Olá, a história que vou contar agora é real e aconteceu comigo no metrô às 6 da tarde, quando está completamente lotado.
Naquele dia, eu queria chegar cedo pra encontrar meus amigos, então fui bem arrumada. Sou uma garota de 18 anos: tenho 1,66m, pele morena, corpo magro. O que mais elogiam em mim são meus peitos, grandes e redondos, minhas pernas longas e bem definidas, e claro, minha bunda não é nada mal. Eu tinha que pegar uma linha de metrô com 20 estações. Entrei no vagão dos homens porque eles costumam ser mais educados e não tão chatos quanto as mulheres quando estão juntas. Então me abri caminho pra entrar e acabei ficando em pé ao lado de um senhor de uns 45 anos que, desde que entrei, ficou olhando pros meus peitos por causa do decote enorme que eu estava usando. Naquele dia, fui toda de preto, com a blusa e a calça coladinhas, que marcavam tudo. Na primeira estação, não passou disso: olhares safados. Mas na estação seguinte, ele baixou a mão pra uma barra de apoio que ficava bem na altura dos meus peitos. Ele meio que abria as mãos ou, com o próprio balanço do metrô, parecia que ia roçando de leve nos meus peitos. Como eu gostei, deixei ele continuar. O metrô chegou na próxima estação, onde entrou mais gente, e ele se mexeu pra ficar na minha frente. Quando o vagão avançou, senti algo quente perto da minha buceta. Queria pensar que era imaginação, mas não: ele começou a dar umas batidinhas com aquilo, e foi quando eu me excitei. Fiquei toda vermelha, o que deu pra notar bem, e o senhor continuou se movendo. Ele chegou do lado esquerdo do meu quadril e só ficou ali. Eu pensei que ele queria ficar atrás de mim, e ele baixou uma mão (com a outra ainda segurava a barra e tocava meus peitos) e começou a acariciar minhas pernas, subindo e descendo, quase roçando na minha buceta, que já estava ficando mais molhada. E de repente, o movimento do quadril do senhor ficou mais forte, mas eu queria sentir aquela pica na minha bunda. Isso durou umas 2... estações, mas o senhor, ao perceber minha excitação, foi pra trás sem soltar "o cano" e com a mão dele roçava meus lábios de buceta que tavam ardendo pra serem tocados pelos dedos grossos e grandes daquele cara. Quando menos esperava, ele mexeu mais o pau dele pra ficar entre minhas nádegas, e o metrô andava, e o senhor colava em mim tão gostoso que eu gozei, e minha calça molhou um pouco. Os dedos ágeis perceberam e continuaram esfregando minha buceta quando o metrô parou no meio do caminho, bem entre uma estação muito longa — a luz apagou! O senhor, óbvio, aproveitou pra meter a mão em tudo que podia: na blusa apertada, nos meus peitos, e lá embaixo massageava minhas nádegas, e depois quis enfiar um dedo na minha buceta molhada e quente, mas não só brincou com meu clitóris. Só que aquele momento que eu adorava parou porque a luz voltou, e o senhor quis me dar umas enfiadas muito fortes. Não sei se os outros cavalheiros notavam — acho que sim, porque me olhavam com muito tesão. Cada vez eram mais rápidas, e o pau dele tava tão quente que eu queria me abaixar pra chupar, mas só usei minha mão pra acariciar. Era muito grande e grosso, me dava curiosidade de sentir em cada parte do meu corpo.
Minha vontade era ser comida pelo coroa, totalmente à disposição dele, ser dele, e o momento ficava melhor porque a luz apagou de novo, e ele, óbvio, aproveitou pra meter a mão na minha calça e agora sim enfiou 2 dedos, mas eram tão grossos que tavam me dando um orgasmo violento. Gozei na mão dele e, pela primeira vez, ouvi a respiração dele — tava a mil! E, como tinha que acontecer, a luz voltou, e com ela as enfiadas magníficas, muito fortes, ATROZES. Era tipo a estação 16. O cara colocou as 2 mãos na minha cintura e foi me tocando desde a barriga até as coxas quentes que recebiam ele. As estocadas diminuíram totalmente e depois começaram suaves, o que me excitou — por incrível que pareça — muito mais. Na próxima estação, eu desceria, e ele foi embora. abrindo caminho pra ir embora como se nada tivesse acontecido, mas antes colocou a mão na minha buceta e apertou um pouquinho meus lábios vaginais. não queria que ele fosse, pensei que se ficasse eu poderia gozar pela terceira vez. desde aquele dia, quero que alguém faça o mesmo comigo de novo, que me dê uma esquentadinha gostosa. Valeu por ler.
