você vai foder a Alexa também."
Saí do corpo dela, e Laura me perguntou uma coisa.
"O que você prefere, o rabo dela ou a buceta? Não tem nada virgem, é uma puta de dar medo, fode tudo que aparece, e ainda tem namorado."
Não consegui responder. Ela virou a Alexa de bunda pra cima. Fui até lá, ela pegou meu pau com a mão e guiou ele pro cú da amiga dela.
"Mete de verdade, arrebenta o cú dela, pra quando acordar sentir dolorido e não saber que foi você que comeu ela, vai ser nosso segredo", falou Laura enquanto me beijava.
Eu comi o cú da Alexa. Meti até não aguentar mais. Não conseguia gozar. Alexa gemia e gemia. Pensei que ela fosse acordar, que ia descobrir tudo. Iam me matar.
Laura tava sentada olhando eu comer o cu da amiga dela. Eu não aguentava mais, principalmente desde que Laura começou a chupar minhas bolas. Pouco depois, percebendo o que ia rolar, Laura tirou meu pau do cú da Alexa e continuou chupando. Em um minuto, Laura engoliu toda minha porra enquanto batia punheta pro cú da amiga dela. Gozei como nunca.
Laura levou a Alexa pro carro dela, enquanto eu fiquei em casa dormindo. No dia seguinte, não sabia se tinha sido sonho ou realidade. A calcinha fio dental que encontrei quando acordei foi a chave. De quem será? Cheirei, mas não consegui distinguir. Saí pro banheiro e, passando pelo corredor, encontrei um bilhete.
"A calcinha fio dental que você cheirou é minha, tá cheia das minhas secreções, espero que você lembre delas pra sempre. Nunca vamos foder e nossa relação vai continuar a mesma de sempre. Não conta pra ninguém sobre a Alexa, muito menos sobre mim. Um beijo, Laura.
8 comentários - As amigas da minha mina