A recepcionista do hotel.
Tudo aconteceu numa das minhas viagens mensais pro norte da Argentina, onde sempre pego as mesmas estradas e paro nos mesmos hotéis. É uma viagem que faço uma vez por mês, dura uns 9 dias, e eu fico em três hotéis em três cidades diferentes.
Num desses hotéis, onde passo mais tempo por causa da minha rotina de trabalho, fico hospedado uns três dias seguidos. Nesse hotel, numa cidade de Tucumán, trabalha como recepcionista a Mara, uma mina de 25 anos, morena do caralho, muito gostosa, mas ao mesmo tempo tinha algo nela que não me fechava direito.
Tudo aconteceu numa tarde, depois de me registrar como sempre. Antes de subir pro meu quarto, o mesmo de todos os meses, pedi pra Mara me trazer uns sanduíches e uma cerveja. Quando terminei de tomar banho, bateram na porta do quarto. Foi aí que ouvi a Mara falar "serviço de quarto". Eu, surpreso, porque ela não é quem faz o serviço de quarto, abri a porta, e lá estava ela com meu pedido na mão, mas pra minha surpresa maior, ela tinha dois copos. Foi aí que ela disse… "trouxe dois copos, caso você quisesse dividir a cerveja comigo…". Respondi: "claro, como não! Entra e me dá um minuto que eu me troco e já vou ficar com você". Dividimos a cerveja e conversamos um tempão, até que chamaram ela da recepção. Quando ela tava indo embora, falou que mais tarde a gente continuava conversando.
Naquela mesma noite, quando terminei de jantar, ela chegou perto da mesa onde eu tava e perguntou se eu tinha algo pra fazer mais tarde. Respondi que não. Foi aí que ela sugeriu a gente tomar alguma coisa quando ela terminasse o turno dela. Eu, topando a proposta, falei pra ela passar no meu quarto e aí a gente via o que fazia.
Mais tarde, umas duas horas depois, a Mara bateu na minha porta. Quando abri, vi que ela tinha uma garrafa de champanhe e duas taças na mão e disse: "posso entrar?". "Pode, entra", respondi quase sem conseguir falar. Começamos a conversar e a beber um pouco. Uma garrafa passou… lego outra e mais outra depois, a conversa começou a ficar um pouco mais quente, digamos assim, e foi nesse momento que percebi o que não estava fechando pra mim nela, mas já era quase tarde porque estávamos prestes a nos beijar. Foi então que ela se afastou e disse: "você sabe que eu sou..." Eu a interrompi: "ssshhh, tudo bem..." com algumas dúvidas na minha cabeça, mas disposto a seguir em frente com a situação, apesar de ter percebido que ela era uma garota trans. Sem dizer mais uma palavra, começamos a nos beijar desesperadamente, enquanto nossas mãos subiam e desciam. Começamos a tirar a roupa, ela sentou no meu colo e aqueles peitos lindos e grandes roçavam no meu peito. Ficamos um tempo nessa posição no sofá e depois fomos para a cama. Ao ver aquela bunda enorme com uma fio dental linda, pedi que ela ficasse de quatro e comecei a tocar aquela raba tão gostosa, puxei a fio dental com a boca e comecei a lamber aquela bunda. Depois disso, ela pegou meu pau com as mãos e começou a chupar de um jeito muito, muito bom. Quando parou, ela se virou e sentou no meu pau de costas para mim, começou a se mexer de um jeito bem gostoso. Trocamos de posição uma ou duas vezes e, quando eu estava quase gozando, ela pediu para eu gozar nos peitos deliciosos dela. Transamos gostoso durante quase a noite toda. Ao acordar, tomamos café da manhã e fui cumprir minhas obrigações, pensando em voltar o mais rápido possível para transar com ela de novo. Mas aquele dia não foi no hotel, foi no apartamento dela. Foi tão lindo que, a partir daquele dia, nunca mais me hospedei no hotel. Agora durmo no apartamento dela toda vez que vou para aquela cidade.
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