Naquele dia, eu queria chegar cedo pra encontrar meus amigos, então fui bem arrumada. Sou uma garota de 18 anos: tenho 1,66m, pele morena, corpo magro. O que mais elogiam em mim são meus peitos, grandes e redondos, minhas pernas longas e bem definidas, e claro, minha bunda não é nada mal. Eu tinha que pegar uma linha de metrô com 20 estações. Entrei no vagão dos homens porque eles costumam ser mais educados e não tão chatos quanto as mulheres quando estão juntas. Então me abri caminho pra entrar e acabei ficando em pé ao lado de um senhor de uns 45 anos que, desde que entrei, ficou olhando pros meus peitos por causa do decote enorme que eu estava usando. Naquele dia, fui toda de preto, com a blusa e a calça coladinhas, que marcavam tudo. Na primeira estação, não passou disso: olhares safados. Mas na estação seguinte, ele baixou a mão pra uma barra de apoio que ficava bem na altura dos meus peitos. Ele meio que abria as mãos ou, com o próprio balanço do metrô, parecia que ia roçando de leve nos meus peitos. Como eu gostei, deixei ele continuar. O metrô chegou na próxima estação, onde entrou mais gente, e ele se mexeu pra ficar na minha frente. Quando o vagão avançou, senti algo quente perto da minha buceta. Queria pensar que era imaginação, mas não: ele começou a dar umas batidinhas com aquilo, e foi quando eu me excitei. Fiquei toda vermelha, o que deu pra notar bem, e o senhor continuou se movendo. Ele chegou do lado esquerdo do meu quadril e só ficou ali. Eu pensei que ele queria ficar atrás de mim, e ele baixou uma mão (com a outra ainda segurava a barra e tocava meus peitos) e começou a acariciar minhas pernas, subindo e descendo, quase roçando na minha buceta, que já estava ficando mais molhada. E de repente, o movimento do quadril do senhor ficou mais forte, mas eu queria sentir aquela pica na minha bunda. Isso durou umas 2... estações, mas o senhor, ao perceber minha excitação, foi pra trás sem soltar "o cano" e com a mão dele roçava meus lábios de buceta que tavam ardendo pra serem tocados pelos dedos grossos e grandes daquele cara. Quando menos esperava, ele mexeu mais o pau dele pra ficar entre minhas nádegas, e o metrô andava, e o senhor colava em mim tão gostoso que eu gozei, e minha calça molhou um pouco. Os dedos ágeis perceberam e continuaram esfregando minha buceta quando o metrô parou no meio do caminho, bem entre uma estação muito longa — a luz apagou! O senhor, óbvio, aproveitou pra meter a mão em tudo que podia: na blusa apertada, nos meus peitos, e lá embaixo massageava minhas nádegas, e depois quis enfiar um dedo na minha buceta molhada e quente, mas não só brincou com meu clitóris. Só que aquele momento que eu adorava parou porque a luz voltou, e o senhor quis me dar umas enfiadas muito fortes. Não sei se os outros cavalheiros notavam — acho que sim, porque me olhavam com muito tesão. Cada vez eram mais rápidas, e o pau dele tava tão quente que eu queria me abaixar pra chupar, mas só usei minha mão pra acariciar. Era muito grande e grosso, me dava curiosidade de sentir em cada parte do meu corpo.
Minha vontade era ser comida pelo coroa, totalmente à disposição dele, ser dele, e o momento ficava melhor porque a luz apagou de novo, e ele, óbvio, aproveitou pra meter a mão na minha calça e agora sim enfiou 2 dedos, mas eram tão grossos que tavam me dando um orgasmo violento. Gozei na mão dele e, pela primeira vez, ouvi a respiração dele — tava a mil! E, como tinha que acontecer, a luz voltou, e com ela as enfiadas magníficas, muito fortes, ATROZES. Era tipo a estação 16. O cara colocou as 2 mãos na minha cintura e foi me tocando desde a barriga até as coxas quentes que recebiam ele. As estocadas diminuíram totalmente e depois começaram suaves, o que me excitou — por incrível que pareça — muito mais. Na próxima estação, eu desceria, e ele foi embora. abrindo caminho pra ir embora como se nada tivesse acontecido, mas antes colocou a mão na minha buceta e apertou um pouquinho meus lábios vaginais. não queria que ele fosse, pensei que se ficasse eu poderia gozar pela terceira vez. desde aquele dia, quero que alguém faça o mesmo comigo de novo, que me dê uma esquentadinha gostosa. Valeu por ler.
3 comentários - Arrumo no metrô da cidade
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